O Olá Todos ser bem vindos a mais um vídeo aula de anatomia Eu sou professor Raphael da Universidade Federal de Alagoas e hoje a gente vai ver um pouco sobre anatomia do sistema digestório pois bem quando a gente tá falando sobre o sistema digestório É muito fácil de compreender Qual é a sua importância na verdade o senhor digestório ele vai ser esse sistema responsável por receber o nutriente na internet vai ingerir e se Alimenta colocá-lo na boca onde na boca mesmo já que vai começar o processo de digestão mecânica onde esse alimento ele vai ser
triturado em seguida admitido vai ser encaminhado para o estômago onde a digestão ela vai continuar né digestão química e digestão química ela começa na boca com ação da saliva vai para o estômago vou descer alimento ele continua sendo digerido você não digerir e no final tô desse alimento que foi quebrado né primeiramente quebrado Mecanicamente e em seguida quebrado o enzimaticamente ele vai ser absorvido não a sanguínea Piracicaba São sanguínea ele vai ser direcionado ao longo de todas as células do nosso corpo então uma vez que a gente se entende compreende a importância desses nutrientes pelo
metabolismo a gente entende Qual é Então a importância do nosso sistema digestório não é à toa quando a gente está analisando alguns transtornos que Acontecem relacionados ao sistema digestório como por exemplo a anorexia nervosa e um transtorno muito grave e inclusive debilitante que podem ter diversas repercussões na vida do indivíduo na justamente pela por essa carência então aí a gente compreender um pouco melhor e importância desse sistema digestório e sistema digestório ele pode ser estudado didaticamente se apagando ele em duas partes uma porção situada na cabeça e uma parte do pescoço que seria A porção
cefálica de sistema digestório essa porção cefálica ela compreende é boca à faringe e as glândulas salivares isso e tem uma porção tronco lá E o restante do pescoço né no tronco isso aí eu justamente o esôfago o estômago os nossos intestinos Delgado e grosso e as glândulas anexas sistema digestivo que seria o fígado pâncreas e incluímos também que as a vesícula água a vesícula biliar né que vai armazenar a bile que vai ser sintetizado então pelo Pelo nosso fígado Então me deu começa na sala de hoje dando pela porção cefálica e muito mais você vai
seguir nós iremos seguir o fluxo desse alimento da boca até chegar no anos tá e quando a gente está analisando a constituição nosso sistema digestório a gente consegue perceber que esse sistema ele apresenta uma túnica mucosa profundamente essa turma essa túnica mucosa nós temos uma túnica submucosa uma túnica muscular e podemos ter uma Túnica adventícia ou uma túnica serosa né Essa túnica muscular que essa mais interna ela vai ter especialidades nesse epitélio de acordo com a região e com a função desse órgão isso é critério ele poderá ser prismático ele poderá ter ou não vilosidades
ele poderá ser ou não pavimentoso poderá ser ou não estratificado a dependendo do segmento do sistema digestivo que a gente esteja em questão pode ter ou não também essa camada muscular da mucosa né Essa camada De musculatura que nós temos na parte muscular de forma geral né uma camada de músculo circular interna o meu camada de músculo longitudinal externa isso que a gente tá falando aqui gente é uma composição básica porque porque cada região do nosso sistema digestório ela apresentar sua especificidade então isso varia não é por exemplo estômago ele tem três camadas musculares na
distintas no intestino grosso a camada longitudinal Né dessa dessa túnica muscular ela não está presente ao longo de todo o eixo transversal do intestino Então esse Varia muito então esse apenas um esquema para a gente entender essa composição básica dessa desse nosso sistema digestivo tá bom é a túnica adventícia vai ser o tecido conjuntivo que vai estar unindo esse tubo digestório nesse Campo digestivo aos órgãos circunvizinhos em algumas regiões nós podemos observar a presença de um tecido Epitelial pavimentoso que vai estar recobrindo essa região externa quando isso acontece nós temos a túnica serosa e nesse
caso serosa que vai estar recobrindo o nosso intestino nosso a cidade abdominal como todo é o nosso peritônio como a gente também vai estudar na aula de hoje Ah pois bem vistos são a breve introdução vamos de fato começar com a nossa aula envolvendo então o nosso sistema digestório começando com a Cavidade oral a cavidade oral vai ser esse espaço que vai estar desde a região dos lábios e bochechas até o estreitamento da garganta chamado extremo das falsas tá essa cavidade oral nos podemos subdividi-las em dois compartimentos restritos um compartimento que está anteriormente aos dentes
e os processos alveolares se limitando então pelos lábios e bochechas e bochechas que é o vestíbulo da boca e temos uma região que vai da região da Face posterior dos dentes e processos alveolares se estendendo até o istmo das fauces Essa região é chamada cavidade própria da boca então a cavidade oral se subdivide em vestíbulo da boca e cavidade própria da boca o vestíbulo da boca que aqui está representado nessa imagem aqui em cima ele é um uma abertura em forma de fenda a gente consegue verificar aquele é fendado o limite postero-lateral dele vai ser
posteromedial dele perdão vai Ser formado pelos pela face anterior dos dentes processos alveolares e gengivas é tudo isso aqui vai estar formando esse limite é posteromedial e quanto o limite ântero-lateral vai ser formado pelos lábios e pelas bochechas a gente observa essa região aqui da gengiva essa gengiva é compreender a mucosa que está recobrindo esses processos alveolares a mucosa da gengiva né ela está intimamente aderida nos processos alveolares entretanto nessas regiões Onde essa mucosa ela rebate para recobrir os lábios e bochechas existe uma pequena um leve espaço a graça de se prende rapidamente desse tecido
ósseo formado então informe-se do vestíbulo como a gente vai ver tá bom É pensa em mim ainda que a gengiva ela se prende nos lábios e bochechas através desses frenulos desses cordões né que é o frênulo dos lábios superiores e os frênulo do lábio dos lábios inferiores quando a gente analisando a boca com os Dentes fechados feita essa imagem aqui acima mostra a vida observa que o vestíbulo da boca se comunica com a cavidade própria da boca através dos espaços interdentais são esses passos que nós temos normalmente na entre um dente e outro e também
na região posterior através do espaço retromolar que o espaço que fica situado posteriormente a último dente molar tá então tem essa comunicação quando os dentes eles estão fechados E o vestíbulo da boca ainda vai ser o ponto onde anda o nosso salivar parótida ela vai desembocar então nessa região como a gente vai vir na próxima imagem aqui representada a glândula salivar parótida a nível do segundo dente molar superior ela vai desembocar na mucosa da bochecha através de uma elevação denominada é papila paga tíbia essa para que ela apagou tudinho né Vai estar desembocando então a
glândula salivar maior a nossa glândula parótida tá por Fim nessa região dos lábios e bochechas nós temos desembocando também várias glândulas salivares menores que vão estar todas elas impregnados nessa mucosa e são variações então em alguns indivíduos elas estão mais presentes em uma região e outros indivíduos elas vão estar em outras mas todas as glândulas salivares menores também não está desembocando na região do vestíbulo da boca é bem então vamos começar falando um Pouco sobre anatomia de superfície dessa região da boca né Desse limite antigo lateral da cavidade oral que é o que tá formando
o nossos lábios e bochechas então superficialmente toda essa região né contornando aqui nesse círculo né que ficam medialmente a esse suco que é o sulco nasolabial e superiormente ao suco mento labial é onde a gente vai encontrar o nosso músculo orbicular da boca então toda essa região Onde nós encontramos um músculo orbicular da boca Compreende o nosso lábio tá então tudo isso é o nosso lábio superior e tudo isso é o nosso lábio inferior o que a gente vê aqui em vermelho é apenas uma vermelha dos lábios é uma zona de transição entre a pele
EA mucosa Tá mas Lembrando que lábio compreende tudo isso o Dimas Ometto superfície aves consegue observar Então o sulco nasolabial que vai ser o limite entre os lábios e as bochechas nós podemos observar também um soco mentolabial que vai ser assessor Que vai estar separando a região mentoniana né do nosso queixo do lábio inferior ou excitamento observa aqui os lábios eles se comunicam aqui nessa região lateral na comissura dos lábios na comissura labial observamos ainda que o lábio superior na região mediana Ele formou uma pequena elevação que ao tubérculo do lábio superior e por fim
podemos observar que entre o septo nasal e o tubérculo do lábio superior nós temos uma pequena depressão que é Chamado de filtro Então isso é anatomia de superfície que nós podemos identificar essa região da Face tá bom é então que tá mostrando para jeito principal componente nessa Vista posterior da cavidade oral a gente consegue ver o limite é a região delimitando o do nosso músculo orbicular da boca e aqui o nosso musculo bucinador o moço orbicular da boca Tá formando a região dos nossos lábios e músculo bucinador vai ser o principal componente Que vai estar
formando as bochechas Essa é a ligação Então desse lado aí bochecha obviamente ela vai se dar através da artéria facial e também consegue verificar aqui arterial facial que vai estar enviando artéria labial superior tela avião e falhou e tudo isso vai estar contribuindo com a irrigação é dessa região dos nossos lábios tá e a inervação da inervação sensitiva da pele dos lábios e bochechas ela vai ser dada pelo nervo trigêmeo e Especificamente pelo nervo infra-orbital que é da divisão do a divisão maxilar do nervo trigêmeo temos também o nervo bucal que também é ramo da
divisão maxilar perdão e ramo da divisão mandibular do nervo trigêmeo aqui a gente consegue ver a divisão mandibular vindo o nervo bucal para elevar a região das nossas bochechas E também temos o nervo mentual que também é da divisão mandibular então nervo mentual ele vem como o nervo alveolar inferior entra no Canal da mandíbula e sai aqui como o nervo mentual tá então repetindo a inervação dessa região dos lábios e bochechas inervação sensitiva do lábio superior primeiramente pelo nervo infraorbital ramo da divisão maxilar como a gente consegue visualizar aqui na imagem e em seguida as
