[Música] Olá alunos do curso de especialização em neurociências da Unifesp Meu nome é Daniela ortolani eu sou professora de neurofisiologia e o tema que eu vou abordar na aula de hoje é sobre a Biologia do stress nós vamos dar continuidade na aula anterior bom falarei sobre alguns dados realizados na pesquisa a aqui no laboratório de biologia do estresse da Unifesp esses dados eles vão se remeter a análises comportamentais em roedores tá então nós fazemos alguns testes de ansiedade para verificar se esses animais né estão mais ansiosos menos ansiosos quando submetidos a diferentes Protocolos de estess
mas antes disso eu gostaria de falar um pouco da teoria é pra gente relembrar conceitos Como por exemplo o que é ansiedade né a ansiedade ela é definida por greff Guimarães como um estado emocional qualificado subjetivamente como um estado desagradável em geral acompanhado por um sentimento de apreensão insegurança e também um conjunto de alterações fisiológicas e comportamentais Mas será que a ansiedade ela é considerada fisiológica e e patológica a resposta é sim né a ansiedade ela pode ser fisiológica na verdade ela é fisiológica mas existe uma linha muito tênue entre até quando que essa ansiedade
pode causar algum dano né ou se tornar patológica para esse indivíduo Então esse gráfico ele mostra muito bem isso né a gente tem mostrando aqui a performance do indivíduo né de ruim para uma performance boa em função dos níveis de ansiedade né uma ansiedade mínima moderada e alta e a gente sabe que a medida que né Eh o indivíduo ele tem uma ansiedade muito baixa mínima né a performance desse indivíduo vai ser o quê insatisfatória mas a medida que esse indivíduo vai aumentando a ansiedade a gente vai tendo uma melhora na performance dele sendo que
né uma ansiedade considerada moderada traz uma performance máxima para esse indivíduo durante as suas atividades do cotidiano à medida em que essa ansiedade aumenta e se torna muito alta a gente vai tendo o quê uma queda nessa performance ela se torna insatisfatória o indivíduo vai ter prejuízos relacionados a isso interferindo portanto na sua qualidade de vida mas como que a gente faz essa avaliação da ansiedade em roedores né então existem alguns testes né que foram padronizados fisiológica e farmacologicamente para que a gente possa aí observar comportamentos nesses animais e que Tragam algum sinal né pra
gente que traduzam né em respostas dizendo que eles estão mais ou menos ansiosos então eu coloquei aqui para vocês quatro aparatos que a gente utiliza para fazer essa avaliação em roedores então o primeiro deles aqui é um aparato que a gente chama de Campo aberto também também conhecido como openfield nós temos um campo aberto quadrado mas também a literatura traz muitos trabalhos com um campo aberto redondo que é o que eu utilizo no laboratório nós temos também um outro aparato que é esse daqui é chamado de labirinto em Cruz elevado então o labirinto em Cruz
elevado ele tem né dois lados abertos e dois lados fechados né e ele também é elevado do solo e a alguns comportamentos do animal ali traduz algumas respostas pra gente que eu vou estar explicando além disso a gente tem o labirinto em zero elevado ele é muito parecido com encru né A única diferença é que ele tem esse formato circular formato em zero né ele também é elevado do solo e ele também possui dois lados fechados e dois lados abertos tá e um outro teste também utilizado é o teste Claro e escuro né onde a
gente tem uma região mais escura e uma região um pouco maior totalmente Clara totalmente aberta bom os eh esses testes né de ansiedade o que que eles avaliam principalmente falando do labirinto que é um aparato muito utilizado e que avalia essencialmente eh a ansiedade né então o labirinto em Cruz ou em zero ele vai gerar um conflito no Animal entre a exploração de um ambiente novo porque o animal ele é curioso ele vai querer explorar esse ambiente Mas também ele vai proporcionar uma esquiva principalmente de áreas abertas né E esse conflito pode gerar então tanto
a impulso de exploração quanto ao medo ou seja um conflito entre a aproximação e a esquiva Tá além disso né O Labirinto em cruz e esses outros aparatos eles eh se baseiam na exploração natural do animal sem a utilização de estímulos Dolorosos então falando um pouco mais né nos trabalhos que nós realizamos a gente utilizou né o campo aberto utilizamos o labirinto em Cruz elevado e utilizamos o labirinto em zero elevado né quais são Então os comportamentos que nós avaliamos nesses aparatos e que vão trazer depois uma conotação com ansiedade ou alguma alteração de comportamento
