de apoio as mães que se sentem sobrecarregadas então no momento que nós estamos trabalhando tentando auxiliar na questão da Saúde Mental é essa são direcionadas às mães Uhum E esse esse projeto PR pras mães é porque vocês sentem que no nas sei hoje a maior demanda em termos de Saúde Mental é essa ou você percebe outras questões tem outras questões também mas nós acreditamos que a que o principal fato é esse no momento até mesmo porque devido tem mães que começou né a acompanhar as crianças são assistido há muito tempo agora que estão sendo laudas
então elas ficam um pouco perdidas e às vezes também por falta de conhecimento porque assim ai meu filho foi diagnosticado ao autismo Mas de fato o que que é o autismo entendeu E aí aqui a gente tenta levar trazer conhecimento para elas nós tivemos o primeiro encontro que as meninas participaram ficaram de frente trouxemos uma psicopedagoga para poder estar conversando com elas a respeito tá tirando as dúvidas mas o nosso foco também é encontrar uma psicóloga para que possa ouvi-las orientá-las e ver através desse pequeno grupo a gente vê a necessidade maior uhum tá esse
é o projeto que já está em andamento mas também tem a questão da gente poder conseguir ouvir as colaboradoras cuidar acolher quem acolhe certo também uhum isso também é uma necessidade que você percebe sim mas não estamos a gente acolhe naquele momento que a gente pode que é uma parada pedagógica uma formação porque você viu é muito corrido então e com as crianças não dá para ser mecânica só que o trabalho aqui na frente ele é um pouco mais mecânico porque assim ó Hoje tem que ver a relatório tem que fazer isso isso isso e
às vezes a demanda que é grande a gente não consegue tirar um tempo para de fato escutarem elas porque se elas não estiverem bem Como que ela vai como que elas vão acolher as nossas crianças então na medida do possível conforme eu vou vendo porque assim a gente observa todo grupo e a gente vê que às vezes tem umas que tem mais necessidade do que as outras às vezes umas estão passando por um período mais difícil e a gente consegue ter esse olhar aí eu consigo reservar um tempo mas é assim eu deixo a demanda
paro tudo vou escutar e porque às vezes as pessoas e só querem ser ouvidas elas só precisam colocar para fora e elas já se sentem melhor já recarreg as baterias entendeu então eu AC isso ao meu olhar que está aqui e aí eu sempre gosto porque a Gabi Ela é professora titular de sala A Juliana é professora volante então cada uma consegue ter um olhar em uma área Uhum aí por isso que eu trouxe elas Ju pode falar depois a pode falar também a questão começ por onde se apresentando se apresentando já me apresentou professora
meninas 3 anos atuando pedagoga Tá bom vou falar um pouquinho meu olhar sobre a questão das Mães né diante o diagnóstico das suas crianças né como a falou nós temos esse Impacto eu falo Impacto porque nós conseguimos ver que as mães sentem elas não sabem muito como lidar com aquela informação e depende muito aí do tipo de assistência que essa mãe tá tá tendo porque às vezes dependendo do não sei do local que ela ela meio que tem só um diagnóstico ela não tem ali muito claramente uma orientação sobre como vai ser a gente vai
conseguir garantir para você se atendimento não de repente ela fica sabendo que ela vai ter que entrar numa fila de espera que ises pode demorar um pouco e aí o que eu faço essa informação Até lá então a gente sente esse pedido de socorro de muitas mães diante essa situação que hoje e a cada dia é mais frequente do que em algum momento nós poderíamos imaginar então É de fato necessário e quando nós conseguimos juntar essas mães para que elas troquem experiências troquem falas troquem a evolução dos filhos e aí a gente consegue estimular uma
outra mãe que de repente não consegue ver né o o desenvolver do seu filho nesse momento mas ela cria esperança por el saber que o meu também pode chegar assim eu também pode evoluir então é muito legal ah o acompanhamento sobre as professoras né falar da rede de professores é o que o que nós conseguimos ver não é muito diferente do que as redes sociais nos mostram nos mostra né é uma categoria de fato sobrecarregada nós somos CLT né então não tem como negar que o que a as professoras de uma rede CLT elas não
conseguem ter aquele tempo para cuidar delas digamos assim e separar totalmente trabalho de vida pessoal até pela carga horária por tudo isso então é um um atendimento que de fato se faz necessário a tempos acho que a rede de Educacional as professoras é eu não sei desde quando mas eu não lembro nos últimos dois anos aí teve um bom assim de professores de pedagogos E pedagogas então assim eh cresceu muito rápido então hoje você vê uma demanda de pessoas reclamando muito falando muito sofrendo muito e sem ao mesmo tempo sem conseguir entrar tão facilmente uma
outra área então quando a gente fala de um atendimento So isso atendimento que eu acho que ele vai se fazer necessário a cada dia mais daqui pra frente hum né E aqui não é diferente então o olhar que a gente tem diante essas situações é exatamente que at falou seriam momentos em que a gente precisasse Acer mais e ouvir mais porque só o fato de ouvir muitas vezes já muda todo um dia já evita que aquela pessoa fique com aquilo guardado de repente ela não pode desabafar em casa e em uma unidade Educacional nós não
lidamos apenas com crianças tem famílias que muitas vezes é um tabu maior do que a criança uhum até então tudo isso conta e a gente se sobrecarrega também às vezes com a situação das Crianças então às vezes tem essa questão da professora que de repente ela tá um pouco ali sem conseguir organizar suas emoções no ambiente de trabalho na parte teórica digamos assim e tem o emocional daquela professora diante a situação das suas crianças que também às vezes sobrecarrega e preocupa elas então tem várias situações aí vindo de todos os lados Agora juli juliana né