bochechas que vai ser inervada pelo nervo bucal EA região do lábio inferior pelo nervo alveolar inferior especificamente nessa sua Posição do terminal que é o nervo mentual então devolveu lá inferior vem pela divisão mandibular Entra no forame da mandíbula e sai como o nervo mentual né que a parte cutânea foi levar a pele do lado inferior do queixo Essa é a parte da inervação da boca o bem EA cavidade própria da boca como eu disse para vocês o limite da cavidade própria da boca é o estimo das fauces Então se a gente olha por exemplo
aqui nessa imagem a gente consegue verificar Aqui os dois Arcos o arco palatofaríngeo que está saindo do palato mole em direção a faringe e conseguimos observar também na região mais anterior o arco palatoglosso que está saindo da região do palato mole e indo para a língua esses dois Arcos não é o arco palatoglosso e o arco palatofaríngeo em cada antímero ele vai estar formando a o limite posterior da cavidade oral tá isso daqui é o que a gente chama de estímulo das falsas então estimo das Falsas ou o estreitamento da garganta ele vai ser formado
principalmente pelos arcos palatoglosso e pelo arco palato faríngeo tá bom bom então na parede anterior posterior e lateral pede perdão e posterior na região até o lateral e posterior da do nosso cabelo própria da boca nós vamos ter os dentes e gengivas e processos alveolares também formando essa parede ântero-lateral e a parede posterior nós vamos ter último das falsas que o Estreitamento da garganta partir do istmo das fauces nós já temos faringe tá bom e o teto da cavidade oral ele vai se formado pelo nosso palato nós temos o palato duro na região anterior e
o palato mole na região posterior onde esse palato mole também é chamado de véu palatino tá é obviamente a região do palato duro os ombros ter formando pensamento EA maxila e o osso palatino e o palato mole nós temos injectoras Músculo cutâneas né Nós temos músculos que a gente vai chegar daqui a pouquinho nós temos a camada mucosa sobre o colo tudo isso que vai estar envolvendo essa essa essa região do céu da boca por isso que é mole né porque tem não é hoje não não apresenta osso tá e o assoalho no assoalho da
boca nós encontramos os músculos que em conjunto podem ser designados diafragma da boca então não é um único músculo são vários músculos que formam esse diafragma como A gente vai ver também mais adianta e acima de seus músculos temos a língua também no assoalho da boca e começa a Anitta haver um pouco sobre a morfologia não é da nossa cavidade oral do teto dessa cavidade própria da boca na verdade nós podemos observar que na região é mediana bem na parte anterior nós temos uma papila que a papila incisiva essa papila incisiva está marcando o local
onde nós temos o forame incisivo então é aqui que tá saindo a Porção final do nosso nervo esfenopalatino tá podemos observar ainda a presença dessas pregas palatinas transversais também chamadas de rugas palatais que ficam nessa região superior e anterior da nossa cavidade própria da boca e já na região do palato mole a gente ver que na parte posterior e mediana do palato mole nós temos essa projeção que é denominada de úvula então acumula essa projeção posterior do palato mole que Fica recaindo se em direção a faringe é bem então na região posterior como eu já
havia mencionado para vocês nós temos um ritmo das falsas nessa imagem gente consegue verificar bem aqui onde eu estou passando é o cursor do mouse o nosso arco palato palatoglosso perdão na do palato mole até a língua então aqui vou riscar sobre ele o nosso arco palatoglosso e logo atrás nosso arco palatofaríngeo observa em que entre o arco palatoglosso e entre o arco Palatofaríngeo nós temos uma depressão essa depressão é chamada fossa tonsilar e a fossa tonsilar no indivíduo que não e não foi submetido a um processo cirúrgico é identifica se nela a nossa tonsilas
palatina e também é popularmente chamado de amígdalas né então Aqui nós temos a tonsilas palatina entre o arco palatoglosso entre o arco palato faringe e observe ainda que no teto né no nesse nosso palato duro palato mole eles tem Várias glândulas salivares menores ficam distribuídas nesse palato tá também são bastante variáveis independentemente de pessoas exsudativa várias variações anatômicas e talvez não vai de ter isso em relação a parte muscular o nosso palato mole ele é ricamente é formado por músculos Então quais são os músculos nós vamos ter esse músculo quer ver consegue observar aqui essa
pontinha gente que vocês conseguem verificar na imagem é o ângulo do processo pterigóide Tá então esse músculo que está vindo aqui com o tornando o ângulo do processo pterigóide né E se fixando no palato mole aqui nessa região do palato mole é o músculo tensor do Véu palatino Então esse almoço com tensor do Véu palatino tem um dos músculos do nosso palato mole tá podemos e ainda o músculo levantador do Véu palatino o músculo levantador do Véu palatino é esse outro músculo que a gente observa aqui ó essas fibras Transversas que a mente verifica ele
é o músculo levantador do Véu palatino é nós também temos de musculatura nessa região eu só colocar aqui na uma outra cor diferente a vida consegue observar o musculo palatoglosso obviamente o musculo palatoglosso ele fica na região do arco palatoglosso nós temos o músculo palatofaríngeo que como o nome sugere também está lá na região do arco palatofaríngeo e por fim nós temos o músculo da úvula o músculo Da ula que esse músculo que fica na região da ula esses então são os cinco músculos nós podemos encontrar no palato mole o músculo tensor do Véu palatino
o músculo levantador do Véu palatino o músculo palatoglosso palatofaríngeo músculo da ucla ou também chamado de músculo próprio da ou tanto faz e aqui tá mostrando né os músculos mas eu já. Então vou adiante pode bem nessa outra imagem nós já metemos identificando o músculo a músculo isso É Uma vista posterior tá gente a gente deu um corte frontal e está vendo a nossa cavidade nasal aqui em cima a cavidade oral aqui embaixo visto por trás Observe então aqui o nosso músculo tensor do Véu palatino suas siglas vem lá da religião do da parte do
nosso osso temporal contorna que eu amo lutar igual e vai para o teto da cavidade oral já ao músculo levantador do Véu palatino ele sai um pouco atrás do músculo tensor do Véu aqueles não seria verificar ele ele Sai e vai pagar o teto do palato mole tá o músculo próprio da Uva ou o músculo alvo e o músculo palatofaríngeo nesse slide na vida não consegue visualizar o musculo palatoglosso O que é que vai ser o responsável então pela inervação desses músculos basicamente nós vamos ter contribuição do nervo trigêmeo do nervo glossofaríngeo do nervo vago
o nervo trigêmeo ele vai levar então o músculo tensor do Véu palatino Para mim consegue Verificar aqui ó a divisão mandibular e mentindo as fibras nervosas que vão levar almoço para o tensor do Véu palatino enquanto que o músculo levantador do véu palatino e o músculo da úvula não serem levados pelos plexos faríngeo nessa imagem nós temos mostrando o que seria o plexo faringe né Nós temos o nervo glossofaríngeo nervo vago o nervo glossofaríngeo vago Eles mandaram várias filhas que vão formar uma rede nervosa ao redor da faringe Essa rede nervosa formada pelas filas que
vem tanto nervoso Farias quanto tempo vago é o plexo finjo então complexo a gente vai sair enervando tanto levantador do Véu palatino quanto o músculo da ula enquanto que os músculos palatoglosso palatofaríngeo são inervados pelo nervo os sonhos tá essa inervação desses moços que estão na região do palato mole Ah é pois bem a dando seguimento nós vamos ver agora um pouco sobre a Morfologia do Assoalho da boca como eu já vi ele para vocês o Assoalho da boca é formado pelo diafragma da boca e eu também a vida que o diafragma não é um
único músculo da perna da boca é um conjunto de músculos de teses conjunto de músculos nós vamos ter o músculo milo-hióideo eu o músculo milo-hióideo ele está saindo de uma linha milo-hióidea da mandíbula passando então para o osso hióide e seguindo para a linha milo-hióidea no lado oposto tá ele Almoço com formato meio que tem angular observa ele aqui ó as fibras dele indo de um lado a outro tá esse é o músculo milo-hióideo ele sai da linha milo-hióidea se prender no osso hióide e vai indo em direção a outro lado tá então esse almoço
comi hoje aqui nessa imagem e aqui nessa imagem só pegar mente almoço com o milo-hioidea saindo da espinha Gene anda mandíbula nós temos um músculo gênio bom então esse é o músculo genio-hioideo Sai de espinha Juliana e vai até o osso e inferiormente ao músculo milo-hióideo ou seja abaixo dele nós temos o músculo digástrico tá então lembrando você pode gástrico tem dois ventres um ventre posterior que tá vindo lá da região do processo mastoide se curva aqui sobre o osso hióide e tem o vento e anterior que vai pagar força de gástrica essa foto de
gástrica ela fica lateralmente a espinha geniana não é um pouco mais inferior então ele se prende na mandíbula esse Almoço colo de gástrico e sair do lado do processo este Lloyd no nosso osso temporal e indo para o osso hióide nós temos um musculo estilo hioideo Esses são os quatro músculos que contribuem para a formação dessa desse Assoalho da cavidade oral né obviamente uns contribuir mais e outros contribuem - Se a gente fosse falar pedir vocês podem observar em algumas literaturas o principal Oi gente desse dia foi comanda a boca Músculo milo-hióideo então eu música
O Melhor do que vai estar formando o Assoalho da boca de fato tá nessa imagem consegue verificar melhor o músculo milo-hióideo se prendendo nas linhas me Olhas no osso hióide conseguimos observar aqui o músculo estilo e olha eu chegando no osso hióide e o músculo digástrico também vindo formar essa região o músculo genio-hioideo a gente não consegue verificar porque ele está superiormente ao musculo Milo hióideo E a inervação desses músculos também é distinta não o musculo estilo hioideo e o ventre posterior do músculo digástrico eles são inervados pelo nervo facial Então nem facial assim que
ele sai pelo problema estilomastóideo ele manda um ramo perdão ele mandar um Ramo e esse ramo ele vai enervar tanto o vento que posterior do músculo digástrico quanto vai levar o nervo o musculo estilo hioideo a inervação do ventre anterior do músculo de gasto quando então músculo De gás caminho já viu o ventre posterior tem inervação do facial o vento em anterior vai ter inervação do nervo trigêmeo especificamente do nervo milo-hióideo também tiver aqui o divisão mandibular do nervo trigêmeo manda o nervo mylohyoid Eu como o nome sugere ele vai levar o músculo milo-hióideo não