nos animais então no campo aberto a gente que este que é esse daqui a gente Verifica a latência pro primeiro cruzamento o tempo que o animal gasta na periferia do aparato o tempo que ele gasta no centro quantas vezes ou seja o número de cruzamentos né porque esse aparato ele é todo quadriculado no solo então a gente consegue quantificar o número de cruzamentos também verificamos o número de levant entos desses animais e a quantidade de bolos fecais e com relação ao labirinto em Cruz elevado ou em zero elevado a gente Verifica o número de entradas
e o tempo que o animal gasta tanto no braço aberto quanto no braço fechado verificamos também o número de levantamentos número de bolos fecais números de estiramentos números de avaliação de risco e também e números de autolimpeza desse animal vamos falar um pouquinho a respeito então desses comportamentos Então nesse slide eu mostro quatro gráficos referentes àquele primeiro modelo de stress que nós comentamos na aula anterior que é o estess por choque nas patas então nós verificamos né O que esse estess por choque nas patas poderia trazer de comportamentos relacionados com a ansiedade quando avaliados no
labirinto em Cruz elevado e nós observamos que esse stress por choque nas patas reduziu a ansiedade avaliada no labirinto em Cruz elevado e que esse efeito ele não foi modificado pela ingestão da comfort food que é aquele alimento palatável que nós estudamos na aula anterior então é um alimento rico eh em carboidrato rico em gordura né E que traz um conforto pro animal além de reduzir a resposta de estress quando eu penso no eixo hpa tá então a gente observou no comportamento de ansiedade que a a ingestão da comfort food não alterou o comportamento do
animal avaliado no labirinto em Cruz elevado depois nós fomos Verificar também outros comportamentos no labirinto em Cruz elevado como por exemplo as imersões de cabeça os números de levantamento estiramento a avaliação de risco e a gente verificou também né que esses comportamentos avaliados no labirinto né o estress reduziu a ansiedade desses animais e também que esse efeito ele não foi alterado pela ingestão da comfort food depois nós submetemos esse mesmo animal né Eh a um outro aparato que é o campo aberto então nós fomos verificar outras eh outros parâmetros como eu mencion então o tempo
de latência pro primeiro cruzamento quanto tempo que o animal fica no centro ou na periferia números de cruzamento levantamento autolimpeza e número de bolos fecais e a gente pode observar que o choque nas patas associado a comfort food também promoveu a redução Na ansiedade então isso né na verdade se somou ao efeito que a gente observou no labirinto em Cruz elevado depois nós eh verificamos o efeito do stress crônico Brando imprevisível né aquele estress um pouco mais longo de 14 dias e a gente estava querendo observar né se esse estés mais duradouro né crônico teria
alguma influência sobre o estado de ansiedade no Animal E aí também nós submetemos esse animal eh ao stress e depois ao labirinto em Cruz elevado e a gente verificou que o stress crônico Brando em imprevisível e também a ingestão de comfort food por 14 dias foram fatores que induziram a ansiedade nesse animal dados né diferentes ao que nós observar observamos com os animais submetidos ao estress por choque nas patas que é um estress mais agudo depois nós também submetemos esse animal ao estess crônico e avaliamos eles ele no campo aberto e o que que a
gente verificou que tanto também nesse aparato no campo aberto que o stress crônico Brando imprevisível também induziu a ansiedade mas que esse efeito não foi alterado pela ingestão de comfort food então fazendo um resumo né sobre todos os dados que nós mostramos né tanto de ingestão alimentar na aula passada corticosterona e os dados comportamentais de hoje a gente consegue mostrar que o estess agudo que é o estess por choque nas patas promoveu uma redução na ingestão de ração comercial mas não alterou a ingestão de Comfort F ao passo que o stress crônico a gente teve
uma redução tanto da Ração comercial quanto da comfort food quando a gente pensa né no dado eh bioquímico né que é a corticosterona a gente consegue observar que o stress Aumentou a concentração de corticosterona tanto Agudo quanto o crônico e que a comfort food atenuou Esse aumento da corticosterona induzido pelo stress tanto no estés crônico como no estés agudo e com relação ao comportamento a gente conseguiu observar que o estess por choque nas patas ele reduziu a ansiedade tanto no labirinto em Cruz elevado quanto no campo aberto sendo que no campo aberto a comfort food
