Fala investidor, fala investidora, tudo bem? O meu nome é André Train e hoje sou o líder do time de estratégias de investimento do Clube do Valor. Você provavelmente acabou de fazer a reunião de anamnese financeira com o seu consultor, a sua consultora financeira não muito tempo atrás, correto? A próxima reunião que você vai ter com seu consultor ou consultora financeiro vai ser uma reunião onde esse consultor ou Essa consultora vai ah absorvendo as informações que foram colhidas na última reunião, trazer uma proposta de alocação que esteja exatamente alinhada ao seu perfil de risco e aos
seus objetivos. Nessa reunião, ele ou ela vai lhe apresentar uma série de recomendações de alocação, né, e de estratégias a serem seguidas na sua carteira. E o meu objetivo hoje com esse vídeo é falar o que tá por trás dessas recomendações que esse consultor, essa consultora vai Trazer para você, visando tornar a próxima reunião de vocês o mais produtiva possível. Beleza? Então, o meu papel aqui hoje é trazer os porquês, o que que tá por trás de todas as recomendações que o consultor, a consultora vai fazer para você na sua próxima reunião, que vai ser
a reunião de alocação. Internamente a gente chama aqui ela de R2, certo? Então, o tema do nosso encontro hoje, no meu vídeo de hoje para você, é filosofia e Estratégias de investimento do Clube do Valor. E esse encontro hoje tá dividido em quatro grandes sessões, né? Eu queria trazer um pouco do por que a gente sistematiza o nosso processo de tomada de decisão. Talvez você já acompanhe o Ramiro na na no nosso canal aqui no YouTube. Senão eu até eh faço o convite para que você ative o sininho e se inscreva no nosso canal para
também receber vídeos do Ramiro e do Felipe. Se você já acompanha o Ramiro aqui nas Redes sociais e o Felipe também aqui no nosso canal no YouTube, você já deve saber um pouco de da filosofia de investimentos e como o Clube do Valor pensa em investimentos, como é que ele tá organizando a sua filosofia, suas estratégias de investimento. Mas eu gostaria aqui de retomar um pouco do que tá por trás dessa decisão estratégica de sistematizar o processo de tomada de decisões de investimento. Depois quero falar um pouco sobre a nossa estratégia De ACET location, sobre
as nossas estratégias de ações aqui do Clube do Valor e também sobre a nossa estratégia de renda fixa aqui que a gente pratica, né? E como é que ela tá construída e qual é a lógica de funcionamento por trás dela, certo? Então, começando aqui pela filosofia de investimentos do Clube do Valor, eu gostaria de começar demonstrando para você como é que normalmente o mercado toma decisões e quais resultados o mercado costuma obter Com esse processo de tomada de decisões, principalmente quando se trata de decisões comprovenda ou gestão de maneira geral na classe de ações do
Brasil. Quer dizer, gestores de fundos de ações, né, pessoas fazendo, tomando decisões sobre compra e venda de ações de maneira discricionária ou em fundos, né? né? Como é que normalmente esse processo decisório acontece no mercado tradicional? Ele envolve um acompanhamento de notícias e de cenário Econômico, político, internacional, né? Essas informações são captadas, são pessoas normalmente muito bem informadas aí sobre tudo que tá acontecendo no mundo. Uma análise qualitativa da empresa e do setor que tá sendo analisada aqui, pesquisa com fornecedores, clientes e concorrentes. Quando são gestores ou analistas que vão um pouco mais a fundo
nesse qualitativo, eles fazem essa pesquisa de campo também. participam em eventos das Empresas, analisam a governança e a reputação dos seus controladores e dos seus principais eh diretores. Constró também modelos de projeção financeira em cima dessas empresas, justamente para tentar prever o que que deve acontecer com os resultados financeiros dessas empresas pra frente. Aqui é talvez uma das partes mais trabalhosas desse processo, né? Eu sei porque eu já fiz esse trabalho dessa forma em experiências anteriores minhas, por isso Eu sei do que que eu tô falando. E eu também colho, né, constantemente aí com outros
