Então vamos de novo aos insites aí em cima disso melhora no desempenho são incorporadas ao contexto e treinadas em ambiente domiciliário comunitário para possibilitar o processo de generalização e consecutivamente desenvolver aprendizado então isso foi em resumo que a gente falou agora anteriormente quando a gente melhora desempenho incorpora isso dentro de um tto onde meu indivíduo tá inserido treinando essas habilidades seja no ambiente comunitário ou ambiente do axiliar eu promovo eu oportunizou esse processo de generalização acontecer com isso eu oportunizou que meu paciente tenha aprendizado efetivo todo aprendizado que ele é consolidado ele não é perdido
então se eu treinei uma habilidade ou capacidade Olhei pro contexto que ele tá inserido olhei paraas adaptações que eu preciso orientei fiz esse treinamento para para que isso aconteça em outros contextos preparei meu paciente para desempenhar performar em outros contextos que não só o Clínico ele vai aprender e o sistema nervoso central vai reter esse aprendizado Então pode passar o tempo que for mas aquele aprendizado não é mais perdido ele pode piorar um pouquinho o desempenho a performance Se ele deixar de de fazer aquilo mas ele não perde eh efetivamente aquele aprendizado como um Pou
agora se eu não pensar em todos esses outos outros fatores é aquilo eu vou melor melhorar desempenho mas eu não vou ter aprendizado então o paciente nunca vai reter de uma maneira mais consolidado esse aprendizado que eu tô trabalhando essa habilidade essa capacidade seja o que for eh monitorar nível de atividade frequência de realização padrão de uso posturas eudo mais torna o tratamento melhor direcionado mais eficiente e traz oportunidade de ação preventiva e promotora de saúde então por exemplo se eu faço um acompanhamento Extra Clínica eu sei que o meu paciente fora da Clínica ele
fica o restante do tempo todo na cadeira de rodas por exemplo todas as outras atividades que ele desempenha no dia di del são na cadeira de rodas eu consigo direcionar o meu plano de tratamento de uma maneira mais eficaz então eu consigo treinar as habilidades que ele tem que ter na cadeira de rodas porque é a postura é o dispositivo que ele usa no dia a dia dele mas eu também consigo trazer a oportunidade de dentro do contexto Clínico ele estar em outras posturas eles sair da cadeira pelo benefício secundário então por exemplo se eu
sei que o meu paciente ele é majoritariamente na maior parte do tempo cadeirante ele fica pouco tempo em pé que nem eu já dei esse exemplo anteriormente eu sei que ele tem uma predisposição a ter complicações de um ponto de vista óseo circulatório de dinâmica né de mecânica cardiorrespiratória então eu consigo planejar fazer um planejamento terapêutico para prevenir possíveis complicações e para promover saúde agora se eu não olho pro meu ambiente Extra Clínica eu não consigo atuar como um preventor e promotor de saúde eu vou atuar só em cima da doença orientar acompanhar esse ambiente
Extra Clínica possibilita encontrar as barreiras físicas atitudinais sociais comportamentais e Todas aquelas outras Barreiras a inclusão que a gente sabe que existe eh e e Essas barreiras é o que muitas às vezes impede o nosso paciente de ser funcional reduz o nível de autonomia Independência a participação e a inão então muitas vezes quando a gente olha o paciente como um todo mas eh a gente não enfoca nessas Barreiras que estão acontecendo num ambiente Extra Clínico a gente acaba reduzindo o nível de funcionalidade do nosso paciente consecutivamente é um paciente que é menos funcional tem menos
autonomia menos Independência participa menos das atividades de vida diária tá menos incluí e aí a gente gera um costumo falar do eixo lesional né então a gente gera aí um eixo lesional um padrão lesivo a esse paciente o paciente que ele tá menos funcional do que ele poderia que tem menos autonomia menos independência do que ele poderia ele acaba participando menos das atividades do dia a dia isso gera uma sensação de menos inclusão uma sensação eh de de ele estar à margem né da da participação social gera isolamento social diversos desequilíbrios aí psíquicos emocionais sobrecarrega
os cuidadores E aí isso vai virando uma bola de neve que gera processos de doença mas todo esse raciocínio a gente só consegue fazer quando a gente olha pro indivíduo como a gente não olha pontual só paraa doença que ele que ele apresenta E também porque a gente sabe que orientar eh faz parte da nossa responsabilidade ética então parte dos dos códigos de ética profissional se se vocês forem ler tá lá que é responsabilidade ética do profissional eh fazer essa tradução vamos chamar assim do conhecimento técnico científico pro seu paciente então a gente que tem
