Oi, oi, gente. Sejam muito bem-vindos ao meu canal. Eu sou a Leandra e eu conto relatos sobrenaturais aqui todos os dias para vocês. E bom, se você caiu aqui de para-quedas, eu também conto relatos mais curtos no meu TikTok, no meu Instagram. Essas redes sociais estão aqui embaixo na descrição do vídeo. Se por um acaso você tiver algum relato para me enviar, o e-mail também já fica aqui embaixo na descrição. Eh, todos os conteúdos postados aqui estão disponíveis lá no Spotify e o link também já fica aqui embaixo na descrição. Inclusive lá no Spotify tá
um pouco desatualizado, mas é até o final dessa semana, né, até domingo, acredito que eu já vou conseguir atualizar agora que eu recuperei o acesso e tudo mais. Então, se você prefere, né, eh, ouvir lá pelo Spotify, lá também tá disponível. Então, o link já tá aqui embaixo na descrição. E como vocês sabem, eu não gosto muito de enrolar na introdução do vídeo, então já vamos pros relatos. Mas antes, não se esqueça de se inscrever no canal, caso você ainda não seja inscrito, de curtir esse vídeo agora no início, porque me ajuda muito a divulgar,
né, o vídeo aqui na plataforma. E se tiver disponível a opção de hypar este vídeo, hypa mim, porque também ajuda demais. Agora sim, recadinhos dados. Vamos ao que interessa, que é sobre eh que é os relatos, né, que hoje é uma coletânia sobre aparições do diabo, que eu sei que vocês gostam muito desse tipo de de coletânia. Então, vamos lá. Eu espero muito que vocês gostem. Deixa eu só beber uma aguinha antes, porque a minha garganta já tá seca só de falar a introdução do vídeo. Não sei como que eu consigo. Bom, agora sim, vamos
lá. Esse relato se chama, né, nosso primeiro relato se chama A noite em que o diabo foi no bar da minha avó. Olá, Leandra, tudo bem? Eh, eu me chamo Júlia e amo te acompanhar nas redes sociais e hoje eu vim contar esse relato. E bom, tudo começou quando a minha avó decidiu abrir um bar há muitos anos. Hoje em dia ela nem tem mais. Mas bom, quando inaugurou o movimento estava fraco, então ela teve a ideia de contratar uma dupla de cantores que tinha aqui na minha cidade. Eh, e assim ali na época, né,
eh, para poder fazer tipo uma festa. E ela espalhou a novidade no famoso ali boca a boca, sabe? Foi contando para um e para outro, né, que ia ter eh essa esses cantores lá. E bom, uma das pessoas que ela contou era um grande amigo dela que se chama Guto. E ele disse que ia levar uma amiga dele que era muito festeira. Eu não me lembro exatamente o nome, mas eu acho que era Margarida. Bom, quando chegou o dia dessa festa, minha avó disse que lotou de gente e tinha muitos rapazes bonitos, mas assim, é,
todos conhecidos, né? Até porque aqui é cidade bem pequena e todos se conhecem. E quando a Margarida chegou, ela foi lá cumprimentar a minha avó e disse, né, que tinha muitos rapazes bonitos. E aí minha avó perguntou com quem ela ia dançar e ela disse que ia dançar com todos, que naquela noite ela dançaria até com diabo se aparecesse. E saiu rindo, né, da do que ela mesmo tinha tinha dito. E assim, realmente ela aproveitou muito a festa. Até que em um determinado momento chegou um homem muito lindo, segundo minha avó, e ela pensou que
ele era de outra cidade, né? Até porque absolutamente ninguém lá conhecia ele. E a minha avó diz que era assim, dizia, né, que era uma beleza surreal. Então ele tirou a a Margarida para dançar. Eh, pera aí que eu me perdi isso. Quando eles começaram a dançar, ela desmaiou e no mesmo segundo teve um estouro no poste e acabou a luz da rua inteira. Quando acenderam as lanternas, o rapaz simplesmente sumiu sem deixar rastros. E em volta da Margarida tinha uma poça de água que fedia a esgoto. Era um cheiro insuportável. E assim, ninguém quis
ficar lá por conta desse cheiro e todos foram embora. Chamaram os bombeiros e levaram a a moça para o hospital. E a cidade inteira ficou em choque. A Margarida ficou semanas em coma e quando ela acordou, minha avó e o Guto foram visitar ela e perguntaram, né, o que tinha acontecido. Então ela disse que ia começar a medir suas palavras e explicou que quando ela estava dançando com o rapaz, ela sentiu um peso muito forte nas costas e quando olhou para trás viu duas patas em suas costas, sabe? patas de bode. E quando olhou para
o homem, ele estava com os olhos vermelhos e um sorriso perturbador, como se a boca estivesse sido rasgada e também tinha um cheiro de podridão. Ela viu chifres no lugar ali do chapéu que ele tava e ela disse que sentiu como se tivesse colocado fogo em seu corpo e de repente não viu mais nada. E bom, durante esse coma que ela ficou, foi como um sonho horrível e esse homem estava lá torturando ela até a morte. Ela disse que acordou com dores no corpo inteiro, como se realmente esse pesadelo tivesse acontecido. Bom, isso saiu até
no Jornal da Cidade na época e o bar da minha avó ficou com essa fama por um bom tempo, mas depois ficou muito mais famoso pela pelas maravilhosas coxinhas de massa de mandioca. Enfim, esse é um caso que até hoje assusta muito alguns moradores daqui e minha avó chega a arrepiar só de contar. Bom, espero que goste é desse relato super marcante na vida da minha avó Vera. Aí, deixa eu só retornar aqui porque ela depois meio que respondeu e-mail e acrescentando. Ah, esqueci de falar. Eh, passou alguns anos e Margarida ficou completamente perturbada, dizendo
