[Música] Fala galera Curtindo aqui a nossa brincadeira estávamos agora pouco vendo este exemplo ontem acordei cedo tomei café e fui pedalar no entanto devido a chuva logo voltei para casa e aí como um belo texto narrativo a intenção sempre é mostrar quando aconteceu Onde aconteceu quem participou E como foi se o foco narrativo for em primeira pessoa do singular ou do plural tanto faz obviamente estaremos diante de um narrador personagem porque quem conta a história participa dessa história vou dar um outro exemplo suponhamos que eu faça parte agora eu o meu amigo Fernando e o
meu amigo Fabrício aí eu vou dizer assim ó que numa sexta-feira à noite num bar chamado Hooligans no centro da cidade de Cascavel eu Fernando Pestana Fabrício Dutra resolvemos comemorar a aprovação dos nossos alunos no concurso pá Beleza então olha só numa noite de sexta-feira eu já tô colocando um quando eu poderia ser até mais específico mas não tem essa necessidade porque essa especificidade pode aparecer depois a posteriori dentro do texto então ó numa noite de sexta-feira num bar chamado Hooligans no centro da cidade de Cascavel Então já coloquei o quando e já coloquei o
monte eu Fernando e Fabrício ou Fabrício Fernando e eu e eu vou explicar o porquê disso eu vejo muitas pessoas assim na dúvida professor eu tenho que falar necessariamente Fabrício Fernando e eu é a forma correta de onde surgiu isso surgiu do seriado Chaves quando o professor Girafales repreendia o Chaves ou Kiko a Chiquinha e numa frase que ficou bem marcada na época quando ele dizia ser o burro sempre vem na frente quando Chaves dizia Kiko não eu Kiko e Chiquinha aí ele dizia o burro sempre vem na frente porque ele queria dizer que era
para colocar rico Chiquinha e eu na verdade isso não tem respaldo gramatical é uma questão de gentileza por exemplo no caso ele deixar que é os outros irem em sua frente e se colocaria em último como uma questão de respeito mas isso não tem justificativa gramatical Então posso dizer Fernando Fabrício e eu ou eu Fabrício e Fernando não tenho problema nenhum aí vamos lá já apresentei o tempo ou seja quando já apresentei o espaço ou seja o onde e já apresentei o quem ou seja os personagens agora vem como que é um enredo e o
que seria esse como que seria esse enredo é o próprio desenrolar da história então eu diria que nós resolvemos comemorar a aprovação dos nossos alunos na prova do concurso público e que foi muito legal foi muito bacana lá O Fabrício acabou exagerando um pouquinho mais bebeu além da conta deu teto preto e da noite Fernando e eu precisamos levar Fabrício carregado para casa pronto acabou a história mas eu falei em primeira pessoa eu falei eu eu falei nós então ó Nós nos divertimos muito pronto e claro falei de Fabrício falei do Fernando em terceira pessoa
falei porque quis falar sobre eles também Quis colocar os nomes quis apresentar mas eu coloquei o texto em primeira pessoa então isso é um narrador personagem E por que é importante a gente entender essa estrutura porque o conhecimento de mundo faz toda a diferença a imagina só numa prova o camarada destacando o trecho de um romance pega um Dom Casmurro pega uma Memórias Póstumas de Brás Cubas pegam Quincas Borba pegam Vidas Secas pega uma um Sagarana sei lá coloca um texto aí também já conhecido Um clássico da língua portuguesa da literatura e vai lá e
coloca na prova um trecho caramba se você tiver lido texto se você tiver lido aquele livro você vai tirar de letra Mas e se você não leu E aí como é que fica as marcas as pistas textuais vão te mostrar se o narrador participou ou não da história então mesmo não indo aquele livro você vai saber que o narrador ali é personagem porque a pista vai ser a primeira pessoa agora continuando aqui ó vamos para a nossa próxima estrutura que é o narrador observador veja que a narração vai ser em terceira pessoa então o foco
