oi oi pessoal então aula de hoje é sobre valvulopatias é basicamente são doenças que a gente vai ter alteração do padrão normal de funcionamento das válvulas e isso geralmente está associado com alterações estruturais nas válvulas que podem sofrer informação espessamento classificação fibrose e isso pode dificultar tanto a abertura quanto o fechamento das válvulas então a gente pode classificar jogo para tias quanto ao tipo de distúrbio que as válvulas de um apresentar a gente chama de externas e quando existe um prejuízo na abertura das válvulas então o sangue vai ter dificuldade de passar por elas enquanto
que a gente chama de insuficiência ou uma situação de recur gestação quando existe um prejuízo no fechamento das válvulas e aí o sangue tende a retornar por elas quando elas deveriam estar fechadas e antes da gente falar dos tipos mais comuns de válvula para tia vamos relembrar um pouco da fisiologia ou a gente sabe que as valvas são constituídas de tecido fibroso que tem que ser forte mas também um pouco flexível isso tudo para aguentar o estresse mecânico que essas estruturas são submetidas e a gente sabe que a gente tem valvas atrioventriculares e sem milionários
a jovens até ventriculares como a mitral ea tricúspide separam os atos dos ventrículos na válvula mitral separa o átrio esquerdo do ventrículo esquerdo a válvula tricúspide separa o o átrio direito do ventrículo direito e a gente tem as semilunares pulmonar ea óptica que se encontram no início das artérias né a partir da saída do ventrículo atrás das férias a gente tem as valvas semilunares no caso a valva pulmonar na no início zinho da artéria pulmonar ea valva aórtica e no início da artéria aorta e começa a outra figura a gente observa a estrutura dos folhetos
que compõem as diferentes de válvulas e dá para observar que todas elas têm três folhetos exceto a válvula mitral e tem somente dois folhetos e por isso ela também chamada de bicúspide é bom a gente ressaltar que essas novas elas têm comportamentos diferentes ao longo do ciclo mais que as atrioventriculares elas funcionam juntas elas abrem no mesmo momento e fecham no mesmo momento e assim também é semilunares elas abrem juntas e fecham juntos em momentos de então vamos observar um pouco desses momentos de fechamento e abertura ao longo do ciclo cardíaco tão iniciando da esquerda
para a direita a gente tem um enchimento ventricular ea gente observa que durante essa fase de enchimento as valvas atrioventriculares estão abertas tanto no enchimento passivo quanto no enchimento pela contração atrial as o roberto para permitir a passagem do sangue dos átrios para os ventrículos e em seguida a gente tem o fechamento das aulas jovens adventure culares nesse momento as valvas semilunares também ainda estão fechadas então isso dá o nome da fase nem que o ventrículo começa a se encontra aí mas como todos os conjuntos de válvulas estão fechados o volume não varia né então
por isso chama de contração isovolumétrica em seguida a gente tem abertura das válvulas semilunares ea ejeção do sangue dos ventrículos para as artérias depois a gente tem o fechamento das valvas semilunares nesse momento as valvas atrioventriculares ainda estão fechadas também e dá o nome da fase também porque a gente tem todos os conjuntos de válvulas fechadas o coração tá se relaxando mais o volume não varia então chama de relaxamento e do volumétrico em seguida a gente tem abertura das válvulas atrioventriculares se inicia novamente um ciclo de enchimento é mas nesse gráfico de pressão volume que
está representada aqui o ventrículo esquerdo a gente pode acompanhar esses pontos de abertura e fechamento de válvula de acordo também com as diferentes fases do ciclo cardíaco então no ponto na fase um a gente tem um enchimento ventricular né então o ventrículo esquerdo ele tá recebendo o sangue sem grandes aumentos de pressão porque eu vim tricolor está relaxado mas estrutura complacente consegue receber o sangue sem grandes variações de sua pressão mesmo ao final da diástole no ponto a a gente tem o final desse enchimento que a justamente momento que ia a valva mitral se fecha
e a gente tem o início da contração que no caso como todos os conjuntos de válvulas aí nesse momento estão fechados vai ser a contração isovolumétrica né que a gente tem um ventrículo se contraindo aumenta a pressão mas sem grande variação de volume que é o que a gente observa aqui na fase dois a contração isovolumétrica essa fase ela dá sequência então já é a sístole né mas ela dá sequência a fase de injeção e saída do sangue nesse no ponto b que é o ponto em que a válvula aórtica se abre e a gente
pode ter a saída do sangue do ventrículo esquerdo para horta nessa fase de injeção que é a fase 3 ou a gente tem então a saída do sangue ea redução do volume ventricular para o volume inicial é o chamado também nesse ponto se aqui de volume residual que o volume que vai ficar após o final das da injeção e esse pontos e justamente ele encerra a injeção porque o ponto em que ocorre o fechamento da válvula aórtica bom então nesse momento a gente tem a sequência da fase quatro que a fase de relaxamento isovolumétrico que
o ventrículo ele começa a se relaxar e mais ainda nesse momento todos os conjuntos de válvulas estão fechados e aí ocorre a redução da pressão sem alteração de volume e no ponto de a gente tem então o final dessa fase de relaxamento isovolumétrico que segue a fase de relaxamento e enchimento justamente porque no ponto de a gente tem abertura da válvula mitral um e vai permitir com que o sangue acumulado no átrio face para o ventrículo e a gente inicia em um novo ciclo de enchimento da fase um esse funcionamento correto das válvulas de abertura