mas além de nós o medo eo ódio também está enervando o músculo digástrico especificamente o ventre anterior do músculo digástrico O último músculo tá faltando a gente ver é o músculo gênio E olha que vai ser a inervado pelo 12º par de nervo craniano que o nosso nervo e posto tá então essa aí na relação desses músculos do Assoalho da boca uma sólida boca muito ainda consegue verificar a presença da língua então a língua ela tem um ventre que a parte inferior dela e tem um dorso onde esse ventre da língua LC o dorso da
língua tem essas salientes essas rugosidades que a gente vai ver Morfologicamente a língua tem um ápice uma raiz um corpo tem duas margens laterais na lateral direita em uma lateral esquerda e vai ser o órgão principal da deglutição e da fala e da gustação e nessa região inferior a gente consegue observar né o verde da língua aqui que a língua ela está presa no assoalho da boca através do frênulo lingual lateralmente à direita a esquerda do frênulo lingual Nós temos duas elevações Da mucosa que são as cada um colar sublinguais nessas caruncula sublingual a gente
vão estar desembocando as glândulas salivares submandibulares Então veja bem a caruncula é sublingual Mas quem desemboca nela é a glândula salivar submandibular tá É continuando então de um lado e do outro do Assoalho da boca nós temos as pregas sublinguagens e nessas pregas sublinguais vão estar desembocando as glândulas salivares sublinguais então Diferentemente da glândula salivar parótida tem um ducto único e da glândula salivar submandibular que também tem um único a glândula sublingual ela tem vários ductos esses vários duplos vão desembocando ao e da pega sublingual tanto não tem medo direito quanto no último eu esquerdo
se você olha o ventre da língua você também consegue observar nele é a presença de duas veias Neve duas regiões azuladas na lateral que são as veias Profundas da Língua essas veias Profundas da língua relação das responsáveis pela drenagem venosa delas obviamente e na região lateral essas vezes as pregas franjadas e e na região do dorso da língua muito consegue verificar que a língua separando o corpo da raiz nós temos um suco esse suco é chamado de suco Terminal da língua tá então suco terminal ele cê paga a raiz da língua do corpo da língua
bem no centro do suco Terminar nós temos um buraquinho sem saída que o folga me segue da língua e anteriormente A Ovelha igual nós temos é ao Sul terminal perdão nós temos o ver igual que é formada por várias glândulas várias perdão que é formado o povo várias é papilas gustativas que são as nossas papilas circunvaladas elas ficam formando esse ver lingual tá então esse suco Terminal da língua ele subdivide a língua e duas regiões anatômicas importantes não é que vai ser uma porção Preço cal e uma porção posso cal essa porção possa o casamento
e verifique essas saliências que é a tonsila lingual não o órgão linfático é que fica na região da língua EA porção pressa o cala a importância de ser distinta da Porção É parece o carro e depois ficar porque a inervação ela é distinta como a gente também vai ver mas adianta tá nessa região da raiz a gente observa aqui olha só a cartilagem epiglote uma das cartilagens da laringe E essa cartilagem epiglote e ela está presa a língua através de três pregas que são as pregas Grosso epigloticas laterais e grosso epiglotica mediana entre cada prega
glossoepiglótica lateral e grosso é pilotka mediano nós temos da valécula ep gótica tá que esse espaço que tem de um lado e do outro da nossa língua E como eu já havia dito nessa região do doce da língua nós encontramos as nossas papilas linguais nem toda a papila Lingual ela é gustativa ou seja nem toda papila lingual vai ter a função de captação de odores e Sabores né quem vai ter essa essa função e quem não vai né pois bem as papilas que ficam na lateral da língua que pagar esse essa esses cortes na lateral
são as rápidas folheadas ou folhadas né Essas papilas foliadas elas são gustativas tá nesse ver lingual Onde nós encontramos as papilas circunvaladas essas papilas circunvaladas também são gustativas Cada. Desse menor aqui o que eu tô passando laser é um botão gustativo distinto tá a papila fungiforme também ela papila gustativa sobrou então papila filiforme bom então essas papilas filiformes elas vão ser responsáveis apenas por sensibilidade tátil né entretanto elas são as mais abundantes então em todo entorno é em toda a nossa língua nós encontramos a grande quantidade de papilas filiformes tá E a inervação da língua
como é que ela vai ser dada é a porção preço cal da língua para inervação sensitiva a sensibilidade geral que é dor temperatura e tatu não é batizada pelo nervo trigêmeo então toda a porção preço cal da língua a inervação sensitiva dela vai pelo nervo trigêmeo já inervação especial dessa região anterior da língua especial que eu digo para o paladar vai ser dada pelo nervo facial tá bom a porção da raiz da língua Né desde as das Papilas circunvaladas até a parte a parte posterior da raiz da língua mais seis dada pelo nervo glossofaríngeo e
a poção finalzinho da língua juntamente com a parte da epiglote e vai ser dada pelo nervo vago então percebam bem a parte posterior da língua de pega da região da epiglote nervo vago parte anterior da raiz da língua nervo glossofaríngeo isso tanto paga sensibilidade geral que é de uma temperatura e tato quanto o pagar Sensibilidade especial que é o paladar só que na porção ontem ou não é assim que funciona a porção anterior tem um nervo só para gustação que o nervo facial e o nervo só para sensibilidade jogar o que é o nervo trigêmeo
nas imagem também consegue verificar o nervo trigêmeo aqui tava divisão mandibular ele envia o nervo lingual e esse nervo lingual vai em direção a língua então quando você por exemplo morde a língua a informação dolorosa ela vai vir pelo Nervo trigêmeo para entrar no nervo lingual quer dizer aqui ó devo igual passa para divisão mandibular e vai até agregador na língua você vai interpretar mas quando você coloca um alimento nessa região da língua a informação ela não vai chegar no sistema nervoso central e do nervo trigêmeo como é que ela vai fazer então a informação
gustativa do paladar ela vem pelo nervo lingual mas quando chega aqui as fibras gustativas elas se desprendem e vão pelo nervo Corda do tímpano para formar o nervo facial então a informação gustativa da língua ela entra no nervo lingual mais segue para o colo do tempo no Então essa informação vai chegar no sistema nervoso central através do nervo facial enquanto a sensibilidade e geral ela vai chegar no sistema nervoso central através do nervo trigêmeo Bom dia em relação aos músculos da língua em si a língua tem um conjunto de músculos intrínsecos que vão mudar a
sua Forma e músculos extrínsecos que vão ser responsáveis pelo movimento da língua os músculos intrínsecos da língua são os músculos longitudinal superior longitudinal e inferior transverso e vertical só para você situar esse daqui é um corte frontal da região da boca tá então aqui você tá vendo a região do dorso da língua é a que o vento e da língua tá bom então não gostou do nosso superior longitudinal inferior vertical e transverso músculo transverso da Língua Esses são os músculos intrínsecos que mudam a forma da língua já os músculos extrínsecos que vão mover a língua
normalmente você observa que eles apresentam esse nome Grosso no final né então músculo genioglosso que sai da Oi Eliana e vai pagar língua é um dos músculos extrínsecos o músculo hioglosso sai do osso hióide e vai pagar língua o músculo estiloglosso que sai do processo estilóide e vai para a língua e o musculo palatoglosso que nós já Vimos Que sai do palato mole e vai pagar a língua todos os músculos intensifica os e extrínsecos da língua eles são inervados pelo nervo hipoglosso que o 12º par de nervo craniano com exceção do musculo palatoglosso que é
bem de Abril que os colocou lá tô com você é inervado pelo nervo glossofaríngeo então aqui é alimentação mostrando Neve por grosso ele sai para ir levar todos os músculos extrínsecos e intrínsecos da língua com exceção apenas do musculo palatoglosso Que o palato glosso é inervado pelo nervo glossofaríngeo que o perdão pelo nervo é bolso ainda tá certo que a gente já tinha visto antes a Beth é nós temos no indivíduo adulto 32 dentes na 16 na arcada superior e 16 na arcada inferior cada arcada dessa na arcada superior e arcada inferior pode ser subdividida
em uma hemi-arcada cada hemi-arcada em um indivíduo normal tem oito dentes Óbvio se em uma arcada completa Eu tenho 16 em uma hemi-arcada Em um quadrante Eu tenho oito Quais são esses oito os dentes nós temos em cada quadrante nós temos um dente incisivo central um dente incisivo lateral um dente canino 2 dentes pré-molares e três dentes molares e isso em um quadrante e isso em uma hemiarcada e no outro lado no outro não tenho eu também tenho dois incisivos é dois cano é um canino dois pré-molares e três Moraes então totalizando 16 dez em
cada arcada na anatomia do dente é muito Observa a presença de uma coroa que essa parte que se estraga oriza e uma raiz que fica dentro da parte óssea entre a coroa EA raiz nós temos o colo do dente o tecido que forma a qual é a raiz é um pouco diferente não tecido superficial e quanto que na parte da coroa nós temos o esmalte recomendo a coroa que é o tecido mais mineralizado mais duro do nosso corpo na região da raiz nós temos o cemento recobrindo ela profundamente o esmalte e a orçamento nós temos
a Dentina um inocente da dentina nós temos a polpa do dente que a parte viva Onde estão os nervos e os vasos sanguíneos vasos linfáticos tudo está na polpa do dente né E essas estruturas Vasco nervosas então através do forame apical que novamente a cada raiz apresenta um forame apical por onde está passando essa estrutura vásculo nervosa em direção aos nossos dentes como a gente já viu a irrigação dos dentes ela vai Ser dada através da da artéria maxilar Então a primeira punção da artéria maxilar é limite artéria alveolar inferior e essa artéria alveolar inferior