narrativo é a terceira pessoa quando a gente fala a terceira pessoa é do singular ou do plural tá ele ou eles Então veja aí o exemplo Maria Acordou cedo tomou café e foi pedalar no entanto devido a chuva logo voltou para casa existem as estruturas vou dar um outro exemplo similar ao que acabei de dar agora só para ganhar corpo só que neste momento eu não vou me inserir na história eu não vou participar apenas Fernando e Fabrício vão participar da história Então vou dizer que numa sexta-feira à noite no centro da cidade de Cascavel
não bar chamado o ligans Fabrício e Fernando resolveram comemorar a aprovação dos alunos na prova do concurso lá no bar foi muito divertido eles beberam muito encontraram alunos né já vai mexendo aí um pouco a história Fabrício acabou exagerando demais beber um pouco além da conta e Fernando precisou levá-lo para casa carregado teve o quando teve o onde teve o Ken e teve o como E aí você pode pensar teve o personagem teve o tempo teve o enredo teve o espaço teve tudo tudo tudo tudo bonitinho só que agora o foco foi em terceira pessoa
mas vocês viram que o objetivo foi apenas contar a história direto ao ponto Essa é a grande diferenciação que a gente vai fazer aqui entre o narrador observador e o narrador onisciente já que ambos se apresentam em terceira pessoa a diferença é que o narrador observador ele é mais objetivo vai direto ao ponto agora vocês vão perceber como é que vai se comportar o narrador onisciente daqui a pouco volta aqui para fazer uma anotaçãozinha nesse narrador de gente olha só o que a gente tem aqui ó Olha aí não tem um materialzinho narrador onisciente questionário
de cara porque questionável porque nem todos os autores falam sobre o narrador onisciente alguns Só falam sobre dois o narrador personagem e o narrador observador e obviamente esses autores que falam assim eles são bem objetivos porque eles pensam é participa da história é personagem não participa da história é observador e acabou tá de fora tá olhando sabe o que tá acontecendo Então é observador mas existe o narrador iniciante questionava Exatamente porque não são todos os autores que falam sobre isso mais um autor bem famoso bem consolidado o Ivanildo Bechara fala por exemplo então aqui ó
narração em terceira pessoa com o comentários sobre o passado e o futuro da narrativa além de análises dos pensamentos das personagens ou seja esse cara realmente sabe tudo quem tem alguma vivência religiosa sabe o que significa onisciente por exemplo Deus é onipresente onipotente e onisciente onisciente porque ele sabe realmente tudo não é um camarada que está apenas observando o que está diante de seus olhos ele vai além ele sabe que tá aqui ó o pensamento do personagem não é só o que o personagem executa fisicamente é o que o personagem também executa em seu íntimo
em seu âmago em seus sentimentos aí você vai falar assim ah mas isso daí isso daí faz muita realidade Pô isso aí tá muito distante do nosso mundo real não devagar com a dor devagar com a dor É como se eu fosse por exemplo ser o melhor amigo ao ponto de saber o que você tá pensando ao ponto de saber se você contou uma mentira uma verdade numa determinada situação imagina só você vai comigo e com outros amigos nossos a uma boate vamos por todo mundo seja solteiro nesse momento e aí você foi ao banheiro
e quando voltou já voltou contando história rapaz essa boate tá demais na Ida eu fiquei com umas três na volta mais três aí né eu vou falar assim tenho certeza irmão aí você tenho certeza mas não foram as mesmas três não foram três diferentes hoje aqui tá Florido seis mulheres só nessa aí dá o banheiro aí o cara que participa da história tô lá eu não vi a tua trajetória eu não sei se você realmente ficou com três na rede e três na volta Cabe a mim acreditar ou não acreditar mas como eu estou participando
da história e eu fiquei ali paradinho eu não fui com você agora eu narrador observador um lado observador ele sabe todo o teu trajeto ele está observando ele está observando ele vai ver se você ficou ou não com três na Ida e três na volta ele vai saber se aquilo é mentira ou não ele vai saber O Observador já sabe o onisciente ora esse vai além ele sabe se é verdade ou mentira e se é mentira ele ainda sabe porque você inventou essa mentira porque ele vai entrar aqui ó na tua cabeça ele vai trabalhar
