Olá pessoal sejam bem-vindos a esse canal de saúde e segurança do trabalho meu nome é Mário Paulo sou médico do trabalho e durante um bom tempo fui professor na área de saúde e segurança do trabalho este canal foi idealizado para os profissionais técnicos na área de saúde e segurança do trabalho mas também pode ser utilizado pelos profissionais de nível superior que estejam iniciando A sua jornada na área gostaria de pedir que vocês seguissem a sequência das videoaulas para um melhor fluxo do aprendizado a cada videoaula Tentarei dar uma boa base para que depois vocês possam
aprofundar cada assunto específico conforme a necessidade de vocês como qualquer outro canal do YouTube você pode fazer sua inscrição gratuitamente Bastando para isso clicar no ícone inscrever-se no canto esquerdo abaixo Desse vídeo fazendo isto você será informado de algum novo vídeo que eu postar neste canal logo abaixo você encontrará o ícone sobre clicando lá você terá acesso à bibliografia relacionada a essa videoaula E além disso acesso ao meu LinkedIn Caso vocês queiram saber mais informações sobre a nossa experiência profissional Espero que todo esse material seja muito útil na prática diária de Vocês muito bem pessoal
nessa segunda parte sobre o risco físico ruído nós aprofundaremos as ações do ruído no organismo do Trabalhador como ele agride como ele age adoecendo o trabalhador em especial a pairo perda auditiva induzida por ruído ocupacional que é o principal efeito do ruído no trabalhador para a gente entender o que que é a perda auditiva induzida por ruído ocupacional a gente precisa saber Alguns conceitos primeiro o conceito de perda auditiva que também sinônimo de surdez a perda auditiva ela pode ser parcial o indivíduo ficar parcialmente com déficit de audição ou pode ser Total o indivíduo ficar
totalmente sem audição do mesmo jeito A surdez então é a mesma coisa surdez parcial ou sudz total o termo hipoacusia que frequentemente vocês vão ouvir falar hipo quer dizer baixa então por exemplo Hipotensão pressão baixa então hipoc é baixa capacidade de audição tá então quando o indivíduo tem uma surdez parcial ele tem uma hipoacusia e quando ele tem uma surdez Total ele tem uma anacusia nós vamos falar esses dois termos porque às vezes quando vocês lerem em algum lugar vocês vão saber o que que é já enfim nós temos vários tipos e causas de perda
auditiva total e parcial o ruído é uma das causas de perda auditiva Mas há inúmeras causas para a gente entender o que que acontece que o ruído faz perder a audição nós precisamos primeiro entender como a gente escuta para a gente entender como a gente escuta vamos conhecer um pouquinho do aparelho auditivo o aparelho auditivo ele tem o ouvido externo que é do tímpano para fora o ouvido médio que fica aqui do caracol até o tímpano é essa região e o ouvido interno é do Caracol para dentro esse caracol chama-se cóclea muito bem o som
chega pelo conduto auditivo externo chega no tímpano e o tímpano vai vibrar com a onda sonora na frequência que a onda sonora chega esse tímpano vibran vibra três ossinhos que estão no ouvido médio o martelo A Bigorna e o estribo esses três ossinhos vão vibrar e esse último ossinho vai vibrar um líquido que tem dentro desse caracol uma endolinfa que Chama e essa endolinfa vai gerar estímulos elétricos com essa vibração que vai através do nervo acústico que é o nervo que sai do ouvido até o cérebro onde o ruído o som é interpretado então o
ouvido é composto de três partes o ouvido externo até o tímpano o ouvido médio até o Caracol e do caracol e o nervo é o ouvido interno aqui essa parte que tem un círculos aqui é o famoso aparelho vestibular famoso labirinto labirinto Então fica bem junto do aparelho auditivo e ele é um dos responsáveis pelo nosso equilíbrio essa tuba faringo panica é uma tuba que vai do ouvido até a garganta e ela ajuda a regular a pressão aqui dentro do ouvido é por isso que às vezes quando a gente tá subindo uma serra ou descendo
uma serra a gente tem que engolir ou mastigar ou mexer a boca para que o ar entre aqui e regule a pressão de dentro do ouvido e pare de Dar aquela sensação desconfortável de que o ouvido tá tampado então através dessa tuba é que a gente faz essa regulagem da pressão aqui dentro do ouvido médio muito bem vamos ver isso aqui temos um filme que mostra o funcionamento então do aparelho auditivo as ondas sonoras chegam vibram o tímpano que o martelo que vibra a bigorna e que vibra o estribo e o Estribo vibra a endolinfa
lá dentro do caracol essa vibração gera impulsos elétricos que saem pelo nervo acústico e vão até o cérebro para o cérebro interpretar esses sons Então esse é o funcionamento do nosso aparelho auditivo muito bem a gente divide o ouvido em duas partes quando se trata de tipos de perda auditiva nós chamamos de perda mecânica ou condutiva quando a perda auditiva tem uma causa que está ou no Ouvido externo ou no tímpano ou nos ossos ou aqui no ouvido médio Essa é a parte mecânica da audição o som chega vibra o tímpano que vibra os ossos
tudo isso aqui é mecânico já a parte da do líquido vibrando e gerando estímulos elétricos já é uma parte neurológica do ouvido então do caracol para dentro o Caracol o nervo e o Cérebro nós chamamos da parte neurológica da audição então a parte mecânica ou utiva é do conduto auditivo O tímpano os ossinhos e o ouvido médio e a parte neurológica então é do caracol o nervo acústico e o Cérebro isso é muito importante a gente entender porque vocês vão ver que toda causa de perda auditiva que for neurológica tem pouco que se fazer quase
nada para se fazer em termos de trat já as perdas do tipo condutiva nós temos tratamentos para melhorar essa audição aqui nós vemos então o aparelho auditivo novamente o tímpano os ossinhos O estribo a cóclea que é o Caracol e o nervo acústico do céreo vejam bem quando a gente olha esse conduto auditivo a gente vê isso aqui quando a gente põe aquele aparelhinho a gente vê o tímpano lá no fundo que é essa membrana brilhante e aqui está o conduto nós podemos ter várias causas de perda auditiva desde o conduto até lá no cérebro
vamos começar a ver as perdas que são na sua parte mecânica ou Condutiva ou seja nós podemos ter uma diminuição da audição por aqui no canal por problemas nos timpo nos ossinhos Enfim tudo que ocorrer do ouvido médio para fora é mecânica condutiva então vejamos Aqui nós temos então o tímpano visto no conduto auditivo externo se a gente tiver o surgimento de uma rolha de cera né a cera é normal do nosso ouvido mas algumas pessoas produzem um pouco mais e pode de acumular essa cera essa cera pode tampar O canal externo do ouvido como
tá ocorrendo nesse caso aqui então a onda sonora que vem chega aqui ela é atenuada Ela reduz a sua potência ao passar por essa cera então dá sensação de baixa audição porque a onda chega com menos potência para vibrar o tímpano Essa é uma das causas de perda de audição problemas no conduto auditivo externo aqui eu gostaria de ressalvar que a cera ela é boa para ouvido você não deve retirar a cera do Seu ouvido não deve orientar os trabalhadores a tirar a cera do ouvido a cera ela protege o ouvido a cera contém substâncias
que matam micróbios bactérias vírus fungos e ela protege o ouvido Eu gosto muito de comparar a a cera do ouvido com a cera que protege a pintura do carro vocês já repararam que quando você passa a cera na pintura do carro e você joga água o que que acontece a água não se mistura e escorre totalmente Ela não fica parada na Pintura do carro aqui é a mesma coisa quando a gente tem a cera por dentro do ouvido se a água entrar aqui como ela não mistura com a a água vai sair com facilidade isso