players do mercado, como é que eles organizam o seu processo decisório. Vou numa Expert XP, vou num BTG Summit e lá faço questão de gastar um bom tempo conversando com outros gestores de investimento e fazendo essencialmente a pergunta para eles, como é que funciona o seu processo decisório? E a resposta é mais ou menos sempre essa aqui que eu tô colocando aqui para vocês, com algumas Nuancias para um lado ou para outro, né? troca de percepções com outros analistas, né? E no fim das contas, quando é um processo de decisão um pouco mais maduro, eh
ele envolve também uma decisão tomada em comitê, onde esse comitê recebe todas essas informações colhidas pelo analista, né, além do modelo, que é uma produção própria do analista, e aí em conjunto, né, analisam o caso e tomam uma decisão de compra e venda daquele um ativo específico. Tem Empresas que às vezes nem comitê de investimentos não tem, onde a decisão é tomada pelo pela cabeça única do gestor, que normalmente é o fundador também da da gestora. Como é que são os resultados desse processo? Hã, muitas vezes as próprias pessoas para as quais eu pergunto sobre
como é que é o seu processo decisório, até não conhecem esse estudo aqui, que na minha opinião é o estudo mais amplo sobre o desempenho da indústria de investimentos no Brasil E no mundo. Tô falando do estudo da Espiva, né? Espa, se você digitar aí no Google, provavelmente vai cair exatamente nessa landing page, onde tem os mapas, né? Eh, e a gente pode selecionar aí diversas regiões do planeta, entre Estados Unidos, Canadá, México, Brasil e outras eh partes do planeta aí selecionáveis, mercados, né, que são selecionáveis aí. E embaixo você consegue selecionar a periodicidade na
qual você quer analisar os resultados da Indústria de gestão de investimentos nesse nesse mercado. Que que acontece aqui no Brasil, né? Esse estudo foi atualizado a última vez em meados de 2024, né? Quer dizer, tá atualizado pra database de 30 de junho de 2024. E ele diz essencialmente o seguinte: "Nos 10 anos que eu selecionei aqui como período dessa análise, né, período para analisar os resultados, nos 10 anos finalizados em junho de 2024, ou seja, de 2000, segundo semestre 2014 até o primeiro de 2024, 80.9% dos fundos existentes no mercado brasileiro performaram pior do que
o índice S&P Brasil Large Cap, que é um irmão gêmeo do Ibovespa. E apenas 19% desses fundos performaram melhor do que esse índice Brasil Large Cap, que é essencialmente um irmão gêmeo do Ibovespa. Conclusão aqui é 80. E aí quando a gente olha para outros mercados, um percentual é até maior, né? Quer dizer, não é um fenômeno Brasileiro, é um fenômeno mundial. 80 a 90% dos fundos existentes performam pior do que os seus respectivos benchmarks, do que o Ibovespa no Brasil ou do que o S&P 500 nos Estados Unidos. De forma que a gente quando
pensa o nosso processo de investimentos, a conclusão óbvia se tirar é que quanto mais eu aproximar o meu processo de investimento desse processo tradicional que eu acabei de descrever antes, mas a gente tende a aproximar eh os nossos resultados ou os Resultados que os nossos clientes obtêm dessa estatística, né, que eu considero bastante eh negativa eh de eh performance eh para a classe de ações Brasil, por exemplo, né? E aí se coloca uma pergunta, né? Que que a gente faz diante disso? Se eu fizer exatamente as mesmas coisas que os demais investidores fazem, né, que
a ampla maioria do mercado, e eu sei que ampla maioria do mercado faz isso, porque eu converso com essa ampla maioria do mercado, loucura é Fazer as mesmas coisas e esperando resultados diferentes. É uma frase atribuída a um dos maiores gênios aí da humanidade, Albert Einstein, né? Não tem como saber exatamente se ele falou isso, mas essa frase é atribuída a ele. E de fato é o que a gente observa, né? né? As pessoas costumam no mercado financeiro andam repetindo processos que têm aí uma chance grande de produzir resultados ruins, né? Diante disso, né, a
nossa tomada de decisão foi sistematizar, Fazer fundamentalmente diferente desse processo ali para produzir resultados melhores, certo? Nossa filosofia de investimentos também tá bastante embasada em um cidadão chamado Daniel Canneman, infelizmente já falecido, né, que é um psicólogo, dedicou toda a sua vida a construir uma obra relacionada à análise do processo de tomada de decisão do ser humano. E nesse nessa análise ele identificou diversas heísticas e vieses presentes nesse processo de tomada de Decisão. Ele é considerado junto com Amstersk, né, um companheiro fiel de pesquisa dele que faleceu também bem antes dele. é considerado um dos
