[Música] [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Aplausos] [Música] cabelos pretos, eh, olhos pretos, eh, estou vestindo uma blusa de mangas três quartos na cor laranja. Eh, estou usando também um óculos de armação e acetato na cor bege. Meu sinal em Libras é a letra L, né?
Passando aqui por trás da orelha. Gostaríamos de agradecer nesse momento a participação dos professores e professoras da rede de ensino estadual e ao público em geral que nos acompanha ao vivo nesse canal oficial da CEC. Aos que não puderam participar de forma síncrona, informamos que a aula está sendo gravada e ficará disponível nesta plataforma.
Aos quase 300 cursistas inscritos no curso de formação, inclusão e equidade com tecnologias educacionais para a recomposição das aprendizagens, informamos que esta é uma realização da Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e do Lazer por meio da Coordenadoria de Desenvolvimento Escolar, CODES, e da Coordenadoria de Inovação e Tecnologias Educacionais Cointe, por intermédio da Subcoordenadoria de Educação Especial, SUESP, está alinhado ao Plano Estadual de Educação, PEE, no que concerne as dimensões, dimensão um, que versa sobre a universalização, expansão e democratização do acesso à educação básica. Dimensão dois, sobre a qualidade da educação básica, condições de aprendizagem, avaliação e melhoria do fluxo escolar. O curso tem como premissa capacitar professores para utilizar tecnologias educacionais de forma acessível e inclusiva.
A formação com carga horária de 40 horas é distribuída em quatro módulos. Os encontros serão todos os exibidos neste canal e seguirá a sequência das próximas terças feiras, dias 22 e 27 de julho e 29 de julho, perdão. Sempre no mesmo horário, das 15 às 16:30, iniciando com a aula do módulo, seguida pelo momento de interação com os ministrantes através do chat no canal do YouTube.
sobre a mediação de nossa equipe técnico-pedagógica que estará disposta para atendê-los, contando sempre com o apoio dos intérpretes, garantindo acessibilidade linguística. Nesse momento, estão aqui conosco para fazer essa mediação a intérprete Gedriana Lima e Maira Silva. Para a mediação da temática de hoje, a Escola e o Desenho Universal para Aprendizagem apresenta uma síntese do currículo acadêmico e profissional do nosso ministrante, professor Felipe Lucas de Souza.
Ele é pedagogo, graduado também em Letras Espanhol, especialista em psicopedagogia e mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Especial da UFRN. Atualmente é professor vinculado à CEC RN, atuando na subcoordenadoria de educação especial. tem experiência na área de educação com ênfase em educação especial com temas como sala de recursos multifuncionais, acessibilidade textual, linguagem simples e educação inclusiva.
Desse momento, pedimos a vocês que aguardem um instante, que logo retornaremos com a fala do professor Felipe Lucas. [Música] เฮ [Música] เฮ [Música] Ah. [Música] เฮ [Música] Olá a todas as pessoas.
Hoje iniciaremos o segundo módulo do nosso curso de formação. Inicio fazendo minha autodescrição. Sou um homem de pele parda, cabelo preto curto e levemente ondulado.
Tenho sobrancelhas espessas, olhos castanhos escuros e rosto arredondado com a barba rala. Estou usando uma camisa Polo azul claro e estou sentado na mesa com o notebook à minha frente. Meu sinal em Libras é a configuração do F, apontando para um sinal que eu tenho no meu braço direito.
Nossos slides são padrão do governo do Rio Grande do Norte com fundo branco, marca d'água do brasão e margem inferior colorida. Nosso primeiro slide, né, tem os símbolos da Suespint e da Secretaria de Educação, o com o slogam do nosso curso e tá escrito módulo dois, a escola e o desenho universal para aprendizagem. É uma alegria estarmos juntos novamente para refletir sobre práticas que tornam a escola o ambiente mais inclusivo.
Hoje vamos aprofundar um tema de fundamental importância para quem atua na educação inclusiva, que é o desenho universal para aprendizagem. Essa proposta não apenas amplia a forma como pensamos o currículo, mas transforma a maneira como nos relacionamos com a diversidade de todos os nossos estudantes. Pode passar um slide.
os caminhos da nossa aula. Vou iniciar falando pro um pouco do desenho universal. Depois esse desenho universal, ele chega à escola, chega à aprendizagem e se transforma no desenho universal para aprendizagem.
