Que felicidade de invadir aí a sua casa. Pois é, começamos mais um episódio do programa da Mica. E para você que acompanhou o primeiro, segundo episódio, Zá, já sabe que o programa da Mica não é apenas uma entrevista séria que vocês estão acostumados a ver, mas sim é que a gente é real e a gente quer saber quem é a pessoa por trás da profissão. E hoje tenho o prazer de receber ao meu lado, eu tô falando, né, galera, que todos esses episódios recebendo pessoas assim muito importantes e dessa vez não seria diferente. Além de
ele viver a política todos os dias, ele também é marido, pai e cidadão. E tenho, eu tenho a honra de apresentar para vocês Macedo. Tudo bem? >> Tudo ótimo. Prazer tá aqui, Mica. Obrigado pela oportunidade e vamos bater um papo. >> Com certeza. Bom, primeiramente eu que agradeço. Obrigada por ter aceitado o meu convite de estar aqui hoje. E é muito legal que eu falo que esse programa tá sendo incrível, né? Semana passada nós recebemos o Ricardo Caiafa, nosso amigo >> Ricardo Caiafa e hoje tenho a honra de receber o vereador Silvio Macedo. E a
gente já quer começar conhecendo um pouquinho quem é Silvio Macedo, né? O Silvio Macedo, vereador, o Silvio Macedo, pai, marido, quem é você? [risadas] Antes de mais nada, parabéns pelo seu programa, parabéns pelo seu trabalho. Eu tenho acompanhado você e revelando projetos, programa, a cidade, as ações sociais, humanitárias na cidade, mostrando pro público. Isso é fantástico, tão jovem e já >> eh é é uma realidade, né? O seu trabalho tem ajudado as pessoas conhecerem muito da nossa cidade, da daquilo que acontece em Barueri. Bem, eu sou o Silvio Macedo, eh, tenho 54 anos, sou casado
com Aci, tenho uma filha, Ana Júlia, 16 anos, >> eh, sou morador de Barueri há 30 anos. Eh, sou muito feliz por morar em Barueri. Eu vim do interior do Paraná, eh, pra região do Engenho Novo. Vim para trabalhar, para buscar uma oportunidade. Encontrei Barueri em Barueri muitas oportunidades, >> muitos amigos >> e e vim empreender aqui. trabalhei por 10 anos é com o comércio e pude conhecer a cidade, os bairros e sobretudo as pessoas que aqui moram e me conectei. Gostei muito desse lugar e estou aqui >> vivendo nessa cidade tão bonita que é
Barui e que bacana você compartilhando um pouquinho resumidamente sobre essa história. Imagina do Paraná, né, para Barueri e hoje também é uma das lideranças que inspiram, né, muitas pessoas hoje que a gente te vem no dia a dia e tudo mais. E como que foi essa mudança para você? Foi difícil? >> Foi desafiadora, né? No início foi realmente desafiador. Eu vim do interior, eu morava no sítio, estudei o ensino médio, eh conclui o ensino médio lá no Paraná, vim para cá, eh, não estudei no primeiro, não continuei os estudos, fui trabalhar, fui me dedicar >>
a a a me sustentar, a buscar oportunidades e encontrei muitos desafios, é claro, né? Eu >> eu muito tranquilo, muito pacato e aqui uma cidade muito grande, >> agitada. agitada. [risadas] Eh, mas eu fui me encontrando, fui me aos poucos me localizando, encontrando o meu espaço, abraçando as oportunidades que a vida me proporcionar, me proporcionou ao longo dos anos. >> E essa dificuldade, ela foi sendo superada. a cada desafio, a cada passo, eu fui encontrando o sentido e olhando pro horizonte, me enxergando, eh, né, e buscando meu espaço. E assim eu fui galgando, eh, espaço,
eh, e consegui através de ajuda de muitas pessoas, ah, apoiado, eh, na minha família, eh, corado na minha fé, >> eh buscando apoio eh na igreja. Sim. >> Eh, e assim eu fui eu fui me me encontrando e me >> e e desenvolvendo aqui as minhas ações. >> Eh, mas foi foi bem foi bacana, uma jornada muito legal, >> com muita história para contar, né? >> Muita história, muita história. >> E o que o, né, o Silvio comentou, é muito legal essa questão do apoio, né? Eu falo nesse momento, ainda mais de mudanças, onde a
gente tá descobrindo o que nós iremos fazer, qual será o meu legado enfim. Eh, é muito importante a gente ter pessoas que apoiam essa caminhada, igual você comentou, Deus, né, está sempre presente, pedir essa parte de direcionamento à família. Eu falo muito isso porque durante a minha trajetória, até hoje eu falo que a motivação é muito importante. E quando foi que o você descobriu que realmente queria entrar no meio da política? Porque eu não sei se você já nasceu com esse sonho, foi algo que apareceu de repente, Silvio. >> Na verdade, foi uma convocação que
a vida me fez. >> Eu não pensava, não planejei >> eh atuar na política. >> Eu, como dizia, trabalhei com comércio, estava muito bem, estava me realizando numa fase muito boa, resolvendo as minhas questões pessoais, financeira, tava estável. Eh, mas a gente relaciona com as pessoas, com o bairro, com a comunidade e você vai vendo também as dificuldades no seu entorno. Isso começou de alguma maneira a me incomodar e a pensar, será que tem algo que eu posso fazer um pouco mais? Porque no comércio eu trabalhei com muitas pessoas, eh, atendi muitas famílias com dificuldade,
sabe, >> que vinham comprar, que não tinha recurso. >> Entendi. >> Que a gente percebia. Eu fui percebendo que famílias que passavam necessidades, mesmo morendo numa cidade com esse potencial, com essa riqueza. E eu fui conhecendo essas realidades. Aí eu me ingressei na comunidade aqui da paróquia Nossa Senhora da Escada e no trabalho pastoral você entra na vida das pessoas de uma maneira hum pouco mais de profundidade. Você entra na casa, você visita, você eh evangeliza, eh você também é evangelizado através do testemunho de outras pessoas. >> E aí você vai conhecendo também as dificuldades
sociais. >> Uhum. e vai conhecendo famílias que enfrentam problemas de doença, problema de de vícios, de alcoolismo e de repente foi convocado a a participar da criação de uma entidade para de uma ONG, né? eh, para que pudéssemos oferecer a partir da nossa experiência de fé na nossa comunidade de fé, na nossa paróquia, >> um atendimento para as famílias carentes, mas não só com carência financeira, mas carência afetiva, eh, de de acolhimento, eh, de um apoio, eh, e sobretudo pessoas com problemas de álcool e droga. E aí nós começamos um trabalho voluntário, >> né? organizamos
