Tô colocando, colocando para gravar. Vou pedir paraa Maju também colocar para gravar, por gentileza. E vamos começar. Então, eu gosto de começar com uma palavra escrevendo aqui no chat como você tá chegando agora, tá bom? Escreve aqui para mim como é que você tá chegando agora. Animada, pesada, animada, angustiada, cansada, esperançosa, leve, cansadinha, animada ou animada tá bastante aqui hoje, né? Animada, mais calma, esperançosa, em alerta, mexida, esclarecida. Muito bem, muito bom. Então vamos começar fazendo um gancho, né, da aula de ontem que foi tão especial, né? A aula de ontem foi tão boa, profunda
também, né? Hoje vamos trabalhar com as cores, as cores da infância, tá? Por isso que eu pedi para vocês trazer três lápis de cores diferente aí, um papel. Então, na aula três, que que a gente viu? viu que a vida adulta ela se organiza a partir do Sistema nervoso que foi mold moldado por um estress precoce, porque por mais que você tenha tido uma boa infância, você passou por algum estress, outros mais, outros menos. Então, o seu sistema nervoso, ele já tá contaminado, né? ele já tá mapeado. E a gente viu também que a quebra
da confiança, eh, a quebra da confiança nos cuidadores, nos pais, vai trazer uma experiência de desamparo. Essa palavra é muito importante, desamparo. E vai criar um estado de Hipervigilância com esse desamparo ou uma dissociação, tá? Eh, uma coisa muito comum que a gente chama é desamparo aprendido. O que que é o desamparo aprendido? A criança chora, ninguém vem. A criança chora, ninguém vem. A criança chora, ninguém vem. O bebê, ele aprende que não adianta chorar, ele desiste, ele dissocia, porque ele está desamparado. Então, ele aprendeu e o o amparo desaprendido. O amparo desaprendido é um
método que é Usado para adestramento de animais. Imagina adestrar um elefante, um leão, é a mesma coisa. Ele vai apanhar e ninguém vai socorrer. Ele vai sofrer violência e não adianta. Quanto mais reações ele tem, quanto mais ele chora, pior para ele. E a criança aprende isso. Quanto mais ela grita, quanto mais ela reclama, quanto mais ela chora, ela apanha. Eu já vi bebês de seis dias apanhar da mãe. Seis dias. E a mãe conta com orgulho porque adiantou, resolveu, Resolveu, parou de berrar seis dias. Então, o que que essa criança aprende aos seis dias?
Eu estou sozinho na minha vida, certo, né? Ou então a criança, isso é um caso recente de uma mentorada também, a criança chorava todo dia à noite, claro, aterrou noturno, dificuldade para dormir e aí era sempre o mesmo horário. Eles achavam que era um birra porque era no mesmo horário. Então eles começaram a deixar a criança no berço. Ah, tirei a birra dela. E isso é Contado pra família. Eu tirei a birra dela. Só o que que ela desenvolve? Ela desenvolve uma extrema insegurança, baixa autoestima, que melecou a vida toda da adulta. A verdade é
essa, estragou a vida da criança, tá? E isso tá relacionado sim com esses primeiros eventos. Então, tem bebê na casa, é colo, sim, é atender o choro, sim, tá? é o máximo de amor que pode dar e conforto para essa criança, porque o trauma vai deixar eh algo no Corpo que vai se repetindo e esse trauma ele vai comandar as suas emoções e principalmente comandar os seus relacionamentos, comandar as suas escolhas. Também a gente viu que quando essa experiência ela não é bem elaborada, que nem, né, o o desamparo aprendido, ela vai se fixar no
corpo e aí na próxima vez que eu tiver a mesma experiência, uma experiência parecida com isso, eu vou congelar. Então, quando alguém não responde para Mim no WhatsApp, ali, ali para mim é a morte, que a pessoa me ignorou, pessoa encontrou na rua, não me deu muita atenção, a pessoa não me deu parabéns. Aí eu começo a criar uma disforia a rejeição. Muito medo da rejeição. Percebe? Misericórdia, né? É, mas vocês não acham assim bonito, interessante? Eu acho tão interessante, gente, é o meu assunto preferido de estudar, porque faz muito sentido e é muito legal
quando a gente vê nas mentoradas, né, eh, que Isso faz todo sentido. Essa teoria, isso que a ciência traz, faz todo sentido e eu acho que traz um conforto pra gente. A gente sabe o que tá acontecendo com a gente, né? Então, nessas três primeiras aulas, eu enfatizei o papel do medo. Cuidado com o medo, como o medo afeta o teu corpo quando você tá diante de algo perigoso, né? Algo implacável. Então, hoje na aula quatro a gente vai ver os cimentos do trauma. Colas. Tem autores que chamam de Cola. Eu gosto de chamar de
cimento mesmo, porque ele cola lá, vai deixar tudo duro lá, né? Tudo grudado lá. a gente vai trabalhar culpa e vergonha, que são muito presentes, né? Eh, é para você, e a gente vai rastrear isso depois no exercício da bonequinha, né? A culpa a e a vergonha, tá? Tem uma coisa interessante também que a gente falou e uma de vocês escreveu para mim, eu lembrei agora, que a gente tem, a gente falei também da repetição, né? Por que a Gente repete, isso é um assunto que vocês interessam bastante. Por que que eu tô repetindo? Por
que que as coisas estão acontecendo de novo? Que que acontece com isso, né? né? Não tem uma receitinha de bolo, mas tem várias explicações que a gente pode desconfiar e tem que ver qual é que vai encaixar na sua vida. Mas a gente repete também do lado bom, quando você é psicóloga, é psicoterapeuta, vai atender pessoas, é uma maneira de você reviver seus Traumas. Tem gente que traz traumas muito parecidos com os da gente, a gente tá revivendo os traumas também, tá? Só que a gente tem que ter preparo, porque existe um tipo de trauma
que eu não abordei aqui, que a gente chama de trauma vicário. O que que é o trauma vicário? É o trauma que não aconteceu comigo, mas eu fui testemunha. E um de vocês, acho que foi um menino, ah, uma menina disse que ainda tá se recuperando de um trauma há meses porque viu o Vizinho se jogar da varanda. Isso traumatizou de um ponto de assim num estado imenso e agora que ela tá retornando à vida dela. Isso é trauma vicário. É quando eu traumatizo eh ou como psicoterapeuta ou como médico, enfermeiro, se você, principalmente se
você é altamente sensível, professora, educadores, né? Aí você vai entrar em contato com pessoas que tiveram traumas parecidos Com o teu ou você vai ser testemunha de trauma e você vai traumatizar da mesma maneira como se tivesse acontecendo com você. Então imagine se você tem pai e mãe, teve um pais imaturos que brigavam muito, só de ser testemunha das brigas dos pais você também traumatiza. Então isso você tem que avaliar também. A relação dos pais é muito importante. Então no exercício que a gente vai fazer daqui a pouquinho, a gente vai ver as Características da
mãe, as características do pai. Então, a gente tem que ter cuidado quando a gente volta, né, principalmente terapeutas, porque eh uma mentorada minha que eh psicóloga, ela foi abusada pelo pai dos 6 aos 14 anos, caso gravíssimo. Ela se torna psicóloga na faculdade. Ninguém fala de trauma, ninguém estuda trauma, muito pouco, nada foi resolvido lá, nada foi visto, foi tudo empacotado embaixo do Tapete lá. E ela consegue um emprego, não era conselheira tutelar, mas era uma numa unidade lá do governo que atendia meninas, crianças, eh, que sofreram abuso sexual da infância. Ela começou a trabalhar,
trabalhar, achou que tava tudo bem até o momento que ela retraumatiza, ela congela, ela dissocia num ponto que ela para de atender e fica 5 anos sem atendê-la. E aí ela vem para mim como mentorada, depois fazendo terapia. faz Terapia comigo até hoje e ela voltou a atender. A gente fez um processo de descongelamento muito forte nela. Mas por quê? Foi o trauma vicário. Ela acaba olhando histórias parecidas, ela retraumatizou, voltou, regrediu. Por quê? porque ela não trabalhou aquilo. Olha a importância de você trabalhar os seus traumas até dependendo da sua profissão. Até advogado também
entra nessa. Quem quem também tem cargo assim alto em igrejas que vai conversar com Pessoas também pode passar por esse, certo? Então é só para fazer o elo. Agora a gente vai fazer a nossa preparação. Vou pedir para você colocar os pés no chão. Deixa a coluna ereta, mas não rígida e fechando os olhos. Se for confortável para você, as mãos descansam sobre o teu colo. Levando atenção paraa sua respiração, ficando no momento presente. E veja o que acontece por si só quando Você me escuta dizer: "Eu vejo você, eu vejo a sua criança interior,
eu sei que você pode tecer a vida que sonha e merece. Eu vejo você, eu vejo a sua criança interior. Eu sei que você pode tecer a vida que sonha e merece. Muito bem. Como foi ouvir isso? E no finalzinho eu Vou passar uma prática já de cura da criança interior com essa frase só que você vai falar na primeira pessoa, tá? Vai ser a tarefa de casa. Fique até o final, criatura Angélica. Fique até o final. Maravilha, esperançosa. Hum. Senti feliz, arrepiante, materno. Ai, que fofo. Emoção. Então, vamos ao nosso material. Misericórdia. Tem muita
