Existem [música] pessoas que precisam te conhecer, sabe? Existem pessoas que agora de repente estão desistindo da vida, estão desistindo da sua carreira, desistindo do seu negócio, desistindo da sua família, porque você não tá abrindo sua boca para poder falar e alcançar essa pessoa. Eu eu eu durmo todos os dias preocupado [música] com esse pensamento de que, cara, a se tem gente do bem, de boca calada, é por Isso que o pai está desse jeito, por isso que tá essa confusão maluca. Então, quem é do bem, velho, tem que [música] falar, tem que ser grande. E
e é um desperdício você ter o conhecimento que você tem, [música] você ser uma pessoa do bem e ser pequeno. É um desperdício. Você tem que ter 5, 10, 15, 20, 30, porque não é você que tem 50 milhões de seguidores. Eu me pergunto todo dia, mano, por que que não sou eu que não tenho 50 milhões de Seguidores? Então é sua [música] responsabilidade inspirar a vida das pessoas e como consequência isso vai trazer muito dinheiro pro seu bolso, mas isso só vai acontecer a partir do momento que você não desistir no meio do [música]
caminho, que é a frase que que neta da nossa comunidade que é: "Eu quero ver o que acontece se eu não desistir." Seja muito bem-vindo a mais um episódio de Por trás do Sucesso, o podcast que Tem como objetivo entender o que tem embaixo da ponta do iceberg. O que você não sabe sobre os grandes players que você admira? É aqui que eu te trago isso em primeira mão. Quero antes de mais nada agradecer aqui aos meus patrocinadores, apoiadores, os caras que apoiaram essa ideia maluca do podcast, curso Educa, Sand Flow, ó, um beijo para
vocês, obrigado por estarem com a gente aqui em mais um episódio, por mais um trimestre. E hoje eu vou trazer um cara Que tá vivendo uma nova era nesse mundão digital, que tem sido inclusive cada vez mais visto como referência em conteúdo depois de muito tempo e é o cara que eu comprei o meu primeiro e-book no mercado digital. Falei para ele inclusive no nosso evento presencial, falei: "Mano, você tem parte no que a gente trilhou nesse mercado digital? Ninguém mais, ninguém menos do que o monstro que deseja apresentações, o monstro que dispensa apresentações. Micha
Menezes, Meu irmão. Obrigado. Eu >> tamo junto. Quero falar, >> fala produção. Ó, tem uma galera aqui ouvindo esse trem, mano. Seja muito bem-vindo. Você já sabe quanto que eu te admiro pelo tanto até que eu te convido para palestrar em evento nosso. >> Você é uma referência. Obrigado, seu padre, tá? Obrigado, de verdade. Vemos diretão, né, do aeroporto para cá. Tô tô feliz feliz. H. E veio com a trupa inteira. Vocês não estão vendo, mas tão Sócios aqui. Tá toda a grande segurança. Agora com segurança, entendeu? >> Pessoal tá tudo lá fora, [risadas] pelo
amor de Deus. >> Muito bom, velho. Vamos colocar a bola no chão aqui. E sobre a sua história, eu acho que todo mundo já conhece. Mas eu queria falar sobre transição, o que que aconteceu até você cair nesse momento e o por que você pivotou para conteúdo. Seguinte, vocês sabem que eu faço esse podcast não pelo que a galera quer ver e Sim pelo que eu quero aprender. Isso aqui é uma oportunidade de eu ter uma mentoria gratuita aqui. Então eu falo: "Velho, eu vou convidar uns caras que eu tenho intenção de aprender e eu
quero saber muito sobre isso, cara. Por que que você transicionou? Qual que você que é a ideia? Que que você tá vendo?" Enfim, >> cara, primeiro eu tenho que voltar em alguns em alguns grandes marcos. O primeiro, a gente nasce no perpétuo Desde sempre, tanto que a nossa escola principal >> foi perpétuo desde a nossa época lá de queima diária. Então, eh, eu como gestor de tráfego, o Pedro com a parte de tecnologia, o Luiz como COP e aí a gente foi construiu o nosso negócio e, e começamos ensinar aquilo que a gente já sabia
que a gente tinha aprendido lá lá na queima. Só que enquanto a gente vendia ali no tráfego direto desde sempre essa parada não >> não. A a queima diária hoje ela é a maior, inclusive a a Smartfit comprou, ela é a maior infoprodutora de de fitness, home fitness. >> Ah, mas vocês trabalhavam lá? Entendi. Achei que vocês tipo eram afiliados. >> Não, trabalhava lá, carteira assinada. Aí a gente foi e saiu para poder criar a nossa empresa e a gente continuou fazendo a mesma coisa, só que ensinando o que a gente fazia lá dentro. Então
eu comecei a ensinar as pessoas a fazerem Anúncio e aí a gente sempre vendeu muito bem, desde sempre, só que o meu perfil ele era só meio que um reflexo de as pessoas que chegavam para poder me seguir era só por causa dos anúncios. Eu era muito frustrado como especialista de não ter um perfil engajado. >> E eu pensava: "Pô, eu sou um cara legal, sei lá, pesso que eu não tenho o perfil engajado por que o perfil não cresce de forma organicamente e tal". E aí na virada de 24 para 2025, eu e minha
esposa, todo final de ano a gente senta para poder desenhar as nossas metas do ano seguinte. Aí faz as metas como casal, metas espirituais, metas financeiras, metas de viagem, vai fazendo metas de quantas vezes a gente quer fazer um amor na semana, entendeu? >> E meta de filho vai vir 2026. >> Ano que vem tem. Ano que vem tem. Ano que vem tem filho. Ano vem tá fazendo meta de relação ou não tá dendo fil? >> Exato. Por isso que eu tô colocando o Pedro. Pedro vai virar especialista agora para eu poder aposentar, >> para
poder ter filho. >> Exato. Para poder tirar. >> E aí de 24 para 2025 >> eu tinha até criado um perfil novo. Aí eu até eu lembro que até eu conversei com ela, conversei com os meninos também, falou: "Cara, eu vou fazer um perfil novo para poder começar do zero, porque eu acho que o meu perfil tem Alguma coisa." >> Aham. >> Porque eu produzo, nada cresce, visualização de stories baixa. E eu realmente criei outro perfil, comecei a produzir um conteúdo nele, mas aí eu fui e falei: "Cara, quer saber? Eu vou aproveitar que é
ano novo, vida nova, eu vou começar a produzir um conteúdo completamente diferente do que eu produzi até hoje. >> Uhum. >> E dentro de janeiro, se não mudar nada, aí eu abandono esse perfil e fico com outro. Se mudar alguma coisa, era o meu conteúdo que era ruim mesmo. Aí eu comecei a produzir o conteúdo falando exatamente o que eu queria. >> Comecei a falar o que eu queria, o que que tinha vontade, falando da do da minha rotina, do dia a dia, da minha vida na igreja, falando um pouco também sobre sobre educação no
geral. Aí o, eu lembro que o primeiro vídeo que eu Postei já nesse formato, ele já deu, ele deu 1000 compartilhamentos nas primeiras 24 horas. >> Eu falei: "Cara, tem alguma coisa aqui". >> E aí eu fui comecei a produzir, fui entendendo o que que as pessoas queriam, mas eu eu comecei a produzir um conteúdo completamente diferente do que eu tinha antes, porque a gente tinha equipe de edição, eh, aí tinha um cara para fazer o roteiro, tinha um design, tinha um editor, aí toda aquela cúpula reunida Para poder ai qual que é a tendência
do momento, aí fazer aquele conteúdo denso e tal. Eu falei: "Cara, eu vou eu vou produzir o máximo que eu consigo da da maneira mais leve possível". E aí foi nesse momento que eu encontrei o o Lowfi. Então, quando eu comecei a produzir dessa forma, o perfil começou a crescer, ficou mais engajado e o mês de janeiro a gente teve um pico de vendas fora do padrão. Eu falei: "Eu acho que tá tudo >> correlacionado". E aí eu resolvi aí, aí o que começou a acontecer, as pessoas começaram a me falar: "Cara, que que tá
acontecendo com o seu perfil?" >> Tá ma legal agora você ficou legal. É exato. Pô, seu PV tá legal, tá legal de assistir. Muita gente falou: "Ó, tinha muito tempo que você não aparecia para mim, agora voltou a aparecer". Eu falei assim: "Uai, se as pessoas estão perguntando sobre isso, eu acho que isso é uma demanda." Aí eu fui e perguntei, Vocês queriam aprender sobre isso aqui? Pessoal falou: "Ah, quero." >> Aí a gente foi, aí a gente criou um produto para poder tentar >> vender ensinando sobre conteúdo, mas ainda era um produto com aquele