ela vai irrigar todos os dentes da arcada inferior a terceira porção dessa artéria maxilar ela vai emitir as a artéria alveolar superior posterior que vai ligar predominantemente os molares e da origem arterial infraorbital esta artely infra-orbital que vai mandar as artérias alveolar Superior média e lá superior anterior então essas artérias alveolares superior anterior média e posterior vão ser a resposta as responsáveis pela irrigação da arcada dentária superior enquanto a inferior nós temos apenas um artéria alveolar inferior irrigando todos os dentes a inervação de forma semelhante tá nós vamos ter o nervo trigêmeo nesse caso essa
divisão mandibular do nervo trigêmeo vai originar o nervo alveolar Inferior que vai irrigar enervar perdão todos os dentes inferiores e também a divisão maxilar do nervo trigêmeo vai dar origem aos nervos alveolar e superiores tá a única diferença aqui aqui a divisão maxilar do nervo trigêmeo é levar originar tanto os nervos alveolares superiores contra os nervos alveolares médios ao nervo infraorbital ele vai originar apenas os nervos alveolares e superiores anteriores tá bom As nossas glândulas salivares maiores né são inúmeros de três a glândula salivar parótida que fica superficialmente é o nosso músculo masséter a nossa
glândula salivar submandibular que fica contornando o nosso músculo milo-hióideo logo ela tem uma porção superficial e uma porção profunda nesse ano e desce um corte aqui é frontal aumentar observar justamente isso que tem aqui ó a porção é superficial e a porção profunda desta glândula separada pelo músculo Milo-hióideo eu tá bom e a glândula sub lingual que fica na região inferior da língua Observe o que é glândula submandibular ela tem um ducto que vai lá para cada um clã sublingual e quanto que as glândulas sublinguais tem vários ducto vizinhos desembocando na prega sublingual ó e
aqui é glândula parótida que tem o seu duto que perfura o músculo bucinador por alcançar o vestíbulo da boca e mesmo sabendo que a gente já viu vamos Relembrar né glândula salivar parótida é inervado pelo nervo glossofaríngeo e quanto que as glândulas salivares submandibulares e sublinguais são inervados pelo nervo facial E você Quais são os músculos da mastigação da gente tá vendo a boca então a boca vai ser primeiro local da digestão de nós iremos mastigar triturar esse alimento a gente viu Já os músculos da mímica facial na verdade é o zigomático maior zigomático menor
Levantador do lábio superior da do nariz mas e os músculos da mastigação que vão ser responsáveis pelos movimentos da mandíbula quais são eles nós vamos ter um músculo masséter que esse músculo quadrado né que tá se inserir nessa região do ângulo da mandíbula ele vai ser o principal responsável por fechar a nossa boca tanto ele quanto esse outro músculo que almoço com o temporal se a gente remove nessa região do músculo masséter a gente consegue ver melhor Aqui ó o moço temporal sem inserido no processo coronóide da mandíbula tá então almoço com uma certa é
tempo ação dos músculos da mastigação E também temos os músculos pterigóideos lateral e pterigóide Medial tanto que tá igual ele lateral computador de média olhos e como Vocês conseguem ver eles têm duas cabeças o que tá igual é de lateral se prende no colo da mandíbula botar igual ele é legal na região do ângulo da mandíbula nessa imagem a gente consegue Ver esse por trás o que tá igual the Medial de um lado e do outro e o pterigóide lateral esses músculos esta meio vão ser responsáveis por fechar eu mandei um pulo aí para fazer
movimentos de lateralização é dessa mandíbula e todos os músculos da mastigação são elevados pela divisão mandibular do nervo trigêmeo lembrando nervo trigêmeo é um nervo misto ele é tanto sensitivo para a maioria da região da cabeça quanto ele é motor para os músculos da Mastigação e as fibras motoras do nervo trigêmeo todas elas saem pela divisão mandibular Tá então a divisão mandibular do nervo trigêmeo que vai mandar as fibras nervosas que vão elevar todos os músculos da mastigação mas sete pterigóide lateral pterigóide Medial e o próprio músculo temporal E aí é bem vemos então a
parte de boca vamos dar seguimento com a nossa parte de farinha de promete encerrar essa porção Cefálica é podermos dar continuidade com a nossa aula digestório e a faringe vai ser esse órgão que vai se estender desde a região da base do crânio até a a nível da nossa cartilagem é da laringe na posição da cartilagem cricóide da laringe aqui o nível superior dela essa faringe ela apresenta 3 porções uma porção nasal uma porção laríngea uma porção nasal a porção oral e uma porção laranja a porção nasal como o nome sugere está se relacionando na
Está se comunicando com a cavidade nasal a porção oral através do istmo das fauces se comunica com a cavidade oral EA porção laríngea se comunica com a laringe através do adito da laringe que é esta abertura essas três porções também pode ser chamada de api farinha de mesa ou faringe e hipofaringe são sinônimos tá bom é nela nós podemos ir é a região da Porção nasal a nossa tonsilas faríngea que popularmente é conhecida também como adenoide não então Se lá o órgão linfático e também podemos encontrar nela Olha o óstio faríngeo da tuba auditiva então
a tuba auditiva ela se abre na posição nasal da faringe não é à toa quando a gente Abre ela nem de você seja né com deve ter tá sentindo uma forte pressão nas orelhas e se o Washington ele abre né Para que o ar ele entra até a orelha média para equilibrar as pressões exercidas sobre o nosso templo mas essa porção nas a vocês vão ver mais detalhadamente quando tiver Vendo respiratório nosso foco maior vai ser na posição oral e na posição lá Ninja Ah pois vem aqui nós conseguimos ver direitinho Augusto muda as falsas
esse estreitamento da garganta aqui a gente vê a úvula só pra situar vocês daqui uma vista posterior então removeu-se a cabeça com o pescoço e dei um corte sagital mediano abrindo a nossa faríngea vê tá vendo tudo isso por trás tá então aqui estao este mudar sócio observe a Importância que a faringe vai ter porque nela especificamente na sua porção oral é onde vai acontecer esse cruzamento a ela esofágico então de forma geral quando a gente tá respirando o ar ele desce entra na laringe quando a gente vai deglutir o movimento da musculatura que nós
vamos ter na região do pescoço ele vai abaixar a epiglote e o alimento ele segue posteriormente para o nosso esôfago tá bom é em tem essa lag indígena EA própria faringe nós temos Essa abertura que quando tá fechadinho ele tem um formato de pirâmide a chamada de recesso piriforme é um recesso que tem um formato semelhante é uma pirâmide e essa faringe ela tem músculos levantadores e músculos constritores os músculos levantadores na espécie humana eles são resquícios reais né eles são pouco desenvolvidos nós temos um músculo salpingofaringeo que sai da cartilagem da tuba auditiva em
direção a faringe o Músculo palato faringe que nós já vimos nessa lá do palato mole em direção a raiz e o músculo estilofaríngeo que sai do processo estilóide em direção a faringe já os músculos circulares que são os músculos constritores eles são o constritor superior o Construtor médio e o constritor inferior da faringe todos os músculos constritores da faringe ele se prendem na linha mediana em uma Ralph em um tecido fibroso que se prende lá no tubérculo farinha de do osso occipital Tá bom então os moços constitui-se prendem lá no tubérculo farinha de dor occipital
mas observa eu que na região mais alta da faringe nós não temos mu e na parte lateral na parte da região paga mediano é paralela ao plano mediano nós temos uma farmácia esta Face é que fecha a comunicação da faringe com a base do crânio EA Face a faringobasilar ela vai estar fechando esse espaço que encontra-se aberto e toda a nossa faringe né como um todo ela é circundada Por um tecido facial que é a face a boca faringe A então a parceria com farinha na reveste toda essa faringe ainda com o tecido conjuntivo frouxo
que está separando ela das estruturas circunvizinhas e entre a farinha e esses órgãos que estão ao redor dela nós temos os espaços pegue faringeos esses Passos pele farinhas nós podemos dividir em espaços latero pa índios que ficam nas laterais da faringe e espaço retrofaríngeo que fica posteriormente a Nossa fingir e em relação à irrigação da faringe principal até responsável por fazer suprimento vascular é artéria faríngea ascendente que a gente já viu né segundo ramo da calota da externa Oi e a sua inervação predominantemente pelo plexo faringe que também já falei para vocês quem é que
forma é o nervo vago o nervo glossofaríngeo que forma essa rede do plexo fingir Então vamos dar continuidade à nossa aula sobre Sistema digestório e falando um pouco sobre o esôfago o esôfago ele vai ser esse órgão muscular né que vai se estender desde a região da nossa faringe até o estômago obviamente se ele tá se estendendo dessa região da faringe até o estômago ele vai apresentar porções no pescoço e no tórax e no abdômen que literalmente são os seus segmentos ou porções cervical torácica e abdominal esse esôfago ou através dos movimentos peristálticos ele vai
ter que acionar o Bolo alimentar até o estômago da faringe ao estômago nesse esquema a gente consegue ver bem esse movimento peristáltico Neto é que ele vai ser desenvolvido através da contração essa musculatura circo o final que nós podemos observar ao longo de todo o nosso esôfago e Aqui nós temos apresentando então o esôfago nós removemos a laringe A traqueia um pedaço dela para mim tá observar a porção cervical a porção Torácica EA porção abdominal de do esôfago Observe aqui no tórax ele faz essa íntima relação ao tanto com o arco da aorta quanto com
a própria traqueia e o brônquio principal esquerdo e também perfume de a fragma no hiato esofágico para poder entrar no abdômen é uma vez que o esôfago ele faz sozinho têm mais relações com essas estruturas que acabei de mencionar ele vai apresentar a sua luz estreitado ele vai apertar alguns estreitamentos na sua luz Que são as constrições do esôfago ele tem três construções a constituição é que ele cópia que a primeira ela é feita pela cartilagem cricóide da laringe então nessa imagem aqui ó Esta é a cartilagem cricóide ela é o único anel completo da
laringe Entra lá forma primeira constituição no esôfago a segunda a construção ela vai ser formada justamente pelo arco da artéria aorta e pelo bloco principal esquerdo por isso que ela é chamada de constrição bronco Aórtica EA última constituição último estreitamento do esôfago é quando ele passa pelo hiato esofágico que é constrição diafragmática aqui nessa imagem nós podemos observar né que o esôfago ele tem uma camada de músculo circular interna e longe e ao externa com a gente havia mencionado anteriormente Essa é a composição básica que nós temos e nos na sua região interna o esôfago