isso Você é professora volante Então você é conhece um pouquinho da realidade de das turmas assim tem um um Panorama geral né então acho bem importante a sua perspectiva eh para além dessa questão das crianças que tão aí com diagnóstico de autismo as mães que estão lidando com essa realidade você percebe outras questões de saúde mental que toca ess cri ou mesmo famílias que estão necessariamente ligad ao diagnóstico mas que são outras coisas que também preocupam deixa ver se ent seria maisos as questões vulneráveis que elas vivem digamos as famílias podemos dizer as famílias Não
exatamente o apoio familiar esse tipo de situa que você Fan pra gente em casa aconteceu isso com a minha mãe com o meu pai é nesse intuito sua pergunta eu acho que sim eu talvez eu chamaria assim Sofrimentos né que a gente percebe que tem Sofrimentos às vezes os Sofrimentos eles não TM um nome não tem um diagnóstico mas a gente percebe que aquela criança tá em sofrimento né Por algum motivo e tem tem muitas crianças e aqueles que não conseguem falar a gente consegue perceber né até pela forma como eles são cuidados pela forma
como eles reagem muitas vezes quando você faz um carinho você dá um banho então assim você sente que falta às vezes um algum algo simples naquela criança e que muitas vezes nem ela sabe sabe explicar o porque que ela tá sofrendo ali mas tem muitas situações eu acho que principalmente de vulnerabilidade como Tod as questões famíliar pai e mãe tem muita situação de pai e mãe também de acompanhamento essa acompanhamento você diz é de transtorno mental não eu falo de cuidado mesmo o cuidado com a criança assistir a sua criança acompanhar o desenvolvimento dela como
todo então nós temos muitas crianças que são cuidadoras que acompanham nós temos crianças que são avós e às vezes nós temos avós que são super idosos que chegam com dificuldade para buscar essas crianças aí de repente no outro dia vem uma avó deixar falando que a mãe largou lá e que chegou super tarde da noite então isso esse tipo de situação ausência exatamente ausência descuido descuido mesmo assim no sentido de não assistir a sua criança no higiene na questão de alimentação coisas que a gente percebe que muitas vezes a gente toma frente pelo bem-estar da
criança que vai além das questões saúde mental Acho que sim e aí eu acho que tem também uma questão da própria precariedade Econômica mesmo né exatamente do entorno do território n que eu imagino que as crianças que estão aqui provavelmente a maioria justamente é do do bairro né sim são pouquíssimas crianças que não são que não são vocês também são aqui do nós duas sim não não do pena a da união de Vila Nova e eu sou do união de Vila Nova também mas lá se chama hermelino Matarazo o que separa é uma ponte ali
perto do crem não sei se vocês conhecem então é pertinho né é o que separa mesmo é só a ponte tá na região isso mas eu cresci na União de Vila aham tá certo a Vena tava falando fiquei pensando quais os sintomas assim né que você traz que ela um deles né que a gente chama de sintoma de fazer um carinho de dar uma atenção as mudanças de comportamento assim n crianças o que vocês observam né que a criança tem um comportamento padrão ali esperado e acontece alguma mudança de comportamento Vocês conseguem perceber se é
algo relativo à escola família eh quando a gente por mais que algumas famílias no meu caso né Por mais que algumas famílias sejam um pouco distantes então a gente percebe quando tem algo de errado principalmente se for as crianças maiores porque elas já se comunicam as maiores é aquelas que não se comunicam então elas tem um típico comportamento você percebe quando elas são mais emotivas quando elas procuram mais o seu cóp porque eles procuram eles gostam muito de pedir beijo de pedir abraço e eles ficam mais emotivos assim tipo disputo de brinquedo eles estão mais
emotivos do que o normal então a gente começa a sentir que tem algo estranho e como a gente acompanha as famílias diariamente então muitas vezes a gente não precisa nem perguntar a própria família já comenta algo na porta eu tenho uma criança que ela não costuma chegar chorando emotivo aí tem tem uma tia a tia que V trazer às vezes ele chega um pouco emotivo e a tia entra Coloca ele empurrando na sala ele teve um dia que ele tava bem choroso mesmo assim eu conversando com ele tudo aí daqui a pouco a tia dele
ele falou assim Ah ele vai embora pra Bahia com o padrasto dele e já tinha uns dias que eu tinha sentido essa criança um pouco mais com a energia um pouco mais elevada que o normal disputando mais entrando mais aí em conflitos Então você começa a perceber que tem algo de errado então muitas vezes você não não pergunta mas você vai sentindo até que você tem a resposta então eu acho que a forma que eles melhor se comunicam no comportamento mesmo assim a gente percebe que tem algo Uhum é a gente procura de cá de
lá na À vezes encontro uma resposta outras não então a gente F sa que tem é verdade então boa tarde sou Professora Gabriela tô uns 7 anos na área mas aqui atuando 5 anos eh eu já venho percebendo algumas mudanças no da das Crianças receb Novas crianças novos bebês bebês crescendo tem bebê que já saiu que contrário E aí esse essas mudanças at até pra gente foi foi bem complicado eh porque a gente tava a gente recebia uma determinada criança né que estava habituada e agora Novas crianças vieram como por exemplo muitas mães muitas mães
solos que não tem uma rede de apoio só depende da mãe a mãe tem que trabalhar E aí precisa dar creche porque tem que manter o sustento tem aquelas aquelas famílias que tão o pai tá separando a mãe aí os as crianças sentem Eles não falam pra gente nem precisa falar as crianças já chegam muito emotivas muito chorão a gente consola consola e aí tem quem fala fala os verá os bebezinhos que são assim menores de 1 ano a 2 anos eles falam muito por motivo por emoção por gestos por conflitos e às vezes a
gente nem pergunta Às vezes tem m gente já chega assim pergunta ó por é porque eu tô passando um momento difícil em casa então ele vai tá um pouco emotivo aí qualquer coisa me liga e aí tem criança que já saiu com febre emocional a gente sabe que é é da família a gente fala mãe não é emocional sempre é uma quando é muito recorrente ah levando mais que não tem nada não é emocional será que aconteceu alguma coisa com ele será que foi algo que aconteceu em casa ai eu não sei tem mãe que
