Oi, oi! A gente trabalha, a gente estava esperando acontecer e tinha um pianista também, né? Oi!
E tinha um pianista também, já não sei se estava tocando, mas era ele, o Roni, que fez o Villa-Lobos. Mas também tinha sempre tanto para a gente. .
. Não sei, da artista na nossa patinha, cantor. .
. E a música de "Gastando as Violão". Gente, tem que arrumar alguém ali; dá para fazer uma participação.
Foi muito legal a reação deles! Acho que eles não vão esquecer da semana de 12. Avisa para ele, é muito bom, porque eles estavam estudando isso na sala de aula, né?
Em Literatura, já passei para eles, né? Agora, então, eu tô esperando para ir para a Semana de Artes com apresentação de "Tchau". Então, assim, como era à noite, né?
Aula de ensino médio, eles normalmente fazem apresentações. Por isso que aumente ligadas à literatura, a gente fica vendo mesmo no corredor. Amiga, você dorme no ensino médio?
Então, era engraçado que às vezes a gente estava ainda ensaiando e eles já estavam na janelinha, espiando, querendo saber o que ia acontecer, se eles iam conversar ou não. Mas às vezes a gente estava caracterizando e passava polícia no intervalo deles, né? E queriam saber: "Será que a gente acordar assistindo vai ficar?
". Vale a pena estar ansiosa por essas atividades. Você fez dentro da faculdade?
O que vem para você em importância? Porque isso ajudou a aprender literatura. Com certeza, com certeza!
Eu lembro da gente, assim, de todos os seminários, todas as apresentações com poemas, o quanto a gente se dedicava. É isso que eu falo para a gente trazer agora para os meus alunos: é colocar a importância de você conversar, usar o tem entender de uma forma maior a relevância daquela obra quando a gente reproduz o que está acontecendo. Então, quando a gente se caracteriza, quando a gente tenta criar um cenário e levar alguém a entrar naquele mundo, eu acho que a gente está entendendo melhor a relevância daquele momento só, né?
O que é tão importante falar de enrolar isso porque algumas vezes é importante o que estava acontecendo aqui para que se tivesse essa relevância, né? Para que serve? O que é ruptura cultural?
O que estava acontecendo? Eu acho muito legal quando a gente consegue essa profundidade. E eu acho que a partir dessa contextualização, da gente se caracterizar, a gente está vivendo meio que a quinta naquela época e tentando viver aquilo; eu acho que faz a gente ter uma noção maior daquilo que a gente está vendo.
Oi! E aí, você já determinou o curso de aulas? Nas suas aulas, como você trabalha ou trabalhou isso daí?
Eu comecei a faculdade com o Fundamental II. Eles ainda são pequenos, só têm 11 anos. E aí, eu sempre trabalhei muito com gravura; sempre gostei de contar histórias, trabalhar um livro, um dia de cada vez, um capítulo.
Estava esperando, né, para saber o que estava acontecendo no capítulo de amanhã. Nessa linha, eu sempre tive que fazer fichas literárias e livros, mesmo pôsteres, histórias. Minhas pernas entenderam os elementos da narrativa ali, mas para a gente trabalhar principalmente o poema.
Eu sempre gostei de fazer jogral, de fazer sarau, para que eles se apropriassem mais daquelas formas, né? Da rima, da métrica. O que é um poema?
Na sua estrutura, o que é verso? O que é estrofe? Então, cada um vai ler um verso ou mais para a frente, né?
Você tem que ler dessa forma para que rime com as trocas de baixo. E aí, eles acabam demorando os poemas. Então, eu acho que é uma forma bem divertida de trabalhar neles; leve e divertida.
Principalmente a questão da forma do poema, que é uma coisa nova. Agora, vocês planejam uma coisa nova, né? Eu lembro que eu dei aula, com o Jorge, o ECA.
Eu tinha feito essa brincadeira de fazer o sarau, de fazer bem. E aí, a gente fez. Era uma escola bem rural, né, com poucos recursos.
A gente brincando dentro da sala, mas eu tinha escrito na lousa tudo e buscar algo do sexto ano. E eles deram uma importância tão grande para aquilo. E assim, a gente nem tinha combinado nada!