os teus pensamentos e as tuas perspectivas temporais ele tem noção sobre o passado e sobre o futuro Talvez ele saiba Caso seja mentira essa situação porque me provar o que que vai acontecer ele vai saber o porquê dessa mentira ah ele tá contando essa mentira porque esse grupo que tá aqui geralmente coloca a prova é como forma de afirmação ele quis mostrar que conseguiu não sei o que lá Mas amanhã já é um novo dia ele tá preocupado com essa mentira que contou porque algumas meninas quiseram alguns dos amigos quiseram ver quais são as meninas
aí ele falou não hoje está lotado tá lotado tá lotado aí mas era como era uma loirinha de olho azul Rafael eu sei trabalhar comigo minha amiga e aí já começa a traçar o passado o futuro o pensamento as reflexões é uma coisa mais profunda esse texto vai dar uma floreada aí olha aqui o exemplo que a gente tem Maria Acordou cedo tomou café e foi pedalar mas não no final da história Maria não terá um dia tranquilo assim em vez disso Maria encontrará uma série de problemas e perigos em seu caminho vamos voltar ao
exemplo que eu estava trabalhando aqui do Fernando e do Fabrício vou falar em terceira pessoa vamos lá numa sexta-feira à noite no centro da cidade de Cascavel num bar chamado Hooligans Fabrício e Fernando resolveram comemorar a aprovação dos alunos numa prova do concurso público lá foi muito divertido Fernando estava preocupado com esse evento porque não é muito aceito a encontros mais estreitado e estreitados com os alunos ele é mais reservado Fabrício é um bomboê fui de coração aberto sabia que ia ser o dia mais divertido Ana afinal de contas foi tão Trabalho tanto sofrimento tanta
preocupação tanta dedicação todos mereciam aquele Ápice de alegria e lá eles beberam bastante Fabrício acabou exagerando um pouco Fernando Já pensaram Ora meu Deus do céu como esse rapaz ele responsável amanhã nós temos que trabalhar e ele nem para pensar nisso coisa e tal e aí Fernando teve que carregá-lo para casa ficou cansado resmungando da vida a Fabrício sempre me arruma dessas então tá vendo como uma história até ser ampliou se você observar aqui ó nós voltarmos aqui é terceira pessoa o texto Opa o texto anterior também é terceira pessoa mas tá vendo aqui ó
neste nosso materialzinho deu uma linha completa e um pouquinho de uma segunda linha agora no outro aqui ó deu duas linhas completas e mais da metade de uma terceira linha então o narrador onisciente ele de fato acaba indo além porque ele traça os fatores psicológicos e temporais dessa narrativa então esse narrador onisciente aqui ele sabe tudo inclusive o pensamento dos personagens e ele ainda vai fazer referências aos valores temporais passado e futuro porque obviamente a história está acontecendo naquele momento em que ela acontece ela é o presente mas mesmo assim ele vai fazer uma reflexão
sobre o passado Talvez para justificar o que está acontecendo ali e ele vai fazer uma reflexão sobre o futuro para tentar traçar uma consequência um resultado daquilo que está sendo executado no presente momento da narrativa então é um pouquinho diferente tá agora em prova de concurso público quando pedem para identificar o narrador Jesus é muito fácil mas muito fácil muito fácil vai estar ali o foco narrativo primeira pessoa ou terceira pessoa e na maioria das vezes quem cai o narrador personagem é bem fácil agora a gente vai entrar na Seara mais complexa olha aqui ó
nós vamos falar sobre tipos de discurso Então olha aqui ó observação 2 o texto narrativo é um texto polifônico em que as diferentes falas são apresentadas em discursos isso já cai em prova já então quando se fala em polifonia Quando se diz que um texto é polifônico significa que um discurso foi apresentado não é mais só o narrador falando isso já caiu em prova é claro que o cara quando faz uma questão com essa ele já coloca ali no trechinho uma citação direta um discurso direto para mostrar que houve O que mudança de voz para