a gente elas não reconhece às vezes porque também não tem uma rede de apoio não tem um conhecimento e aí com decorrer disso a gente também ouviu e a gente tá recebendo muitas crianças com atípicas e a gente tá se adaptando a essas crianças atípicas também atendimento a gente também tem muitas mães com essa dificuldade de tentar compreender seu filho que tem tem mãe que tudo Às vezes a gente vê na porta saindo aqui Cala a boca para e sabe o tratamento também a gente vê mas a gente também tem que colocar no lugar da
mãe o que que a mãe tá passando Acho que nem um bom dia pra mãe e é aquela mãe que não tem essa habituação de fazer isso às vezes é momento outro que faz então a gente vê a necessidade de aal de acolher essas Mães de escutar delas entenderem que aqui também tem uma rede de apoio que a gente tá aberto a ouvir elas porque às vezes é igual ela falou a gente tem que ter uma abertura todo mundo gosta quer ter momento de falar para alguém e às vezes fala até com des demar fal
com alguém conhecido porque alguém conhecido vai julgar o desconhecido não se julga só o escuta e a gente tenta ajudar da melhor forma para ela entender e aí esse projeto veio com com essa essas eh observações não só da de mim como de outros professoras a gente foi conversando foi conversando com um conversando com a outra antes de ser volante tamb ser de professora de sala eu era volante também então eu ficava um pouco em cada sala e também ouvia isso e a gente falava assim nossa ela né A mãe tá a mãe precisando ver
né Mas a gente não tem não pode dar bético né a gente não D mas a gente observa a gente sabe que aquela criança tem alguma dificuldade de aprendizagem Mas a gente não sabe qual então a gente sempre fica observando se a mãe dá uma abertura A gente até Tenta conversar tenta conhecer puxar pra gente ter tipo uma uma colega conversar ter um pouco de intimidade para tentar chegar num ponto da criança mas tem mãe que é bem fechada então quando essas mães estão fechadas a gente só faz o que ela quer que a gente
faça gente Tent a gente vai tentando chegando ela mais é bem difícil mas a gente não desiste aí tem mãe que já se abre tem mãe que já veio procurar agradece que que agradece depois que Aita já vai já teve atendimento de algumas mãs que estavam passando por um pero bem difícil em casa que não sabia o que fazer veio para cá chorando a tra já atendeu escutou ela se acalmou um pouco aí ela foi pra casa pensou no dia seguinte ela voltou bem então são esses pequenos momentos que a mãe vê que é um
um lugar que ela se sente segura deixar o filho e são essas mães que a gente procura atender escutar tá tentar trazer pra gente também elas tentarem criar uma rede de apo entre elas Porque as mães podem se ajudar uma outra e às vezes o que uma passou a outra tá passando e essas trocas de informações é nesses encontros que a gente quer fazer essas trocas a gente tá fazendo esse projeto para fazer esses encontros para mães fazer as trocas não a gente intervir elas trocarem elas di nossa ela já passou eu vou passar então
eu tô passando agora mas ela conseguir então eu consigo também estimular elas a passar pelo processo não importa qual seja é essa é esse ponto que eu acho que é importante no entorno porque às vezes a gente tá a gente trabalha a gente fica muito com as crianças mais com as crianças do que eles às vezes tem pai que trabalha só chega à noite tem mãe que trecha de manhã mas o pai que pega porque a mãe vai chegar só 10 horas da noite tem pais Desculpa cortar que só pega final de semana fica a
semana inteira com cuidadora Uhum é com B Casa babá tem babar que vem buscar e ainda reclama tem vezes que mã tem babá que fala ó a mãe chega cedo mas só pega 10 da noite hum aí assim são coisas que a gente não pode fazer nada a gente escutar e ficar Então essas crianças sentem falta eles são bem Car são bem elas são bem motivas bem carentes de tudo de E aí às vezes elas quando elas se apegam a alguém ela até entra em conflito se alguém você se apegou a mim se alguém sentar
perto de mim já vem o conflito aí tem que sempre dialogar eles eles são bebês des entendam Então a gente tem que Calma professor para todo mundo a gente queria que ser um tentáculo né com mão de bracinho mas não dá né então a gente tem que ir dialogando e eles entendem daí a gente Pelo menos eu não temp nesse tempo todo que eu tô na sala assim eu já observei que tem algumas crianças que tem esse essa essa mudança de comportamento que era de um jeito de repente ficou de outro aí eu per aí
tem tem uma intimidade com a mãe o que aconteceu mãe por que ela tá tanto assim nossa não sei eu falei então tem que ver o que tá acontecendo em casa se ela tá sentindo falta de alguma coisa se ela ficou E aí a mãe ai já sei o que que é aí já sabe aí a criança volta bem então assim são dicas que a gente dá pra mãe porque a gente tem um sec de abertura tem e assim por diante aí É nesse sentido que eu acho que esse atendimento seria interessante continuar a gente
vai continuar com projeto deu certo no primeiro encontro Fi muito feliz mas eu quero ter un outros ela tá esse projeto né que nem ela falou desculpa só uma professora troue ahia fazer alguma coisa F tá vamos esperar um pouquinho que a gente tá com muita coisa aí eu fui participei das reuniões que foram no recesso aí a Gabriela voltou eu falei Gabi você a pessoa para poder D continuidade uhum porque não adianta eu eu consigo começar mas eu não consigo sozinha não até mesmo porque a educação a gente não se faz sozinho esse projeto
ele tiveram um encontro com uma psicopedagoga e as mães que participam são as mães cujos filhos são já TM laudo ou não varia porque tem mães que já as crianças já estão laudada tem mãe que são em estudos e tem as convidadas que querem saber porque o objetivo é quem tem informação traz o conhecimento quem tem a vivência traz a vivência porque na teoria todas nós sabemos que é completamente diferente da prática Uhum Então a ideia do projeto é Vocês trouxeram a necessidade de ter uma psicóloga sim para poder falar com as mães entendeu ainda
