[Música] Olá pessoal tudo bem Estamos aqui na segunda aula do nosso curso e vamos falar hoje um pouco sobre o diagnóstico no tea então para começar antes de falarmos especificamente no diagnóstico eu pensei em trazer alguns dados relevantes que estão relacionados a essa temática primeiro de acordo com o CDC lá em 2017 eles apontam a incidência nos Estados Unidos nos Estados Unidos de um caso para cada 68 Nascimentos Ou seja quando a gente fala de incidência estamos falando de casas novas então para cada 68 Nascimentos uma dessas crianças é autista em um estudo feito entre
gêmeos idênticos apontam que se um deles apresenta pé Então são deles é altíssima a probabilidade de o outro também apresentar entre 36 e 95% vintagemos e não idênticos isso está essa probabilidade Extra probabilidade é de 0 a 31 por cento então se nós temos gêmeos idênticos a probabilidade é maior de apresentar dos dois apresentarem Autismo do que de Gêmeos e não idênticos e quem for atender quem trabalha com esse com essa demanda já pode ter visto casos de gêmeos idênticos que Ambos são autistas e gêmeos não idênticos em que só um deles até assim como
o contrário então uma outra coisa que muitos apontam É que geralmente tem mais casos de meninos notícias do que meninas e aí às vezes aparece um casal de gêmeos em que a menina é autista e o menino não é autista então a gente encontra esses estudos com esses dados que são relevantes para a gente levar em consideração mas sempre lembra porque não é uma regra então todos os gêmeos idênticos vão ser autistas Os Dois Gêmeos vão ser autistas assim como os gêmeos não idênticos até porque isso porque a ponta a probabilidade Então não é uma
certeza é a probabilidade que aumenta pais que tem um filho com tea apresentam dois a 18% de probabilidade de terem outro filho também autista Então esse tipo de resultado às vezes os pais perguntam os próprios pais perguntam se existem chances de após o primeiro filho ser autista de ter um outro filho que também é autista e é bom vocês terem essa noção do que as pesquisas apontam para quando os pais fizerem as suas perguntas vocês terem uma noção de como responder baseado nos dados e não no que a gente acha no que é o nosso
que é a nossa opinião esse embasados em resultados científicos a idade parental avançada oferece maior risco de desenvolvimento do transtorno então pais com idades mais avançadas tem maior probabilidade de maior risco de ter uma criança autista crianças que nascem prematuramente ou com baixo peso apresenta um risco de terem o transtorno espectro autista tem maior incidência em meninos do que meninas então uma média de 4.2 meninos para cada menina idade média para detecção ao redor de três anos e isso assim Caso seja feita essa avaliação e essa intervenção precoce que é o mais ideal então a
idade média acaba sendo de três anos porém nós temos estudos e até instrumentos para ajudar na detecção na identificação desse diagnóstico em crianças bem menores então em torno dos 18 meses de idade então esses autores sugerem que o diagnóstico ele já vai poder ser bem estabelecido ele já vai poder ser feito de uma forma bem adequada e concreta ao redor dos 18 meses de idade com relação ao IBGE né pensando aqui no nosso contexto o senso de beijar de 2022 buscou levantar os inúmeros acerca do Terra e aí existe a estimativa de cerca de 2
milhões de pessoas até no Brasil com relação aos estudos acerca do terra o primeiro estudo epidemiológico sobre autismo ocorreu em 1966 ou seja estudos grandes a gente quantitativos a gente já tá vendo desde bastante tempo atrás na Inglaterra por Vitor lotter e aí a prevalência encontrada foi de 4,5 crianças autistas para cada 10 mil Então aqui quando a gente fala de preferência a gente tá falando de números totais de Diagnósticos e não de casas novos e aí desde então a prevalência global de autismo aumentou aproximadamente 30 vezes e pensando que esse estudo Ele é americano
ele é dos Estados Unidos então não sabemos que esses dados vão se aplicar necessariamente ao Brasil a gente precisa buscar por estudos feitos numa base populacional brasileira para a gente chegar para esse resultado aqui no nosso país Existem algumas projeções que demonstram que até 2050 haverá um aumento de 42,7% em menores de 5 anos com ternos Estados Unidos o que significa 76 mil crianças e Isso mostra que o autismo é muito mais comum do que se pensava anteriormente então entre em relação com que a gente conversou na última aula de que o autismo ele não
está presente na nossa sociedade pode alguns anos para cá a gente já viu aqui que tivemos estudos grandes de que fizeram levantamento da prevalência já lá em 1966 a gente viu que o termo já é utilizado essas crianças já estavam sendo estudadas Apesar que com outras denominações com outros diagnósticos já lá muito tempo atrás que a gente encontra cada vez mais uma ideia que o autismo está os casos de autismo estão aumentando Porque estão tendo casas novos mas muitos estudos vou mostrar que não necessariamente é isso que isso está acontecendo a gente tem uma prevalência
maior mas é uma necessariamente São casas novas Nós temos muitos adultos buscando pelo diagnóstico de autismo então tentando descobrir que eles são pessoas autistas porque eles sentem que podem ter que transtorno do desenvolvimento e buscam pelo diagnóstico isso faz com que os casos aumentem Além disso nós temos muito mais informação muito mais acessam a essa informação e estão sendo muito mais divulgado e propagado de forma natural e não com essa ideia de que é algo ruim de que é uma doença de que a gente tem que temer falar sobre o tema e isso faz com