evita que o ouvido fique úmido se você tira a cera a água fica parada aqui dentro essa água parada aqui dentro umidade aqui dentro vai favorecer o surgimento de fungos micose dentro do ouvido então a cera ela é boa pro ouvido se a pessoa for limpar pode limpar só a Borda aqui só a entrada do canal nunca limpar lá dentro a cera nesse casos quando há uma cera muito excessiva e endurece forma uma rolha de cera que a gente chama aí deve o médico fazer essa limpeza mas nunca a pessoa ficar limpando tirando a cera
lembre-se a cera é protetora do ouvido aqui você verá uma outra situação onde uma infecção pegou o conduto do ouvido essa infecção pode ser por uma bactéria pode ser pela micose Como eu disse ali se o indivíduo ficar tirando a cera e essa infecção inflama incha o conduto de modo que o ar tem dificuldade de passar tal como a gente tá vendo aqui então o ar não conseguindo passar não passa a onda sonora e a onda sonora vai perder força então e vai chegar com o dificuldade aqui no típo e consequentemente você vai escutar menos
então vocês estão vendo que tem vári causas de perder a audição nós vimos a rolha de ca agora vimos uma inflamação Do conduto externo vamos ver mais algumas vejam nesse caso Nós estamos vendo uma perfuração no tímpano um tímpano normal é assim a gente olha com aquele aparelhinho a gente vai ver essa membrana Clarinha transparente brilhante Aqui está a ponta do ossinho martelo vejam como tá essa membrana ela está esbranquiçada opaca e tem uma perfuração nesse tímpano essa perfuração diminui a eficiência do tímpano em vibrar quando as ondas sonoras chegam Compare isso mais ou menos
como se fosse um altofalante furado Vocês já viram que o altofalante furado ele não tem eficiência de produzir som é a mesma coisa aqui a onda sonora chega ao vibrar o tímpano ela perde eficiência porque há uma perfuração no tímpano Então essa é uma outra maneira de se perder a audição na parte condutiva do ouvido vejam que todas essas causas condutivas até aqui próximo a cóclea próxima ao caracol todas essas causas São tratáveis Então Veja a da cera nós podemos ir lá tirar essa cera fazer uma lavagem retirar essa rolha de Cera a da inflamação
nós tratamos damos antibióticos colocamos remédios aqui e essa inflamação vai melhorar e o indivíduo vai voltar a escutar novamente aqui na perfuração do tímpano às vezes algumas perfurações cicatrizam sozinhas outros precisam de uma cirurgia uma timpanoplastia onde a gente vai lá l E faz um enxerto ou costura enfim fecha esse orifício vejam que são todas causas com tratamento mais fácil e a pessoa volta a escutar outra causa comum de perder a audição são as infecções do ouvido médio dando pulls lá dentro do ouvido médio e isso pode então causar uma perfuração e o vazamento de
pul Essa é a principal causa de dor no ouvido de crianças mais novas e uma das causas importantes de perda de audição Na infância Então essas infecções de ouvido precisam ser bem tratadas para que não leve a uma perda de audição dessa criança porque aí pode conforme a quantidade a gravidade das infecções nessa região pode destruir os ossos destruir o tímpano enfim precisam ser bem tratadas mas também há tratamento Se você dá antibiótico esse antibiótico vai combater essa bactéria geralmente a bactéria que dá essa infecção e com o Tratamento cicatriz tudo isso e o indivíduo
volta normalmente a escutar alguns casos Como eu disse conforme a gravidade pode deixar sequelas os indivíduos ficar com a perda parcial da audição Mas o que eu quero que vocês entendam é que todas as causas de perda de audição do caracol da cóclea para fora nós temos um tratamento a ser feito Temos alguma coisa para melhorar a audição desse indivíduo O que é problemático são as perdas de audição da Cóclea do caracol para dentro vido interno cóclea ner acústico e Cérebro Então essas perdas são neurológicas ou a gente chama de neurossensorial essas perdas neurossensoriais elas
não têm um tratamento fácil ou nenhum tratamento para ser feito então tá aqui as perdas neurossensoriais Ou seja que atinge aqui o que tá em amarelo né do caracol para dentro caracol nervo e Cérebro são de Difícil ou impossível o tratamento nós não temos muito o que faz quando a pessoa perde audição nessa parte neurológica do ouvido o ruído é uma das causas ele atinge aqui a cóclea o Caracol aqui ele agride Exatamente Essa parte do ouvido levando o indivíduo a uma perda neurológica uma perda neurossensorial da audição Mas tem várias causas de perda neurossensorial
por exemplo um traumatismo indivíduo que sofre um Acidente de moto bateu a cabeça ele pode lesar essa parte do ouvido pode lesar o cérebro pode lesar o nervo e perder essa audição infecções algumas infecções podem acometer o Nero o cérebro essa parte aqui por exemplo rubéola na infância né durante a gravidez pode gerar uma perda muitas dessas crianças que nascem surdas às vezes foi porque a mãe teve alguma infecção durante a gravidez rubéola Sarampo citomegalovírus enfim alguns Vírus podem acometer essa região do do ouvido e também do nervo e causar A surdez alguns medicamentos algumas
drogas também afetam essa parte neurológica da audição por exemplo com os antibióticos aminoglicosídeos algumas substâncias químicas podem afetar aqui também então por exemplo pode ser do trabalho ou não no trabalho nós temos como exemplo solventes aromáticos tipo tolueno chileno temos alguns metais pesados tipo Cdmo chumbo Mercúrio que também podem levar a surdez enfim são várias substâncias químicas também que podem afetar a audição do indivíduo na parte neurológica algumas doenças também como o Diabetes doenças reumáticas pressão alta tumores neoplasia são tumores então um tumor que é muito conhecido é um tumor que dá nesse nervo aqui
o nervo acústico né Um Chamado neurinoma do acústico o indivíduo tem um tumor nesse nervo é um tumor benigno mas que você Precisa retirar pela localização dele quando você retira esse tumor apesar de ser Benigno você corta o nervo e o indivíduo fica surdo desse lado onde onde teve o tumor causas hereditárias né de família causas congênitas Como eu disse da rubela causas vasculares por exemplo o indivíduo sofre um derrame uma isquemia ou seja uma falta de circulação nessa região isso pode levar o indivíduo a ficar surdo né Eh doenças do sangue também podem levar
entupimento da Circulação aqui o indivíduo ficar enfim são várias as causas de indivíduo perder a audição do tipo neur sensorial e não importa qual seja a causa quando atinge a parte neurológica da audição ou seja quando a perda é neurossensorial atingindo a cóclea ou nervo acústico ou o cérebro são na maioria das vezes irreversíveis ou seja não tem que muito o que fazer em termos de tratamento e o ruído está nessa Então esse é o grande problema do ruído no Ambiente de trabalho Porque se o indivíduo perder a audição pelo ruído como ela é uma
perda neurossensorial nós não temos muito o que fazer em termos de tratamento vamos entender então o que que acontece com o ruído lá na cóclea o ruído ele atinge exatamente então a cóclea onde estão células essas células aqui ciliadas essas células ciliadas elas vibram com o ossinho que tá aqui que é o estribo ele Vibra um líquido que tá aqui dentro que é a endolinfa essa endolinfa tu vibra esses cílios esses pelinhos que essas células nervosas que estão aqui dentro do caracol entro da cocla e essa vibração desses cílios geram estímulos elétricos impulsos elétricos através
desses nervin que vão formar o nervo acústico aquele que vai lá pro cérebro e é exatamente aqui que o ruído agride o ruído vai agredindo esses Pelinhos esses cílios dessas células a vibração excessiva pela intensidade da onda sonora ou seja pelos decibéis muito elevados vão agredindo esses cílios e as células vão perdendo esses C vão ficando meio carecas E com isso a audição deixa de ocorrer e essa perda desses cílios é Irreversível não tem o que fazer o que perdeu perdeu e Aqui nós temos um detalhe da cóclea lá do caracol então aqui fica o