não conseguimos né ajudar aqui na luta para ver se a gente consegue disponibilidade de uma psicóloga do do poço do UBS para ver se consegue vir falar com essas mães falar um pouquinho mais para elas para ver se consegue um pouquinho acalentar os coraçõezinhos só que a gente ainda não conseguimos ainda estamos na luta uhum quantas crianças tem hoje 238 mas hoje frequente temos 166 238 matriculada sim você tem uma uma diferença grande né Qual é a explicação para essa diferen tenho bastante crianças que são de atestados tenho crianças que estão em viagem todas as
faltas são justificativas é muitos migrantes pessoas que T famílias no nordeste sim sim ah na outra escola também E aí eles vão para lá e eles ficam 20 dias aí volta e são mais e características de migrantes nordestinos ou tem no geral geral geral é que as os pais trabalh pega férias e aproveit as férias e vão e vão Ger é geralmente outubro novembro e dezembro Hum então por exemplo agora a gente tá numa época em que a escola ela fica um pouquinho mais esvaziada do que não mulher não fiqu não porque esses 166 São
bastante por turma tem mais ou menos quantos a turma que tem menos S versário um que é sete crianças por turma porém nenhuma sal são 28 na outra é 21 aí salas de B2 tem salas de B2 com 27 tem salas de mg1 com 18 salas de mg2 25 MG São MG são minig grupos são os maiores B1 é de z0 a 1 ano B2 de 1 a 2 mg1 de a partir de dois Dependendo da data corte um pouquinho menos e o minig grupo dois são os de 4 anos que já estão encaminhando no
primeiro entre 3 anos e 11 meses aí às vezes passa 4 anos então fica até os 4 anos 3 anos e 11 meses anos 11 M 4 meses são só um caso ou outro que tipo assim que nasce um pouquinho antes da data corte aí que nem nós temos sete crianças de 4 anos mas o certo mesmo é 3 e 11 o versário 4 meses de zero zer a gente atende criança de 12 dias 10 dias sim eu achei que fosse minúscula pacotinho para pegar os pacotinhos por quê Porque assim a escola não é só
da mãe que trabalha o sei né o centro de educação infantil é direito da criança por quê porque a criança aqui conosco ela tá sendo bem mais assistida do que em casa porque nós estamos no bairro de vulnerabilidade então mu das vezes nós temos que criancinha que nem A nenenzinha que a gente tinha de 12 dias a mãe é usuária então a mãe tá na rua avó que cuida aqui a criança Ela tem todas as refeições ela tem o leite a fórmula de acordo com a idade dela tem alimentação regrada então querendo ou não elas
estão bem mais assistida aqui do que em casa que nem aqui as crianças comem cinco frutas por dia e não pode repetir as frutas pode na semana no mesmo dia elas não podem se foi mamão no café da manhã na colação é maçã no almoço é um melão uma uma manga elas fic de que horas a que horas Das 7 às 16 Das 7 às 17 é o horário entendeu passam o dia todo né sim 10 horas Uhum aí eu fiquei com uma uma dúvida aqui e acho que Gabriela t falando né que quando vocês
observam m de comportamento e as mães dão essa abertura vocês têm esse contato e a mãe acaba trazendo né alguma dificuldade na família e como não tem essa abertura vocês percebem essa essa R de comportamento mas a família não dá abertura aí elas jogam pra diretora e a diretora faz o quê você encaminham V atrás eu não vou diretamente mas eu convoco elas até elas vão ter escolha no você vi conversar comigo e qual é a rede com qual você pode contar vamos supor que chega uma situação para você e seja da criança ou seja
da família que você percebe ali na sua escuta que tem uma questão de de saúde mental né Tem um sofrimento tem alguma coisa ali acontecendo o que que você pode fazer Qual que é a rede que você pode contar eu não tenho rede de apoio para poder contar nessa parte tá não tenho parceria deixam muito a desejar mas eu tenho a minha experiência uhum entendeu Camila né Ana não Ana Camila Luciana minha filha se chama Ana eu também tenho a minha bagagem que nem aqui a gente separa a vida pessoal da vida profissional mas nós
trabalhamos com seres humanos né Eu sou uma mãe atípica meu filho ele foi diagn muito cedo eh com 2 anos e meio ele foi diagnosticado com autismo Hoje ele tem 16 anos naquela época lá atrás vocês sabem que as crianças eram ano de 2000 eram tratada como crianças retardadas e é assim hoje a gente fala uma criança causa aquele Impacto mas antigamente era normal porque não tinha legislação nenhuma não tinha normativa 2008 começou a ter em 2003 ainda não entrou em vigor estamos em 2004 e ainda sofremos alguns preconceitos ainda estamos na luta porém eu
tive rede de proteção então e eu aprendi a lidar com a situação então quando a mãe é resistente eu tive um aluno que ele não é mais nosso a mãe muito resistente E aí ela falava que a escola não queria tá com o filho dela e foi na dre fez denúncia o meu supervisor é o woodson E aí eu consegui o quê ganhar a mãe só que às vezes é assim a por exemplo eu sou a mãe aí eu sou sustentada pela minha mãe então o que a minha mãe fala eu vou fazer o que
a minha mãe fala porque minha mãe que me sustenta e sustenta o meu filho Uhum E aí eu não vou buscar ajuda minha mãe tá falando que o meu filho é normal que nem é o caso dessa que foi o caso dessa mãe foi o um ano bem difícil mas eu consegui E aí eu peguei e chamei ela aí o que que eu faço eu tento mostrar o meu lado como mãe não como diretora como profissional de educação eu trago a minha experiência e a minha vivência para elas eu falo olha eu já falo eu
não sou médica eu não posso diagnosticar o seu filho porque a minha formação é outra mas eu tenho experiência não quer dizer que a minha experiência vai ser a sua experiência mas as algumas características do seu filho vai de acordo com a idade do meu quando meu filho tinha a sua ID a idade dele que meu filho tinha esses comportamento meu filho ia fazia assim e eu agradeço porque assim na minha família só eu que ah não tá tá exagerando Mas eu sempre li muito sobre né saúde mental então a gente acaba adquirindo um de