um grupo, começamos a fazer encontros, reuniões, eventos, eh, para agarear recurso, >> para começar de fato um trabalho estruturado. >> Alugamos uma chácara, >> né, eh, na cidade de de Cotia. >> Uhum. E ali nós levávamos as pessoas que precisavam eh de tratamento e acompanhávamos as famílias aqui na nossa comunidade. Esse trabalho era oferecido de forma gratuita e por isso a gente precisava correr atrás de recurso, de parceiros [risadas] fazendo eventos. Aí contamos com muito, muitos voluntários, inclusive profissionais que nos auxiliavam de forma voluntária >> e assim iniciou esse trabalho social. Sim. >> Eh, e
aí a nossa eh instituição, ela foi convidada pelo governo da época aqui do do pelo prefeito para assumir eh a primeira experiência de abrigos para adolescentes em situação de rua, >> né? Ali pelos anos de 98, 99. E aí nós então eh alugamos algumas duas casas para atender adolescentes, meninos e meninas em casas específicas para cada um dos gêneros. E foi muito uma experiência bem interessante, eh também enriquecedora. É. >> E e nós começamos através desse convênio com a prefeitura, atender esses adolescentes em situação de rua. E aí a gente tinha contato com a vara
da infância, com o Conselho Tutelar, com o Ministério Público, com a rede, né, de proteção a criança no município. E aí veio o convite para que eu fosse pro Conselho Tutelar. >> E aí eu participei do desafio. Quem nos liderava nesse trabalho todo social é o nosso pároco, padre Toninho. >> Uhum. >> Ele que foi o responsável. >> Olha isso. >> É por esse início. >> E aí eu fui conselheiro tutelar durante 5 anos. >> Uau! E no conselho eu atendi inúmeras famílias, milhares de pessoas, >> eh, desde criança, jovem, adolescente, >> famílias com problemas
de conflito familiar, separação, eh, separação que tem filhos, aí tem conflito, tem de interesse, é dos mais diversos. E o conselho ele foi uma grande escola, >> né, de vida para vida, eh, para entender esse universo eh eh da infância e da adolescência, da questão dos direitos. Eh, eu estudei o Estatuto da Criança do Adolescente, a Constituição paraa questão dos direitos, que resposta a gente precisaria dar para essas demandas eh mais diversas. >> Uhum. Eh, a gente conheceu de perto a rede de proteção, a criança e o adolescente no município, as entidades que trabalhavam >>
com políticas públicas paraa família, a a rede de educação e porque a escola também envia pros conselhos tutelares os casos de evasão escolar, de conflito, de violência, etc. >> Sim. E foi foi um processo interessante, um grande aprendizado. E depois do Conselho Tutelar para pra veriância e foi uma consequência natural. Sim, se encaminha desobramento, né, >> parí bem interessante. >> Mas é muito legal que desde o início, na verdade, eh hoje quem vê o Silvio Macedo vereador vê essa pessoa que de fato ajuda o próximo. Então você vê que desde o começo, na verdade, você
não mudou, você é quem você é desde o começo. E eu acho que esse é o diferencial, né? Essa é a essência. E falando sobre trabalhos voluntários, eu gostaria até de dizer, né, que o Silvio hoje ele é um dos nossos maiores assim parceiros que eu comentei com vocês semana passada recebi Ricardo Caiafa. Nós comentamos muito sobre essa parte do Rotter e do Interact. Inclusive ontem foi a oficialização do clube do Interact. Nós fizemos duas ações, né, do Natal Solidário, que Silvio, eh, estava lá conosco, nos ajudando, prestigiando. E o que eu quero dizer que
é nítido ver a sua paixão assim por pessoas, por ajudar outras pessoas. E eu penso que esse é o diferencial de muitas pessoas que talvez estão liderando cargos, então tem uma responsabilidade muito grande, mas se você não tiver o amor, né, por pessoas, por fazer o bem pelo eh pelo próximo, eh não funciona. E eu gostaria de saber de você o que que o que que você sente que mais mudou em você mesmo depois que você eh seguiu como cargo de vereador? Primeiro, obrigado por essa eh por esse depoimento. Eh, o contato com as pessoas,
ele é fundamental para você conhecer >> sim, >> eh como que as pessoas pensam, como que elas agem diante dos desafios que ela eh se encontra. A literatura nos ajuda eh a entender a a psicologia, a logoterapia. Eh, a gente procura eh estudar um pouquinho e para que a gente possa, na verdade, diante de como as pessoas se comportam, você se relacionar de uma maneira eh mais estruturada, mais fraterna, mais empática. E aí, conhecendo os problemas, como que as pessoas lidam com eles, você também entende o que você pode contribuir para melhorar a vida das
pessoas. E eu encontrei na política a melhor forma de ajudar, porque política é poder, >> poder fazer algo >> por alguém através de um projeto, através eh de uma ação eh de articulação, de conexão. Eh, e isso eu aprendi na comunidade. >> Uhum. Então, a minha participação, eh, primeiro eu aprendi na minha família, eh, que é a principal base e fonte, né, dessa experiência fraterna, porque eu sou membro de uma família numerosa >> e eu cresci num ambiente de muita carência, eh, material, >> mas de muita oferta de amor, >> né? Então eu passei em
determinado em determinada fase da minha vida eh muitas dificuldades. >> Uhum. >> Né? E ali eu eu aprendi esse o valor da fraternidade, da partilha eh na prática. E isso veio da da minha mãe, né? Dos meus pais, dos irmãos mais velhos. essa experiência de partilhar o pouco que se tem com alguém que precisa e na comunidade católica, na comunidade de fé, nas pastorais, na pastoral da criança que eu atuei, na pastoral familiar que eu atuo até hoje, no ministério da palavra que eu atuei durante muitos anos, >> eh, e nos outros serviços, no movimento
da renovação carismática, onde a gente busca um uma vivência mais profunda de uma espiritualidade. da vida de oração, do aprofundamento da da leitura da palavra, eh da oração, da vivência eh comunitária fraterna. Então são eh eh instituições que me deram essa base. Sim, sim. E e isso me preparou para quando eu entrei no universo da política, que é um ambiente extremamente perigoso, sedutor, complexo, >> me desse condição, esse antídoto, essa vacina, >> eh, para que eu não pudesse, para que eu não, eh, >> não me perdesse ou não perdesse a minha essência, os meus valores,
