Claro! Aqui está o texto com a pontuação corrigida: "Eu vou ver em pé e a pandemia. Como você enfrentou a academia?
Como foi essa experiência? Foi um choque. Nós estávamos muito no começo do ano, cheios de expectativas com as datas dos seminários, os primeiros bimestres.
A Ingrid, nossa dona, disse: 'A gente dorme ou é salvo pelo gongo'. E a gente não vai apresentar. 'Por que vocês não apresentam online?
Eu acho que vocês vão fugir disso'. E aí, no começo, era uma brincadeira, porque a gente sabia que ia durar pouco tempo, sabe? 'Você só por 15 dias, para fechar por um mês'.
E isso foi tomando uma proporção que a gente viu que teríamos que adaptar. E aumentou. A gente foi dando um tempo, a chance, e logo conversamos aqui pelo WhatsApp: 'Ah, logo a gente vai voltar, logo a gente vai voltar'.
E não, é delicioso. Bom, então a gente viu que ia ter que reaprender. A Carol tinha aqui: 'A gente tem que organizar tudo de novo, planejar tudo de novo, ser atualizado, fazer as adaptações necessárias'.
Então, foi desde eu aprender a mexer em alguns aplicativos, que eu não sou uma pessoa muito tecnológica. Muitos aplicativos, foi desde eu aprender. Não só eu, nós, professores, aprendemos a mexer com alguns aplicativos, aprendemos a falar na frente de uma câmera.
Porque no começo eu tinha avô, eu falava e tinha medo. Algo acontecia e eu derrubava; era muito nervoso, o que atrapalhava minha aula. Eu não conseguia, no começo da aula, ficar na frente de uma câmera, era uma coisa muito fria, né?
E aí a gente teve uma série de outros problemas, porque a gente também tinha. . .
É, muitos, passamos. Não tínhamos acesso às tecnologias da informação, à internet, ao computador, para que conseguíssemos acompanhar todas as aulas. E a gente tinha que pensar numa maneira de seguir esses alunos também, né?
Porque, até então, nós não estávamos nesse moído. Então a gente não tinha como exigir que o aluno passasse alguma coisa que não tinha acesso, né? Às vezes, é o que mais dava dificuldade em alguma coisa nova, aplicativo, e com alunos, me apresentando esse 'lava', 'meu Deus, eu não sei o que vai ser'.
E aí a gente vai perguntando para o outro: 'Olha, o aluno não tá conseguindo acessar, o que ele tem que fazer? '. E um perguntando para o outro.
E virou meio que uma corrente de informações que a gente tinha. Pequena e muito rápida, a gente canalizava o problema daquele aluno cadastrado da melhor forma possível, e a gente às vezes também não sabia como fazer. E aí a gente teve que fazer essas adaptações, aprender tanto que estava online, porque não tínhamos acesso à internet.
Por meio da impressão de atividades, a gente deu uma. . .
Ruim. Da escola, imprimirmos, o aluno ia buscar depois; levava na escola. Aí o professor ia até a escola, pegava a gratificada.
Descansando! Você tem uma. .
. Pegou as horas de atividade, normalmente. Dentro de uma, a gente poderia ter lá, pegar para fazer churrasco na escola.
E depois da aula evolutiva, para achar um também. Era, né, que ia desligar. Eu cheguei a ficar ligando, ligando para a publicação.
A minha escola escreveu no arco resultados, né, para a família, se não tinham nem telefone. A gente teve visita para as passas, para usar. Abusar, abusar, mais ou menos assim.
No domingo, foi em casa, de moto. Agonia! Foi a Harbuzi, mão na frente de casa da avó, que era uma funcionária da escola.
E a gente realmente estava indo até a casa dos alunos, para ter um carro e fazer esse resgate. Sem você ter que ir para a escola, eu conseguia falar com os alunos. E aí a gente teve também o retorno agora presencial e dá para uma série de situações que os alunos estavam trazendo, uma bagagem de muita coisa.
Tem acontecido também na vida deles durante o período. Achei alunos que tinham perdido a mainha, tá, perdido o pai, o avô; alguns que tinham perdido os pais, de emprego, que de repente tinham perdido a casa. Uma série de situações que a gente teve, assim, que no começo do ano a gente chegou.
Uma Patrick, né? Eu te encontro. Prosa no começo, planta.