E ao final trago o exemplo de algumas práticas, atividades utilizando o princípio do dua. Vamos juntos entender as origens, os princípios, principalmente como o dua pode ser aplicado na prática. Nosso tempo será dividido em três momentos com conceitos e fundamentos, princípios e aplicações práticas.
Passar o slide. Começando pelo conceito de desenho universal, ele surge nos Estados Unidos nas décadas de 1970 a 1990 como resposta às demandas de acessibilidade para pessoas com deficiência nos espaços físicos urbanos. O arquiteto Ronald Mes foi o pioneiro ao propor que produtos, ambientes, serviços fossem desenhados desde o início para serem acessíveis a todas as pessoas.
sem a necessidade de uma adaptação posterior. Voltando pro slide, origens do desenho universal. Nos anos de 1970, a lei de reabilitação profissional nos Estados Unidos proíbe a discriminação.
Já nos anos de 1990, Ronald M, uma pessoa com deficiência, idealiza construções acessíveis para todos. No Brasil, nós temos a lei número 13. 146 146 de 2015, que estabelece o Estatuto da Pessoa com Deficiência.
Lá no artigo terceiro, o Desenho Universal, né, tá definido como concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem usados por todas as pessoas, sem a necessidade de uma adaptação ao projeto específico, incluindo tecnologias assistivas. Passando o slide, chegamos aos sete princípios de desenho universal. são o de igualitário, ou seja, são espaços e produtos utilizáveis por pessoas com diferentes deficiências ou crianças, idosos, criados igualmente para todos.
Temos o princípio do abrangente, significa dimensões apropriadas para acessar, alcançar, manipular e utilizar produtos e ambientes. Baixo esforço, conforto na utilização, minimizando ações repetitivas. Seguro são produtos e ambientes idealizados para diminuir os riscos e consequências de acidentes.
Intuitivo, uma comunicação e informação que atenda ao público receptor nas suas diferentes aplicações. uma linguagem, né, mais simples, óbvio, de fácil assimilação e compreensão, independente de experiência, habilidade ou conhecimento, né, nível de de escolaridade, ele tem que ser óbvio. E adaptável, produtos ou espaços adaptáveis para atender a todos, para qualquer uso.
Essa proposta se consolidou nos s princípios do desenho universal aplicados inicialmente para a arquitetura. Passando o slide, trago um exemplo prático. A rampa de acesso.
Tem uma imagem no slide que é uma rampa junto com uma escada e trazendo os princípios, né? Essa rampa ela é igualitária, ela é acessível a todos, crianças, idosos, pessoas com dificuldade ou com deficiência. Ela é segura, né?
A partir do momento que eu subo na rampa, eu tenho algum perigo, tenho o caminho a seguir? É de baixo esforço? Sim, faço locomoção.
É intuitivo, o uso é compreensível. A partir do momento que eu entro nessa rampa, é só eu seguir reto, né, que eu vou chegar ao meu caminho. Inserir outros dois exemplos, né?
Trazer o quê? O exemplo do da porta de um shopping, por exemplo, que ao se aproximar essa porta ela já abre. Então, o que essa porta essa segura, tá projetado dentro das normas da ABNT, no nosso caso o Brasil, né, que é a Associação Brasileira de Normas Técnicas.
É de baixo esforço, sim, facilita a locomoção. Eu só preciso passar pela porta porque ela já abriu sozinha. E um exemplo também das maçanetas.
Alguém já viu, né? Uma maçaneta daquelas redondas que tem um pouco de dificuldade. Se a gente até tiver com a mão da gente um pouco suada, a gente nem consegue abrir.
Então ela não atende esses princípios do desenho universal. Ela não é o quê? Igualitária, acessível a todos.
Se eu tiver até com alguma coisa na mão, né, com a mão ocupada e for tentar abrir ali com o cotovelo, eu não consigo. Diferente de outros tipos de maçaneta. Então, o desenho, o desenho universal serve de parâmetro para a utilização desses serviços ou produtos, se eles estão acessíveis ou não.
Passando o slide, né, chegamos nas tecnologias assistivas e o desenho universal. O que são tecnologias assistivas? são produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que promovem a funcionalidade relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida, visam proporcionar autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.