e fechamento vai permitir com que o sangue sigam fluxo unidirecional passando de uma câmera outra o da cam e as artérias e que ele não retorne à câmara anterior é importante a gente ressaltar que as estruturas das valvas elas não contraem e que esse processo de abertura e fechamento acontece por processos passivos de diferença de pressão entre uma câmera e outra ou entre o ventrículo e artéria em casa quando nessa figura aqui do lado direito do slide a gente observa aqui na parte de cima a gente tem do lado esquerdo um aumento de pressão em
relação ao lado direito e isso força a abertura da válvula e a passagem do sangue enquanto a válvula está aberta e na parte de baixo da figura agora a pressão tá maior no lado direito né da imagem e isso força com que você tem o fechamento das estruturas da válvula e essa é a válvula fechada impede que esse sangue retorne à câmara anterior então isso acontece do átrio para o ventrículo quando a pressão no acre supera pressão do ventrículo a valva atrioventricular abre e o sangue passa por ela quando a pressão no ventrículo pelo acúmulo
de sangue supera a pressão do átrio a tendência é que esse sangue retorne e ocorre o fechamento da válvula que impede de fato esse retorno e a mesma coisa acontece do ventrículo para a artéria é quando a pressão do ventrículo aumenta mais do que a pressão da artéria o sangue e no caso a gente tem abertura da válvula semilunar e o sangue vai do ventrículo para a séria e quando a pressão na artéria supera a pressão do ventrículo a tendência seria do sangue retornarmos como a gente tem o fechamento da valva para a gente impede
com que a gente tenha de fato esse retorno e as valvas atrioventriculares elas estão conectadas a estrutura da parede do ventrículo pelos músculos papilares e pelas cordas tendíneas mas essas estruturas elas não regulam abertura e fechamento da válvula durante a sístole ventricular os músculos papilares contraem e fazem uma certa tensão das valvas atrioventriculares mas para impedir com que essa região as about muito do ventrículo em direção ao acre que se isso acontecesse poderia levar a uma um mau fechamento em um certo refluxo do sangue dos ventrículos para os átrios bom então durante o ciclo cardíaco
nós temos esses processos de abertura e fechamento das válvulas e no fechamento é possível ao escutar o som da estrutura da válvula fechando o que é chamado de bulha fisiologicamente ao escutamos duas bolhas b1 e b2 sendo o primeiro som referente ao fechamento das valvas atrioventriculares e precede a fase de cisto lisa volumétrica e o símbolo são que é b2 referente ao fechamento da jovens semilunares que precede o relaxamento isovolumétrico é equivalente a dizer que é entre b1 e b2 nós temos a sístole ventricular e entre b2 e a próxima b1 nós temos a diástole
ventricular em alguns indivíduos apresentam depois de bebê dois outros sons chamados de b3 e b4 que correspondem ao som do sangue reverberando na parede do ventrículo b3 acontece logo após db2 durante o enchimento rápido e b4 durante a contração atrial na maioria das vezes esses são os são patológicos mas há algumas exceções gel escutar b3ge em algumas crianças e atletas e além disso condições patológicas podem estar associadas ao escuta de sopros estão sons referente ao fluxo de sangue e turbulento no coração ou nos grandes bairros na grande maioria das vezes são causados por problemas joão
álvares como estenose ou insuficiência valvar dependendo da valva acometida o sopro pode aparecer em diferentes momentos do ciclo e ser mais audível em determinados pontos do tórax pode variar quanto às características do barulho e logicamente a clínica associada ao quadro e durante a sístole é esperado que as valvas atrioventriculares estejam fechadas e é semilunares abertas enquanto que na diástole o esperado é que as válvulas atrioventriculares estejam abertas e as valvas semilunares fechadas bom então se acontece algum som não fisiológico na sístole entre b1 e b2 falando especificamente do ventrículo esquerdo é possível que isso seja
causado em duas situações ou na estenose da valva aórtica ou na revegetação da válvula mitral durante a sístole temos a ejeção do ventrículo esquerdo para horta se a estenose da valva aórtica essa válvula não se abre completamente e isso gera resistência saída do sangue podendo combinar num sopro conforme o sangue sai pela aorta e deixa neste momento da sístole também a valva mitral deveria estar fechada esse a insuficiência ocorre regurgitação o refluxo do sangue do ventrículo esquerdo para o átrio gerando o som nessa passagem e já durante a diástole possíveis sopros são auscultados entre b2
e ab um doce conseguir são os nessa fase podem ser causadas por duas situações ou estenose da valva mitral ou insuficiência da valva aórtica na diástole durante o enchimento o sangue deve passar do átrio esquerdo para o ventrículo esquerdo porém se a estenose da valva mitral a dificuldade do sangue passar para o ventrículo esquerdo gerando um som nesse período é nesse momento também a valva aórtica deveria estar fechada para impedir o refluxo de sangue da horta para o ventrículo esquerdo e se a insuficiência ocorre republicação ou refluxo do sangue da horta para o ventrículo esquerdo
podendo ser auscultado além disso uma vez que se identifica um som não fisiológico identificar o foco em que ele é mais intenso ou mais audível auxilia no diagnóstico do programa vou usar qualquer válvula pode ser afetada mas os distúrbios do lado direito das valvas tricúspide e pulmonar são mais raros então vamos nos deter a falar das alterações do lado esquerdo