que o diabo queria ela e, infelizmente ela acabou se suicidando e com um corte no pescoço no meio de um pentagrama. Gente, eu não imaginava que ia terminar desse jeito, não. É, antes eu nem eu nem ter lido o o que a menina mandou depois. Ai, que pesado. Ai, mas enfim. Um beijo, muito obrigada por ter enviado a história. Mas aqui esse essas eh igual aconteceu com essa moça de tipo foi como se ela tivesse ali um encontro com o diabo, vamos dizer assim, e depois ela ficou eh deixa eu só ajeitar a câmera, ficou
perturbada. Isso é meio que assim comum em algumas situações, não em relação a a tipo só em questão assim de aparição é do diabo assim, né? Mas em muitas histórias, em muitos acontecimentos sobrenaturais, as pessoas elas realmente ficam depois às vezes, né, meio meio desequilibrada das ideias. Aí eu fico me perguntando, será que é porque a pessoa passou por um evento traumático, né, e o psicológico depois ficou abalado ou será que realmente depois eh no caso dela realmente o diabo voltava atrás dela por algum motivo, sabe? por ter ali uma conexão. Então, tem essas duas
hipóteses, mas é uma coisa que acontece muito, igual eu tô fazendo o roteiro sobre a operação prato, né? E tem alguns casos de pessoas que depois de muitos anos eh assim ficavam falando que que que os ETs, vamos dizer assim, né? Quem atacava as pessoas tava visitando a pessoa, visitando em sonhos. Aí tem muitas pessoas que ficaram completamente perturbadas eh a ponto de, né, ter que fazer tratamento psiquiátrico o resto da vida ou são pessoas que são, né, consideradas tipo doidas. Eu sei que não não é uma palavra legal de se usar, mas é porque
aonde isso aconteceu é muito interior, né, lá a questão da operação prato. Então a as pessoas ficam com isso assim durante muitos anos. Até hoje, assim, tem uma moça, nesse caso da operação prato, que ela é tipo considerada doida, né? É, precisa dos familiares tomar conta dela, justamente porque ela fala até hoje que e aquilo que atacou visita ela até hoje. Então, assim, isso acontece muito. Aí eu fico muito curiosa, será que realmente é porque a pessoa ainda recebe, né, ainda tem contato com aquilo que atacou? ou será que é só porque ela ficou muito
traumatizada? Então assim, das duas umas uma, né? Mas vai saber qual que é. Mas enfim, ó, um beijo. É, muito obrigado por ter enviado o relato. E agora a gente vai pro próximo que se chama Sonhei com o Diabo e acordei com ele no quarto. Deixa eu só beber um pouco de água. Olá, Leandra. Eh, pode dizer o meu nome. Eu me chamo Ana e tenho 32 anos. Sou amante do sobrenatural, como todos aqui, mas houve uma época em que eu estava muito viciada. Eu alugava o filme Horror em Amitville, Amitville, acho que é assim
que pronuncia, Amitville, é, lembrei. E assistia várias vezes por dia. E a minha mãe dizia que eu estava dando e muito lado pro capiroto e eu eu não acreditei, mas ela estava certa. E o relato é o seguinte. Um belo dia eu sonhei que estava naquelas típicas casas de filme e de terror americana que tem ali uma escada central com um corredor e quartos para os dois lados e da escada e aquele piso de madeira, sabe que range quando andamos. Eu estava dentro de uma eh de um eh dentro de um desses quartos com a
porta aberta, olhando para o quarto em frente com a escada. entre nós. E nesse quarto em frente estava ele. Quem já sonhou com o diabo sabe quando é ele, independente da forma ou aparência que ele esteja. E no meu sonho ele era uma sombra mais escura que o escuro e mesmo assim era possível ver ou saber que ele estava de terno. Eu estava olhando para ele quando ele começou a se balançar levemente para a frente e para trás e o piso começou a ranger com esse balanço que ele fazia propositalmente. Eu pedi para ele parar
e então ele começou a sorrir maliciosamente e provocar o som cada vez mais alto enquanto eu mandava parar porque estava me irritando. Até que ele abriu totalmente aquele sorriso cheio de malícia que só quem já viu sabe, seja em sonho, né, ou não. E como num passe de mágica, eu acordei com aquele som dentro do meu quarto. Viandra, meu piso era de madeira e ele fazia um som muito característico quando pisávamos descalços com o pé úmido, sabe? Tipo um pleque pleque. Então eu logo percebi que ele estava andando pelo meu quarto bem ao lado da
minha cama, até que abriu uma gaveta e começou a mexer nos meus papéis. Fechou a gaveta, abriu a porta do guarda-roupas e depois fechou. puxou aquela parte da escrivania onde fica o teclado e fechou em seguida. E eu simplesmente apavorada ali, desesperada e com o coração quase rasgando o peito. Eh, com o coração ele quase rasgando o peito e enquanto ele ficava ali mexendo nas minhas coisas. E ao mesmo tempo eu pensava que eu teria que levantar e sumir daquele quarto. E foi isso que eu fiz. E é óbvio que morrendo de medo de encostar
em algo. Mas num pulo, eu alcancei o interruptor e pela misericórdia de Deus eu não tive a sensibilidade de ver nada e tudo estava no lugar. Eu corri para o quarto dos meus pais e contei tudo para eles. Eles acreditaram e a minha mãe ainda disse: "Eu avisei". Bom, depois disso, eu fiquei uns 10 anos sem assistir filmes de terror, até que eu não aguentei mais e voltei a assistir, mas assim, muito moderadamente. Leandra, eu acredito que tudo que cita o mal, de certa forma o convida, então precisamos ter muita moderação. Bom, um beijo para