potencializou essa redução da ansiedade já no stress crônico a gente observou o contrário né a gente viu que no labirinto em Cruz elevado esse stress e também ingestão de comfort food por 14 dias aumentou ou seja induziu a ansiedade né E no campo aberto a gente verificou também que o stress crônico produziu ansiedade nesse animal depois nós fomos investigar né Eh o modelo de tratamento com corticosterona na água e quais seriam Então os comportamentos relacionados com ansiedade até mesmo com atividade locomotora desses animais para isso nós utilizamos um outro sistema desenvolvido na Universidade de São
Francisco na Califórnia tá que é um sistema chamado home Cage monitoring System o Então nesse sistema a gente conseguia ter dados eh reais né Eh durante todo o período de urno e noturno desses animais né como que eles estavam se comportando então a gente conseguia captar número e e duração de vários eventos que eventos são esses então Vocês conseguem observar que nós temos aqui uma caixa de acrílico onde esse animal ele era posicionado ele na verdade ele ficava né nessa caixa de acrílico né era a moradia dele essa caixa de acrílico ela era toda equipada
né então ela ficava sobre uma plataforma de atividade onde a gente conseguia medir a atividade motora desse animal essa caixa ela continha um comedouro onde ele também era equipado Para conseguirmos dados né De quantas vezes o animal vai nesse comedouro quantas vezes ele se alimenta nós tínhamos também né um bebedouro que também era equipado pra gente verificar a quantidade de Idas né do animal beber beber água e aqui no fundo a gente tem né o ninho onde o animal costumava ficar né durante aí o seu período de sono e a gente também conseguia computar né
quanto tempo que o animal ficava dormindo ou em atividade tá E aí nós tínhamos 24 caixas né que eram isoladas numa sala né pra gente poder verificar esses comportamentos E aí a gente verificava duração velocidade tamanho e a taxa de todos esses surtos né Principalmente relacionados com alimentação ingestão hídrica e a plataforma de atividade né E aí a gente verificava né se nós tínhamos alterações frente a esse tratamento durante o dia e também durante a noite Além disso nós utilizamos um outro teste né Eh é ideal para se que na verdade corrobora os testes que
a gente fez para determinar aí a ansiedade que é a colocação de um objeto novo na caixa moradia desses animais então em um determinado momento a gente introduzia né um objeto dentro da caixa do animal como a gente pode observar né nessa imagem esquemática esse objeto ele era introduzido aqui nessa região era um tubo de ensaio contendo um líquido azul e esse objeto ficava por uma hora e aí a gente avaliava o tempo de exploração a esse novo objeto Além disso né Nós também fizemos alguns animais e submetemos esses animais a um outro sistema também
desenvolvido lá na Universidade da Califórnia que se chama photobeam activity system que é o p então esses animais eles eram colocados em caixas né que eram Essas caixas eram equipadas com fotocélulas elétricas que também mediam a atividade do animal considerando né os eixos vertical e horizontal e o que que a gente avaliava com com esses com esse sistema a atividade locomotora do animal durante o período diurno e também noturno isso durante os 14 dias de tratamento né então agora eu venho trazendo para vocês resultados interessantes relacionados aí ao tratamento crônico com corticosterona então nós temos
aqui três gráficos né sendo que o primeiro a gente tem dados referente a ingestão alimentar aqui a ingestão líquida e logo abaixo a locomoção as linhas azuis elas representam o grupo tratado com corticosterona tá e as linhas vermelhas dos três gráficos representam o grupo controle que não foi tratado com a corticosterona nós temos então né a intensidade né aqui da alimentação perdão aqui da alimentação aqui da ingestão líquida e aqui de locomoção nós temos nós dividimos esse gráfico em três fases sendo essa fase chamada de fase Clara que é que vai por exemplo das 9
horas da noite até mais ou menos aqui às 11 12 horas que é quando o animal as luzes vão se apagar e aí o animal vai entrar no seu período de atividade né porque os roedores são animais noturnos então durante o período Claro Eles dormem E durante o período escuro Eles acordam e fazem todas as suas atividades tá então aqui eu tenho a eh o o final da fase Clara a fase escura toda e aqui o início da fase Clara tá então o que que a gente conseguiu observar com relação à ingestão alimentar que os
