Fala galera eu sou o Michel Schimit e hoje é dia de trazer a vocês a revista mensal dos Supremos 5, lançado em outubro de 2024. A conversa começa no satélite secreto de Tony Stark, onde ele e o Capitão América discutem um problema crescente. Com imagens projetadas na tela, Tony explica que, cinco meses atrás, uma tubulação de petróleo foi destruída, mas o vazamento foi contido a tempo.
Quatro meses depois, um acampamento da Roxxon foi atacado durante a noite, deixando vários feridos, alguns gravemente. E, no último mês, uma refinaria da mesma empresa também foi destruída. Os trabalhadores relataram ter ouvido flechas cortando o ar durante o ataque.
Steve se espanta ao perceber que alguém poderia causar tanto caos apenas com flechas. Tony corrige Steve, explicando que não se trata apenas de flechas. O que está sendo usado é um sistema avançado de armas, capaz de criar projéteis inteligentes — um design dele próprio.
O Capitão América insiste que o que ele vê são flechas, e Tony lembra que tentou convencer alguém a se tornar o novo Gavião Arqueiro, mas a pessoa recusou a oferta. Steve comenta que o traje foi abandonado, e agora alguém o encontrou. Para ele, isso não é um problema.
Cidadãos armados desafiando o Conselho e seus aliados não era parte do plano de Tony? Stark suspira, mencionando que está sobrecarregado com as operações em andamento, a recuperação da Ilha Gama e os reparos no Tocha Humana. Mesmo assim, ele conseguiu investigar o responsável pelos ataques.
Os resultados, porém, foram desanimadores: o índice de vilania estava alto, enquanto o heroísmo ficou bem abaixo do esperado. Steve argumenta que nem tudo pode ser medido em números, e Tony deveria saber disso. Stark concorda, mas ressalta que, por isso mesmo, precisa recuperar as armas antes que causem mais mortes desnecessárias — ele não quer carregar essa culpa.
O Capitão América tenta minimizar a situação, dizendo que são só flechas. Mas Tony insiste, explicando que essas flechas podem seguir um alvo por até 65 quilômetros, fazendo curvas em ângulos retos a três vezes a velocidade do som. Essas flechas são poderosas o suficiente para perfurar navios de guerra ou destruir tanques com um único disparo.
Nas mãos de alguém bem treinado, elas poderiam acabar com um exército inteiro sozinho. Tony pede que Steve cuide do problema, já que os Supremos estão dispersos: América está em missão na Eurásia, Hank Pym e Janet estão atrás de outro herói preso, Thor e Sif. .
. bem, nem Tony sabe onde eles estão. A Mulher-Hulk só sai da sua ilha para missões específicas, e Destino.
. . é o de sempre.
Precisando da ajuda de Steve, Tony insiste. Após alguma resistência, o Capitão finalmente se convence a assumir a missão. Pouco depois, em uma refinaria da Roxxon, próxima ao rio Missouri, o Capitão América tenta dialogar com o responsável pelos ataques.
Ao vê-lo, o rapaz debocha: "Mandaram um caubói para me deter? " Steve o chama pelo nome, Charli Ramsey, e pergunta se ele sabe por que está ali. Charli, reconhecendo o Capitão como um dos Supremos, provoca: "Você não deveria estar destruindo uma escola ou algo assim?
" Steve responde que eles não fazem esse tipo de coisa, mas explodir coisas parece ser mais o estilo de Charli. Sem aviso, Charli dispara, desafiando o Capitão: "Saca sua arma, caubói! " Steve o corrige, dizendo que ele é um Capitão.
Mas, para Charli, ele é sim um caubói, representando o clássico invasor. Sendo indígena, Charli pergunta se Steve entende o que isso faz deles, e o herói entende a referência. Charli afirma que conhece bem as histórias de caubóis.