estribo ossinho e ele então Vibra o líquido que tá aqui dentro e aqui dentro então tem aquelas células ciliadas em toda a cóclea até aqui e nessa região aqui estão as células mais sensíveis que são as células responsáveis pelas frequências de 3 4 e 6 khz e também 2 khz mas principalmente 3 4 e 6 khz e essas células Então são mais sensíveis ao ruído intenso E é exatamente então aqui que essas células são mais agredidas e vão perder esse cílios aqui Essa aqui é uma fotografia microscópica mostrando os cílios das células do órgão de
corte que são os cílios responsáveis por gerar o impulso elétrico que vai pelo nervo acústico até o cérebro para que a gente possa escutar e quando a gente olha uma audiometria de uma perda auditiva induzida por ruído o que a gente observa e nós vamos ver isso com detalhe agora mesmo é exatamente que as frequências mais acometidas são 3 4 e 6 khz onde Você vê uma queda da capacidade auditiva desse trabalhador então aqui realmente é onde estão as células mais sensíveis a níveis de pressão sonora elevado bom e para os trabalhadores expostos a ruído
a nr7 lá no quadro 2 no anexo 1 traz as diretrizes e parâmetros mínimos para avaliação e acompanhamento da audição em trabalhadores expostos a níveis de pressão sonora elevados Ou seja expostos a ruído elevado a ruído intenso nós vimos que ruídos acima de 80 Decibéis que é o nível de ação já tem que se tomar atitude e uma delas é a realização da audiometria periodicamente para avaliar a audição desses trabalhadores expostos e a audiometria a gente precisa conhecer alguns detalhes até para que a gente possa sintonizar com os profissionais da área falar a mesma língua
e procurar trabalhar em conjunto protegendo os trabalhadores toda exame de audiometria ela deve ser Precedido de uma otoscopia quer dizer ouvido escopia olhar então otoscopia é Olhar lá dentro do ouvido assim como el tem endoscopia para olhar o estômago Aqui nós temos uma otoscopia e esse aparelhinho aqui chama-se otoscópio agora dá pra gente entender por que é importante fazer isso que essa profissional está fazendo fazendo oscopia por quê Porque na oscopia a gente vai ver já se tem alguma Rolha de Cera se tem uma perfuração nesse tímpano se tem uma infecção aqui no canal para
que a gente já tome medidas antes de fazer audiometria por exemplo se você tiver uma rolha de cera não adianta você fazer audiometria é preciso fazer a lavagem primeiro retirar essa cera para que faça o teste o teste seja fiel aos resultados então não adianta você fazer a audiometria com uma infecção com uma rolha de Cera então toda a audiometria Deve ser precedida de uma avaliação do ouvido externo através de uma otoscopia uma outra coisa interessante é o ômetro oto mais uma vez resolvido metro medidor Então esse autômato esse aparelhinho aqui essa borrachinha que tem
três tamanhos e você mede o tamanho do canal do ouvido do Trabalhador Esse ômetro é importante principalmente para aqueles trabalhadores que queixam que não estão se adaptando ao protetor que você Forneceu Então é bom que o profissional da área o fonodiólogo Dê uma olhada faça a medição desse conduto e adeque o protetor auditivo se for do tipo de inserção para que esse trabalhador trabalhe mais confortável muito bem então sabendo disso feito autoscopia nós partimos então para a audiometria em si a audiometria ela é feita por um profissional médico ou um fonodiólogo geralmente é o fonodiólogo
e esse Fonodiólogo vai fazer um teste da capacidade auditiva desse trabalhador esse trabalhador tem que estar dentro de uma cabine acústica com isolamento acústico de acordo com a norma ISO e ele tem que tá com 14 horas de repouso é muito importante o repouso auditivo Porque isso pode dar falsa perda auditiva todo mundo aí já foi em alguma festa de ouvir um som alto e sai da festa e fica com aquele zumbido no Ouvido parece que não tá escutando direito ou parece que tá escutando demais só o zumbido e não tá escutando as outras coisas
É exatamente esse efeito que a gente quer evitar quando a gente pede e a norma estabelece 14 horas de repouso auditivo no mínimo antes de fazer o exame então o trabalhador quando vai fazer o exame ele tem que sair do trabalho e tem que ser orientado a ficar de repouso auditivo não ouvir som alto não ouvir televisão alta enfim evitar Ruídos excessivos até o dia seguinte quando ele vai fazer o exame de audiometria bom e como é realizada então a audiometria a audiometria nós vimos os tipos de som grave agudo e na aula passada né
os tipos de frequência de som e aqui o que o profissional que está realizando a audiometria faz é o seguinte ele emite um som por exemplo na Facha de 250 hz V se a pessoa escutou a pessoa que tá lá na cabine tem um botãozinho que ela Vai apertar sinalizando que escutou ou vai levantar a mão dizendo que escutou aí ela emite o mesmo som com o volume mais baixo e novamente ela aguarda ver se a pessoa escutou e assim ela vai reduzindo a potência o decibel ficou muito claro isso na aula anterior que decibel
tá aqui ó decibel está relacionado à potência do som então quanto mais baixo aqui maior a altura do Som Maior o volume do som maior a potência Maior o decibel Então ela começa primeiro com uma potência mais alta vai reduzindo e diminuindo o volume do som até marcar onde a pessoa escutou o som de maneira mais baixa então ela faz isso com um som de 250 hz ela faz isso com um som de 3000 hz ela faz isso com som de 6000 hz enfim sempre começando num volume mais alto e vai reduzindo até o último
ponto onde você escutou E aí marca-se o local onde a pessoa escutou a Última vez e com isso vai se construindo um gráfico da capacidade auditiva do Trabalhador nas suas várias frequências de som que são oito frequências estabelecidas pela Norma então 250 hz 500 hz 1000 hz ou 1 khz 2 khz ou 2000 hz e assim por diante 3 khz 4 khz 6 khz e 8 khz 1 2 3 4 5 6 7 8 frequências diferentes que são analisadas durante o exame de audiometria e a construção desse gráfico então nós temos o que é um
valor Normal é considerado normal para todas as frequências Não importa se 8 6 3 ou 250 hz enfim para todas essas diferentes frequências de onda sonora a pessoa tem que escutar num volume ou seja num decibel de até 25 DB então todas as frequências devem ser escutadas até 25 quando a pessoa precisa de um som mais intenso que 25 por exemplo 30 40 DB já é uma perda auditiva para aquela determinada Frequência e de 25 a 40 é considerada uma perda leve de 40 a 70 uma perda moderada de 70 a 90 DB uma perda
Severa e de 90 para cima uma perda profunda então quanto mais baixo tá no gráfico o Pontinho a marcação significa que maior volume que teve que ser emitido para esse indivíduo escutar então o normal é até 25 DB de volume para todas as frequências bom então quando o indivíduo faz a audiometria e está tudo acima dos 25 ou seja com Volume abaixo dos 25 né decrescente então daqui para cima vai diminuindo o som então quando o indivíduo escuta até 25 debis é tudo normal agora quando alguma dessas frequências está alterada a gente precisa aprofundar o
exame o que eu quero que vocês entendam é o seguinte quando você emite o som pelo fone ele está indo via ar ou seja via aérea o som vai caminhando pelo ar através do conduto chega aqui no tímpano esse som essa onda sonora vibra o tímpano que Vibra o assim e assim por diante vejam se o indivíduo via som via audiometria normal está escutando bem significa que todo o ouvido dele está normal porque a onda sonora veio vibrou o tímpano que vibrou os ossinhos que vibrou o líquido que vibrou aquele cílios que nós vimos que