a capacidade técnica tem o conhecimento científico é a nossa responsabilidade é a nossa obrigação instruir e orientar essa família e a gente sabe dos Desafios de seguir as orientações famílias às vezes entes ou com dificuldades de desempenhar aquilo que era importante mas a gente tem que fazer o que é da nossa responsabilidade Independente de como aquela família vai vai reagir a essa orientação baixo volume de treino também é um problema das terapias convencionais então é bem simples de entender as terapias convencionais de uma maneira geral Elas têm uma intensidade de treino a baixo do que
é recomendado cientificamente se eu tenho pouca oportunidade de treino se eu tenho terapias com curta duração pouco volume né de terapia pouca quantidade de sessões Eu tenho pouca oportunidade de treinar aquela habilidade e capacidade se eu tenho pouca oportunidade de treinar a minha resposta vai ser muito aqui isso a gente já sabe então os insights aí os estudos TM cada vez mais recomendados tratamentos intensivos na busca da melhora por funcionalidade dos pacientes então o nível de evidência para tratamentos intensivos ele ele está muito alto para diversos diagnósticos e tem estudos aí só para vocês terem
ideia que recomenda em torno de 15 a 25 horas de Treinamento por objetivo traçado Então dependendo do Objetivo que eu tracei ali junto com a família na copm do nível de complexidade daquela tarefa que eu vou treinar o que os estudos mostram é que é necessário em torno de 15 a 25 horas mensais de Treinamento só para essa tarefa então se eu imaginar que eu traço lá com a família que eu vou trabalhar por exemplo quatro objetivos eu preciso essa quantidade de horas vezes quatro segundo alguns estudos e se a gente olhar paraa terapia convencional
de treino é muito inferior a isso a gente começa a entender o por de Às vezes a gente não tem a mesma resposta do nosso paciente numa terapia convencional e nos métodos intensivos e por fim o último a última problemática aí da terapia convencional acaba sendo a segmentação eh do planejamento terapêutico Global então primeiro ponto eh existem terapias convencionais que sequer fazem planejamento terapêutico então é uma terapia que ela é Só Feita não tem esse essa dinâmica de centrar sentar com a família traçar objetivos funcionais colocar a família como um participante ativo do processo de
reabilitação e montar um planejamento terapêutico para atingir aquele objetivo então o primeiro ponto muitas terapias convencionais nem tem planejamento terapêutico e quando tem muitas vezes ele é um planejamento segmentado porque às vezes a terapia ela é uma terapia por exemplo que ela é aplicada só por fisioterapeutas então mesmo que tenha um planejamento terapêutico ele vai infocar às vezes só uma questão motora que lógico que é importante mas não é o único fator que tá impedindo o meu paciente de ser funcional eh as terapias convencional em geral Elas têm uma ausência de interdisciplinaridade no acompanhamento e
na intervenção com os pacientes então não não são métodos que são na sua essência multiprofissionais mais interdisciplinares assim como métodos intensivos são e o que que isso traz Pensando até de uma ótica do terapeuta na Ótica de quem tá lá na ponta atendendo esse paciente traz uma sobrecarga para essa área ou para esse terapeuta porque a gente sabe que esse olhar Global sobre o indivíduo ele vai avaliar nem a gente falou lá no modelo no modelo biopsicossocial questões motoras questões sociais questões psíquicas e que uma uma incapacidade de desempenhar uma determinada habilidade função e tudo
mais e ela não está correlacionada com um único fator Então as incapacidades dos nossos pacientes elas são multifatoriais E se o meu a minha modalidade terapêutica a minha terapia convencional disponibiliza pro meu paciente por exemplo só atendimento de psicologia e fonodiologia paciente com té Ele só tem atendimento de psico de F dentro daquela abordagem dentro daquela terapia a gente sabe que Muito provavelmente vai ter alguma lacuna vai ter alguma coisa do desenvolvimento dele que não tá sendo olhada e trabalhada por falta de profissionais nessa equipe interdisciplinar por falta de um planejamento terapêutico Unificado global e