que a busca das pessoas por informações e por diagnóstico também e ressaltam-se algumas dificuldades operacionais nas pesquisas sobre essa temática principalmente para quantificar novos casos então para descobrir a incidência assim a maioria das pesquisas buscam medir o número total ou seja prevalência e nesse ponto onde a gente entra que não necessariamente porque a prevalência está aumentando alta quer dizer que nós temos casos novos outros estão nascendo mais crianças autistas assim que esse diagnóstico está se aprimorando Associação que se tinha entre autismo e retardo mental também está sendo muito bem mais estudado e aprimorado então primeiro
que não se utiliza mais esse termo precisa até colocar entre aspas esse termo retardo mental nós estamos falando sobre deficiência intelectual e a gente tem hoje muito mais estudos que estudam a associação entre o téa e a deficiência intelectual assim como a gente viu até na definição do Cid a nova definição que entrou em vigor em 2022 ela leva em consideração essa Associação com a deficiência intelectual aparecendo ou não como uma comorbidade ao transtorno do espectro autista Então mas esse aspecto a gente tá vendo uma aprimoramento nos estudos mas ele ainda é uma dificuldade para
as pesquisas porque é preciso ter um bom critério diagnóstico Então a gente tem que conseguir saber diferenciar Quais são as crianças que tem um transtorno no espectro autista com um rebaixamento cognitivo de uma deficiência intelectual e quais crianças têm a deficiência intelectual sem o transtorno do espectro autista isso acaba dificultando na hora da gente fazer os levantamentos na pesquisa assim como o método escolhido para o estudo Então dependendo do método escolhido para estudo e qual que são os objetivos desse estudo Isso dificulta para fazer para realização das pesquisas para a gente chegar em dados estejam
mais Concretos e baseados na realidade e pouca documentação de dados é um outro aspecto que dificulta operacionalização das pesquisas no cerca do autismo principalmente no Brasil então maior parte dos estudos que a gente tem até aqui para essa aula parece como exemplo são estudos dos Estados Unidos e da Europa isso indica o que que nós devemos continuar tentando pesquisando essa temática e produzindo mais achados mais estudos sobre o transtorno do espectro autista principalmente sobre a incidência e a prevalência dessa forma como eu falei Esse aumento da prevalência não necessariamente significa realmente que a incidência Geral
de autismo esteja aumentando o que a gente tem é uma gama de mudanças que contribuem para uma nova uma diferente percepção acerca do transtorno Então essas mudanças de valores são relacionadas a uma combinação de fatores mudanças conceituais na definição do pé como a gente viu temos mudanças recentes aí no dsm e nocide que mudam a classificação o diagnóstico precoce então nós temos uma refazer muito maior na importância do diagnóstico precoce e isso acaba fazendo com que as crianças cada vez mais novas recebam diagnóstico Mas isso não quer dizer que é porque as crianças de 0
a 3 anos estão sendo mais estão sendo mais crianças com terra autistas e sim que agora nós estamos dando uma infância maior para esse período da primeira infância de 0 a 3 anos para a realização do diagnóstico que talvez não estivesse acontecendo tanto a uns 10 20 anos atrás entre o tempo diagnóstico era maior estudos mais aprofundados sobre o Terra Então como estamos tendo estudos mais aprofundados do olhar o destaque sobre essa temática está bem maior isso também faz com que a mudança que a gente tem no conceito de terra seja revista maior disponibilidade de
serviços específicos e melhoria nas avaliações então nós temos muito mais serviços especializados para atender essa demanda bem como nós temos muito mais material de avaliação então testes inventários é para rastreio para diagnóstico e até mesmo para intervenção e uma maior sensibilização do público Assim como nós já conversamos sobre isso como eu falei estamos falando mais sobre o Ted de uma forma mais naturalizada e isso faz com que as pessoas tenham mais informação sobre o transtorno do espectro autista busquem por diagnóstico busquem por avaliação e isso tanto para as suas crianças pequenas quanto para si próprias
então como eu falei muito de adultos estão recebendo o diagnóstico Porque eles estão se informando isso não se identificando com que eles leem com que eles encontram de formação e aí buscam pela avaliação para verificar Para comprovar ou não de que suspeitas estavam corretas E aí vamos falar um pouco mais agora sobre o diagnóstico do transtorno do espectro autista Lembrando que o tea ele é considerado uma síndrome comportamental com a etiologias múltiplas e consequência de um distúrbio de desenvolvimento não é considerado uma doença e não é considerada algo que foi uma doença um transtorno que
aconteceu porque a mãe e o pai não deu amor não deu carinho ou não deu atenção para essa criança de acordo com dsm-5 na avaliação do diagnóstico do terra são considerados dois tipos de especificadores Então as características clínicas individuais e sintomas pertinentes do quadro como a gente está falando de um transtorno no espectro autismo então eu vou ficar sempre repetindo esse tema a questão do espectro não vai ser apenas levado em consideração os sintomas pertinentes ao quadro então Aqueles que são os critérios diagnósticos mas também características clínicas individuais daquela criança porque cada caso vai ser
um caso cada criança vai ser diferente isso favorece um diagnóstico diferencial então é alguns Alguns abrigos ou serem feitos com relação a esse diagnóstico essa avaliação pelo dsm5 a gente precisa levar em consideração se é com sem comprometimento intelectual com comitante Como assim comprometimento da linguagem associado alguma condição médica genética conhecida ou fator ambiental E além disso é preciso descrever os sintomas autísticos no qual devem ser considerados idade dos primeiros sintomas existentes ou não de perda de habilidades estabelecidas e a gravidade Lembrando que no décimo a gente ainda fala sobre a gravidade então alguns casos