conhecimento então a gente já vê algumas características e aí eu pego e trago a minha realidade pras mães e aí eu lembro que essa mãe falou assim para mim vou falar só o nome da mãe Letícia ela falou assim como que você consegue trabalhar aí eu falei assim eu sempre trabalhei o período que eu fiquei sem trabalhar foi 1 ano e meio que foi o período que de maiores terapia que mais precisava que eu queria levar tudo sozinha sem compartilhar com a minha rede de apoio porque assim o que que eu mostro para elas que
você não tá sozinha às vezes só porque o filho é meu não que seja um problema porque não é um problema então eu tenho que resolver porque o filho é meu o problema é meu não se eu tenho pessoas para somar comigo então a gente vai dividir E aí eu falei PR ela e PR essa mãe porque eu f ela também não era não verbal falei ó meu filho não falava meu filho babava ele andou rápido mas nunca gostou de barulho e naquela época O médico não sabia o autismo não era que nem é hoje
aí eu fui falando com a mãe não com a avó Fi falando com a mãe aproveitava os momentos que a vó não vinha e pegava essa mãe às vezes eu fazia entrada e saída e pegava essa mãe para tentar abri o olho dela E aí eu falei para ela olha o meu filho começou a desenvolver depois que ele tinha 8 anos porque eu atrapalhei o desenvolvimento dele porque a gente quer o quê super proteger mas não adianta aí ela foi conversou com a mãe tudo e aí a mãe falou a mesma coisa não vocês estão
com preconceito que não quer ficar aí ela veio e falou onde que eu tenho que denunciar eu falei diretoria Regional liguei pro meu supervisor falei para ele olha tá acontecendo isso em suíço preciso que você me ajude E aí o superf veio fazer a fala com a mãe com a avó no caso com avó a gente faz o encaminhamento a gente consegue fazer um encaminhamento mas assim a gente faz o encaminhamento para ir pro UBS aí esse encaminhamento vai aí vai passar com com pediatra aí o pediatra vai enviar mas é um processo demorado não
é tipo assim do TR meses em um ano para poder ver em outro Às vezes a criança sai daqui e ainda não conseguiu E aí depois de uns dois anos a mãe vai e fala Olha Talita Eu consegui você entendeu Aí no caso dessa mãe eu falei vai vai no C vai no Caps só que agora o caps não tá igual era antes que na época do meu filho era mais fácil Uhum agora devido a aumento de números então a demanda é maior é que nem a Juliana falou você passa na triagem você vai para
uma fila de espera uhum não na éa do meu filho era diferente passava paciente social fazia a triagem já ia passar com toda a equipe psicólogo pediatra Neu tudo já era assim era mais fácil porque a demanda era menor agora a demanda tá maior aqui vocês TM uma ideia de números de quantas crianças já tem uma suspeita do diagnóstico não porque a gente não faz esse levantamento mas a gente temos seis crianças com laumas até mesmo porque pra educação para poder encaminhar para que eu consiga garantir o direito dessas crianças que estão aqui a mãe
tem que trazer o Então esse grupo de mães que fazem parte do projeto algumas tem out tem outras não tem e é um grupo aberto então aquelas que se interessar po cont pessoal da comunidade pode participar criança não precisa é um grupo aberto grup aber aberto também também as mães conhecerem também passar ação adiante porque não pode ser não acontecer com ela mas a vizinha o primo a gente sempre pensa que uma família tem várias possibilidade de acontecer e pelo menos uma tendo um breve conhecimento essa a intenção sempre compartilhar a rede e aanda poderia
mandar também pessoas técnicas ou da Psicologia para fazer orientação da fam somos parceiras nas diretas sim tem o sefai e o sefai não atua com é para ele atuar só que eles não atuam esse caso é muito grande nós somos clts se você vai lá reclamar fazer alguma coisa filha aí você já tá não é conveniada parceir não conveniada parceira é a mesma coisa é direta que é direta da prefeitura que nem lá no arar estava lá tinha uma criança eu liguei lá a falei olha preciso que alguém V ah tá claro vamos Vamos agendar
é qual que é sua unidade eu falei se jard pena Ah é parceiro não era Guar é parceiro Ah tá vamos para uma fila de espera tá bom obrigada is sabe que que ela falou ah não é parceira entendeu só que assim se eu houver necessidade aqui eu falar como minha supervisora deste ano ela vai atrás ela briga de igual para igual porque ela pode então o que que eu tento supervisora geral concursada que nem eles então o que que eu consigo passar as minhas maiores dificuldades para ela para que ela brigue por mim e
aqui todas vocês então são CLT Sim todas de repente fica até é bom para vocês né porque não tem essa disparidade né ou existiria se fosse um grupo misto algumas clts e outras concursar não porque já começa pela carga horária pela questão do salário sentido vocês né Toim filha a gente trabalha Das 7 às 8 é a gente sofre juntas porque tipo assim sofre juntas porque assim ó um exemplo uma professora da parceira consegue tirar R 4.000 para trabalhar das 7 da manhã às 4 da tarde as concursada ganham R 6.000 para poder trabalhar da
7 a 1:30 quando vocês trouxeram essa questão de cuidado a equipe né cuidado que trouxeram né eu pensei a primeira coisa eu pensei em entender como é que é o regime de trabalho de vocês porque isso causa realmente um muito difícil mã e as mães percebem quando quando a criança sai do sei e vai pro Emi que são concursadas já começa pelo tratamento porque eles o Regimento de trabalho é o mesmo com as crianças que nós temos o currículo da cidade de São Paulo para educação infantil de 0 a 6 anos a 5 anos e
11 meses Então seria para ser o mesmo trabalhar escuta das crianças o protagonismo infantil porém se uma professora dessa passa no concurso e vai pra rede direta na hora você sabe que ela é professora de ser in conveniada porque ela tem um olhar do ser humano tá bom ela tem um olhar pro ser humano ela tem uma escuta pra criança Quem é da direta não tá lá faz o papel dela vai embora Ah tem uma criança depois do horário já deu o meu horário eu vou embora a criança fica com o pessoal da secretaria Aqui
não por mais que eu fale não pode ir que você mora longe a professora não vai ela fica não eu vou entregar pra mãe não eu vou esperar a mãe chegar porque se preocupa com uma criança não é só pelo salário claro que também pelo sal clar porque ninguém trabalha de graça mas tem amor não estou generalizando mas as minhas experiências com a Direta em relação ao meu filho foi assim já teve casos de profissionais precisarem se afastar por questão de saúde saúde mental esgotamento mental filha na direta é o que mais tem na conveni