Enquanto prepara uma flecha sônica, ele lembra que seu pai adorava aqueles filmes antigos, todos com o mesmo enredo: caubóis matando indígenas, indígenas matando caubóis, e no fim, todos comemoravam. Charli admite que, apesar de tudo, também gostava desses filmes. O Capitão América tenta acalmar as coisas, pedindo para Charli parar.
Ele não veio para lutar, apenas para recuperar as armas, que são extremamente perigosas — e o rapaz não parece ter mais que 16 anos. Charli então pergunta quantos anos Steve tinha quando vestiu o traje pela primeira vez e quando decidiu tomar uma posição. Com Charli o mirando, o Capitão América questiona o que ele realmente sabe sobre o traje e o que acredita que ele representa.
Charli responde que o traje pode ter significados diferentes, dependendo de quem o veste. Charli não acha justo. O Capitão América vira herói, Tony Stark vira herói, até o cara que jogou o traje no lixo pode ser um herói.
Mas ele? Ele não atende os critérios? Será que falhou no teste?
O Capitão América fica pensativo, enquanto Charli comenta que seu povo sempre falha nesses testes. Parece que a matemática nunca está a favor deles. Charli pergunta se o Capitão sabe o que os parceiros da Roxxon andam fazendo.
E, enquanto dispara uma flecha de fragmentação, responde: eles fazem o que querem. Enquanto dispara uma sequência de flechas — de gás nocaute, congelante e ácida — Charli revela que a Roxxon inunda planícies, viola terras sagradas, contamina a água, e constrói refinarias e tubulações. As histórias antigas do povo de Charli falam sobre a "serpente negra", que viria para destruir tudo.
Eles tomam o mundo como refém, e quando seu povo protesta, eles os matam, jogam na cadeia ou os expulsam de suas próprias terras. Enquanto o Capitão América contra-ataca, Charli reforça que é por isso que precisam lutar. Para ele, Roxxon, a União dos Estados Norte-Americanos e os Estados Unidos são a mesma coisa: caubóis e indígenas, presos num ciclo sem fim.
Steve tenta fazê-lo repensar. Diz que essas armas e essa vida trazem muito peso, e Charli não precisa seguir esse caminho. Mas Charli insiste que é preciso.
Ele teve uma visão — acredita que esse é o seu destino. Com uma flecha canceladora de inércia, ele derruba o escudo do Capitão. Charli conta que viu um garoto na luz, ouviu a voz dele dizendo que o dever de um herói é proteger os inocentes, salvar vidas, inspirar as pessoas e tentar melhorar o mundo, sendo a melhor versão de si.
Steve explica que o garoto era Tony Stark, e a mensagem era para outra pessoa, alguém com potencial heroico. Charli, porém, afirma que já sabe disso. Charlie se apresenta como membro da nação Lakota, da tribo Oglala.
Seu nome oficial é Charlie Ramsey, mas o nome que realmente importa, seu nome espiritual, é Charli Gavião Arqueiro. Esse é seu destino, e ele não vai deixar que ninguém tire isso dele. A flecha teleguiada, faz uma curva inacreditável e atinge Steve, e Charli, afirma que não vai permitir que o impeçam de ser quem ele é.
Charlie reflete sobre o mundo em que vive. Ele acredita que esse mundo não foi feito para pessoas como ele. Às vezes, você assiste a um filme antigo, tem uma visão ou vê um símbolo, e sabe que aquilo não foi pensado para você.
Mas, em vez de aceitar isso, ele escolheu tornar aquilo parte de quem é. Mesmo que não tenha sido criado para ele, Charli o toma para si. Porque, se não fizer isso, como será possível ser algo melhor em um mundo que claramente não foi feito para o seu povo?
Ele sabe que não é ingênuo — já viu Star Wars e reconhece que a projeção não era nenhum espírito ou algo místico, apenas um garoto arrogante. Mesmo assim, Charli decidiu transformar aquela visão, porque ele escolheu que fosse parte de sua história. O Capitão América agarra uma das flechas enquanto escuta Charli dizer que as visões não se tratam do mensageiro, nem da mensagem, mas de quem as recebe.