no transtorno do espectro autista nós observamos a partir do relato dos pais quando eles chegam até nós em que a criança Apresentou um desenvolvimento típico até por volta dos dois anos e depois foi como se ela começasse a regredir e perder sua habilidades que ela já tinha adquirido isso é levado em consideração é preciso destacar e conversar quando a gente fala do diagnóstico que tá aqui relacionada com a existência ou não de perda de habilidades estabelecidas Então existe E aí quando as suas buscam informações mais usadas na neurociências Existem algumas podas neurais que a criança
passa ao longo do seu desenvolvimento que é basicamente uma eu acho que vou usar esse termo bem levianamente mas só para a gente ter uma noção é como se fosse uma limpeza dos neurônios para o cérebro faz para manter como é um crescimento muito elevado nessa primeira infância ele faz algumas limpezas para que permaneçam aqueles neurônios que estão sendo realmente utilizados estão sendo importantes para o desenvolvimento da Criança em algumas vezes as crianças transtorno do espectro autista podemos observar que teve como se fosse uma eliminação dessas habilidades que ela já tinha adquirido por causa da
poda neural Esse é uma explicação mais Rasa superficial só para a gente entender porque ele coloca essa questão da perda de habilidades estabelecidas mas a sujeira que quem tiver interesse busque sobre Esse aspecto da neurociência por transtorno do espectro autista porque vai ser bem relevante e ajuda a entender muita coisa então vamos falar mais sobre o que o décimo estabelece como o critério diagnóstico então a gente já viu como que ele define os aspectos naqueles três primeiros aspectos o abc que a gente viu na última aula mas aquele está mais aprofundado então a gente vai
dar uma olhada melhor então com relação às dificuldades na comunicação social e na interação social em múltiplas contextos conforme conforme manifestado pelos segue atualmente ou por história prévia Então a gente vai levar em consideração não só o atual mas também a história prévia relatada pelos pais então déficit na reciprocidade só se emocional variando abordagem social dificuldade para estabelecer uma conversa compartilhamento reduzido de interesse emoções ou afeto dificuldade de iniciar ou responder as interações sociais dificuldade aí nos comportamentos comunicativos não verbais que são utilizados para interação social Então o que a gente falou lá na última
aula por exemplo de identificar as pistas não verbais que a outra pessoa fala de como ela tá de outra pessoa dá de como ela tá se sentindo se ela achou legal ou não aquilo que a gente fez variando por exemplo da comunicação verbal e não-verbal pouco integrada normalidade no contato visual e linguagem corporal ou déficit na compreensão e uso de gestos a ausência total de expressões faciais e comunicação não verbal Então aquela característica da criança que parece apática que não se expressa não demonstra interesse e a sua fisionomia não costuma variar muito ela não entende
o que é outra pessoa está querendo dizer para ela ela não consegue fazer um contato visual funcional e adequado a linguagem corporal dela não condiz com aquilo que a gente espera e assim por diante e ainda relacionada essa questão da comunicação social déficit para desenvolver manter e compreender relacionamentos variando por exemplo na dificuldade de ajustar o comportamento para se adequar um contexto social a dificuldade em compartilhar a brincadeiras imaginativas ou fazer amigos e ausência de interesse por pares Então dentro aqui desse item a que tá relacionada comunicação social e interação social a gente pode encontrar
essas características agora com relação aos padrões restritos e repetitivos de comportamento destaca que pelo menos dois dos ressaltados seja na no contexto atual ou na história de vida dessa criança dessa pessoa então os movimentos motores usam de objetos ou fala estereotipados ou repetitivos então por exemplo além dos movimentos que a gente já falou de estereotipia do fleping se balançado girar tem também alinhar brinquedos girar objetos sempre brincar empilhando os blocos ou colocando em ordem ou pego o objeto o carrinho eles são as vezes mais comum da gente ver pega o carrinho e fica girando a
rodinha além de ecolalia e frase um dia ser práticas então a ecolalia também é outro que a gente costuma ver e costuma associar muito mais ativamente até que é as frases as palavras repetitivas os sons repetitivos Então quando você fala alguma coisa e a criança repete ou quando ela escuta uma palavra e fica repetindo essa palavra insistência nas mesmas coisas adesão flexível a rotinas padrões ritualizados comportamento verbal ou não verbal por exemplo sofrimento extremo em relação a pequenas mudanças dificuldade com transições padrões rígidos de pensamento rituais de saudação necessidade de fazer o mesmo caminho ou
ingerir os mesmos alimentos diariamente também que a gente já deu uma abordada na última aula aquela criança que tem muita dificuldade quando tem alguma mudança na sua rotina E aí pode ser deixa ela se sentir insatisfeita dela reclamar dela não gostar dela se recusar a fazer algo ou ir algum lugar até uma desregulação sensorial realmente muito grande em que essa criança Você joga no chão chora grita porque ela realmente perde o controle e não consegue lidar com o efeito dessas mudanças para ela interesse interesses fixos e altamente restritos que são anormais em intensidade ou foco
então por exemplo se apega muito a um objeto se concentra muito um objeto e reage de forma muito intensa quando ele é separado desse objeto só tem um interesse uma temática de interesse e tudo que ele faz fala e assiste É sobre essa temática sendo que ele também se desregula ele também entra em crise quando ele é direcionado para uma outra atividade para um outro objeto ou quando esse objeto de apego é retirado dele hiper ou hipo-reatividade a estímulos sensoriais ou interesse em comum por aspectos sensoriais do ambiente então por exemplo uma criança que tem