Qual a relação com o desenho universal? O desenho universal engloba as tecnologias assistivas que possuem a função de quebrar barreiras. Nem todos são projetos para uso de todas as pessoas.
Exemplos de tecnologias assistivas que não têm sua essência ao desenho universal são as próteses e as hortes elaboradas para pessoas específicas. Ou seja, elas são pensadas para remover barreiras específicas, permitindo que uma pessoa realize atividades do cotidiano ou escolares com mais autonomia. Portanto, enquanto a tecnologia assistiva atende a necessidades individuais, o desenho universal pensa em soluções universais, já que contemplem a diversidade humana desde o início.
Até agora falei do desenho universal e a partir de agora ele chega, né, ao aprendizagem, a aprendizagem chegando à escola. O desenho universal para aprendizagem, ele foi desenvolvido pelo CAST, que é o Centro de Tecnologia Especial Aplicada, que desenvolveu todo o conceito do desenho universal para aprendizagem. tem o objetivo de eliminar barreiras pedagógicas com o benefício de que todos aprendem com o mesmo recurso e o resultado, uma inclusão efetiva no ambiente escolar.
Diferentemente das adaptações pontuais que fazemos após receber as dificuldades dos estudantes, o Dua propõe o planejamento desde o início para todos, ou seja, pensar aulas, avaliações e materiais que que considerem a diversidade como ponto de partida. O dua não é só uma ferramenta pedagógica, é uma abordagem ética centrada na equidade. Passando o slide, chegamos no conceito e objetivos do DUA.
Inclusão efetiva. O Dua consiste em um conjunto de princípios que objetiva maximizar as oportunidades de aprendizagem para todos os estudantes, não apenas aqueles com deficiência, materiais universais. Na perspectiva do dua, o material pode ser utilizado por todos na sala de aula, beneficiando outros estudantes na compreensão dos conteúdos ensinados.
Auxílio aos educadores. Auxilia os educadores a adotarem modos de ensino adequados, escolhendo e desenvolvendo materiais e métodos eficientes para avaliar o progresso de todos os estudantes. Socialização promove a inclusão do dicente com deficiência no ambiente natural da sala de aula, bem como a socialização com os demais colegas.
sintetiza de forma muito objetiva os principais objetivos do desenho universal para a aprendizagem. E gostaria de destacar que o DUA não é apenas uma metodologia, ele é uma mudança de olhar sobre o que é ensinar e aprender com equidade. Diretrizes do DUA: acesso, aumentar acesso à metaaprendizagem, a diretriz de apoio que busca auxílios pedagógicos.
funções executivas, associações das funções executivas em todas as redes de aprendizagem. Essas três diretrizes devem estar presentes em todas as decisões pedagógicas, desde a escolha dos materiais até a forma de avaliar. São elas que tornam o DUA uma abordagem verdadeiramente inclusiva e transformadora.
Passando o slide, chegamos nos benefícios da abordagem do DUA. Uso universal, o uso de todos no ambiente natural da sala de aula. Equidade proporciona um ambiente de aprendizagem com equidade, permitindo a socialização, inclusão efetiva, contribuindo para uma sociedade com equidade no cumprimento dos direitos previstos em lei.
Autonomia permite que os estudantes construam sua autonomia e conhecimento de forma associada à sua realidade. O DU oferece um caminho para superar a ideia de que precisamos fazer adaptações para alguns. Em vez disso, propõe um currículo acessível para todos desde o início.
Isso inclui acolher diferentes ritmos, ampliar formas de interação e promover participação ativa e autonomia, valorizando a diversidade como ponto de partida do planejamento do educando. Transformação pelo Dua. É importante reforçarmos que o desenho universal para aprendizagem não é apenas uma proposta técnica ou uma metodologia, mas sim uma mudança profunda na forma como pensamos a educação.
Uma transformação necessária e urgente na educação. Cada estudante é parte do processo, independentemente de suas capacidades. Uma inclusão com fator vital para o progresso da sociedade.
a importância também da individualidade dentro do coletivo no desenho universal para aprendizagem que vai além da acessibilidade com foco, pode passar que vai além da acessibilidade com foco no estudante, centro do currículo no estudante, não nas dificuldades desse estudante. Uma flexibilidade curricular, processos didáticos naturalmente acessíveis. e acessibilidade universal.