elas sofrem trabalhando sofrem trabalhando e elas têm essa necessidade mas com medo de perder um emprego por são CTS faltou eu eu tô aqui na frente eu isso eu também Sim eu também eu tô inclusa eu tô falando isso de mim mesma porque assim eu venho trabalhar doente e para mim tá tudo bem eu sei o meu limite quando eu sei que eu tô com o meu esgotamento mental Preciso de folga cada turma são duas ou uma cada turma não depende depende da idade da quantidade de criança não da quantidade de turma que tem em
numa sala da quantidade de turma que tem numa sala a sua turma tem quantos totalmente três três três três três professoras que são e tem sala que tem quatro que é o versário daqui de baixo de 28 crianças Hum que então o máximo turma são 28 depende da sala porque se a minha sala o que que eu tenho que fazer se a minha sala tem 40 m qu se for pra criança de 0 a 2 anos eu tenho que dividir esses 40 m qu vezes né 1,25 1,50 que é o espaçamento de uma criança PR
outra que aí vai caber uma quantidade menor se a criança é de mini grupo um e minig grupo do essa sala de 40 eu tenho que dividir por 1,2 que é espaçamento de entre uma criança e outra para colocar o cente para professora se ver aí isso depende da tamanho da sala do espaço físico que vai dizer isso o que vai dizer o espaço físico vai ser quando as crianças vai caber naquela sala mais um exemplo um hoje aqui é a turma que nós temos com mais crianças para uma professora são os maiores né são
25 para uma professora uma professora que são os mini grupos dois que é o último ano deles e eles vão por e tem sala menor que cabe nove crianças de minig grupo um que seria uma turma de 12 crianças porque se for criança de B1 que são os de zero que eu falei para vocês são sete crianças por professora minig grupo do são nove crianças para uma professora mg1 12 crianças para uma professora mini grupo do são 25 crianças para uma professora só que agora conveniada para ter CLT para poder diminuir os gastos com profissionais
tem as salas multietárias que mistura criança de mg1 com as crianças de mg2 duas faixa etárias diferente crianças diferente crianças que usam fralda com crianças que não usam fraldas que são 18 crianças para uma única Professora Sem auxiliar não e esse número ele ele como que ele é visto como que ele é determinado é por quem tá lá em cima de sme que não conhece a nossa realidade mas ele tá de acordo com a sei lá se não né eu tô pensando assim muit com a nossa prática D do assunto mas tem um pouco de
noção sim mas vai lá o ministro da educação acha que tá tudo bem porque ele não precisa ficar dentro de uma sala de aula el não o sistema AG sabe entendeu que nem eu falei para vocês no papel na teoria é tudo lindo papel seria isso chegar uma uma cristalização e fala Olha tem 25 alunos para uma professora vai dizer que tá ok a gente sabendo que não tá certo isso é lei isso tá certo no papel está certo só que a realidade é outra na prática Porque como que a gente vai ter uma sala
de 25 crianças em uma exemplo todas as salas com dois três crianças especiais que necessitam de um de um cuidador de um auxílio e nós não recebemos ess não eu digo isso porque lá na casa de Maria a gente trabalha com grupos né e eu eu coordeno um grupo de crianças teve o último enqua que tinha 11 crianças e eu tava sozinha depois eu comentei com El falei 11 crianças fazer gostada assim uma e me 2 horas de atividade crianças maiores 11 eu fico pensando 25 nesse período dia inteiro quanto que isso não suga de
né e esse é um déf profal esse é um déficit que a gente pode acompanhar aqui tipo eh a gente acompanha no fundamental no médio a superlotação de salas e e a realidade é que começa aqui debaixo Né desde a primeira infância porque quando a gente fala de uma sala com 18 crianças onde eu tenho frá eu tenho que lembrar que eu tenho que trocar e eu tenho que lembrar que eu não posso trocar na sala e o número de pesso Ainda tem as regras o número de pessoas que estão ali disponíveis é não é
o suficiente também então e aí a professora também ela tem uma água para beber ela tem um banh para ir que às vezes ela esquece quando ela percebe eu como uma dor na barriga que às vezes ela nem se toca Nossa mas eu vai descer para mim até entender que ela tá saturada que ela tá desidratada que ela tá com infecção de urina aí você como volante você circula nesses momentos PR salvar para não deixar ninguém se afogar fíica també n porque vocês se adoecem não sai de licença para se tratar porque tem medo de
perder o entrego e o sistema não permite que tenha não pegam nem é Eu acho que a gente tá falando de pelo menos e três camadas de saúde mental que todas estão sofrendo né Tem uma camada que são vocês que né já começa o sofrimento daí por todos os motivos óbvios que a gente tá falando depois po a família que é outra camada de sofrimento e também se a gente for olhar né todos os as dificuldades né de uma família que mora nesse Território que tá passando por condições Vocês acabaram por exemplo de de contar
de um caso né de um bebezinho cuja mãe era uma mãe adita então fica com avó e né acho que a gente vai olhando PR pros inúmeros Sofrimentos que envolvem a camada familiar e depois a gente chega na terceira camada que é a criança que também tem os Sofrimentos que são Sofrimentos À vezes s a gente inverte a gente coloca a criança como prioridade Ah sim Não eu tô dizendo que são tantas as camadas sim são tantas camadas mas a gente consegue inverter porque assim se eu percebo que a Gabriela tá na sala ela não
tá bem filha eu tiro ela da sala na hora e elas a minha equipe elas T autonomia eu falo para elas Meninas vocês não estão se sentindo bem e vocês estão com problema em casa é precisa respirar e não não vai não é que vocês Ah eu não vou dar não eu não estou bem para ficar com as crianças porque as crianças sentem as nossas emoções vem na minha sala fala comigo que eu vou conseguir colocar outra pessoa no lugar e aí a gente dá um jeito e aí essa professora que não está bem ou
