[Música] eu pessoalmente nunca presi qualquer manifestação do Sobrenatural com Assombrações ou qualquer tipo de Marmota porém não sou cético em relação a esse assunto Até mesmo porque muitas pessoas relatam já ter passado por experiências Sobrenaturais inclusive alguns familiares ter visto muita marmota meu nome é Art Tiburcio tenho 35 anos de idade e moro atualmente no Recife mas a minha família paterna é de serra tagada e compartilhar com vocês um relato que meu avô paterno diio nos sobre uma experiência eleve nacada de50 quando eu era mais moço e viajava pelo Sertão ao lado do meu bisavô
Isaías vendendo suas [Música] mercadorias o fato aconteceu nas proximidades do que hoje é uma cidade chamada Santa Cruz aqui no interior de Pernambuco o meu bisavô era caixeiro viajante e ele morava em Serra tagada mas trabalhava vendendo mercadorias de porta em porta nas pequenas cidades e povoados no interior do Pernambuco e até mesmo de outros estados do Nordeste entre os vários tipos de mercadorias eles trabalhavam vendendo tecidos perfumes bijuterias e algumas outras bugigangas e assim conseguiu sustento e até mesmo certo conforto financeiro no mês de maio de 1959 com a proximidade do período de São
João meu bisavô e meu avô partiram de Serra Pelada rumo a anterior pois era época que vendiam mais tecidos já naquele tempo a maioria das pessoas usavam roupas feitas por costureiras ou alfaiates sendo assim eles colocaram as mercadorias no carro e viajaram para o interior Geralmente essas viagens duravam até um mês entre muitas as cidades que eles trabalhavam estava Santa Cruz uma pequena cidade que na época era só um povoado e per município de Oricuri distante cerca de 250 km de serra tagada naquele dia o meu avô estava dirigindo o carro e quando já estavam
quase chegando ao distrito de Santa Cruz avistar uma mulher parada no meio da estrada meu avô perguntou a seu pai se ele também estava vendo aquilo o meu bisavô disse que sim mesmo com a aproximação do carro a permaneceu parada não se mexendo por sorte meu avô dirigia devagar e conseguiu desviar tempo mas quando olhou para trás Não viu mais a mulher pelo que meu avô nos conta ela tinha pele morena estava vestindo uma roupa branca que lembrava um vestido de noiva e tinha Unos cabelos desgrenhados Eles chegaram povoado e foi direto para uma pequena
pensão que pertencia a um velho conhecido deles e passaram a noite por depois de tomarem Ban e jantar eles ficar conversando oo da pensão o meu avô to no assunto da e nessa hora meu bisavô questionou qu era aquela que fic no meio da estrada pois ela podia caus algum acidente e além podia per vida o da pensão deu um soriso de canto de boca e disse vocês acreditam em assombração pois bem o que vocês viram na estrada não é desse mundo algumas pessoas já viram ela na beira da estrada mas ninguém sabe quem e
nem de onde é há pouco tempo atrás um rapaz que mora aqui no povoado estava vindo de Oricuri montado a cavalo quando foi na boca da noite ela apareceu na frente dele na hora o cavalo refugou mas ele conseguiu passar assim que passou da mulher o cavalo disparou na carreira e pouco tempo depois só sentiu a mão na sua cintura e quando olhou para trás ela estava montada na garupa Ele ficou desesperado mas começou a rezar e continuou cavogando e quando chegou dentro da cidade a mulher desapareceu o rapaz falou para algumas pessoas o que
tinha acontecido uns acreditaram e outros não mas depois algumas pessoas que andam à noite por essas estradas já viu essa coisa e quem viu disse que parece uma mulher vestida de noiva bom eles foram dormir e no outro dia meu vô e seu pai Venderam suas mercadorias e ao final do dia seguiram viagem para uma próxima cidade como faziam de costume depois de quase um mês eles estavam voltando para casa e passou novamente no povoado pois Muita mercadoria era vendida no fiado e eles iriam receber o dinheiro nesse dia chegaram cedo por volta do meio-dia
e depois de almoçar foram até a casa das pessoas receber o pagamento das mercadorias Eles foram até um sítio de um senhor chamado Raimundo e quando chegou seu Raimundo e Dona Luzia lhes contou com seu filho mais novo cham Adélio estava doente com uma ferida que não tinha remédio e também amedrontado e não dizia coisa por coisa meu bisavô perguntou o que sucedeu seu Raimundo Então falou que uma semana atrás a tinha ido até o povoado comprar um pouco de querosene e ficou lá dando prosa e só voltou noitinha e quando eue estava voltando uma
mulher com roupa de noiva apareceu na estrada e atrás delee sai corendo e disse que escutava a mulher correndo atrás dele e dando Gritos e risadas até ele escorregou e c de cara no ch nessa hora pulou em cimae e foi mordendo seu a comeou a gritar por ajuda e por sorte esta quas em frente da Porteira do sítio do meu vizinho que escutou os gritos pegou uma espingarda e saiu para acudir mas quando chegou lá na estrada só viu Adélio caído e todo sujo de sangue as pessoas acham que foi uma onça que atacou
mas ele disse que foi uma mulher e eu mesmo nem sei o que pensar o que sei é que o menino está na cama não sai do quarto e quando a gente se aproxima ele começa a chorar me bisavô Então falou para seu Raimundo que acreditava na história do rapaz pois ele mesmo já tinha visto essa mulher no no meio da estrada da última vez que ele foi ao povoado e que na ocasião o meu avô quase virou o carro o meu avô e seu pai entraram no quarto e conversaram bastante com a del e
Viram o tamanho da ferida em seu ombro e falaram que eles também tinham visto e que Adélio não estava ficando doido ou varrido da cabeça depois dessa visita meus avôs continuaram Indo de casa em casa recebendo dinheiro e também vendendo mais mercadorias quando o sol já estava se pondo Eles voltaram para o povoado foram até pegen na pousada tomaram banho e jantaram Mas decidiram que iriam passar a noite na cidade de Oricuri por volta das 8 da noite eles se despediram do seu amigo o dono da pousada e pegaram a estrada mal saíram do povoado
e avistaram a mulher parada na estrada porém dessa vez meu bisavô estava dirigindo e ele acelerou e passou por cima da mulher mas não sentiram qualquer Impacto era como se ela não existisse ou fosse apenas uma fumaça eles seguiram adiante e minutos depois escutaram uma batida na boleia da picap e quando olharam perceberam que aquela criatura estava em cima do carro Ela gritava e batia na parte de cima da bleia e ao ao mesmo tempo dava risadas como se estivesse se divertindo com medo dos meus avós os dois ficaram apavorados e como a distância até
Uricuri era bem grande Eles resolveram voltar para o povoado Pois temiam por suas vidas e qualquer momento aquela criatura poderia causar um acidente naquela época dificilmente apareceriam alguém para socorrê-los fizeram a curva e voltaram o povoado mas a mulher continuava em cima e só desapareceu quando estava em frente das primeiras casas eles chegaram a pensão apavorados e passaram a noite por ar e no dia seguinte perceberam que a parte de cima da boleia estava amassada e com umas marcas de arranhão Depois dessa experiência toda vez que meus avôs passavam naquele povoado eles não saíam de
lá mais à noite não sei se aquela entidade ainda continua parecendo por lá meu avô que ainda está vivo e lúcido conta que a situação é apavorante daquelas que faz o cabra tremer as pernas e perder as forças de tanto medo depois disso ele ficou sabendo que o pessoal da cidade apelidou a aparição de carnívora da estrada devido o ferimento no Ombro do filho do seu Raimundo Esse foi o meu relato uma boa noite a todos GS