uma indiferença aparente a dor e temperatura Então ela a gente vê muito em momentos em que a criança está fazendo alguma atividade ou espaço colocando em risco e acaba caindo se machucando é como se ela não sentisse essa dor ou como se ela sentisse muito pouco essa dor ou a temperatura reação contrária sons texturas específicas achei lá ou tocar objetos de forma excessiva Fascinação visual por luzes e movimentos e é aqui como a gente tá vendo é hiper ou hipo em atividade então nós temos as crianças que gostam e gritam muito alto porque elas gostam
do barulho muito alto que ficam fácil nada com texturas específicas e ficam sempre mexendo sempre buscando essa Tex ficam sempre buscando um estímulo sensorial então por exemplo balançar pular Assim como nós temos as crianças que reagem de uma forma muito aversiva a esses estímulos então texturas específicas que elas não gostam não conseguem sentir em contato com a pele sons ou luzes em determinada intensidade que eles não conseguem suportar e reagem de uma forma que para a gente vai aparecer muito extrema para aquele para aquele iluminação ou para aquele barulho E aí como a gente viu
também na última aula ele citou mas devem estar presente precocemente no período do desenvolvimento Mas eles podem acabar se manifestando mais à frente quando as demandas sociais forem maiores E aí essa criança tiver confrontada com novas coisas com novos acontecimentos isso foi difícil para ela lhe dar e aqui a gente traz mais alguns adendos os sintomas causam prejuízos clinicamente significativos no Funcionamento social Profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo O que é está relacionado muitas vezes com o fato desses sintomas aparecerem aqui nesse período que as demandas sociais excedem as capacidades limitadas
porque muitas vezes o diagnóstico quando ele não é identificado precocemente Começam a surgir sintomas e características quando essa criança vai para escola e começa a ter prejuízos na sua interação social com os Coleguinhas no desempenho acadêmico essas perturbações agora o item ele essas perturbações não são mais bem explicadas por deficiência intelectual então entra na questão do que é uma das dificuldades nas pesquisas realizadas sobre essa temática Então tem que ter essa distinção entre o que é a deficiência intelectual Então se essa criança realmente ela não tem uma deficiência intelectual e sim um transtorno do espectro
autista Então não é explicado esses critérios diagnósticos eles não são explicados pelo bem ou pelo atraso Global do desenvolvimento na deficiência intelectual e o transtorno do espectro autistas podem ser comorbidades então eles podem estar Associados E aí para ser feito diagnóstico da comorbidade nutel e deficiência intelectual a comunicação social deve estar abaixo do esperado para o nível Geral do desenvolvimento porque esse é uma característica um critério diagnóstico do transtorno do espectro autista então crianças que possuem deficiência intelectual elas geralmente não possuem um prejuízo na comunicação social e aí uma nota que o dsm coloca indivíduos
com diagnóstico do dsm4 bem estabelecido de transtorno autista transtorno Springer ou transtorno Global do desenvolvimento sem outras especificação devem receber agora o diagnóstico de transtorno do espectro autista porque Lembrando que lá no dsm4 o transtorno do espectro autista ainda não estava consolidado como transtorno como um diagnóstico único que ele tava dentro desses transtornos do desenvolvimento Então quem foi diagnosticado lá na época do dsm4 pode ter recebido diagnóstico de transtorno de ácido ou transtorno Global do desenvolvimento que são duas classificações que a gente não utiliza mais então eles são considerados dentro do diagnóstico de transtorno do
espectro autista E aí tem aqui Um a gente eu trouxe uma tabela para a gente dar uma olhada de um protocolo geral que pode ser estabelecido para a realização do diagnóstico no transtorno do espectro autista Lembrando que o diagnóstico ele é clínico e multiprofissional o ideal é que esse diagnóstico seja feita por uma equipe multiprofissional por uma equipe com diferentes especialidades quanto mais estruturada e trabalhando em conjunto essa equipe tiver melhor então se for uma equipe interiores disciplinar que trabalha em conjunto para esse diagnóstico melhor ainda vim aqui tem a sugestão de um protocolo que
pode ser utilizado para fazer o diagnóstico então no primeiro tópico é uma história cuidadosa com os antecedentes de gestacionais pele e pós-matais então isso em qualquer coleta de dados qualquer anamnese que a gente costuma realizar a gente já sabe da importância de coletar não só a história do desenvolvimento da criança após o nascimento mas também pegar esses antecedentes de gestacionais estudo neuropsiquiátrico envolvendo aspecto de desenvolvimento avaliação física neurológica e psiquiátrica teste auditivos porque isso principalmente as formas acabam pedindo e acabam ressaltando mais a importância que muitas vezes tem que se descartar de que não tem
uma dificuldade auditiva que justifica o porque essa criança tá tendo um atraso na aquisição da linguagem então muitas vezes muitas vezes não em alguns casos a criança Ela tem uma dificuldade na aquisição da linguagem não porque ela tem um transtorno do espectro autista como muitas vezes associamos mas sim porque ela tem uma dificuldade auditiva e isso vai acabar interferindo influenciando na aquisição da fala avaliação oftalmológica estudo genético com análise cromossômica o estudo de DNA assim buscando verificar se não tem doenças genéticas situações de síndrome genéticas associadas neuroimagem então exames de neuroimagem e aqui tem alguns