emitiu o impulso elétrico passou pelo nervo foi lá no cérebro e o Cérebro interpretou o som portanto se o indivíduo está escutando na via aérea através do Fone se ele tá escutando normalmente significa que todo o aparelho auditivo dele está normal agora quando ele não tá escutando bem a gente precisa fazer um outro teste para descobrir onde está a causa dessa perda de audição Será que ela é do tipo condutiva que tem algum tratamento ou será que ela do tipo neurossensorial que não tem o que fazer se ela for por ruído ela vai ser do
tipo neurossensorial como é que a Gente vai saber se ela neurossensorial ou se ela é condutiva então se a audiometria via aérea está normal a integridade de todo o aparelho auditivo Agora se a via aérea está alterada temos que fazer a via óssea para identificarmos se a perda é do tipo condutiva ou seja naquela parte mecânica do ouvido ou se ela é neurossensorial ou seja da Coca do caracol para lá Como é que isso é feito isso é feito através de um pequeno vibrador que é colocado atrás do ouvido do indivíduo nesse osso que fica
bem atrás do ouvido que se chama mastoide nós vimos na aula princípios das ondas que a vibração está muito próximo do som do ruído se vocês não viram essa aula mais uma vez sempre importante ver essa aula antes de ver a aula de ruído então lá a gente Mostrou quanto a vibração está muito próxima do som como é que a gente usa isso então a gente põe um vibrador nesse osso aqui atrás do ouvido do trabalhador e ele emite o som através de vibração o som através do osso ele vai direto para o Caracol e
do caracol para o nervo e pro cérebro ele não usa nem o tímpano nem os ossinhos enfim toda essa parte condutiva mecânica do ouvido não é usada enfim não o som não passa pelo conduto não passa pelo Timpo não passa pelos ossinhos ele vai direto aqui no caracol na cóclea E aí a gente vai testar como é que está essa Coca e daqui em diante então aqui está a audiometria via óssea essa aqui é a audiometria normal via aérea emitindo o som pelo fone e aqui dá para você ver o vibrador esse vibrador aqui já
posicionado para fazer o exame ele é colocado nesse osso que se chama mastoide que fica atrás do ouvido e ele Emite o som então através do osso o som passa através do osso e vai direto para a cóclea aqui Dá para vocês verem em detalhes o fone de audição via aérea né então o som emitido via ar e aqui detalhe do vibrador que é colocado atrás do ouvido no osso mastoide para emitir o som via uso muito bem então é ficar claro como que a gente descobre se o indivíduo está surdo da parte condutiva ou
seja do Conduto do tímpano e do ouvido médio ou se é na parte neurológica vamos lá se eu emito o som via fone via aérea e ele escuta normal significa que tá tudo normal desde a entrada do ouvido até o cérebro se você mandou o som via ar e esse som via ar não chegou adequadamente Ou seja a audiometria está alterada então nós temos que fazer o som via osso para descobrir onde está o problema se a gente mandou o som via ar E o indivíduo não tá escutando direito e mandamos o som via osso
e ele chega aqui na cóclea vai pro nervo e vai pro cérebro se esse som via osso o indivíduo está escutando normal então o problema está ou no osso ou no timpo ou no canal quero que isso fique bem claro mais uma vez se o som está chegando pelo conduto e o indivíduo não está escutando normal nós vamos fazer a via óssea para para ver onde está o problema se eu mando o som via osso que vai direto para cá e o Indivíduo escuta normal significa que o problema está ou nos ossinhos ou no tímpano
ou no canal Agora se ele não tá escutando via ar e não tá escutando via osso significa que o problema está aqui porque nós mandamos o som direto para cá ou tá aqui no caracol ou tá no nervo ou tá no cérebro Então esse exame via óssea é que vai dizer pra gente se a perda auditiva é do tipo Mecânica do tipo condutiva que a gente fala ou se ela é do tipo neurológica ou Neurossensorial então todo indivíduo que tem perda no exame via aérea tem que fazer o via osso para descobrir se o problema
está na parte neológica da audição ou na parte mecânica ou seja ou é uma perda condutiva ou é uma perda neurossensorial e nós vimos que o ruído é uma perda do tipo neurossensorial porque atinge a cóclea o Caracol então na perda por ruído se a gente mandar o som via ar o indivíduo não vai escutar se a gente mandar via osso também não Vai escutar porque o som via osso vai chegar aqui no caracol não é aqui que tá o problema causado pelo ruído então ele também não vai escutar o som via osso então a
gente caracteriza que é uma perda neurossensorial ou seja tanto via ar quanto via osso não tá escutando então o problema tá na parte neurológica da audição muito bem e na audiometria nós temos os símbolos internacionais de marcação esses símbolos em qualquer Lugar do mundo são os mesmos e são os adotados pela NR o ouvido direito é marcado com uma bolinha vermelha onde o indivíduo escutou n nós vios lá que o profissional que tá realizando audiometria começa com o volume do som mais alto vai reduzindo gradativamente e vai marcar onde o indivíduo escutou mais baixo por
exemplo se ele escutou com o volume de 10 dbis foi o volume mais baixo que ele escutou então marca-se no 10 e assim vai e faz Com as várias frequências o lado direito então é marcado com uma bolinha vermelha e aí depois você liga essas bolinhas criando esse gráfico o lado esquerdo é marcado com um x Azul isso em qualquer lugar do mundo é assim um X azul são símbolos internacionais e a via ósea ela é marcada com esse sinal semelhante a menor do lado do ouvido direito e sinal semelhante a maior do lado esquerdo
do ouvido então Esses são os símbolos internacionais para marcar audiometria muito bem então vamos lá vamos ver se a gente entendeu bem essa questão da perda condutiva estamos aqui diante de uma perfuração do tímpano Então aqui tem um buraco aqui no tímpano se eu mando o som via ar e essa bolinha é do som via ar a gente não tá escutando direito vejam que houve uma queda tá acima de 25 então o indivídu tá tendo que aumentar o som para ele escutar Então o indivíduo não escutou bem via ar então o que que nós temos
que fazer temos que fazer o som via osso para ver onde tá o problema como o problema tá aqui no tímpano Se eu mandar o som via osso que vai direto para cá esse indivído via osso vai escutar normal então a audiometria dele vai ser assim vejam via osso ele tá escutando normal na faixa Verde aqui e via aérea ele tá escutando mal então isso é típico de uma perda condutiva ou seja da perda nessa Parte que tem tratamento nós vamos lá e vamos costurar esse timpan não fazer uma plástica Ness tinp enfim vamos fazer
um tratamento a perda está na parte condutiva do ouvido Então essa é a característica de um exame de audiometria da perda condutiva fica um espaço entre a via óssea e a via aérea na Via óssea o indivíduo tá escutando normal e na via aérea não está escutando normal agora quando é uma perda neurossensorial por exemplo a do ruído Que atinge lá o caracol que que vai acontecer nós mandamos o som via ar então o som caminhou aqui pelo conduto chegou lá no tímpano passou pelos ossinhos chegou aqui não tá passando direito no caracol então o
indivíduo não escuta Viar a você fez audiometria deu perda auditivo Então tá escutando com som mais alto aqui essas frequências 40 DB 50 DB bom então como é que eu vou saber agora se o problema é Da parte condutiva ou da parte neurossensorial eu emito o som via uso mas o som via uso ele não vai direto aqui pro caracol nós não estamos com problema no caracol então a audiometria vai dar isso aí ó vai escutar mal via aérea e vai escutar mal via osso Então esse tipo de perda é uma perda ne sensorial ou