pais das finanças comportamentais, né? Ele analisou todo o comportamento humano em processos de tomada de decisão em relação a decisões financeiras, decisões de investimento ou vários outros processos de tomada de decisão. Tanto é que em 2002 ele ganhou o prêmio Nobel de Economia, mesmo sendo psicólogo, né, Justamente por a pela obra de uma vida inteira. E essa obra de uma vida inteira de Daniel Caneman tá resumida nesse livro chamado Rápido Devagar, onde ele traz resumidamente vários, talvez até quase todos esses estudos que ele foi fazendo ao longo da sua vida acadêmica e nos quais ele
chega à conclusão de que o processo decisório humano ele é criado de vieses de todos os tipos, vieses emocionais, vieses cognitivos, heísticas, né, que tornam esse processo De tomada de decisão um processo ruim por natureza, né, coisa da nossa biologia, da nossa formação. cerebral. E uma das coisas que ele diz nesse livro também é que diversos estudos têm mostrado que os tomadores de decisão humanos são inferiores a uma fórmula de previsão, mesmo quando informado sobre a pontuação sugerida pela fórmula. Ou seja, quando gestores tradicionais realizam esse processo de tomada de decisão da forma como eu
descrevi ele Antes, eles acabam permitindo que todos esses vieses cognitivos e emocionais adentrem o processo de decisão e piorem a sua qualidade. Daí na nossa interpretação, os resultados ruins que, em geral, a indústria de investimentos costuma obter e que são retratados no estudo da espiba. Quando a gente sistematiza o processo de tomada de decisão pro outro lado, a gente cria uma espécie de escudo para esse processo decisório, não permitindo que os vieses Entrem, né? E sistematizar é essencialmente criar regras específicas e estudadas bastante de maneira bastante aprofundada para tomada de decisão, para construção de carteiras
de ações, pra construção do ACTA location também sobre o qual eu vou falar aqui hoje, que nada mais é que a combinação de classes de ativos e estratégias para formar uma carteira diversificada. Enfim, todo o processo decisório, quanto mais sistematizado ele puder ser, e a gente Pratica a sistematização aqui num nível quase que total, né? na medida do possível, a gente sistematiza tudo que dá para sistematizar no nosso processo decisório. A gente com isso acredita fortemente que estamos blindando esse processo dos nossos próprios vieses. Afinal, o André é um ser humaninho, né, que também é
crivado dos seus vieses e que se fizesse, executasse o processo tal qual os outros gestores executam, provavelmente também cairia na Estatística perversa da espa, produzindo resultados ruins para os seus clientes. Nós queremos produzir resultados melhores para vocês, daí a nossa decisão de sistematizar. Como é que a gente traduz essa filosofia da sistematização? Primeiro, então, pra nossa estratégia de acetalation, depois eu quero fazer falar um pouco também sobre as nossas estratégias de ações e de renda fixa, onde a gente aplicou basicamente a mesma lógica de ã de abordagem. Quatro são os Princípios da nossa estratégia de
asset allocation. Primeiro deles é a locação somente em classes de ativos geradoras de renda, que são aquelas que têm uma lógica de rentabilidade por trás, títulos de renda fixa, ações, né? Todos têm uma lógica de produção de retornos por trás, diferentemente de moedas, commodities, que são essencialmente produtos, onde o preço varia muito em função de oferta e demanda. Logo mais eu entro um pouco mais no detalhe aqui Sobre a questão das classes de ativos geradoras de renda. Um segundo aspecto é a diversificação entre classes de ativos que tenham uma certa descorrelação entre si. Isso também
é uma forma de otimizar o resultado do todo, né? Quer dizer, da carteira diversificada. Não adianta muito diversificar entre classes de ativos que sejam muito correlacionadas entre si. Isso não produz o efeito benéfico da diversificação que a gente busca, combinando classes de ativos Descorrelacionadas ou com baixo nível de correlação entre si. Terceiro aspecto, rebalanceamentos sistematizados. Ele tá bastante conectado com o segundo também, porque quando a gente tem classes de ativos descorrelacionadas entre si, gera tanta necessidade de a gente fazer rebalanceamentos para pra carteira se manter dentro do perfil de risco do cliente, quanto também oportunidades