as minhas referências. >> Que legal. Eh, e foi muito bom. Essa base me deu uma condição de lidar bem com esse ambiente de poder. Então, hoje eu falo com uma uma pessoa na eh numa rua, numa comunidade, numa visita, aí falo com o prefeito, falo com se precisar falar com o deputado. É assim, igual é tranquilo. É tranquilo. E e esse é um diferencial, porque você vê que hoje muitas pessoas confundem, né, essa parte. E realmente, como você comentou, essa parte do poder, quando a pessoa tem o poder, muitas vezes ela esquece, né, do seu
passado, da sua essência. Então, por isso que é sempre é bom estar por eh, né, alinhado com Deus, né, sempre dando direcionamento, né, quando você comentou, eh, eu falo que algo que meus pais comentam muito, Mica, humildade sempre, pés no chão, porque você sabe de onde você vem ou da sua história. Então, assim, não perca isso por um simples momento ou por uma simples atitude. Então é nítido isso, ver no Silvio e essa humildade pura sempre. E tá sendo muito legal esse bate-papo porque estamos se conhecendo melhor, ó. Não conhecer legal. [risadas] Mas você me
dizia de pessoas, né, que >> que nos cercam e que nos ajudam a nos conhecer melhor, que nos que revela também as nossas fraquezas, aonde nós podemos crescer, evoluir, melhorar. >> Eh, enfim. E eu sempre encontrei pessoas que que foram para mim também referências, eh, e que me ajudaram a a ser o que eu sou e, e a seguir num propósito de de poder construir algo, de fazer algo e em prol das pessoas, em prol das famílias, em prol da nossa cidade. >> Que incrível. É o que o Silvio comentou, é que quando nós falamos
de política é muito relativo e como qualquer situação nós temos, né, os dois lados e duas visões que muitas pessoas, né, concordam com situações e outras não. Então, como muito pedido, eu trouxe um quadro que se chama Sem Roteiro e nós iremos falar um pouquinho sobre assuntos polêmicos da política que na verdade são comentados pela população. Nós queremos agora saber se eu viu vendo isso como cidadão. OK. >> OK. >> Então vamos começar. >> Tema um, descrédito na política. As pessoas estão desacreditando da política. Em algum momento você entende esse sentimento? O porqu muitas vezes
vem acontecendo isso? >> Sim, é perfeitamente compreensível. Diante de tantas notícias que chegam na nossa casa. por mais diversos canais, né? >> Eh, >> aonde as pessoas entram na política e fazem o mau uso dela, né? Porque a política ela é eh é o melhor meio de você praticar a caridade. >> Sim, >> porque a através da política que você pode realizar ações que transformam a vida das pessoas. É verdade. >> E o problema é quando as pessoas entram na política e usam do espaço da política para benefício que não seja o bem comum, o
bem do outro. >> Sim. >> E acaba se apropriando eh para o bem próprio. E aí, no primeiro momento, a o agente político, mas muitas vezes as instituições também partidárias, >> eh também elas agem e eh como um mercado, né? eh, e às vezes se posicionam preocupada com o interesse, com o retorno que o partido vai ter, né, numa determinada articulação ou negociação e muitas vezes não estão preocupadas >> com a a consequência daquele posicionamento. >> Entend? >> É, e porque está preocupada com seu interesse próprio ou com o interesse próprio do seu grupo. >>
E as pessoas estão começando a perceber isso >> demais. E muitas pessoas acabam perdendo a esperança na política, porque elas vem que a política é muitas pessoas entram na política, às vezes bem intencionada e às vezes ela é seduzida ou envolvida pelo sistema e às vezes acaba se perdendo no processo. >> Sim. E >> e isso vai fazendo com que as pessoas desacreditem. Eh, mas eu devo dizer que é através da política que a gente pode mudar, inclusive essa realidade que está. >> E se as pessoas de bem se afastar da política, o que será
de nós? >> É exatamente isso. >> Então, nós nunca devemos perder a exp. >> É um conjunto, né? E algo que a gente comentou é que a tecnologia ela vem ajudando muito isso positivamente e negativamente, né? Porque as notícias e as situações vão assim em segundos. Então, por isso que eu falo, né, quem está à frente, quem está ao poder, tem que até tomar cuidado com algumas atitudes, com algumas falácias, né? Mas entender que o cidadão que tá assistindo hoje, que muitas vezes desacredita na política, é para mostrar, na verdade que há uma solução e
que realmente tem pessoas que, né, vem para fazer o bem e olha para você de fato. Vamos para o segundo tema que eu adoro, que é a juventude. A juventude ela parece distante da política. Silvio, o que o que você diria para um jovem que não acredita em mais nada? Hoje eu recebi um jovem estudante e ele fez uma pergunta, eh, ele quis conhecer um pouco a minha trajetória, a minha história, a nível de pesquisa pra faculdade que ele tá cursando. E ao final ele me fez essa pergunta: "O que você diria para um jovem
de 20 anos?" [risadas] Eu diria para ele buscar o conhecimento. >> Sim. eh olhar a realidade à sua volta com um olhar atento, um pouco crítico, eh mas ele precisa se posicionar e para isso é importante ele se conhecer, ele conhecer a realidade, eh, e acreditar que a transformação do Brasil, a transformação da realidade, ela só vai acontecer com a participação das pessoas que acreditam nessa transformação. E as pessoas precisam atuar não somente como protagonista, mas também como codjuvante. >> Sim. >> Porque na verdade todos são importantes. É >> isso? >> Não importa a posição
a qual ele está ocupando ou ele irá ocupar, mas certamente a contribuição dele fará a diferença. >> Uhum. o para o bem ou para o mal, a participação fará a diferença. Então eu diria pro jovem que busca o seu espaço. Certamente a vida vai lhe apresentar muitas oportunidades, mas é importante você localizar diante dessa realidade toda e buscar referências, buscar boas referências >> dentro da sua família, certamente, seja na família eh eh de casa ou extensiva, certamente você vai encontrar uma boa referência, seja na um professor, um líder religioso, É, de repente alguém que vai