seja atingiu a parte neurológica do ouvido e essa perda não tem muito o que fazer em termos de tratamento nós vimos isso e Essa é a perda do ruído nós vimos que é uma da das causas de perda neurossensorial é o ruído porque atinge exatamente o Caracol que faz parte da parte neurológica do ouvido espero que isso tenha ficado claro se não ficou Claro voltem os slides revejam para entender bem isso muito bem a perda auditiva por ruído induzida por ruído ocupacional lá na nr7 no anexo 1 quadro 2 tem as suas características descritas Então
vamos lá vamos conferir Quais são as características que a nr7 diz que são as características da per auditiva por ruído primeiro são perdas auditivas neurossensoriais então isso tá bem claro pra gente agora Ela atinge a cóclea São irreversíveis ou seja Sem tratamento em alguns casos Existem algumas próteses hoje que podem ajudar mas enfim são perdas neurossensoriais portanto irreversíveis Elas são perdas auditivas lentamente progressivas levam de 10 a 15 anos para ocorrer e é por isso que a nr7 lá no seu quadro nois pede que a audiometria seja feita anualmente não precisa fazer tão próximo a
já visto que ela é uma perda que leva anos para ocorrer Então você fazendo de ano em ano já dá para você pegar a doença no começo Desde que seja feito regularmente ano e ano são bilaterais e simétricas ora se você tá exposto ao Barulho você tá exposto os dois ouvidos ao barulho é muito difícil você ter só um exposto ao barulho então a perda vai ser bilateral e simétrica ou seja se houve uma perda de 4K no ouvido no outro ouvido também vai ter em 4K ou seja o gráfico de um ouvido com outos
são parecidos não são iguaizinhos mas são parecidos havendo perda nas mesmas frequências elas atingem preferencialmente as frequências altas de 3 4 e 6 khz nós vimos isso agora Mesmo que as frequências mais atingidas são 34 e se essas são as frequências mais agredidas são as células mais sensíveis lá do caracol ao ruído então ele faz uma audiometria que a gente chama de gota acústica Então quando você vê uma audiometria típica de alguém que perdeu audição por ruído você vê as primeiras frequências geralmente todas normais e quando chega aqui nas frequências altas há uma perda de
audição fazendo esse entalhe aqui que a Gente fala que é conhecido como gota acústica quase nunca as perdas passam de 75 DB nas frequências altas Então ela quase nunca atinge mais que 75 DB ó 75 tá aqui você ver essa aqui chegou a 70 mas não chegou a 75 então quase nunca atingem 75 e nas frequências baixas Quando essas frequências aqui são são acometidas quase nunca chegam a mais que 40 desse 10 Então essa é mais uma característica nr7 traz pra gente cessada a exposição ao nível de pressão Sonora ou seja cessada exposição ao ruído
não há progressão da perda auditiva então uma característica da perda auditiva por ruído separou de tá exposto a ruído excessivo a auditiva para Exposições pregressas ou seja Exposições anteriores não tornam o ouvido mais sensível a Exposições futuras que que quer dizer isso lá na nr7 diz claramente que se você já teve exposição a ruído Anteriormente não faz o ouvido ficar mais sensível para Exposições futuras ao ouvido ao contrário a perda de audição se dá mais lentamente isso tudo quem definiu foi o comitê Nacional de ruído e Conservação aditiva Esse aspecto aqui Exposições pregressas não tornar
o ouvido mais sensível é muito importante porque é comum a gente V Serviços Médicos impedir o trabalhador de trabalhar em determinado setor porque ele tem uma Pequena perda ou porque tem uma perda auditiva de desde que ele esteja adequadamente protegido essa perda não vai aumentar então uma perda anterior não vai tornar o ouvido mais sensível quer dizer o indivíduo não vai perder porque ele já tinha uma perda Pelo contrário tá escrito aqui ao contrário a progressão da perda se dá mais lentamente Ou seja é muito mais difícil de perder audição nesse caso Então é importante
ficar claro para não se cometer nenhum ato discriminatório quem tem perda de audição basta proteger adequadamente esse trabalhador muito bem vamos ver aqui alguns exemplos para a gente fixar melhor essa questão da audiometria Então vamos ver primeiro um exemplo de uma audiometria normal lembrando o fono audiólogo ou profissional que tá fazendo audiometria vai emitir os sons nas Várias frequências 250 500 1000 3000 assim por diante sempre começando volume mais alto vai reduzindo e marca onde o indivído escutou mais baixo possível e assim ele faz com os vários tipos de som então aqui 6000 hz e
assim vai se marcando e construindo o gráfico a audiometria normal nós vimos que os dois ouvidos tanto a orelha direita quanto a orelha esquerda orelha direita nós vimos que é bolinha vermelha Todos estas frequências foram marcadas acima de 25 DB ou seja mais baixo que 25 DB de volume então escutou com o volume bem baixinho todas essas também do ouvido esquerdo foram marcadas acima de 25 DB Então esse é uma audiometria normal no caso de uma perfuração de um tímpano ou de uma infecção lá no ouvido como nós vimos lá no ouvido médio o que
que vai acontecer nós emitimos o som via ar e a pessoa não não escuta Direito né Tá abaixo dos 25 aí a gente emite o som via osso como o som via osso não usa tin vai direto aqui pro caracol via osso a pessoa escuta normal então Exatamente Essa é a audiometria de alguém que tem uma lesão no tímpano Você tem uma perda via aérea e não tem uma perda via osso essa é uma perda condutiva nesse exemplo três nós vimos que a perda auditiva por ruído Ela atinge em especial as frequências de 3 4
e 6 fazendo a gota Acústica vejam esse exemplo todas as frequências estão abaixo do normal todas isso não é característico de perda por ruído ela é simétrica neurossensorial Ou seja a via osso tá junto com a via aérea dos dois lados então é uma perda neurossensorial porém sem aquela característica de gota acústica Então essa perda auditiva seguramente não é por ruído pode ser por tendência genética familiar pode ser por Medicamento pode ser até ocupacional por agentes tóxicos p como por exemplo tolueno chileno mas não pelo ruído agora esse é um exemplo clássico de uma perda
auditiva por ruído Então vamos seguir as características que a nr7 nos deu são perdas auditivas neurossensoriais então tanto faz via ar quanto via osso a pessoa não escuta manda o som via ar ela não escuta manda o som via os como tá lá no caracol o problema não escuta também então a perda Neurosensorial via óssea escutando tão mal quanto via aérea São bilaterais simétricas então tem perda dos dois lados tanto do ouvido esquerdo qu do ouvido direito simétrica eu disse para vocês que as perdas são parecidas veja não estão iguaizinhas mas são bem parecidas atingiu
por exemplo mais a frequência de 4K aqui também atingiu mais frequência de 4K vejam que aqui nós botamos um detalhe Também a data do exame e a calibração do audiômetro isso é uma coisa precisa ser vista esse exame foi feito em 2012 e a calibração foi feita em 2011 é sempre importante que o aparelho de audiometria esteja com a calibração em dia uma revisão anual e aqui o repouso de 14 horas nós vimos o quanto é importante muito bem e a nr7 diz que a perda auditiva por ruído atinge preferencialmente as frequências de 3 4
e 6 khz exatamente o que tá acontecendo Aqui as frequências de três 4 e 6 khz são as acometidas neste paciente muito bem vamos seguir com as características da pyo de acordo com a nr7 lá diz o seguinte que são perdas auditivas lentamente progressivas demorando de 10 a 15 anos a sua evolução nós pegamos um exemplo aqui de um trabalhador que a gente acompanha vejam bem esse indivíduo começou a fazer audiometria conosco em 1998 vejam em 1998 nas frequências que o Rido acomete mais quais são 3 4 e 6 em três ele escutava em 35