você e para todos os amantes do terror. Eu acho que acabou por aqui. É, acabou, ó. Um beijo, muito obrigada por ter enviado o relato. E a gente realmente é, eu gosto muito de filme de terror também, mas a gente tem que ter uma certa moderação, é porque senão às vezes pode acabar atraindo, às vezes, é, pode ser um um dia aí que você não tá com um espírito muito bom, bom não, tipo, muito fortalecido, eh, você pode estar passando por alguma situação e aí acaba que a energia, né, do filme pode provocar alguma coisa,
porque a assim, o filme de terror, a ele ele tem assim um ar, né, sombrio, um ar de terror, obviamente. Então isso faz a gente ficar com certo tipo de medo. Às vezes um a gente tá assistindo um filme de terror e um barulhinho que acontece, a gente já fica com medo. Se fosse o mesmo barulho enquanto a gente tivesse assistindo algum filme de desenho, né, algum filme de comédia, a gente não sentiria medo. Então a gente já fica ali apreensivo e tudo isso gera uma energia de medo no lugar, entendeu? E eu eu sei
que algumas pessoas podem não entender muito o que ela quis dizer sobre a gente sabe, né, que é a figura do diabo que tá ali quando a gente sonha, mas eu entendi, tipo, isso já aconteceu comigo em sonho. É tipo, é tipo uma paralisia do sonho. Às vezes é, você sabe que tem um negócio ali mesmo às vezes não é você não conseguindo ver, sabe? E eu achei muito estranho que, tipo, o barulho do sonho foi pro quarto dela, então provavelmente tinha alguma coisa ali, mas ainda bem que você conseguiu correr e não viu nada,
porque acredito eu que não deve ser muito bonito de ver, não. Mas enfim, ó, um beijo, muito obrigada por ter enviado o relato e a gente vai pro próximo que se chama O diabo em forma de bebê. Olá, Leandra. Eu vou usar nomes eh fictícios, então pode me chamar de Iara. Eh, minha avó conta essa história e ela jura que aconteceu e que ela viu com os próprios olhos dela. E eu acredito. Então, vamos lá. Ela diz que há muitos anos atrás morava ela, o marido dela e apenas e assim era apenas eles ainda. Eles
ainda não tinham filhos. E um dia ela estava dormindo e ouviu batidas na porta da casa dela. E era uma batida muito forte. Ela se levantou e foi até a porta. E e quando ela abriu a porta, havia um bebê e ele estava quase assim morrendo de frio. Ela pegou o bebê e levou para dentro, já que, né, e era de noite, né, não tinha muito muito o que fazer. Então ela apenas colocou o bebê para dormir. De manhã o marido dela, né, saía muito cedo de casa. Então ele saiu e ela acordou. E foi
assim a mesma coisa de todos os dias. Ela ficou ali com o bebê e ela conta que esse bebê era calmo e não chorava muito. E o bebê também tinha uma aparência muito angelical. Segundo ela, quando chegou na hora ali do almoço, ela fez o almoço pro marido dela, como ela fazia todos os dias, e deixou o bebê ali, eh, tipo, num bercinho e subiu um barranco que tinha para poder chamar o marido para almoçar. Ela foi e logo voltou e verificou se o bebê estava eh no local, né, que ela havia deixado. E ele
estava lá exatamente como ela havia deixado. Então ela foi colocar o almoço, né, quando de repente ela abriu a panela e não tinha nada dentro da panela. E ela achou aquilo muito estranho porque ela tinha feito a comida, mas assim, a comida simplesmente sumiu. Bom, isso passou e no outro dia aconteceu a mesma coisa. Ela fez o almoço e foi chamar o marido. Quando voltou, as panelas estavam vazias e ela conta que isso se repetiu umas três vezes. Então, né, ela começou a desconfiar que obviamente tinha alguém roubando a comida, mas era uma situação muito
estranha, porque o lugar que ela ia, né, era muito assim, era muito pouco tempo para alguém conseguir entrar e roubar toda a comida até que ela voltasse. Então ela teve a ideia de fingir que foi, mas ficar ali de tocaia. E assim ela fez. Deu o horário, ela foi e fingiu sair de casa, só que foi para os fundos. Passaram aproximadamente 2 minutos, ela foi até o fogão ali, né? fogão de lenha que estavam as panelas e pasm tinha uma criatura assim com a aparência de um bode, mas com um rosto de criança debruçado sobre
as panelas, lambendo toda a comida que tinha ali. Ela ficou horrorizada, mas voltou de fininho e esperou um tempo depois, né, para poder voltar para casa. E quando chegou lá, novamente, as panelas estava estavam vazias e o bebê estava deitado normalmente. No outro dia, ela pegou o bebê e levou ele embora. Ela disse que apenas deixou o bebê ali pela floresta que ficava um pouco distante da casa, pois aquilo não era um bebê. Gente, eu tenho aí o relato acaba por aqui. Eu tenho uma impressão de que eu já contei essa história ou eu escutei
isso no canal de outra pessoa, porque se eu contei é muito bizarro, porque esse e-mail tava fechado no meu no meu e-mail, mas eu tenho uma sensação de que eu já li essa história. Mas enfim, um beijo, muito obrigada por ter enviado a história, mesmo eu tendo a leve sensação de que eu já li ela. Ai gente, mas que ideia também, né? Pegar uma criança assim e enfiar ela dentro da sua casa. Tipo, por que que aquela criança estaria ali na sua porta? Isso tem, a gente tem que fazer essas perguntas. Por que que essa