ele vai ter a sua mucosa extremamente e as imagens De consegue verificar aqui o hiato esofágico não tem realmente abertura da artéria aorta então é aqui que o esôfago ele vai estar passando e é fácil que recobre integralmente o músculo diafragma ela vai dar origem ao ligamento frênico esofagico que vai estar é se fixando ao esôfago esse ligamento frênico esofagico na frente com vende diafragma então desligamento fazendo coisas o fases que ele tem uma porção ascendente que vai subir e se Fixa no esôfago Minha Porção é descendente e nessa região desse ligamento frente de coisa
faz com nós temos então um anel de gordura subir e a tal que é uma camada de gordura que vai ficar envolvendo essa parte inferior do esôfago nessa imagem a gente consegue ver a mucosa e do esôfago na primeira nessa nessa parte a gente vê essas pregas longitudinais que nós temos na mucosa né E aqui é transição entre o epitélio do Esôfago epitélio do estômago que dá essa característica de vai-e-vem não é por isso que aqui nós temos chamado de linha Zig Zag né que é Esse aspecto que ela tem onde cê paga a região
do esôfago da região do nosso estômago Oi como é que vai ser a irrigação do esôfago obviamente essa irrigação ela vai ser diferente de acordo com a posição que a gente está analisando a porção cervical recebe com principal contribuição a irrigação da artéria Tireóidea inferior na artéria tireóidea inferior ramo de um dos vasos que saem da subclávia subclávia me mandou tronco tireocervical o tronco tireocervical mandar arteria tireóidea inferior e ela envia Ramos para suprir a porção cervical do esôfago a porção torácica vende Ramos esofágicos que sair da própria artéria aorta EA porção abdominal sai de
Ramos esofágicos que surgem da artéria gástrica esquerda Então tudo isso contribui pela irrigação Do nosso esôfago a jardinagem venosa né Tem um plexo venoso que contorna todo o esôfago esse plexo venoso vai levar o sangue ou para essa veia situada à direita do esôfago que é chamada de veia ázigo ou vai ganhar o sangue para veia hemiázigo ou hemiázigo acessória tá então Observe na região tem que nós temos a veia ázigo que vai drenar o sangue do esôfago e na região esquerda nós temos a veia hemiázigo acessório e a veia hemiázigo Todas essas vezes vão
ser tributárias da veia cava superior ou seja o sangue delas vão fluir para ver a cava superior tá E aí a inervação do esôfago basicamente vai ser dada através do nosso nervo vago o nosso meio vago ele vai passar né foi totalmente visualizou nessa imagem daqui ele passa lateralmente aqui ó pela artéria aorta pelo esôfago ele vem descendo e na região torácica o nervo vago direito ele vai dar origem ao levar o Esquerdo perdão ele vai dar origem ao tronco vagal anterior e o enquanto que o nervo vago direito ele vai passar por trás e
vai dar origem ao tronco vagal posterior né e tudo isso comece essa rede que vai levar o esôfago é a parte gente de inervação das vísceras abdominais a gente não vai estudar nesse período tá porque as vísceras abdominais relação elevadas pelo sistema nervoso autônomo Então a gente vai ver essa parte de inervação Das vísceras abdominais no terceiro período quando a gente vai vendo o plexo autônomo muito até esôfago a mente vem na elevação de estômago em diante aumente vai estudar isso quando eu tiver Quando a gente tiver no terceiro período tá pois bem visto essa
parte de irrigação elevação do esôfago vamos começar a ver a parte de abdômen de fato começando falar sobre o peritônio que essa serosa que vai estar recobrindo a nossa cavidade abdominal E a cavidade abdominal ela vai ser então recoberta por essa essa camada imagine o peritônio como sendo um lençol esse lençol ele vai estar recobrindo tanto a parede do abdômen e como a gente consegue visualizar na imagem quanto vai estar recobrindo os órgãos e da mente consegue visualizar aqui e essa parte do peritônio que recobre a parede do abdômen é chamada de peritônio visceral perdão
peritônio parietal ou Lâmina parietal do peritônio enquanto que essa parte que recobre os órgãos as vísceras é o peritônio visceral ou lâmina visceral do eletrônico entre o peritônio parietal e visceral tem um espaço virtual né que é a cavidade peritoneal ficou tempo aqui no líquido peritoneal e esse líquido ele vai ser importante por para lubrificar essas estruturas abdominais paga que quando o se trato gastrintestinal esteja fazendo esse movimento de pega está autismo Pagar o fluxo é é intestinal na ele consiga ser lubrificado e não haja atrito entre essas estruturas então basicamente é para isso que
serve essa região do nosso peritônio esse peritônio visceral ele vai tá ligado inervada pelos mesmos nervos e vasos sanguíneos que suprem o órgão e o peritônio parietal vai ser inervada e irrigada pelos mesmos nervos cutâneos que estão elevando essa região da Pele que tá superficialmente a ele tá é uma Coisa importante para a gente falar sobre peritônio é que o peritônio ele vai formar no interior da cavidade abdominal uma outra cavidade que é a cavidade peritoneal né então dentro da cavidade abdominal que a gente pode chamar essa cavidade de cavidade abdomino-pélvica uma vez que é
não existe um limite nítido entre o que é abdômen e o que é pelve não é uma cavidade ela é continuar dentro dessa cavidade abdomino-pélvica nós temos a Cavidade peritoneal é como se tivesse uma bolsinha dentro de uma outra bolsinha tá são duas bolsas é como se fosse mais ou menos desse jeito nós temos em uma vista frontal Boa tarde abdomino-pélvica tá e dentro da cavidade abdomino-pélvica nós temos o peritônio formando uma outra cavidade tá então tem a cavidade abdominal que tá aqui e a cavidade apertar a cavidade peritoneal que tá aqui e a cavidade
abdominal que fica externamente a ela O segmento Então veja só colocar aqui pois vem aqui me consegue ver né o peritônio parietal Isso é uma Vista até eu vou estar vendo o abdômen de frente removê-los todos os órgãos é vezes consegue visualizar aqui tudo isso aqui ó mais azulado é o peritônio parietal que está colado na parede é todos os órgãos gente todas as estruturas que estão localizadas por trás do peritônio parietal são designadas como estruturas retroperitoneais então uma boa parte do Duodeno retroperitoneal o pâncreas é retroperitoneal aorta é retroperitoneal os rins são retroperitoneais tá
então todos esses ovos que ficam atrás do peritoneo São órgãos retroperitoneais e já aqui nessa imagem a gente consegue ver órgãos da pelve que são chamados de órgãos subperitoneais porque subir para aí tô nem aí porque eles estão abaixo do peritônio parietal peritônio parietal bem Por que recobre a bexiga recobre o útero então eles são órgãos Subperitoneais esta cavidade peritoneal na mulher ela não é fechada como no homem no homem não tem comunicação da cavidade peritoneal com o meio externo tá ela é uma cavidade fechada na mulher esta cavidade peritoneal ela não é fechada ela
é aberta porque aqui nós temos a tuba uterina EA tuba uterina ela tem um orifício então através do orifício da tuba uterina e tem uma comunicação da cavidade peritoneal com o meio externo então a mulher e ela pode é Ter mais chance né de ter uma disseminação de infecção para a cavidade peritoneal e esse microrganismo ele pode se disseminar pela vagina útero tuba e cair dentro da cavidade peritoneal que não homem não acontece tá o Python ele vai formar algumas estruturas ele vai formar ligamentos ligamentos são normalmente formado por uma dupla camada de peritônio que
vai estar aprendendo uma estrutura outra né Por exemplo prendendo O duodeno ao fígado pendendo fígado a parede do abdome não é prender do bar só apaguei do abdome Então são ligamentos que a gente vai ter que pode existir na quinta ele no perdão vendendo baixo no estômago que ainda não estômago no diafragma são todo ligamentos tá ele tá fixando uma estrutura outra uma estrutura na parede Então são ligamentos é o mezzo vai ser o nome dado a uma membrana né o peritônio quando vai estar fixando os intestinos na parede Posterior do abdome então nós temos
um mesocólon um sanduíche no grosso na parede posterior do abdômen e o mesentério que está fixando intestino delgado na parede posterior do abdome e o aumento é uma projeção do peritônio nós temos apenas dois aumentos o aumento é menor que sai do estômago em direção ao fígado aqui o estômago duodeno em direção ao fígado Esse é o aumento menor e uma uma prega dupla de peritônio e o aumento maior que É quatro pregas de peritônio duas que descem pela frente lá embaixo ele se dobra sobre si mesmo e voltam por traz então é duas na
frente e duas atrás então o aumento maior formado por quatro pregas peritoneais e nas imagens consegue visualizar na peça cada velho como é a característica desse aumento tá bom então antes da noite seguir chama o toque para explicar uma coisa para vocês nesse slide pronto É nessa imagem a Gente consegue verificar aqui ó o aumento menor tá Quê que vocês tem que verificar nesse aumento menor ó Aqui nós temos o peritônio visceral contornando o estômago certo desse lado na região da frente e aqui na região de trás do estômago Observe aqui o aumento menor ele
é uma pega dupla de peritônio porque porque aqui e se perguntando que estava na fase anterior do estômago ele se une com o peritônio que estava na face posterior por isso que ele ama prega Dupla de peritônio entender olha essa imagem aqui também ó peritônio veio se juntou com que estava aqui atrás Então esse é o aumento menor é saindo a culpa toda menor do estômago pagar a região do fígado Observe que o aumento maior essa prega Ela é formada os programas duas aqui na frente ó tá vendo e lá embaixo as duas se dobram
e voltam aqui por trás tá então a mente menor duas lâminas o aumento maior 4 lâminas Ah pois bem dando seguimento a nossa aula a cavidade peritoneal ela pode ser dividida em dois sacos um saco maior e um saco menor o saco maior da cavidade peritoneal é tudo isso que está representado em vermelho e amarelo tá esse saco maior é a maior parte da cavidade peritoneal é essa região ela pode ser subdivididas tanto anatomicamente quando didaticamente em uma porção super a cólica supramesocolica perdão e uma porção Inframais alcoólica pelo colo transverso Então colo transverso do