Processos didáticos naturalmente acessíveis a cada estudante. Este slide no nos convida a dar um passo além da ideia tradicional, aquelas que muitas vezes limitadas a rampas, pisos tates, brail, a libras. Aqui estamos falando de uma acessibilidade pedagógica e curricular baseada nos princípios do desenho universal para aprendizagem.
estão aí como peças de um quebra-cabeça que quando encaixadas revelam uma escola mais humana, mais justa, mais verdadeira e inclusiva. Falando em flexibilidade curricular, falo também do plano de aprendizagem, romper, né, com aquele paradigma de plano de ensino e adotar um plano de aprendizagem voltado mais para as aprendizagens dentro do ritmo dos estudantes. Flexibilidade, mudar estratégias para atender ao todo da turma.
Um trabalho colaborativo. O professor não precisa ser especialista na deficiência do estudante. E um redesenho, ampliar práticas e recursos didáticos para incorporar cada estudante.
Objetivos de aprendizagem claros. Definição clara. O objetivo de aprendizagem precisa ser muito bem pensado e claro, sobretudo pelo frato de Udua.
Não exigir que todas as atividades sejam redesenhadas, só as que são necessariamente. Reflexão docente. Antes de excluir do plano de aprendizagem do estudante uma atividade, é importante que o docente reflita se o objetivo de aprendizagem está adequadamente definido.
E uma adaptação adequada, identificar se é necessário redesenhar o currículo para garantir a flexibilidade requerida ou se basta alterar materiais e métodos mantendo o objetivo original. Empatia e transformação. Empatia como base.
No âmago doa encontra-se a virtude da empatia, considerada primordial para que ocorra o processo de ensino e aprendizagem, que vai além do currículo. A empatia declarada pelos estudantes não está prescrita nos currículos, mas na abordagem dua ela ocorre em cada momento. Uma observação atenta.
Ao adotar a empatia como orientação central, os educadores se tornam observadores atentos não apenas aos aspectos funcionais de um ambiente de aprendizagem. Pode passar. Para se chegar a uma visão de mundo mais inclusiva.
Celebração da diversidade. O Dua é muito mais do que uma abordagem de redesenhos de práticas, materiais didáticos e avaliações para estudantes com deficiência. É uma visão de mundo em que a diversidade é celebrada.
Igualdade de oportunidades. Molda o futuro no qual cada decente tem a oportunidade de atingir o seu potencial máximo, promovendo a equidade na educação. Criatividade e expressão.
Coloque em pauta a criatividade. Explora novas formas de aprendizado, estimulando formas de expressão e encoraja cada sujeito a voar livremente em sua jornada educacional. Pode passar.
Chegamos agora nas estratégias baseadas em princípios, que são os três princípios do DUA. O primeiro princípio é do engajamento, que considera que os estudantes possuem diferentes estímulos de motivação, ou seja, os alunos podem ser motivados por projetos interdisciplinares, escolha de temas, uso de jogos, tecnologias educacionais, rodas de conversa. O segundo princípio da representação indica diferentes formas de como os estudantes percebem e entendem a informação com abordagens distintas.
São diversos meios de apresentar o conteúdo. Pode ser um vídeo, um infográfico, áudio, experiências práticas, imagens e linguagens simples. E o princípio da ação e expressão sugere proporcionar ao estudante múltiplas maneiras de navegar pelo ambiente de aprendizagem, processar informações e demonstrar o que sabe, seria de como os estudantes vão demonstrar aquilo que eles aprenderam.
Em vez de apenas provas escritas, que tal propor apresentações, mapas mentais, vídeos, dramatizações ou podcasts, por exemplo. A partir desses princípios, pode passar o slide. O a imagem é um quadro colorido dividido em três colunas verticais, cada uma representando um dos três princípios do dual.
Cada coluna é identificada por uma cor, um ícone de cérebro e o nome do princípio. O primeiro princípio do engajamento está na cor verde, o princípio de representação está na cor roxa e o princípio da ação e expressão está na cor azul. Esse esse esquema foi criado pelo Cast, está disponível no site, né, que eu deixei como referência lá no nosso módulo.