animais tratados com corticosterona eles comiam mais assim como eu mostrei nos dados da aula anterior né então eles comiam mais mas em que momentos eles comiam mais principalmente aqui logo quando eles acordavam e depois quando bem no finalzinho do dia quando eles iam dormir tá E isso né E esse aumento na ingestão a gente também observou aqui no início da fase Clara que é quando eles estariam eh iniciando o sono eles começariam a dormir nesse período tá e um um padrão muito similar aconteceu com a ingestão líquida então esses animais eles ingeriram mais líquido ingeriram
mais água principalmente quais momentos né No início da fase escura no final e no eh e no início da fase Clara tá e com relação à locomoção né ao comportamento motor a gente observou que a corticosterona ela alterou o comportamento locomotor desses animais ela promoveu uma redução na locomoção e isso a gente observou principalmente durante o quê a fase escura que é o período que o animal se movimenta Mais e aí a gente a gente consegue observar aqui nesse gráfico né a corticosterona né o grupo tratado com redução na locomoção quando comparado com o controle
principalmente na na fase escura bom então Eh Resumindo esses dados né dos animais submetidos ao tratamento com corticosterona a gente conseguiu observar que nós tivemos um aumento na intensidade né tanto da ingestão alimentar quanto da ingestão líquida principalmente no início e no final da fase escura e no início da fase Clara e também a gente observou que a corticosterona diminuiu a intensidade da locomoção na fase escura portanto a gente pode se concluir que a corticosterona ela promoveu uma alteração no ritmo circadiano desses padrões comportamentais avaliados com relação eh à introdução daquele objeto novo na caixa
né para pra gente observar como foi a exploração desse animal eu mostro nesse gráfico tá então esse gráfico a gente consegue ver aqui ó tempo de exploração do objeto em função aqui do número de beins né que são as quantidades em função do tempo do tempo em que esse objeto ficou na caixa as a linha verde representa o grupo corticosterona e a linha azul representa o no o o grupo controle então a gente conseguiu observar que esse tratamento com corticosterona Durante 14 dias promoveu uma redução na exploração do novo objeto também corroborando um pouco com
o dado na diminuição do comportamento locomotor desse animal tratado com corticosterona bom e com relação ao comportamento de ansiedade avaliado nos testes de ansiedade então nós submetemos Esses animais no labirinto em zero elevado e o que que a gente pode observar que o tratamento com corticosterona ele não induziu comportamentos de ansiedade nesse animal mas ele promoveu o quê uma diminuição na locomoção avaliada nesse aparato como a gente pode observar nesses dois últimos gráficos a gente tem uma redução na distância Total percorrida por esse animal e também uma redução na velocidade desse animal quando comparado com
o grupo controle depois nós fomos observar como é que se encontrava então a atividade desse animal tratado com corticosterona naquele sistema PES e a gente também verificou através aqui desse gráfico né a atividade desse animal durante a fase Clara e na fase Escura então é claro que na fase escura a gente vai observar um aumento na atividade locomotora desses animais tanto do controle quanto do tratado mas o grupo tratado com córtico ele também mostrou uma redução né na atividade na fase escura quando comparado com o controle e isso pode também ser observado né ao longo
dos dias então também fiz essa quantificação e a gente observa que principalmente aqui ó após o quinto dia de tratamento a gente já observa essa redução na atividade total do animal tratado então resumindo eh sobre eh informações sobre o tratamento com a corticosterona então a gente pode observar que esse tratamento ele alterou os padrões circadianos do comportamento incluindo o quê aumento na ingestão alimentar aumento na ingestão líquida redução na locomoção fatores ees que podem contribuir também pro ganho de massa e massa de pó né a adiposidade desses animais nós não reproduzimos os efeitos do stress
crônico e em alguns casos com esse tratamento a gente viu efeitos opostos tá então esse modelo a gente acha que ele pode ser um modelo muito útil principalmente para grupos de pesquisas que objetivam estudar a síndrome metabólica e também a obesidade Mas então voltando um pouco mais sobre o assunto estess né então a gente trouxe dados aqui mostrando né esse essas consequências deletérias do stress né ou até mesmo condições adaptativas né tanto cardíacas quanto comportamentais e até mesmo relacionadas com com a liberação de hormônios mas eh nós não devemos esquecer que existe né O lado