Eu tinha ensaiado os poemas com eles para apresentarem para os colegas. E, de repente, todos vestiram uma roupa. "Professor, a gente vai se trocar!
" Eu: "Mas pra que vocês vão se trocar? " E eles: "Pra apresentar! ".
E aí, quando eu vi, estava todo mundo rindo, e olhei o quanto eles colocaram uma frase atrás que falhou. Então, eu vi o quanto eles deram importância naquele momento para aquela apresentação, que era, na verdade, uma coisa simples que eu tinha planejado. Mas eles acharam super importante, e o quanto eles se trocaram foi significativo para eles.
Eles trocaram de roupa e, de repente, mudaram até a postura porque estavam arrumando a roupa e agora estavam prontos para apresentar para os colegas, né? E eu achei isso magnífico! Aí, eu comecei a ver: "Nossa, como eles se envolveram com uma coisa assim!
" E a gente estava trabalhando o poema de Vinícius de Moraes, Cecília Meireles, poemas leves, né? Para aquele ser, brincar com a questão da linguagem, da métrica. E não é que a professora trouxe?
Nós vamos falar das borboletas. E eu: "Cara, eu trouxe uma roupa da cor da sua borboleta". Eles tinham pensado muito mais do que eu na apresentação, né?
E daí eu acho que. . .
Isso é muito legal porque isso foi bem no começo também da vai ser ia dar aula, né? E aí, poxa, eles gostaram mesmo. Eles envolveram.
Dá certo fazer esse tipo de bolo e é isso, é uma coisa que eu conversei, adotar, né, do grau de Sarau para trabalhar a forma da poesia, né? E até a linguagem com o esta também. Lógico, é a tão só o coelho, mas a poesia também com essa forma de representar, né?
E fazer vozes de um começa que o outro termine. Não faz parte outro pagar logo presença. Vida ele de jogral com pequenos, para mim, deu muito certo, né?
Foi assim que eu comecei a colocar as asinhas de fora e eu vou usar, sim, né? E aí, como ensino médio, foi realmente com as aulas de literatura, né? E a gente promove tanto na área de dissertação, leva da escrita, a gente promove muitos debates e eu acho que são muito importantes para treinarem a oralidade.
E eu vejo que, também, tem uma questão de uma aplicação de uma postura que muda no momento que aquele algo vai lá para fazer o debate, que ele chega no pulso e ele muda, né? Porque ele se preparou para que ele de baixo para ter o teu. Gostei, mas antes, né?
Aí eles estudaram e você trabalhou bastante para o nono ano quando a gente está começando artigo de opinião, a trabalhar argumentação, né? Então, eu distribuo temas, eu falo: "Vocês vão estudar em casa. É por que que você defende?
" Eu cortei comprar o sistema. E daí, um dia, vocês venham preparados com argumentos para o argumento. Vocês vão pesquisar, preparados para fazer o debate com seu colega que não concorda com você.
Oi! E aí, eu vejo que mesmo sendo assim, uma coisa até um argumento dele. Lógico que ele precisava do celular dele, não é?
O peixe ensaiado, eles estarem ali na frente falando para uma turma, de Salve, muda alguma coisa. Eles se portam de forma diferente, eles agem com a seriedade um pouco maior para tentar convencer, argumentar. E aí, eu sempre coloco essas práticas.
Eu acho muito importante eles terem essa coragem de falar. Que é difícil, é difícil. É no começo, ele sofre muito, né?
Até sua coragem de falar, o outro. Eu acho que também é surpreendente porque se tiver algumas vezes ali quietinho durante quase um ano, e de repente, e Itália apresentando lindamente o trabalho, né? E eu vejo a importância também da caracterização, que era uma coisa que eu não tinha melhorado um pouco, mas como uma fera, o óculos, uma camisa, muda e parece até encorajar eles estarem.
"África, não sou eu agora falando, então não precisa ter vergonha, né? Agora sou eu, sou outra pessoa, eu tô aqui conversando. " Acho que não precisa mais ter vergonha.
Eu acho que isso é muito interessante fazer esses elementos assim para a sala de aula, para que eles consigam se soltar, né? Isso é procurar, mas eles acabam tendo mais interesse, saber porque eu falo para eles: "Olha, vocês têm que saber que vocês estão falando. Isso é o homem, quiser pergunta, você quer um professor, você tá explicando, não sei que.
