Bom, pessoal, iniciei a gravação, então. Então, boa tarde a todas, a todos. Eh, como passa rápido o tempo, né, esse já é o sexto repasse, né? Já já estamos indo pro sexto encontro formativo que vai ocorrer a partir da semana que vem, né? Então, encontro de planejamento hoje de segundo tema, gestão de sala de aula. Eh, tentarei dessa vez ser um pouco mais objetivo, conforme me pediram no último encontro. Eh, vamos lá. Ah, pessoal, ah, Só um combinadinho antes, né? Dúvidas, sugestões, eh, eh, eh, críticas mesmo, né? Desde que sejam construtivas. Ah, vamos deixar para
um momento propício lá no momento de de mostrar as rubricas, né, pra gente otimizar o tempo. Eh, então os combinados de sempre, além desse que eu acabei de comentar, né, tentar procurar ter uma participação ativa nas atividades, não ficar como mero espectador, O foco no tema, né, no caso hoje gestão de sala de aula, a participação com a câmera aberta e, né, tentar fazer gestão do tempo durante a fala. Eh, pensando nessa gestão do tempo, que posteriormente também vocês têm repasses, né, vocês têm alinhamento com entre tutores e formadores, eh, alguns, né, ã, agenda para
hoje, então, então, organizei um acolhimento de 10 minutos, né, então a gente vai assistir um vídeo, Ele é bem breve, é um trecho de uma entrevista, ã, ao mesmo tempo que a gente vai responder algumas questões tentando relacionar a gestão de sala de aula com a a indisciplina, né, e como que a gestão de sala de aula ela pode contribuir, né, para evitar, enfim, a indisciplina. Eh, tem alguém aqui com a com a com a áudio ligado, eu acho, né? Microfone ligado. É Valdivânia. Valdiva. Valdivânia. Valdiva. Eh, seguindo. Opa, Valdiva. Boa tarde. Voia. Boa tarde,
Valdir. Você aí, obrigado. Ã, então, revisão dos conceitos vistos no primeiro encontro, né? Então, dá uma olhada o que que os autores que a gente trabalhou, ah, né? Só para relembrar mesmo, para dar um fundamento bem legal pr pros cursistas elaborarem o planejamento. Ã, em ação, o planejamento, que é o próprio momento de planejamento, né? 40 minutos destinados para esse momento. É nesse momento que eu pretendo também, né, tirar as dúvidas de vocês, eh, aguardar que vocês tragam algum feedback também. Eh, e para concluir, né, 5 minutos, eu já aproveito também para agradecer todos aqueles
que me enviaram e-mail ou eh, já fazendo algumas observações, né, desde o de terça-feira que eu tinha postado já o material lá no Classroom, alguns já entraram em contato, já fui ajustando também, porque normalmente eu tô tô elaborando três materiais ao mesmo tempo, né, entre elaborar, fazer o feedback, enfim, eh eh a revisão da coordenação. Então, às vezes, algumas coisas acabam passando batido, sem contar todas as outras demandas, né? Ã, o calendário sempre, conforme vai passando o tempo, a gente vai vendo esse calendário sendo preenchido, né? Então aqui o que já Tivemos, né? Acolhimento nivelamento
lá em março, apresentação do RCO Mais aulas, planejamento da RC Mais aulas, já passamos pela primeira semana de observação e feedback, né, da primeira temática. OK, já entramos na segunda temática, gestão de sala de aula, apresentação. Eh, hoje, né, conforme observam aqui o quadradinho verde, é o dia do planejamento da gestão de sala de aula, posteriormente feedback, né, e aos poucos vamos nos aproximando da terceira Temática, aprendizagem ativa significativa. Já estou concluindo também o material paraa socialização, né? Então, próximo semana que vem já faço esse repasse da socialização, ã, aliás, na outra semana ainda, né?
E, né, tem temos algumas novidades ali com relação ao ano passado. Outra observação e por fim encerramos o primeiro semestre com mais uma socialização da aprendizagem ativa e significativa. Os objetivos então do Encontro de hoje, pessoal, vou falando dúvidas, né? Sugestões, sugestões vai para depois, né? Mas dúvidas podem podem chamar. Ah, então, principalmente revisar a temática gestão de sala de aula. eh, principalmente referente à gestão do tempo e do espaço, compreender a intencionalidade pedagógica das técnicas de gestão de sala de aula referentes também ao tempo e espaço. Ampliamos um pouquinho esse debate. E, por fim,
planejar a implementação da Prática referente ao tema gestão de sala de aula. Eh, então vamos começar aqui com o nosso acolhimento. Eh, antes de soltar o vídeo, eu gostaria, eu coloquei esse esse resgatando memórias, né? Porque já que a gente tá falando de gestão de sala de aula, a gestão de sala de aula ela acaba sendo uma boa estratégia, uma boa técnica, né, tática mesmo, pra gente evitar situações que envolvam indisciplina. Sabemos que a situação de Indisciplina a cada ano que passa, ela vai atingindo níveis mais absurdos até, né? Então, pensando nisso, daí a finalidade
da gente intensificar o uso de de técnicas de gestão, né, para tanto para você evitar chegar no ponto de indisciplina como para tentar resolver diversas situações de disciplina que ocorrem cotidianamente. Então, já que estamos nessa, eu gostaria de, né, resgatar algumas memórias de vocês que estão aí. Então, se alguém pudesse Voluntariar para relatar alguma situação que envolveu indisciplina ou conflito com algum estudante em sala de aula e principalmente qual que a estratégia que foi utilizada para solucionar esse problema. Alguém gostaria de se voluntariar? Boa tarde, Maurício. Ah, o conflito é talvez seja uma das os
conflitos com baseados na indisciplina para ver se eram os mais Complicados, né? Eh, qual vou cumprir assim aqueles que são mais complexos, né? Hoje eu tenho uma aula hoje que tem uma dei aula hoje no primeiro ano B numa escola em algum lugar do planeta, né? E ela é uma turma muito indisciplinada, pouco engajamento. E aí, como é que a gente faz para, né, a minha primeira ideia, neste caso, eu tive que fazer uma, em sala de aula eu mudei a estratégia, né? Então, na parte eh, de estrutural da Matéria, eu fui lá e diminuí
um pouquinho a quantidade de exercícios, né? comecei circular mais em sala, fazer um acompanhamento mais certo, né? Fiz fiz um manejo um pouquinho da da de fiz um ensalamento novo, né? Essas foi algumas estratégias para que eu pudesse eh tentar amenizar alguns conflitos, principalmente às vezes aquele discurso que fica um pouquinho mais carregado quando a gente tem uma turma Indisciplinada. Então eu fiz alguns movimentos e algumas técnicas em sala. para que eu pudesse conter esse tipo de situação, né? Mas também, claro, conversei com a minha pedagoga, tal, direitinho, como é que a gente poderia trabalhar,
porque na questão da disciplina geralmente não envolve apenas um professor, um coletivo de professores. É bem nesse ponto, obrigado pela contribuição. É bem nesse ponto que eu ia tocar, né, que muitas situações Demandam um envolvimento coletivo, né, desde a equipe pedagógica, passando por fazer conversas mesmo com esses estudantes, né, no sentido de responsabilizá-los também, né, pelo não é, pelo desenvolvimento da aula. Eh, eu nunca vou esquecer uma professora que eu tive na graduação, professora de didática, foi professora Hermelina, professora que me ensinou muito, que ela sempre falava que numa sala de aula, toda vez que
você consegue, né, que você Começa, você tem que atingir aquele aluno lá do fundão, né, aquele aluno que tá displice, né? É como se a partir do momento que você atinge aquele aluno, faz com que ele colabore com a sua aula, meio que tá dando certo, você está no caminho certo, né? Porque aquele aluno que tá ali na frente, né, que ele é mais dedicado, ele vai percorrer meio que naturalmente quase que sozinho ali, né, esse processo. Ah, então é muito melhor você ter eles com você, né, do que com Eh eh ter eles contra
você, né? Alguém mais teria mais alguma contribuição? por favor, Carla. Não é assim, não é contribuição de indisciplina, mas eu acho que hoje em dia, profe, mudou um pouquinho a situação. A gente tem colocado mais à frente, assim, pelo menos na minha escola, eh, alunos com demanda, laudados, então é, a gente acaba realmente dando mais atenção para esse, sabe? Infelizmente, lá no fundo ficam hoje em dia os melhores alunos. Acabou. Nossa, como como intensificou tudo isso, né? Quanto tem chegado eh eh alunos com laudo pra gente. É situação bem complexa e nós às vezes não
estamos preparados para lidar, né, Priscila, por favor. Eh, é interessante essa fala da professora porque eu ainda fiz uma reflexão essa semana sobre esse distanciamento dos alunos bons, digamos assim, né? Eh, eu eu ainda cheguei à conclusão que o estudante que ele eh tem facilidade e é bom em matemática, Especificamente se tratando da minha componente, a gente não precisa estar próximo fisicamente para para estar próximo matematicamente. Você consegue atingir esse estudante com mais facilidade. Por isso, ele estar mais distante da gente na sala não faz com que a gente esteja distante também durante a aula.