coisa para fazer. Então, vamos lá. A gente sabe que o trauma começa no corpo. A gente sabe que a mente acompanha. A Mente cria narrativas, interpretações do que aconteceu e vem uma emoção, depois vem outra emoção, a gente tenta resolver, não é? Tem coisas que a gente não dá conta, a mente tenta organizar o caos corporal com palavras, crenças e conclusões. A mente depois, né, dos três aninhos, até os três isso não vai acontecer. Até os 3 anos, a mente vai procurar organizar o que aconteceu com o corpinho da criança através de uma narrativa, com
palavras, com conclusões E com crenças. Crenças. Quer mudar qualquer coisa na sua vida, estude crença. Então, no Rematernar, que a gente vai abrir inscrições amanhã, a gente trabalha muito com crenças, tá? Crenças são grande pistas do que aconteceu na infância. Ah, eu não lembro os meus traumas. Vamos atrás das crenças, vamos pelas beiradas. Então, investigando as suas crenças, a gente sabe mais ou menos o que aconteceu lá na infância. A gente vai puxando o fio, Certo? Se você também não lembra da infância, tá tendo uma proteção. Existe essa proteção. A gente tem que respeitar essa
proteção e o seu tempo. Não vamos discurtinar tudo de uma vez. Se eu preciso de um pouquinho mais de tempo. É comum a pessoa terminar a mentura maternári depois falar: "Meu Deus, quantas coisas que estavam escondidas, eu não lembrava mais e agora eu lembro". Por quê? Porque é que no seu tempo, adianta você e eh recordar tudo de uma Vez que você não consegue segurar? pensa, não dá, gente, não tem condição. Então vamos cada coisa no seu tempo, no tempo que dá para você segurar, no tempo que dá para você trabalhar, certo? Porque a forma
como a mente conta pra gente o que tá acontecendo, a mente vai contar alguma coisa. Que que tá acontecendo que agora? A mente vai me contar uma história. Ela vai me contar uma história. Então, a primeira vez que acontece aquele aquele solavanco Emocional, a primeira vez que acontece aquela atrocidade, aquela violência, a minha mente vai ficar desbaratinada, mas vai fazer um caminho neuronal. É como se eu tivesse uma diante de uma mata, me deram um facão, eu vou abrir um caminho para atravessar. abrir um caminho. Daqui um mês me colocaram de novo numa mata e
tá lá de novo o caminho que já tá lá aberto ainda. Eu vou fazer outro caminho. Eu não vou pegar o mesmo caminho. Você quando vai numa floresta, Você procura andar no meio da mata ou você vai na trilha? Você vai na trilha. Então, é a mesma coisa. Quando acontece algum evento traumático na vida do bebê, ele grava aquilo como um grande perigo. Se acontece algo similar, já é um caminho que ele conhece. Então, ele segue a trilha da floresta porque nós já passamos antes. Se havia uma trilha, ele não vai abrir de novo. Este
é o problema. Por isso que é difícil mudar. Por que que eu não mudo? Por que que eu Não consigo mudar as minhas crenças? questão da tua mente, por questão de tempo e energia, vai procurar o mesmo caminho que tu passou, não quer saber de coisa nova. Por isso que dá trabalho fazer uma coisa nova. Você acaba fazendo a mesma coisa e procrastinando. Então, a gente precisa ter uma estratégia para criar coisas novas com passinhos de bebê, né? eh, baby steps para não assustar a mente, porque ela Não quer nada novo, não quer saber de
nada novo. Então, o memórias, valores, crenças, sentimentos, emoções, pensamentos inconscientes e conscientes vão ficar tudo misturado e vai formar uma sentença sobre nós. Vai ter uma avaliação, eu fiz a coisa certa ou fiz a coisa errada. Que que aconteceu aqui? Provavelmente todos vocês sentiram o desamparo em algum momento. É ou não é? Quem é que nunca sentiu um desamparo? Quando colegas riram de você, quando você foi criticada no trabalho, quando você não foi compreendida, quando você sofreu um abuso, quando você sofreu uma rejeição, um abandono, uma negligência na infância, todo mundo passou por isso, né?
Infelizmente faz parte da humanidade, certo? Então, todo mundo passou por esse esquema de desamparo. O desamparo é terrível porque ele concentra todos os outros medos dentro dele. O desamparo concentra todos os outros medos medos dentro dele e ele abre portas para manter o trauma muito bem vivo dentro da gente. Toda vez que eu tenho desamparo, eu volto para esse momento, tá? Tem uma menina que eu atendi também na mentoria, que ela morava numa cidade pequena e saiu na rádio na época, sei lá, 40 anos atrás, que tinha um homem que tava violentando meninas no bairro
e ela ia Sozinha pra escola e o pai tinha carro e ela andava bem, tipo quatro, cinco quarteirões. Todo mundo sabia que o cara tava solto e o cara pega ela. Que que aconteceu aqui? desamparo. Meus pais sabiam que tinha, né, um estuprador rodando, um pedófilo rodando e não fizeram nada. Eles não me protegeram. Isso é um desamparo muito cruel. Isso levou pro resto pra vida dela. Eu não sou digna, Eu não sou boa o suficiente, eu sou invisível, ninguém gosta de mim. A partir disso aí, só não foi tão terrível porque o pai passou
a levá-la de carro todos os dias. Quando o pai passa a levar ela de carro todos os dias até ela ficar mocinha, já foi botando ali um bandade na ferida, tá entendendo? Tá? Já foi ali dando uma consertadinha, mas aquele momento foi de grande desamparo. Olha os desamparos que você viveu. Eles contam histórias. Não é o evento em si que vai te traumatizar, mas é o desamparo de você não ter sido defendida. é o desamparo de você não ter sido defendida, principalmente se o que aconteceu com você teve uma testemunha, alguém viu e não te
defendeu. Se você passou por um evento traumático, teve uma testemunha e ninguém te defendeu, acabou de nascer a vergonha, que é o um dos cimentos do trauma. A vergonha vem eh contar outra mentira do tipo, eu não mereço ajuda. Eh, a minha dor não sensibilizou o outro. O outro não foi capaz de ter compaixão comigo. Eu não sou digna, eu sou uma pessoa ruim. Se eu fosse uma pessoa boa, as pessoas iam me defender. Vocês já observaram aquelas pessoas que brigam em filha de supermercado, quando elas começam a discutir com caixa ou Qualquer coisa, elas
ficam buscando um olhar de apoio. Já viu? Aí você não quer, você já vira o olhar assim que você não quer comprar briga para ninguém? E tem alguém que já se empolga e olha lá e vai lá e fala também e não sei o que lá. É ou não é? Ela tá procurando apoio, ela precisa desse apoio. Então, ela procura esse apoio no olhar e de preferência alguém comentando também com ela. Olha só que interessante, Né? Então, de olho no desamparo para você achar a vergonha, porque a criança ela vai pensar mais ou menos assim:
"Poxa, se ninguém me defendeu, então eu não mereço ser ajudada". Eu não sou importante, percebe? E isso é muito devastador. Então, veja se isso aconteceu com você. As pessoas culpadas são envergonhadas. De novo, as pessoas culpadas são envergonhadas. Então, a culpa e a vergonha estão entrelaçadas, Tá? Muito entrelaçada. E hoje a gente vai ver aqui uma intensidade, quanto você teve de vergonha, quanto você teve de culpa para saber fazer o seu mapa ali da do chão dos seus traumas, né? Então você, na verdade, às vezes, racionalmente hoje você sabe que você não teve culpa, mas
a sua parte criança não acredita. Ela acredita que você é culpado. Por isso que o trabalho com trauma não é tão simples. Não é tão simples. Eu preciso trabalhar O meu mental e a minha parte da criança também. Porque a culpa vem quando eu acho que eu deixei de fazer alguma coisa. Eu deveria ter feito alguma coisa diferente. Ah, não deveria ter feito aquilo. Vê se não tem o crítico que fica assim na sua cabeça. Ah, eu deveria ter gritado. Eu deveria ter obedecido. Eh, eu deveria ter reagido ou não deveria ter reagido. Eu não
deveria ter falado aquilo. Ah, eu deveria ter me Esforçado mais. Ah, não devia estar com aquela roupa. Você coloca a culpa em você. Isso é muito comum. E o pior, não é só você, a sociedade inteira vai botar culpa na vítima. Eh, essa coisa de que a vítima não é culpada, ela é muito recente. Ela é de 10, 15 anos para cá. Em vítimas de estupro, pedofilia. Isso é muito novo. Muito. E tem gente ainda que nem isso enxerga, tá? Nem isso enxerga. Então esse eu deveria, ah, eu eu poderia, eu não deveria, eu deveria,
isso são fantasmas, provavelmente que estão alimentando a culpa e a vergonha. Veja se não tá acontecendo isso com você, se você não fala muito assim com esses verbos que não serve para nada, não serve para nada esse verbo aí devia, não devia nem existir. Por que que não tem sentido isso? Porque naquela época o teu organismo ou congelou dissociando ou ele Foi pra ativação. Que culpa você tem? foi a escolha do seu sistema nervoso. Você não teve nenhum preparo. Então, essa coisa da ruminação, ela não faz sentido. Ela só vai atrapalhar você, porque não tinha