te te ajudar a a a descobrir o seu propósito, a sua vocação. >> Muito bom. >> E invista na sua vocação que com certeza vai valer a pena. >> Muito incrível. Eu acredito muito na juventude, na força da juventude e eu tenho a juventude. >> Eh, também no nosso foco de trabalho, nós temos dado muita atenção a a na verdade a a família, >> certeza. >> Mas nós temos dado bastante atenção ao adolescente. Eu tenho uma filha adolescente, >> né? E a gente sabe a importância do diálogo, de se abrir ao diálogo, de falar dos
seus sentimentos, de perguntar. >> É muito importante. >> Eh, e sobretudo olhar em quem confie, né? Não confiar em qualquer um, >> buscar boas referências. Bom, é, e hoje ainda a gente estando nesse mundo, né, da tecnologia, tantas informações, h, tantos momentos, né? Então assim, eh, a política, ela vem quando é tratada ainda mais como jovem, o jovem fica, mas será, né? Fica com aquele ponto de interrogação, mas igual você comentou, dê uma chance, eh, vá nisso, que eu tenho certeza que se conecte com as pessoas certas, né, que estão num no mesmo objetivo que
você, que eu tenho certeza que você vai entendendo e achando oportunidades incríveis. Pra gente finalizar esse quadro, eu quero colocar um tema também que é muito importante, que é muito falado nos dias de hoje, a saúde mental. Todo mundo fala da saúde mental, mas pouco se faz. Quem cuida de quem cuida da cidade, Silvio? >> Excelente pergunta. Nós temos vistos aí nos noticiários eh muitas situações de violência, de desequilíbrio, de agressão, o aumento da criminalidade, de feminicídio, >> de também ações eh irresponsáveis, pouco consciente, como aquela do cão orelha, né? adolescentes que são eh bem
estruturados, que têm uma boa condição financeira e de repente eh desperdiz as oportunidades e faz ações que vai prejudicar tantas pessoas, né? naquele caso, aquele animal tão bem cuidado por aquela comunidade. Mas isso falando da saúde mental, eu acho que eh eh o problema da saúde mental eh eh tá tá atingindo uma uma grande parte das pessoas e nós temos que que trabalhar políticas públicas >> que venha eh eh oferecer alternativas eh eh eh para fortalecer esse atendimento às pessoas num ambiente de escuta, um ambiente onde as pessoas se encont eh e encontre apoio, acolhimento,
eh porque todo essa questão social eh que nós vivemos eh ela tá causando nas pessoas eh muito impacto. >> Sim. E as pessoas têm essa tem dificuldade de de se localizar, de manter um equilíbrio, às vezes por crescer num ambiente e desfavorável, às vezes numa família aonde eh eh existe muito conflito, isso gera muitos problemas e essas pessoas precisam ser cuidadas >> sempre >> de alguma maneira, porque as consequências são graves e são muitas. Então, nós temos trabalhado do nosso eh eh projeto eh várias ações voltadas paraa saúde mental. Nós fizemos um projeto eh para
educação, estamos em diálogo com a Secretaria de Educação para implantar um programa saúde familiar nas escolas. >> Que legal. >> Saúde mental nas escolas. muito importante, >> para justamente prevenir para criar um espaço de acolhimento para os jovens, pros adolescentes, pros estudantes, eh trazer a família para participar um pouco mais da vida escolar, né, >> dos seus filhos. Eh, junto com a Secretaria de Saúde também nós temos discutido algumas alternativas, porque a saúde mental ela importa demais, muito, muito, muito. Até que a gente estava falando de todas as ações hoje, eh, muitos casos, né, como
Silvio comentou, tristes que vem acontecendo ao decorrer e ao nosso redor. Então nós precisamos, né, falar, existe o setembro amarelo que, né, trabalha essa parte do suicídio também, mas assim, na verdade é todos os dias que nós precisamos dar atenção ao nosso psicológico. Então esse foi o quadro sem roteiro, temas muito importantes, atuais e que vocês me insistiram para fazer. Então, Silvio Macedo, se saiu super bem, ó. Muito obrigada, viu, Silvio? Antes da gente dar continuidade no nosso bate-papo que está incrível, fica aí tranquilo. Vou dar um tempo para você beber uma água, aí no
banheiro, já fazer sua pipoca, comer junto com a gente, porque eu vou chamar os comerciais, mas fica aí que a gente já volta, tá? Você conhece o Osaka do Centro Comercial Alfav? Vem que eu te mostro. Um restaurante [música] japonês que combina tradção com inovação, atendimento primoroso e é claro, memórias [música] inesquecível. >> Há 24 anos, o Osak é comandado pelo chefe Ricardo S. com rodízio, [música] que é um show à parte, um espetáculo que traz pratos e iguarias que te deixam impressionados em cada visita. Hoje eu pedi e finalizando com coquetel de frutas não
alcoólico que surpreende qualquer um. >> Nossa, muito bom, muito bom. E é claro que não pode faltar uma sobremesa e eu já aproveitei e pedi um grande gato. Vamos experimentar. Um surreal. Conheça e se surpreenda com [música] os do centro comercial Alfeville, localizada em dois endereços. Caltada das ortilhas 187 [música] e 209. Bem localizado no coração de Alpaville, no centro [música] comercial, traz toda a comodidade que seu dia a dia merece. Além disso, tem estacionamento super fácil e conveniável. [música] >> [música] [música] [música] [música] >> Voltamos os comerciais, viu como foi rapidinho, viu? Gente, já
estou aqui em pé porque quando eu estou nesse meu cantinho, vocês já sabem que é coisa boa, tá? Ó o cheirinho. A, vocês não estão sentindo aí, mas espera aí que eu vou deixar vocês com vontade. Vamos abrir porque Larezo trouxe pizza. Olha que delícia, gente. A Larezo ela é sensacional, né? Inclusive gostaria já de mandar um beijo especial para o Roberto Kobe e toda a equipe da Lareza que estão assistindo aqui, acompanhando nossos parceiros desde a estreia, sempre mandando pizza. Olha, Silvio, hoje tem pizza, hein? Adoro [risadas] pizza, hein? >> Eba! Depois os bastidores
vamos comer. Mas vamos abrir que eu falei que eu ia deixar vocês com vontade, né? Tirirã, vou mostrar. Pera aí. Olha aqui. Eu não sou bo identificar sabor, mas essa daqui é calabresa, provavelmente mussarela. Nossa, a mozarela é minha favorita. Eu sei que é clichê, mas é minha favorita. Meu Deus, tô salivando aqui, tá? Ó, frango com bacon. O cheiro aqui tá muito bom. Pera aí, gente. E tem outra aqui do canto. Será que eu vou conseguir pegar aqui? Óbvio que eu vou. Portuguesa, ó, de pit eu entendo. Tá vendo, ó? De pizza eu entendo.