No entanto, o estudante que se demonstra mais distante matematicamente, esse precisa de estar mais próximo fisicamente para você ter Uma uma possibilidade maior de de envolver, de engajar esse estudante no que está sendo desenvolvido. Essa é a reflexão que eu cheguei exatamente essa semana. A a sala de aula ela tá passando por transformações, né? Muitas vezes aquele estudante que a gente considerava, sei lá, mais antigamente, ah, o dedicado também talvez já não seja mais por outras, né, outras influências, é tecnologia, é insegurança, né, que assim e mesmo que ele esteja mais ao Fundo da sala,
se ele tem essa facilidade, ele já se encontrou dentro da matemática, você já tem um vínculo. Esse vínculo não é quebrado pelo distanciamento físico ali da professor do lugar onde ele está. Mesmo que ele esteja mais longe ali na sala, sentado mais atrás, mais ao fundo, ele ainda assim é, ele é um bom aluno. Se ele já tem isso dentro dele, você já tem essa facilidade com a matemática. Agora, se ele já tem essa dificuldade, ou seja, Ele já não se envolve com tanta facilidade e por isso a proximidade do professor se faz necessário para
o professor conseguir engajá-lo, ter uma maior possibilidade de engajamento, né? Vamos colocar dessa forma. Entende o que eu quero dizer? Ex. Sim, sim, sim, sim. Agora ficou mais claro para mim. Eh, obrigado, obrigado, Priscila. Eh, deixa eu ver o comentário aqui. A Larissa falou que tudo depende, né? Tem uns bons que não gostam eh de se de se Distanciar, né? Exatamente. Tem uns que brigam ali para est, né, ali na primeira carteira. Bom, gente, eu vou dar dar play aqui no vídeo, depois a gente já conversa mais um [Música] pouquinho. Só para eu saber, todos
ouviram o início do vídeo? Porque esses dias eu tava num vídeo chamado que não, o YouTube não deu certo. [Música] Eu não tô conseguindo ouvir. Será que sou só eu? Nós vivemos de uma história hoje que segundo de que eu gosto muito desse ator, ele fala que a sociedade desbustolada, ou seja, a sociedade que perdeu o rumo das coisas, dentre várias características, ele destaca uma que interessa aqui é o nosso tema, que é ele não ele não reconhece a autoridade não só do professor, autoridade do pai, a autoridade do guarda de trânsito, Autoridade, enfim, autoridade
da autoridade. Então o que acontece? Esse professor ele vai paraa sala de aula, ele faz parte dessa sociedade, ou seja, ele também tem dificuldade em se colocar como autoridade e e ele conta um lugar onde as crianças, onde os jovens, onde as famílias não não o respeitam no papel de professor, que é um papel de autoridade. Lógico que a figura do professor de hoje, dessa geração, não é a mesma da minha, né? A, o, o meu Professor era um cara que exercia um poder eh eh pleno em sala de aula, porém a autoridade dele tava
muito mais numa fronteira relacional rígida em que ele falava e obedecia. Isso não é uma uma relação de aprendizagem desejável. Eh, porém hoje ela ela se mistura, ela é em caos, ela é uma fronteira difusa, o que também não é desejável. Eh, não se espera-se que o professor possa conversar com o seu aluno, ser amigo dele, ter uma boa Relação com ele, mas que saiba se colocar como professor. Eu acho que nós estamos caminhando para ter uma fronteira adequada, que é uma fronteira equilibrada, em que eu posso conversar com o meu professor, posso brincar com
ele, o professor vai brincar com os alunos, tal, mas na hora que ele dirig, gente, agora nós precisamos ter um procedimento X, os alunos vão entender que esse é o papel do professor e esse é o papel do aluno. família diz que a Escola tem que fazer, a escola diz que a família tem que fazer. Na verdade assim, a o papel da família é educar o filho. A escola é parceira, é, mas o papel, a responsabilidade é da família. Então, a formação desse sujeito é da família, tá? Isso por princípio. Porém, sabe-se que uma pessoa
passa muito tempo na escola, então obviamente que ela será educada também pela escola, né? Mas ela precisa ter um terreno fértil para isso. A, o que tem acontecido é que a família tem Vivido situações, tem vivido de tal forma o cotidiano familiar não tem favorecido essas intervenções. Meu filho, não é assim que se fala com o adulto. Escuta, eu tô conversando aqui, você aguarde. Eh, eh, você, meu filho, quando você chega na escola, quem é responsável por você é seu professor. Se você tem que resolver suas coisas lá com eles, né? Então, assim, uma série
de orientações que esses pais vão dar e de noções de Valores, de valores que são que fazem parte da processo de educação. Nossos professores não são preparados para fazer esse tipo de mediação e nem de eh técnicas de gerenciamento de conflitos. Acho que é uma matéria bem interessante para eh para para todos nós, mas principalmente pros professores. Uma criança de 5 anos vira pra professora e diz assim: "Professora, ela ficou pergunta: "Você tava tava meio sonolento, você foi dormir cedo ontem?" Ela disse: "Isso não te interessa, professora?" Aí a professora ficou super ofendida, tá? E
não é uma resposta bacana de um menino de 5 anos dar pra sua professora. Não é. Porém, essa professora é uma educadora também. Ela não poderia virar e dizer assim pro menino, meu querido, mas como você fala assim com a sua professora? Tô preocupada com você porque se você dormiu bem ou mal e você disse que não é da minha meu interesse, lógico que é. Você tá dormindo na minha aula hoje, entendeu? Então, eh, fora tudo isso, estrutura, qualificação, condições, sociedade, tem um outro, uma outra coisa que se precisa eh fomentar na sociedade, é a
nossa humanidade, a construção de vínculos afetivos, a construção assim, eu sou professora porque eu quero ser professora, eu estou aqui, eu escolhi ser professora e você é meu aluno. E nós vamos resolver esse problema aqui com conversa. nós vamos nos entender. Bom, eh, em poucos minutos essa professora abordou tantos temas que cada um deles daria um trabalho e uma formação diferente, né? Desde o papel que a família possui e o quanto que a a Rose até que eu questiono ali, né? E se ela der outra patada, né? às vezes, mas aí a gente vai ter
que ter aquele aquele jogo de cintura para se desvencilhar, né? Eh, já passo para você, Renata. Então ela vai, né, abordar tanto a questão da família e o quanto a Família também passa por processos sociais que vão transformando o seu papel e a sua relação com seus filhos, influenciado aí por tecnologia, por ritmo de trabalho, modificações do mundo do trabalho. Ah, mas também a escola, né? Como que a escola tá lidando com essas diversas situações. Renata, por favor. Eu acho Willen, que é muito o que você falou, né? Ela abordou vários vários temas, mas todos
eles remetem a uma Coisa só. A nossa problemática com relação ao interesse, engajamento e disciplina em sala de aula, que é isso que a gente precisa de um ambiente e que o estudo seja favorecido, né? Como a Priscila falou, aquele aluno que vem de casa com base de família, de valores, não vai ser problema. Ele pode sentar em qualquer lugar da sala, você pode abordar qualquer tipo de tema, você pode dar qualquer tipo de orientação para ele em relação ao trabalho que ele vai Desenvolver. Esse é o aluno dos sonhos. Esse é o aluno que
é aquele que a gente queria 30 e poucos, 40 alunos só deles dentro da sala. Eu vejo que essa questão da nossa formação, ela perpassa por nós estarmos preparados para lidar com aquilo que não está sobre o nosso controle, que é a educação e os valores na sala, que é a questão cognitiva dos alunos que têm dificuldade. Então, qual que é o nosso propósito hoje? achar um pó da cininha De pim pimpim que a gente joga por cima deles e que eles remetam a isso. Então você fala assim: "Ah, não é problema meu porque isso
daí a falta de educação vem de casa, né?" Tá, mas ele tá comigo ali meio-dia, então ele é um problema meu. É como ele falou, ele é problema meu. Você não dormiu lá na tua casa, mas o problema é meu, porque agora você tá dormindo aqui. Exatamente. Então o que que eu vou fazer aqui para solucionar esse problema que lá fora eu não tenho Controle? Qual que é o controle que eu posso ir além? Chamar a equipe pedagógica, pedir para falar com os pais. Aí tem aluno que se chama os pais, você quer levar filho
para a criança para cá. Porque você vê que ainda ainda deu, entre aspas, ainda deu gente, né? Porque criado pela aquela mãe, aquele pai, a base de coice, de xingo, de pé do vidro e de tudo mais, você queria que aquela criança fiz, né, resultasse no quê? Geralmente essas crianças que Servem sofrem abuso desse tipo em casa ou falta de acolhimento, falta de limite, elas reagem de duas vezes, de duas formas na escola. Ou elas se tornem extremamente agressivas, extremamente contestadoras e vão entendar problema, ou ela se tranca por completo e ela não produz nada
do mesmo jeito. Ambas não produzem. Uhum. Então eu vejo que assim essa questão das estratégias da gente buscar passa para um monte de coisa além de saber as a as técnicas para se usar, Né? Lá no roteiro passado falava um ponto importante que eu bati bastante lá com os meus cursistas, é conhecer os alunos. Só que esse conhecer os alunos, ele demanda tempo, que era um dos quesitos outros que tava lá. Então quando a rotatividade da gente é muito grande de uma escola para outra, isso é tão difícil. Eu comparo do antes quando eu não
tinha sossego, né, que eu tava em várias escolas e todo ano em escolas diferentes com agora com os últimos anos Meu que eu tô na mesma escola, tipo aluno meu que chega meu no sexto vai embora no terceiro é meu. A gente se conhece no olhar, não vê como é que tá, se muda de postura, a gente já sabe que tá acontecendo alguma coisa errada. Então são n fatores que a gente precisa para desenvolver isso, né? Não é só saber a técnica pela técnica, mas as técnicas já ajudam bastante, né? Então não adianta querer dizer
assim: "Ó, o problema não é meu, é da casa. Ele é Meu, porque ele tá comigo aqui agora. O que que eu vou fazer com essa criança que tá aqui? Eu tenho que dar conta dela, né? Então assim, eu acho que as técnicas colaboram 100%. Não, mas eu falei para eles, não dá para jogar criança com água suja. Não é porque eu não atingi 100% da turma que tudo que eu fiz foi perdido. Cada vez mais a técnica se aprimorando e fazendo e fazendo, as coisas vão se ajustando ou não. Tem criança que você vai
ficar 6, 7 anos com Ela e não e não vai resolver. É muito além daquilo que a gente tem competência para isso, né? Mas enfim, o negócio é tentar e não esquecer dos bons que estão no fundo. Eu sempre falo isso no conselho, né? Alguém falou, acho que no encontro passado, né? A gente tá nivelando sempre por baixo, buscando atender aquele que não quer, aquele que não pode, aquele que não consegue, mas e aquele que quer e consegue, que tá esperando mais e não vem. Então eu acho Que a gente tem também que produzir para