em 4 ele escutava em 40 em seis ele escutava em 50 agora veja também em 2006 esse trabalhador passou o TR de 35 para 50 o 4 passou de 40 para 55 e o 50 passou para 60 vejam houve uma piora do ouvido dele mas olham quantos anos se Passaram foram 8 anos de evolução Então o que eu gostaria que vocês entendessem nesse slide primeiro o seguinte a perda auditiva é lenta ela evolui muito devagar a perda auditiva por ruído Então aquela história de alguém que entrou numa empresa e saiu um ano depois e já
tava com problema auditivo isso não acontece por ruído se houve uma perda não foi pelo ruído da empresa pode ter sido outro motivo pode ter sido Até ocupacional mas não por ruído Então não é característico da perda induzida por ruído uma perda rápida a perda leva anos então esse trabalhador aqui depois de 8 anos trabalhando num indústria de alto risco para ruído evoluiu com uma piora mas foi bastante lento outro detalhe que eu quero que vocês vejam nesse slide é a importância de você ter um software para segmento da evolução dessas audiometrias como a Perda
auditiva leva tempo para evoluir é muito importante que você tenha uma uma um software que faça esse acompanhamento para você ver a evolução da audiometria do trabalhador vejam que se você pegar o primeiro exame que ele fez lá ó o primeiro exame ele já tava com a audiometria alterada Se você pegar o último exame e ver só o resultado final vai tá escrito lá alterada e aí de alterada para alterado não houve mudança Houve ele teve uma piora em relação ao primeiro exame as duas audiometrias estão alteradas Só que essa tá pior isso aqui é
casa até de emissão de Cat por que a ni7 no quadro 2 diz o seguinte que se houver piora nas frequências 3 4 e 6 mais do que 10 decibéis em todas elas ou mais do que 15 em uma delas é caso de desencadeamento ou agravamento da piro e é caso de emissão de Cat então vejam bem essa frequência aqui passou de 40 para 55 então aument T 15 é caso de Agravamento e é caso de emissão de Cat Então até aqui o software já botou ó em 2006 ele fez o exame em junho tinha
ocorrido uma gravamento o software já analizou isso tinha um agravamento na frequência de 4K aumentou 15 e aí nós repetimos o exame para confirmar alguns dias depois e manteve-se o nível Então realmente houve um agravamento Então nesse caso aqui tem que se emitir a cat confirmando uma Perda auditiva induzida por ruído e nós temos que modificar as condições ambientais e a proteção mais adequada desse trabalhador muito bem e isso é fazer então o programa de conservação auditiva o programa de conservação aditiva nada mais é do que a fusão do PCMSO e do PPRA relativo ao
ruído ou seja um programa que acompanha a evolução médica do Trabalhador Ou seja a evolução da audiometria do Trabalhador associado às mudanças ambientais ao PPRA para reduzir o risco relativo ao ruído então gente é muito importante ter um software de acompanhamento disso é muito importante que de preferência seja sempre o mesmo profissional izando exame para que você possa tirar alguma dúvida rever refazer algum exame para que você tenha um verdadeiro acompanhamento da capacidade auditiva desses trabalhadores e saiba como Preservar a saúde desse trabalhador muito bem Além disso lá na nr7 diz o seguinte que quase
nunca ultrapassam 75 decibéis vejamos esse trabalhador 55 60 vejam não passam de 75 DB nem de um ouvido nem do outro nas frequências altas que nós vimos 3 4 e 6 e não passa de 40 nas frequências baixas veja as frequências baixas dele tá em 20 20 20 aqui também nenhuma atingiu 40 Então isso é típico de um apiro ou seja não passam de 75 das Frequências altas né de 40 nas frequências baix Isso é o que tá escrito lá na nr7 e é o que a gente vê na prática atingem preferencialmente as frequências altas
fazendo a gota acústica então não tem dúvida né as frequências baixas estão normais de repente cai lá nas frequências altas 3 4 e 6 e pegou a 8 também tá então muito clássico audiometria de uma Pyro aqui um trabalhador da mesma indústria aqui já entrou num período Mais recente de 2004 para cá vejam esse trabalhador Ele entrou lá com 35 dbis lembrem-se que acima de 25 já tá alterado então ele já tinha na frequência de três tá uma perda auditiva 3 4 ó tinha uma perda auditiva dos dois lados simétrica igualzinho a gente fala uma
parecida com a outra é uma py vejam 8 anos depois em 2012 esse trabalhador passou de 35 para 45 de 35 para 40 e de 35 para 30 ó então Aqui em 6k reduziu em 4K se variou só C era apenas variação não houve pior isso é só uma variação de exame e aqui de 35 para 45 10 Então esse caso aqui nem é considerado agravamento porque tem que aumentar 10 nas TRS ou 15 em uma nenhuma delas aumentou 15 Então até o software botou aqui estável a mesma coisa do outro lado Ele entrou com
20 aqui continua com 20 Ele entrou com 40 aqui está com 45 aqui mais uma vez só variação de exame ele tava com 45 aqui 50 aqui só variação de portanto vejam são 8 anos de evolução em 8 anos de evolução esse indivíduo está estável ele começou na empresa com perda auditiva está exposto a ruído porém protegido E não piorou então o trabalhador que usa o protetor adequado e usa realmente adequadamente protetor ele não agrava mesmo tendo entrado com problema já então é aquela história Exposições pregressas não Torn o ouvido mais sensível a Exposições futuras
ao Contrário a progressão se dá mais lentamente então Aquele caso que eu falei de não se discriminar quem já tem uma perda se o trabalhador está bem protegido ele pode ficar anos a fio em Alto ruído essa empresa tem alto ruído sem agravamento n basta haver proteção adequado Essa empresa é uma metalurgia com um nível de ruído muito alto cessada a exposição ao nível elevado de pressão sonora não há progressão Então se esse trabalhador sair dessa empresa e for Trabalhar em outra coisa que não tem ruído ele não tando exposto também não vai evoluir a
piora da audição dele então proteger o trabalhador tentar diminuir o nível de ruído não discriminar o trabalhador que já tem uma perda porque não piora desde que adequadamente protegido nesse exemplo S nós queremos mostrar que aparentemente é uma perda neurossensorial veja viia oss tá junto com a aérea só que as perdas estão Atingindo 110 DB 100 DB até mais quando tem essa setinha aqui significa que tá pior do que 110 e o aparelho nem detecta aí dá essa letra A de ausente de resposta isso aqui não é perda auditiva por ruído o ruído não dá
essa gravidade de perda A pessoa perde geralmente no máximo até 75 DB não tem perdas grandes como essa inclusive nas frequências baixo nós vimos que vai só até 40 olha aqui o 1k dele foi a 70 Então essa não é uma perda auditiva Por ruído aqui um outro exemplo vejam via aérea toda comprometida desde as frequências baixas até as frequências altas sendo que a via óssea tá normal veja at25 é normal então a via óssea está normal e a via aérea está ruim com certeza uma perda auditiva condutiva o problema ou tá no timpo ou
tá no ido médio e atingiu todas as frequências essa perda geralmente tem tratamento indivíduo deve caminhar para Uma cirurgia para melhorar essa capacidade auditiva [Música] dele muito bem uma coisa que eu gostaria de enfatizar E que fique bem claro é que a voz humana a região que a gente escuta a voz ela está na faixa de 500 hz até 2000 3000 hz e onde que o ruído perde mais a audição em 3 4 e se então tá aqui que que acontece essa perda do ruído ela não pega a região da voz humana inicialmente Então o