Não, a gente tem que acelerar e se der. . .
Se você pode, aprendizagem. Talvez ano passado, em uma, lá o homem: 'A gente tem que preencher, vamos acelerar'. Só que ele, quando a gente botou, mas também estava todos muito cansados.
Todos nós passamos por muita coisa difícil, né? E aí a gente voltou, a gente viu, falou: 'Não, não, a gente não tem que acelerar! Pelo contrário, vamos preparar e ouvir essa.
. . Lu, tem que ouvir esse colega que tá conversando.
' A gente não tem como a gente ir acelerar. E travar, recuperar o que a gente perdeu agora, em 2006 vezes. É, houve uma queda assim.
Houve uma perda. Mas por que? Ia falar: 'Não, a gente, pelo.
. . Tá tudo bem, sim'.
Mas eu acho que isso é uma coisa que a gente já há alguns anos tentando recuperar os meus alunos que entraram hoje no primeiro ano de alfabetização, praticamente não tiveram educação infantil. E quando chegaram para mim, sem saber, sem coordenação motora fina, dele, é, né? Tem que conhecer a comida, base principal, nome.
Sem colocar até cinco, sim. Então, essas coisinhas. .
. Aí você pode ficar classificar, que são coisas que a gente tem na própria relação. Fotografia.
A gente teria a falar contigo, trabalho em grupo na educação infantil, para você aprender o coletivo. Eles não tiveram. E eles já foram direto para o primeiro ano.
Ou um deles tem que ficar safadinhos novamente, canal, mas cinco, não pode usar a parte por causa da correria. Não pode ficar perto do amigo e não posso dar um joguinho coletivo para comprar academia. No intervalos, não podem brincar.
" Sendo homem, a professora fica junto, mas que nós estamos usando intervalo para que a gente possa ficar ali observando os acontecimentos neste momento, porque eles têm mania de trocar um nas outras garrafas. Então eu falo assim: eu me sinto, às vezes, mal e frustrando a expectativa de uma única conversa, lá chata, e principalmente para os pequenos, a escola vai ficar muito chata. Eu não posso abraçar, é uma coisa que a gente sempre trabalhou muito, que é compartilhar com amigos, e agora eu não posso.
Eu não posso emprestar a borracha, eu não posso trocar meu material, que eles gostam lá, e posso ficar com seu estojo. Hoje você fica com meu? Olha meu tênis!
Olha, eu não posso, né? Eu tenho que ficar separado. Então, a escola que a gente está apresentando para essa semana, mas quando chata.
. . às vezes eu sinto muito isso.
Mapa Google sabe o que estou apresentando para as crianças que estão chegando agora, mas fala que não é legal, né? Tomara que não gera trauma, porque a escola tem que ser legal no primeiro ano. Chegar com uma mente divertida, você possa pegar um livro, trocar com seu amigo, possa jogar, se ela me ver lá no pote.
Então, é uma coisa assim, que é uma coisa que a gente está tendo que adaptar: como trabalhar o musical individual, como trabalhar. . .
entendeu? Eu vou fazer um grupo de alfabetização se o meu aluno não pode brincar com o outro. A mesma peça tem que ter o dom, é muito complicado.
Agora, também, agora com adolescentes, no caso do ensino médio, é a escola. Essa é municipal, está municipal e é muito pau. Vocês passaram por uma plataforma para trabalhar as aulas?
Nada, não se fala. A gente não conseguiu, nessa escola que eu trabalho, que é uma escola que fica na frente, e a gente fez uma pesquisa para saber quem tinha acesso à internet. Era muito menos que cinquenta por cento.
A gente não adotou o digital, mas da escola a gente trabalhou 100% com a pressão. A gente ia para a escola para ficar e a prefeitura. .
. a prefeitura também, mesmo assim, não chegou a oferecer alguma plataforma daqui, não. E o estado, como foi?
A gente tem o centro de mídia, e aí, pelo centro de ilhas, a gente acaba tava, peço hoje também o aplicativo, mas a gente trabalhava como centro de vigas, como o Google Play Store, que eram coisas gratuitas, e a gente trabalhava bonito. O nome é próprio, e ele pelo MIT. E como que você vê o futuro?