Cansado de toda essa conversa, Steve decide agir. Ele lança o escudo e avança, nocauteando Charli, que mal teve tempo de decidir o que deveria deter primeiro. Derrotado, Charli murmura que foi como nos filmes: os caubóis vencem, os indígenas caem, e no fim, todos aplaudem.
Mas o Capitão América o corrige, dizendo que, hoje, ninguém vai morrer. E não haverá aplausos. Ele estende a mão e diz a Charli que se levante e use seus olhos — ainda há tempo para enxergar as coisas de outra maneira.
A máscara do Gavião Arqueiro, projetada por Tony, permite que Charli veja uma movimentação intensa se aproximando. O Capitão América tenta alertá-lo sobre o perigo da situação. Ele explica que se trata de um grupo de limpeza contratado, enviado para eliminá-los.
Esses mercenários costumam proteger as operações de mineração da Roxxon, especialmente em áreas com alta instabilidade local. Steve lembra que, nos anos 70, esses mesmos mercenários foram essenciais para reprimir a revolta na Terra Selvagem. Ao notar a quantidade deles, Charli começa a se preocupar.
O Capitão observa que alguém já lhe disse que, com o treinamento adequado, até um operador comum pode derrubar um pequeno exército com as armas que Charli empunha. Por isso, o Capitão América espera que Charli tenha se preparado bem nos últimos meses. Minutos depois, o exército é destruído, e o Capitão América reconhece o grande trabalho de Charli, que se mostrou um verdadeiro Gavião Arqueiro.
Ainda assim, o Capitão acredita que é melhor ir embora; mais inimigos estão a caminho. Charli pergunta sobre a luta entre eles e se Steve realmente quer recuperar as flechas. O Capitão América responde que não vai tomá-las de volta; ele só queria ter certeza antes de falar com o Rapaz de Ferro.
Charli quer saber o que ele dirá a Tony, e o Capitão afirma que contará a verdade, garantindo que não errou quanto ao portador. Ao se afastar, Steve pergunta se seu nome espiritual é mesmo Charli Gavião Arqueiro. O rapaz acha engraçado e comenta que os brancos acreditam em qualquer coisa.
Enquanto isso, Emmanuel da Costa observa a situação com raiva. Ele não se importou quando os Supremos quebraram o pescoço de Midas; na verdade, achou engraçado. Mas agora, as operações contra a Roxon estão prejudicando seus resultados financeiros.
Hulk tenta acalmá-lo, lembrando que da Costa já aceitou que ele cuidaria do problema. Hulk pergunta se Emmanuel duvida de sua mão firme e forte. Ele tem estudado os Supremos, conhecendo suas forças, fraquezas e ideias desarmônicas.
Eles usam tecnologia Stark para se esconder, e suas identidades são segredos bem guardados. Se esmagar dois ou três, os outros irão sumir e ganhar força nas sombras. Hulk explica que os Supremos são uma insurgência, e não dá para destruí-los peça por peça.
Da Costa pergunta como ele pretende detê-los, e Hulk responde que sua estratégia é acabar com todos de uma só vez. E aí, pessoal! O que acharam da edição de hoje, escrita por Deniz Camp e desenhada por Juan Frigeri?
Parece que o requisito básico para se tornar um Gavião Arqueiro é ser encrenqueiro ou, de outra forma, ter opinião própria. Achei a edição bem legal, especialmente a forma como o Capitão avaliou o desempenho do Charlie. Mas confesso que sinto falta de ver a equipe toda junta enfrentando grandes ameaças.
Pelo jeito, na próxima edição isso vai acontecer, já que o Hulk prometeu eliminar os Supremos. Por enquanto, é isso! Não esqueçam de apoiar o trabalho com seu like, se inscrever no canal e ativar o sino de notificações.
Obrigado a quem ficou até o final e um abraço, galera!