intestino grosso separa o saco maior da cavidade peritonial em uma porção Supra mesocolica contendo fígado o estômago é e a vesícula biliar também vai estar nessa porção supramesocolica e o poço a cola aqui informais alcoólica que é onde vão estar os nossos intestinos tá E essa porção aí para mais alcoólica por sua vez ela vai ser subdividida pelo Messenger pelo menos interno e uma Porção entra mais alcoólica direita e informais a cólica esquerda E além disso temos a bolsa ao mental O que vem a ser a bolsa ao mental Observe vem aqui nessa imagem né
que nós temos o aumento menor que está ali do estômago para o estômago duodeno paga o fígado e o aumento maior o aumento maior Observe aqui ele vem ele desce contorna os intestinos volta e se prende no colo transverso Então isso daqui tudinho é o aumento maior veio esse fixo aqui no colo transverso tá Lembra que eu falei para vocês que o intestino ele se Fred na parede posterior do abdome intestino grosso pelo bom então Aqui nós temos o mesocolo transverso ele está aprendendo o intestino grosso na parede posterior do abdome tá e aqui está
o peritônio parietal deixa eu colocar uma outra cor aqui me ajude por favor pronto então aqui está o peritônio parietal ó recobrindo o pâncreas por exemplo tá Então quê que você consegue observar que aqui formou-se uma um compartimento esse compartimento que aqui até aqui atrás chamado de bolsa ao mental Então esse compartimento essa bolsa omental ela vai ser limitada anteriormente pelo aumento menor pelo aumento maior pelo a região pela face posterior do estômago tudo isso vai ser o limite anterior nessa bolsa omental como o limite inferior a gente vai ter aqui ó o mesocolo transverso
O posto e o evento e o pâncreas também tem artéria aorta tá então tudo isso vai delimitar a bolsa aumentar eu vou passar aqui O slide para vocês verificarem a bolsa mental em uma outra Vista Aqui nós temos uma vista frontal o omento menor aqui e o aumento maior aqui ó escorrendo pela frente tá deslizando para frente então tudo isso que está aqui por trás é a bolsa aumentar então como é que é como é que a cavidade o líquido peritoneal que está aqui consegue acessar a bolsa Ao mental ele acessa a gente através de
uma cavidade que tem aqui ó esse ligamento que a gente consegue visualizar aqui sai do duodeno para o fígado esse ligamento é chamado de ligamento é pato é do de Now então posteriormente ao ligamento é pá todo adenal aqui por trás tá nós temos um abertura nós temos um buraquinho e se não for ame olha ele aqui né ó tá vendo esse forame que a gente tem aqui onde a setinha está mostrando é Chamado de forame omental o forame omental ele dá acesso a nossa A Bolsa ou mental então anteriormente no fogão mental nós temos
um ligamento é para todas as trico e inferiormente nós temos o duodeno posteriormente a gente tem a ver acaba e superiormente a gente tem o fígado formando Então os limites desse folga meu mental né então aqui ó vamos em esquema né antigamente nós temos o ligamento hepatogástrico hepatoduodenal tão ligamento hepatoduodenal está na Frente inferiormente nós temos o duodeno na região posterior nós temos a veia cava veia cava inferior e na região superior nós vamos ter o fígado a limitar o nosso fogão e aumentar tá nessa imagem daqui a gente ele levantou a mente cortou né
o aumento maior e levantou o estômago para visualizarmos aqui a nossa bolsa ao mental tá bom a observação é que essa região do aumento maior também pode ser chamado de ligamento gastrocólico porque tá saindo Do estômago vai descer e vai voltar para o colo transverso por isso que ele gastrocólico então vamos dar seguimento à saúde hoje menos um pouco sobre anatomia do estômago e hoje estômago Então esse órgão pegue tonneau né está dentro da cavidade peritonial recoberto pelo nosso peritônio peritôneo visceral então todo o órgão que está dentro da cavidade peritonial recoberto por peritônio visceral
ele é classificado como sendo Um órgão pegue tonial se ele estiver atrás do peritônio parietal retroperitoneal se ele estiver abaixo subperitoneal então o estômago ele é um órgão pele tonial tá bom ele fica localizado predominantemente no quadrante superior esquerdo do nosso abdômen deve ser pago o abdômen quatro partes o estômago fica localizado predominantemente no quadrante superior esquerdo EA nele que vai começar então a digestão química das proteínas tá o Estômago ele apresenta então a comunicação com o esôfago né através do óstio cárdico esse orifício na dessa região dos cinco ter cardíaco e quando o de
através do óstio pilórico permite observar no seu interior ver se verifica que o estômago ela é cheio de prega dessas pregas da mucosa do estômago são as pregas gástricas tá bom anatomicamente o estômago o estômago possui um fundo um corpo em uma região pilórica essa região de transição entre O esôfago eo estômago é a Cardia e a região pilórica subdividem-se ainda em uma região do amplo e Louro ou região antro-pilórica o canal pilórico e na região nós temos o esficter que é o piloro tá temos a curvatura maior do estômago plano está saindo o aumento
maior e temos a culpa toda a menor que o mundo está saindo o aumento menor na região da Copa também nós temos a incisura angular aqui tá representada e entre o fundo do estômago e o esôfago Nós temos aqui a incisura cardíaca tá ou esses Lan Card O que faz um e nesta imagem mais uma vez a mente visualiza aqui o aumento menor a mente visualiza aqui é bolsa aumentar o fogo na minha mental né que eu já tinha Explicado essa imagem integralmente para vocês e quase existem ainda outros ligamentos que ainda não viu o
ligamento tá saindo dentro do estômago e o pâncreas e o passo perdão que o Ligamento gastroesplênico Então nesse ligamento gastroesplênico vai estar passando por exemplo artérias gástricas curtas que vai estar suprindo o fundo do estômago e também nós temos esse ligamento gastroesplênico que é um dos ligamentos que vai estar fixando o estômago temos o ligamento gastrofrênico que vai estar aprendendo o estômago no diafragma até mesmo consegue visualizar também é o gastroesplenico que a gente acabou de ver no outro corte e tem um Ligamento gastrocólico E como eu já falei para vocês é uma designação que
pode ser dada para essa região do aumento maior é nessa região do aumento menu e também pode ser subdividido como ligamentos tá o aumento menor essa região mas na parte direita do aumento menor ele é chamado de ligamento é pato do adenal que a gente já viu e essa região a esquerda dele mais fina chamado ligamento é pato gástrico tá então Ligamento é pato do de Now e hepatogastrico são subdivisões do aumento menor quem é quem é que vai surpreender que vai ligar o estômago basicamente Ramos do tronco celíaco artéria tronco celíaco ela sai da
artéria aorta abdominal Então esse tronco celíaco assim que ele sai da artéria aorta ele emite três vasos artéria gástrica esquerda esta artéria gástrica esquerda vai passar pela curva toda menor do estômago e vai suprir Tanto com a irrigação do estômago quando vai mandar Ramos para suprir o esôfago então o primeiro ramo que vai suprir o estômago é artéria gástrica esquerda repetindo artéria gástrica esquerda e Ramo do tronco celíaco e o tronco celíaco vai mandar ainda artéria hepática comum a artéria hepática comum ela segue aqui ó depois que ela sai do tronco celíaco quando ela chegar
aqui ela vai mandar este vaso em direção ao duodeno esse vaso que sai do Da artéria hepática comum é a artéria gastroduodenal essa hábito vai ver ela que daqui a pouquinho até gastando a gente vai me ver tá então a artéria hepática comum uma da artéria gastroduodenal e se continua como artéria hepática própria o e artéria hepática própria envia artéria gástrica direita que também vai passar pela curvatura menor do estômago Então veja pela culpa toda menor nós temos artéria gástrica esquerda e Artéria gástrica direita só que artéria gástrica esquerda ela está vindo do tronco celíaco
enquanto que a artéria gástrica direita ela está vindo da artéria hepática própria tá então isso é uma distinção ambas passa pela combater a menor pois bem vamos dar seguimento então a irrigação do estômago indo agora para a curvatura maior lembra da artéria gastroduodenal que eu acabei de falar para vocês que sai da artéria hepática própria até pata comum perdão pode bem Essa artéria é gastroduodenal assim que ela desce ela se bifurca ela vai mandar um artéria chamada de arteria pancreaticoduodenal superior anterior que vem para cá Oi Dani pâncreas que Vega muito melhor daqui a pouquinho
e manda essa outra artéria que é artéria gastro-omental direita e artéria gastro-omental direita que vai passar pela região direita da curvatura maior do estômago Se temos uma artéria gastro-omental direita Nós Também temos uma artéria gastro-omental esquerda correto correto A diferença vai ser que artéria gastro-omental direita veio da artéria gastroduodenal e quanto que a artéria gastro-omental esquerda tá vindo desta outra artéria que é artéria esplênica artéria esplênica é o terceiro Ramo do tronco celíaco Então vamos lá que eu não consegui liqo3 vasos gástrica esquerda e esplênica hepática comum gástrica esquerda vai pela curva toda menor acabou
E hepática comum vai vai mandar a gastroduodenal que emitia gastro-omental direita em seguida lá se continua com uma artéria hepática própria e manda artéria gástrica direita a artéria esplênica ela vai mandar aqui até a gastou aumentar o esquerda que vai se juntar com a tele gás o aumentar o direita Surpreenda curvatura maior do estômago por fim o outro ponto importante é que essa artéria esplênica ela ainda vai mandar as artérias Gástricas curtas que vão passar lá pela que ligamento gastroesplênico suprindo o fundo do estômago Essa é a irrigação dele é o não seguimento Vamos falar
agora dos intestinos delgados começando com a sua primeira partida muita estranha Delgado ele tem três porções a primeira porção do intestino delgado que é predominantemente retroperitoneal é o duodeno a segunda porção dele é o jejuno e a terceira posição dele é o vídeo Então duodeno esse órgão daqui de um corte frontal nele ele é um órgão predominantemente retroperitoneal ele apresenta quatro porções uma porção superior também chamada de ampola do duodeno visto que ela é de latada ela se comunica diretamente com esse tem que ter pilórico que tá vindo do estômago uma porção descendente uma porção
horizontal em uma porção ascendente são essas quatro porções que nós temos do nosso duodeno entre a porção superior do Duodeno e a porção descendente o duodeno nós vamos ter esta dobra que é a flexura duodenal superior entre a porção inferior do duodeno e a porção horizontal do duodeno nós vamos ter essa outra flexura que é flexura duodenal e inferior não é difícil né porção superior porção descendente entre elas flexura do de Now superior a porção da semente e posição horizontal entre elas flexora duodenal inferior tá é o nosso duodeno é a entre a porção Horizontal