Olha isso. O >> cheiro tá ótimo, >> tá maravilhoso. E o melhor de tudo é aquela ela é muito parceira, tá? E ontem, inclusive, eu comentei para vocês, vou falar em cima da comida, né? Inclusive eu falei para vocês que foi, né? Oficializamos o clube do Interact e foi aqui do lado do nosso estúdio, tá, Laresa? Então assim, eles já reformaram o primeiro andar, que está a coisa mais linda, inclusive é para almoço. Então a Laresa não tem só opção de pizza, tem almoço, tem massas, é uma delícia. Eu eu sou apaixonada. Ontem mesmo já
comi massas, tava muito gostoso. E para vocês que quiserem conhecer ainda mais, sigam eles nas redes sociais que eu vou estar passando aqui na tela. Seguem eles no Instagram e não fica com vontade, não. Falei para vocês ficarem com vontade, mas aproveita e já peça a sua. Quinta-feira você merece, ó. #quentou com pizza da Larezo. Além disso, tem opções salgadas, doces, o que for melhor para você do seu gosto, tá bom? Muitíssimo obrigada, Roberto Cob e equipe da Larezo, vocês são incríveis. E voltando agora para a nossa entrevista com Silvio Macedo. O que que vocês
estão achando, hein, Silvio? Depois nos bastidores nós iremos comer pizza da Larezo, tá? Inclusive gostaria de mandar um beijo especial para o pessoal que está assistindo a gente no YouTube. Temos 249 pessoas assistindo e muitos comentários aqui falando todo o projeto inicia com um sonho. São falando vereador sempre envolvido pelas melhorias das vivências da população. Parabéns, vereador. Vereador sempre com projetos muito importantes. Lembrando do projeto que era da Secretaria da Família, cuida de quem cuida. Eh, pessoal falando que o Silvio Macedo estáendo demais aqui muitos comentários, viu? E realmente falando que os seus projetos fazem
diferença pra população. Então, novamente, meus parabéns, viu, Silvio? E o melhor de tudo é que hoje temos também, gente, telespectadores japoneses. É isso mesmo, galera. O programa da Mica, você que está assistindo aí ao vivo, brasileiros, tá bom? Será transmitida agora numa TV do Japão. É isso mesmo. Porém, eu irei anunciar hoje nas minhas redes sociais Mika Oficial e programa da Mika. Então assim, fiquem ligadinhos porque nós iremos anunciar que TV que será passada, enfim. Então vocês acompanhem, tá bom? Vai ser muito incrível. Então, um beijão para todos que estão assistindo aí do Japão. Você
viu, Silvio, os japoneses nos assistindo lá no lá no Japão tem muitos brasileiros, >> sem dúvida. >> Tem muitos brasileiros. Então assim, sempre tem que ter essa TV para para saber o que que tá acontecendo aqui no Brasil. E lá acontece muitas matérias que brasileiros apresentam mostrando coisas do Japão. Então é muito legal, tô muito feliz. >> E mata uma saudade, né, >> da nossa cultura. ficam sabendo o que tá acontecendo na nossa cidade. E eu queria mandar um abraço a todas as pessoas que nos acompanham, agradecer pela participação, incrível, >> por pela pelos comentários
e dizer que é muito importante que as pessoas nos acompanhem, nos ajudem e a construir o nosso trabalho. Um grande abraço a você que nos acompanha, segue aí. O meu Instagram é @silvemedobarueri. Pode deixar lá sua mensagem, sua solicitação, a sua contribuição de de ideias, de sugestões. É sempre bem-vinda. >> É isso aí. Tá sendo incrível o bate-papo, né, galera? Pra gente dar continuidade aqui, eu já vou trazer outro quadro interativo que vai se chamar um ping pong, coisa rápida. Eu irei fazer uma falar uma frase e o Silvio terá que completar. Tudo bem, tudo
bem. >> Não é ditado popular, é o que você achar melhor. Tá bom. Então vamos começar. O maior desafio da política hoje é >> é você acolher a necessidade das pessoas, entender a sua expectativa e tornar através de indicação, projeto, ação, eh uma resposta que atenda a sua necessidade, porque as pessoas eh elas são individuais, são irrepetíveis, mas os problemas são comuns. >> É isso mesmo, >> né? E nós precisamos buscar soluções que atendam não interesse individual, mas o interesse comum. >> Muito bom, Silvio. O que mais me tira o sono é >> quando eu
não consigo resolver uma situação eh que eu queria dar uma resposta rápida e aquilo >> fica me incomodando. >> Muito bom. Um erro que me ensinou muito foi >> não ter parado para ouvir minha consciência. >> Forte, muito forte a importância, né, de gente ler os nossos pensamentos. O que mais me orgulha no meu mandato é >> o feedback das pessoas. Muito bom. E tem bastante aqui hoje, hein? [risadas] A política precisa parar de de enganar as pessoas. A política ela precisa ser transparente, trabalhar dentro de uma realidade, não prometer, mas se esforçar para realizar
ações que transformam de fato. >> Certíssimo. O Brasil precisa urgentemente de >> de mudança, de mentalidade de quem governa. >> Uhum. e de maior participação e responsabilidade também de quem escolhe. >> Perfeito. E pra gente finalizar, se eu não fosse político, eu seria? >> Eu acho que eu eu estaria seguindo a minha vida no comércio. >> No comércio. No comércio. Gosta de falar com pessoas, né? A população gosta. Muito bom. Muito bom. É isso. Finalizamos o quadro pingpong que saiu super bem. Nem deu aquela [risadas] foi muito, muito bom. Mas isso que é o diferencial,
né? essa coisa da essência e sobre ser transparente consigo mesmo, do que está fazendo, com quem que você está trabalhando, com que você está trabalhando. E é isso que conseguimos ver em você, Silvio. E pra gente dar continuidade aqui no nosso programa, eu comentei com vocês que o nosso programa agora será exibido no Japão, certo? Porém, eu falei, eu preciso trazer uns quadros diferentes. Eu não consegui na liberdade dessa vez para provar comidas diferentes com Silvio, porém eu achei uma matéria que eu realizei ano passado na Liberdade e que inclusive eu terei que refazer, né?