ela fica aqui ajudando um pouquinho para poder esparecer a mente aí ela ou ela vai dar a volta só que assim tem umas que não estão bem e não tem coragem de chegar Uhum mas aí quando eu sei eu vou atrás Uhum E aí eu chamo e falo você quer conversar ah não tá tudo bem aí eu falo uma coisinha out aí a professora já se Uhum aí você sabe que não está tudo bem E aqui eh por exemplo Estamos pensando aqui agora n Nossa função disputar para pensar coisas né pensar propostas propor pro galpão
né Eh do que acontece hoje no galpão do suporte que eles oferecem para famílias e também PR gão nosso maior parceiro é vocês desfrutam então de algumas S de tudo de tudo de tudo mulher esse projeto a gente conseguiu das Mães atípicas por a gente precisou contratar uma psicopedagoga nós precisamos de de recurso para poder transformar um ambiente aconchegante para comprar comes nós conseguimos uma berba de lá conseguimos aprender eu e a Gabi como montar esse projeto Como suporte também sim como suporte e o pessoal do GT do meio ambiente conseguimos a horta na questão
aqui de não tinha na questão de ofertar alimento sem agrotóxico A Juliana é orade responsável pelo projeto da horta que deu muito sucesso essa semana ela colheu colocou na mesa sexta-feira né col colocou na mesa na hora da saída famílias vem [Música] Leva sim é e isso é tudo com o qu com a parceria com galpão de Cultura e Cidadania Porque aqui no bairro eles são os nossos grandes parceiros uhum conseguimos através em parceria com o galpão e com o co criança mas não foi bem a teoria da mudança um redário pras crianças para eles
terem um momento de lazer de leitura na rede já um redar agora pras professoras é nosso já está no nosso plano mulher já está no plano se tudo der certo se Deus permitir quem sabe o ano que vem nós conseguimos porque a gente só pode desenvolver esse projeto porque custa caro então eles nos financia uma vez no ano Então esse ano a gente conseguiu o redário para as crianças mas o ano que vem o meu objetivo é algo para as professoras esse projeto então em parceria do galpão com a teoria da mudança que andisa que
é uma das coordenadoras que está na linha de frente entendeu Então essa é uma ideia porque assim minha também ela vai dar o melhor pras crianças e são as crianças da comunidade sim e já tem data o próximo encontro com as mes Ainda não eh a gente não conseguiu estava aguardando a né a devolutiva da resposta da psicóloga mas aí para não se estender Hoje eu falei com a Gabi que eu vou trazer a minha experiência como mãe para ela seria importante Se a gente pudesse acompanhar um encontro com as mães entendeu aí eu vou
marcar com a Gabi a data para poder ser eu fazer o meu relato para elas também porque elas ficam desesperada que nem eu fiquei falei ai meu Deus meu filho não vai aprender gente não hoje meu filho tem dizer só para resumir só só o outro caso a criança foi diagnosticada com autismo a avó conseguiu compreender a avó veio agradeceu perg F assim Talita Como que você pode me ajudar eu estando aqui eu falei eu posso oferecer os melhores profissionais capacitado e posso fazer a parte da escuta mas os outros recursos eu não posso mas
eu posso te orientar sua filha não trabalha registrado ele tem direito ao benefício LOAS ele tem direito a transporte gratuito foi mostrando para ela que eles os direito deles Se você não conseguir achar uma escola que tenha recurso que nem aqui Aqui não tem eles pagam uma escola particular jeito dele uhum e aí ela foi atrás ela CONSEG precisa ter o laudo né sim precisa ter o laudo senão não consegue mas ela ele tinha um ludo uhum e aí ela foi hoje ele tá na escola particular a prefeitura paga metade a mãe recebe o benefício
LOAS e foi caminhando a avó ainda passou por este processo eu vi a Letícia esse ano a vó ainda tava meio assim porque não queria dar o remédio porque entra com a parte da medicação porque o autismo nunca é só o autismo nunca sempre vai vir com algo mais meu filho ele tem quatro cim sempre tem algo mais então a gente tem que estar preparada e saber que nós muitas vezes Vamos dar um passo pra frente e dois para trás um pra frente dois para trás quando você dá dois paraa frente pode saber que você
também vai dar um para trás às vezes você dá vai mais para trás do que para frente mas alcança resultado hoje o meu filho ele tem 16 anos ele é uma criança super independente Ele cozinha tem autonomia sabe cuidar da casa faz as obrigações dele é inteligentíssimo e não consegue mais ir pra escola tem dois anos que ele estuda online porque ele é da do estado do Estado o psiquiatra dele consegue porque tem a a mídia da prefeitura já não tem a escola da prefeitura não tem por quê Porque tem o professor Itinerante para acompanhar
essa criança tem um transporte para levar e trazer essa criança então o Estado o né a prefeitura é o caso que a criança não pode ficar fora da escola já o estado não o estado ele te oferece não tem tanto recurso mas ele te oferece um suporte que nem o meu filho ele é ante social ele socializa ali com quem ele quer com a família se ele chegar aqui ele vai querer falar com a Juliana não vai querer falar com a Gabri vai falar com você e tá tudo bem E tá tudo bem mas ir
pra escola com o barulho ele não consegue mais Uhum ele já não não aguenta mais então ele faz as coisas online uhum e sai muito bem faz redação faz prova tá no segundo colegial Porque mesmo que ele é laudado é não dá o direito do passe direto ele tem que participar e tem que tirar notas senão ele não consegue Uhum E é isso E aí nesse próximo encontro eu ia trazer isso pras mães Porque as mães ficam ai meu Deus e agora como que vai ser futuro do meu filho Ai eu não vou est aqui
amanhã ou depois Porque a gente tem mães que são mais de idade tem crianças muito tarde né e acaba afetando em alguma coisa e fica essa desculpa e fica essa preocupação de que nem eu falei pra Letícia de querer fechar sabe super proteger só que não adianta por quando você não tiver aqui quem vai proteger Então você tem que ensinar porque senão não vai desculpa pode falar na verdade eu ia perguntar se daria pra gente conhecer o espaço sim sim elas vão te levar para conhecer o espaço tá esse é o objetivo e se vocês