exames isso aqui Muito provavelmente quem estiver assistindo e for terapeuta da área da saúde não vai fazer esses pedidos eles costumam ser feitos pelo médico especialista que está fazendo está participando da avaliação geralmente o médico acaba pedindo toda essa parte de exames de testes e a equipe terapêutica faz aplicação de inventários de testes e ver essa parte qualitativa da criança mas os homens então e aí Aqui tem a justificativa todos esses exames eles estão para tentar identificar outras síndromes outras transtornos que possam tanto descartar o transtorno espectro autista ou estarem Associados E aí lembramos que
o transtorno do espectro autista ele não vai ser diagnosticada por causa de um exame de imagem ou de um teste de sangue ou algum exame médico então não vamos fazer um exame pegar o resultado e no resultado está transtorno do espectro autista isso é bom de ressaltar para os pais para explicar o porquê que existem tantos exames muitas vezes eles acham que pode aparecer algo de acordo com os exames mas esses exames eles são para garantir de que o resultado da avaliação tem levado em consideração todos os aspectos possíveis possíveis para fazer uma eliminação em
chegar a um diagnóstico diferencial diagnóstico mais correto então aqui temos os exames que podem ser solicitados testes específicos de metabolismo outros exames Laboratórios laboratoriais como exames endócrinos de hipófise hemograma eletrólitos urologia e de novo tudo isso aqui solicitado pelo médico avaliações psicométricas e aqui entra mais a nossa alçada como terapeutas então avaliações do desenvolvimento motor do desenvolvimento cognitivo é avaliar o desenvolvimento motor linguagem cognição socialização e autocuidados e Aqui nós temos a sugestão do inventário portas de operacionalizado fazer também a avaliação de eficiência intelectual e que nós temos o visto e o Vaz esses peixes
são específicos da área da Psicologia E aí também avaliação da sociabilidade e ele sugere a escala adaptativa de vineland que são realmente instrumentos que nós temos mais conhecimento nós temos mais acesso porém existem outros que também vão nos ajudar a fazer essas avaliações E essas três áreas são de fundamental importância para o estabelecimento do diagnóstico terapeuta tipo com tea então aqui um foco maior na avaliação do desenvolvimento motor cognitivo do desenvolvimento da eficiência intelectual e da responsabilidade esse protocolo é pensando em uma equipe multidisciplinar Então vamos dar uma ênfase nisso por isso que nós temos
o pedido de exames que somente um médico consegue pedir junto com testes que são solicitados pelo psicólogo que são solicitados pela equipe terapêutica porque a ideia é tipo seja um diagnóstico em realizado por uma equipe temos também a avaliação da personalidade e aí aqui dependendo da abordagem que você atenda você pode não utilizar desses dessas avaliações então por exemplo o cat que é um teste de percepção infantil é um teste projetivo então geralmente ele é mais familiarizado é para pessoas que são da abordagem psicanalítica como a gente tá aqui focando na análise do comportamento provavelmente
vocês não vão utilizar dificilmente vocês vão utilizar esse tipo de teste Mas é bom ter conhecimento de que existe dentro desse protocolo uma parte para avaliação da personalidade então o teste de pirâmides coloridas difíceister o teste de roxar e outros instrumentos que eles sugere aqui em alguns casos o diagnóstico ele é feito pela equipe multidisciplinar utilizando instrumentos específicos e em outros os pais os médicos encaminham para uma avaliação neuropsicológica que tem aí uma gama muito maior uma bateria muito maior de testes Então vai depender do que foi solicitado pelo médico e para qual serviço para
qual programa que essa criança foi encaminhada Então essa informação ela é importante para estabelecimento de projetos terapêuticos já que permite a avaliação de prejuízos específicos em diferentes funções e por estabelecimento de estratégia de atendimento Clínico bem como uma avaliação desse processo de atendimento a gente tem você em mente que esse diagnóstico ele tem que ser o mais completo possível abarcar o maior número de áreas possíveis porque assim como as crianças se desenvolvem de uma forma integral então é o aspecto cognitivo da linguagem motor emocional estão interligados durante o desenvolvimento não é diferente para o desenvolvimento
de uma criança altíssima Então a gente tem que fazer um levantamento de diversas áreas do desenvolvimento tanto para fazer a identificação de onde estão os prejuízos quanto para ver se ela atende aos critérios diagnóstico diagnósticos frequentemente o ter espaço associado também a outras comorbidades assim como a gente viu lá atrás alguns slides atrás sobre a deficiência intelectual existem outras comorbidades que podem estar associadas ao autismo e quando a gente faz o diagnóstico é preciso estar atentos a gente tem que estar tendo se estamos falando só de um transtorno do espectro autista ou de uma comorbidade
tem alguma outra algum outro transtorno associado então por exemplo quando os critérios tanto por transtorno dessa de atenção hiperatividade quanto protestam preenchidos ambos os diagnósticos devem ser registrados Então temos casos de crianças que são diagnosticadas transtornos do desenvolvimento da Coordenação transtornos de ansiedade transtorno estrutural da linguagem deficiência intelectual transtorno depressivo transtornos mentais e outros diagnósticos de comorbidades podem estar Associados então não apenas a deficiência intelectual e o TDAH como esses outros transtornos inclusive de ordem emocional como ansiedade e depressão podem acabar sendo registrado como com uma comorbidade altera dificuldades específicas de aprendizagem também são comumente
