vocês não sabem o quanto eu vi não sabem como chorei e quantos eu vi partir Pois para cada lágrima que escorreu de um lado do meu rosto Milas de sangue banharam o lado oposto Nem só de palavras vive o poeta e um mundo afogado em Areia você nunca colhe o que semeia tudo morre Nem só de palavras vive o poeta e das arenas do Coliseu de ti recou um grito fruto de luta revolução e atrito desesperado afogado depreciado suplicado atrofiado desconfiado negligenciado mas nunca silenciado nem só de palavras vive o poeta e agora quando olho
para vocês eu vejo uma bandeira um estandarte uma centelha que brilha vermelha pergunto a vocês heróis é de palavras que vive o poeta ou é de ação revolta e Revolução o deserto de atas é cruel mas benevolente para quem se mantém Sempre Fiel sejam bem-vindos aos mares de sal e sangue [Música] h