indivíduo acha que tá escutando normal isso é um erro frequente dos trabalhadores você fala para ele olha você tá perdendo audição que é isso Doutor tô escutando Normal tô escutando por quê Porque ele tá escutando a voz normalmente o problema é que a medida que essa perda vai aumentando aí ela começa a descer aqui também e aí começa a atingir a voz humana então é preciso explicar isso pro trabalhador que inicialmente a voz humana ele vai Escutar normal quando tiver perdendo porque aí ele deixa de usar o protetor adequadamente Porque ele acha que escuta você
normalmente Então isso é um erro o trabalhador tá começando a perder ele escuta a voz normalmente ele vai ter dificuldade com certas palavras quando a gente faz a odometria de um indivíduo desse aqui por exemplo a letra f e a letra s elas estão nas frequências agudas por exemplo como é que você Pronuncia a letra F é é uma consoante o f e o s são consoantes consoante significa que soa com alguma coisa então o f ele é quando você põe o e na frente fé quando você põe o a na frente fa ele sozinho
é só e esse é Agudo É som de alta frequência a mesma coisa o s o s se pronuncia se você põe o i na frente si você põe o oó na frente só mas o s Sozinho é s Então essas consoantes que precisam da vogal para soar Então é só fa esse tipo de palavra fé s a pessoa vai ter dificuldade de diferenciar então existe um teste na audiometria que chama índice de reconhecimento de fala onde o profissional que tá realizando audiometria fala alguma dessas Palavras e a pessoa se confunde ela não sabe se
falou fé você falou C Exatamente porque o f e o s estão nas frequências onde ele já perdeu e aí ele vai confundir ele não sabe se você falou Fé ou você falou C então lá no teste de geometria do índice de reconhecimento de fala esse indivíduo vai ter dificuldade porque tá aqui nas frequências altas onde ele já tá perdendo mas a voz humana quando ele põe no contexto geral você vai falar assim você foi lá na igreja da C aí ele vai saber que é C porque tá num contexto da frase né ou se
você tá falando de religião e pergunta para ele você tem fé ele vai saber que é fé mas é porque Tá no contexto da frase aqui se você falar isoladamente fé e c ele vai misturar porque são frequências altas para se pronunciar essas letras f e s f is essas duas pronúncias são agudas são frequências agudas são frequências altas e aí então o profissional vai notar Realmente que ele está perdendo a audição Mas o que eu quero que fique claro nessa slide é inicialmente o indivíduo escuta a voz humana normalmente e não é porque ele
tá escutando a voz humana normalmente que ele não tá perdendo a audição ele está perdendo E você tem que orientar isso o seu trabalhador que está desencadeando uma perda aditiva tem que ser explicado que nessa fase inicial a voz humana ele vai escutar normal mas Isso não significa que ele não está perdendo ele tem que tomar tomar cuidado usar o protetor adequado porque senão ele vai ter futuramente dificuldade de escutar a voz humana muito bem como nós fizemos com todos os outros riscos nas outras aulas nós vamos apresentar então aqui agora a lista oficial brasileira
das doenças relacionadas com o trabalho e para o risco ruído está lá Quais são as doenças ou disfunções causadas por esse risco Então tá lá perda auditiva que nós vimos outras percepções auditivas anormais alteração temporária do Limar auditivo comprometimento de discriminação discriminação é aquilo que eu falei da pessoa ter dificuldade em escutar algumas palavras hiperacusia é sensação de o volume muito alto eh pressão alta ruptura do tímpano quando o trauma acústico for muito grande então por exemplo um ruído de uma explosão pode levar um trauma no Í nesse slide gostaria de mostrar duas situações que
a gente vai encontrar como profissionais da área de SST A primeira é deficiente auditiva por que o profissional de dsst precisa saber sobre deficiente auditiva Face as cotas especiais que existem para deficiente nas empresas Quando que o indivíduo é considerado deficiente auditivo quando pega a região da voz humana então 500 1000 2000 e 3000 então o indivíduo que tem uma P Inicial que tá pegando só as frequências altas não é considerado deficiente lembre que eu falei que não atinge a voz humana inicialmente então para o indivíduo ser considerado deficiente ele tem que ter perda dos
dois ouvidos nas frequências de voz humana 500000 23.000 acima de 41 então o gráfico dele tinha que tá aqui embaixo nas frequências baixas nas frequências da voz humana Então isso é considerado Deficiente auditivo e tem que ser dos dois lados realmente o indivíduo tem que ter dificuldade social de ouvir ou seja aquele indivíduo que no dia a dia tem dificuldade de ouvir palav conversas etc outra situação é o motorista profissional às vezes contrata-se motorista profissional faz audiometria e não percebe que ele não pode dirigir isso é muito importante a gente saber que profissionais Motoristas de
Caminhão van ou seja categoria aima de C não podem dirigir se houver perda nas frequências da voz humana eles só poderão dirigir categoria A e B e não remunerados ou seja não profissionais então a resolução 425 do contran diz o seguinte que estão proibidas categoria CD e e para quem tem perda acima de 40 Deb igual lá no coeficiente nas frequências de 500.000 e 2000 então 2000 se tiver atingindo a região da voz humana está proibido a carteira CDE bem como as outras com atividade remunerada então a gente precisa ficar atento a gente que trabalha
muito com motoristas para ver se esses indivíduos podem realmente dirigir muito bem e aqui como nós fizemos com todos os riscos Vamos então revisar como que a gente vai fazer o PPA como a gente vai fazer o PCM E no caso o PCA programa de conservação auditiva quanto ao PPRA as fontes de Ruído nós sabemos são máquinas equipamentos trânsito etc quanto a nocividade ou seja o mal que traz a saúde do Trabalhador nós entendemos muito bem já que é a perda auditiva mas associado a isso nós podemos ter zumbido ou tintos que é o nome
científico tontura lembra que o nós vimos no início da aula que o labirinto fica bem junto do ouvido ele também pode ser cometido pelo excesso de ruído acaba acometendo também O aparelho vestibular Então deixa o indivíduo às vezes com tonturas dificuldade de compreensão das palavras nós vimos lá por causa das consoantes né então dificuldade de algumas palavras e futuramente dificuldade de muitas palavras se fori evoluindo acometendo na região das sequências da voz humana e no geral indivíduo estressado como esse aqui irritado com insônia às vezes leva pressão porque você imagina um indivíduo que não tá
dormindo porque tá com Zumbido no ouvido porque tá com aquela sensação ruim no ouvido então ele vai ficando estressado vai ficando com insônia vai ficando irritado a pressão sobe pode causar impotência sexual por causa de todo esse quadro de estress distúrbios sociais que o indivíduo tem começa ter dificuldade de ouvir começa a ter dificuldade social porque tá sempre com aquele zumbido no ouvido enfim as consequências da exposição crônica a níveis de pressão elevado de de ruído São muito incômodas no futuro então nós temos que proteger esse trabalhador antes que apareça a doença nós vimos que
a doença é lentamente progressiva então nós temos a obrigação de proteger e orientar esse Trabalhador de que depois que perde não tem o que ser feito é uma perda neurossensorial e nós vimos que as perdas neurossensoriais não t tratamento o meio de propagação quase sempre é o ar né em alguns casos pode ser diferente disso mas quase sempre o Ar quanto à proteção coletiva nós vimos que a distância o trabalhador que fica com a a distância da fonte é uma das maneiras de fazer o PPRA porque a potência da onda diminui com a propagação De