encontradas assim como algumas condições médicas ou genéticas tais como epilepsia distúrbio do sono e constipação isso mostra como diagnóstico de transtorno espectro autista tem que ser muito bem realizado muito bem estruturado e que todas as áreas possíveis devem ser levantadas investigadas porque nós podemos encontrar outras doenças associadas a gente tem que ter a percepção do que que é uma condição do que que é outra condição então nós podemos achar epilepsia de estudo do Sono ansiedade depressão associadas ao transtorno do espectro autista é preciso ter bem evidenciado quando se tem uma comorbidade ou quando um diagnóstico
é mais adequado e o outro não se encaixa temos também o transtorno alimentar restritivo e evitativo que é uma característica se apresenta com bastante frequência no qual as preferências alimentares da criança podem ser extremas e podem ser e pode acabar prejudicando bastante o desenvolvimento nutricional e físico dessa criança então crianças que têm restrição alimentar seletividade alimentar elas não comem em determinado tipo de textura elas não conseguem se alimentar com alimentos provavelmente diferentes e isso acaba afetando todas as outras áreas do desenvolvimento porque sua criança não consegue se alimentar de uma forma adequada isso vai afetar
no seu desenvolvimento físico no cognitivo no motor e assim por diante Então tudo isso é preciso ser levado em consideração quando a gente está fazendo um diagnóstico do transtorno do espectro autismo então é muita coisa que a gente vai levar em consideração E aí preconiza sua avaliação multiprofissional Então como a gente já conversou aqui Desde da primeira aula a gente está falando sobre essas diferentes disciplinas e Geralmente as equipes contam com fono psicólogo pedagogo algumas contas com fisioterapeuta terapeuta ocupacional assistente social também pode fazer parte da equipe psiquiatra neurologista e pediatra o que vemos mais
é à procura dos das famílias por centros de atendimento que já possui a equipe multiprofissional que já atuem com atendimento interdisciplinar porque fica até mais fácil mais viável para essas famílias do que eles irem procurando um consultórios diferentes profissionais que atuam sozinhos e porque a comunicação entre a equipe vai ser muito importante para o traço do diagnóstico até para definição dos instrumentos que serão utilizados E aí é possibilita que a sua Gama essa Ampla Gama de sintomas sejam avaliados e mensurados considerando as necessidades e potencialidades de cada indivíduo com esse diálogo com essa equipe interdisciplinar
é possível que a gente se olha para essa criança de uma forma muito mais Ampla e muito mais abrangente olhando cada aspecto e Inter relacionando entre si Porque se forem um consultório eu aplicar apenas testes da área da Psicologia apenas testes comportamentais ou cognitivos mas não mistura as habilidades da linguagem as habilidades motoras eu não vou ter um quadro completo dessa criança e é preciso que a gente faça esse levantamento completo sobre a criança então como eu falei serviços interdisciplinares ou transdisciplinares tem uma diferença aí mas basicamente Em ambos A ideia é que a gente
tem uma equipe que pelo menos se conversam que pelo menos compartilha essas informações vai compartilhar esses resultados vai ter uma discussão em equipe para chegar na produção do relatório desse diagnóstico e ao final de cada avaliação se faz um estudo de caso que é onde acontece essa conversa na equipe multiprofissional para discutir os aspectos relevantes da avaliação e formular o relatório com a impressão diagnóstica da equipe então não só falar Ah é uma criança que é autista Tá mas pontuar o que que foi identificado tanto quantitativamente dependendo do instrumento do teste que for utilizado mas
também qualitativamente então de escrever Aonde estão os prejuízos o que foi que agiu como critério Diagnóstico como que foi o desempenho dessa criança na avaliação clínica e nos testes nos inventários realizados E aí os instrumentos de avaliação também são uma parte muito importante da avaliação do Terra então eles são úteis para padronização da avaliação esses instrumentos quanto mais estruturados é melhor serão os resultados mas fidedigno você não porque você pode aplicar outra profissional pode aplicar os resultados precisam ser parecido Já que é um instrumento validado e estruturado e você pode utilizar ele para fazer o
acompanhamento então aplicar num determinado período de tempo para ir fazendo rastreio acompanhamento de como que está sendo o desempenho dessa criança eles viam um processo para o raciocínio clínico e auxiliam nosso sistematização e comportamento dos achados inerentes pessoalidade então eles vão ajudar também a estruturar um relatório tanto para que a equipe para que outras pessoas outros profissionais que atendem essa criança possam saber o que foi encontrado quanto para família e aí promoveram um diagnóstico diferencial também se faz de grande importância assim como a gente vem falando porque ele evita conclusões equivocadas e refina a possibilidade
de um direcionamento individualizado e planejado de acordo com as peculiaridades de cada caso então podemos sugerir a intervenção mais adequada para essa criança de acordo com o diagnóstico que levou em consideração os aspectos específicos dessa criança E aí vamos falar um pouco de alguns instrumentos que podem ser utilizados para fazer o diagnóstico de crianças autistas a primeira Alguns vão ser mais comuns mais conhecidos outros vão ser mais específicos de determinada disciplina então mais específicos da área da fono mais específicos da área da to mas todos eles podem ser utilizados alguns são mais frequentemente utilizados do