tiverem disponibilidade também de fazer uma fala com essa Mãe é sempre no horário do soninho que nós fazemos né gab com mã com as mães com projeto isso se vocês quiserem fazer uma fala a data que for boa para você a gente organiza en que horário que é o horário do soninho das 10:30 né quando foi o último encontro o horário foi 10:30 não foi das 10:30 11:0 isso 10 11 horas qualquer dia da semana sim agora sim era só na segunda e não tinha formação mas a gente ainda dá prioridade pra segunda-feira na parte
da manhã é outra coisa que eu acho que é importante também é pensando nessa coisa do Cuidado com as educadoras eh se algo fosse oferecido a elas um espaço de escuta de cuidado algo para pras educadoras qual seria o momento já que é tão né tão corrido Tem tantas demandas ao longo do dia nós temos o momento da formação que é usado pra formação pra documentação que são né uma normativa que saiu Desde 2019 que elas têm direito a du horas para fazer documentação diário de bordo diário de classe o registro de desenvolvimento das crianças
e 2 horas de formação de dirigida com a coordenadora este ano a coordenadora já Zerou o cronograma dela então não tem mais mas aí também foi por nós sermos CNT nós encontramos outros problemas também então aí a gente tem que ver como que nós iremos conseguir fazer no caso de vir essa proposta por o ano que vem eu diminuo a quantidade de criança ou seja eu tenho que mandar embora esse ano oito professoras que são as turmas a menos do ano que vem no total hoje tem quantas professoras são 20 22 professoras que é uma
professora por turma Eu tenho 22 turmas são as 22 professoras mais as quatro volante mais as três é professoras aí vem mais as três Adi o ano de que vem reduz desculpa três Adis que é auxiliar de Desenvolvimento Infantil estão se formou n em pedagogia isso estão é um auxiliar de classe el estão cursando aí entendeu E o ano que vem como será já diminuiu cinco turmas diminuiu cinco turmas ser menos 17 já tenho que mandar embora CCO o número do Cup baio procura desculpa porque a gente sofre muito no começo do ano com um
exemplo aqui é 238 o ano passado a gente não conseguiu fechar esses 238 a gente foi fechar em novembro e aí o que que acontece a Prefeitura vai lançando desconto não tem criança desconta desconta E aí a verba que vem não paga nenhum [Música] RH aí para que nós não venhamos ser sim para que nós não venhamos ter esse problema o ano que vem vai diminuir a quantidade de criança diminuiu as turmas já são cinco professoras a menos Ah mas eu vou ter 17 turmas mas eu tenho quatro turm que não tem criança nenhuma então
já são professoras que embora fico pensando nesse clima ansioso que já começou a dispens então aí e agora querendo ou não elas já ficam assim ah diretora a diretora tá chamando Ai meu Deus será que eu sou próxima aquela que leva na brincadeira mas você sabe que R tá S sim e tá sofendo vira piadinha sabe que é para esconder uma dor da preocupação sobre asidade que AAS tem e não dem segura agarda e aí é o que eu falo para ela de fora também sim e aí eu falo para elas também porque assim eu
também sou uhum entendeu por ter que dispensar que nem tem que dispensar profissionais toas que você pode contar em todos os momentos para qu não tem vai ter criança então eu não posso ficar eu tenho quear e aí como que eu avalio isso eu já vou mais pela situação financeira em Ah eu vejo como professora tem seg tipo assim não justifica mas esse é o meu CR tem que ter algum critério Esse é o meu critério particular difícil você entendeu porque todas são boas porque se não fosse não estaria eu sei que não existe o
lugar perfeito para você trabalhar eu amo que eu gosto do que eu faço mas um exemplo essa e essa um exemplo essa daqui um exemplo é mãe solo mora de aluguel essa daqui é casada é essa daqui é casada tem um filho eh que tem um esposo que tem uma empresa Eu Vou pesar nada não essa pode ter outras possibilidades essa daqui por enquanto que eu conseguir segurar eu vou segurar é difícil é difícil porque às vezes eu gosto mais dessa meu lado um exemplo lado pessoal do que dessa do que dessa mas eu vejo
a necessidade maior é dela mesmo eu gostando dessa então é escolha difícil porque a dona não VM lá de cima e fala quero mandar essa essa e essa embora não deixa PR você sim a não ser a questão tipo assim ah tem atestado Manda quem tem at é hoje você vai mandar embora todo mundo que tem atestado porque já aconteceu uma demissão de 20 pessoas quando e quando bem no meio e aí diab a equipe inteira porque eu eu estou aqui já falou eu falo por m eu sou CT também eu entendo você eu entendo
seu problema eu vou te ajudar no que eu posso só que eu também tenho alguém aqui é uma os que administra é sempre Qual que é a os aqui é a União Comunitária de mulheres junto com a associação favor da Defesa então isso não é só daqui é de todas porque é assim é de todas as ondas é são todas Então olha que eu já sou rodada de cete mas é assim mesmo esse é o sistema Esse é o sistema então eu venho para fazer a diferença ajudar no que eu puder ajudar as famílias as
professoras as crianças e é isso um ano eu tô o outro ano eu não tô e tá tudo bem só para entender esse horário da formação essas 2 horas é das 10 ao meio-dia e é semanal ou diárias semanal que dia aqui é terça e de terça a sexta Ah então depende da vai dividindo em grupos grupos para ir tendo uma rotatividade na salas isso ISO tá sempre das 10 ao meio-dia sempre das 10 ao meio-dia eito de mães segunda-feira at 10 à 113 isso único dia que é Ah tá entendeu segunda faz maises da
semana com a formação e segunda-feira à tarde as volante sem formação e tem os projetos que o volante faz e as DS também [Música] uhum Deu para entender é vem bem é tudo acordadinho né uns horários a gente a gente tem que se adaptar querem conhecer o espaço eu não tenho mais perguntas não sei vocês tá bom as meninas vão levar vocês para conhecer do espaço ou não sei elas vão ver entre elas que elas têm autonomia para ver quem vai para onde é se uma vai levar pro espaço uma