mostrar que houve mudança de quem está falando antes era um narrador passou a ser quem o personagem então neste momento nós temos um texto polifônico aí olha só quando a gente fala um tipo de discurso nós temos três o discurso direto o discurso indireto e depois tem o indireto livre só que vocês viram que eu joguei bem lá para o finalzinho o discurso indireto livre Porque nas provas de modo geral o discurso direto e indireto acabam ganhando mais relevância e nem é exatamente por conta de uma identificação do tipo de discurso Ah quem tá falando
aqui é o personagem que ele tá falando aqui é um narrador não é bem mais profundo é numa questão de reestrutura uma mudança de discurso direto para discurso indireto é exatamente porque vai mudar a concepção do tempo verbal e para você fazer essa reestrutura é preciso entender essa mudança portanto se torna uma questão que valoriza um candidato bem preparado que valorizam o candidato que tem hábito de leitura que valoriza o candidato que entendeu a dinâmica aqui teórica que valoriza o candidato que fez exercícios sobre esse assunto agora seu camarada é marinheiro de primeira viagem e
chega a se deparar com a questão como essa vou te dificilmente vai acertar então vamos aqui por partes primeiro tipos de discurso nós temos três apenas tá vamos lá discurso direto discurso indireto e discurso indireto Livre quem fala vamos lá eu vou fazer um Panorama vou fazer com alguns professores de direito fazem com vocês vou dar um pequeno resumo teórico aqui sobre esse assunto depois eu vou mostrar o nosso material esse nosso material seria como se fosse a letra da lei a letra seca Tá então vamos lá primeiro aqui quando a gente tem um discurso
direto porque ele se chama discurso direto porque não há interferência do narrador e como não há interferência do narrador significa que quem fala no discurso direto é o personagem já no discurso indireto o que vai rolar uma interferência do narrador então neste momento nós estamos diante de uma fofoquinha é como se fosse um fofoquinha o narrado descobriu e agora está nos contando então o discurso indireto quem fala é o narrador agora no discurso indireto Livre Nós temos duas análises aqui para fazer tá primeiro uma análise mais tradicional o que provavelmente pode cair na tua prova
no cenário do concurso público quando coloca um discurso indireto Livre e pergunta quem tá falando Provavelmente na opção vai aparecer uma mescla uma mistura pois os manuais literários mais tradicionais Dizem que o discurso indireto livre é uma mistura de falas entre narrador e personagem choram fala ora o outro fala então tem como definir Agora se a gente aprofundar um pouco mais perceberemos que existe uma diferença gritante do discurso indireto livre para os outros discursos não só para o direto mas também para o indireto porque no direto e no indireto a tentativa é reproduzir a fala
do personagem inclusive vocês vão perceber que tanto no direto quanto no indireto haverá a presença de um verbo chamado e locução o verbo de elocução ou verbo de Sendi O que significa verbo de ser de verbo que diz e por que verbo de locução porque é um verbo que também prepara para fala os linguistas de modo geral ele chamam nosso conhecimento de mundo de saber e locucional o que isso significa no fim das contas que nós só podemos falar sobre o que sabemos eu não posso falar sobre aquele câncer seria impossível por exemplo eu gosto
de futebol eu posso falar sobre futebol eu entendo as regras de futebol entendo eu não sou um estudioso sobre futebol Mas como eu gosto como eu acompanho eu sei quais são as regras eu conheço alguns times eu acompanho a Seleção Brasileira eu acompanho o meu time eu acompanho os campeonatos eu posso falar sobre posso falar sobre minha Seara de trabalho língua portuguesa posso falar sobre a língua portuguesa é o que mais fácil de minha vida agora vamos mudar o panorama vamos supor que alguém me peça para falar sobre beisebol de cara assim seco impossível não