que outros então a primeira é a escala mchat que é um instrumento de rastreio para o transtorno do espectro autista aplicado em crianças de 18 a 24 meses um ponto muito importante é sempre ficar atento em qual que é o objetivo do instrumento que vocês estão utilizando e qual que é a faixa etária para qual instrumento é adequado Porque alguns instrumentos são para crianças maiores Então você não vai conseguir aplicar com crianças com menos de dois anos outros são para crianças pequenas então por exemplo esse até quatro meses e você pode ter dificuldade para aplicar
para uma criança de 9 10 anos ainda mais dependendo do desenvolvimento cognitivo E aí pode ser aplicada por pais de cuidadores com o objetivo de identificar precocemente os sinais indicativos pelo terra ele tem 23 questões objetivas de sim ou não então não é necessário você ter uma formação você ter um curso para aplicar em chat porque ele pode ser aplicado inclusive pelos pais e cuidadores inventar de comportamentos autísticos ou então conhecido como ABC Mas também vai rastrear sintomas de teia em crianças a partir dos 3 anos temos o Ata que é escala de avaliação de
traços autísticos que é um protocolo de Triagem de fácil aplicabilidade que pode ser utilizado por qualquer profissional em caso de suspeita de terra indicado para crianças a partir de dois anos também um instrumento padronizado e que se fundamenta na observação Então você vai observar a criança e preencher o instrumento temos o Cars que também é um pouco mais conhecido ele contém 15 itens a uma escala contém 15 itens vão é auxiliar no diagnóstico e identificação de crianças autistas com aplicação também é super rápida qualquer profissional pode aplicar e é indicada para qualquer criança com mais
de dois anos de idade temos Aqui a escala de Desenvolvimento Infantil o Denver 2 e aqui é Denver 2 é diferente do modelo dever de intervenção precoce só para já deixar isso evidente a gente está falando de dois instrumentos diferentes isso aqui é o mais escala de rastreio né de triagem que vai verificar atraso no Desenvolvimento Infantil ele não é especificamente sobre diagnóstico para diagnóstico de transtorno espectro autista ele vai avaliar se tem atraso no desenvolvimento e é para crianças com até seis anos de idade tem como objetivo A triagem de crianças com problemas do
desenvolvimento e vai avaliar diversas aspectos Então pessoal social motora adaptativo linguagem alteração são alterações presentes no tempo por isso que a gente pode utilizar ele como uma ferramenta para ajudar a embasar o nosso relatório nosso diagnóstico é essa escala Eu gosto bastante ela é uma são duas folhas mas tem todo o livro de aplicação tem os materiais tem que comprar mas ela é realmente uma folha com várias quadradinhos você vai avaliando e preenchendo vendo se está dentro do limite esperado conforme mostra na folha É bem intuitivo temos o iar que é um instrumento de avaliação
para alfabetização ele foi planejado para ser um instrumento de auxílio para educadores então ele é mais no âmbito pedagógico né de psicopedagogo para quem atue escola atuam com crianças na faixa pré-escolar e do 1º ano do ensino fundamental e esse próximo tdl são mais utilizados na área da psicopedagogia aqueles anteriores são mais Gerais Esses são mais específicos da área da psicopedagogias mas utilizado lá então o TDR que é o teste de desempenho escolar também é um instrumento psicométrico que vai avaliar o desempenho escolar e as capacidades fundamentais de leitura escrita e aritmética é uma maneira
indica de maneira abrangente quais áreas da aprendizagem escolar estão prejudicadas quais são preservadas então ele também ele não vai ser específico para diagnóstico do transtorno do espectro autista Mas você é um instrumento que pode ser utilizado em conjunto com a outra bateria de instrumentos que foram selecionados quando principalmente estamos falando de crianças em idade escolar aqui temos o visc que já é específico do da Psicologia então para crianças de 6 a 16 anos e o Vaz que a variação para crianças a partir para adolescentes a partir de 16 anos são testes psicológicos para avaliação da
Inteligência de crianças e adultas Então também não é para diagnóstico de autismo especificamente mas é um teste de avaliação de inteligência tem várias vários exercícios várias tarefas que a criança o adulto tem que realizar e aí é avaliado o desenvolvimento cognitivo Então vai saber vai buscar saber da linguagem da pacquia da percepção da atenção da memória e das funções executivas temos também o figuras complexas de Whey que é um teste de cópia e reprodução de memória de figuras geométricas é bem utilizado ele mais utilizado em avaliações neuropsicológicas para crianças a partir de 4 anos com
o objetivo de avaliar as funções neuropsicológicas de percepção visual memória imediata não verbal e aí o objetivo dele é Verificar como o sujeito aprende os dados perceptivos que são apresentados e se foi conservado pela memória esses dois laje anterior principalmente o vice que o figuração complexas de Ray são mais utilizados em avaliações neuropsicológicas como eu falei então é algo mais específico dentro da área da Psicologia para se fazer uma avaliação neuropsicológica é preciso ter uma especialização nessa área é diferente de fazer uma avaliação psicológica então uma aplicação de teste na psicologia sendo que é mais
especializado mais específico e uma visão mais abrangente dessa pessoa Aqui nós temos o protocolo de observação comportamental o proc que é mais da área da fono então avaliação de linguagem aspecto cognitivos infantis é avalia de crianças pequenas então de 0 a 4 anos quanto o desenvolvimento das habilidades comunicativas e cognitivas por meio da observação ele vai ajudar na detecção de crianças com problemas de alterações no desenvolvimento da linguagem mesmo antes do aparecimento formal da oralidade é mais utilizado aqui por fono pela área da fono outro que também é utilizado pela área da fono é o