aquele que quer mais e que que dá conta e vai além. E à medida que os outros não conseguem, a gente dá o apoio, mas não dá para esquecer do pessoal do fundão que hoje em dia se tornaram os bons, né? E não os os maus como era antigamente, né? Obrigado, Renata. Nossa, quantas camadas isso tudo que você falou, né? São muitas coisas pra gente pensar desde as nossas condições de trabalho da escola, pra gente pensar as formas de Contrato, enfim, mas daqui foge, aqui é o nosso espaço. Mas é sempre bom, é importante a
gente lembrar dessa importância do vínculo, né? O vínculo que é construído ao longo do processo, né? Eh, eu também já tive experiências de trabalhar em três, quatro escolas, né? Com muitas disciplinas e e muda de um ano pro outro, você não consegue esse vínculo, né? Mas quando você tá tr 4, 5 anos ali na mesma escola, o vínculo vai sendo conido. Tem o afeto também, né? Educar envolve afeto também. Eh, obrigado. Vamos seguindo para gente não se atrasar muito. Opa. Aí uma breve revisão, gente, da base teórica que então aqui eu trouxe os três autores
que eu abordei na no encontro de apresentação, o próprio Douglemov, né, que a gente já falou bastante. Então, livro que é importante a gente lembrar que ele não pensava em elaborar teoria sobre gestão de sala de aula, né? a intencionalidade dele era observar as Práticas de outros professores considerados excelentes pela sua comunidade. E a partir disso ele descreve, tanto é que muita das suas técnicas, né, que ele descreve no livro Aula nota 10, para nós, para muitos de nós, é familiar, né? Algumas dessas técnicas nós já adotamos nosso dia a dia, apenas não tínhamos atribuído
um nome, né? Ele vai atribuir e vai trazer. Mas eu quero chamar atenção principalmente pro Cels Pasconcelos e Paraa Novorsk, né, que vou abrir daqui a pouco. Ah, principalmente quando ela fala e aquilo que a Renata trouxe também sobre essa importância da gente pensar o relacionamento interpessoal, né? Então o Cels Vasconcelos, ele vai falar das três dimensões da gestão de sala de aula que dialogam bastante com os princípios da gestão de sala de aula da Novorsk. Ah, no entanto, a gente tá falando de autores, né, escrevendo em contextos Diferentes, em tempos diferentes, em países diferentes,
né, mas dialogam, né, convergem. Então, Vasconcelos vai colocar que existem três dimensões da gestão de sala de aula. Ah, uma delas é o próprio relacionamento interpessoal, né? A relação que você estabelece com seu estudante, né? Você entender que esse aluno ele chega na escola, ah, ele traz para dentro da escola, né, seus diversos problemas exteriores, né? Então, esse aluno ele vai trazer, ele já Tem uma bagagem, né? Se você tá falando do aluno do ensino médio, por exemplo, hoje poucos alunos do ensino médio, pelo menos essas experiências que eu tive, ah, eram alunos que simplesmente
estudavam, tinham o tempo da escola. Boa parte deles estão fazendo estágio, estão ah, muito, né, recai muito mais sobre as meninas isso, cuidam de irmãos mais novos, cuid ajudam no cuidado da casa, fazem cursos, né, então participam de grupos, né, artísticos, esportivos. Então, eh, é reconhecer que esse aluno ele já é alguém, ele já tem uma bagagem, ele tá chegando ali, né? Você tem que respeitar também esse aluno, né? Respeitar estudante, buscar e eh a melhorar, né, esse relacionamento interpessoal. Ah, a segunda dimensão que ele traz é a organização da coletividade de sala de aula,
que é você aqui é você aplicar de fato as técnicas, né? Pensar como que você organiza aquela coletividade de 35 estudantes que estão Ali 50 minutos com você, né? como que você vai organizar pensando tempo, pensando espaço, pensando atividade, pensando inclusive na singularidade dentro dessa coletividade, né? Então você tem uma coletividade com estudantes que estão passando por situações às vezes financeiras em casa, né? Uma coletividade que você tem o aluno de inclusão, uma coletividade que você tem, enfim, estudante com timidez, enfim, né? Como que você organiza tudo isso? E por Fim, o próprio trabalho com
o conhecimento, né? que é o que a gente faz ali desde sempre, né? Trazer o conhecimento da matemática, da língua portuguesa, da filosofia, geografia, enfim, e como que você constrói, né? Aqui entra o trabalho com a metodologia adequada, aqui entra o trabalho com o saber, né, da daquela área específica. E por fim, eh, Vainstein e Novorsk, né, autoras norte-americanas, que para desenvolver a as reflexões delas sobre Gestão de sala de aula, elas vão eh fazer também acompanhamento, observação dos professores, né, de um grupo de professores e ao mesmo tempo que elas que elas vão observar
eh e enfim, coletar entrevistas, enfim, de de estudantes também. O que é curioso nessa nessa pesquisa, nesse trabalho delas, é que elas vão explorar diversas escolas em diversas regiões, né, dos Estados Unidos, né? Então, não é escolas um pouco mais elitizadas, vamos dizer Assim, outras periféricas mais carentes, outras grandes, outras menores. Então, elas vão explorar tudo isso e elas vão elaborar a os princípios, né, da gestão de sala de aula, que são cinco, né? em resumo, já que foi visto tudo na apresentação, então ela vai dizer que por meio da da do uso eficaz da
gestão de sala de aula, você consegue alcançar, né, desde que seja bem efetivado, a autodisciplina e a responsabilidade pessoal do estudante, né? Nesse sentido, O estudante ele vai estar colaborando pro desenvolvimento da aula. Ela vai dizer também o segundo princípio, né? Ah, buscar aqui, eu acho que dialoga muito com relacionamento interpessoal do Vasconcelos. né, que ela vai um desses princípios é buscar boa relação entre aluno e professor, né, relações positivas, relações eh eh de parceria. Eh, bom, enfim, pelo menos se eu lembro da da minha trajetória escolar, as disciplinas que eu mais Aprendi foram aquelas
que o professor se aproximava do estudante, né? Então, eh eh eu acho que isso pode auxiliar, contribuir muito. Terceiro princípio, a ordem não deve sobrepor ao aprendizado significativo. Eu coloquei uma tinha colocado numa situação, mas acabei tirando, senão ia ficar muito muito cheio no slide, mas eu indiquei, não saiba mais, um artigo de uma autora chamado chamada Maria Lúcia Boarini, se eu não me engano, é da ela é da USP, não Tenho certeza. E ela vai discutir o quanto que a indisciplina ela é algo que é coletivo, ela é algo que é histórico, né? A
indisciplina ela não é algo pontual de uma questão individual, né? Ela é coletiva da, né, determinada época e sociedades, enfim. E ela vai trazer essa frase que eu achei muito interessante, que ela vai dizer que eh a gente não pode confundir uma sala de aula eh totalmente silenciosa com eh é com ordem, com Disciplina, né? Muitas vezes você tá em com aprendizado, desculpe, muitas vezes você tá com uma sala totalmente em silêncio, isso não significa que eles estão de fato prestando atenção ou aprendendo. Muitas vezes aquela aula às vezes tumultuada, desde que seja com uma
intencionalidade, ela pode, né, gerar resultados. Eh, quarta, eh, quarto princípio, né, sensibilidade à diversidade, né, retomamos a ideia do relacionamento interpessoal, né, Respeitar esse aluno em sua particularidade, em sua singularidade, né, perceber que, ã, isso é resultado, enfim, do longo processo da da história da educação no Brasil, né, que a escola hoje ela é acessível para, né, para muita gente, né? H, e por fim, a o quinto princípio, né, reflexão, trabalho duro e tempo, né, que é o que é o mais escasso para nós professores, é o tempo, né? Trabalho duro nós temos de sobra.
Agora, o tempo Para refletir e planejar que tem nos faltado bastante, né, e que precisamos pensar melhor nisso. Eh, vamos ler a contribuição natalita. Fácil falar. Eh, mas a prática não é assim. Fala, Willam. Eu não queria expor, mas é que essa sala tá me deixando maluca. Willam. E eu tive que abandonar a minha escola fazem 15 dias, porque eu tive que sair de lá escoltada. Nossa, polícia todo, porque simplesmente eu queria a regra. Uhum. Aluna que Ficasse no lugar dela e ela ficava cada pouco levantando e conversando com amigo do outro lado da sala.
E eu não deixava eles saírem a qualquer momento. Eles saí o tempo inteiro, a cada 5 minutos. Pesso vou no banheiro, volto, não tinham norma. E eu tentei dar norma, a aluna me xingou de todos os palavões possível imaginaram, fazia um bullying contra mim, me provocava uma aula inteira. Eu sofri dois meses até um dia que ela surtou de uma vez e queria me bater, eu Tive que sair escutado. Então assim, é muito difícil, né? Eu tentei de tudo, fiz tudo, né? Foi, foi uma professora, uma orientadora assistir a aula. Daí ela entrou, quis entrar
depois de mim. Eu falei: "Não, você vai pegar autorização com quem você tava?" Vou. Daí veio com o militar. Nossa. Ah, ela estava comigo. Falou: "Então, você pode entrar?" Você viu que eu estava com ele xingando em alto bontom? Passou a aula inteira me xingando. Então, tinha uma orientadora Em sala, escutou. Foi alí que tomaram alguma atitude. Antes disso eu falava, falava com a direção, com o pedagogo. Ah, não, ela é assim mesmo, você que tem que ser mais não sei quê. Tudo a tadinha do aluno e eu tive que abandonar a escola e é
duas horas da minha casa. Nossa, Talita, eu sofriria poderia ter perigo porque eu moro muito próximo dessa escola, uma escola civil militar na capital e é inviável. Eu não vou falar o nome da Escola, mas assim, Uhum. se tornou algo, eu não conseguia, eu tinha que descer para trabalhar e eu saí de casa chorando porque eu eu tremia de nervoso, porque era um grupo de alunos, por eu sou muito rigorosa e queria disciplina, né, passeamento, essas coisas, foi bem difícil. Então, era ameaça constante, era xingamento constante, era provocação constante. Então, é difícil lidar com a
situação. Eu não conseguia que sair. Sim. Eu não sei se alguém já passou por Uma situação crítica como essa. Eu abandonei, preferi do que me prejudicar a minha própria saúde. É, Talita. E assim, a gente vê é que são contextos tão eh imensos, né, que que não tem como a gente remediar apenas, né? Eh, o que eu consigo trazer, que é trazer indícios, talvez possibilidades pra gente tentar lidar, né? Mas é um problema que o buraco é muito mais embaixo. Ã, quem ergueu a mão aqui? Solange. Oi, boa tarde. Boa tarde, Solange. É, eu achei
que o Maurício tivesse levantado primeiro, mas pelo jeito perdeu Maurício aí, né? É, era o Maurício. Maurício fala perdeu. Opa, perdeu, perdeu. Mas assim, eh, o a Talita, eu nem ia comentar, mas como a Talita comentou, o que eu ia dizer sobre isso é o seguinte: Fala-se da individualidade do aluno, da sensibilizar o aluno, mas ninguém fala do professor. Professor é Um ser humano, gente, pelo amor de Deus. A gente, a gente sente, a gente se estressa, a gente sabe, ai meu queridinho, não é assim que você tem que falar com a tia, né? Vamos
falar direito com a tia, né? Não é, a gente tem hora que não dá, gente, que você tá em sala de aula, você tá tentando, né? E assim, até comigo também já passei a situação que eu abri um BO, fiz um BO contra o aluno, inclusive ganhei e eu perdeu o réu primário, acabou o réu primário da Da criança. Então, eh, eu penso assim, tudo bem, fala-se de técnica e tal, só que eh o que tá acontecendo em sala passou disso. O desrespeito com o professor não é uma coisa assim, eh, ah, não, ele foi