faço a mínima ideia a única coisa que eu sei é que alguém arremessa uma bolinha e um outro alguém tenta rebater com um taco só isso e acabou não faço ideia de como é que funcionam as regras para eu falar com exatidão de forma satisfatória Eu precisaria estudar sobre o jogo mas isso exigiria um tempo e aí obviamente depois de estudar eu já saberia sobre e eu poderia falar agora de supetão de improviso impossível se alguém chegar para mim e falar assim se Doca O que que você sabe sobre direito previdenciar eu dizer sem nada
fale agora sobre direito previdenciário o máximo que eu iria falar é um direito que cai no concurso do INSS não sei nem se cai em outro era a única coisa que eu ia saber falar isso é Previdenciário tem alguma coisa a ver com aposentadoria né não né previdência Coisa e Tal Ah se toca tá arrebentando só se é isso sem mais nada mas aí se Doca Você vai precisar falar sobre direito previdenciário Você vai precisar dar uma aula de direito previdenciário eu seria capaz de dar uma aula de previdenciária agora não seria posterior seria me
dá um mês dois meses eu vou estudar é só um mês está tranquilo Qual o conceito qual parte do direito previdenciário ó essa parte aqui beleza vamos preparar e vou dar essa aula mas agora de improviso impossível então só posso falar sobre aquilo que eu sei e é por isso que na hora em a literatura quer apresentar as falas dos personagens nós vamos encontrar verbos de locução Então vamos ver aqui as características mas antes de passar para essas características eu já quero falar aqui qual é a principal diferença para o discurso indireto livre no discurso
indireto livre não existe a tentativa de reproduzir a fala a preocupação é com o pensamento Então você vai perceber um fluxo de pensamento um fluxo de consciência dentro da faculdade nós dizemos que o discurso indireto livre é uma espécie de monólogo narrado existe um autor muito bom que fala sobre isso chamado Ronald Melo e Souza e ele dizia que era um monólogo narrado porque a preocupação era apenas o pensamento daqui a pouco a gente aprofunda um pouco mais isso para você entender essa dinâmica Mas vamos agora pegar as características similares e as distinções acompanha aqui
comigo discurso direto a fala da personagem é apresentada de forma direta sem parar frases do narrador Então veja Maria disse dois pontos travessão Ontem choveu muito na região sul Maria e a personagem Então vamos as exigências tá vendo esse disse o disse aí é o verbo de locução mas é qualquer verbo que preparar para fala não é só disse não é disse perguntou indagou respondeu falou questionou E por aí vai agora olha que outras coisinhas que nós temos também os dois pontos e o travessão são sinais características do discurso direto agora necessariamente os dois devem
aparecer não ou um outro na maioria das vezes inclusive aparece quem o travessão mas o ideal o ideal seria que aparecessem os dois os dois pontos e o travessão e agora aqui ó esta fala Ontem choveu muito na região sul quem foi que disse isso a Maria pronto o personagem O que é o personagem o narrador Teve alguma influência aqui não zero não há interferência do narrador agora continuando Olha o próximo aqui discurso indireto o narrador reconta a fala da personagem com suas próprias palavras ou seja ele interfere é uma fofoca ele ficou sabendo agora
vai contar mas vamos ver o que continua tendo e o que deixa de ter Então veja aqui Maria disse que no dia anterior Choverá muito na região sul então perceba que eu continuo tendo o verbo de elocução o disse e porque eu continuo tendo verbo de alucussão Porque continua sendo a tentativa de reproduzir a fala de uma personagem só que agora eu vou perder os sinais característicos de pontuação os dois pontos e o travessão Eles simplesmente vão sumir e vai entrar quem um que que é uma conjunção integrante Ó Maria disse isso e agora essa
fala aqui não é mais da Maria não é mais da personagem é de quem é do narrador tá então meus amores eu vou dar um intervalinho aqui agora e daqui a pouco a gente volta traçando ainda mais as similaridades e as distinções dessas duas estruturas e a gente vai observar como é que podem fazer as questões de reestrutura tá então daqui a pouco a gente volta beijão tá [Música]