pensamento de aí, "Aprenda eh você vai ter a transformação do seu perfil e não sei quê". E aí eu acredito muito que essa a inteligência artificial tá deixando as pessoas cada vez mais preguiçosas. >> Total. E aí eu fui falei: "Cara, ao invés de eu ensinar, vamos tentar a gente entregar tudo pronto pra pessoa. Vou entregar os roteiros prontos, entregar como que edita, tudo pronto. Ela não vai precisar nem pensar, porque as pessoas chegavam dessa forma falando: "Ah, eu quero, eu quero aprender a fazer stories sem parecer sem vendedor e eu travo na hora de
produzir e eu não tenho ideia do do qual conteúdo produzir." A gente foi lá, criou o produto e no Primeiro dia a gente fez, eu eu lembro que na no primeiro dia, na virada do primeiro pro segundo dia, a gente fez 100 vendas com produto organicamente. >> Aí eu assustei, falei: "Acho que aqui tem demanda 67, 67". >> Fizemos sem vendas nas primeiras 24, 48 horas. Eu falei: "Eu acho que aqui tem produto, vamos socar dinheiro nesse negócio". E aí realmente virou uma esteira nova. Só que aí ficou aquele impasse ainda de que, pô, eu
tenho a Escola do perpétu, escola do perpé tem 20.000 1 alunos e não sei quê e eu vou largar o perpétuo e tal. Então, foram sem brincadeira, três meses de terapia ali, >> reflexão. >> Exatamente. E e ressignificando tudo, falando assim: "Pô, foi bom até aqui, mas isso aqui que tá brilhando meu olho". Então, foi >> foi tudo isso dentro desse ano de 2025. Eu posso dizer que eu tô, cara, eu acho Que eu tô na minha >> melhor fase como como especialista. Eu tô tô leve, velho. Tô leve, tô leve. O Micha chegou aqui
com os sócios e eu olhei para ele e falei: "Cara, eu nunca vi ele tão tranquilo assim. Parece que o seu perfil ele tem essa leveza que antigamente eu sentia aquele mecanismo normal de um especialista que geralmente a gente fala para ele: "Ô, tem que gravar stories, tem que aparecer". E o cara, bom, tá bravo lá, mas ele tem que Aparecer meio que por obrigação. >> E parece que agora você tá numa pegada, eu vou até trazer uma comparação aqui, >> você virou meio que uma linha editorial betina. que as pessoas acompanham a vida >>
e por um acaso compram seus produtos. Mas tipo, tá a novelinha gostosa, tipo, eu já sei o que você vai fazer no dia, você vai no espelho, você vai na academia, você vai fazer isso, você vai fazer aquilo. Cara, e é uma parada que naturalmente as pessoas vão perguntar: "Tá, mas pera aí, isso é maior legal, que que você vende?" "Opa, eu vendo isso aqui, então fica muito mais fácil". Cara, e metodologicamente assim, o que que você entendeu no Lowfy >> que outros conteúdos não tinham até então? Ó, o primeiro grande a primeira grande descoberta
que foi, eu fiz em janeiro, eu fiz uma loucura que eu falei, eu vou produzir o máximo de conteúdo que eu consegui dentro desses 30 dias. Aí eu produzi 119 conteúdos, >> [ __ ] >> Então publiquei, gravei até mais, mas que eu publiquei foram 119. Aí eu fui comecei a fazer um estudo, né, com a nossa cabeça de marqueteiro para poder ver que que funciona mais, que que funciona menos. Aí eu comecei a fazer uma pancada de teste. Então a primeira coisa que eu vi era que o conteúdo que parece uma conversa, ele ele
tem uma taxa de retenção muito maior. Então quanto menos a pessoa, porque pensa, a Pessoa tá lá no feed infinito, tá lá rodando. >> E aí eu eu vi até um estudo americano que a o o nosso conteúdo ele tá competindo com 150.000 outros conteúdos ao mesmo tempo. Exato. >> E a gente pensa que a gente tá disputando com o nosso concorrente, não, a gente tá disputando com todo mundo, >> porque a pessoa tá no momento dela lá de, sei lá, tá lá fazendo número dois, ela tá lá. >> Aham. A última coisa que ela
quer fazer é aprender. Exato. >> Então eu eu percebi se se o meu conteúdo parece uma conversa e não parece que eu literalmente parei para poder gravar aquele conteúdo, a pessoa assiste mais. Aí eu comecei a adotar essa lógica de que eh eu estou conversando com a pessoa que tá do outro lado sem querer ser um professor, porque no digital a gente tem muito aquele pensamento de eu preciso parecer melhor do que a pessoa, então eu Tenho que ter aquele tom professoral e tudo mais. Então eu comecei Exato. Aí eu comecei a adotar o seguinte:
eu vou compartilhar com a pessoa que eu tô fazendo, >> porque fica um conteúdo muito mais autoral. Uma coisa é, aí eu saí daquele conteúdo, eh, três, três dicas para poder vender mais na internet e fui pro conteúdo o que eu estou fazendo para poder vender mais na internet. esse conteúdo não tem como copiar porque é Aquilo que eu tô fazendo. Então esse foi o primeiro grande ponto. O segundo foi entender realmente a a metodologia por trás dessa dessa gravação, porque antes eu gravava 100% no freestyle, aí eu comecei a ver, não, os meus conteúdos
que t mais alcance são os conteúdos que a taxa de retenção dos primeiros 3 segundos tem acima de 60%. >> Tá? >> Aí eu comecei a prestar atenção. Aquilo que acontece no começo é muito mais Importante que de repente o meio e o final. Aí eu comecei a catalogar quais eram os conteúdos que tinham essa taxa de retenção maior nos primeiros 3 segundos para eu poder repetir, >> tá? >> E aí, tanto que eu tenho no meu celular hoje uma eu tenho uma uma pasta só com gancho visual, então durante sei lá, 20 minutos por
dia, eu eu consumo de forma ativa mesmo rede social para poder ver por que que eu parei nesse vídeo aqui. Aí eu gravo a tela dos primeiros 10 segundos e vou colocando tudo numa pasta. >> Virou um swipe file de gancho. >> Exatamente. Então tenho, como que eu vou começar o vídeo? eu vou, olho lá e beleza, eu vou começar esse vídeo dessa dessa forma. >> Então esse foi esse foi o ponto do gancho. Aí quando a gente vai pro desenvolvimento, aí eu comecei a reparar que eu tenho eu preciso fazer o gancho, Aí eu
tenho que fazer a parte da tensão, que são dos 3 aos 10 segundos. Aí eu faço o clímax, que é aquilo que a pessoa tá esperando, e eu dou uma lição de moral no final para poder educar aquela pessoa sem parecer professor. Então, na estrutura do conteúdo Lowfi, eu sempre adoto esses quatro pilares. >> Bom, e isso é muito bom. Então você começa com um gancho que geralmente dura 3 segundos, depois você vem pra >> Exato. Pra parte da tensão. >> A tensão que é meio que desenvolveru o que você falou no gancho. >> Exatamente.
Que aí isso vai durar, isso dura normalmente até os 10 segundos >> que é eu eu roubei a atenção dela. Agora eu preciso justificar porque ela porque que ela precisa ficar até o final. >> Aí vai esses primeiros 10 segundos. Aí a parte do clímax é onde eu tô entregando realmente o que ela veio, o que ela veio buscar, que aí isso vai dar, isso vai dar ali mais uns 15 segundos em média e No final eu dou uma lição de moral porque eu não quero, que eu acho que é a grande diferença entre o
influenciador e a gente que vai vender para uma pessoa. Eu não quero que ela tenha uma visão só de entretenimento, mas que ela me enxergue também como mentor. >> Então eu preciso dar para ela uma lição com base com base naquilo que eu aprendi na minha vida em cima daquele assunto, porque aí ela vai me enxergar como referência. >> Aham. um determinado assunto, aí eu faço essa lição de moral no final. Então essa essa estrutura eu dos testes que eu fiz entre 35 e 40 segundos é o ideal. Caraca, são vídeos menores. >> Exato. Até
porque eu reparava antes que eh nos meus vídeos eu dava muito exemplo. >> Então, quando eu quero dar o exemplo para uma coisa, eu falava, sei lá, três exemplos para pra mesma coisa e a e repetia a mesma coisa de formas Diferentes. Então, quando eu assisti um vídeo meu de 1 minuto e meio, eu comecei a reparar, ó, esse vídeo dava para ele poder ter 30, 40 segundos, porque eu repeti a mesma coisa de formas diferentes e dei muito exemplo. Ah, mas se eu der, se eu der exemplo, será que a pessoa não vai entender?