mal educadinho, não, já tá ultrapassado tudo isso. Então, e quando fala assim de técnica, só tá falando de indisciplina mesmo, tá? não tá falando de vandalismo, não tá falando de bandidismo, não tá falando de Eh agressão, não tá falando de nada disso que o professor tem passado, tá? Então, eh, cada um na sua realidade e e isso que a Talita passou não se recupera fácil e a gente fica sozinho para se recuperar disso, porque todo mundo fica, ah, mas o aluno, ai, mas será que essa professora não fez alguma coisa, né? É, sem sempre recai
em cima do professor, né? Então eu acho assim muito triste a situação que está para o professor. OK. Era isso. Pode falar, Maurício. Obrigado, Solange. Maurício, eu só fico pensando assim, acho que eh, né, nós estamos passando um processo de praticamente, se a gente não mudar, vamos falar aí de de gestão de sala, de manejo, essa estrutura de sala grande com essa quantidade de alunos não funciona grande. Então, é isso. fica rodando, roda, vira de ponta cabeça, é invertido, a gente fica invertido, a gente, né? Eh, poxa, que você tem um, não adianta você ter
tanto, tantos Recursos em sua, aí você não consegue usar, né? Aí, aí faz aí que nem a fala da Talita também, eu divido a mesma coisa. Aí você fica, né? A gente não é dador de aula, a gente é profissional da área, né? Mas a gente fica só dando uma aula ali só aquele com o aluno com aquele mero espectador, porque são salas ainda, se a gente construir até o próprio modelo de carteira é errado. Então o processo ele assim, ele ainda também não ajuda, né? Então nós temos Muita dificuldade desse processo. Como é que
como é que eu faço n essa minha sala? Tenho 43 alunos, né? E aí? Aí aquele alumínio bom vai ter que ouvir coisas. a gente tem que ficar o tempo inteiro e a gente, por mais que tenha um onda de técnica, é como a gente não tivesse nenhuma, né? Então eu acho assim, uma das mudanças principais além, né? É uma mudança estratégia no tipo de sala de aula que a gente tem, é, por exemplo, a quantidade de alunos, né? A gente eh esse sistema coletivo de aula, que é o sistema brasileiro, ele tá fardado, não
adianta a gente pegar modelos, né? internacionais, mas desse modelo não funciona, né? E aí a gente frustra o William, que foi o aluno, frustra o Maurício, que foi o aluno, porque a gente tem as mesmas os mesmos discursos, né? O professor, ó, é tão legal quando o professor se aproxima, mas eu sou professor de matemática, né? Então, se eu ficar 2 Minutos com aluno, chego no último aí acaba minha aula, né? E porque o merecimento é de todos, né? Eu tenho que se aproximar do William, mas tem que se aproximar da Solan, que tem que
isso e isso e aí você não pode ficar priorizando, né? Quem prioriza um não prioriza ninguém. Obrigado, Maurício. Vamos encerrar aqui essa parte de falas com Felipe. Olá, pessoal. Boa tarde. Tudo bem? Eu acho que a fala do Maurício é muito Pertinente, né? A gente tem problemas estruturais aí que deveriam ser revistos também, né? assim como da Solange falando que não é só culpa do professor de fato, gente, é acho que isso a gente concorda como um todo, né? Há uma precarização aí generalizada do da educação pública e também, né, do ensino privado. Enfim, tem
aí um um um tratar da educação muito complicado. Eh, mas não de forma alguma, né, querendo eh eh diminuir o o caso que a Talita traz, que Eu acho que é gravíssimo, né? Mas eu acho que assim, eu eu vejo ele como uma exceção, né? a gente passa por isso pontualmente, né, na nossa carreira, situações tão críticas assim. E eu acho que tirando essas exceções que são muito difíceis de lidar, né, porque cada uma vai ser muito particular, esse ano eu tive uma situação meio complicada com uma menina autista que surtou na minha sala e
eu não sabia muito bem como lidar. Fora essas exceções críticas, eu Acho que um pouco do que a gente tá tentando pensar e discutir, né, com essa proposta, é aquela indisciplina comum, né, aquela coisa corriqueira, né, o aluno que às vezes ele tá ali. E quando a gente observa os nossos cursistas, né, a gente consegue perceber, né, o trato deles e como que as turmas elas se comportam, que é muito diferente, né? Claro que cada escola é diferente, cada realidade é diferente, mas cada postura de professor também é diferente, né? Então, essas posturas, eh, com
a com a experiência, a gente vai entendendo até onde a gente consegue convencer um aluno a participar ou não. E uma coisa que quando eu entrei no estado, quando eu comecei o concurso, um dos primeiros conselhos que me passaram foi aquele clássico, você não pode mostrar os dentes pros alunos, né, que eu achei aquilo um absurdo. A gente é educado em Paulo Freire e de repente a gente chega em sala e os veteranos falam que a gente Não pode se conectar com aluno de forma alguma, né? E não é bem por aí, né? Eh, mas
é aquela o que a professora falou, é uma mediação, né, do vídeo, uma mediação, a gente tem que mostrar a necessidade do respeito, mas a gente tem que merecer esse respeito. Não é algo que vem, né, porque uma sociedade cobra que o professor ele tem que tem que ser respeitado pela formação dele. Aliás, né, ninguém tem que ser respeitado por uma questão meramente, né, hierárquica Na sociedade. A gente tem que mostrar ali respeito por eles. A gente também vai ser respeitado. Claro, tirando todas as exceções aí críticas, né? Acho que no geral a gente consegue
aí tocar e eu acho que de certa forma e eh esses debates eles sempre acabam, né, eh favorecendo. É importante a gente pensar sobre isso. Vamos vai resolver tudo? Não vamos. Assim como Maurício tá pontuando, né? Acho que o esforço é a gente ir lutando com as armas que a gente tem, Né? Acho que um pouquinho isso. Obrigado, gente. Obrigado, Felipe. Eh, Solange, Maurício, Felipe, Talita, eh, eu me compadeço imensamente com a com as colocações que vocês fizeram, com todas as falas que vocês fizeram. Eh, como, enfim, até faz pouco tempo que eu saí de
sala de aula, né? Faz um mês e meio que eu trabalho aqui como técnico pedagógico, né? Vim direto da escola, né? Ano passado eu fui fui agredido por aluno, né? Aluno com tod, né? ano Passado tive colapso emocional dentro da escola. Eh, já quando eu dava aula em Matinhos, né, fui escoltado com o diretor, não pelo mas com o diretor até a minha casa, porque fui ameaçado por aluno, né? Então são situações que a gente tá vivendo que extrapolam o espaço da sala de aula, né? A violência que a gente vive hoje dentro de sala
de aula, as raízes dela não são ali dentro, né? As raízes dessa violência extrema vem de, né, contextos políticos, econômicos Que a gente vive, né? Então, não tem como a gente limitar isso. Eh, me coloco muito nessa posição de vocês, mas é aquilo que o Felipe colocou. Ah, a gente tem que observar que existem escolas e escolas, turmas e turmas, alunos e alunos, né? Então, para algumas essas técnicas vão dar certo, para algumas não vai dar certo, né? Então, a gente tem isso aqui, são indícios, né? O que a gente tá apresentando aqui são indícios
de coisas Que podem talvez, a partir de algumas pesquisas, né, solucionar situações pontuais em disciplina, né? Não que a gente vai resolver toda problemática educacional, que aqui no Brasil já é crônica, né, desde que os sistemas educacionais começaram a se formar, né? Eh, mas vamos seguindo, gente, que o tempo está passando e tem algumas coisas ainda aqui. Ah, algumas aqui, né, retomar algumas coisas que a gente discutiu sobre gestão do tempo no na Semana passada, na, aliás, no último encontro. Então, né, algumas alguns questionamentos para, né, para serem feitos, né? Então, desde o encontro de
apresentação e que foram apresentados, né, as principais ideias sobre gestão de sala de aula, você pensou sobre alguns dos questionamentos abaixo, conseguir propor alguma mudança, alguma alteração aqui é mais para levar a reflexão mesmo do cursista, né, principalmente esse cursista que está iniciando na rede, que Não tem uma experiência maior de sala de aula, né? Então, esses questionamentos eles não na no encontro, né, no material, no roteiro de apresentação, eles não constavam como questões, né, seria aqui para levar aquela aquele auto questionamento mesmo, né? Então eu defini quanto tempo utilizarei em cada etapa da aula.
Então, se eu tenho o plano de aula, quanto tempo que eu pretendo utilizar isso. Eu proponho atividades diversificadas ao final da Aula. Obviamente que sabemos que existe uma diferença de você ter ali quatro aulas semanais ou uma aula semanal, como vem ocorrendo com algumas disciplinas, né? Eh, eu conheço as particularidades das minhas turmas, sei quem são os alunos que têm autismo, sei se é uma turma mais apática, sei se é uma turma, né, um pouco mais agitada. Eh, os alunos sabem quais são as intencionalidades da aula, né? Eu propus essa técnica apenas para por pôr,
Né, por por colocar ou ou eu demonstrei para ele onde que eu pretendia chegar com essa técnica. E estou aberta a adaptações diante dos ritmos dos alunos, né? Precisamos nos adaptar também. Obviamente que a gente falando isso, eu não estou retirando, né, a responsabilidade do estudante, mas é importante a gente olhar para nós também enquanto profissionais. H relação à gestão do tempo, alguns fatores que devem ser Considerados, né? Então, se você for pensar, claro que existem n questões é que são alguns fatores, nem todos eles, né, vão estar presentes em todas as aulas. Existem aulas
somente para avaliação, somente para atividades. Outra que vai ser expositiva, dialogada mesmo, né? Não, muitas vezes não tem o que fugir daquilo. Então, alguns fatores, acolhida e apresentação do objetivo da aula, aquele momento inicial da aula, Exposição, construção e ou, né, retomada do conteúdo, né, que geralmente é um algo que leva um pouquinho mais de tempo. Realização e aplicação das atividades, correção dos exercícios. Normalmente acabamos fazendo fora da sala, mas aqueles momentos de retomada pode ser também um momento de correção, síntese, fixação de conteúdo trabalhado e encaminamentos finais. Obviamente que nem todos eles estarão presentes
em todas as aulas, né? Às Vezes vai ser um só, às vezes vão ser alguns deles, né? Mas de que modo que você, né? A ideia é você levar isso pro cursista para fazer com que ele reflita sobre como quais quais tempos daqueles 50 minutos que ele vai destinar a cada etapa dessas aqui. Então, sobre a pensar a um exemplo, né, para pensar a gestão do tempo, a técnica trabalhe com o relógio, que é literalmente utilizar o relógio ã a favor ali nos processos do dia a dia. Então, primeiramente, né, então, eh, mostrar o relógio
pro aluno e é literalmente mostrar o relógio, ou seja, aproveitar principalmente esse contexto que não tem mais o celular em sala de aula, não sei como que tá em cada escola na escola. Ó, Solange tá dando risada ali. Como que tá escola da Solange, o celular deve est ali ainda. Eh, mas eu ouvi alguns relatos de escola que tá dando certo, outras parece que pesada não tá nem aí. Vai, né? Eh, mas mostrar o relógio, né? Algumas escolas eu vi que adotaram o relógio na sala de aula, né? Colocaram relógio ali em cima do quadro.