criança tava ali? Não faz sentido. Tem que ter cuidado, gente, né? Porque às vezes é um bebê, uma criança, né? que é lógico que isso também não é uma coisa muito normal de se acontecer hoje em dia, mas você vai pegar uma criança ali na porta da sua casa, vai ficar com ela assim, não, você tem que chamar a polícia, tem que entender o que que aconteceu, porque aquela criança tá ali, você não pode fazer isso. Mas enfim, é, muito obrigada. Vamos pro próximo que se chama O pai que entregou a filha pro diabo. Oliandra,
hoje venho te trazer essa história que aconteceu há tempos atrás e ela é contada pela minha mãe e aconteceu no interior de Minas Gerais. Os nomes que aparecerão é que aparecerem e estarão trocados. Então vamos lá. Minha mãe morava em um interior, bem interior mesmo. Ela na época era casada com o pai do meu com o pai do meu irmão e ele não morava com ela por conta do trabalho dele. Então morava minha mãe, o sogro dela e mais alguns familiares. Eh, não na mesma casa, mas assim, no mesmo lote. Era tudo terreno de família
e eles eh que eles assim dividiam, né, e iam construindo as suas casas. Bom, a família do marido da minha mãe era bastante dividida, sabe? Irmão não falava com irmão, eh, tio não falava comiada e por aí vai. Bom, até que por algum motivo que minha mãe não assim se atentou em detalhes e assim não entrou em detalhes, o sogro dela brigou com uma de suas filhas e no meio ali da discussão teria falado a seguinte frase: "Que o diabo te carregue". Leandra, daí pra frente foi só para trás. A filha dele enlouqueceu, deitava em
formigueiros. absolutamente do nada começou assim a a correr em direção a aos coqueiros, se cortava. Ela assim ficou irreconhecível, segundo minha mãe, até que a coisa mais bizarra aconteceu. Um dia ela surtou e começou a correr, mas não foi pros coqueiros e sim para pegar uma faca, né, e tirar sua própria vida. Então, três homens que trabalhava ali pro sogro da minha mãe, estavam lá na hora e foram, né, correram atrás dela, conseguiram tirar a faca da mão dela. Então, e assim, ela que era uma moça ali de 1,60 m, eh, magra, não tava eh
conseguindo eh conseguindo, né, ser contida por três homens que, assim, trabalhavam, sabe, no pesado. Então, assim, isso não tinha a menor lógica. Bom, ela conseguiu recuperar a faca e ao invés de tentar contra ela mesma, ela começou a correr atrás de um deles. Ela entrou na casa do sogro da minha mãe e se fechou lá dentro. A moça é e a moça correu. Ah, tá. E e ele, né? Eh, eu acho que um rapazes, né? Entrou na casa do sogro da minha mãe e se fechou lá dentro e a moça correu pros coqueiros. E no
dia seguinte, algumas pessoas foram procurar ela e acabaram achando ela desmaiada. A galera que mora ali, cansada disso, mandou chamar um rezador que era amigo ali do do sogro da minha mãe. Esse rezador chegou, pediu para trazerem a moça, né? E até que assim, quatro homens com muita luta conseguiram. E ele finalmente começou a rezar e fazer as coisas nela ali, né? Acredito que seja as coisas tipo do ritual para tirar, né? Tipo um ritual de exorcismo. E bom, minha mãe conta que durante a reza ela se contorcia e grunia de forma bizarra. Após é
o final ali da sessão, ele pediu para que chamassem o pai da moça e falou as seguintes palavras: "Venha cá, seu Cícero. Eh, se alguém der algo para eh para você, o Senhor vai buscar? Aí Cícero respondeu: "Sim, por quê?" "Então é o que tá acontecendo aqui. Você não deu a sua filha pro pro coisa ruim, né? Pro diabo?" Bom, ele veio buscar. "E agora me responda, o padrinho de batismo dela ainda é vivo?", perguntou para para ele, né? O sogro da minha mãe respondeu que sim. E a cavalo ainda ele mandou um trabalhador dele
ir na cidade vizinha e trazer o tal padrinho da moça. O padrinho dela chegou e eles fizeram todo um ritual e a moça melhorou. Ela melhorou, né? E o readeiro falou que se o pai é eh que que assim que se o pai dar, o padrinho ainda pode tomar de volta. E a sorte dela foi essa. Bom, depois que que ela melhorou, relatou que via vários homens negros pequenos apuxando pros coqueiros e via várias coisas medonhas. Ela não se lembrava de muita coisa, né, que tinha feito durante essa essas semanas em que estava possuída. Deve
ser por causa da possessão. Enfim, essa é a história mais medonha que eu já ouvi na minha família. Minha mãe sempre conta que os meus assim, sempre conta, né, com os mesmos detalhes e ainda se arrepia. E eu acredito, ainda mais que seja verdade, porque eu já ouvi familiares da moça falando sobre o ocorrido. Esse foi o relato. Eu espero que você leia e conte no seu canal. Beijos e desculpe qualquer erro ortográfico. Um beijo, muito obrigada por ter enviado. E na hora que eu comecei a ler, eu achei que era a mesma história que
eu já contei aqui, que é sobre o diabo em Borda da Mata. Foi uma coisa, é um caso aqui, brasileiro também foi em Minas, que onde teve um exorcismo, um exorcismo, né? Tem aqui no canal para quem quiser assistir. E também foi uma coisa um pouco parecida, tem a crença de que foi o pai da moça que eh prometeu a filha ao diabo e ele veio, né, veio buscar igual nesse caso aqui. Gente, esses negócios de palavras assim, é isso é muito verdade, né? Tipo, palavras t muito poder, então a gente tem que ter muito