essa falta muito provavelmente vai impactar e vai dificultar uma efetiva melhora na funcionalidade do meu paciente então os insights aí para esse ponto planejamento terapêutico interdisciplinar aumenta a possibilidade de estratégias assertivas para melhora de funcionalidade então uma vez que eu tenho um planejamento terapêutico que ele é feito de maneira interdisciplinar eu tenho muito mais possibilidade de traçar estratégias que vão ser efetivas vão ser eficazes na melhora da função do meu paciente se eu não tenho planejamento eu não tenho equipe interdisciplinar vai ser muito difícil eu conseguir olhar de maneira Global o meu paciente e proporcionar
uma melhora efetiva de função tratamento interdisciplinar ele avalia e trata o indivíduo como um todo reduzindo a possibilidade de lacunas de desenvolvimento então que nem eu citei anteriormente a gente sabe que determinadas áreas do desenvolvimento neuropsicomotor dos nossos pacientes são de maior conhecimento técnico de um ou de Outra área de um ou de outro profissional e a quando eu tenho uma equipe multiprofissional olhando de maneira Global meu paciente conversando criando um plano de tratamento Unificado eu consigo minimizar a chance de que alguma lacuna alguma coisa do que era importante de de existir não esteja sendo
vista e planejamento terapêutico com objetivos em comum com colaboração e cooperação dentro da equipe de busca de objetivos diminuir a sobrecarga e a ocorrência de falhas então é um um raciocínio meio Óbvio se eu tenho uma equipe interdisciplinar trabalhando em cima de um mesmo objetivo eu diminuo a sobrecarga nenhum área específica então por exemplo eu tô trabalhando comunicação alternativa com paciente se esse é um objetivo de todas as áreas esse paciente vai treinar e vai usar a comunicação alternativa na fisio na folo na to na psicologia na MCO terapia em todas as áreas se tá
todo mundo trabalhando em cima de um mesmo objetivo primeiro que eu aumento a oportunidade do meu paciente eu aumento o volume de treino e não passa a ser um um objetivo uma função exclusiva por exemplo da fon fazer com que o paciente aprenda a utilizar esse recurso Ele é um objetivo que tá sendo trabalhado por todos ele é um objetivo comum a todas as áreas se ele é comum diminua a ocorrência de falhas então eh a chance de eu falhar naquele meu objetivo de atingir por exemplo o uso efetivo de uma comunicação alternativa ele acaba
sendo menor porque eu tenho vários profissionais várias áreas várias oportunidades eh pro meu paciente fazer uso desse então chance dele falhar não aprender eh a utilizar esse recurso acaba sendo menor e aí que veio a principal sacada desse cara para quem não conhece esse é o Renato eh que é o criador dos métodos intensivos do treino do MIG foi a principal sacada foi o principal Insight que ele teve Então se a gente entrasse na cabeça dele eu acho que foi essa pergunta que ele se fez há há alguns anos atrás o Renato veio da terapia
convencional atendimento em suos Clínico particular e ele olhando pros processos e paraa forma como ele desempenhava o tratamento dos pacientes dele ele enxergou tudo isso então ele enxergou que existia excesso de padronização baixo volume de treino eh não havia orientação eh parental não havia um acompanhamento Extra clínica então tinham aí várias lacunas várias problemáticas na terapia convencional E aí ele buscou criar alguma coisa que fizesse a diferença que fosse diferente diso e aí foi quando surgiu giram os métodos intensivos então de uma maneira geral a gente entende Que métodos intensivos seja ele treine ou B
eh ele tá dentro de um contexto daí de um processo de Reeducação e Reabilitação neurológica intensiva então é dentro desse contexto que a gente aplica os métodos intensivos não vou entrar no mérito de cada um falar de cada um de maneira muito individualizada porque is se Vocês conseguem ler nos documentos que a TR disponibiliza Ou a gente pode até montar uma uma outra aula mais específica se for no caso mas de uma maneira geral a gente tem o Trino que é direcionado mais a a crianças com diagnósticos né crianças e adolescentes com diagnóstico de paralisia
cerebral trissomia do 21 lesão medular mielo traumatismo cren encefálico e AVC e alguns outros diagnósticos e o Big que é mais direcionado aí para transtornos globais do neurodesenvolvimento e o transtorno do espectro autista Então essa foi a o Insight do Renato pegar tudo que existe de problemática na terapia convencional e criar uma metodologia que tivesse uma proposta metodológica diferenciada e que solucionasse essas problemáticas pra gente trazer uma melhora efetiva na vida dos pacientes