Enfim, é mostrar mesmo relógio ou um, ó, Larissa. Eh, ou então você colocar mesmo um cronômetro, enfim, né? Alguma estratégia que o relógio fique, né, possível de ser visualizado, né? Então, mostrar o tempo ajuda os alunos a entenderem que você valoriza a sua atividade e mantém-os atentos. Os alunos Poderão se autogerenciar se puderem ver o relógio, né, aprendendo a administrar o tempo. Você pode projetar cronômetro, apontar para o relógio da sala, uso do celular com a intencionalidade pedagógica, entre outros, né? Mostrar para ele, fazer com que ele, opa, tenho esse tempo aí para desenvolver isso
que foi solicitado. Algumas estratégias, né? utilizar a narração, né, em tom positivo, né? Então, tudo bem, vamos lá, Vamos começar. Terminando. Beleza, galera, acabou o tempo. Vamos ver como que nós saímos, quem que terminou. Outra estratégia é utilizar números não redondos, porque eles deixam implícito, implícitos, que é aproximadamente. Então, ao invés de você falar 10 minutos, né, o aluno ficar naquela coisa, ah, não, é 9, é 12, pode ser 13, 15, né? Então, 12 minutos, né? O 12 minutos ele já dá uma uma Olha, Ivanete colocou aqui. Nossa, muito legal Mesmo colocar o cronômetro com
uma música, né? Quando for oportuno para aquele momento, né? O aluno já tem esse tempo também, já fiz, já dá uma, né, uma relaxada, talvez. E em sala, né, determinado de tempos variados, né, para uma atividade de 3 minutos, para outras 7, para outras 12, enfim. H, metas, né? Construir colaborativamente o estabelecimento de metas e uso do tempo com os alunos. Eficiência, né? Buscar eficiência, maior Qualidade em menor tempo e não fazer o mais rápido. Eh, aqui, eh, eu destaco principalmente a palavra colaborativamente, né? Eu já tive experiências em que, eh, eu levantei, né, tipo,
perguntei pros alunos literalmente perguntar quanto tempo que vocês acham que são capazes, né, de desenvolver essa atividade, quanto tempo que vocês acham que é necessário? E eles me indicarem, né, e no fim deu certo, sabe? Eles eles Se colocaram mesmo nesse lugar. Hã, e por fim, né, algumas coisas a evitar, contar em voz muito alta, afinal aquele aluno, esperamos que esteja concentrado fazendo algo algo. Apressar a conclusão da atividade, né, quando falta um minuto, fazer aquele escarcel, exaltar excessivamente quem fez um ótimo trabalho dentro do tempo, né? às vezes é ruim até para aqueles outros,
né, que não fizeram durante o tempo ou às vezes até para aquele mesmo Aluno que cumpriu, né? Às vezes ele fica constrangido. A gente tem que ter cuidado com esse excesso de, né, sempre elogiar o mesmo aluno, esticar ou atrasar a contagem regressiva, né, com o intuito de colaborar com ele e não respeitar o tempo combinado com os alunos. Cobrar antes ou cobrar depois também. assim, se você também não não bota fé ali, vamos usar essa palavra no tempo que você estabeleceu também, não vamos esperar que o aluno também vá, né, Botar fé naquilo que
você está fazendo. Ah, retomando agora, ah, com relação a isso, gente, alguém gostaria de comentar alguma coisa sobre a gestão do tempo? Maurício? É, eu ia falar que o tempo é, é, ele é ele pode ser parceiro, né? Mas ele também pode quando você coloca é que nem como você tá com uma sala perto de uma escada, falando ficas olhando para fora. Tem alguns ali que gostam tanto do relógio. Ah, mas é e é e é é acho legal. Eu acho que a questão do tempo e a possibilidade de usar uma outra estratégia que aquela
dos dedinhos lá, passar na carteira, olha de um a cinco, quanto que você depois desse tempo, quanto que você entendeu da matéria, às vezes facilita, principalmente para aqueles alunos, já que a gente tem que fazer hoje a gente trabalha quase com mapeamento de alunos com dificuldade, né, que a gente tem que priorizar, né, alguns isso facilita, mas eh eu acho Importante trabalhar com o tempo, né? Mas não é fácil, né? Se a gente quer de matemática, até que mais fácil, porque quase é temporal na cabeça da gente, que eu tenho que dar isso aqui, tem
que dar isso aqui, tenho que dar aqui, né? É, né? Parece assim automático, né? Ah, consigo dar aula do mesmo jeito de todas as salas e quando eu vivo aí bate o mesmo sinal. Mas é uma boa solução, né? O problema é hoje tem a TV na sala. É, então tem a TV dá para deixar lá. E no Próprio YouTube, no YouTube, se você coloca ali, cronômetro tal tempo, ele aparece tela. Eh, Dival. Eh, boa tarde a todos. Boa tarde. Então, ah, foi comentado no na aula de hoje, né, sobre a questão da gestão de
sala de aula e na questão, por exemplo, de o professor não entrar na sala de aula, enfim. Eh, não sei, o professor comentou sobre você entrar com a caractada. Isso foi uma questão até que não pode generalizar, né? Então eu tenho um Exemplo bem que aconteceu comigo num colégio que eu trabalhei. Tinha um professor de filosofia, ele era bem amigo dos alunos, amigo até demais, entrava, dava risada, escrevia no quadro, né? Era amigo mesmo dos alunos. Só que ele não pensava no professor que ia entrar depois na sala de aula, porque a sala de aula
dava uma bagunça, a sala de aula o quadro tava sem apagar, ele deixava o quadro com conteúdo, né? Ele não sentava, ficava andando na sala de Aula, as carteiras desorganizada. Então, quer dizer, essa questão do professor eh ser eh entrar com a cara fechada, não é bem assim, não é uma generalização isso, mas a questão de ser amigo, amigo, amigo do aluno também é um outro problema, porque professor é professor, aluno é aluno. Então esse professor de filosofia ele teve um sério problema na escola. Tanto é que depois ele saiu, mas ele era muito parceiro,
muito amigo dos alunos. Os alunos viravam a sala de aula. Então, Escola é um lugar de aprendizado. Se ele quer fazer uma dinâmica, ele vai lá no pá, ele, né? Porque não só eu reclamei, teve uma professora que reclamou, a diretora, depois chamou esse professor. Então, veja, isso é uma falta de respeito com o colega, né? Por quê? Porque tem um professor que vai entrar naquela sala depois. Então, a sala estava desorganizada, os alunos estavam com aquele contexto da bagunça, com o Contexto daquela liberdade que aquele professor passou para aquele aluno. É só isso que
eu queria falar. Obrigado. Obrigado, Edival. Eh, nesse caso, eu acho que é importante a gente resgatar o vídeo que a gente assistiu no início, né? Ah, que a professora ela traz bem essa reflexão, né? Que você não é não eh eh não é essa questão de você ser somente amigo do do do aluno, não é? que eles estão de amizade, mas também não manter um distanciamento Absurdo como era, na, né, no ensino tradicionalista, né, em que o professor era autoridade suprema ali num ar quase de autoritarismo mesmo, né? Encontrar esse meiotermo, né, entre entre você
ter uma boa relação, uma relação positiva, ao mesmo tempo você mantém essa autoridade, né? É isso. Essa questão que foi falado aí, então ela tá equivocada, né? Porque o professor ele tem que pensar no outro que vai entrar na sala de aula. Não é essa questão de você eh Entrar com eh não mostrar os dentes para os alunos. Não é assim, não é uma questão generalizada, mas também fazer o contrário também tá errado, né? Então você tem que ter o meio termo. A escola é é um conjunto. É como nós falamos lá no começo do
do encontro aqui, se a escola não tem uma equipe que ajuda, se ela não tem um funcionamento, um andamento, né, positivo, ela vai ficando desorganizada, ela vai virando uma desorganização e uma bagunça. Por isso Que existem colégios por aí que você não pode nem entrar, porque deram essa liberdade para os alunos, a tal ponto de que o ensino é menos importante ali e outras atividades são mais importantes. É só isso. Obrigado. Obrigado, Edival. Eh, gente, vamos seguindo aqui, eh, porque ainda agora a gente ainda tem que falar de gestão do espaço. Temos 20 minutos. Então,
sobre o espaço, né? um checklist básico aqui para pensar numa Boa gestão do espaço, planejar o espaço com intencionalidade, né? Você não vai fazer uma uma, né, pensar em alterar todo o layout de sala de aula por por fazer, né? A forma como você tá organizando esse espaço, ele tem que ter uma intenção clara da de qual lugar que você quer chegar com isso. Não faz aquilo que eu já usei de exemplo no último repasse. Não faz o menor sentido você, por exemplo, ficar numa aula só sua aula vai ser expositiva, né? vai Fazer ali
um círculo, né? Não tem muito sentido, né? Mas se você pensa num debate, né? Um debate você tem que pensar ali, reestruturar aquele espaço, um trabalho em grupo, enfim, eh, conheça a sua turma novamente, né? Saber quem que tá ali, saber quem que são os sujeitos que ocupam aquele espaço, quem pode colaborar, né? No sentido de tem alguma pedagoga ali, a gente sabe que elas estão fazendo 10.000 coisas, mas tem aquelas que muitas vezes Se predispõe a nos ajudar, né? A equipe diretiva, ela vai te auxiliar ou não, né? Você tem algum outro funcionário da
escola que pode ser teu parceiro, aluno, monitor, enfim, eh, informe as mudanças para sua turma, né? Então, deixar claro o que que você está fazendo, por que você está fazendo, onde que você quer chegar com isso. Aqui eu volto a a a questão que o Odival levantou, né, de do professor sair e outro professor chegar e tá aquela Bagunça. Aí cabe a gestão do tempo do professor que fez separar aqueles minutos finais para reorganizar a sala para que o próximo professor chegue e esteja, né, minimamente adequada pra sua aula. H, e por fim, avali sua
gestão, né? Às vezes a gente quer, vai com a melhor das intenções para elaborar algo, mas acaba que no final a gente não tá garantindo o aprendizado do aluno. Mudei o layout da sala, mas Contribuiu ou não, né? Cabe essa avaliação sobre o que você está fazendo também. Aqui, gente, um exemplo sobre o circule pelo espaço. Isso daqui é uma prática muito comum. né, que acho que a maioria de nós deve fazer circular pelo espaço da sala de aula. Então, o uso dessa técnica possibilita criar um clima natural, no qual o lugar do professor possa
ser qualquer lugar da sala, não apenas na frente, garantindo que o professor Circule e se aproxime estrategicamente dos alunos, né? Então, é circular não com ar de estou fiscalizando se você está fazendo ou não, né? Mas circular no sentido de oferecer ajuda, observar material, observar em que pé que ele tá ali. Ao mesmo tempo que você vai observando isso, você vai coletando informações para você mesmo, né? Quem que é grupinho aqui, quem que não é, quem é que faz a a a bagunça ali nesse sentido de de aproximação mesmo, né? Ã, Então um objetivo muito
importante dessa técnica é mostrar ao aluno que você como professor tá com ele, né? Você não é seu inimigo, você é meio que o professor descer do seu pedestal, né, de de dono do conhecimento, do saber ali. Então, ao circular entre as carteiras e ver que um aluno não está fazendo alguma atividade, pergunta se ele quer ajuda, né? Ele vai saber ali que o professor às vezes é parceiro dele, não seu seu sua inimizade, né? Né? e proximidade. Então, O exemplo, chegar perto dos alunos para reforçar seu envolvimento na aula e também eliminar problemas disciplinares,
circular literalmente pela sala de aula, né? Sair do espaço limitado ali da da frente da sala, né? Possibilita uma aproximação bem maior. Isso foi muito interessante que eu também eu tenho curso, eh, eu tenho formadores também, né? também sou formador. Ah, e dos sete cursistas que eu acompanho, que eu fiz observação, Quatro deles não colocaram a técnica circular no planejamento, mas na prática observei que eles eh é quase que instintivamente acabaram circulando pela sala, indo conversando, indo verificando ali com os estudantes. Então, muitas vezes tá tão, né, eh enraizado em nós que acaba, né, eh,
deixando, né, passando, não como uma metodologia ou uma técnica. Uma breve síntese, então disso tudo que lemos, eh, que vimos até agora. Então, a gestão de sala de aula, Considerando tempo e espaço, deve sempre ser realizada com intencionalidade pedagógica. Não vou usar uma técnica simplesmente por, né, por razões emocionais, por razões, ã, quaisquer que sejam, né? ela tem que ter uma intenção pedagógica por trás daquilo que você tá realizando, principalmente ela tem que tá próxima do seu objetivo de aprendizagem, né, que a gente vê ali muitas vezes nos próprios slides do RCO. Eh, mas os
próprios objetivos, não só de Aprendizagem, mas da sua própria disciplina, né, da sua intencionalidade com aquilo tudo. Eh, como mencionado anteriormente, e aqui eu venho paraas falas de todos que, né, contribuíram, colaboraram aqui com esse encontro de hoje, não existem fórmulas mágicas, nem técnicas infalíveis, né? A técnica de gestão de sala de aula adotada, ela deve dialogar com os objetivos de aprendizagem, com as características e necessidades da turma E com suas próprias intencionalidades. A técnica, ela não deve ter um fim em si mesma, né? Ela não deve se esgotar ali naquilo que você acha às
vezes que pode ser. Então, ela tem que ter uma um diálogo ali com a necessidade da turma, com a característica, com o objetivo da aprendizagem, com a intencionalidade, né? Não existe fórmula mágica. Cada professor sabe onde que o Calo aperta. Cada professor sabe onde Eh sabe onde que tá ali o negócio, né? Sabe onde tá o problema, sabe qual grupinho que vai dar trabalho, sabe qual turma que tem ali cinco, seis alunos com de inclusão, né? Sabe qual turma ali que vai ter dificuldade com o celular, né? Então é adequar essa técnica a sua realidade.