cuidado com o que a gente fala, com o que a gente pede, eh, porque pega, né? Então, assim, palavras tem um, é, tem um poder absurdo, então a gente tem que ter muito cuidado. Mas enfim, ó, um beijo, muito obrigada por ter enviado. E agora a gente vai pro próximo que se chama O diabo provocou o acidente. Hum, vamos lá. Oi, Lili. Bom, é, me chamo Ana. Nossa gente, quanta gente chamando, chamada da Ana, tá doido. Hoje mais cedo também eu gravei um, tá? É muito a Ana, mas enfim. Bom, me chamo Ana e não
tem problema algum em revelar o meu nome, pois eu sei que as pessoas ao meu redor não usam muito internet e e não tem como descobrir que te mandei esse relato, pois foi algo que eu não falei para eles. Bom, eu sou de Portugal, então se tiver alguma palavra diferente ao longo do relato, pode traduzir para o para o português eh de Brasil, sem problemas. Bom, chega de enrolação e vamos lá. Eu desde que andava eh no sétimo ano comecei a ver vultos, espírito e espírito de pessoas que já conhecia como vizinhos. E os meus
avós por parte de pai, eh, pera aí. e meus avós ali de parte de pai ou etc ou de pessoas que tinham morrido. Ah, entendi. E vinham me pedir ajuda. Eu também vi ali a processão das almas e assim confesso que no início, até me acostumar eu tinha muito medo, mas depois com o tempo, né, eu fui me acostumando a a lidar, né, melhor com isso e também a a saber como ajudar a essa essas pessoas a encontrarem a luz. Bom, da minha família que acreditam assim em mim, é só a minha mãe, a minha
madrinha e o meu avô maté. O resto das pessoas são mais assim mente fechada, fechadas, né, mas tentam acreditar, pois aconteceram muitas e muitas situações que assim não tem explicação a não ser, né, o sobrenatural. Bom, nesse dia em específico que foi no dia 3/11 de 2024, não tem problema e em revelar a data, pois como eu disse, se contar em seu canal, ninguém, né, daqui deve assistir. E bom, como era domingo, eu ia sair ali com os meus pais e eu queria ir ao shopping em Gaia, que é uma cidade em Portugal, mas seria
uma viagem longa, sabe de onde nós moramos até lá. Então, teríamos que ir de trem e caminhar muito e só voltaríamos de noite. E assim, para não ser perigoso, optamos eh em ir a Aveiro, que também é uma cidade em Portugal. Pois assim voltaria eh pois voltaríamos de noite e iríamos de trem, mas não chegaríamos assim tão de noite eh quanto se a gente fosse na outra eh na outra cidade, sabe? Pera aí. E bom, fomos eh fomos, né, até até essa tal cidade e na hora de voltar para casa, o trem atrasou devido a
muitos trens que estavam ali na linha. Então, acabamos por chegar mais tarde à estação e tivemos que chamar o meu o meu avô materno para poder ir nos buscar. Pois lá de casa eh pois lá de eh pois ah tá, pois lá de casa eu ainda não tirei a carta, então ele é o único que conduz. Pois o meu padrinho conduz, mas é um pouco enjoado, digamos assim, né? E não gosta que ninguém fica tocando nas coisas dele. Eu acho que não gosto de emprestar o carro. Enfim, longa história. Então, meu avô veio e fomos
embora. Tava eu no carro, minha mãe, meu pai e minha prima de 11 anos, que veio junto com o meu avô para nos buscar. E é aí que vem o sobrenatural da história. A vinda e embora, né, para casa, nós passamos por uma encruzilhada e eu olhei assim na janela, eu vinha no meio, né, na parte de trás do carro, a minha prima do lado esquerdo e minha mãe do direito. Meu avô conduziu o carro e meu pai à frente do lado dele, no banco do passageiro. Mas eu olhei para a janela do lado é
que estava minha prima e vi uma figura alta toda de preto, com chifres e olhos vermelhos cor de sangue, sorrindo para a gente com dentes afiados. E aquilo veio atrás do carro, mas antes que eu pudesse falar ou gritar, pois eu fiquei em choque, eu sinto um carro bater no nosso e a gente ficar preso na beira da autoestrada. Quando eu fiquei mais calma e a minha prima tava ali gritando, né? Pois ela só tem 11 anos, eh, ficou assustada, né? Pois o carro bateu logo assim do lado dela. Então eu vi da janela de
novo aquela figura sorrindo e rindo e sorrindo assim e se aproximando do carro da frente que foi o carro que bateu em nós. E logo o motorista sai dizendo que tinha uma pessoa inconsciente lá e e dizendo que tinha mais feridos. E é aí que eu vejo aquela figura puxando tipo a alma do rapaz, o rapaz que tava inconsciente. Bom, as portas não abriram, então tivemos que pedir que abrissem a, acho que é o porta-malas e saímos por lá. Eu lembro que rezei muito, mas eu recebi e e depois eu recebi a notícia que o
rapaz ficou bem, né? Depois, pois eu troquei contato, né, com uma prima da pessoa que que ia ali no carro e então assim, é, graças a Deus eu eh não houve feridos graves e ela conseguiu contato depois. E bom, a conversa depois eh conversando, né, depois eles disseram que ia parar no supermercado, perto do local do acidente e não pararam. Então tava, então assim, era algo que já tava destinado a acontecer. Mas assim, o que era aquela criatura? Se souberes me explicar ou seus seguidores, eu ficaria feliz. Beijos. Eu sou muito sua fã. Nunca pare