como, com o que você tinha na época, não tinha como reagir ou não reagir. O teu organismo resolveu fazer isso. Como que eu vou ficar sempre refém, então do meu sistema nervoso? Não, porque você tem que praticar mindfulness, você tem que Meditar. Então você precisa ter alguma atividade aonde você consegue perceber os gatilhos chegando, aonde você percebe os seus sentimentos, os seus pensamentos. Opa, eu tô querendo gritar com essa pessoa, eu vou gritar com essa pessoa, eu vou dar na cara dela, eu vou pular no pescoço, aí você vai respirar. Nem sempre você vai conseguir,
nem fique cobrando isso De você. E você vai dar aquela respirada. E aí você vai pensar como que resposta que você vai dar, porque se eu vivo no piloto automático, eu fico a merced do meu sistema nervoso. Por isso que você não pode não fazer nada, você tem que fazer alguma coisa, tá? Então a minha proposta para você é que você venha aprender mindfulness comigo ao vivo, tá? Na mentoria rematernar. Então a gente abre vagas Amanhã, tá? Não tem oferta milagrosa de R$ 100. as na madrugada tom cuidado com o golpista. A gente vai abrir
as inscrições aqui no nosso, né, aqui juntinho. A gente tem, eu acho que é 96 vagas apenas, porque são 100 vagas somente e é isso mesmo. E a gente já sorteou cinco, já sorteamos uma, então a gente tem poucas vagas, a gente vai ver o que que tem aí, né? E a mentoria rematerná, ela é o nosso único curso que se você não conseguir fazer um ano ou um Ano de acesso, n? Eu tive um problema sério, eu não consegui, eu tive que trabalhar, eu mudei, eu não sei o que lá, eu tive a doença,
você consegue entrar na próxima turma, tá? Então, eh, essa turma 15, a gente já tá recebendo não sei se 10, 12, 15 pessoas da outra turma que tá começando do zero, porque gosta de assistir as aulas ao vivo, OK? Ah, e aí amanhã, se você adquire até meia-noite, né, até às 24 horas, você ainda vai ganhar a terapia em grupo, que São 12 sessões de terapia focado na cura da criança interior, que é lindinho, maravilhoso e fantástico. E é ao vivo também, ficam gravados. São 12 sessões, 50 minutos. São as minhas 12 primeiras sessões, protocolo
de cura da criança interior. Muitos psicólogos fazem para saber como é que é o trabalho ali, o trauma, criança de um jeito tranquilo, sem retraumatizar, né? Ah, e com mindfulness sensível ao trauma. Então, muitos terapeutas vem fazer porque você Vai receber protocolo, você recebe PDF, mas é aberto para todo mundo. Aí você ganha também essas 12 sessões, certo? Então já se prepara aí para você fazer esse grande avanço aí na sua vida. Então, voltando lá paraa vergonha, a vergonha ela fica falando pra gente algo assim: "Eu não deveria ser quem eu sou humana, com falhas,
com necessidades." Então, o que que a vergonha e Principalmente a culpa faz? Ela ela nos aprisiona. E a vergonha ela vai me levar a uma sensação de inadequação. Não é que eu nunca mais vou sentir vergonha. E o problema é eu ficar preso nessa vergonha, né? Por quê? Porque eu sou humana, eu errei como qualquer ser humano errou. Então, a cuba e a vergonha são cimentos do trauma, porque ele não deixa você avançar, entende? Porque quando você se sente muito envergonhada, você não acessa as suas defesas naturais. Se você tá com vergonha, você não briga
com a pessoa, você não dá limite para ela, você congela, tá? é, você não busca conexão, você não pede ajuda, você não consegue gritar, você não consegue fugir, você não consegue lutar. A pessoa que é muito envergonhada, ela não consegue se defender e aí você vai ficar muito Vulnerável ao congelamento e ao colapso. Percebeu? Vê se faz sentido aí. Você tem muita vergonha? Tem muita vergonha. E aí pode acontecer isso com a sua vidinha por conta dessa vergonha, das coisas que aconteceu no passado e tal. Então, quando a gente tá muito envergonhado, fica muito difícil
a gente acessar as nossas defesas naturais. Isso é importante que você anote aí. Cuidado com a vergonha. É para nada. De todas as emoções, a que a que menos serve é a vergonha, porque ela te congela de um jeito que aí você não avança. Medo, você vai lá e faz com medo mesmo. Você vai enfrentando medo. A culpa é você ficar carregando as correntes, mas tu anda. Mas a vergonha não, tá? E lembra que a vergonha ela tá muito próximo do congelamento, que é o último lugar, é o pior estágio, é o estágio que mais
vai trazer conflitos paraa sua vida. A gente paralisa. É como se aproximasse da morte, entende? E porque o congelamento vai me preparar pra morte. Só que é a morte do quê? a morte do meu ser autêntico. E aí eu entro no processo de submissão profunda. Talvez a sua mãe muito submissa, teu pai violento, tinha muita vergonha e entrava nesse estágio de congelamento e não defendia você quando teu pai batia em você. Isso é muito comum. Você congelava você. E hoje você se arrepende, eu sempre atendo muitas Mulheres, né, nessa com essa história, se arrepende porque
eu não defendi as minhas filhas. Minha filha hoje tá me cobrando porque eu não defendi do pai violento. Você não tinha a menor condição de defender. A mãe congelava, você congela. Tem gente que não sabe brigar, tem gente que não sabe se defender. Ela vai com ela foge, ela não discute, ela não conversa, tá? Neusa resumiu minha história em uma frase. Então, a vergonha ela de ela afasta da Nossa dignidade. Cuidado com a vergonha. Você fica presa eh nas escolhas das outras pessoas, porque as outras pessoas estão escolhendo para você. Enquanto você tá congelado, outras
pessoas, pode ter certeza que as pessoas estão escolhendo para você e você perde essa dignidade ser quem você é, que é humana, falha, que vai errar mesmo, certo? Tá? Então, os cimentos do trauma, eles vão contar mentiras pra gente, Né? Ah, se eu fosse diferente, e se eu fizesse diferente? E se eu fosse mais inteligente? Se eu fosse mais rica, se eu fosse mais bonita, ele ia ficar comigo. Se eu tivesse falado isso, se eu tivesse falado aquilo, para com isso. Só que nem sempre a pessoa traumatizada, nem sempre a grande maioria, né? Sei lá,
eu, gente, 99,99999 não tem consciência de que está sendo inundada pela culpa e pela vergonha. E isso vem de trauma da infância. As Pessoas não sabem. Então, eu preciso desacoplar, eu preciso tirar essa culpa, essa vergonha que foi condicionado pelo medo. Eu tive medo, culpa e vergonha. já é um passo essencial para a gente começar a cicatrizar as suas feridas emocionais, meu amor. Tá? E hoje a gente vai mapear o quanto você tem de culpa e vergonha, que talvez nem isso você sabe, tá? Daqui a pouquinho já vai fazer o exercício, Certo? Tá? Agora imagine
o seu corpo funcionando em estado de alerta. Funcionando, além de estar num estado de alerta, porque viver não é fácil, já é estressante, ainda tá num estado de autocondenação. É assim que muita gente vive. Não dá para você se conectar com você de verdade. Não tem como. Eu tô no estado de alerta, eu tô me condenando. Como é que você vai? Não dá. Como que você vai? Tá. Aí você acaba mexendo com a sua Confiança e passa a não ter esperança na vida, começa a ter uma desorganização interna muito grande, uma falta de conexão com
a vida. E aí, como eu tô desconectada, como muitos de vocês, eu tenho vários depoimentos que eu vou ler amanhã, sem identificar vocês. E aí eu abro o espaço para frustração e para impotência, né? Estou frustrada comigo mesmo, estou impotente. Por quê? Porque eu não cuidei dos meus traumas, porque eu nunca cuidei da minha criança Interior. Então isso tudo junto e misturado, medo, vergonha, culpa, frustração, impotência, vai limitar a sua capacidade de fazer boas escolhas para você mesmo. Você não consegue escolher bem. Não consegue escolher bem. Então você pega o dinheirinho que tem, vai lá
e compra uma blusinha, come fora, mas você não investe esse dinheiro. Ah, mas só sobrou R$ 100. Mas era para ter investido, perceb? São pequenos ajustes na família, na na vida. Ah, mas eu não tenho dinheiro para ir na academia, dar volta no quarteirão. Você não faz boas escolhas. Não vai conseguir fazer boas escolhas porque você tá desconectado da sua essência, porque tem culpa e tem vergonha ali. E aí você acaba mexendo com a esperança. Você fica um ser que não tem esperança vivendo no piloto automático. Certo? Muito bem. Difícil. Então agora eu quero falar
um pouquinho Sobre culpa e já vamos fazer o nosso lindo exercício, que eu não vejo a hora de fazer esse trabalho com vocês que tá lindinho, lindinho, lindinho. É maravilha. Hum. Então vamos lá. Vocês estão perguntando muito sobre perdão, né? Vamos falar um pouquinho sobre perdão. Olha só, primeira coisa importantíssima que quase ninguém fala, mas na abordagem que eu, Neusa trabalho, sou eu que trabalho, não sou dona da verdade, tá Bom? Né? Eh, pautado em alguns trabalhos científicos também, porque eu sou doutora, né? tem mestrado, doutorado. Eu gosto muito de ler artigos científicos e tal.