Mas assim, acompanha, assista, Mica na Liberdade. E o intuito na verdade era eu ter gastado R$ 100. Mas vamos ver o que será que eu consegui. Mas fiquem aí um pouquinho porque nós já iremos passar esse vídeo que tá muito engraçado, tá muito legal. Eu fiz ano passado, inclusive em breve vocês irão acompanhar aqui no programa, mas vamos dar continuidade, agradecer novamente as pessoas que estão acompanhando aqui também. Bom, Silvio, a gente já falou bastante sobre a sua trajetória na política. falamos sobre quadros, mas eu quero saber sobre essa infância. Eu amo falar sobre infância,
até porque eu vejo que a infância ela também reflete muito em algumas situações de quem a gente é hoje e como que era você pequeno, o que você sonhava em si. >> Eu não tenho tantas lembranças de da minha infância, porque eu comecei a trabalhar muito cedo, uma família numerosa. Sim. Eu fui muito bem cuidado. >> Uhum. >> pelas minhas irmãs mais velhas. Eh, eu tive um problema sério na minha nos meus primeiros dias de vida, algumas doenças, tosse comprida, etc. >> Eu sou resultado de um milagre, >> né, pelos relatos que a minha família
traz. Eh, mas eu tenho grandes e boas lembranças também, eh, porque a gente, eh, no interior você tem pouco recurso, então você tem que lançar a mão daquilo que muitas vezes a própria natureza oferece. >> Então, os nossos brinquedos eram >> eh madeira, eh mamona, eh, bolinha de good. A gente vai brincar de bet. Já viu falar brincar de bet? >> Não. >> Tá. É de não de futebol, nada a ver, >> não é? Você colocar eh uma base aqui de um lado, uma base do outro lado, uma bolinha de meia e aí um taco
que pode ser de madeira e aí o daqui tem que derrubar >> o o item de lá, que pode ser uma latinha de óleo, algo assim, e o de lá. E aí você tem que defender, né? É, aqui é o seu objeto que tá aqui >> e joga para lá e joga para cá. E é uma brincadeira bem legal. Legal. >> Eh, e tem outras e tantas outras brincadeiras. Eu aprendi, por exemplo, a tocar e com um caninho de mamona. Eh, você faz uns uns furinhos >> e você faz um >> um instrumento musical de
assopra e sai som. >> Então eu toco um pouquinho de violão, né? >> Aham. E e as os primeiros passos na música e de gostar de música foi nessas brincadeiras de infância e com um instrumento ali improvisado. [risadas] Eh, é bem interessante. Eh, mas eu fui fui uma criança feliz, sem dúvida, pelo ambiente em que eu cresci, com cercado de irmãos, de primos, né? A nossa família extensiva também é muito grande. A nossa rede de apoio sempre foi grande. >> Eh, mas assim, a gente aprendeu a brincar com que tinha que tinha com o que
tinha, >> né? E ali a gosta a criatividade, o improviso >> e tudo isso é muito importante. Eu vejo hoje, por exemplo, as crianças é muito preso aos eletrônicos, né? Isso é um perigo. >> Então, os pais, os irmãos devem orientar as crianças menores, >> eh, e buscar ocupar o tempo com coisas simples, né? Porque o simples também importa e muito >> e ele e ele é muito valioso, né? Igual você estava comentando em relação, nossa, não tinha internet na época, mas a gente era feliz, né? A gente tinha coisas para brincar e tudo mais.