de postar, pois eu amo os seus conteúdos e quando passou e quando passou a poeira, eu logo pensei em te mandar esse relato. Eu tenho mais relatos, então se quiseres ouvir, terei todo o gosto em mandar. Eh, ah, tá aí. Acho que aqui ela começou a escrever de novo. Mas enfim, um beijo, muito obrigada por ter enviado. Gente, será que era que loucura? Porque será que foi o bicho que provocou? Ah, eu acho que sim, porque ou assim, ou o bicho que provocou o acidente, ou ele já sabia que o acidente ia acontecer e tava
lá. Mas estranho porque você viu ele puxando o rapaz, mas o rapaz não morreu. Eu ia, eu achei que você ia falar que ele tinha morrido. Que estranho. Mas eu eu acho assim que foi o bicho que provocou o acidente. Não faz muito sentido ele tá lá porque sabia que o acidente ia acontecer, não. Acho que tá mais para ele ter provocado o acidente. Mas enfim, um beijo e se tiver mais relato pode mandar, pode mandar sim. Tá, agora a gente vai pro próximo. Ah, você pediu para eu explicar, né? É, olha, eu não eu
não faço ideia do que pode ser, mas acredito que pode ter sido ele que causou o acidente. Eu só não sei, né? Não sei. Às vezes pode ser algum espírito já de acidente que fica no local, porque tem muito isso também, né? Eh, às vezes é um local muito perigoso que já aconteceu muita tragédia, muita coisa ruim e fica ali uma energia, um espírito maligno que que tá ali por conta da energia de acidente, entendeu? Às vezes vocês passaram no lugar errado e na hora errada. Então foi por isso que você viu, mas né, vai
saber também o que que era e por que tava ali, porque causou o acidente. Mas eu acredito que foi ele que causou, sim. Mas enfim, muito obrigada por ter enviado o relato. E o próximo se chama O diabo dançou comigo. Eu morava em uma fazenda que meu avô tinha comprado com a minha mãe e os meus avós. Pera aí que meu avô tinha comprado. Ah, tá. Morava com a minha mãe e com os meus. Enfim, eu acho que comprou com todo mundo. E bom, e de vez em quando meu tio nos visitava. Era uma fazenda
muito grande, cheia de cabeças de gados e porcos. ótima para se viver. Era tão grande que carregava um pouco de melancolia. E na época que isso aconteceu, eu tinha 17 anos. Certo dia, eu estava voltando de uma distribuidora de remédios onde eu trabalhava. Era uma rotina bem cansativa, pois era longe da fazenda e eu tinha que pegar cerca de cinco ônibus diferentes só para chegar perto da fazenda. E quando eu estava no último ônibus, eu encostei a minha cabeça na janela, observando ali a imensa escuridão do além. Quando eu cheguei em casa, a minha mãe
estava com uma afeição um pouco assustada e mandou eu ir deitar logo e só levantar quando já estivesse claro. Ela foi logo me empurrando pro quarto, sem dar nem tempo assim e de jantar ou tomar banho, como de costume. E quando ela me jogou na cama, saiu rapidamente e bateu a porta bem forte. Realmente eu estava cansada nesse dia, né? Depois onde o ônibus tinha parado para mim sair, era afastado da fazenda e eu tive que andar muito para chegar em casa. Mas bom, horas se passaram e eu não conseguia pegar no sono. Eu fiquei
alguns minutos em silêncio para ter certeza que todo mundo da casa tinha ido dormir. E sim, eu levantei devagar e fui em direção à sala principal. Eu não vi nada estranho ao chegar ali na sala e ela estava com uma iluminação baixa e a única coisa que lhe iluminava era a luz da lua que refletia nas grandes janelas. Como eu estava com uma baita insônia, eu resolvi escutar um disco do meu avô até o sono chegar. Então eu puxei uma cadeira e me sentei. Fiquei observando. Passou um tempo e a luz do lustre, que já
não era que já não eram muitas, começaram a piscar. Eu não liguei e pensei que era uma oscilação de energia. Eu ignorei completamente e comecei a dançar a música do disco. Eu não lembro qual era devido ao tempo. E bom, enquanto eu rodopeava e cantava abaixo, eh, eu paro ali por um momento, pois eu vi uma cabra de pele preta que eu nunca tinha visto antes, parada atrás de umas árvores que tinha na fazenda. era alta, com garras, olhos completamente pretos e ao redor dela eh havia um círculo de fogo. Eu não sei se eu
não sei o que tinha. Eh, pera aí, eu não sei o que tinha, mas me fazia temer e chorar igual uma criancinha. Eu fiquei trêmula, fria e pálida com aquilo. A cabra se materializou na minha frente. Era como se eu escutasse gritos do inferno nos meus ouvidos, mas ao mesmo tempo não. A coisa na minha frente disse: "Você dança bem?" Meu coração quase parou e eu, assim, bem inocente disse: "Quem é você? Eu não te conheço. Perguntei com a voz trêmula e ele respondeu: "Eu apenas um admirador. Mas por que tanta formalidade? Não foi você
que me chamou?" E eu rapidamente retruquei. Eu não chamei ninguém. E ele apenas deu um sorriso largo e disse: "Ah, querida, toda dança solitária é um convite, agora dance comigo." Antes mesmo que eu pudesse responder, ele estendeu a mão para mim, sem entender o porquê. E assim, eu sem entender o porquê, aceitei. Enquanto eu dançava, o mundo ao redor se dissolvia. Seu toque era gélido e os meus e os meus movimentos perfeitos, como se conduzisse minha alma e não apenas o meu corpo. Cada giro parecia me afundar em algo, em uma escuridão sem fim. Até
que ele quebrou o silêncio, falando: "Você dança muito bem. Poucos têm coragem de aceitar o convite." "Convite? Convite para quê?", Perguntei já sem forças para me libertar de seu domínio. E ele respondeu para o último baile, um pacto de sangue e música. Você não sabia, não? Eh, você sabia, não sabia? Toda dança tem um preço. Nesse momento, eu tentei recuar, mas parece que eu já estava presa e eu apenas disse: "Não, eu não quero isso". E ele sorriu novamente e disse: "Ah, mas você já está dançando e ninguém para até que a música acabe ao