Aí é bom porque ela vai assistir o vídeo de novo. >> Sim, total. Então eu eu encurtei cada vez mais o os vídeos porque a gente o cérebro começa ficar treinado para poder Fazer o vídeo mais o vídeo mais curto. >> Você já começa até a entender também o por que a galera ficou e quais são as características que justificassem isso. >> Tem um outro ponto, velho, que tá muito ligado a isso também, a ao low f em si, que é a perspectiva de fofoca. O que que eu quero dizer com isso? Quando o conteúdo
ele é scriptado, eu tenho a sensação de algo muito seco sendo entregue ali. >> E hoje o seu tipo de conteúdo é um Conteúdo que é gostoso de ver, que faz parte da tua vida. Você tá comentando sobre uma parada que eu tenho interesse em ver. Parece que você tá contando história. >> E aí veio uma pergunta que eu mandei um áudio para você uma vez e para mim era super complexo, que é, cara, >> o teu banco de histórias ele não acaba nunca? Porque >> todo dia você tem história da hora para contar. Mas
quando eu olho pra minha História, pr minha vida, eu falo assim: "Mano, eu tenho história da hora, tenho. Só que acaba. Eu tenho aquela do Marcos Paulo que é muito boa, tem o cara que me deu o pé na bunda, tem o cara, a vez que eu quase quebrei, tem a vez do plano de saúde. Mas vai acabar esse banco de história, como é que você cria isso o tempo todo?" >> Ó, primeiro, eu tenho eu tenho esse banco de histórias com 20 histórias catalogadas, que são as histórias que eu Sempre repito quando eu preciso
contar uma história que que eu sei que ela vai repetir e vai encaixar no no lugar. Então, eu vou lá. Ah, tem a história lá do da minha primeira festa, a primeira festa de aniversário que eu lembro, que é a minha festa de 7 anos. Então, eu tenho essa história e eu tenho a lição que essa que essa história traz. Só que quando a gente começa a produzir conteúdo, eh, no pegando uma perspectiva de observação, você começa a reparar que Tudo na sua vida é uma história. >> Uhum. Então, por exemplo, a gente tava vindo
agora no no no aeroporto, no voo, aí teve um problema lá no raio X, aí a gente teve que passar no raio X todo de novo, porque parece que, sei lá, alguém entrou com alguma coisa e passou despercebido. Cara, isso pode virar uma história para poder produzir conteúdo. O grande problema é que a gente sempre acha que a gente tem que ensinar o tempo todo para alguém. Bom, >> então se eu se eu tô 100% do tempo pensando, eu preciso ensinar pra pessoa, eu preciso ensinar, preciso ensinar, você não vai conseguir contar uma história. Ah,
eu tenho que fazer analogia com algum produto meu e e não é sempre que vai acontecer. Exato. Até porque as pessoas elas compram a gente, velho.En >> as pessoas que compram o o Nexon, que compram o Scale, que compram tudo que você vende, elas compram o Ferrari >> antes de comprar o produto. >> Antes de comprar o produto. Só que a gente tem a cabeça o inverso. A gente acha que ela ela compra o nosso conteúdo >> e ela justifica esse conteúdo com base no que ela tá acompanhando a gente. Se todo mundo tivesse essa
essa essa visão que eu tenho hoje, o perfil ia ser muito mais gostoso, a produção de conteúdo ia ser muito mais leve e todo mundo venderia muito mais um curso por aquisição menor, justamente porque tá Com esse pensamento de que o meu perfil é o meu país. Isso aqui foi o maior aprendizado também desse ano. O meu perfil é o meu país. >> No meu país eu tenho as minhas regras, eu tenho as minhas leis, é a minha constituição, eu tenho minhas normas, eu tenho os costumes. Então, por isso, se a pessoa que chegou não
gosta, ela vai procurar outro país e tá tudo bem. >> E tá tudo bem. Agora quem fica, ela fica por causa das minhas regras, costumes. E Como que eu faço a pessoa ficar mostrando exatamente como é conviver no meu país. Então, [risadas] >> ai que maravilhoso, velho. Ô, Té explodiu a cabeça, mano. E é uma analogia que é complexa de entender. >> Tipo, se você não traz um um dialeto tão básico assim, tipo, o cara ele demora para entender que no final das contas, mano, >> você tá na sua rede social para você ser a
criança que fala o que quiser. Exato, Velho. >> E tá tudo bem. >> Exato. Porque o país é meu. Então se a pessoa falar: "Ah, não, eu recebo muita mensagem é: "Ah, mas me falaram que eu não posso postar isso no meu filho." Mas o perfil é de quem? >> Entendeu? O perfil não é seu, você posta o que você quiser. >> Então, é por isso que eu até até para poder ficar mais >> metodológico, digamos assim, é, eu Dividi. A gente tem o conteúdo primário, conteúdo secundário e vulnerabilidade estratégica. Conteúdo primário é o conteúdo
que vai ter conexão direta com o produto que a gente vai vender. Então ele vai ter a linha editorial com base no que a gente vai vender. >> E esse não é um conteúdo que engaja tanto. >> É, não, não necessariamente. É, ele não, ele não vai engajar tanto quanto o conteúdo secundário, >> mas ele também não é aquele conteúdo chato que a gente tá acostumado a produzir desde desde que o mundo é muito. >> Vamos dar exemplo aqui, um conteúdo primário. Desenvolve algum ou lembra de algum que você fez aí que, cara, como que
foi o contexto dele? Então, um conteúdo primário muito bom foi um que eu contei eh a os testes que eu fiz que deram mais engajamento. Então, eu eu falo o seguinte: "Ah, toda vez que eu Gravo toda vez que eu gravo no fundo branco, eu tenho mais alcance do que no fundo preto." Todas as vezes que eu gravo com o microfone na mão, eu tenho mais visualização do que com microfone aqui. >> Foi muito pesado esse vídeo de de visualização, né? Foi muito, muito, muito. >> Eu lembro que tinha muito comentário, tipo, os cara meu
Deus, >> muito. Exato. Outro conteúdo primário Que inclusive hoje tá tá, >> mas qual que era a conclusão final? >> Não tem conclusão. >> Era só você falando, >> era só is era só falando, porque eu eu sempre quando eu vou fazer o conteúdo primário, meu pensamento é, >> é, a pessoa vai aprender meio que por osmose. Eu não quero, eu não quero forçar para ela três dicas sem fal exato. Eu só quero mostrar para ela. É, é isso aqui que eu aprendi. E Naturalmente ela vai falar: "Caramba, isso faz sentido para mim". Outro que
inclusive tá até turbinado há há muito tempo já é o do arquivar os stories. Então falar descobrir como aumentar a visualização dos meus stories. Então o que que eu faço? Todo dia de manhã eu arquivo todos os stories e começo. >> Você faz antes de dormir ou você arquiva antes de começar? >> Sempre antes de começar. Antes de começar. >> Ah, eu você falou uma coisa, eu entendi outra. >> Não, sempre antes antes de começar. >> Então você apaga e na segunda-feira, tipo cedo, >> para fazer o primeiro do dia. >> É, para fazer o
primeiro do dia, sempre com stories com stories zerada. a conversa pro outro lado, buguei, mas voltar pro secundário. >> Isso. Então, isso falando, ó, eh, o, eu arquivo os stories do, do do meu Instagram todos os dias, porque senão ajuda a aumentar minhas visualizações. E quanto mais as pessoas assistem meu meu meus stories, mais elas se conectam, quanto mais elas se conectam conecta, elas compram de mim e pronto, acabou. Então, esse é um conteúdo primário que a pessoa vai falar: "Caramba, ele ensina sobre isso, >> será que ele tem um produto sobre isso?" Ela vai
lá o nick da Bill e compra. O conteúdo secundário, eu categorizo ele Sobre áreas da minha vida. Então eu vou escolher que que vale a pena compartilhar da minha rotina, que que vale a pena compartilhar dos meus hobbies, que que vale a pena compartilhar das minhas relações e o que que vale a pena compartilhar dos meus princípios e valores. Aí eu escolho o que que vale a pena compartilhar. Só que não é, por exemplo, eu gosto muito de falar sobre relacionamento, >> tá? Só que não é eu parar e fazer um Vídeo falou assim: "Ah,
eu vou contar para vocês como reacender a chama do reló". Não é isso. O objetivo desse conteúdo é como eu trato a minha esposa. É só isso. Como é a minha relação com a minha esposa para para de forma >> eh de forma intencional a pessoa entender, falar assim: "Caramba, ele trata muito bem a esposa dele. Nossa, é muito fofo quando ela aparece". Não é um conteúdo educativo, é só para simplesmente compartilhar. >> Acho que você tá meio que levantando teus valores. >> Exato. >> Tipo, cara, eu gosto de tratar bem minha esposa >> e
isso faz parte do meu dia a dia. >> Exato. Exato. Então, ao invés de seu conteúdo parando, falando sobre isso, eu vou gravar o conteúdo, eu executando essa ação de carinho por ela. >> E aí coloco no feed. Esse é o conteúdo secundário. E o conteúdo e a Vulnerabilidade estratégica é qual defeito eu tenho que vale vale a pena compartilhar e que não vai ferir tanto o meu posicionamento. Para quê? Só para eu me posicionar como ser humano perto daquela pessoa. A a Bianca Andrade, a Boca Rosa, uma vez >> eh um vídeo dela que
que estourou muito foi quando ela falou que ela tinha CC. Então ela tava, ela gravou, era, o vídeo foi completamente despretencioso. Ela tava preparando para gravar um outro Vídeo, aí a social mídia dela tava com a câmera ligada e ela falou assim: "Gente, pô, eu eu tenho um ardidinha aqui, será que sou eu que tenho esse CC? Mas não é não é sudorese de é só um ardidinho e eu não sei o que que eu faço para poder é só isso publicou a pancada de comentário e as mulheres falam: "Caramba, encontrei uma coisa que eu
que eu sou melhor do que ela porque eu pelo menos sou ela é rica, maravilhosa, não sei quê, mas pelo menos eu não tenho." Exatamente. Então Isso aproximou mais. Então eu escolho qual vulnerabilidade faz sentido eu compartilhar para eu parecer que é como se fosse a criptonita do do Superhomem que vale a pena compartilhar, que a pessoa falar assim: "Caramba, ele ele também é igual igual a mim". Aí com isso, quando você faz isso aí, junta prova social de produto que você tem e ainda oferta direta que você vai fazer lá com base no no
gatilho que vai pro Unichet. >> Aham. [risadas] >> Que vai fazer o gatilho. Eh, aí o perfil fica fica aquele perfil que a pessoa chega, ela entende quem você é, no que você acredita, qual transformação você gera, qual produto você vende e pronto. >> Falando então de vulnerabilidade estratégica, deu um problema aqui na nossa transmissão. Crosso audio parou de funcionar. Agora a gente tá voltando, então pode ser que eu tenha um um lapso aqui temporal que eu não volte Exatamente para o que eu tava falando, mas eh você tem uma vulnerabilidade estratégica que você abre.