obsw Quem trabalha em equipe motivos já teve contato com uma equipe multidisciplinar já pode ter ouvido falar sobre o abfw e é um teste que vai avaliar o vocabulário expressivo ou seja o que essa criança consegue falar as habilidades fonológicas e pragmáticas indicado para crianças de 2 a 12 anos aqui a gente já vai para uma área mais para fisioterapia para quem trabalha mais com aspecto do desenvolvimento motor é o pede é um instrumento de avaliação aplicada em crianças a partir dos seis meses até os 7 anos e meio de idade até agora é um
do que pega é um dos instrumentos que pega as criancinhas mais novas e ele tem objetivo de fornecer uma descrição do desempenho funcional da criança documentando as mudanças em três áreas auto cuidado mobilidade e função social também vai dizer o quão independente a sua criança é você precisa da ajuda de cuidadores bem como se utiliza de alguma modificação no ambiente para facilitar seu desempenho então ele vai pegar muito habilidade de auto cuidado de atividades de vida diária outro que também é para área do desenvolvimento motor é o pebore que é composta por 6 sub testes
que avaliam as habilidades motoras grossas e finas de criança de 5 anos de 0 a 5 anos de idade o ados é um protocolo de observação do comportamento com roteiro em oito tarefas que são apresentados pelo examinador para contemplar além da comunicação e da interação social aspectos motores do comportamento e Alberta que é uma escala motora também da sua área da fisioterapia que é um instrumento de observação que vai ajudar a Avaliar na evolução do desenvolvimento de recém-nascidos Esse é para crianças bem pequenininhas mesmo mas recém-nascidos a termo e para termo a partir de 38
semanas de idade gestacional até 18 meses Então esse já é voltado para crianças que muitas vezes nasceram prematuras vai ser para uma avaliação do desenvolvimento motor tem também na área da to escala de atividades de vida diária então a escala de avd o teste avaliação de integração sensorial E aí para avaliar a integração sensorial tem esses testes sugeridos mas isso é muito da área da terapia ocupacional elas fazem uma formação especializada para fazer tanto avaliação quanto a intervenção em integração sensorial e além de todos esses instrumentos que podem ser o que vocês barrem apliquem ou
conheçam ao longo do caminho Quando forem atuar com essa área temos ainda esses aqui o idade é um instrumento relativamente novo também é para rastreio ele pode ser aplicado preenchido junto com os pais e é um instrumento para que pega crianças pequenas então de poucos meses até crianças se não me engano de 6 anos de idade tem a escala baile a bile é um instrumento que é um pouco mais caro mas ele também é bem completo para avaliação do desenvolvimento O protea que é um instrumento específico para o diagnóstico de autismo ele é qualitativo Então
você preenche por meio da observação você tem exceções estruturadas são três sessões estruturadas em que você vai observar alguns aspectos específicos do comportamento e da interação dessa criança para poder fazer o diagnóstico e o que eu falei anteriormente que é o modelo dever de intervenção precoce ele é mais utilizado para criar um programa de intervenção baseado no modelo na na versão naturalista digamos assim da análise do comportamento no ABA naturalista Então esse aqui também tem um curso específico sobre esse modelo tem cursos específicos tem o livro específico da abordagem E aí nós temos os critérios
de avaliação e identificação para estruturar um programa de intervenção ressalta-se então a importância da detecção precoce dos sinais do teste como a gente viu existem estudos que mostram que a partir dos 18 meses já pode ser consolidado uma boa um bom diagnóstico mas o quanto antes sendo um dois anos de idade até esse período dos três anos o quanto antes da detecção precocem dois sinais e um diagnóstico adequado de terra parece iniciar uma intervenção melhor o prognóstico em termos de desenvolvimento para essa criança e aí embora seja comum os pais perceberem as alterações do desenvolvimento
dos seus filhos antes dos 24 meses muitas vezes eles demoram para procurar por ajuda especializada e isso indica que a gente precisa está preparado para fazer essa identificação para orientar essa família seja Em qual contexto a gente já se deparar com essa criança muitas vezes eles não possuem a informação de que pode ser um atraso do desenvolvimento eles estão com aquela ideia muito difundida socialmente de que cada criança tem seu tempo então a gente tem que esperar cada criança vai se desenvolver em um ritmo diferente mas existe aí uma muitos estudos que ajudaram a perceber
Quais são as habilidades necessária em um período de tempo para que a gente consiga Estar atento a esses sinais que indiquem um atraso no desenvolvimento e busquemos por intervenção então é importante que todos os profissionais aí que trabalham com crianças então profissionais da atenção básica pais professores cuidadores tem noção tenho consciência do seu papel fundamental na identificação dos sinais do transtorno do espectro autista para poder encaminhar essa família encaminhar essa criança por uma avaliação e para uma intervenção a ideia não é que a gente colocar numa questão pejorativa de que o terror então a gente
tem descobrir logo para eliminar não é isso mas quanto antes a gente começar a intervenção quanto mais precoce for a intervenção maior vai ser o prognóstico para adaptação e para o desenvolvimento dessa criança porque ela vai estar sendo estimulada e as suas habilidades não está sendo estimuladas por isso que é importante da gente se dedicar tanto para um diagnóstico adequado e para disseminação de uma informação concreta e correta com relação ao tea bom essa foi a aula de hoje Aguardo vocês na próxima