Eles gostam, mas nem têm todas as informações, mas eles estão ali com o livro, com papel anotado ou com o celular ali para conseguir responder todas as perguntas. " Então, vez que eles acabam aprendendo também de alguma forma ali, não sentiram uma saia azul, quer saber responder alguma pergunta. Eu acho que pesado fluir de alguma forma mais divertida.
Muito legal, parabéns, viu? Muito legal, muito bem. Com certeza, eles adoram as suas aulas e ser seus alunos, né?
Muito bom esse daí, então. E nesse no Caju do Sarau, né? É principalmente, qual período literário você chegou a trabalhar?
Começar a trabalhar no organismo. Modelos geralmente. Peter, ser usamos segundos e terceiros.
Nesse primeiro ano, acho que é a segunda vez que vão para o primeiro ano. Sempre segundos e preferências terceiros. Sei, eu gosto muito de redação.
Bastante pegar o terceiro antes de redação. Então, o quê, eu não trabalhei muito romantismo e modernismo, lá, realismo-naturalismo. É sempre assim.
Japão partido do contemporâneo já, né? E sempre, principalmente poemas. Então, ele na na com as crianças aqui, normalmente, o que que você tem trabalhado que você parece que gosta bastante de contação de histórias também, né?
Com que você deu, eu ingressei água da boca, né? Uma creche, né? Sendo três para as crianças maiores, né?
Jovens. Aí eu me vi ali no pré, mal, né? De 4 anos.
Então, eu ficava negócio bom dia e falar com eles, só que eles vão gostar de mim, como que vai ser? Porque a criança é uma sincera, né? Pau, né?
Gosta, você gosta? Como é que você faz para o pulo? E eu fiquei muito nervosa.
E aí eu percebi que eu precisava de estratégias para aprender essa, então. E não era tão fácil como era os maiores. É, não que estejam os vários nessas atenção, eles aparecerem muito menos.
Precisava de alguma coisa mais se tornar atrativo ali para eles, aquele momento. Aí eu fui a partir de músicas, formação, histórias de gratificação, muita linda. Rosa juvenil ali, começar e a participar também, disco.
E aí, quando eu fui para o fundamental, hoje eu vou. Aí, desde 27, só com o primeiro ano, né? Que eu pego a primeira turma de alfabetização.
A gente, eu tive a oportunidade de trabalhar em sala de leitura, bem mesmo, não estando na sala de leitura. Participar dos projetos, que eram rubi pelas professoras Patrícia. E aí, tem alguns projetos para negar esta que a gente trabalha na nossa escola.
A gente tem um projeto "A História da Sua Porta" em que os alunos ensaiam uma história que eles vão voltar para os amigos das causas do lado. Te ouvir contar uma história é como bater na porta para que ela compartilhe algo significativo. A gente fez a parada literária, que era um momento em que a escola inteira parava, em um determinado momento, para ler.
Assim, todo mundo saia da sala de aula. Tinha participação dos inspetores, dos alunos, da limpeza, das crianças da cozinha; todo mundo parava para ler um livro. A gente distribuía livros por toda a escola e eles iam procurar qual o melhor ambiente.
Um ficava no balanço, o outro ia ler na sombra ou na quadra, no parque, ou na mesa da neném. Era muito legal para eles. O quanto é divertido ler, né?
Não pode ser chato; o livro tem que ser legal, ser um momento prazeroso. Nossas tarefas literárias proporcionavam muito, porque eu podia escolher qualquer livro. Podia pegar um livro grande; "nossa, como é que eu consegui ler isso?
" Quem não sabe ainda ler ficava ao lado de alguém que sabe e aquele podia contar a história para ele. Ou ele olhava no livro, às vezes criava uma história com as ilustrações. Os livros estiveram muito presentes na minha casa.
Tem uma prateleira que é minha, eu levo para onde vou, e lá estão meus livros. Terminado a lição, qualquer um pode pegar um livro, não importa o que ele está lendo. A gente está oferecendo vários tipos de mídia para que eles pratiquem a leitura.