escutar as palavras dele, a minha visão escureceu e quando eu acordei, eu estava no chão da sala com a música ainda tocando no fundo. Meu corpo doía e havia marcas de mão no meu braço, como se alguém estivesse me segurando à força. Desde aquela noite, é, toda vez que eu danço sozinha, eu sinto que ele está perto, esperando pela próxima música. E o pior, parte de mim quer dançar de novo. Bom, depois que tudo acabou, eh, as marcas no meu braço não saíram por dias, elas eram profundas, como se alguém tivesse me segurado com tanta
força. Mas o estranho era que eu estava sozinha. Eh, eu estava sozinha naquela sala. E havia algo nelas, nas manchas, né? Era uma sensação de queimadura que eu não conseguia explicar. Bom, eu tentei evitar a música por meses, não danço, não ouço nada. E assim, não danço e nem ouço nada que possa me lembrar daquela noite. Mas às vezes o meu corpo começa a se mover sozinho, como se ele ainda estivesse me puxando para aquela última dança. Eu sinto que de alguma forma ainda estamos conectados. Ele não precisa estar aqui para que eu saiba que
ele me observa. E o pior, parte de mim, mesmo aterrorizada, ainda quer dançar, ainda quer sentir aquele toque, mesmo sabendo que o preço é alto demais. A voz dele não era só uma voz, era como se ecoasse dentro de mim, como se cada palavra que ele dizia fosse uma ordem gravada na minha mente. Mesmo quando ele parava de falar, eu continuava ouvindo aquelas palavras rodopeando na minha cabeça com uma música que nunca terminava. Eu nunca acreditei em coisas sobrenaturais, sabe? Mas naquela noite havia algo diferente na música que eu escolhi. Era como se cada nota
sussurrasse meu nome, como se pedisse para eu continuar. Não sei explicar, mas era impossível parar. E foi então que ele apareceu. Eu já tentei eh contar a todo mundo, mas sempre falam que eu estava delirando e foi só um grande sonho pelo cansaço. Mas sei lá, sonhos não deixam marcas e eu sei, eu senti. Ele olhou no fundo dos meus olhos e ele dançou comigo e eu sabia que aquele era o diabo. E por contar isso, eu sempre fui taxada de louca. Mas eh só eu sei a sensação do que eu senti e o quanto
as palavras dele eh entraram na minha cabeça. E aí o relato acaba por aqui, gente, que loucura. Mas por que você nunca perguntou porque que a sua mãe mandou você dormir cedo, não. De repente tem alguma coisa a ver com isso. Às vezes a a sua mãe, né, na época era provavelmente era bem mais velha que você. Então, às vezes, a sua mãe e as pessoas que moravam na casa tinha um pouco mais de conhecimento do que acontecia na fazenda. E provavelmente eles sabiam que nesse dia em específico poderia acontecer alguma coisa, poderia ter uma
a presença, né? Eles já sabiam talvez da presença desse ser do diabo e por isso mandou você deitar cedo, entendeu? Só que aí você acordou. Então, às vezes eles ficam falando que você é louco e tudo mais, mas é porque eles não querem dar o braço a torcer que realmente tem alguma coisa ou que realmente aconteceu algo, sabe? Mas enfim, muito interessante. Muito obrigada por ter enviado. E agora a gente vai pro próximo. E esse se chama o diabo. Oi, Lili, tudo bem contigo? Eh, me chamo, acho que pode falar o nome. Bom, pode. Eh,
me chamo Fernanda e quem conta esse relato é a minha mãe, a dona Maria. E tudo bem citar os nomes. Esse relato aconteceu em Minas Gerais, em uma fazenda. Eh, caso esses tópicos sejam importantes para alguma, ah, tá, para alguma coletânia específica, tá bom? Eu irei contar o que minha mãe relatou. Então, bom, vamos lá. Segue abaixo o relato. Quando isso aconteceu, eu deveria ter por volta dos meus 4, 5 anos de idade. Eu morava com a minha mãe, pai, irmão e irmã. Meu pai trabalhava com o gado desde as 4 da manhã e não
tinha horário para voltar, apenas fazia seu rápido horário de almoço e eu e os meus irmãos estudávamos na mesma escola no horário da manhã. Ou seja, minha mãe passava muito tempo sozinha em casa, sendo a boa esposa e boa mãe de sempre. Nessa fazenda onde morávamos, a casa de todos os funcionários eram próximas e minha mãe tinha como vizinha Lourdes uma mulher velha e viúva e seus filhos trabalhavam na fazenda, assim como meu pai. E bom, eu acho importante contar como minha mãe me contou. E um detalhe que ela relatou foi que sempre ia na
casa dessa vizinha fazer pão e para ela, já que ela não sabia. E a casa dela era nojenta, coisas sujas jogadas assim para todo canto, eh tudo muito sujo e fedorento. Tanto que toda vez que a minha mãe amassava pão para Lourdes, ela dava eh ela dava um para minha mãe e mesmo sempre que assim ela limpasse tudo antes de amassar o pão, ela não conseguia ter coragem o suficiente para comer os pães ou dar, né, para nós ou pro meu pai. E bom, como as casas eram próximas, elas viviam conversando. Isso porque a porta