Qual que é? >> Que é o café com açúcar. >> Café com açúcar. >> Café com açúcar que é um crime pro universo do empreendedorismo, da alta performance, né, que tem não sei o que. Não, tem que tomar café. Ah, que você toma eh se você colocar açúcar é porque você tá tomando o pó errado. Eu compro o café mais caro e eu boto açúcar, velho. E aí eu compartilho isso aí. Aí eu eu tô até brinco com o pessoal que eu tô quase criando sindicato do dos tomadores de café com açúcar, porque a gente
é só falar toma café com açúcar. Eu não tô eu não tô falando nada, porque quando eu falei aqui, eu fui quase exorcizado. Veio pedra. >> É, eu falei: "Tomo café com açúcar". Eu não tô falando, eu sou contra quem toma café sem açúcar. Aí já começa, ah, mas que não sei quê. É, é, é sempre assim. Então, tem que criar o sindicato pra gente poder se defender. Então, >> isso é muito bom, velho, porque tem meio que uma classe opressora [risadas] >> que defende o meu Deus, você é um [ __ ] de um
escroto se você toma café com açúcar. Porque, como assim? Você tá agora numa época boladona, isso aí seria um crime. E você fala: "Não, velho, tá tudo bem." >> É, eu tô tudo bem. Eu sou o mineiro mais fajudo, porque eu tomo, eu tomo café com Açúcar e com leite ainda, velho. Tomo café com leite e açúcar. >> Leite. A gente tava falando do Pedro, né? É, >> leva o sócio dele leva café pros lugares >> que é de Minas. Não vou tomar esse café lixo. São Paulo. >> Uma vez, uma vez eu fui tomar
[risadas] fui tomar café na casa dele. Nós f e Luís. Aí fomos passar um dia lá de estratégia e tal. Aí fomos tomar café. Ah, pera aí que eu vou fazer café. Mano, Uma hora para fazer o café que vai e pesa o café e não sei cheia. Pelo amor de Deus. Aí tem que decantar agora o pelo amor de Deus. Não, velho. Não, não dá. >> Qual a outra vulnerabilidade estratégica? >> A minha dificuldade com leitura. >> Leitura. Eu eu quero ler, mas eu não consigo concentrar na leitura. Eu já tem um livro agora
inclusive que eu quero muito comprar, porque eu acho que eu se Eu vou conseguir ler pelo menos um pouco mais, que é o tem o Michel Alcofrado. Michel Alcofrado, que ele é o antropólogo do dos ricos. >> Aí ele conta, ele ele passou vários anos andando só com a alta sociedade do Brasil e ele conta quais são >> quais são os pormenores da vida dos ricos. Eu acho que esse vai ser um livro gostoso de ler, mas eu tenho uma dificuldade muito grande de separar um horário de leitura e concentrar e tal. Eu, sei lá,
escuto três horas de podcast, mas ler é muito é muito difícil. >> Eu acho que é muito legal quando você traz essa vulnerabilidade estratégica, porque tem muita gente que pensa como você, só que o cara não tem uma vontade de assumir que ele morre de vergonha. Tipo, cara, e eu vejo todo dia, sei lá, o Thesales Gomes falando que come um livro por semana >> e eu quero chegar onde o Thales Gomes Tá. Então, para mim é uma ofensa eu não conseguir fazer o que ele faz. Então eu não vou falar sobre isso. Aí quando
ele vê uma referência falando: "Velho >> eu tô chegando onde eu quero, só que eu não consigo ler, eu tenho esse problema, eu tomo café com açúcar mesmo, >> eu não tomo banho gelado. >> Eu tomo banho gelado. >> Custamos vencer na vida pra gente poder aquele, sabe, o chuveiro que você faz um pouquinho mais quentinho, >> um pouquinho mais quente. Nossa, tá p >> eu não entro gelado. Tudo bem, cara. Muito bom. Eh, eu esqueci onde eu tinha entrado antes de dar o problema no áudio, mas eu acredito que tenha sido muito um papo
muito ligado com audiência >> e essa era uma parada mais profunda e que tá muito ligado com o futuro e o presente dos negócios, né? A gente vê um padrão de consumo diferente, não só de conteúdo, mas também de o que as pessoas Querem aprender depois que compram algo com você. E tá muito ligado cada vez mais o curso de excessão com criação de audiência. >> E para quem vê o Micha criando conteúdo da forma com que ele tá se posicionando agora, talvez não tenha uma visão estratégica da do posicionamento dele, porque ele não se
conectava tanto com a parada do perpétuo e agora ele se encontra falando de conteúdo lowfy, o que na minha visão é uma baita de uma Sacada inteligente. Por quê? você começou a doutrinar a audiência e você faz o que você quiser com ela. Então eu queria até sua visão sobre isso, porque é um papo mega importante que nunca é só sobre criar conteúdo. A gente tá falando de pessoas que a gente vê como referência. A gente falou aqui da Betina, mas cara, olhando para o mundo físico, a Virgínia >> que é uma influenciadora que no
final das contas você fala: "Cara, as pessoas Então querem ser ela e independente do que ela oferecer vão ser". E por que que o infoprodutor tem que ser um conteudista chato, né? >> Ex. É verdade, cara. Eu entendi, né, nesse aprendizado desse ano também, outra outra bandeira que eu levantei para mim e pra nossa galera agora é que eu sou o meu próprio nicho. >> Aham. Eu não, eu não sou do nicho de marketing e tal, eu não sou do nicho de perpétua, eu não sou do nicho de Conteúdo, eu sou o meu próprio nicho.
Então isso significa que >> qualquer coisa que eu fizer, a partir do princípio que eu tenho audiência, eu eu vou conseguir vender. Então, por exemplo, agora eu tô tô fazendo públ de de colchão, velho. >> Então isso eu com posicionamento antigo nunca ia casar porque eu ia falar: "Cara, como que eu vou colocar o o marca de colchão no meio?" Mas as pessoas falam: "Poxa, pô, Micha, você dorme você Dorme cedo". Í, eu comecei a falar, pô, durmo cedo, pô, tô querendo reformar meu negócio, eu tomo colchão. >> Quanto mais você fala, mais você tem
oportunidade de estar se vinculando. >> Ex. Exato. Então, esse esse princípio de eu sou o meu próprio nicho e eu não preciso ter essa preocupação de que eu não posso falar de outros assuntos, eh, vai completamente contra quando a gente vai pro sai da nossa bolha do digital e vai pra galera o o produtor de conteúdo Pelo entretenimento, ele já faz isso desde que o mundo é mundo. Então, eu ficava olhando, falei assim, cara, vamos dar o exemplo da Virgínia, pô, a Virgínia mais de 50 milhões de seguidores. >> Aham. >> Tem uma empresa gigantesca.
E ela não ensina nada, velho. >> Não ensina nada. >> Agora imagina se a gente consegue dominar essa arte da influência com a Habilidade de funil, de aquisição que a gente tem. Cara, ninguém ninguém para. Então foi é era essa tara que eu tava em 2024 com esse pensamento, cara, eu eu preciso eu preciso estruturar isso direito. E outro ponto também que aí vem vem em cima bem de princípios e valores, eu acho um desperdício muito grande uma pessoa do bem ser pequena, velho. >> Uhum. É, é, é um desperdício, porque, sei lá, de repente
no, no topo do mercado de quem tá assistindo é uma Pessoa do mal, que que dá golpe, que que vende no entrega e você tá falando: "Não, é melhor ter meus leads qualificados aqui, tem meus 10.000 seguidores, mas eu tenho 50% de leads qualificados". Cara, você tem que ser gigantesco para poder transformar o máximo de vidas possíveis, para poder destronar esse cara do mal que tá no topo do seu mercado. Então, é um desperdício uma pessoa >> do bem ser pequeno. E como que a gente Vai ser grande? querendo, eh, deixando de ser professor. >>
Aham. >> Deixando de ensinar 100% do tempo e e virar muito mais pro lado de eu preciso conectar com quem tá me assistindo. Eu preciso levantar uma bandeira muito bem definida para onde que eu quero que essas pessoas vão comigo e como e como consequência eu vou vender alguma coisa para elas. Fica muito maisal >> muito mais muito mais próximo, muito Mais real, muito mais visceral. Cara, eu acho que é essa relação que fica com quem tá te acompanhando. >> Muito bom. E aí eu queria entrar num próximo assunto que são erros. Você, por mais
que esteja pivotado para essa área de conteúdo a pouco tempo, mano, eu já tô te considerando um especialista na área. Tipo, é muito da hora ver a mudança de comportamento enquanto você dominou o assunto, dá para ver que você estudou muito. >> Eh, eu venho do berço lançamentos/corrocha e eu lanço outras pessoas. >> E o que que acontece? Quando você vai lançar outras pessoas, você vira um especialista em lançamento, em funil. >> Uhum. Mas você não viram um especialista em conteúdo que vai contra o que você tá pregando agora? >> Cara, >> como é que
você acha que tem que ser uma relação com o produtor especialista do Ponto de vista fazer com que ele mostre a vida, como que ele vai virar um micha, sendo que o cara é professor, muitas vezes ele tem um conteúdo, um conteúdo chato e ninguém quer acompanhar aquele negócio do três dicas, tal, e ele é travado. Como é que funciona essa relação? >> Cara, é engraçado porque a gente tem com a produção também e a gente precisou passar por exatamente esse mesmo, esse mesmo processo. Então, a primeira coisa Que a gente faz vocês temos com
a produção. Aham. Tem, >> só que a gente faz só de perpétuo, né? A gente não faz lançamento. >> Entendi que nicho que é. >> É, a gente tem de organização de casa, tem de de achadinho da da Shopee, que é de de renda extra. >> Muito bom. Então vocês t uma agência além do braço educacional de vocês. Legal. >> Ex. Então o que que a gente precisou Fazer também? Passar. Falou: "Pô, funcionou muito pra gente do Lascar, vamos aplicar aí". >> Então o o primeiro acho que o primeiro movimento que eu acho que é
o que deixa mais simples o processo é colocar o conteúdo secundário, >> tá? Porque o conteúdo primário, por mais chato que ele seja, a pessoa já tem costume de fazer. Então, como que ela dá um susto em quem tá acompanhando ela que ela deixa, sai do lugar de professor e Vira mais humano, é colocando conteúdo secundário. Aí a gente sentou e definiu que que que você faz todo dia. Vamos traçar seu dia, que que você faz todo dia que vale a pena a gente compartilhar de com de repetição, que você vai repetir a mesma coisa
todos os dias. Beleza? Como que é a relação com o seu marido e com seus filhos? Que que vale a pena compartilhar? Com que que você tem de hobby? Então eu tinha uma lá que, ah, eu amo pintar, maravilha. Então nós Vamos começar a mostrar você fazendo a pintura e o outro de princípios e valores que você tem. Ah, que que para você é inegociável na sua vida? Ah, é para mim a relação com os pais é inegociável. Beleza, nós vamos mostrar isso. Então, foi a primeira coisa que a gente fez, porque aí deixou de
ser um perfil educacional e virou o perfil da especialista. Virou um perfil de uma influência, né? Exatamente. Isso já dá um choque muito grande em quem tá Acompanhando. Então esse para mim é, se eu pegasse uma coprodução nova, que a pessoa já tá acostumada ali só fazer o processo de conteúdo para lançamento, primeira coisa que eu faria é vamos descobrir que que tem na sua vida pra gente poder colocar. Vai aí, antes de tirar dela esse lado professor, eh, vamos colocar ela, essa humanidade, digamos, essa humanização para depois que ela vê que essa humanização as
pessoas gostam de acompanhar, aí vai Ficar muito mais simples depois virar o conteúdo primário e deixar de ensinar o tempo todo e começar muito mais documentar e compartilhar. >> Muito bom. Que no final, velho, é tudo sobre histórias, né? São pessoas contando boas histórias que geram conexões e é a vida ali no dia a dia, né? Exato. E aí a pessoa pode pensar: "Poxa, mas eu faço a mesma coisa todos os dias, cara. Não tem ninguém com a com a rotina mais chata do que o Wesley de Lá, que faz a mesma coisa todos os
dias no mesmo horário." >> E aí eu vi ele contando uma vez um podcast que eh num dia que ele saiu da rotina, o pessoal falou: "Ô, não vai fazer tal coisa hoje? As pessoas gostam da previsibilidade. É a mesma coisa quando a gente, na época que a gente assistia a televisão, >> se eu se eu entrasse na Globo depois da novela, segunda-feira, o que que tava passando? Você lembra? Tela quente. >> Tela quente. >> Tela quente. >> Então a gente sabia que se eu abrir, se eu ligar a televisão segunda-feira mais ou menos 9:40,
10 horas, ia tá passando tela cliente, muito provavelmente com algum filme repetido >> de ação. Então as pessoas gostam de previsibilidade e a e a gente acha que a gente tem que ficar mudando tudo o tempo todo. >> Vai ser chato. Cara, tem, você me deu Até um gatilho aqui agora e o Ícaro, ele faz exatamente a mesma coisa, com a mesma caixinha, contando as mesmas histórias, porém com ideias diferentes. Velho, >> desde que eu me conheço por pessoa do digital, ele faz isso. Sei lá, 2019 eu já vi ele fazendo aquelas caixinha. >> Exato.