E quem achar interessante pode ter acesso, né? Você clicando em cada ícone desse, ele vai abrir uma explicação de determinado princípio além das diretrizes, tá certo? Agora vamos mostrar os exemplos práticos de atividades que foram realizadas na perspectiva do DUA.
Lembrando que todas essas atividades que vou mostrar agora são resultados de pesquisas científicas e estão em formato de artigo ou fazem parte de uma dissertação ou de uma tese. Então assim, como pegar essas esses princípios e diretrizes do desenho universal e transformar na prática, né, na escola, como eu faço na aula. O que que eu vou fazer?
Meu primeiro exemplo seria o Pode passar o slide. seria o dominó orgânico oxigenado. O jogo didático foi criado fazendo referência ao tradicional jogo de dominó, o qual pode ser utilizado com recurso didático nas aulas para discutir conceitos relacionados às funções orgânicas oxigenadas.
Na imagem nós temos os seis números, os seis peças, né, de dom menor, que são substituídas na parte de baixo pelas funções orgânicas, né? que nós temos o álcool, o fenol, cetona, éter, aldeído, ácido carboxílico e o ester. E na parte de cima nós temos o o a peça que representa o zero, o 1, o 2, o 3, o 4, 5 e o 6.
Então, ao substituir as numerações originais do jogo pelas funções oxigenadas, se obteve a representação das funções orgânicas em substituição à numeração comum, como organizado que a gente tá vendo. E é compatível com o jogo de domin tradicional. As regras são similares, você precisa, né, encontrar os pares e quem conseguir ficar com menos peças é quem ganha o jogo.
Pode passar o slide. Cada uma das funções orgânicas escolhidas foi representada por uma forma molecular simplificada, nome ou exemplo aplicado ao seu uso no cotidiano, como pode ser observada em uma representação simplificada de todas as 28 peças. Então, na imagem eu trago as 28 peças do dom menor, em que a numeração foi substituída pela fórmula molecular ou pelas funções orgânicas oxigenadas, né?
Então nós temos, como eu disse, o álcool, o ácido carboxílico, fenol, hetter, cetona e assim por diante. E o objetivo do jogo é aquele bem conhecido do dominó, encontrar os pares e ganha quem tiver o menor número de peças. Passando o slide, trago três imagens, né, que foram como ficou o resultado, né, desse dessa adaptação.
Então, as peças do do dom menor ficaram em folhas A4 com a fórmula molecular com EVA e as ligações com o barbante. Além disso, nós temos o nome e também sua forma no braile, que foi usado com EVA, né, colando as bolinhas para ficar em alto relevo. Adaptações que foram feitas de modo bastante detalhista no jogo, como a construção em alto relevo, EVA e representação dos átomos, ligações químicas com formatos diferenciados e escrita em base.
Passando o slide, aqui está um resumo sistemático da construção desse jogo, segundo os princípios do DUA. Então, o nome do jogo ficou Dom do DU. Então, assim, ele é igualitável, tem flexibilidade de uso, é simples e intuitivo, informações de fácil percepção, tolerante a erros, baixo esforço físico, dimensão e espaço para acesso e uso de todos.
Pode passar o segundo exemplo, a construção da tabuada da multiplicação. Essa tabuada, também conhecida como tabuada pitagórica, é um material usado para cálculos numéricos por meio do sistema de interseções. É uma tabuada que bem conhecida em muitas escolas é possível encontrá-las.
Para calcular por meio dessa tabela o produto de dois números quaisquer, basta localizar o multiplicando na primeira linha e o multiplicador na primeira coluna. O resultado é o encontro dessas linhas. Então, na primeira imagem, eu tenho uma tabuada com 10 colunas e 10 linhas e na cor de EVA, né, na cor rosa.
E na segunda imagem eu também tenho 10 colunas e 10 linhas, sendo que foi inserido, né, o número em libras e também os números em braile. As cores também foram pensadas para ter o contraste e ficar mais acessíveis. Passando o slide, eu aproximo mais, né, a imagem pra gente ver os números em libras e em braile.
Os números nas colunas e nas linhas estão escritos em braile e em Libras. É um corte na diagonal superior também que indica a correta posição da tabuada. foi pensado em cores contrastantes, roxo e amarelo.