E por fim, né, ao elaborar seu plano de aula, que aqui que a gente volta a importância da teoria e não somente da prática, então elaborar ao elaborar seu plano de aula é primordial Considerar as lições dadas pelos diversos autores que embasaram esse roteiro. Ao refletir sobre os princípios, né, trazidos por Venovadorsk, as dimensões trazidos pelos vasconcelos daão de sala de aula, é essencial para encontrar o sucesso à prática e para buscar prevenir as situações de indisciplina, né, enfim, que a cada ano que passa estão mais difíceis, mas buscar, né, estratégias para criar esse ambiente
Propício à aprendizagem. Então, gente, só para reforçar, né, a teoria ela tem essa função, né, dela nos nos dar nos levar a reflexão sobre a nossa própria prática, né? Eh, eu acho que nós, enquanto professores, professoras, que estamos aí em contato constante com estudantes, ah, nós temos que estar em constante também evolução. Nós não podemos achar que a nossa prática ela também é é eh cristalizada, né? Ela vai ser Infalível sempre, independente da turma. Se eu pego, por exemplo, os alunos que eu comecei a dar aula lá em 2011, 2012, né, e os alunos que
eu tive por último agora em 2024, mudou muito. As turmas de 2017 para hoje mudaram muito, né, e por n fatores, só a gente tem que, né, ao mesmo tempo, estar revendo a nossa própria prática constantemente. Tudo bem? Até aqui podemos ir para as rubricas. Obrigado, gente, estão me ouvindo? Vamos Lá, então. As rubricas já foram apresentadas. apresentar aqui novamente qual que é o critério da rubrica deste planejamento. Então, conhecer o conceito de gestão de sala de aula, sua intencionalidade pedagógica e implementar técnicas de gestão de sala de aula para gerar um ambiente mais propício
à aprendizagem dos estudantes. Nesse critério avalia a compreensão do conceito de gestão de sala de aula e da intencionalidade Pedagógica por parte do professor, bem como o planejamento de uma aula na qual sejam utilizadas técnicas de gestão de tempo de espaço, a fim de gerar um ambiente mais propício à aprendizagem. Obviamente, né, gente? É, eh, a gente tem que pensar fatores, né, como vários aí questionaram, né, o número de alunos por turma, realmente é é excessivo na maioria das turmas. No entanto, aqui o que a gente tem é dar indícios. Então, nível um, né? No
Documento do planejamento, o professor indica uma aula do RCO mais aulas e o seu objetivo e seleciona uma técnica de gestão do tempo ou do espaço. Se limita, simples, básico. Nível dois. No documento do planejamento, o professor indica uma aula do RCO mais aulas e o seu objetivo. Seleciona uma técnica de gestão do tempo ou do espaço adequada à aula selecionada. E por fim, ele descreve a implementação da técnica de Gestão selecionada. Como que ele vai implementar essa técnica? Nível três. No documento do planejamento, professor, além de indicar aula e objetivo, além de selecionar uma
técnica de gestão do tempo ou do espaço adequada às características da turma, ã, ele descreve o passo a passo, ele não só apenas apenas escreve a implementação, mas o passo a passo de como ele vai utilizar essa técnica de gestão. Eh, e por fim, o nível quatro, né? aquele Professor que atingiu todos os critérios em seu planejamento. Ah, só um minuto. Então, ele indica a aula do RCO, seleciona duas ou mais técnicas de gestão do tempo, ah, e ou espaço. Então, ele não precisa utilizar das duas. Pode ser duas técnicas de gestão do tempo ou
duas de gestão do espaço ou mistas, tanto faz, independente, ã, adequadas aulas selecionada e ao seu objetivo, adequando as características Da turma na qual será realizada a implementação da prática. Este adequando passa por saber se eu tenho uma turma mais agitada ou mais silenciosa, apática às vezes. Ehã saber em qual momento, como que eu vou incluir o aluno, né, que é que possui, né, apresenta algum tipo de laudo, né, entender essas características da sua turma, entender muitas vezes se é uma turma, sei lá, de primeira aula da manhã que estão meio sonolentos ou se é
uma turma que a sua Aula vem logo depois da aula de educação física. Como que eu vou adequar tudo isso? ou ainda pensar o aluno do ensino médio noturno, né, em que o professor, né, muitas vezes vem cansado do trabalho e como que você vai pensar em tudo isso? Eh, Solange, por favor, ou seria o Maurício? Eu primeiro. Agora foi agora foi eu. E o Maurício não vai passar minha frente não, Maurício, pode ficar aí na sua. Eh, William, eu tenho batido bastante Sobre a rubrica e os erros que estão acontecendo na rubrica, né? Eu
já tinha falado que tinha três rubricas pro outro, né? Inclusive, daí quando eu abri para fazer aquele documento do DAP, que daí eu mandei pra tutora, que daí vocês revisaram e mandaram aquela mensagem. Só que agora, ó, dá uma olhada no critério, porque nem assim, você até escreveu lá que a um perpassa o outro, bá bá bá, né? Mas o que tá escrito é o que tá escrito ali. Tá escrito lá no critério gestão de Tempo e de espaço e não e ou de espaço, tá? E de espaço. Conjunção aditiva, os dois, tá? Aí a
gente vai aqui, fala e ou daí na prática fala lá gestão de espaço. Verificar se a sala tá o quê? de gestão de espaço. É isso. A sala tá organizada, só que lá tá o eu ou continua. Então é assim, o o que eu penso, qual é o nosso Ah, a gente tem que ver isso, tem que ver, mas qual é o nosso foco principal? Não é rubrica. Rubrica é a rubrica. Então a rubrica eu sei quem você fala: "Ó, a gente tem um monte de coisa, não sei o quê, não sei o quê, não
sei o quê". Mas é o que me direciona. Se eu estou sendo direcionado por algo que não é pontual, eu não vou conseguir. Eh, Solange, ah, essa dúvida, né, já tinham já haviam sido trazida, né, na no último encontro? Eu levei a Foi você mesma, né? Eu já eu levei eu levei essa dúvida para pra Suzi, né, que é a nossa assessora pedagógica e ela disse que o a Aqui o que eu tô considerando é o critério, mas o que eu vou considerar é o nível quatro da rubrica. Então se esse professor indicou essa ou
aquela, atingi o nível quatro, independente. Mas Willam, fala uma coisa para mim assim que, ó, não me entra. Que custa colocar e ou cai a mão? Eh, a minha não cai, Solange, tenha certeza disso, né? Acontece que é critério, Willam, é critério. O que que é critério? Definição de critério. Definição de critério. Olha só, para qualquer decisão com relação às rubricas, eu preciso passar pela assessora assessora pedagógica. Então, eu elaborei isso, levei para ela, ela falou: "Não, é do jeito que está. É desse jeito que tem que ficar. Mas o não podia conversar assim, falar:
"Gente, põe porque aquilo parece que não faz diferença, mas faz, tá, né? Se puser não vai mudar. Solange, eu vou eu tenho daqui a pouco, Logo em seguida, eu vou ter conversa com a Suzi, vou falar para ela, vou levar de novo essa demanda e daí qualquer coisa eu já faço a alteração. Querendo assim, é porque assim, para mim realmente isso é muito difícil, tá? Uhum. Tudo bem, não, eu compreendo, compreendo, tá? Eh, eu vou conversar de novo com a Suzi, qualquer coisa eu mando lá no Classroom, OK? Tá bom. Tá bom. Obrigado, Maurício. Maurício,
a dúvida é assim, já tinha dito a a Anterior B, é que eh eu queria que você pudesse para mim, né, você passou as as práticas tudo e essa é a pergunta que o colega vai fazer para mim. Vamos lá. Eu tenho que, ele tem que fazer gestão do tempo. Então ele vai trabalhar com a aula dele e vai estipular, né? Eh, deixa eu pegar meu óculos aqui que tá pequenininho, né? As tá pequenininho ali o material. as técnicas de gestão, ele selecionar duas técnicas de gestão de tempo. Então, durante a aula dele, ele Vai
selecionar duas duas técnicas de gestão de tempo ou de espaço. A minha dúvida maior assim é de espaço, ele vai mostrar sim essa é a minha, mas é no espaço. ele vai mostrar durante o período da aula dele, ele mudando, né, e tendo toda essa, utilizando a a gestão de espaço, ele vai ter que ou ele dá uma aula normal e a gente vai visualizar um diferencial na gestão do espaço. Ó, observe. Essa é minha essa é a minha Dúvida, assim, porque eu eu fiquei eh eh mei nessa dúvida. Eu fico perguntado quear para mim
essa dúv. Só só um pouquinho, Maurício. Tem mais alguém que acho que é acho que a Chulame tá com o microfone aberto. Não tô ouvindo direito. Acho que ela desligou. Eh, Maurício, ah, observe, por exemplo, esse daqui é a rubrica do planejamento. Então, ele vai ter que descrever ali na gestão do espaço se ele vai fazer Qualquer eh eh alteração no layout da turma. Ah, se por, né, layout pensar a divisão das carteiras, se vai fazer em grupo, meia lua, se não vai ser, precisa fazer isso, não, né? não é obrigado, não existe obrigatoriedade. Agora,
se ele usa outra técnica como circule pelo espaço, né, é uma técnica, ele pode manter em fileiras e ele vai estar circulando pelo espaço, ele vai ter que descrever no planejamento. Se consta no planejamento que ele adotou, então ele Tá utilizando uma técnica de espaço. Na prática, você vai observar como que isso vai se dar ali no no que você tá assistindo no vídeo, né? se ele de fato circulou pelo espaço, atendeu os alunos ou se ele indicou ali na na no planejamento, né? Se de fato ele ele alterou o layout da turma ou talvez
ocupou outro espaço da escola, levou para fazer um debate, alguma coisa num espaço externo, né? Então você vai observar ali pela câmera e a partir do Planejamento. Desculpe aqui, eu tava com com essa, eu eu achava que era isso, que eu falei, será se é isso, né? Me prefiro perguntar. É, sim. Aham. Não, tá certo, tá certo. Não vou, morro com essa dúvida daí. Não, tudo bem, né? Observe que no planejamento ele tem que escrever, né? Se ele escreve certinho do planejamento, se na prática você vai observar, ele circulou, ele alterou, ele não fez. Se