Gosto muito de analisar artigos científicos que a gente tem que ver o que a ciência traz, né, na área da psicologia também. Isso não é uma coisa muito fechada, mas aqui, ao meu ver, o perdão não é pedágio para você tratar os seus traumas. O perdão ao seu pai e a sua mãe não é a O auto perdão. É. Mas o perdão aos seus cuidadores, aos seus agressores não é pedágio, não é obrigatório. Então, cuidado com as abordagens terapêuticas que tem por aí, que fala que o perdão é o primeiro caminho, né? Eu fico de
olho quando eu falo aparece alguma coisa traumática lá, algum assunto de de trauma lá no jardim inconsciente e alguém chega lá dando pitaco e escreve lá: "Perdoa, tua mãe, Eu apago na hora. Nem deço, tem que perdoar". A pessoa tá muito magoada, ela nem fez ainda o trabalho com a criança interior. Ela não pode começar pelo perdão. Perdão é o último. O perdão a gente vai trabalhar na mentoria rematernar nas últimas aulas. São 70 aulas. Eu só falo de perdão no final. Primeiro eu tenho que olhar assim o que aconteceu sem dó nem piedade. Não
esma caças a caça as bruxas. Os pais acertam e têm consequências. Os pais Erram e têm consequências. Eu trabalho com as consequências. Eu preciso saber o que aconteceu. Não me interessa se o pai era machucado, a mãe era machucada. Ah, mas eles fizeram o que eles podiam na época com que eles tinham. Não quero saber, eu quero saber do trauma que eu tive. Porque se eu partir desse pressuposto que os meus pais fizeram tudo que eles podiam, eu não vou trabalhar trauma. Isso é uma coisa que eu fico muito Atenta nos mentorados que estão chegando.
Tem gente que chega: "A culpa é toda dos meus pais, eu não tenho problema nenhum. Culpa é toda deles." Isso aí já me chamou atenção. Aí tem um bloco que fala: "Não, mas coitada da minha mãe, meus pais. Você foi torturada, apanhou, né? Sofreu. Ah, mas a minha mãe não. Aí você também não vai sair do lugar. Nós precisamos do meio termo, tá? Eu vou ver qual a minha responsabilidade no que eu tô sentindo Agora, mas eu preciso olhar para os meus pais e ver o que aconteceu. Se você quiser trabalhar o perdão, ele é
lá no final. Lembrando que perdão não é esquecimento do que aconteceu, não é? Não tem como esquecer, né? Então tem que tomar muito cuidado, porque se o teu terapeuta fala muito de perdão, que você tem que perdoar, perdão. O perdão é um aprendizado, é um estudo, não é assim, vem de graça. E às vezes você acha que perdoou e você Abre, para de dar limites e aí você abre portas para retraumatização, que é o que muitos de vocês acontecem. Vocês estão em contato com seus agressores que não mudaram, não pediram desculpas, não acham que fizeram
nada de errado, fala que você é mimimi, não foi isso que aconteceu, né? Nada disso que você tá falando. Ou seja, a pessoa, o pai, a mãe, o cuidador não reconhece seus sentimentos, não tá nem aí pros seus sentimentos e você vai perdoar. Perdoar O quê? Então tem que ter muito cuidado com isso, porque às vezes que que as pessoas chega, a pessoa chega com culpa, ela já tem culpa, ela já tem vergonha e aí ela tem mais culpa e vergonha porque ela não consegue pertoar, perdoar o seu agressor. Percebeu? Lascou, já tem culpa, já
tem vergonha. Aí a sociedade exige que ela perdoe o pai e a mãe? Não é? Eu não trabalho com essa abordagem porque senão a gente corre o risco de Romantizar a violência, não dá limite, vai abrir espaço para acontecer de novo. Perdoar, eu entendo o perdão, né? Eh, primeiro eu tenho que aceitar o meu passado. Infelizmente aconteceram essas atrocidades. Eu preciso olhar para isso. A gente vai fazer muito isso no rematernar. Perdoar é desistir que o passado fosse diferente. Não tem como mudar esse passado. Isso é perdão. Oxa, aconteceu. Minha infância foi terrível. Tive Abandono,
negligência, rejeição. Aconteceu de fato. Porque a gente quer voltar pro passado para que aquilo não aconteça. A gente quer convencer o pai e a mãe que eles fizeram coisas erradas. Não vão. Você não vai convencer. Não vai convencer. Isso é uma ilusão da criança. A criança tem a ilusão, pensamento mágico de que hoje é os 40 anos, que eu tô aprendendo aqui as coisas com a nezinha, eu tô estudando, minha ela vai fazer o curso do anelzinha E ela vai perceber, não vai, a maioria não vai. Uma pequena parcela vai, mas a maioria não vai.
Então não compense esse esforço, pega esse tempo e energia e bota em você. Aprenda a se rematernar. O que que é rematernar? é dar a você o que faltou na infância, porque desculpa, mas ninguém mais vai te dar. Ninguém mais vai te dar. Só você que pode dar para você o que faltou na sua infância. Então, na verdade, eu entendo o perdão também da seguinte forma. Eu eu Tô perdoando quando eu sigo a minha vida, quando eu prospero, apesar do trauma, eu sou uma sobrevivente do trauma e prosperei. Então, há uma prosperidade, isso é perdão,
né? Eh, eh, eu nunca precisei perdoar a minha mãe ou perdoar o meu pai. Não tem essa necessidade. Eu nunca guardei grandes pesos deles. Mas perdoai isso. Olha eu aqui trabalhando com vocês, filha de pai Alcólogra batia na minha mãe. A minha mãe com distanciamento emocional muito grande e tô aqui trabalhando com vocês. Isso é perdão. É quando eu prospero apesar do que aconteceu comigo. Porque tem gente que não prospera e agora eu vou bugar tua cabecinha, vou explodir a tua cabecinha. Se você é minha aluna, provavelmente você nunca escutou isso. Se você já é
minha aluna, você já escutou. Se você não é, você nunca Ouviu. Tem gente que não prospera por vingança. Uhum. Não vou melhorar, não vou prosperar pro meu pai e minha mãe para eles verem o quanto eles foram errados comigo. Eles acabaram com a minha vida. Acabaram com a minha vida. Não tem como eu sair do lugar. Não tem como eu melhorar. Não tem como eu prosperar. Eles fizeram muito mal para mim. Então, como vingança, eu também não prospero. Percebe? Vê se isso atravessou Alguém aí, porque isso é muito comum. E lascou, entende? Então, a ideia
aqui é: vou prosperar apesar dos abusos que eu sofri. Eu vou prosperar apesar da violência que eu sofri. Totalmente inconsciente. Isso mesmo. Totalmente inconsciente. Porque senão você fala: "Nossa, aí os pais vão falar: "Nossa, viu? A minha filha tá morando em Paris, viu? Minha filha fez doutorado. Ah, minha filha tá casada, tem três filhos. Nossa, ela comprou um apartamento agora. Eles vão falar e todo mundo que vai falar: "Não, você criou bem, sua filha, não é? Todo mundo que joga em cima das nossas costas. O meu filho Iurem, passou no FRJ com 17 anos, a
gente escuta, nossa, criou bem, né? Como se fosse, claro que a gente colaborou, mas como se fosse assim, o mérito é todo meu e do pai dele, porque ele entrou na fé RJ, se ele Não quisesse entrar, não tava nem estudando, tava fazendo nada, percebe que é dele, foi ele que aproveitou a base, porque tem gente que não aproveita, não é? Tem filhos que não aproveitam. Então isso é comum da sociedade. Eles botam, eles dão os aplausos para os pais e você não quer isso. Aí você não prospera. Cuidado com isso, criatura angélica. Tô de
olho em você. Cuidado com isso. Vê se não é isso que tá passando por aí. Certo? Então, eh Eh as pessoas que foram seus algozes, foram responsáveis pelos seus traumas, tem a responsabilidade deles. Joga pro universo, vá prosperar e joga pro universo, combinado? Bota o dedão aqui. O dedão aqui. Vá cuidar da sua criança interior. Cadê o dedão? Cadê o dedão? Cadê o dedão? Só dedão aqui. Bora trabalhar. E chegou a hora. Chegou a hora. Isso. As mães narcisistas são invejosas. Eh, no Rematernário a gente tem uma aula Especial de duas horas só sobre narcisismo.
Pancadão, tá? Bem pancadão, bem profundo. Nós tem essa aula especial, tá? Delícia. Então vamos embora. Pega teu caderninho. Precisamos de uma folha. Se for aquele A4, né, da impressora, melhor ainda. Senão pode ser com caderno. Mas eu queria uma folha grande porque senão você não vai conseguir escrever. Eu vou projetar que você vai desenhar, que eu sei que você é artista maravilhosa e você vai fazer um Desenho belíssimo, que eu tenho certeza disso. Eu vou compartilhar o que você vai desenhar, nós vamos fazendo juntas e depois eu vou colocar a bonequinha lá no no grupo,
como sempre, tá bom? Vai tá. Então vamos lá. Artistas, você vai desenhar uma bonequinha. Muito fácil, hein? Pelo amor de Deus. A cabecinha é um círculo, tá? Bota um sorrisinho nela, bracinho. Não precisa ser assim para cima, pode ser para baixo. Bracinho Palito, perninha palito e o vestido é assim mesmo. Ele é um triângulo porque você vai escrever dentro dele. Só que não é para fazer pequenininho assim não, hein? Ó, só porque olha quanta coisa você vai escrever, ó. Aqui, ó. Deu um espaço para ficar assim até o final, ó. Então é mais ou menos
metade da sua folha, sua folha grande, porque você vai precisar fazer uma legenda, tá? Ó, isso aqui que a gente vai trabalhar, tá bom? Então, por enquanto, eu só quero que Você desenhe a bonequinha, não escreva nada, só a bonequinha, mais ou menos desse tamanho ali. E aí já pode escrever mãe do lado esquerdo e pai do lado direito. Mãe e pai. A a palavrafase não precisa ainda. Quando terminar, você me avisa. Faz a bonequinha linda, maravilhosa, escreve mãe do lado esquerdo e pai do lado direito. Mãe e pai. Terminou. É uma coisa simples, hein?