Ainda o recurso possui textura tátil com reconhecimento ao toque. Com isso, percebemos que o material é versátil, podendo ser empregado de diferentes formas na sala de aula. Pode passar.
Chega agora o jogo do Batalha Naval. o jogo, né? Naturalmente, os jogadores tentam adivinhar a localização dos navios do adversário em um tabuleiro.
Nessa atividade, o redesenho do jogo Batalha Naval, a sua estrutura pode ser associada aos conceitos de plano cartesiano. Possibilita trabalhar com a construção de triângulos retângulos e a aplicação do teorema de Pitágoras nas construções geométricas. Tenho duas imagens.
Na primeira imagem, um um tabuleiro, né, de papelão com 25 furos. Na primeira coluna do 1 ao 5 e na primeira e na última linha do Ao e. Na segunda imagem, eu trago esses dois tabuleiros divididos ao meio por uma por outro papelão, para que o jogador de um lado não consiga ver o tabuleiro do outro lado.
Na imagem também nós temos o as peças em braile, né, que no próprio artigo foi detalhado, né, que houve uma adaptação, que esse aí foi só um projeto que eles fizeram e depois eles consertaram os números em em BR, que depois eles perceberam que não estavam na ordem sequencial correta. Passando o slide, o jogo em si ainda trazia uma proposta nova. Caso o jogador escolhesse travar o desafio pitagórico com o seu oponente, ele deveria escolher três tiros já feitos por ele, a serem utilizados como os vértices de um triângulo retângulo para calcular o valor da hipotenusa.
Então, se o jogador desafiante acertar, o jogador desafiado deverá informar a ele um ponto de seu campo, a sua escolha, que está ocupado por uma de suas embarcações. Então, trago duas imagens também. A primeira o tabuleiro com os 25 furos, só para exemplificar.
E ao lado trago 25 furos, né, com na primeira coluna do 1 ao c e na primeira linha do A ao E, onde forma-se um triângulo da na junção do A1, do A3 ao D1. E forma-se esse triângulo para fazer o desafio pitagórico. Se o oponente acertasse, no caso, ele ganharia.
Pode passar o slide. Trago também um um plano de aula no eixo literário, né, de língua portuguesa. O que que diz aqui esse plano?
Ele diz que a disposição das cadeiras, né, em semicírculo no chão, onde o professor traria um pano colorido e espalharia pelo chão. Colocariam livros de literatura e coleções do PNLD literário para que os estudantes pudessem escolher a leitura do dia. Ao final, eles iam fazer uma ilustração ou um desenho sobre a história escolhida.
Nisso o professor, né, iria incentivar, fazer uma leitura, motivar aqueles alunos com os livros espalhados no chão. E vem a pergunta, né, só isso, né, que eu não trouxe materiais mais elaborados, como os outros exemplos, só esse plano em fastar as cadeiras, colocar um pano no chão, eu atendo aos princípios do desenho universal? Sim, por princípio um, aquele do enganjamento que a gente viu, os estudantes podem se sentir motivados a apreciar, incentivar autonomia, à escolha pessoal do próprio livro de acordo com o seu gosto.
Então isso é motivação pessoal através de da sua curiosidade, estimular a sua curiosidade. Princípio dois, proporcionar múltiplos modos múltiplos de representação, leitura da história e consequentemente a exploração dessa história, além da manipulação dos livros pelos próprios estudantes. E o princípio três, proporcionar modos múltiplos de ação e expressão.
ilustrar ou desenhar após a leitura da história, a parte da história que mais tenha gostado, por exemplo, e ou reconto de maneira oral sobre a compreensão da história. Ou seja, eu demonstro de diversas formas como eu aprendi aquele conteúdo. Tem a imagem aí, né, de uma tabela que seria o plano de aula, onde eu trago três círculos que estão destacando o princípio um, o princípio dois e o princípio três.
Passando os slides, chego em outra sequência didática usando os princípios do DUA. Essa aula propõe uma sequência na área de linguagens e suas tecnologias, componente curricular de língua portuguesa, campo jornalístico mediático com o tema da guerra Rússia e Ucrânia. O, essa sequência é proposta de forma de que em apresentar o tema da guerra para os estudantes, de forma que eles possam ver através de jornais, revistas, vídeos, eh links, o tema e a partir daí esses alunos iriam escolher, né, de que formas eles preferiam ter acesso ao assunto.