Então eu vejo, eu também, né, nasci numa geração, nasci em 2008, então eu peguei essa parte da tecnologia já, da televisão que já tinha brinquedo, então eu não peguei muito essa parte de, ah, eu vou fazer, mas eu lembro que eu ainda, por exemplo, churrasco de família, a gente ainda brincava de esconde esconde, de pega pega, essas brincadeiras, não ficava vidrado 100% no celular. E eu vejo que as crianças hoje não sabem nem o que que é pega peg, esconde, esconde direito, né? Então você vê que >> ao decorrer, né, vai passando os anos, a
tecnologia vai avançando mais, mas porém tem essa mudança que as que >> e as brincadeiras eram eram mais interativas, né? as crianças brincavam de forma que participava grupos, então tinha dinâmicas >> que que favorecia a relação >> e até ficava mais unido, né, com os amigos, com a família. E hoje é muito difícil a gente ver, por exemplo, famí numa sociedade que tá produzindo pessoas muito individual, muito individualista, né? E às vezes começa muitas vezes no ambiente familiar, na forma com que se brinca, com que se trata o outro. Às vezes hoje as pessoas se
isolam, né? As pessoas vão na refeição, por exemplo, eu cresci, eh, a nossa refeição era cercada de pessoas, >> então não tinha eh na hora da refeição era a hora de comer, de brincar, de conversar. >> É isso é muito importante para o desenvolvimento >> muito >> da relação social entre as pessoas, né? E hoje muitas vezes as famílias se isolam, pega o prato, vai pro quarto ou tá comendo com celular do lado, se dialoga muito pouco. >> E a mesa ela é um ambiente muito importante paraa construção de relações entre as pessoas. É a
mesa que se decide muita coisa, onde se aprende muito, onde o pai conversa com o filho, como é que tá, passa a mão na cabeça, pergunta por que você tá assim. Tô percebendo que hoje você tá diferente. Então, eh eh tem o contato, tem ali, a a o ambiente favorável ao diálogo e isso vai aproximando as pessoas, né? >> Isso. A mesa é muito importante, né? Eu até escutei. A mesa é que tá ao redor de pessoas que realmente te impulsionam na vida, né? De maneira positiva, no dia a dia. E assim, a família também
nem ensinou desse jeito, né? hora da mesa sem celular. Vamos, vamos conversar, vamos olhar, né? Porque hoje tá tudo muito corrido. Hoje ninguém tem mais paciência com ninguém, né? A gente pode ver essa situação, muitas pessoas irritadas por coisas mínimas. Então você vê que é está acontecendo coisas muito tristes ao nosso redor por falta de pessoas não estar entendendo umas as outras e que a gente possa aprender que na verdade é um coletivo, né? E sabe uma coisa que eu observo bastante na nas nossas andanças? Há uma grande dificuldade hoje das pessoas lidar com o
idoso em casa, né? Eh eh porque às vezes a relação ela foi construída, eh, de forma fria, às vezes distante. >> Uhum. >> E de repente você precisa cuidar de um de um ente, de um idoso, como você eh se não tem o vínculo construído, né? É, isso se torna um peso. >> É verdade. >> E eu atendo muitas pessoas pedindo ajuda. Eh, é às vezes para internar um idoso, sabe? É para buscar uma alternativa sempre fora. >> Sim. Nunca junto, né? >> E e na verdade a solução ela precisa ser encontrada dentro. >> Dentro.
É o amor, né? E, >> por exemplo, eu essa noite eu dormi com o meu pai, né? Meu pai tem 94 anos, >> minha mãe tem 91. E eles moram há alguns anos já na mesma rua que nós, numa casa próxima. >> Sim. >> E aí depois de um eh de uma fratura na perna e meu pai ele tem pouca mobilidade a partir daí. >> E aí a gente reveza os irmãos para para dormir. Essa noite eu dormi com ele, mas isso para mim é tranquilo. Aí eu levo meu cachorrinho, [risadas] o Luk vai comigo
e ele me ajuda nessa tarefa. Essa noite, por exemplo, foi mais desafiadora, ele tava mais agitado, meu meu pai, né? Mas aí eu vou lá, levanto, né, atendo ele, fico ali um pouco o look do lado, [risadas] >> dando apoio também. >> Isso, dando força e aí logo ele se acalmou. >> Mas isso é fruto de de uma relação que vem, né, de muito tempo. Então não se torna, na verdade um peso. >> Examente. >> Na verdade, você faz isso com alegria, >> com amor. Na verdade, não vira uma obrigação, né? não vira uma. >>
É claro que tem casos que são mais complexos, né? A gente precisa entender e diferenciar cada caso. >> Eh, mas eu acho que quando tem uma relação bem construída de amor, de vínculo, de fraternidade, eh, esse cuidar se torna tranquilo, se torna bom. >> É verdade. >> Você devolver, né? Eh, aquilo que que você recebeu a vida toda. >> Tudo que aí fala a paternidade dando retorno. [risadas] >> É isso aí. >> Mas muito legal. E o bacana é que nesse programa a gente conseguiu falar sobre o passado, conhecer Silúvio pequenininho, como que foi essa
trajetória, o presente, né, com os projetos, como está atuando. Só que vamos falar sobre o futuro, porque eu não sei, né, como o Silvio é, mas eu sou uma pessoa que também gosto de pensar bastante, né, lá frente, lá na frente o que irá acontecer. E como você vê o Silvio daqui a 5 anos? Eu vejo o Silvio mais desenvolvido, mais consciente, mais maduro, naturalmente. [risadas] Eh, e eu acho que fazendo melhor o que eu faço hoje. >> Sim. >> É, eu me vejo assim. >> Muito bom. É uma evolução contínua, né? >> E Silvio,
tem alguma coisa que você ainda não fez, mas você tem vontade assim de fazer muito, mas assim, não apenas na política. Pode ser algo pessoal, uma viagem ou algo que você tenha vontade de comprar em aberto, tema livre. [risadas] Eu, ah, eu acho que o o ser humano ele é por natureza ele ele ele precisa de de al de tá sempre preenchendo, né? O o nosso coração ele é inquieto, né? O, isso é da nossa natureza, o do coração inquieto. E tem muitas coisas. Eu sou uma pessoa realizada, eu sou feliz. >> Eh, mas é
claro que eu tenho sonhos, que eu tenho desejos e e tenho e penso em alcançar degrau que eu ainda não alcancei, ir a lugares que eu não fui, mas, por exemplo, eu não conhecia ainda eh a Terra Santa, eu pretendo conhecer, >> né? Eu fiz poucas viagens pro exterior. Eu tenho vontade de conhecer Roma, não conheço, >> né? A Praça São Pedro. >> Sim, >> né? De repente participar de uma celebração presencial com o Papa. São coisas que eu eu penso >> em buscar realizar. E a sensação assim é extraordinária. Opa, deixar extraordinária. Que eu