o cara, né, o cara, o professor ã colocou no planejamento, mas na prática dele ele Não fez, ele já não atinge essa essa rubrica, né? Acho que é Carla que tá aqui na sequência. É, não, William, eu acho que assim, só o que a profe quis falar daquela parte de português, talvez passar isso por uma revisão eh ortográfica gramatical, né, para não gerar tanto estress. É assim, é só uma sugestão. OK. Obrigado. Eu já vou falar com a Suzi, terminando aqui eu já falo com ela. Carlos Alberto Car. Oi, pessoal. Oi. Oi. Oi. Tudo bem,
William? Tudo bem. Ô, ô, William, eu já eu mandei um e-mail para você, você me respondeu, mas eu continuei na dúvida, sabe? essa questão que você colocou ali da de fazer a adequação da técnica, por exemplo, o circule que você disse, eh, faz parte da rubrica quatro fazer uma uma adaptação da técnica, mas no circule, como que vai ter uma uma adaptação do circule? Por exemplo, se você vai fazer um círculo Fechado, se você vai fazer meia meia lua, se você vai qual a disposição dos alunos que você vai colocar, né? Você entendeu? Então, mas
ó, mesmo assim, se eu se o se o professor ele resolve manter a sala na configuração, porque com todos que eu conversei é difícil porque as salas são grandes e não dá para fazer muita mudança e ele vai adotar o circul que adequação fazer talvez um ambiente externo, fazer em algum outro alguma outra localização, Né? Ou então a sua adequação, vamos pegar o circule pela sala, né? Técnica simples, todo mundo faz. Claro que você vai circular por todos, mas indicar ali qual aluno que talvez você vai dar mais ênfase, que esteja próximo, né? Qual que
você vai buscar ter mais essa essa proximidade. Entendi. Will ficou mais claro. Sim. Obrigado. Obrigado, Felipe. Oi, William. Eh, eu não vi, a gente não viu ainda como que tá o planejamento dessa vez, né? Mas do primeiro tema Acontece que a gente tem esses tópicos em inclusive, né, que eles mostram ali o diferencial, né, e a importância o destaque que a gente tá dando no nível quatro. Aqui a gente tá vendo adequando, a gente tá vendo integradas, antes tinha customizar, né? Acho que também vai um pouco ali nessa dúvida que o Carlos tava tendo, porque
às vezes a gente tem dificuldade de definir. Bom, pera aí, quando é que será que tá claro se ele tá customizando, se Ele tá adequando? Enfim, eu tô partindo do pressuposto que ele tá descrevendo isso, como ele tá pensando isso em relação à aquela turma. Mas aí no planejamento eh não fica muito claro isso, sabe? Se o professor ele pega só o planejamento, ele vai fazer só o planejamento pelo planejamento, ele acaba não, por mais que a gente fale no encontro, tá? Por mais que eu tenha reforçado muito que a gente tá seguindo o a
rubrica que é importante pontuar Isso, a gente sabe que às vezes o professor não tá 100% atento, vai lá, faz o planejamento e entrega e não aparece nada específico de como ele tá integrando, de como ele tá adequando, custizando. Uma sugestão seria que esses tópicos tivessem mais eh explícitos no próprio documento do planejamento, né? Então lá, um campo específico para dizer as características da turma, um de como ele vai adequar, uma de como ele vai integrar e tudo mais, né? Para que ele Já ali ele já demonstre que ele não tem como escapar, digamos assim,
né? Ah, mas você não preencheu ali, não tem desculpa. Eh, Felipe, inclusive, eh, porque assim, né, como eu comecei recentemente, as rubricas, essas rubricas principalmente elas não fui eu que elaborei, eu elaborei todo o material com exceção das rubricas, né? as rubricas elas já vieram prontas de outro técnico que passou pela pelaoria assessoria pedagógica. E isso Foi algo que eu também questionei, né, que em algum momento tava teve um erro lá no formulário de observação que lá tava mais completo e eu questionei e segundo o que me passaram, ah, a rubrica ela precisa ser enxuta
desse jeito, não pode ter tanta informação. Isso daqui é a partir do referencial teórico que eles utilizam, né? Mas já que eu tô percebendo que é, eu vou levar de novo essa questão, tá? Para Pensar já a próxima temática que começa daqui a pouco, tá bom? Mas obrigado. Eh, Fernanda, é só perguntar aqui rapidinho para dar tempo a gente ver o resto. Eh, eu já no na rubrica anterior eu fiquei com dúvida e depois acabei conversando com a minha tutora, mas ele apareceu de novo. Então, eu queria esclarecer mais uma vez. ali no final da
rubrica quatro, ali ele descreve o passo a passo da implementação das técnicas de gestão Selecionadas e como estas serão integradas. Então, se ele escolheu uma técnica de gestão de tempo, uma de espaço ou duas de cada, é como essas técnicas estão integradas entre si ou com o objetivo da aula? Porque do jeito que tá escrito parece que é entre si. Entre si, entre si. Essa aqui já vai de encontro com outra dúvida que ficou do outro grupo, né? se o objetivo da aula é com relação aos 15 minutos ou da aula como um todo, né?
O objetivo é com Relação à aula, porque você não vai matar um objetivo da aula em apenas 15 minutos. O que você tem que demonstrar é como que dentro desses 15 minutos, as técnicas que você adotou, elas vão dialogar com esse objetivo. Como que essas técnicas vão colaborar para atingir esse objetivo? Entendeu? você vai direcionando nesses 15 minutos, tomando as diversas ações para atingir esse objetivo, né, ao final da aula, né, não nesses 15 minutos em si, tá? Eh, Alguém mais, deixa eu olhar aqui o chat. Não, Ana, a gestão, a a Opa! Não, gestão
de espaço, você não precisa necessariamente fazer a Ana aqui tá questionando, fazer alteração na, né, no layout da turma, nas carteiras e tal, né? Pode ser a localização que você fica, enfim, pensar nisso tudo. Gente, para adiantar, já estourou nosso tempo aqui. Eu tô anotando, tá? Tudo que vocês estão trazendo, tô anotando, dou uma devolutiva. Amanhã já converso certinho Lá e já dou uma devolutiva. Ã, Silvane, por favor. Eu coloquei L um dia como você abriu o planejamento e mostrar pra gente como que Quer ver? Vamos abrir aqui. Vamos abrir aqui. Só um minuto. Ah,
o link da rubrica ou do planejamento? Você tá pedindo do planejamento pra gente ver como que está organizado. Alguma dúvida ali repassar com a gente, a gente já pergun. Isso que eu já quero passar rapidinho aqui, Porque eu quero abrir o planejamento para vocês. Então, vamos voltar aqui. Eh, rubrica da prática, né? Organiza o tempo ou o espaço de acordo com a técnica selecionada, organiza o tempo ou o espaço de acordo com a técnica selecionada e orienta a gestão do tempo ou do espaço no início da aula atividade de acordo com a técnica selecionada. Nível
três. Além de organizar o tempo espaço de acordo com a técnica, além de Orientar a gestão do tempo ou do espaço no início da aula atividade, de acordo com a técnica selecionada durante o desenvolvimento da implementação, de acordo com as características da turma, ele desenvolve a sua aula aula utilizando a gestão do tempo ou do espaço para atingir os objetivos de aprendizagem indicados no planejamento. E nível quatro, organiza o espaço da sala de acordo com as técnicas, faz a adequação das técnicas à características Das turmas, orienta de acordo com as técnicas de gestão do tempo
e ou dois passos que serão utilizadas, articulando com objetivo da aula, demonstrando conhecimento sobre as características da técnica e desenvolve a aula utilizando as técnicas de gestão de tempo do espaço para atingir o objetivo. Já tem gente com a mão levantada. Eline, por favor. Boa tarde, William. Na verdade, a minha dúvida é só sobre eh lá no no nível quatro que aparece lá esse orienta de Acordo. Essa parte do orientar deve aparecer no vídeo porque ela é uma evidência. Sim. Sim. Uhum. Ele vai orientar o estudante, né? E a partir dessa orientação ele não tá
se limitando a ler um um um papel, por exemplo, né? Ele vai tá orientando a partir do que ele conhece, demonstrando o conhecimento da técnica, né? articulando ali, deixar claro pro estudante, estou organizando desse modo para atingir esse objetivo, tá? Ah, tá. Era isso mesmo, era essa parte mesmo. Então, essa parte tem que ficar ali tem que ficar evidente. Uhum. Solange, William. Então, pelo que você falou com o Maurício ali no naquele organiza o espaço da sala, se ele não colocou no planejamento que ele não vai fazer o o a gestão do espaço, aquilo ali
ele continua no nível quatro. E eu só digo que não no planejamento, ele não contemplou isso. Oriente ele a colocar, Por exemplo, se ele vai, se vai ser uma aula em fileira, que ele coloque no planejamento, entende? Mas daí ele não pode, se ele tá optando que que não vai usar uma técnica de espaço, porque a fileira de sala de aula, ela também é uma técnica de espaço. Você tá gerindo aquele espaço com as fileiras, tá? Então tem que incluir, mesmo que ele fazer uma técnica, ele vai ter que incluir como que ele vai deixar
a sala. Isso. Isso. Exatamente. Como que ele vai deixar Organizado isso. Ah, Renata, ali, só uma dúvida, por que que daí no quarto, no nível quatro, ele tira ou o espaço? Por que que ele, ó, no nível 1, 2, 3, tá? Tempo ou espaço? E no nível quatro tira, tira o tempo, ó. Organiza o espaço lá, tá? Organiza o tempo ou o espaço. De acordo tá, tá, tá. E lá no quatro ele fica só o espaço, ele não tá o tempo. Então você tá desde lá do planejamento ou William e aqui do nível 1, 2,
3, tá tudo tempo ou espaço. Por Que que foi tirado o tempo aqui do nível quatro? Só um minuto, voltei uma aqui. Ah, é porque aqui ele tá falando especificamente sobre espaço, né? Espaço da sala. Então, se ele tá organizando em fileira, tá organizando o espaço, né? Só que embaixo a com relação à orientação, ele pode observar que volta a falar a gestão do tempo e ou do espaço. Mas isso daqui é uma questão que eu também vou falar agora mesmo com a técnica, tá? Ã, na rubrica quatro, Ã, organiza o espaço. OK. Mas lá
no último parágrafo ele fala de novo do tempo e ou espaço aula utilizando ele fala, né? É porque ali tá falando da organização. Eu levo em conta os verbos que estão no início, né? Organiza o espaço, aí depois desenvolve a aula utilizando as técnicas de de tempo e espaço, né? A primeira parte é só mesmo organizar o espaço na sala de aula, né? Eu acredito, eu entendi eh dessa forma. Sim, eu entendi Isso. É a forma como eu entendi também. Uhum. É, é que no um, dois e três tá tempo ou espaço. Daí só na