Oi e a porção ascendente a gente não vai ter um limite tão claro então o que a gente toma como referencial a gente toma como referencial a artéria e veia mesentérica superior então aqui ó artéria mesentérica superior passa nessa região e a veia mesentérica superior também Então nesse ponto onde os vasos mesentéricos estão cruzando o duodeno é onde a gente utiliza como referência para se apagar a porção horizontal da Porção ascendente também consegue visualizar aqui ó artéria mesentérica superior o local que ela está passando né o nosso do dele ele não vai ter o peritônio
visceral porque os vasos sanguíneos estão passando Então esse é o limite entre a porção horizontal EA porção ascendente do nosso do o dela tá bom é um ponto importante para a gente destacar é que todo nosso intestino delgado no seu interior ele vai ter Essas pregas circulares Tá quanto mais próximo do duodeno maior número de prega circular e logo o íleo que a última porção do duodeno praticamente ele nem nem tem mais pregas circulares a porção descendente do duodeno ela vai ter uma importância Clínica um pouco mais aguçada por quê Porque nessa porção nós temos
essa saliência na mucosa que é a papila duodenal maior na papila duodenal maior vai estar vindo o ducto colédoco do fígado que vai estar trazendo a bile E vai estar vindo também o ducto pancreático principal e vai estar trazendo o suco pancreático produzido pelo pâncreas então o ducto pancreático principal assim que ele se junta com o ducto colédoco ele forma ampola hepatopancreática e ampola hepatopancreática a carta secreção na papila duodenal maior que está na porção descendente do duodeno tá tanto a Billy quanto essa parte de suco pancreático vão contribuir Para a digestão dos alimentos a
Billy vai emulsificar gorduras e o suco pancreático a cheio de enzimas digestivas em alguns casos cerca de dois a cinco centímetros acima da papila duodenal menor e maior perdão nós temos uma pequena papila duodenal menor onde um ducto pancreático acessório também pode desembarcar a sua secreção e nessa região a gente tá vendo aqui o o duodeno que é retroperitoneal quando ele entra na cavidade peritoneal tá Então Nesse momento que o duodeno ele sai da padaria depois te enviou para entrar na cavidade peritoneal nós temos essa dobra que a flexura duodeno-jejunal então a flexura duodeno-jejunal vai
ser essa dobra que termina a porção ascendente do duodeno e começa então a primeira a segunda porção do intestino delgado que é o jejum tá então nessa região nós temos uma prega do adenal Superior com o recesso do de Now superior uma prega de não inferior com o recesso do adrenal Inferior e um recesso para duodenal qual a importância clínica de conhecer isso é que às vezes algumas dessas alças do jejuno elas podem cair dentro desses recessos E com isso comprime vasos sanguíneos importantes por como por exemplo aqui ó e a nossa artéria é cólica
esquerda que vai subir a maior parte desse intestino grosso desse colo transverso e desse: descendente então se a essa alça do intestino ela entrar nesses recesso Sessão uma condição que o paciente ele deve ser submetida a cirurgia imediata porque pode sofrer isquemia intestinal tá é bem vestido o dedo então começamos a ver a próxima parte que é o jejuno e o William como eu já havia dito toda essa região interna do nosso do de nós temos pregas circulares E essas vilosidades intestinais que vão contribuir para a absorção do nutriente que está no interior desse intestino
quanto mais Perto do duodeno nesse caso jejum maior número de pregas quanto mais distante menor número de pregas circulares e outra coisa que na região do do íleo né que é a porção final nós temos uma grande quantidade de nódulos linfáticos isolados e nódulos linfáticos agregados que são as chamadas placas de pé e não é pô Nemo utilizado que a placa de pé o nome anatômico mesmo e nódulos linfáticos isolados e nódulos linfáticos agregados Então se a gente fosse fazer Um comparativo jejuno e íleo no jejuno e circulares poucos nódulos linfáticos no íleo poucos é
poucas pregas circulares e muitos nódulos linfáticos Esse é um comparativo que a gente tem e quem vai suprir esse intestino delgado basicamente vai ser as artérias jejunais e as artérias e Leais que são Ramos da nossa artéria mesentérica superior então artéria mesentérica superior vai mandar as artérias jejunais e as artérias ileais na essas artérias são esses Arcos Anastomóticos por dentro do mesentério e dos Arcos anastomóticos sai as artérias retas que vão suprir de fato a parede desse desse intestino delgado desse jejum e de cílios é a gente viu ainda agora que o tronco celíaco aqui
em cima ele mandou artéria gastroduodenal e que até a gastroduodenal se bifurcou dando origem a gasto aumentar o direita e artéria pancreaticoduodenal superior anterior pois bem é esta a pega pancreaticoduodenal Superior anterior vai contribuir para a irrigação do duodeno tá Professor mas se tem uma carga pão de gato todo nosso perdi ontem ou tem uma superior posterior correto correto arteria pancreaticoduodenal superior posterior ela sai aqui de cima da artéria gastro é da terra gastroduodenal da artéria gastroduodenal sai daqui e vai contribuir para um suplemento do pâncreas e do duodécimo tá bom As veias são satélites
homólogas você já recebe o Mesmo nome das artérias nós fazemos sentido oposto e por último aqui para finalizar nesse evento tem artéria procriado poder nós superior anterior a gente também deve ter um material para criador de Now inferior e nós temos arteria pancreaticoduodenal inferior ela sai aqui da nossa artéria mesentérica inferior e Supre também o nosso do de nosso pâncreas Bom vamos lá então segmento agora ajudar um pouco sobre nosso intestino grosso Pode bem tô aqui nós temos a porção final do nosso intestino delgado né do nosso jejum Observe que o jejuno e desemboca no
intestino grosso na região direita do nosso abdômen nessa primeira parte dele que é chamada de seco Então essa elevação da mucosa do intestino grosso onde o intestino delgado está desembocando é chamado de papila ileal Essa papila ileal ela tem o Lábio íleo-cólica o que essa parte superior e tem um lábio ileocecal que essa região Inferior e no centro nós temos orifício que eu Washington e Leal tá logo aqui nós temos então o nosso ceku e a Anitta observa que lá na região posterior do século nós temos o óstio apendicular Washington do apêndice vermiforme que vai
comunicar então o século com o apêndice vermiforme nessa região O que é importante a gente pontuar sobre o nosso intestino grosso primeiro muito estimulados ele é formado por essas saculações que a gente consegue observar Esses gogos tá cada saculação dessa a gente chama de austro com H Então esse negócio é formado por vários austrus tá outra coisa enquanto que no intestino delgado nós tínhamos uma camada de músculo circular em uma camada de músculo longitudinal né circular interna e uma longitudinal externa no intestino grosso a camada longitudinal externa ela vai ser restrita a três regiões do
intestino que são chamadas de tênis então nós temos a tenia livre que a Gente consegue verificar aqui nessa imagem nós temos a tênia omental que a gente consegue visualizar aqui nessa imagem e nós temos a tênia mesocólica que fica aqui por trás tá desse lado desse ó e aqui em cima ou tá passando laser Então os únicos locais do nosso intestino grosso que nós temos musculatura longitudinal são as tênias livro A mental e mais alcoólica com exceção das tênias no restante do Intestino grosso nós temos apenas a musculatura circular tá outra coisa que esse intestino
grosso ele tem partes que são peritoneais e tem partes que são retroperitoneais essas partes retroperitoneais compreendem basicamente o colo ascendente e o colo descendente tá o colo transverso eo cólon sigmoide que é esse daqui eles apresentam meso se eles apresentam mezzo eles são órgãos peritoneais ok Ah é Então é muito observar ainda a Presença de vários apêndices de gordura desse intestino O que são os nossos apêndices omentais o que antigamente era conhecido como apendice epiploico e nós temos então gente no nosso time é o direito o século e o apêndice que se continuam com colo
ascendente lá em cima colo ascendente nós temos a flexura cólica direita Na minha chamada de flexura hepática devido ao fígado é o colo transverso logo em seguida nós temos a flexura cólica esquerda também Chamada de flexora gástrica devido ao ao nosso estômago e daqui também tem um ligamento né que a ligamento gastrofrênico que tá o perdão ligamento frenocolico tá saindo do diafragma até o intestino grosso é nós temos o colo descendente do duodeno e nós temos o colo sigmóide a parte do colo sigmóide Se você olhar que a tênia Observe que a tênia aqui ó
como o ator longitudinal ela vem quando chega no reto ela se abre novamente formando uma outra camada E é continuar de musculatura longitudinal então o reto ele já tem a camada de músculo gostou do nosso externa e circular interno tá aí tem um rato canal e termina no olho fiz o que é o anos E aí enquanto que no intestino delgado nós temos pregas circulares no intestino grosso nós temos prega as semilunares porque elas têm formato de meia-lua e nas imagem nós estamos levantando aqui o intestino grosso não colo transverso Se mostrando para vocês o
mesocolo transverso eo mesocólon sigmoide quando levanta assim então colo sigmóide você observa que nós também temos o recesso os ignorou ele aqui por baixo pronto tá passando as artérias e veias ilíacas externas e comuns tá E também o Beta e em relação ao reto você observa que o reto ele tem duas dobras duas fluxo suas uma flexora sacral e uma flexora ano retal né que vai se continuar então aqui com um anos são duas fracções que o reto Tem em torno do eixo sagital e também o reto apresenta 3 pregas internamente a eles a pega
retal superior a prega retal média e a prega retal inferior logo abaixo nós temos a junção ano retal onde a gente consegue os olhos a na imagem aqui ó o plexo venoso submucoso interno do anos tá então é aqui nessa região da submucosa o nós vamos ter várias veias em profundidade né que podem se dilatar e causar as varizes na região do ânus as famosas hemorróidas que conhece nesse Plexo plexo venoso submucoso interno ou no próprio plexo venoso sobre o uso externo tá e quando a Vi Temple essa região do ânus Aventura observa as colunas