Olha, esses dias fui conversando sobre isso, porque estava falando da universidade e trazia aqui ao lado, ali perto do dia. Ele estava com essa fala também, existe uma previsão do tempo futuro, seja mesmo online, seja. .
. Adega, tenha muito mais virtual, né? E aí, olhei para ele e falei que ele trabalha com tecnologia sim, e eu posso comparar a qualidade da exposição, a carga do sociointeracionismo.
. . estava muito forte.
Na minha turma, eu tinha um peruano, um espanhol, uma japonesa, um gênio ou não sei, que eram pessoas que tinham morado fora do Brasil por um bom tempo e pessoas de idades muito diferentes. Eu achei que seria mais. .
. era falar com uma menina de 17 para ensinar uma de 50 e poucos anos a usar o Play, e toda essa troca me trouxe muito aprendizado, trouxe muita boa experiência. Essa interação com essas pessoas fora da universidade, vezes na calçada, numa rodinha, trazia alguma informação.
Quando a gente está falando online, é uma coisa fria. E eu sinto isso. Depois, eu conversando com uma amiga minha que é professora de artes, ela falou assim: “Não, é frio, é gelado.
” É gelado porque você não consegue. . .
eu prometo que faço mais, mas ela percebeu, né? Eu não consigo na aula online. É mesmo na interação presencial.
Filmar sem vergonha também não gosta. E eu nem sei se eles estão ali. Por vezes, eu fiquei branco na aula.
Se tiver alguém ao meio, e você só tinha ligado, saindo, dormindo. . .
o retorno é diferente. Na sala de aula, a pessoa nem precisa levantar a mão. Ela olhou para você, você já sabe.
Um exemplo: Fernandes, Caroline, da informação, celular, mostrar, conversar. . .
Então, o que realmente é uma possibilidade muito grande esse sistema online. Isso aqui agora, no estado mesmo. .
. Nossa, ele falou, ele assinou desde o ano passado. O ensino na rede estadual São Paulo é híbrido.
E não é isso, é permanente. Na verdade, é uma delícia conversar com você, dá vontade de continuar bastante, mas para encerrar eu queria que você dissesse alguma coisa que você tem vontade ainda de dizer para a gente fechar nosso bate-papo. Pelo que a vontade de continuar, mas vamos que a gente sabe que tem que assistir depois também.
Tudo tem um tempo e, olha, queria agradecer do fundo do coração pelo convite. Espero que você saiba o quanto você é especial. Quando você foi especial na minha formação e quanto é especial contar isso hoje.
Agradeço muito e eu queria deixar uma mensagem para os homens que estiveram assistindo: se você tiver curioso, será que eu vivo tempo a pessoa, seda pura? Não só não ganha dinheiro, mas tenha muita coisa. É muito gostoso, vale muito a pena.
Você sabia que você está plantando sementinhas que, um dia, né? Vamos ter que terminar. Então, queria deixar.
. . você acredita?
Eu acho que a única salvação para a nossa sociedade. . .
não existe outra forma de salvar o planeta, que não seja por meio da educação. Ela é libertadora e é ela quem mais dá para ter. Chama nosso bate-papo de que essa maravilha dessa só fala assim: "Não, Deus abençoe você.
" Você sempre, desde que chegou na sala de aula, deu o brilho de luz para muita gente, inclusive para mim. A questão de Paulo, sempre, né? Quando o professor está em uma sala de aula e ele está falando, ele precisa sentir algum retorno, nem que seja um olhar.
E você sempre mostrou muito isso, né? Eu te olhava, você sorria, você se movimentava, concordava. .
. você se envolvia. E tudo que você fazia era de muito boa qualidade.
Então, hoje, escutando você, nós aprendemos muita coisa. Aprendemos, principalmente, a admirar você ainda mais, né? Que você contando é tão pouco tempo, né, dentro do magistério, quanta coisa boa você já fez!
E o quanto você é educadora, né? Educadora de excelência mesmo! Então a nossa gratidão é por tudo isso que você tem feito por tanta gente e para nós aqui que estamos ouvindo você.
Tá bom, que Deus abençoe! Muito obrigado! E para vocês que estão nos acompanhando, muito obrigado por estarem conosco.
Até uma próxima ocasião. Então, boa noite a todos, boa noite! Que Deus abençoe você, muito obrigado, viu!
Tchau! E aí?