Não ficar desenhando muito aí não. Depois eu quero que vocês me mandem os desenhos, tá? Que aí eu vou postar lá nos stories alguns, tá bom? Aí, deixa eu ver aqui, tá? Só deixa assim metade do caderno pra gente poder fazer a legenda. Deixa eu ver se vocês terminaram. Fez. OK. Podemos continuar. Terminou. Colocou mãe do lado esquerdo, pai do Lado direito. Foi maravilha. Então, vamos lá. Que que a gente vai fazer agora? Você vai perer Vamos pegar aqui a mãe. Pera aí. Vamos voltar. pro apresentação lá, ó. Vamos por partes para não ficar confuso,
que são várias partes, tá? Então, você fez isso aqui, né? Você tá nesse momento aqui e deixou espaço para as legendas aqui. Então, aqui, mãe e pai, lixe as principais características Difíceis da sua mãe. O que que você não gosta da sua mãe? Tá. Ah, a minha mãe é irritada, a minha mãe não participa. Uma palavra, não é frases inteiras, não. De preferência uma palavra, sem amor, máximo duas. Sem amor, distraída, tá? Coloca as características difíceis da mãe. Ah, talvez 8, 9, 10 no máximo, tá? E depois você coloca as características do pai por enquanto.
Mãe e depois o pai. Quando você terminar da mãe e do pai, Você vem aqui no chat, me avisa que eu vou vendo o fluxo paraa gente eh continuar, paraa gente fazer as próximas etapas. Mãe e pai, características difíceis, ou seja, o que que você não gosta? A mãe pode ser do lado esquerdo, falecida, não tem problema, pode fazer. escreve embaixo do nome dela, tá? Ó, aqui, ó. Você vai escrever embaixo. Não tem a mãe aqui. Aqui, ó. Você vai Escrever aqui, ó. Tá, tá, tá, tá, tá. Nesse tracinho aqui, ó. E o pai, você
vai fazer uma listinha aqui embaixo do nome do pai, tá? Que você não gosta da mãe, que você não gosta do pai. Se o pai morreu quando você não tinha nem nascido, alguma coisa te contaram dele. Que que você pensa? O que é que você tem sobre o pai? Tem alguma informação aí? Tá? Se você é adotada, você vai fazer da mãe biológica e da mãe Adotada, do pai biológico, do pai adotado. Coloca um de cada lado. Porque é sempre assim, quando a gente vai trabalhar com trauma, a gente tem que ver os dois, tá?
Porque os dois importam, OK? Não tem problema não ter convivido com os pais. Você tem alguma informação, nem que seja uma palavra, falar alguma coisa para você dele, mesmo que você não conviveu. Se a sua mãe morreu quando você tinha 9 Anos, você nunca escutou nada de ninguém, um tio, uma tia, teu pai, nunca falou nada. Ela era bonita, ela era chata. Nenhuma informação. E você também nunca perguntou? Interessante. Não tô achando nada de difícil na minha mãe. Só coisas ruins aqui. Eu quero coisa ruim, tá? Padaço que criou. Preciso do biológico e dele. Os
dois, tá? Pronto. Então você vai colocar ingênua. É a única coisa que você tem. Você acha que ela foi ingênua dela ter casado com o teu pai. Aí você bota ingênua, tá? Aí, tá. E você deixa em branco, tá? Cláudia, então pode botar medrosa, não tem problema. Leil, o mais importante é o que, como ele era na sua infância. Na infância importa mais do que agora, tá? Isso é comum. Eu amo tanto a minha mãe, eu senti dificuldades. É comum isso. É difícil ver, né? A gente não quer, Parece que a gente tá traindo a
mãe, né? Nós somos humanas, né? A gente tem um lado sombra e um lado luz. Qual é o lado sombra da sua mãe? Você não tá eh deixando de honrá-la, deixando de amá-la. É uma coisa interessante isso. Eu posso amar uma pessoa e ter críticas ao comportamento dela. Eu posso amar uma pessoa e não gostar de algumas coisas dela. Certo? Não, não muda não, Tatiane. É pai e mãe, tá? O que importa mais é A é quando era criança. Meu pai abandonou a minha mãe grávida. Tem um acho que tem um uma qualidade aí na
sua cabeça. Ele é o quê? Que que ele foi? Ele foi imaturo? Ele foi irresponsável? Alguma coisa você criou aí, tá? Pode ser cinco para cada um, tem problema. Do pai também são as coisas difíceis. Isso. Tive a sensação de traí-la. Difícil achar defeito em que a gente ama Mãe. Quem teve mãe de criação faz da mãe de criação. Não, não é só cinco não. Tem gente que bota 20, 30, 40. o que você achar, daqui a pouco eu interrompo. Vai fazendo aí porque a gente vai ter que continuar. Olha o que a Bruna tá
trazendo. É muito interessante. Eu vejo muito isso, né, na terapia em grupo quando a gente faz, né? Eu não faço o mesmo exercício. Esse é novo, foi criado agora para vocês, nunca Dei, tá? Tirei do meu cabeção, inventei isso aí. Eh, mas tem outros exercícios que a gente faz de ver o lado sombra, depois a gente vê o lado luz, né? Ela achou cinco pra mãe, três pro pai. Isso é muito comum. Acha mais coisas pro pai, pra mãe e menos pro pai. Por quê? Porque o seu relacionamento é mais próximo com a mãe. Então
é comum que você tenha mais problemas com a mãe. Você ter mais intimidade com a mãe e a mãe que cuidou De você que tava mais estressada, né? E aí você consegue perceber melhor aí a sombra dela, tá? faz da mãe de criação, faz a madrasta até os 9 anos, é isso que importa, tá? Não tem problema que seu pais se separar, você ficou com teu pai, aí você ficou mais em contato, né? Minha mãe mente muito, então você vai colocar mentirosa. Certo, terminou? Então vamos embora. Vamos lá. Depois vocês vão receber lá no grupinho
e vocês podem complementar, tá bom? Mas vamos continuar aqui pros próximos passos. Vamos lá. Então aqui faltou, depois que você fez a listagem, escreve assim: frase do lado da mãe e frase do lado do pai, tá? Que que é essa frase? Seguinte, tem alguma frase depreciativa, alguma crença, alguma coisa que a sua mãe falava ou seu pai do tipo a sua mãe falava assim: "Você não parece igual ao seu pai, você não faz Nada direito, nada dá certo para você, você é uma pessoa ruim, você é uma criança chata, você é muito sensível". Alguma frase,
tá depreciativa que você acha que pode ser, que tá com você ainda hoje, né? que você lembra, sei lá, alguma coisa que ela falou, que você fala: "Meu Deus, minha mãe falava isso para mim". Tá? Então aí você vai botar no finalzinho da relação a frase do pai e a frase da mãe, tá bom? E eu quero ver Aqui e depois você compartilha com o grupo. Faz da, pode fazer da mãe e da madrasta. Uma frase só, mas se tiver mais que uma pode botar, tá? Seria mais comum. Se não tem frase nenhuma, não. Não.
Aí você não coloca nada. Você é igual ao seu pai. Você é egoísta. Então aí você não tem frase, não lembra. OK. Engole o choro. Vou cortar suas asinhas. É frase de Cobrança, se você lembra. Pode ser, pode ser frase de cobrança também, tá? Faz nada direito. Você nunca vai ter amigas. Você é minha filha preferida, sendo que eu sou a única vale. Olha que interessante, né? Eh, uma frase que para você chamou atenção, né? Muito interessante. É comum as mães falar: "Ai, você é minha filha preferida, só tem ela. [risadas] Você é meu filho
preferido, só tem ele. Legal. Para de achar pelinho ovo. Uhum. Eu não sou sua amiga, você nem a gente. Bota essa frase. Essa frase ela tá formando aqui o chão dos seus traumas, principalmente dos ocultos, tá? Essa frase é muito importante, OK? Você não vai dar nada na vida. Muito bem. Cada coisa, né? Misericórdia. Vamos fazer um depois desse acesso aí, Vamos fazer um balancinho e um alto abraço, pelo amor de Deus, para quem tá ativada, tá lembrando das práticas, né? A gente nem fez hoje, meu Deus. Eu liguei aqui e a gente foi. Faz
um balancinho, faz um autoabraça, pode escolher por cima ou uma mão por baixo ou as duas por baixo. Pode fazer um balancinho. Traz um pouco aí de conforto pro teu corpo. Muito bem. Respira, bebe água e vamos lá. Eu vou explicar para vocês agora. Três cores diferentes, tá? Se não tiver, OK. Mais colorido fica melhor. Você vai escrever ali embaixo: Medo, vergonha e culpa. E vai fazer um tracinho de qual cor que você escolheu. Eu botei verde pro medo, roxo paraa vergonha e amarelo paraa culpa. Esse assim de zero a 10 colocar os traços no
vestido, você não precisa escrever. Você só vai escrever medo, vergonha e culpa. Medo, vergonha e culpa. E qual é a cor que você vai escolher para cada um? Pode fazer. A Gente vai começar a fazer a legenda para você entender depois, para você interpretar e estudar, tá? Medo, vergonha e culpa. Acabou. Me avisa que cor você escolheu pro medo? Então vamos embora. Vamos trabalhar comigo. Então vamos lá. Primeiro eu vou pedir para você soltar o lápis, entrar em atenção plena, que a gente vai acessar a criança agora. Tá fechando os olhos, levando atenção paraa Sua
respiração, ficando no momento presente. Inspirando e expirando. Os pés no chão. Inspirando, eu me vejo com 5 anos. Expirando, eu sorrio para mim com 5 anos. Inspirando, eu me vejo com 7 anos. Expirando, eu sorrio para mim com 7 anos. Inspirando, eu me vejo com 10 anos. Expirando, eu sorrio para mim com 10 Anos. Inspirando, me vejo com 12 anos. Expirando, sorrio para mim com 12 anos. Agora pergunte paraa sua criança interior. A resposta vai chegar em você. Minha querida criança interior, o quanto de medo você sentiu? Pouco, médio ou muito? De zero a 10.