>> Só que eu entro no perfil dele, eu não quero ver ele entrando no helicóptero, por exemplo, tipo >> Exato. >> É outra pegada. Eu quero ver ele fazendo caixinha mesmo. >> Tem que ser previsível. >> Ex. Já é previsível. Por quê? Você já doutrinou a audiência a fazer aquilo. >> Tipo, imagina o o Ícaro entrando numa banheira de gelo. É, não faz sentido. Não faz sentido. Aí que que a gente começou a fazer até com o nosso time lá de social. Então o nosso grande ponto foi, beleza, a gente vai Começar a a repetir
aquilo que funciona. Então a gente tem uma reunião de conteúdo toda segunda-feira, aí na segunda-feira a gente senta e pega. Vamos assistir os três melhores vídeos, os três piores vídeos. >> Quero muito saber como é que é. >> Aí a gente pega os melhores vídeos. Então a gente lá, quais números a gente a gente quais números a gente analisa? Taxa de crescimento do perfil, taxa de engajamento do taxa de engajamento do Perfil. Aí a gente assiste os três melhores vídeos e os três piores vídeos. Os três melhores vídeos eles viram carrossel para essa semana. É,
>> então eu não crio o carrossel do zero. Aí o perfil fica literalmente num looping repetitivo. >> É, vai, chega um momento que fica chato pra gente tá produzindo, mas pra pessoa é ótimo, porque quanto mais você vai repetindo, mais vai entrando na cabeça dela. Porque ela falou assim, ah, às Vezes no vídeo ela não entendeu, mas no carrossel ela entendeu, falou: "Ah, isso faz muito sentido". Então vira muitação. Bom, vai dar gancho bom no carrossel. Exatamente. >> Tipo aquele lá que a gente fala, tem um vídeo nosso que tá super viralizado, que eu falo,
cara, eh, ele me ofereceu 6% do negócio dele para eu fazer o lançamento. Minha vontade era mandar ele a merda. Tipo, eu posso trazer isso num carrossel, tipo, eu queria mandar ele a Merda porque ele me ofereceu >> exatamente isso. Então, o nosso carrossel nada mais é do que os nossos melhores vídeos da semana anterior num formato, num formato diferente. Aí a gente aí vira literalmente uma repetição. Aí quando dá ali mais ou menos uns >> uns 45 dias, a gente começa literalmente repetir >> tudo de novo, só que num num design diferente. Então vira
literalmente uma Doutrinação com repetição. Mais uma vez, é chato pra gente que tá produzindo lá de cap f, ah, mas não vou fazer uma coisa nova não, mas é ótimo que para mim fica cada vez mais previsível e pra pessoa fica repetitivo, vai botando na cabeça dela aquilo que a gente quer que ela que ela entenda. >> Nossa, muito bom, velho. Muito bom. Eu vou entrar num próximo bloco agora que é sobre formato e eu vou te falar primeiro o que aconteceu comigo e a minha nova Era de conteúdo tá muito massa. Eu tô, inclusive
tava falando com Mich aqui, cara, tô super feliz de estar produzindo porque a gente se sente bem até quando as pessoas interagem e você fala: "Cara, dá um trabalho, mas tá valendo a pena". >> E o que que acontecia comigo, velho, vou abrir para você, meu estrategista tá aqui comigo, Té, ó, beijo para você. Ele batia muito em mim por causa disso. Eu mandava, por exemplo, um conteúdo do Micha, eu falava: "Mano, olha o que o Micha tá fazendo. Esse conteúdo tá viralizado, cheio de comentário, animal, hein?" Aí ele, pô, massa. Aí eu fazia um
conteúdo igual o Micha. Aí na outra semana eu vi um conteúdo do Euriller [risadas] tava muito viralizado com inteligência artificial. Falava: "Mano, é isso, conteúdo com inteligência artificial disso". Aí eu pegava do outro cara do Ladeira e falava: "Mano, ó, o Ladeira tá fazendo não sei o quê". Só que eu nunca encontrava o meu formato. Eu sempre era a cópia de sete pessoas ao mesmo tempo. E só quando eu era 100% eu, eu tinha algum tipo de engajamento diferente. Às vezes eu acertava, tal. Aí o Té falou assim, ó, mano, e se a gente começasse
a buscar ao invés de referência nos outros, o que você gosta de fazer para você se identificar >> e a hora que a gente estourar nesse formato, que você se der bem, a gente coloca e vai para cima. Eu falei: "Porra, mano, mas eu não vou então Imitar ninguém porque os caras estão dando certo. Verdade." >> Bom, entrei na linha mais da, não vou falar da fofoca, vai da do comentário. >> E achei uma parada que eu super me identifiquei e eu tô adorando fazer, tipo, não é um negócio forçado para mim. E no final
das contas eu vi que era sobre o formato que eu me sentia bem gravando, que era um negócio que combinava comigo. Que que eu queria saber de você? Você tem vários padrões Assim dentro do seu lowf que o cara pode seguir se inspirar ou o cara busca mesmo o que faz mais sentido para ele? Enfim. >> É, então eu eu tenho defendido a ideia de que o lowfy é um estilo de produção e não necessariamente um formato. >> O que é o lowfi, >> cara? Lowfy da da forma da forma mais simplista possível, lowf é
é o o tipo de conteúdo do TikTok. Essa é a forma mais simples de entender, que é aquele conteúdo nativo >> que ele tem é cara de rede social, mas a melhor definição dele é um conteúdo nativo que naturalmente é produzido pelo com o celular. Então ele não tem carga muito grande de edição, ele não tem muita carga de trilha, de letter em tudo. É literalmente um conteúdo que ele foi feito, pensado para ser nativo de rede social. Entendi. >> Só que dentro da do processo de produção de conteúdo tem os vários formatos que já
são validados, que já funcionam no Mundo todo. Então, dá pro cara produzir >> um formato tipo Rafa Brito, que é o o dois personagens, que é o nome daquele formato. >> Muito bom. >> É aquele e ele produz um formato no fi, mas ele tem um ele tem uma uma leve complexidade na edição, porque ele precisa juntar as duas telas, mas aquele formato é o aquele é o formato dois dois personagens no estilo no estilo low f. Entendi. >> E aí quando a gente vem, >> por mais que exista uma complexidade na edição, ele ainda
tem um toque de >> Ele tem cara de nativo. Isso. Ele tem cara de tem cara de nativo. A melhor >> é uma pegada Han Franklin, uma pegada de Beckers que é é o HFI. HFI. Exato. É o HFI. Exato. E aí quando a gente e eh quando a gente vai pro pro formatos, eu também sou muito mais a favor do especialista em encontrar o próprio formato que ele vai sentir confortável Na hora de de produzir. Mas como que a gente encontra isso? testando. Então igual falar com os meus alunos, cara, vamos fazer um desafio.