de trás da casa da minha mãe dava para a lavanderia de Lourdes. E então, um dia acabou acontecendo do tanquinho da minha mãe quebrar. Havia sido motor e depois ali de conversar com meu pai, eles decidiram comprar outro, já que o conserto ficaria caro demais. E assim foi feito. Dias depois, Lourdes ficou sabendo e acabou comentando que seu tanquinho havia quebrado também. Mas diferente do da minha mãe, o dela havia quebrado a caixa. Então, sugeriu que minha mãe vendesse a caixa do tanquinho, é, para ela, sabe? Então, minha mãe disse que falaria com o meu
pai. Então, assim, para resumir, a venda foi feita. Minha mãe vendeu a caixa do tanquinho ali, é, para Lourdes, né? E ela pagou alguém para ajeitar tudo para ela. Se passaram alguns dias e Lourdes apareceu na porta da minha mãe reclamando que seu tanquinho havia quebrado, pedindo então seus R$ 20 de volta. Minha mãe disse que já havia, né, gastado o dinheiro e que falaria com o meu pai. Mais tarde, no mesmo dia, meu pai negou, disse que não devolveria e que a culpa não era deles, que o tanquinho dela havia quebrado, nem afinal quem
havia sugerido ali a venda foi Lourdes. Eliandra, para quê? No outro dia ali pelo horário do almoço, do horário do almoço do meu pai, aquela mulher apareceu gritando, xingando e até mesmo se jogou no chão por causa daqueles malditos R$ 20. E que R$ 20 caro, viu? Isso porque a partir daquele dia minha mãe começou a viver um inferno. Para você ter noção, ela acabou trocando de quarto, já que a janela do quarto dos meus pais dava de frente pra lavanderia e de Lourdes e ela fazia questão de acordar às 4 da manhã para tentar
a minha mãe. Todo santo dia aquela mulher gritava, xingava palavrões feios, falava ali sobre a minha mãe e até mesmo batia panela. Foram dias e mais dias disso. E um detalhe, ela só fazia isso quando a minha mãe estava só em casa. Então, chegou o dia. Então, chegou o dia e a minha mãe conta que era de noite, ela já estava dormindo quando de repente acordou de madrugada lá pelas 2as ou 3 da manhã. Ela disse que seu corpo todo estava paralisado, sua boca não se mexia e mesmo querendo acordar o meu pai que dormia
ao seu lado, ela não conseguia. Então ela consegue virar ali o pescoço e Leandra, ela viu um ser horrendo, um ser baixo com um rosto ali na altura da cama e ela e aquilo tava ao seu lado. Aquilo deu um sorriso tenebroso que parecia que fazia parecer que suas bochechas iam rasgar. Ele era de um vermelho escuro e com chifres curtos. Minha mãe disse que sabia que ele queria estar ali, exatamente ali, ao lado de sua cama e com a altura perfeita para que a minha mãe o visse com perfeição. Assim que ele deu as
costas, minha mãe conseguiu se mover. E paz, Miliandra, a minha mãe foi atrás. Ela andou atrás daquilo pela casa. descendo eh o pequeno ali degrau que tinha entre seu quarto e a sala com passos eh de dist com alguns passos, né, ali de distância daquele ser. e ela disse que viu ele saltando para dentro da televisão. Eu sei que parece loucura, mas para você ter noção, minha mãe começou a cobrir a televisão a partir desse dia. Até os meus 15 anos, eu lembro que era lei. Toda a noite, depois de desligarem a televisão, ela pegava
aquele mesmo pano amarelo de sempre e cobria a televisão de tubo cinza. Eu acho que isso dava paz para ela, sabe? uma sensação de segurança. E bom, sobre a vizinha, eu acho que aquela perturbação dela acabou atraindo coisas ruins. Não acho que ela tenha feito nada em específico pra minha mãe sobre feitiçaria ou algo assim, mas acho que ela perturbou tanto a minha mãe que acabou atraindo essa coisa. Nunca mais ela viu nada assim e as perturbações de Lourdes só cessaram quando nós eh mudamos para outra fazenda. E foi isso, Li. Eu espero que tenha
gostado. Por favor, me dê sua opinião. Eu tenho mais duas histórias para mandar e eu vou enviar assim que possível. Obrigada por ler. Adoro o seu trabalho. Um beijo. Um beijo e pode mandar sim. Não esquece, tá? Olha, eu acho sim que pode ter sido, talvez não algum trabalho, né? Alguma coisa do tipo, ah, ela foi em algum lugar, fez algum trabalho, né, a vizinha ou pagou alguém para fazer. Mas às vezes, né, como eu sempre eh como eu sempre falo, palavras têm muito poder. Então, às vezes ela pode ter através ali de orações ruins,
né, orações ao contrário, eh palavras, né, ficar falando palavras ruins. Então, pode ser que que tenha feito sim, sabe, alguma coisa, jogado alguma praga para poder ficar perturbando a sua mãe, porque senão acho que não faz sentido do nada um diabinho, um negócio assim aparecer sem mais nem menos assim, sabe? A, até porque não aparecia antes, nunca tinha aparecido antes, entendeu? Então, acredito que pode ter alguma coisa a ver sim com a vizinha. E gente, tem tem gente que é ai tem gente que é muito problemático, né? Igual eu sei que na eh hoje R$
20 não é muito dinheiro, mas pra época era provavelmente muito dinheiro. Mas gente, foi ela que deu ideia de de comprar o negócio. E aí depois que culpa que vocês tinham. Então tem pessoas que realmente são muito problemáticas. Mas ainda bem que no final deu tudo certo. E é isso, gente. Esses foram os relatos de hoje. Eu espero muito que vocês tenham gostado. Eh, eu quero agradecer a cada um de vocês que tenha tirado aí um tempinho, né, para est me enviando as histórias, ainda mais as de hoje, que foram todas histórias e longas, né,
dá um trabalho, um certo trabalho para escrever. Então, quero agradecer e também eu quero agradecer a você que tenha ficado até o final do vídeo. E é isso, um beijo, tchau tchau.