bom do stress né a gente sabe que em pequenas doses o estress ele é útil pro nosso organismo né então existe esse lado bom esse eu estress né que eh seria aquele stress que te leva né a fazer coisas novas que te motiva criar né planejar e a gente não pode esquecer disso e esse stress né ele também tem um padrão muito parecido com a ansiedade que eu comentei lá no começo isso né ansiedade fisiológica patológica né Então a partir do momento em que a gente tem aí né um estress muito baixo o stress baixo
traz o quê sonolência apatia pro indivíduo a partir do momento que a gente tem um aumento desse stress o indivíduo ele vai ficando mais em Alerta ele fica ele se torna numa performance melhor tá mas a partir do momento em que esse estess passa a ser muito excessivo isso desadaptativo esgota o indivíduo e É nesse momento que surgem as doenças relacionadas ao stress né que seria Aquela fase mais eh exacerbada do stress Então existe um ciclo que a gente chama de ciclo positivo do stress o stress levando as a a respostas comportamentais positivas diminuindo eh
sintomas negativos melhorando o humor trazendo benefícios promovendo o relaxamento do indivíduo tá então a gente sabe que existem sim benefícios do stress tem trabalhos na literatura que mostram aí que o estress pode estimular a memória estimular a criatividade desperta o indivíduo para decisões mais rápidas favorece a resposta imunológica né porque a gente sabe que o cortisol ele é um potente é anti-inflamatório imunos né o stress ele traz mudanças paraa nossa vida isso pode ser muito boa e ele une pessoas e incentiva relacionamentos interpessoais então a gente eh está muito claro que a gente não pode
eliminar o stress da nossa vida né então segundo rancel que é o fisiologista que introduziu pela primeira vez o termo estress né fisiologicamente falando a ausência total de estress equivaleria à morte tá então o Estado de estress ele vai estar intimamente relacionado com a capacidade do indivíduo em se adaptar a circunstância atual né então ele vai contribuir paraa sobrevivência de todas as espécies então a gente sabe que existem algumas situações em que a gente precisa passar por esses eventos estressantes e que isso não vai ser deletério pro nosso indivíduo como por exemplo né se a
gente pensar nos animais né no na na floresta na Savana então a própria sobrevivência desse animal ativa esse sistema e isso é bom para sobrevivência dele né pr pra vida dele a gente tem aí o stress causado por exercício físico e também trazendo uma melhor performance pro indivíduo né a gente tem alterações eh no no fisiológicas e também comportamentais né acontecendo durante o processo de gestação e isso é importante para Aquela fase da mulher o próprio envelhecimento fisiológico né a gente vai observando mudanças fisiológicas e comportamentais do indivíduo ao longo né das diversas faixas etárias
né e também no nosso trabalho a gente tá sempre sendo desafiado né E a gente tem que tentar usar e esses desafios a favor do nosso próprio desenvolvimento né psicológico intelectual Então a gente tem que aprender na verdade é controlar o stress então identificar a fonte de stress e controlar então existem situações que a gente pode escapar mas existem situações que a gente não consegue escapar então é nesse momento quando eu não consigo escapar daquela situação eu tenho que me que me adaptar a ela para que eu não tenha aí eh eu não desenvolvo eu
não desencadeie as doenças relacionadas ao stress mas o que acontece que muitas vezes a gente não consegue distinguir entre uma situação e outra né É É controlar esse estess eh esse é o ponto que todos devemos aí aprender e investigar sobre então a gente sabe que existem algumas ações que podem melhorar a nossa convivência com ag gente estressor né que a gente pode pelo menos cuidar do nosso corpo dormir bem né praticar atividades físicas ter uma alimentação equilibrada né não consumir em excesso álcool café fumo ou excesso de de de drogas ilícitas né meditar encontrar
no seu dia coisas que lhe faz bem divertir-se né com amigos encontrar encontrar um tempo para cuidar da gente né e reconhecer que a gente não pode controlar tudo né e deixar a vida fluir e também reconhecer que E se a gente precisar de alguma ajuda né a gente saiba a quem recorrer a amigos e até mesmo profissionais especializados aí em nos auxiliar Então já dizia rancel que o estess ele é a pimenta da vida né que uma vida completamente sem estress Como eu disse equivale à morte eu gostaria de agradecer a todos Até mais
[Música]