E aí a gente faz a mesma coisa legal, passa o livro para o meu amigo; ele pode ler junto. E o prazer é absoluto. Como eles são utilizados dois na mesma cadeira, não precisa nem pegar outra carteira, e os dois leem juntos.
É super divertido ler junto. Às vezes, o amigo sabe ler um pouquinho melhor do que o outro, e isso é customizado. Então, essa é uma coisa que está sempre presente na minha sala de aula.
Agora, porque antes não era assim, né? Tudo que a gente está acostumado será o projeto. Sabe, bem legal que a gente trabalhou, que é "Pai, Quero Ouvir".
As professoras escolhem uma história para contar. Aí a gente faz um painel com opções de histórias, com as linhas ali para os alunos se inscreverem e verem os seus nomes. Alunos de séries diferentes acabam escrevendo para a mesma sala.
Olha, pela história, não se sabe quem vai contar. A grande surpresa no dia é quem é a pessoa que vai contar a história. A professora está esperando e ela está caracterizada; por exemplo, uma vez, eu fui à Cinderela.
Bom, era mais ou menos "Cinderela", estava vestida de Cinderela e contando tudo o que tinha acontecido comigo no passado. Mostrando fotos que eu tinha, demonstrando, e elas também estavam com coroa. E na hora, todo mundo dançou; a gente fez uma "Valsa Cinderela".
Foi um momento bem legal. Teve um ano em que eu fiz "A Princesa e o Sapo". Foi muito divertido porque eu era a princesa e também era o sapo.
Queria uma luva, que estava na minha mão, e eu conversava com o sapo. O engraçado é que eles viam que era uma luva, mas muitos deles iam conversar com o sapo. Brincadeira!
Depois que a gente terminou, alguns deles queriam conversar comigo, mas outros queriam conversar com o sapo. Eles imaginavam como se fosse verdade. Nesse dia, eles ganharam docinhos, que eram pirulitos em forma de mosca, que eram comida do sapo.
O sapo tinha dado para eles, e eles achavam que era gostoso, colocando na boca. Era muito engraçado! Nesse projeto, foi interessante que os novos alunos, do ensino médio, e eu estava até na última hora como parceira do ano, sabiam que eu ia sair da escola.
Então, eu fui correndo para outro lugar; eu precisava de 20 minutos, porque eu estava correndo para comer alguma coisa, e já tinham chego na pré-escola. E aí eu conversando com eles, né? Eu vou marcar o dia na escola e vou fazer isso.
"Desce. Você vai ser uma princesa". Falei que ia tentar com certeza, porque eu não sabia fazer maquiagem, não sabia fazer a palhaçada.
Então, eu estava na última aula, dando aula, e duas alunas trancavam meu cabelo e a outra me maquiava. Ela queria me maquiar e desejava forte: "Professora, seus alunos vão adorar. " Depois, você manda fotos, conta como foi depois.
Nossa, envolvendo aluno de uma escola no projeto da outra, que está no dia. A parceria é incrível, integrando ensino médio com a educação infantil. Até alunos do ensino médio na mesma comunidade, que falam: "Olha, eu quero ser professora.
Se tiver alguma coisa na escola, você precisa de ajuda, você me chama. " Inclusive, já foram duas alunas. Não é que a mamãe vai deixar?
Ela deixa, porque perto da minha casa eu vou lá, e não teve peças aqui na festa das crianças. E eu levei alunas da outra escola para ajudar. Ir lá, pegar no estavam na faculdade.
Uma queria fazer letras, elas estavam lá na escola ajudando. Já participa, legal saber ali, né? Muito legal.
Legal em. . .
e a pandemia? Como que você enfrentou a academia e essa experiência? Aliás, foi assim, só choque.
Mas estávamos muito no começo do ano, cheios de expectativas com as datas dos seminários nos primeiros bimestres. Daí, pronta, a Ingrid, a nossa Donald de dólar, por salvos pelo gongo. A gente não vai apresentar para vocês, não apresentar online.
Eu acho que você não vai fugir disso. E aí, no começo, era uma brincadeira, para que a gente sabe que ia durar pouco tempo. Sabe?
Você está por 15 dias para fechar por um mês. E isso foi tomando uma proporção que a gente viu que teria que adaptar. Aumento que a gente precisava no tempo, a chance não é.