Zero é nada. e 10 é o máximo de medo durante a sua infância até os 7 10 anos. O quanto de medo você sentiu? Perceba o número de 0 a 10. Quando você acessar, você vai abrir os olhos, vai pegar o lápis da cor que você escolheu e vai fazer traços no vestidinho do jeito que você quiser. Olha a imagem, não precisa obedecer o que tá aqui. Você só vai espalhar. No meu caso aqui foi 1 2 3 4 5 6 7 8. Aí você vai fazer oito tracinhos. Se não teve medo nenhum, é zero.
10 tracinhos. Se foi 10, 9, 8. Faça os tracejados. do medo. Deixa eu ver se vocês têm dúvidas pra gente continuar. 10. OK. Alguma dúvida? A gente vai continuar com os outros sem conseguiu acessar. Quanto você teve de medo? Era uma criança que sentiu muito medo ou você não consegue nem lembrar disso. 10 8 3 5 sete. Quem não lembra acontece, tá? É Porque não tá conseguindo acessar o corpo, tá muito congelado. Ou seja, tem que caminhar mais um pouquinho, comer arroz com feijão, tem que trabalhar mais o Minefes, tá bom? Não fique chateada, mas
para você tem que ser um pouquinho mais de tempo. Vamos trabalhar com a vergonha. Qual curso você escolheu? Então vamos de novo fechando os olhos, entrando em atenção plena, respirando, acessando a criança, Entrando em contato com a criança. 5 7 Inspirando, vendo a sua criança. Expirando, expirando, sorria paraa sua criança. Minha querida criança interior, o quanto você vivenciou de vergonha até os 10, 12 anos? Zero, nenhuma vergonha e 10, o máximo de vergonha. Quando você acessar, abra os olhos e faça os tracejados de forma aleatória, do jeito que você Quiser, como tá aqui na projeção,
colocando os traços da vergonha. Se você acessou alguma dor, faça o balancinho, o autoabraço. Faça também a liberação do strress, que é importante também, que eu sei que não é fácil. Balancinho, alta braço, subindo com os braços e descendo. Vamos fazendo a culpa que é a última. Coragem. Mais um pouquinho, entrando em Atenção plena, respirando, percebendo os seus pés, percebendo o seu quadril, acessando suas emoções, acessando os teus pés. Vamos fazer a pendulação. Percebendo os pés, percebendo as suas emoções, percebendo os pés, percebendo suas emoções. Se tiver muito ativada, muito ativado, faça com os olhos
abertos. Minha querida criança interior, o quanto de culpa você vivenciou até os 12 anos? Zero culpa, 10 o máximo. Acessando, volta pro vestidinho e faça seu tracejanto. E quando terminar, me avise aqui e me avise como é que você está também. Sinto ã no cardíaco, as emoções elas começam a mexer. Trabalhar com trauma é assim mesmo. Não conseguir acessar precisa de mais tempo. É proteção, não tem problema. Enjo normal, tá trabalhando, mexendo com os traumas. Arrepios, enjoos, sono. A criança que se sentiu culpada, né? Tá culpa na infância. Senti um vulto na minha culpa. Olha,
talvez esse sentimento para ela se manifesta como uma forma imagem que a gente fala e fica povoando mesmo o mental, tá? como um vulto interessante, né? 10 tracinhos não dão, mas é o máximo. Então vamos lá, vamos descarregar. Pegando, pegando, pegando. Solta, solta, solta. Pegando, pegando, pegando. Solta, solta, solta. Culpa, culpa de tudo, né? Criança sente culpada fazer coisa errada. Não era a filha que os pais queriam. Ah, vamos lá. Aí continue se você precisar. Comentário interessante. Me sinto uma leoa. Como que deixar essa criança assim? Adultos e responsáveis. Aqui ela tá num ponto Muito
interessante. A Rafael aqui ela toma as rédias, né? Isso aqui. Agora eu vou defender minha criança. Como que fizeram isso com essa criança? Ela afasta um pouquinho da criança porque se ela entra muito ela retraumatiza ou ela fica muito ativada. Alguns de vocês ficaram ativados, mas a Rafaela chegou no ponto bom, como assim fizeram? Que adultos responsáveis são esses? Muito legal. É assim aqui que eu quero vocês e cada um vai chegar no teu tempo, tá? Pera aí. Eh, vou correr com esse povo. Aí ela defende a criança, porque aquela defesa que ela não teve,
você está tendo. É nesse ponto que a cura começa, tá? Que não tem culpa nenhuma, não tem vergonha nenhum. O que faltou para mim foram adultos responsáveis. E aí ela dá aquele colo, ela dá aquele aconchego que a criança precisa. Maravilhoso. Fantástico. Tá muito, muito bom. Estômago doendo. Uhum. Você tá com raiva agora? Quem tá com raiva? Vai lá. Vai, ela tá com raiva. Dá o grito em silêncio aí. Tá. Vamos descarregando. Pula, levanta e pula. Polishinelo. Corre um pouquinho, bebe água, tá bom? OK. Pra gente continuar, tá? Agora você já sabem, né? Já, já
estão, já aprenderam a desativar. Muito bem. Aqui embaixo você vai escrever criança interior adaptada, criança interior exilada, criança Interior ferida, criança interior feliz, que eu vou explicar para vocês os quatro tipos de criança interior, porque nós temos uma creche, tá? Então, vamos lá. Criança interior adaptada, criança interior exilada, criança interior ferida, criança interior feliz. Quem terminou me avisa. Criança adaptada, criança exelada, criança ferida, criança feliz. Então, vamos lá. O que que são esses quatro tipos de criança? Eu gosto de Trabalhar porque deixa bem claro tudo que nós estudamos, né, em relação ao congelamento, a ativação.
A criança adaptada é a grande maioria, é a minha principal, aquela criança que dançou conforme a música, ela se adaptou, ela percebeu o perigo e foi fazendo ali, obedecia, fazia o que o pai queria, a mãe queria, porque sabia se não ia apanhar, obedecia, ia bem nas escolas, cuidava dos irmãos. Ela foi uma criança adaptada, até foi uma criança pouco Triste, mas é uma criança que adaptou para não entrar em conflito. A criança diplomática, a criança que ajudava. Tem essa criança aqui. É uma, é uma creche mesmo. Vocês estão achando que tinha só uma criança?
A gente tem uma creche e são só quatro aqui, mas tem mais. Tá. [risadas] Eu pr escrever o que eu sou. Não, escreve as quatro ali embaixo porque é a legenda, tá? Por enquanto, tá? É a legenda. Então, essa criança adaptada, a Criança que teve que se adaptar para sobreviver, ela percebeu que era melhor ela se adaptar, que era melhor ela fazer o que os adultos queriam, porque senão seria pior para ela. Criança adaptada, tá? De novo, então vou falar pela terceira vez. A criança adaptada é aquela criança que obedecia, que fazia o que os
pais queriam, porque sabia que se ela não se adaptasse, ela seria pior para ela, tá? É a criança que era boazinha, cuidava dos irmãos, procurava Ir bem na escola, ela não confrontava, OK? Ela dançava conforme a música, ela seguia o ritmo ali. Tá bom? Daqui a pouquinho eu projeto de novo. É só você escrever na legenda: criança interior adoptada. Agora vamos falar, a criança interior adaptada, ela tem muitos traumas ocultos, que é justamente o nosso foco. A criança tá adaptada, ela tá bem, ela não tem grandes traumas, né? É uma criança obediente, só que tá
cheia de Traumas ocultos que a gente não consegue enxergar. Então, quem teve muitos traumas ocultos, tem a criança interior adaptada. A gente tem as quatro normalmente, tá? Todo mundo tem as quatro normalmente, mas sempre tem uma que ficou mais tempo com você. No meu caso foi adaptada. Depois a gente tem a criança interior exilada, o próprio nome já ajuda, né? Exilada. Ao contrário da adaptada, foi uma criança que se sentiu assim, ela não conseguiu se adaptar, ela Não, ela achava que ela era adotada, ela achava que tava na família errada, eh, parecia um ET, aquela
família era muito diferente dela, ela não se adaptava. Então ela se isola emocionalmente dos pais, tá? Emocionalmente dos pais. Pode ser adolescente, não tem problema não. Eh, ela pode ser a criança rebelde, a criança que se afasta emocionalmente, ela não entra ali no jogo, tá? Eh, ou a criança muito dissociada, a criança muito tímida, muito quieta, a Esquisita, os pais não gostavam, a criança invisível. Essa é a criança que gostava de ficar muito sozinha, tá? E tem traumas grandes aí, tem traumas ocultos, tem traumas com T maiúsculo também. Acontece muito com crianças abusadas que não
conseguem se adaptar, não consegue ter confiança e ela acha que mais seguro para ela é se afastar emocionalmente da família. É como se ela tivesse na família errada. Nasci. Teve a sensação de que você Nasceu na família errada. Essa é a exilada, tá? A criança interior ferida, a criança interior ferida é aquela com traumas com T maiúsculo. Quem que não teve aqui traumas com T maiúsculo? A criança que teve rejeição, negligência, abuso físico, emocional, mãe narcisista, pai narcisista, violência doméstica, tá? Criança que ficou hospitalizada, essa é a criança interior ferida, traumas com maiúsculo, Tá? Depois