falo, eu gosto, eu sou uma pessoa que eu gosto muito de viajar, mas não sei porque eu sou, eu acho que é o natural, né, do ser humano querer conhecer novas experiências. Eu não sei você quando, né, viaja, não apenas pro exterior, mas qualquer viagem, a gente parece que renasce de alguma maneira, né? >> Sem dúvida. Eu gosto muito de viajar, mas a nossa função ela nos prende muito aqui. Sim, sim, >> né? E eu tenho dificuldade de me desligar. >> Uhum. >> Né? Eu tenho essa dificuldade. Às vezes numa viagem eu fico ainda ligado
o celular e as mensagens chegam, eu tenho muita facilidade de passar o meu contato e eu nunca troquei de número de telefone. >> Olha isso. >> E as pessoas não são obrigadas a saber que eu tô de férias ou que eu tô de folga e onde eu estou. Uhum. >> Elas simplesmente acho que eu tô [risadas] por aqui e disponível porque é próprio da nossa função. Exato. >> Eh, e aí eu tenho dificuldade de me desligar. >> Entendi. >> Eh, e também de ficar tempo fora, né? Porque a gente precisa atuar. A nossa função ela
exige essa entrega, né? >> E então, >> e o que a gente precisa é o tempo de qualidade, quando você tirar um tempo para viajar. E aí sim, e eu tenho essa dificuldade, mas eu tenho trabalhado [risadas] isso para estar mais com as meninas, para dar mais atenção pra minha esposa, pra minha filha, >> eh, e tirar aquele tempo, né, >> para curtir um pouquinho, né? >> Mas eu gosto muito de viajar, embora eu tenho pouco tempo para isso, né? >> Eh, >> mas tá tudo certo. >> Ai, maravilha. >> Tudo no seu tempo. >>
É, tudo no seu tempo, na hora certa e vai acontecendo, né? Ai, mas que legal. Nosso bate-papo passa muito rápido, passou muito rápido, já estamos chegando ao fim. E gostaria muito de agradecer novamente o Silvio, que gostei muito de conhecer mais sobre essa história, não conhecia tanto assim, por isso que eu falei, vou ter que chamar o Silvio Macedo, uma pessoa assim sempre do bem, sempre que nós nos encontramos, muito simpático, muito humilde, eh, nosso parceiro também. E eu falo que por mais pessoas como Silvio, com a sua humildade e que continuem sendo essa pessoa,
né, fazendo bem, eh, a gente só de vendo os comentários, muitas pessoas te elogiando, então não é Mica, que estou falando apenas isso, é uma população gigante de Barueri também. E gostaria muito novamente de agradecer eh e dizer que as portas estão abertas pro programa da Mica. também gostaria que você deixasse a sua mensagem para o pessoal que está nos assistindo, redes sociais, como que a gente pode te acompanhar no dia a dia também. >> Queria agradecer a oportunidade, Mica, de estar aqui com você no seu programa. Parabéns pela sua trajetória, parabéns pelo seu programa
e por tudo aquilo que você tem desenvolvido. Eu queria agradecer também as pessoas que nos acompanham ao longo desses anos, que tem nos incentivado, que tem nos ajudado a melhorar, a evoluir. Eh, agradecer as lideranças políticas que têm nos ajudado, nos dado oportunidade. nosso prefeito Beto Piteri, sua esposa Damares, o nosso querido e sempre prefeito Furlan, dona Sônia, que que foram muito importantes e são, né, no nosso trabalho, no nosso dia a dia. Eh, também outras pessoas que nos ajudam, como Henrique Misaz, Reinaldo August, Rogério Santos, tantas pessoas que que são também referências e que
nos ajudam, a minha equipe, a minha assessoria. eh agradecer a minha família, me apoiam eh integralmente em tudo que eu faço e que são referências, são a base eh pro nosso trabalho. Esse ano tem novidade, tem novos projetos chegando. Eu acredito muito na cidade de Barueri, acredito nesse governo que eu participo e que eu faço parte. Estou na comissão de saúde, na Câmara como presidente. Eh, a saúde é prioridade pro nosso mandato. Também estou na vice-presidência da Comissão de Educação e o nosso compromisso é é trabalhar não somente essas pautas, mas trabalhar ações e programas
que possam melhorar a vida das pessoas. Eu acredito que a gente pode contribuir, que nós possamos entregar daqui eh há 3 anos, encerrando o nosso mandato, muitos resultados, uma cidade mais organizada, eh, com mais estrutura, com atendimento mais qualificado, com uma condição de mobilidade melhor, de transporte, que a gente vai trabalhar muito também paraa melhoria da qualidade do nosso transporte. Enfim, são tantas, são tantos desafios. Agradecer aos vereadores que que também nos ajudam aprovando os nossos projetos, também nos trazendo eh inspiração de alguma maneira. A gente aprende também com os colegas. >> Eh, agradecer as
pessoas que da nossa comunidade, a a comunidade católica que me acompanham há muitos anos, também os evangélicos que são pessoas importantes e que nos ajudam também. Tem muitos amigos. evangélicos e que nos acompanham, que nos apoiam e nos dá essa condição também de equilíbrio, nos ajuda a a manter uma uma trajetória eh sem perder a nossa base, a nossa essência, nós, enfim, >> e viver bem o nosso chamado. >> É isso aí. e as redes sociais do Silvio >> Silvio Macedo Barueri no Instagram e e no Facebook. >> Perfeito. Então pessoal já segue lá acompanhar
o dia a dia do Silvio e as suas ações também nesses projetos que é sempre muito importante. Bom, finalizando, agradecendo a todos vocês que participaram de mais um episódio do programa da Mick. Espero que vocês tenham gostado. Aqui falamos sobre políticas assunto atuais, também comentamos sobre infâncias, tudo isso de maneira leve, super legal. e agradecer também o pessoal do Japão que está nos assistindo. Um beijão. Tá sendo uma honra fazer parte da telinha aí de vocês. Espero que tenham gostado essa parte da programação. E lembrando que vocês podem acompanhar a Mica aqui no meu Instagram,
Mica Oficial e mais bastidores, cortes do programa no programa da Mica Oficial no Instagram. Muitíssimo obrigada. Fiquem com Deus. Não esqueçam de compartilhar a live. Comentem aqui depois, curtem e assina o sininho de notificação para você não perder o próximo episódio, quinta-feira, 19 horas, ao vivo aqui no programa, né, Mica? Beijos, um ótimo final de semana aí, sexta, sábado, domingo, aproveitem. Ciao. Ciao.