qualquer modo aqui nós estamos vendo por exemplo um isolamento acústico através de uma cabine acústica onde lá dentro o motor tá fazendo um alto ruído 95 DB mas todos os trabalhadores estão protegidos porque há um isolamento acústico e o ruído foi Reduzido por exemplo para 60 DB então lembrando que sempre a proteção coletiva tem prioridade nós temos é que fazer higiene ambiental nós temos que fazer PPRA mudanças no ambiente e não no trabalhador apenas da proteção nós temos que tentar reduzir o risco reduzir o ruído então proteção coletiva reduz os decibéis para todo o ambiente
isso é fazer PPRA dentro da proteção coletiva nós podemos mudar lá na fonte algumas coisas Por exemplo troca da máquina por uma mais silenciosa fazer manutenção preventiva para evitar ruídos vibrações usar artefatos antirruído antivibração Por exemplo essa máquina aqui foi colocada num pé de borracha evitando que ela vibre e Gere ruído afastamento da fonte do local de trabalho nós vimos isso quanto mais longe tiver a fonte melhor então se você puder põe a máquina longe dos Trabalhadores ainda dentro da proteção coletiva nós vimos a atuação na fonte agora a atuação na propagação então colocar Barreiras
para evitar que esse som passe né tipo essa cabine acústico ou isolar o trabalhador por exemplo em alguns casos o ruído e de todo o ambiente de trabalho você cria uma sala acusticamente protegida para aquele trabalhador que trabalha lá dentro então ele fica a maior parte do tempo dentro daquela sala E eventualmente vai lá e dá uma manutenção na máquina mas naquela sala o ruído é baixo então isolamento acústico outras formas de proteção coletiva é sempre tá fazendo monitoramento Verê se o ruído está reduzindo vê se agravou o nível de ruído enfim o monitoramento do
nível de pressão sonora revesar os trabalhadores né são medidas administrativas para diminuir o tempo de exposição aquele Trabalhador você de repente não conseguiu reduzir o nível de Ruído mas nós vimos que a gravidade da lesão no trabalhador depende do tempo de exposição para 85 DB ele pode ficar 8 horas para 90 DB 4 horas então se você tem um lugar onde tem muito ruído você pode então fazer um revezamento porque o trabalhador fique pouco tempo naquela pressão sonora elevada quanto ao epi nós vimos que não é o ideal o ideal não é usar só proteção
individual é melhorar o ambiente de trabalho mas muitas vezes o epi é Necessário e o que que o protetor UTI faz ele reduz a potência do som a amplitude Veja a amplitude da onda quando passa pelo protetor a onda fica com amplitude menor e aí nós vimos que a gente tem que escolher o protetor baseado na frequência predominante naquele ambiente ou naquela máquina protegendo adequadamente esse trabalhador no PCMSO como é que nós vamos fazer o acompanhamento médico desses trabalhadores expostos a ruído lá Na N7 no quadro 2 diz que você tem que fazer audiometria na
admissão 6 meses depois E aí passa-se anualmente então o primeiro exame é com 6 meses por esse primeiro Exame com se meses Porque apesar da perda auditiva ser lentamente progressiva ou seja surgir lentamente alguns indivíduos são mais sensíveis então com 6 meses a ideia é você pegar os trabalhadores mais sensíveis se já tiver algum trabalhador surgindo com perda com 6 meses esse trabalhador Precisa de uma tensão maior a partir daí passa a ser anual para você seguir todos os trabalhadores nada impede do médico do trabalho por exemplo se percebeu com um trabalho trabador tem é
mais sensível pedir exame de 6 6 meses isso pode acontecer isso depende da análise do médico do trabalho e como o trabalhador pode ter outros problemas relacionado ao ruído Então a gente tem que dar ênfase à avaliação médica em ver se o indivíduo Está escutando a voz humana com detalhe se ele tá queixando de zumbido de tontura de insônia se a pressão está elevada mesmo porque a ação levada por outros motivos nós vimos também uma das causas de perda de audição eh o estresse também avaliar outras doenças que dão perda auditiva tipo diabetes hipotiroidismo colesterol
etc bom assim como nós fizemos com os outros riscos também vamos informar sobre insalubridade periculosidade etc Quanto a insalubridade nós vimos que a nr15 o anexo um que trata de ruído contínuo ou intermitente e o anexo dois que trata do ruído de impacto então lá define que os trabalhadores expostos a ruído acima dos limites de tolerância fazem juz a um adicional na sua remuneração de 20% do salário mínimo ou seja um adicional de insalubridade de grau médio Lembrando que esse adicional poderá deixar de ser pago Caso haja a Eliminação ou neutralização da insalubridade Ou seja
caso você consiga eliminar o risco ruído ou Caso haja neutralização do agente no caso ruído através de equipamentos de proteção coletivo ou através de equipamentos de proteção individual quanto a nr16 periculosidade as atividades com ruído não são consideradas perigosas então não estão inclusas na Nr16 portanto não tem direito ao adicional de periculosidade quanto à aposentadoria especial nós já Vimos que aposentadoria especial é aquela aposentadoria com menos tempo de contribuição quando o trabalhador tá exposto a algum agente nocio e se vocês tiverem alguma dúvida ainda sobre esses adicionais sobre aposentadoria especial peço que Vejam a aula
de introdução à legislação trabalhista e introdução aos Agentes ambientais lá a gente define muito bem todas essas normas legais então quanto à aposentadoria especial frente ao risco ruído o decreto 3048 no seu Anexo 4 traz lá no item 2.0.1 que os trabalhadores que estão expostos a ruído superiores a 85 DB portanto superiores ao limite de tolerância e portanto expostos a um risco até 85 DB nós vimos que é apenas um agente acima de 85 DB passa a ser um Risco esses trabalhadores terão direito então a uma aposentadoria especial aos 25 anos de trabalho com contribuição
é preciso lembrar que a legislação prevê a neutralização do agente por EPC epi assim como o adicional de insalubridade aqui também é observada a neutralização do agente portanto se o trabalhador está exposto ao ruído acima de 85 dbis Porém esse agente está sendo neutralizado por epi ou EPC esse trabalhador não terá direito a aposentar precocemente com 25 Anos ele irá aposentar como qualquer outro trabalhador aos 35 anos de contribuição quanto ao trabalho do menor de idade exposto a ruído o decreto 6481 de 2008 que estabelece as proibições para trabalho de menores de 18 anos está
lá definido assim proibido o trabalho do menor 8 anos eem 83 trabalhos com exposição a ruído contínuo intermitente acima do nível previsto na legislação pertinente em Vigor ou a ruído de impacto ou seja está proibido quando o ruído é um risco acima dos limites de tolerância então é proibido o menor de idade expor-se ao risco ruído o i social que tá para entrar em vigor no maad em 2015 já traz lá a sua tabela de preenchimento de riscos e lá você vai ter que preencher se o trabalhador está exposto a ruído contínuo ou intermitente ou
a ruído de impacto muito bom uma aula extensa mas Com muitas informações revejam a aula para fixar bem o assunto na próxima videoaula falaremos sobre o risco vibrações mais uma vez dentro daquele conceito que é preciso conhecer bem o risco conhecendo como ele age no trabalhador como ele adoece esse trabalhador conhecendo como esse agente é absorvido ou penetra o trabalhador nós saberemos fazer o PPRA nós saberemos fazer o PCMSO enfim nós saberemos fazer os programas de prevenção em saúde e Segurança do trabalho muito obrigado façam críticas façam estões para que possamos melhorar cada vez mais
essas videoaulas e levar conhecimento de saúde e segurança do trabalho para todo este Brasil Muito obrigado