E o professor iria incentivando com aquela conversa inicial. Ao final da aula, seria proposto que eles apresentassem o que eles aprenderam na aula, de forma que que pudesse ser um um uma apresentação oral, uma discussão ou uma apresentação mesmo com slides, com cartolina, independente da escolha dos alunos. Passando o slide, chegamos aos princípios.
Esse plano também atendeu aos princípios do desenho universal. Princípio do enganjamento. É contemplado ao permitir que os alunos escolham temas relacionados à suas vivências, discutam notícias reais e participem de debates, o que favorece a motivação e o envolvimento ativo.
Então, o princípio ali proporcionar vários meios de representação, proporcionar vários meios de ação e expressão e proporcionar vários meios de enganjamento. Para representação é garantido pela diversidade de fontes. foram textos jornalísticos, vídeos, mapas e imagens, possibilitando diferentes formas de acesso à informação.
Já o princípio da ação e expressão é explorado a oferecer aos alunos múltiplas maneiras de demonstrar o que eles aprenderam, como produção de textos optativos, mapas mentais e apresentações orais, respeitando diferentes perfis de aprendizagem. Com isso, a aula promove a inclusão, pensamento crítico, empatia e letramento digital. Aliandos integralmente aos fundamentos do Dua.
No próximo slide trago o jogo Bingo da Soma, que inclusive na aula inaugural foi até citado pela professora Cláudia Crans. Na imagem eu tenho duas duas linhas com seis colunas. A primeira tá em branco e as outras vai dois ao 12.
e a adaptação dela nos mesmos conformes, né? Duas linhas com seis colunas. Mas como elas estão?
Elas estão com cores, né, em azul e amarelo. Estão com números maiores destacados na cor amarela, com números em libras também em braile. E lá no lado superior direito com o corte transversal para identificar qual a posição correta.
Como funciona o jogo bingo da soma? Cada aluno recebe uma cartela, né, com o resultado das somas, que são essas que vocês estão vendo. E os números das adições são sorteados pelo professor ou pelos próprios alunos.
Quem completa a cartela primeiro vence. O bingo das somas exemplifica, assim como todos esses essas atividades que eu trouxe para vocês, como os jogos planejados sobre o dua podem remover barreiras de aprendizagem. respeitando diferentes ritmos e estilos e promovendo a aprendizagem colaborativa em ambientes inclusivos.
E para finalizar, é importante lembrar que aplicar o desenho universal para aprendizagem não é apenas uma questão técnica ou um método, mas uma postura profissional e ética docente. o compromisso de planejar e agir com a certeza de que todos os estudantes têm o direito de aprender e que é nossa responsabilidade criar caminhos acessíveis para isso. Nessa imagem tem quatro figuras aí, né?
quatro imagens onde tem um campo de futebol ao fundo. Na primeira tem o nome desigualdade. Então assim, ao fundo campo de futebol com três três jovens, né, com o muro à frente, onde na desigualdade só quem consegue assistir o que está do outro lado do muro seria o maior.
O menor não assiste nada e o outro vê em partes. Já no segundo, que tem o nome de igualdade, eh todos recebem recursos para melhorar essa observação, sendo que o primeiro fica mais alto ainda, né? consegue ver melhor.
O do meio ainda continua sem ver nada e o do lado já consegue ter acesso ao campo. Na equidade, só quem quem recebe o maior, os maiores recursos, né, é o menor que não estava conseguindo ver nada. E a partir de agora ele consegue ver junto com os outros dois.
e o desenho universal, o muro é retirado de forma total, não precisando, né, fazer ajustes posteriores. Então, na desigualdade, as oportunidades são diferentes para cada pessoa e não há nenhum tipo de suporte que corrija isso. Na igualdade, fornecer os mesmos recursos para todos não garanta os mesmos acessos, pois não leva em conta as necessidades específicas de cada um.
Na equidade, trata-se de ajustar os apoios conforme as necessidades individuais alcançadas por eles. E o desenho universal, o foco está no ambiente, então tudo foi retirado, facilitando o acesso sem necessidade de adaptação. chego nas referências e muito obrigado.