a criança interior ferida. Sim, todo mundo tem. A criança que foi feliz, que feliz, natural, dourada, tudo o mesmo nome. Criança maravilha que Yung fala. É a criança que foi criança, contato com a natureza, conseguiu brincar, conseguiu ser criança, conseguiu ser feliz, né? Tinha confiança, tinha autoestima. Pode ser que ela apareceu em alguns momentos. Eu tive minha criança interior feliz quando Eu brincava com o cachorro, com as vacas, comia manga no pé, comia pipoca, pulava fogueira. Foram pequenos momentos que a criança feliz aparecia. Tá valendo. O que que acontece? É muito comum você não lembrar
da criança interior feliz. Você acha que não tem? Porque você foca no que deu ruim, né? Isso é uma segurança da nossa mente. A gente foca na criança interior ferida, na criança interior adaptada ou na criança interior exilada. E a feliz a Gente acha que não tem. Então a gente precisa resgatar essa criança interior feliz. A gente trabalha com as quatro na mentura rematernar e precisamos resgatar essa criança interior feliz porque ela vai ser uma peça chave na sua cura. Vai ser muito importante trazer os momentos dourados, os momentos felizes, trazer pra infância. vai ser
extremamente importante no processo de cura, certo? Então vamos lá. Agora, como que eu vou representar isso aqui? Então você já Escreveu criança interior adaptada aqui embaixo, criança interior exilada, criança interior ferida e criança interior feliz. Qual foi a sua principal? Então, no meu caso adaptada, eu vou fazer uma palavra grandona, ó, maior do que a exilada, maior que a ferida e maior que a feliz. Nesse caso aqui, essa pessoa que é é uma suposição, ela foi adaptada depois que ficou meio parecido. Depois ela teve um pouquinho mais da criança Interior ferida, depois ela teve um
pouquinho mais da criança interior exilada e ela foi em último lugar a criança interior feliz. Então você vai fazer o tamanho da letra conforme a que mais aparece, que é o que tá explicado aqui no PDF que você vai receber. Se você tiver as quatro, escreva todas as quatro. Se uma for predominante, destaque é usando usando letra maior, certo? Então, nesse caso aqui, essa pessoa teve a criança, a a criança Interior adaptada maior. Eu bato o olho, eu sei que ela foi uma criança interior adaptada, mas foi ferida também. Exilada foi forte e a feliz
foi a menorzinha dela. Em menor tempo foi a feliz, tá? Menor tempo dela foi a feliz. Então você vai escolher o tamanho da letra ali. Então conta para mim qual é a predominante para você. Então vai ser a letrona maior. Qual foi seu predominante? Pode, Flávia, repercute até hoje, tá? Vai pra ferida. A mãe que não se envolveu é fome de mãe, né? vínculo traumático sem rejeição, criança interior ferida, mas ela vai entrar, ela pode entrar também na exilada, tá? Ferida, adaptada, exilada, ferida, feliz. Então, essas são as maiores. Qual foi a sua segunda? Vai
fazer uma letrinha menor. Qual foi a sua terceira? Menor ainda. Qual foi a última? Me fala aqui qual foi a última que vai ser da Letrinha menor. Qual foi sua última? Escreve para mim última para eu saber. O sentimento de não pertencer a exilada é é de não pertencer a exilada. A feliz é menor. A maioria a feliz é menor. Hum, misericórdia. [risadas] Só que eu tenho certeza que não é a feliz não é a última que você não consegue ver, você não consegue enxergar. E a gente vai fazer esse resgate, tá? No processo de
cura, eu resgato essa criança. E amanhã, na Última aula, eu vou contar para você como é que a gente vai resgatar a criança interior ferida e como a gente vai trazer também paraa nossa vida as quatro tipos de criança e a criança interior feliz, ela precisa reviver, ela precisa, você precisa trazer, você precisa dela para cuidar da ferita, tá? Então eu vou, você vai continuar tendo a criança interoferida, vai continuar tendo exilada, mas a feliz tem que ser o grande recurso. Se precisar Convite, é ela que vai ser a maestra ali, é ela que vai
ajudar as outras crianças, tá? E eu vou contar para vocês como é que a gente vai fazer amanhã. Amanhã você não pode perder a nossa última aula e quando a gente abre vagas também pra mentoria rematernar, tá? A sequência, né? Ah, legal. Vocês botaram toda a sequência aqui. Tem fome de mãe? Perdeu a a mãe muito cedo, tem fome de mãe. No Rematenar a gente tem uma aula especial de 2 horas Só sobre fome de mãe, muito poderosa também, tá? Só sobre fome de mãe. Não se sentiu vista e exilada. Isso mesmo. Fiquei feliz quando
comecei a ser mal criada. [risadas] Muito bom. Se você nunca foi exilada, não tem problema. Então ela não entra, tá? O fame de mãe é quando falta o tripé de vínculo emocional com a mãe, porque eu tô falando do fome de mãe, tanto para Meninos quanto para meninas, né, feminino e masculino. Eh, também da proteção e da orientação, quando faltou isso na vida da da do filho ou da filha, tá? Muito bem, fechamos essa parte aqui, OK? E agora a gente vai pro último, a última parte. Escreve aqui embaixo hipervigilância e dissociação. Vamos encerrar agora.
Hipervigilância e dissociação de tudo o que a gente estudou. Você acha que você esteve até os 12 anos mais no Estado de hipigilância ou no estado de dissociação ou meio a meio? Eu estive bem meio a meio e porvigilância e dissociação. Dissociação quando tava com distimia e por vigilância quando eu tive que cuidar de mim, porque eu eu que cuidei de mim, né? Tá. Hip vigilância e dissociação. Qual você acha que esteve mais presente de tudo que a gente estudou? A gente estudou muito, né, exaustivamente nessa nessas quatro aulas aí vigilância e a desconexão. E
aí você Vai ver, nesse caso do exemplo, a pessoa teve mais hipervigilância, então ela botou bem grandão, tá vendo, ó? Bem grandão. E aí menor, ela colocou a dissociação. Se eu o meu teria o mesmo tamanho de letra, tá? hipervigilância ficou bem grandão. E a dissociação, se por acaso você teve mais dissociada, aí você ficou aqui, então você vai trocar. Aí ficou dissociada grandão e hipervigilância menor. E aí, qual foi maior para você? Eu já vou falar, tá? A gente primeiro tá fechando, depois eu vou falar. oscilando entre as duas, dissociação e hipervigilância. Ficou claro?
Hipervigilância, dissociação. Maravilha. Então, a hipervigilância é aquela, tô sempre no simpático, lutando, fugindo, brigando, ansiedade, agitação. E a dissociação quando eu tô triste, não consigo resolver nada, impotência, tá? Aí eu tô na dissociação, as duas são Grandes. OK? Então, vamos lá. Vamos interpretar um pouquinho pra gente fechar e amanhã vocês vão estar aqui. Maravilha. Essa, esse PDF aqui vai tá lá no grupo para você relembrar. Às vezes você quer refazer, a gente fez rápido, né, por conta do tempo. Olha só, olha pra sua boneca com compaixão. Veja as características dessa mãe, a frase que ela
falava. Veja as características desse pai, a frase que Ele falava. Olha o vestidinho dela. Veja a quantidade de medo que ela passou, a quantidade de vergonha que ela teve, a quantidade de culpa que ela teve. Veja o estado de estress no corpinho dessa criança em hipervigilância ou dissociação. Veja os tipos de criança interior, veja as experiências dela, se ela teve que se adaptar para sobreviver, se ela teve que exilar ou se ela teve muitos Traumas com T maiúsculo, traumas com T minúsculo, ou se ela foi uma criança feliz. Olha para isso. Faz sentido. Agora você
tá entendendo porque você está onde você está? clareou o que que você não conseguiu na sua vida ainda e por quê? Por que que você não tá conseguindo prosperar, que você não tá conseguindo mudar? Por que que as coisas se repetem? E por que que você fez terapia há tantos anos, mas você nunca enxergou isso? Porque você nunca trabalhou isso? Clareou o quê? Que que te ajudou nisso? Agora eu quero saber de vocês aqui. Você tem o mapa do cimento do trauma. Você tem um tesouro na sua mão, você consegue ver a influência da mãe,
a influência do pai. Por que que essa criança tá vigilante ou tá dissociada? Por que que essa criança se exilou? Dá uma olhada nas características do pai, dá uma Olhada nas características da mãe. Olha a quantidade de medo que essa criança teve. Olha as crenças que se originaram disso. Olha o TDH talvez que essa criança tinha. Você não tá exigindo demais de você. Você não tá considerando esse mapa. você não tá considerando o seu cimento, você precisa entrar com autocompaixão para cuidar dessa criança, como uma, né, Rafaela, né, que falou: "O que que fizeram com
essa criança? Que Pais e responsáveis foram esses? Que culpa você tem? Você tem que ter vergonha do quê? Se este é o teu mapa do cimento, é o chão dos seus traumas, que que eu faço com isso? Eu vou dar para essa criança, eu vou defender essa criança, vou dar essa criança o que faltou na infância. Porque se você continua tendo culpa, continua se envergonhando, continua não trabalhando o seu medo, continua tendo dificuldade de dizer não, não consegue relaxar, não Consegue trabalhar o seu estresse, você tá continuando, você tá no contínuo, na mesma coisa. Você