>> Você vai ficar 30 dias, vai 30 dias você vai metralhar e soltar logo, você vai falar tudo que você quiser. >> Aham. >> No final desses 30 dias, você vai lá e vai fazer análise com aquilo que teve mais visualização, aquilo que teve mais alcance, aquilo que gerou mais Comentário, mais compartilhamento para você encontrar o seu próprio seu próprio formato. Aí eu fiz isso, produzi uma pancada de conteúdo, fui lá, puxei os últimos conteúdos e vi toda vez que eu falo desse assunto, dessa forma, tem mais alcance. Então, entendi que esse aqui é o
meu melhor formato. Eh, tanto que é engraçado, eh, a, a, a a minha audiência já tá muito acostumada a ver vídeo dentro de casa, >> que é o meu é o meu formato principal de Gravar dentro de casa. Aí quando eu gravo o mesmo roteiro, só que num ambiente que não é em casa, ele não entrega direito, as pessoas não engajam. Então, eu já falei, já entendi. As pessoas estão cada vez mais percebendo que o conteúdo do Micha é um conteúdo que ele tá dentro da casa dele, no fundo, claro, lá na sala. E é
esse é o conteúdo que eu espero para poder escutar dele quando ele vai conversar alguma coisa mais profunda. >> E a só que aí uma pessoa que faz uma isso no, eu acredito que no estado da arte é a Gabi Modesto, que fala de professora de inglês. >> Uhum. A Gabi, eh, eu acho que ela ela chegou nesse estado da arte dos formatos, porque ela tem vários formatos, ela tem o formato da segunda, o formato da terça, formato da quarta, o formato da quinta >> e ela separa um dia da semana para poder testar um
formato novo. Então ela já tem Vários formatos validados >> e dentro desses formatos validados, ela sempre acha mais um para ela poder adicionar mais um tipo de conteúdo dentro daquele daquele dia. Mas tudo isso é em cima com base do que ela tá testando e não com base daquilo que a gente tem costume de aquilo tá funcionando, vamos fazer igual fulano, que fulano tá funcionando. >> Nossa, maravilhoso, cara. Erros principais assim na hora da Transição, porque muita gente pode estar assistindo agora, falar: "Beleza, velho, vou seguir o caminho do Micha, mas quais possíveis erros essas
pessoas podem encontrar ao longo do caminho?" >> Cara, o o primeiro erro que eu já falei no início é é ser professor demais, >> tá? Porque a gente acha que a gente, e se a gente for reparar, a maior parte do tempo, a gente tá querendo muito mais produzir um conteúdo para mostrar pro nosso concorrente que a gente é melhor Do que ele. >> Aham. >> Do que produzir o conteúdo para as pessoas realmente engajarem. Então, é ser menos professor e e muito mais compartilhar a sua evolução e o seu aprendizado como se você fosse
a própria persona. Esse é o primeiro aprendizado. O segundo grande aprendizado é escolher um sentimento para aquele conteúdo. Porque eu eu acabei percebendo e fazendo também vários estudos que o que faz uma Pessoa tomar decisão de seguir ou não é a qualidade de conteúdo, é o sentimento que ela teve a partir daquele conteúdo. Então se eu e se você for reparar na hora que você toma decisão de seguir alguém também não é pelo conteúdo, é por aquilo que a pessoa fez você sentir assistindo aquele conteúdo. >> Então se eu produzo um conteú ou você sentiu
conexão ou você sentiu raiva, tristeza, emoção, sei lá. >> Examente. Exatamente. Exatamente. Então Eu tenho que escolher um sentimento. Qual o tipo de de sentimento que eu quero despertar nas pessoas? Aí nesse caso, no no meu caso, aí eu escolho eu escolhi três palavras que eu quero sempre transmitir em algum dos meus vídeos. Então, no meu caso, é otimismo, disciplina. É otimismo, disciplina e ah, esqueci a terceira palavra que eu foco mais no otimismo e disciplina. Otimismo, >> otimismois e disciplina são os os Principais. >> É, são são os meus são os meus principais. Eu
esqueci a terceira palavra. Então, como eu eu bato muito no no otimismo e disciplina, então eu sempre eu sempre penso, esse conteúdo ele tá traduzindo otimismo ou disciplina? Aham. >> Tá. Então ele vai reforçar o posicionamento que eu tô tendo agora. Não, não tá. Então eu tô, eu tenho a consciência que esse conteúdo que eu Produzi, eu tô publicando, ele não reforça o posicionamento e o pensamento que eu quero que as pessoas tenham sobre mim. Então, escolher essa, essa palavra chave, digamos assim, que ela vai estar presente nos seus vídeos, ela vai conseguir traduzir o
sentimento que você quer que as pessoas tenham do do outro lado. >> Nossa, >> essa é essa é >> terceiro, terceiro terceiro grande erro Acho que é produzir pouco, velho. >> Tá? É o o as pessoas buscam muita viralização e elas acham que vai que e e muita gente acha também que viralizar é tipo, aí vou ter um vídeo que vai bater, sei lá, 10 milhões de views. Só que eu acredito muito que na maior parte dos casos, principalmente dependendo da viralização, é pior se viralizar, porque de repente você pode viralizar pro público errado. >>
Sim. >> E você vai atrair um público completo, aí ferrou seu perfil, porque como você expulsa aquele público do seu perfil? Não tem, não tem como. >> Então meu pensamento sempre é, vamos manter uma média de alcance acima do padrão que o nosso perfil tem. Então para mim, esse é o meu conceito de de viralização. Só que a gente só consegue fazer isso fazendo muito. >> E você vira tua própria referência, tipo, você não vai olhar a minha Referência, ah, o dele x% ou x comentário, não. >> É exato. Exato. Então, então sei lá, minha,
vamos pegar a média do meu perfil é 1000 visualizações. Beleza? Você achou um vídeo que deu 2.000, é o dobro da média que você tem. Então tem alguma coisa de bom naquele vídeo, só que a gente só acha esse vídeo produzindo muito. Se a gente for pegar lá, >> ah, tem uma influenciadora no TikTok, inclusive até conheci ela pessoalmente, Velho, que pecado esquecer o nome dela. Ah, mas é uma adolescente lis você. Ninguém, ninguém, ninguém coisa. >> Vai TikTok, todo mundo. >> É Lis Lis é Lis Lis L. >> É Lis. >> Ah, esqueci. A
Lis é alguma coisa. É Lis. Ela é ela é adolescente estouradona lá no, no TikTok, cara. Ela produz, sei lá, tipo, 100 vídeos no mesmo no mesmo vídeo. Aí, tipo assim, como que você vai Competir? >> Como chama lá? Achou, eu acho. >> Lis Macedo. Isso. L Ma faz essa mulher, gente? Nunca ouvi falar. >> Não, ela é estour. Eu acho que ela tem 8 milhões de de seguidores no no TikTok. >> Planeta que a gente vive, né? >> É adolescente. Tá na virada da adolescência pra juventude ali. Conhecer ela pessoalmente. Gente boa pr caramba.
O quê? Nada. >> Nada. Ela é influencia. >> É, ela é influenciadora. Tá influenciador. E aí ela produz tipo 100 vídeos no no mesmo no mesmo dia. Aí beleza. >> Como >> 100 vídeos >> sem vídeos é publica sem vídeos. Entra entra entra no TikTok dela que você vai ver. Mano, ela >> o tempo todo, >> o tempo todo. Ela ela meio que ela meio que trouxe ela, ela, ela meio que criou O conceito de que eh ao invés de publicar o stories nos stories, ela ela começou a storilizar o feed, entendeu? Então ela consegue
produzir no volume muito maior, cresceu muito rápido, >> é muito mais views. É muito óbvio essa decisão. >> Total, total. Então, poxa, como que você quer ter a mesma curva de aprendizado dela fazendo um três vídeos por semana? >> Não tem como, velho. Então, eu entendi que esse era um erro que que eu tinha. Ah, tem que entender de marketing, funil, não sei quê, tal, tal, tal. Mas eu eu hoje eu entendo que a minha função como especialista é ser bom em roteiro, em gravação, em atuação e em edição também, porque nem sempre o editor
vai estar disponível. De repente o editor tá editando, sei lá, uma um um vídeo de vendas que vai demorar muito tempo para poder editar e eu vou ficar com um vídeo lá parado, não, eu mesmo vou ler editar no Capcut e tudo mais. >> Então, esse erro de o o o especialista, ele não ele não tem que se desenvolver como especialista nesse nesse processo do da produção de conteúdo também. Foi uma coisa que eu corrigi >> e hoje meu pensamento é meu, eu acordo todos os dias pensando como eu faço para poder ter uma audiência
maior, que que eu vou fazer hoje para poder ter uma audiência cada vez maior? >> A minha audiência e eu vejo que o teu volume nem sempre tá focado em acertar Todas as vezes, que às vezes você não tem muita visualização, só que você vai aprender o que que você errou, né? O que não funcionou ali, tá tudo bem. Exato. E a gente só consegue ter esse aprendizado produzindo, produzindo muito. Então, quando você tira a complexidade do processo de produção, que era a forma antiga que eu produzia, fica muito mais simples de de produzir. Você
vai ter de repente lá, sei lá, uma vez por semana eu vou fazer um vídeo, sei lá, um pouco Mais produzido, um pouco mais pensado, >> mas só é só você lembrar que você tá perdendo por uma lis macedo que tá fazendo 100 vídeos no dia, 100% no celular. >> Você vai ganhar nunca. >> E nunca vai ganhar. Gan. >> Você criar um a cada dois dias, ela tá fazendo 100 por dia. >> Não vai ganhar, cara. não vai cair. Então a gente a gente tá numa numa disputa por atenção e vai vencer quem Aparece
mais aí não tem jeito. >> Eu queria voltar na tua reunião de planejamento com o seu time, a de segunda-feira. Então você pegou os três melhores, os três piores, os três piores você vai aprender com os erros, três melhores vão virar carrois pra próxima semana. >> Você tem uma social mídia no seu time? >> Tem uma social mídia. Aí antes a gente tinha, antes não era eu que escrevi os roteiros, não era eu que era era meio Que Micha, é isso aqui que você tem que gravar hoje. Aí chegava, gravava e não sei que tal,