a Nice e o seu um anal que a depressão entre uma coluna Now e outra a gente observa que entre uma coluna Now e outra nós temos uma válvula anal né que aquele que consegue verificar melhor essa válvula anal EA região mais profunda dessa da parte da válvula nasal são as criptas Animais e aves saímos também a linha Pet nada que essa linha de transmissão que fica entre a mucosa e a pele e nas imagens de Já falei para você já do plexo venoso interno do plexo venoso externo que pode causar as hemorroidas internas e
as hemorróidas externas e também nós temos a parte da dois fita ainda tem um esfíncter anal interno e o esfíncter anal externo o músculo esfíncter anal interno ele é involuntário então assim que ampola Retal de lata Esse moço que ele já relaxa e quanto que o esfíncter anal externo né que tem a porção é profunda e superficial ele é um músculo estriado esquelético então ele é controlado voluntariamente e logo abaixo nós temos um musculo corrugador do ônibus é são os músculos que a gente encontra nessa porção do nosso intestino irrigação do intestino grosso ela vai
se dar Príncipe preferencialmente não é predominantemente na verdade pelas Artérias mesentéricas superior e inferior e também tá observa que artéria mesentérica superior ela dá a artéria cólica média a artéria cólica média vai subir a maior parte do colo transverso como a gente consegue visualizar aqui na imagem vai dar origem a artéria cólica direita que vai sobre a maior parte do colo ascendente da flexura cólica direita vai dar artéria ileocólica onde é certa ele alcoólica ela vai suprir tanta parte Final do íleo quanto vai irrigar também a região do século e do apêndice vermiforme através o
daqui da do apêndice vermiforme da nossa águia prende qo lá então tudo isso são ramos da artéria mesentérica superior né até Lilian alcoólica artéria cólica direita e artéria cólica média já tá aí a gente aqui é inferior ela vai dar origem a tag a cólica esquerda que vai contribuir também para o colo transverso colo descendente e as artérias sigmoides Várias artérias cerimônias que vão contribuir com a irrigação do colo sigmóide Oi Maicon só no final da artéria mesentérica superior ela está emitindo as artérias reto seguir mods e termina se bifurcando nas artérias retais superiores que
vão suprir a porção superior do reto só que além das artérias retais superiores nós Ainda temos artérias retais médias e até vegetais inferiores a terra reta média Ela é rama aqui ó da nossa artéria iliaca interna então observem aí pegar aorta artéria aorta se me forca nas artérias ilíacas comuns as artérias ilíacas comuns se bifurca novamente em artéria ilíaca externa que desce para coxa e artéria iliaca interna que fica na pelve então a tag linha com a interna ela que vai estar emitindo a artéria retal média e vai emitir também artéria pudenda interna e artéria
pudenda interna ela vai emitir aqui embaixo Artéria retal inferior tá da mesma forma que as artérias As veias também seguem o mesmo trajeto Então nós vamos ter veias retais inferiores vezes retais médias ver e veias retais superiores a via retal inferior e média vão treinar para ver a cava inferior através das veias ilíacas EA via retal superior vai treinar para ver a mesentérica inferior tá então às vezes seguem o mesmo nome da tag A diferença é que todos esses vasos abdominais que nós Vimos eles vão estar levando o sangue predominantemente para uma outra veia chamada
veia porta hepática que vai conduzir o sangue do trato digestivo para o signo é e qual a importância disso o fígado a nossa principal Usina nosso corpo então assim que os nutrientes eles são absorvidos eles precisam primeiramente o filho dos para ser metabolizados para depois cair na corrente sanguínea Então quem faz essa condução é a veia porta Hepática continuando falando um pouco sobre o fígado o fígado ele vai ser esse órgão abdominal a nossa maior glândula do nosso amigo nosso corpo né ele apresenta 4 lobos um lobo direito um lobo esquerdo um lobo quadrado e
um lobo caudado essa é uma vista do fígado uma da face diafragmática dele que é Lisa e brilhosas porque é recoberto pelo peritônio visceral nessa outra imagem Nós estamos vendo uma Face é uma Face visceral do fígado a região inferior Dele Observe né que ela toda marcada que são as impressões que os órgãos abdominais deixam no fígado e enquanto que na fase dia Faço marca não só vê o lado direito e esquerdo não é fácil você vai ver consegue ver direito esquerdo quadrado e saldada vê se consegue ver todos os lobos do fígado aqui é
20 mil consegue visualizar vesícula biliar tá o fundo o corpo e o colo da vesícula biliar que está de ida nessa região do fígado então fica dele Está presa em sua porção atômica através de ligamentos nós temos o ligamento coronário do fígado cada extremidade do ligamento colonario são os ligamentos triangulares do fígado então nós temos ligamento triangular direito esquerdo temos o ligamento falciforme do fígado o ligamento Redondo do fígado isso na face diafragmática tá tô na fase de programar que antigamente falciform ligamento Redondo ligamento colonial e ligamentos triangulares direito esquerdo quando a Gente vira na
face visceral a gente consegue ver ainda o ligamento Redondo aqui consegue ver o ligamento venoso e consegue observar que uma pequena parte do fígado ó ela não é recoberta por território essa área do fígado que não é recoberta pelo peritônio é a área nua do fígado e é observamos que o ligamento Redondo ele fica dentro de uma fissura e é fissura do ligamento Redondo da mesma forma que o ligamento venoso fica na Fissura do ligamento venoso a veia cava superior fica no suco da veia cava superior EA vesícula biliar fica na fossa da vesícula biliar
então quando a gente pega a fissura do ligamento venoso é a pessoa do ligamento Redondo nós separamos o lobo esquerdo do fígado nós temos a fissura sagital esquerda quando a gente pega a o suco da veia cava superior EA força da vesícula biliar nós temos a fissura sagital direita que cê paga logo digo é tudo fígado dos demais Lobo centrais EA região central Aqui nós temos a porta do fígado o local onde estão entrando e saindo os vasos sanguíneos os ductos biliares como ele está entrando a ver a porta e essa porta do fígado se
apaga logo o quadrado do lobo caudado do fígado E aí e como já falei na face e Vi será o filho do tem vagas impressões que os órgãos deixam nele então tem a impressão que o esôfago deixa a impressão que o Estômago Deixa que o duodeno deixa no fígado na impressão cólica direita e a flexura cólica direita deixe aqui nele a impressão renal EA impressão supra-renal tudo isso são marcas que os órgãos que se relacionam com fígado deixa nele e como a gente já viu né então quem vai irrigar o fígado basicamente vai certo ela
é prática própria ela vai estar passando é para o fígado pelo ligamento é pato é paga do adenal é o caminho que ela vai estar seguindo e direção ao Fígado e o que é muito observa é que a tag é porta artéria hepática própria né assim que ela entra no fígado juntamente com a veia porta do fígado elas se ramificam de forma é uniforme então cada região do fígado está recebendo um ramo da artéria hepática um ramo da veia porta e está enviando um ducto biliar Faro então é como se cada parte dessa do fígado
fosse um órgão independente e com a importância Clínica disso se o paciente tem que ver uma lesão por Exemplo um tumor nessa região ele não precisa remover o fígado todo ele só precisa remover esta parte do fígado pô O lóbulo do fígado ele é independente tanto nervoso quanto é vascular Quanto é biliar ele é independente dos demais lóbulos do fígado tá então cada é um desse desse dessa parte daqui a gente consegue visualizar é um lóbulo do fígado no lóbulo hepático não confundam lobo com lóbulo como eu sempre digo a lua iluminou o lulu é
diminutivo então Um lobo é grande nós temos logo direito lado esquerdo logo quadrado e Lobo caudado quando você dividir você tem lóbulos então logo local dado é O lóbulo número um a porção posterior do do Lobo esquerdo é O lóbulo dois a porção anterior do Lobo esquerdo é o lobo três o lobo quadrado é o lobolo quatro e os outros Lobos 5 6 7 e 8 ficam no lobo direito do fígado tá é um lóbulo forma Lobos tá bom então é a bile do fígado foi Produzido ela vai sair predominantemente por dois vasos por dois
duplos na verdade que o ducto hepático direito duplo Tá parte que o esquerdo esse duplo é prático de líquido que ter prático esquerdo se unem no ducto hepático comum e descem pelo ducto colédoco até a papila duodenal maior mas o que acontece quando você não comeu esse esse músculo esfíncter da ampola hepatopancreática ele está contraído então a bile que desceu pelo ducto colédoco ela não vai Conseguir cair dentro do duodeno consequentemente ela vai enxendo aqui né vai enchendo enchendo enchendo e acaba vindo para cá e vai ser desviada para a vesícula biliar a vesícula biliar
Então vai armazenar essa Billy vai absorver água vai deixar essa mini bem concentrada e quando você comer novamente a vesícula biliar contrai e libera a Bíblia através do ducto colédoco e no duodeno juntamente com o suco Pancreático tá Então essa é a dinâmica da secreção da bile o próximo órgão é o pâncreas II o pâncreas é um órgão simples assim pra vou te dar anatomicamente né ele ele é um órgão retroperitoneal ele tem uma calda tem um corpo tem uma cabeça tem um colo né que você paga a cabeça do corpo e esse processo uncinado
essa é anatomia pertinente do pâncreas ele apresenta percorrendo todo o seu grande comprimento o ducto pancreático Principal que vai se juntar com o colégio com a gente já mencionou podendo ou não ter um ducto pancreático acessório levando o suco pancreático da cabeça do pâncreas em direção a porção descendente do duodeno e Leandro lã mista como a gente já viu e com você já deve ter visto na tutoria né Tem uma função endócrina e uma função exócrina a irrigação do pâncreas ela é complexo mandamentos deve uma parte dela né as artérias. Negativo do de Now superior
Anterior superior posterior EA artéria pancada o final é inferior a gente já viu isso é suprir as Anjo do pâncreas e os demais estão vindo da artéria esplênica artéria esplênica ela vai mandar a artéria dorsal do pâncreas a artéria pancreática Magna EA artéria da cauda do pâncreas todas essas três se unem na artéria pancreática inferior tá então essa vai ser a irrigação do pâncreas bem gente Essa foi a nossa aula então né de Sistema digestório espero que vocês tenham compreendendo e qualquer dúvida a gente tira durante a nossa aula prática Ok até mais