tá dando as mãozinhas para o seu pai e a sua mãe, você tá concordando com o que aconteceu com você, porque você não tá conseguindo mudar a tua vidinha. Então você precisa quebrar esse ciclo, você precisa fazer diferente, cuidar de você, fazer diferente para você finalmente não repetir os ciclos com seus filhos, caso você os tenha. Parou comigo, não vou levar isso adiante, porque muitas vezes a gente tá com uma herança, né? É uma herança dos nossos antepassados. É uma herança. O quanto o Como é que seria o mapinha da sua mãe? Como é que
seria isso aqui do seu pai? Como é que seria isso aqui da sua avó? Como é que seria isso aqui da sua bisavó? Seria muito parecido. Como é que vai ser da sua filha e do seu Filho? Então, para fazer diferente, tem que começar comigo, porque não tem como mudar. Já tá com vestidinho aí, já tá com medo, já tá com a vergonha, tá com a culpa. Agora eu preciso pegar tudo isso aqui, reformular, conversar com a minha criança, entender mais o que aconteceu, trabalhar mais ainda e ter técnicas e ferramentas para cuidar dessa criança
interior no dia a dia. Como Neozinha, vem pra aula amanhã que eu vou te Mostrar linda, maravilhosa aula sobre cura, como é que eu curo a criança interior. Vou trazer o que a ciência traz. Eu vou trazer cada metodologia o que que ela indica e eu vou falar para você o que eu faço, como que eu trabalho. Se você achar que tem sintonia, se você gostar da minha proposta, se você sentir um tum tum no coração, se você fala: "Meu Deus, cadê essa mulher? Como é que onde é que eu tava que eu não Tinha
conhecido ainda? Eu quero uma anzinha para mim, né?" Aí você vem pra mentoria rematernar. E esse querer anusinha para mim, eu tive uma mentorada que é muito comum a mentorada vir fazer eh terapia comigo depois, né, para amarrar tudo e tal, que a menina de 12, 13 anos queria fazer terapia. E aí a menina falou assim: "Ô mãe, arruma uma neuzinha para mim?" Neinha para ela era a mesma coisa que psicóloga. Arruma uma neelinha para mim. Eu quero uma neelzinha para mim. Então, se você quiser uma neuzinha para você, você vem para mentoria rematenar, amanhã
a gente abre as inscrições. Aí você adquirindo a mentoria rematenar, você ganha também a terapia em grupo com 12 sessões de protocolo de cura da criança interior. Tá bom? [risadas] Ai, que gracinha. História do final de sorvete de chocolate. Que história de sorvete de chocolate? Sorvete de chocolate. Ah, sorvete de café. Mas eu já contei. Ela simplesmente cai a ficha. Ela fala: "É, é verdade. A vida é uma espiral. Em tempos difíceis a gente vai acessar as nossas dores. Bora pra frente continuar que eu já conquistei muita coisa e vai voltar. De vez em quando
esse trauma vai voltar e é assim mesmo. E aí a gente continua, né? É isso. Não tem uma fórmula mágica. Todos seus traumas vão sumir, todo estressir. Mas é um Processo, né? a terapia, eh, e os, ó, a terapia em grupo que eu vou passar para vocês, o rematen que vou passar para vocês, é um processo muito legal. Você pode continuar com a sua terapeuta, você pode rematernar, não tem problema nenhum. Muitos terapeutas indicam, inclusive a gente, muitos terapeutas fazem, né, a mentoria. Tem gente que faz mentoria, leva pro terapeuta, depois vem fazer terapia comigo
ou sozinho, nem precisa fazer terapia, porque já vai, é Um programa terapêutico muito bacana e você vai dar conta porque você vai ganhar a terapia em Glo, certo? Muito bem, vamos fechar. Ah, vou falar o preço amanhã. [risadas] Gente, a gente divide em 12 vezes. V assim: "Ah, mas não tenho dinheiro". É, mas comprou R$ 100 numa pizza. É quase o valor mensal, né? Tem que ver prioridades. Você tem que ver também essa questão financeira. Claro, tem gente que realmente não tem menor Condição, tá desempregado, eu entendo, mas a maioria não. Então você tem que
eh fazer uma análise do seguinte: o quanto isso tá me custando, o quanto isso já me custou na minha vida, não ter feito curado os meus traumas, trabalhar meus traumas e o quanto isso ainda pode me custar, porque a conta chega, a conta vai chegar e a conta chega na forma de doenças físicas e e doenças mentais. E a gente tem que cuidar também da Velice. Aos 70 anos, como é que você vai est? Aos 80 anos, como é que você vai tá, né? É terrível, gente. Eu atendo, né? Chegar aos 70 anos, olhar pro
passado e falar: "Meu Deus, por que que eu não comecei antes? Por que que eu não dei atenção paraa minha saúde mental?" É questão de prioridade. Você precisa priorizar o seu cuidado mental, tá certo? "Ah, não tem dinheiro para investir na saúde mental, mas tem dinheiro para fazer outras coisas". Então você precisa repensar a sua vidinha, como que você vai cuidar em 2026 da sua saúde mental. Importante se olhar para isso também, tá bom? Tá? Saúde mental é prioridade. Então vamos embora. Fechou? Deixa eu só fazer aqui o nosso fechamento bonitinho por conta do horário,
que eu sei que hoje foi cansativo, não é? Eu vou ensinar uma prática com abraço da borboleta do dorama. Tudo bem, não ser normal que eu já falei para vocês, a brasa da Braboleta é uma prática muito interessante de várias metodologias e tem diversas formas de fazer. Eu vou ensinar uma para vocês. Então, que com que a brasa borboleta eu vou cruzar aqui. Tem gente que cruza dessa forma, eu acho bem mais complexo, tá? Tem gente que faz assim, se você quiser. Eu prefiro assim mesmo, que eu acho mais simples. Você vai dar tapinha, não
é tapinha levinho, não. É tapinha mesmo, ó. Também não é tapão não, pelo amor de Deus. tapinhas, ó, né? Você vai alternar um, dois, né? Esquerda, direita, esquerda, direita. Tá OK? Ó, você vai fazer assim. Fecha os olhos um pouquinho e só faz isso e veja o que que você sente, o que que você pensa, como é que você fica. escutando o barulhinho e o que que isso remete a você? Esse toque, o som. Eu vou falar uma frase e você vai falar Igualzinho na primeira pessoa. Eu me vejo. Eu vejo a minha criança interior.
Eu sei que eu posso tecer a vida que eu sonho e mereço de novo. Eu me vejo. Eu vejo a minha criança interior. Eu sei que eu posso tercer a vida que eu sonho e mereço. Hum. Respire profundamente, Abrindo os olhos. Como que foi? Faça essa prática várias vezes. Amanhã eu vou colocar a frase para você lá no grupo, para você não esquecer. Depois eu vou botar lá no Instagram. Tá bom. Vou botar agora no Instagram e pedir para você comentar lá como que foi a aula de hoje, tá bom? Importante para mim você dar
um feedback lá, tá? Para mim incentivo os outros coleguinhas que fugiram, que congelaram, [risadas] Aí a pessoa vê lá, ai legal, quero ver também, né? Então é importante você incentivar os coleguinhas a assistir as aulas. As aulas ficam disponíveis até o dia 11 na domingo, né? às 7 às 17 horas só não tem choro nem vela, tá bom? A gente vai fechar e amanhã a gente abre as inscrições. Eu espero realmentemente que você amanhã se torne minha mentorada, meu mentorado, tá bom? Então, até amanhã. Dor crônica pode ser trauma, pode. Vou colocar o desenho lá,
vou Botar nos grupos o desenho, tá bom? Aí a Sônia procura minha equipe, tá? Todo mundo procura a Major, tá? Você diz que se sentiu a Major não respondeu você ou o grupo não respondeu. Escreve de novo, tá bom? Chama o pessoal de novo, tá? OK. Libertadora, maravilha. Às vezes a gente não consegue responder todo mundo a falhas, aí você chama de novo, tá bom? OK. Desculpa o imenso atraso. Você vê depois, não tem problema, tá? Eu quero rematernári e Ana, espero você lá, tá Bom? Aí, ah, sim. Eh, na verdade, depois que você rematerna,
que você cuida da sua criança, tudo vai ser revisto, né? Não é que não tem promessa, que nunca mais vai tomar um medicamento, não existe essa promessa, né? Eh, mas a ansiedade, a depressão, tudo vai melhorar. Como que eu controlo a minha ansiedade depois que eu cuido da minha criança interior? A minha depressão, né, que eu tenho de Estimia, depressão leve, depressão crônica, eh, é com a cuidados com a criança interior diariamente. Eu vou contar para vocês amanhã como é que faz. Não pode faltar amanhã, não pode. E as práticas diárias de minds que eu
faço muito, muito por dia. Então, isso tudo são os recursos que me auxiliam. Tá bom? Já fiz o florcer, quero rematenar. Então, vamos embora. [risadas] Quem tá com dor de cabeça, bota a mãozinha aqui. Bota a mãozinha aqui e Fica um pouquinho, tá bom? Ah, eu tô com dor na garganta. Coloca a mãozinha aqui e fica um pouquinho. Ah, bota a mãozinha aqui e fica um pouquinho que você vai melhorar. Até amanhã. Ah, claro que eu vou abrir aqui que eu quero escutar o nosso sonoro uma palavrinha de como que foi e vou gravar, botar
vocês lá nos stories. Como que foi hoje? Conta para mim. Foi maravilhoso. >> Crescendo um pouquinho cada dia. Sensacional, libertador. >> Quero mais. >> Maravilhoso. >> Brilhante. >> Boa noite. >> Foi muito bom. >> Boa noite. Até amanhã. Espero vocês até amanhã [risadas] os corações.