tal, tal. >> Irritado. >> Exato. Aí aí eu entendi que já que eu sou especialista, a minha função, eu tenho que puxar o processo de de produção, porque ninguém conhece a minha persona melhor do que eu. Não tem como eu colocar ou contratei um social mídia ou contratei uma empresa externa de social míia. Aí você, o especialista faz Muito, faz muito isso. Ah, eu tô pagando, sei lá, 10.000 pra agência, sei lá, que tá produzindo conteúdo, mas o conteúdo não engaja. Quer ver? Se eu fizer um postzinho aqui agora, vai ter mais engajamento do que
a agência que eu contratei. É óbvio, velho. Lógico. >> Você se conhece há 30 e tantos anos. Os os outros estão com você dois dois meses, não tem como. >> O cara não sabe uma história sua. >> É exato. Então eu entendi que a a frente De conteúdo quem puxa sou eu e ela vai fazer o conteúdo, a gente chama lá que é o é o é o conteúdo de tabela. >> Então ela vai jogar para poder ganhar. Tipo, joga na consistência para poder ganhar, mas eu vou puxar o conteúdo principal da do Então eu
que penso na pauta, eu que tô conversando lá, ó, isso aqui é uma ideia boa. Tem alguma referência aí? Que que tá, que que o pessoal tá fazendo nos Estados Unidos que é legal e não sei o quê. Então a Gente vai juntando referência para poder fazer esse processo de produção, mas é a minha responsabilidade é puxar a produção de >> de de conteúdo. >> Qual que é a responsabilidade da tua social mídia? Então, pelo que eu entendi, que é inclusive o que eu tô buscando agora, é uma pessoa que vai talvez frequentar as bolhas
e as referências para te munir, talvez de ideias ou referências para você Continuar puxando o teu conteúdo. >> Ex. >> Então é isso. A social mídia, ela vai te mandar referências e te ajudar. Exato. E ela vai fazer esse post de tabela que é >> o carrossel. >> É que é o carrossel. Ou ela vai, então, ela vai fazer o post carrossel, ela vai fazer a as histórias lá de prova social, ela vai fazer as publicações de venda que tem objetivo lá com gatilho para poder vender, mas a frente de batalha Sou eu que tenho
que puxar porque ninguém conhece meu público melhor melhor do que eu e literalmente esse é o meu esse é o meu trabalho, entendeu? Tipo, você hoje, né, teve até a experiência que precisou voltar do raio X. >> Aham. >> Esse foi um conteúdo que, se você não lembrou, isso ele contou no começo aqui, que os meninos vindo para cá, eles foram parados no raio X, tiveram que voltar de Novo. Isso aí vai pro seu feed, >> vai. >> E que que você vai contar nessa parada? >> Cara, eu só vou contar que eu eu o
meu pensamento com essa história vai ser é falou assim, mano. >> E e e o eu porque eles falaram que a gente tinha que voltar pro pro Rio X. Aí nós fomos, fizemos a filinha. Mas a gente não passou pelo R X, liberou tudo direto. Então eu posso eu posso eh linkar com com a lógica de que poxa, eh Fizeram todo um protocolo aqui pra gente, assustaram a gente, mas foi tudo alarme falso. Aí eu posso lincar com alguma coisa. Ah, quantas vezes você tá, você é o peido molhado, entendeu? É só alarme falso. Hoje
eu vou, hoje eu vou produzir, tá tudo montado, ó. Roteiro tá montado, não sei quê, mas aí eu fingi que ia fazer e não fiz, entendeu? Então vira uma história dentro do contexto, mas não fica aquele aquele ensino chato educacional. Total, mano. Próximo bloco Que vou entrar até numa pegada mais polêmica, porém importante. >> Boa. >> Inteligência artificial e conteúdo. O que que você usa de inteligência artificial e para onde você vê que a IA pode ajudar o loufizista? Loufisista, lowfaiiro. >> Lfaiiro é melhor, né? >> [risadas] >> Cara, eu eu acredito que o o
vamos pegar o o mais universal, que é o chat apt. O O papel do chat aptim >> é me ajudar a organizar o pensamento da minha cabeça, >> tá? Então eu não eu não criaria um roteiro 100% feito no no chat GPT, mas eu usaria ele para poder me ajudar a construir o roteiro como se eu tivesse como se eu tivesse conversando com o meu eu mais inteligente pra gente poder chegar num num denominador comum para aquele para aquele roteiro. >> Talvez ele te ajude com um ganchinho bom Ali. >> Isso vai dar um bom
gancho, vai de repente trazer um contexto melhor do que eu pensei, mas ele não vai scriptar para meu roteiro 100%. Então, antes aí eu eu fui fiz a eu eu peguei, criei um agente lá na época que era tinha a minha personalidade, tinha eu fiz um teste lá da Solids lá que entregou tipo meio que meu mapa de comportamento todo, eu fui, coloquei ele lá dentro para eu poder como se eu tivesse conversando comigo Mesmo, só que com uma inteligência maior, inteligência do conteúdo e tal. Só que aí que que a gente fez, como a
gente ficava muito dependente do chat APT, a gente foi construir a nossa própria ferramenta de produção de de conteúdo, porque ela já entrega mais parecido do jeito do jeito que eu gosto. Então hoje eu crio a os nossos conteúdos, quando eu o conteúdo primário, eu crio literalmente dentro lá da nossa ferramenta, porque aí ela já Traz >> nesse nesse formato que vai ser menos denso de conteúdo, vai ser mais lowfy e já traz mais ou menos na característica que eu gosto de de produzir. Exatamente. Exatamente. >> É um software isso, não? É, nós fizemos o
software, inclusive aplicativo zoado, hein, nossa amiga. >> É, mana. E baixa lá Apple Store, Play Store, tá lá disponível. Pode baixar. >> Sirius Sirus Lab. Sirus Lab. >> Muito bom, velho. Maravilhoso. Eu queria entender eh sobre a tua agenda. Então, ficou claro para mim que você é o cara que puxa. >> Uma pergunta muito boa. >> É, como é que funciona essa parada? Me explica mais, >> cara. Eu eu me desafio a gravar todos os dias. Eu não faço vídeo de gaveta. Para mim, eu acho que o o até a pessoa até a pessoa adquirir
uma maldade muito grande em acertar muito bem todos os conteúdos, Ela não deveria fazer vídeo de gaveta. Por quê? Pensa lá, você separou um dia inteiro de gravação. >> Aham. >> E aí você fez, sei lá, 20 vídeos. Aí você postou os três primeiros. Deu ruim, mano. Você tem 17 vídeos ainda catastróficos >> para poder colocar. Então você >> se você não postar, você vai ficar irritado com Ex. Não, eu perdi tempo. Vai postar essa porcaria aí. Então eu eu Hoje a minha agenda é travada de 9 de de 8:30 às 10 a agenda é
travada só para gravar. Então eu gravo todos os dias. Todos os dias. >> Senão você precisa inventar alguma moda ali todo dia. Você alguma coisa tem que falar. >> Então eu tenho que eu tenho que falar. Aí eu faço o vídeo do dia. Eu comecei fazendo o vídeo do dia. Então quando eu fiz o desafio lá de eu fiz esse desafio comigo mesmo em janeiro >> e em julho. Aí >> você fez no Orion isso. >> O mastermind do Micha e eu vi lá a todo o movimento da galera se engajando nessa parada. [ __
] >> Exato. Aí em julho eu consegui fazer 171 conteúdos ali em 30 em 30 dias. Velho, então você não posta um por dia. É >> é mais eu fui, fui tanto que no último desafio, que o desafio acabou virando um produto, né? Uma entrega dentro de nossos produtos. A última psicopata, a Última turma da galera que participou do desafio, aí eu encurtei porque eu vi que 30 dias é muito grande, eu fui encurtei para sete. >> Aham. >> A última vencedora, o desafio, ela ela >> publicou 467 conteúdos em s dias. >> Que isso,
velho? Te juro. Eu falei, mano. Ela falou, eu ficava gravando o dia todo, queria ganhar. >> Ela acertou poucos, errou muitos, mas aprendeu >> exata. É porque ela era um perfil que ela não produzia. >> Aham. >> Então ela saiu de não produzir a produzir 400 conte, mais de 400 conteúdos em 7 dias e saiu com um baita aprendizado, saiu com cliente falou: "Qual que essa menina cresceu?" Não, ela cresceu muito pouco, muito pouco. É, deu deu os 300 seguidores >> que ela falou, deu 300 seguidores, mas ela ela o depoimento que ela mandou pra
Gente depois falou assim: "Eu, eu agora eu acredito em mim que eu consigo". >> Ah, eu acho que é o desbloqueio, >> é encontrar a vertente e principalmente, cara, >> exato. >> É possível, >> é possível. É, foi o que ela falou assim, eu eu achava que eu não conseguiria >> produzir conteúdo porque eu não tinha nada para poder falar e eu vi que eu Tenho muita coisa para poder falar. Então para ela foi o maior destravar foi ela de realmente transformar a produção de conteúdo num num hábito. >> Então aí esse processo de eh
eu comecei gravando do dia, então me desafiei. Eu vou gravar o vídeo do dia, eu vou postar no mesmo dia. Eh e hoje eu gravo do dia seguinte. Então esse meu horário da manhã eu tô gravando os vídeos que vão ser publicados no dia tem dia seguinte >> um dia de gaveta. Então isso é um dia só Para você, pô, teve imprevisto, você não vai ficar sem nada ali. >> É exato. E aí eu vou, faço as publicações, vejo o que que deu de comentário, o que que não deu, que que fez sentido, o que
que não fez para eu poder preparar pro vídeo do dia seguinte. E tem para mim, eu acho que o o meu último hack de descoberta assim que me transformou numa outra pessoa. Eu eu tenho, pô, eu sou Micha Menez, tenho meu perfil, tem minha história no Mercado e tal, então nem tudo que eu queria falar, às vezes eu falava: "Mano, não, acho que não faz sentido tanto eu falar". Eu ainda ficava com aquele preciosismo. Que que eu fiz, velho? Eu criei um outro perfil no TikTok para poder falar de assuntos que não tem absolutamente nada
a ver com marketing digital, só para eu forçar meu cérebro a não ser cérebro de marqueteiro. Mano, tá muito, muito gostoso, velho. Eu acabei de bater 1000, acabou de bater 1000 Seguidores e tem vídeo com 300. visualizações, 200 e tantos mil, muito mais engajado nada de digital, >> nada de marketing digital, nada, nada, absolutamente nada. Então eu eh eu eu tô falando muito mais de relacionamento, então eu tô falando no meu dia a dia de de de relacionamento, os aprendizados que eu ti Exato. É de de príncipe. >> Ex. e tô compartilhando e e isso