[Música] เ Olá. [Música] Eh, neste momento que a gente abre para possíveis questionamentos, nós não tivemos registro, né? Foi o chat foi a todo tempo acompanhado por nossa equipe.
Eh, mas nós não tivemos eh questionamentos. Contudo, acho que durante a fala do professor Felipe Lucas, algumas provocações nos aparecem, né? E aí, particularmente, eh, professor Felipe, eu fiz aqui o registro de uma, né, que era para, eh, explicar a a gente, ao público que nos assiste nesse momento e os que assistirão depois, já que vai ficar gravado.
Eh, essa diferença entre a adaptação curricular e o DUA, eu acho que essa provocação ela se faz necessária para a gente discutir esses conceitos que são tão importantes. >> Sim, sim. iniciando, né, o o que seriam adaptações, seriam a partir de eu identificar alguma necessidade específica, né, em algum estudante ou é em algum grupo, eu necessito fazer uma adaptação pontual.
Qual a diferença dessa adaptação com o desenho universal? Porque o desenho universal, ele já pensa em todos os estudantes. No caso, acessibilidade já vem naturalmente no início do planejamento do DUA.
Mas aí vem a pergunta aí, no DUA eu não posso fazer adaptações? Sim, se ainda assim eu planejo para todos, mas ainda assim eu não consigo atender ao todo, né? Eu tento atender ao máximo, mas possa ser que alguma dificuldade específica não seja atendida.
Então eu recorro à tecnologia assistiva, né, como diz na LBI, que quando eu não conseguir atender com o dua, eu recorro a tecnologia assistiva para suprir essa necessidade de algum grupo ou de algum estudante específico. >> Perfeito. Eh, acho que uma outra provocação que também nós e poderíamos tirar é em relação à questão de como integrar, né, essa essa perspectiva do desenho universal paraa aprendizagem em um planejamento que venha dar conta eh disso tudo, né?
>> As dificuldades, né, que a gente que os professores podem encontrar. Eu acho, acredito que a maioria dos professores, né, na sua época, na infância, na juventude, eles se depararam com a cultura, com a educação, que era mais pro igual, pro homogêneo. E hoje em dia, né, com o avanço das políticas públicas, de das políticas inclusivas, então a diversidade ela começou a fazer parte do nosso dia a dia.
Então assim, para o professor é quase que uma quebra de cultura de do homogêneo para a diversidade e isso acaba que dificultando, porque é uma mudança de paradigma que o professor tem que enfrentar. Então acho que o primeiro desafio é esse. Outro é a formação.
Acredito que as formações, né, como esta, estão aí para provocar, refletir, fazer o professor pensar. E o desafio maior é a partir dessa formação de tentar levar para a escola, né, e tentar alterar essa prática lá na escola com seus pares conversando. Acredito que esses sejam os maiores desafios para o a inserção do DUA no planejamento do professor.
>> OK, professor Felipe, muito obrigada. Eh, particularmente me sinto contemplada, né, com sua resposta. Eh, e acho que ficam para as próximas aulas, eh, teremos em breve, né, eh, desdobramentos importantes a partir do que foi trazido hoje aqui.
E aí é importante lembrar, né, que neste e nos próximos encontros que acontecerão nos dias 22 e 29 de julho, é aqui nesse mesmo canal da CEC RN, sempre das 15 horas às 16:30, né, o tempo máximo, a participação ela poderá ser síncrona ou assíncrona, não sendo necessário o registro de presença em nenhum dos dois formatos. Eh, as dúvidas que surgirem eh entre os que optarem pela participação assíncrona poderão também ser dirigidas à equipe pedagógica da turma na qual esteja esteja inscrito ou inscrita lá na plataforma do Google sala de aula. Eh, então, professor Felipe, não sei se tem mais alguma consideração a fazer.
>> Sim, sim. lembrar, né, aos cursistas que todo esse material das aulas que eu trouxe, o plano de aula estava muito pequeno ali, mas ele está lá nas referências na sala de aula. Então, nossa atividade avaliativa também, né, são sete questões de múltipla escolha, então não esqueçam de ir lá na plataforma e realizar.
Agradeço a escuta, né, e que esses debates cheguem ao à escola, né, no aos nossos estudantes. >> É o que esperamos. Então, a todos e todas, um forte abraço, até o próximo encontro.