última que foi tirada, tá? Eu vou então não tinha que ser igual nos três níveis, tá bom? Mas tá OK, você vai ver. Obrigado, Renato. Gente, vamos lá que já passou bastante tempo. Vamos apresentar aqui, né, o que é para fazer, né? Mas o ã o essencial é a gente ver aqui como que eu organizei o planejamento. Como já está encerrando o Nosso tempo, gente, daí eu vou pedir para que me enviem por e-mail qualquer questão, tá? me enviem que daí amanhã pela manhã eu já faço as alterações. No último encontro, no várias pessoas trouxeram
questionamentos, né, sobre sobre o documento de planejamento indicando que ele tava muito solto, né? Então aqui nós retiramos os conhecimentos eh iniciais do estudante, né, preliminares que ele já deveria ter, já que não abordamos Nesse nesse roteiro. Ã aqui ele continua, tá tá compartilhando a tela, né, nesse primeiro momento, ele continua muito semelhante eh muito semelhante ao ao que foi que já tínhamos. Aqui eu todos os links que podem ser úteis para elaborar o planejamento, né? As rubricas de gestão da sala de aula estão aqui, as listas de plano de aula estão aqui, as técnicas,
o compilado das técnicas dove estão aqui e a sugestão de temp de técnicas Específicas de tempo de espaço. É um material somente com técnicas de tempo e espaço, né, que podem ser selecionadas. O que que aparece de novo? Os campos, né? Então aqui campo da característica da turma, então a com alguns questionamentos, né, para para levar o professor a reflexão da turma na qual vai realizar sua prática. Colabora com os tempos destinados para o desenvolvimento da aula. Será necessário repensar o espaço da sala de aula para Atender as demandas dos estudantes? É uma turma mais
silenciosa que será necessário pensar em estratégias para estimular a participação? Claro que dentro disso você pode elaborar diversos outros questionamentos para você olhar com cuidado para a turma, para as características dessa turma, né? Então descreva aqui, a ideia não é que responda as perguntas, mas descreva essas características, né? Pensando já no próximo eh eh item que é as técnicas Que serão utilizadas. Então, segundo eh campo, né, inserir as técnicas de gestão de sala de aula, espaço e tempo, bem como a intencionalidade pedagógica em sua escolha. escrever também de que modo essas técnicas se integram entre
si e com os objetivos de aprendizagem da aula. Outro campo, as adequações, customizações necessárias, tá? Entre parênteses, né? Porque pelo que eu percebi, o pessoal tá tá colocando adequação e customização como Sinônimos necessárias frente às características da turma e ou da escola. Quais adequações precisei fazer nas técnicas selecionadas para atender as características da minha turma? Eh, próxima, o passo a passo da implementação das técnicas, né? Aqui a descrição detalhada da forma como será desenvolvida a implementação. Outra, outro campo, materiais, equipamentos e recursos didáticos utilizados. indicar quais Materiais e ou equipamentos serão utilizados, bem como links
para textos, imagens e ou vídeos que serão utilizados, um campo para alguma observação que o cursista julgue pertinente e as referências, tá? Então, dei uma ampliada, tá? Bem específico o que se pede. Ah, já vamos ver aqui a chat. Que que tem? Fernanda falou o quê? data da implementação. OK, já deixa eu fazer essa alteração Aqui. Ah, fazer o seguinte, que daí esse documento é dá, faz sentido porque é do cursista. A observação fica em outro momento. Ã, mais alguma coisa? Ah, gente, questionamentos, questões com relação a isso, Silvio, eh, Elan, esse item aí, link
do feedback, eh, tá dificultando muito, né, o trâmite devolver o Planejamento para eles, para eles colar o link do feedback para devolver pra gente. Então, assim, tá custando um pouquinho de tempo isso daí, né? Tá. Eh, deixa eu colocar aqui mais um parênteses, link do feedback. Eh, e paraa gente que tá começando aqui, ficou uma coisa de louco, não sabia se devolvia, se ia para frente, ia para trás, o que até algum outros campos como, né, mas eh sei lá, é, é, é complicada, né? ou é puxa, não é mais Fácil você colocar, mas como
a gente tem uma planilha para depois postar para pra nossa tutora, né, daí não havia necessidade de fazer isso duas vezes, fazendo duas vezes. Como que eu fiz? Eu faço servço duas vezes. Uhum. N. Então, se eu vou passar para ela isso porque assim, a necessidade dessa de de eu colocar novamente, né? Daí às vezes é um incesso de informação, é porque esse o planejamento ele é do cursista, né? Então o feedback fica mais No sentido do cursista ter eh eh sempre acesso ali ao feedback, né? Então o como que eu fiz com os meus
cursistas, né? No dia da ob da do feedback, eu terminava a gravação, já fazia o download, já subia pro pro drive, pro YouTube, gerava o link e já colava ali. Já no dia da feedback eu já já destinava todo o tempo a ele. Eh, Renata, então eu fiz isso, só que eu devolvi colocando o link no comentário do Planejamento. Então, por exemplo, ele colocou para mim, aí ele me, né, me entregou, aí eu tinha que devolver para ele colocar o link, porque eu não consigo colocar o link, eu clico, só coloco uma sugestão, é ele
mesmo que tem que colar. Então, daí naquele mesmo momento ali que eu vou fazer a devolução, que eu devolvo para ele de novo, eu coloco já o link do YouTube ali e peço para ele colocar no lugar, eu já devolvo de uma vez só. É, exatamente. Daí fica dos combinados eh eh do cursista e do formador, né? Quem que vai colocar esse link? Afinal, o link ele fica fica ali no Classroom, né? O o o como que é o nome? O planejamento fica ali no Classroom, né? Eh, gente, o momento que você tá fazendo feedback,
vai lá fazer o feedback já. Ã, Eline, tô vendo aqui a orientação devolver link por e-mail. Vou dar uma verificada nisso, ô Willam, porque se For ah, se for para devolver link por e-mail, eu vou ficar na mesma de vocês, né? Trabalho desnecessário às vezes, né? que você coloca em tantos lugares. É, nossos nossos meios de comunicação. O ano passado ele tava lá na orientação do professor eh formador, a gente fazia devolutiva via e-mail. Será que essa essa orientação? Eu vou verificar isso. Eu não fiz nenhuma no planejamento. A gente fazia os passos que você
colocou, subia upload no YouTube e daí enviava Tudo via e-mail, tanto da devolutiva quanto do do diálogo formativo. Não sei se houve uma mudança. É só quando é devolutiva. É só quando é devolutiva. Tá. Eh, seguindo aqui, gente, Suzane, seguinte, eh, em relação a colocar o link, eu quando você quando o você, o o aluno, o professor professor cursista devolve o documento pra gente, lá em cima do documento tem um tem uns risquinhos que aparece lá no Clesson. Eu Clico lá, dá para você editar o documento do professor. Então eu clico lá em editar e
eu colo e pronto. Aí eu achei mais prático. Pois é, eu acho mais prático do que fazer com e-mail, né? É, daí eu já colo o link lá no documento do professor mesmo, no lugar certo. Não preciso, não preciso pedir para ele colar, eu mesma colo. Sim. Obrigado, Zuleide. Então, na verdade, William, eu acho que assim do sobre o ano passado, eu acho Que era mais um combinado com cada tutor, com os seus formadores e como ia fazer isso, né? Mas assim, eu fazia o ano passado e tô continuo fazendo esse ano, que eu acho
que fica mais prático. Eu não peço pro cursista fazer a entrega do planejamento. Eh, eu falo para ele, ó, faça o planejamento, você só vai fazer a implementação após o planejamento estar concluído. Então, eu vou acompanhar isso, eu já deixo claro para eles. Mas Ele só faz a entrega após a implementação. Ele faz a implementação, cola o link, aí sim ele me entrega, eu faço o feedback, coloco. E eu acho que passa pela eh porque a gente tem uma certa autonomia em negociar as questões ali com o com o o cursista, né? Eu penso entrega,
devolve, entrega de novo. Então, ó, ele faz uma única entrega, planejamento já com a implementação pronta. Claro que com a orientação, você não pode Implementar nem tampouco depois ir lá e alterar o planejamento. E a gente tá trabalhando com pessoas adultas, eu acredito que precisa ter essa confiança também, né? Eh, e aí quando eu faço feedback, aí que eu vou devolver já com o link lá no local do feedback e é só um trabalho, sabe? Eu acredito que fica bem tranquilo, tá? Eh, gente, todas essas dúvidas todas estão anotadas aqui, tá? Vou fazer o repasse
para pra assessoria pra assessoria pedagógica. Vou repassar Tudo para vocês, tá? Não se preocupem. Com relação ao e ou considerem sempre a princípio e ou que eu já fui levar essa essa dúvida e ela me falou: "Ó, é e ou barra ou tá? Então considerem sempre o e ou mas vou verificar, ajustar onde for necessário com a relação do link também vou verificar. Então temos um tempinho, né? Então segunda-feira começa os rep os encontros formativos, né? Então, até sexta vai est tudo em ordem para encerrar a nossa apresentação, que daqui A pouco eu tenho outro
repasse com o segundo grupo, então só, né, relembrar aqui os encaminhamentos. Observação e feedback 19 a 23 de maio, socialização das práticas 26 a 23 da IRCO mais gestão de sala de aula. H, e a apresentação do terceiro tema, né, aprendizagem ativa e significativa 2 a 6 de junho. Eh, para encerrar, gente, o Cyba mais é basicamente o mesmo material que eu já havia Disponibilizado. Eu só incluí um único artigo mais que ele fala, que é justamente da professora Maria Lúcia Boarini, que ela vai discutir a a indisciplina como algo coletivo, né, pensando em termos
de sociedade. Por fim, nossas referências. Agradeço imensamente. Passamos aí um tempo significativo, mais necessário para as dúvidas que vocês trouxeram. Ah, obrigado pela atenção e até semana que Vem, gente. Qualquer coisa, mandem e-mail, tá? Estarei à disposição. Respondo quanto antes, sempre, tá? При.