tá me deixando com isso tá me deixando com Contato muito mais apurado para na hora que eu venho produzir ali, porque eu sei, pô, esse formato aqui funciona melhor quando quando faz desse jeito. Lá eu entendi o quanto a repetição é mais importante do que eu imaginava, porque eu tenho vários vídeos que são vídeos com roteiro repetido, só que de ângulozinhos diferentes e o vídeo pega alcance da mesma forma. Falei: "Mano, isso aqui é uma verdade, >> vou falar dele". aquilo que funcionou Continua repetindo de forma diferente. Então tem sido um baita laboratório muito mais
para eu poder aprender, sentir a dor também de crescer um perfil pequeno, porque, pô, tem lá 600 e tantos mil seguidores. Aí às vezes a pessoa: "Ah, para você é fácil, ah, qualquer coisa você publicar, >> mano, você vai virar seu próprio case, velho, do zer". É isso que eu tô querendo, é isso que eu tô fazendo. Aí eu vou tirando os printzinho lá da Evolução para poder mostrar, >> vai tirar uma palestra, tipo tr o quanto cresceu em x >> exato falando de de outro assunto completamente diferente. Nossa, maravilhoso, velho. Então você não tem
assim necessariamente um número de res que você vai postar por dia, porque a gaveta às vezes ela vai bem, tipo, tem dia que você tá com um um um cérebro alinhado para ter ideia boa e tem dia que tá meio merda, que vai sair um só, Talvez. >> É exato. Eu eu me forço a fazer dois por dia. Dois, que aí eu vou é que aí vai ser com pensamento de primário e secundário, né? Então vai ser um primário e um secundário. Então primário para poder ajudar a vender o produto e um secundário de alguma
coisa completamente aleatória com que aconteceu no dia, só para poder firmar. mesmo posicionamento, pelo menos segunda a sexta, eu me obrigo a fazer dois ali, Dois por dia. >> Muito bom. Vamos falar de planos de 2026. Queria entender o que que você tá olhando agora. Eu vou deixar de lado o Micha creator influencer >> e eu quero trazer o Micha perspectiva. >> Qual que é teu feeling, cara? Eu sei que a gente tá passando por uma mudança drástica. tá mostrando muito para nós isso, até os players buscando, né, pô, como que a Gente vai diminuir
esse curso de excessão. >> Qual que é tua visão? >> Eu acredito muito em que as pessoas estão ficando cada vez mais burras, digamos assim. >> Uhum. E o produto que a gente tem costume de vender, que é aquele produto de transformação, de que vai aprenda, descubra, vai cada vez mais ficar mais difícil de vender, principalmente um produto de ticket, de ticket médio. >> Acredito super que o futuro, o futuro é do low ticket, de low ticket que entrega uma coisa pronta pra pessoa, mas que atrai a pessoa certa para poder vender o você vai
vender o produto caro pra pessoa ao longo da jornada e não necessariamente dela te vendo pela primeira vez. Eu acredito muito nisso. Acredito muito também ness nesse processo de construção de audiência, mas não uma audiência qualificada paraa compra, mas numa audiência que tem eh Que tem uma conexão direta com você para você conseguir vender qualquer coisa para ela, que vai ser que vai ser muito a nossa pegada também para para 2026 de vamos ficar, eu eu quero muito bater 1 milhão de seguidores, só que eu quero cada vez menos pessoas que sabem que eu existo
do mercado digital. Eu quero que a pessoa se conecte comigo primeiro para depois saber o que eu que >> da você vai vender para ela, se é colchão, se é produto digital, enfim. >> Exato. Porque o meu o meu pensamento trazendo pr pro pro nosso lado, né, pra nossa bolha de de venda de infoproduto, é que a Virgínia nunca vai nunca vai ser pobre na vida, >> nunca mais. Por quê? Porque ela tem um canhão de audiência na mão que ela consegue conduzir esse canhão para qualquer lugar. Então, partindo desse princípio, quanto maior o meu
perfil ficar, menor vai ser meu custo por aquisição, Que é o que a gente já sentiu. Eh, 2024 a gente não produzia conteúdo nesse volume, então a gente, o nosso, o K tava só subindo esse ano, >> isso, raizão, tráfego direto, público frio e tudo mais. Esse ano quando a gente coloca o conteúdo junto, o CAC já abaixou, porque aí aí a pessoa compra pelo link da BI, a pessoa eh conversa, aí vai no direct, aí compra tudo que tem para poder comprar, gera muito mais conexão, a competição fica fica menor Porque ela ela tem
uma conexão mais emocional comigo do que diretamente com o produto. >> Então se isso já tá na escala com a quantidade de pessoas que a gente tem acompanhando, imagina isso, sei lá, com 5 milhões de seguidores, entendeu? Então, a a o nosso grande plano é como que a gente começa a furar a nossa bolha para que pessoas de outras bolhas comecem a conhecer. Aí vai entrar um trabalho de fazer colab e com colb de Fora. Então, por exemplo, nesse no último encontro da Taurus, que é da nossa mentoria, eu já levei um influenciador mesmo, um
influenciador que não vende nada para poder para ele mostrar. Falou assim, ó, como a cabeça de um influenciador pensa para produzir conteúdo. Velho, quem que era? >> Era o Erisson. Ele é o maior influenciador do Erison Silva. Não, ele é de produção de conteúdo de entretenimento, tá? >> Erisson Silva, ele não vende nada, não ensina nada, ele produz conteúdo, é literalmente um influenciador, vive de puble, >> eh, vive da de receber coisas das marcas e eu levei lá para poder colocar na cabeça das pessoas de ir. Olha só, eu tenho eh eu tenho de repente
menos seguidores do que algumas pessoas aqui na sala. Meu engajamento é muito maior, eu ganho muito mais coisa, eu vendo muito mais, audiência vai para onde para Literalmente colocar a cabeça de que a gente tem um domínio do funil. de aquisição. Se a gente tem a cabeça desses caras, eu acho que é é a próxima, sei lá, acho que é a próxima revolução do nosso mercado, porque quem do nosso mercado que já entendeu isso, cara, tá forrando. O exemplo, quer dizer, Betina, velho, Betina faz isso muito bem. Faz isso muito bem, velho. Ela, então quem
quem entendeu isso tá tá forrando, entendeu? Que eles cham de >> exato. >> Que não é mais o infoprodutor, não. Por um acaso Micharutor, mas antes disso ele é um criador, ele é um influenciador que é o influenciador da própria marca. >> Ex. Exatamente. Exatamente. >> Cara, maravilhoso. Eu quero te agradecer. Adorei demais. >> Quero que você dê aqui as tuas considerações finais. Mas antes te agradecer pelo anúncio que Você fez, que chegou no Henrique, que talvez tenha feito com que a gente tivesse se inspirado e tivesse aqui trocando essa ideia hoje. Então você tem
um impacto muito massa, é um cara muito generoso. Eh, falei para ele aqui eh no nos bastidores, né? Esse é um cara que eu gosto muito de ter nos meus eventos, porque ele não tem uma uma ideia distorcida de contribuição eh a troco de algo, não. É um cara que sempre tá contribuindo pelo bem. E, Mano, eu gosto muito de você, admiro o seu trabalho, enfim, mano. >> Fala o que você quiser. Essa câmera aqui é sua. Queria queria que você desse um conselho para quem tá te assistindo até agora aqui. >> Ah, galera, eu
queria que vocês entendessem que a existem pessoas que precisam te conhecer, sabe? Existem pessoas que agora de repente estão desistindo da vida, tão desistindo da sua carreira, desistindo do seu negócio, Desistindo da sua família, porque você não tá abrindo sua boca para poder falar e alcançar essa pessoa. Eu eu eu durmo todos os dias preocupado com esse pensamento de que, cara, a se tem gente do bem, de boca calada, é por isso que o pai está desse jeito, por isso que tá essa confusão maluca. Então, quem é do bem, velho, tem que falar, tem que
ser grande. E e é um desperdício você ter o conhecimento que você tem, você ser uma pessoa do bem e ser pequena. É um Desperdício. Você tem que ter 5, 10, 15, 20, 30, porque não é você que tem 50 milhões de seguidores. Eu me pergunto todo dia, mano, por que que não sou eu que não tenho 50 milhões de seguidores? Então é sua responsabilidade inspirar a vida das pessoas e como consequência isso vai trazer muito dinheiro pro seu bolso, mas isso só vai acontecer a partir do momento que você não desistir no meio do
caminho, que é a frase que norteta da nossa comunidade, Que é: "Eu quero ver o que acontece se eu não desistir". Cara, vai descobrir o que acontece se você não desistir. Coloca uma imagem do final da sua, eu tenho a imagem clara assim do não do final da minha vida, mas o o início do final da minha vida, que vai ser um dia eu lá velão todo rasgado, sei lá, 80 e tantos anos, >> trincado, >> trincado, uma [ __ ] família. Exato. De frente, de frente pras montanhas de Minas Gerais, ali na beira da
lagoa. Aí um Natal com uma árvore de Natal gigantesca, lotada de presente, os filhos, os netos, todo mundo correndo, aquela confusão. Aí vai vir o meu mordomo, sabe? De luvinha. Vai a taça, vai bater na taça assim. Tim tem tim. Pessoal, agora vamos reunir a mesa que o vovô Micha vai contar as histórias da vida. E eu vou estar numa poltrona bem grande com aquela roupinha verde americana de de Natal, sabe? aquela Roupinha verde, o conjuntinho, todo mundo sentado ao redor e eu contando as histórias da vida. Mas isso só vai acontecer se eu não
desistir. >> Então vá descobrir o que acontece se você não desistir, porque você merece viver uma vida melhor. >> Muito bom. Esse foi Micha Menes no podcast Por Trás. Sucesso. Espero que você tenha gostado. Se você curtiu, deixa aqui o teu like, se inscreva nesse podcast que toda semana eu trago Empreendedores, empresários que você admira. Olha que história louca que a gente conheceu aqui hoje. O Micha por trás do que você vê nessa história de perpétuo. Muito obrigado até aqui. Um beijo pros meus apoiadores patrocinadores. Send Flow curso Educa. Nos vemos na próxima. Fica com
Deus. Fui.