para comprar e vender classes de ativos, né? Comprar na baixa e vender na alta Determinadas classes de ativos, fazendo o movimento inverso com outras classes que estejam apresentando movimento contrário. E por fim, otimização da estrutura, né? em geral, prefere fazer a locação em renda fixa de maneira discricionária, justamente porque a gente vê mais eficiência tributária aqui, principalmente tem ativos que são isentos, que dentro de fundos nunca são isentos, que estão disponíveis aí para investidores que investem diretamente Através da sua conta pessoa física. A gente tem a garantia do FGC também, sobre a qual vou comentar
logo mais, que, né, não tem dentro de fundos. Eh, e dentro de fundos a gente também tem uma estrutura tributária normalmente um pouco mais prejudicial, que é o sistema de comicotas, né, onde se paga imposto de renda semestralmente, independente de se ter realizado determinado lucro ou não. E isso acaba também, né, comendo um pedaço da rentabilidade. Já nas Estratégias de renda variável, a nossa preferência costuma ser por fundos, justamente porque existe um efeito de diferimento, pagamento de impostos, né, através da alocação em fundos, né, eu acabo podendo postergar aí por 20, 30 anos ou até
o momento em que eu faço resgates o pagamento de imposto de renda, quanto que executando discricionariamente as nossas estratégias de ações, é inevitável que em algum momento se comece a ter que Pagar alguma DARF nas movimentações em que se faz para manter a carteira aderente às estratégias. Falando um pouco mais das classes de ativos geradores de renda, esse gráfico ele mostra o retorno anual composto médio em janelas móveis de 20 anos do S&P 500 contra o ouro, né, que é talvez hoje uma das eh commodities, né, ou um dos produtos mais utilizados como investimentos por
alguns investidores e trazem alguns questionamentos sobre por Investir ou por não investir nessa classe. Esse gráfico, ele mostra para mim muito claramente a razão pela qual a gente escolhe investir somente em classes de ativos geradoras de renda. O SNP500, né, um índice composto de ações norte-americanas que são um tipo de ativo, na nossa opinião, gerador de renda, né? Ações são empresas que estão produzindo resultados, reinvestindo esses lucros em nas no crescimento das suas operações ou pagando dividendos Pros acionistas, né, crescendo sua operação e com isso valorizando o ativo dentro dessa lógica. Ouro é essencialmente um
produto cujo preço varia. conforme oscilações de oferta e demanda. O que a gente pode ver aqui nesse gráfico é que em duas janelas bastante longas, né, a gente teve aí eh o ouro não produzindo um retorno real acima da inflação positivo. Quer dizer, em muitas dessas janelas de 20 anos, especialmente essas mais longas que Estão assinaladas aqui, o ouro, a variação de preços do ouro, ã, não compensou nem pela inflação do período. Quer dizer, quem investiu em ouro durante esses períodos aqui, acabou tendo uma rentabilidade real negativa, né? não pagou o ouro teve uma variação
de preço que não compensou nem pela inflação desse mesmo período. Enquanto que a classe de ativos do SNP500 não teve nenhum período na qual, por mais nefasto que tivesse sido o período de 20 Anos, o retorno total nunca foi negativo em termos reais, em nenhuma janela de de análise do S&P 500. O que nos leva a uma conclusão para nós, a conclusão em relação a classes de ativos não geradoras de renda é que no curto prazo todas as classes têm um comportamento incerto. Eu não sei o que vai acontecer nos próximos 3, 6, 12 meses,
né? E nem tem como saber a nossa crença de que não dá para prever o futuro. No entanto, quando a gente olha para as classes de Ativos não geradoras de renda, o que eu enxergo aqui nesse gráfico é que o longo prazo também não é ã certo nessas nessas classes de ativos. Elas podem passar períodos bastante longos, não compensando o investidor nem pelo pela perda de poder de compra do dinheiro, né? Então, o longo prazo é incerto também nas classes de ativos não geradoras de renda. Essa é a nossa conclusão, olhando dados dessa desse produto
de investimento, né, que é Utilizado como produto de investimento na comparação com outras classes de ativos geradores de renda. Falando um pouco sobre diversificação entre classes de ativos descorrelacionadas, né, a gente vê dois benefícios, né, um relacionado ao próprio efeito da diversificação, que eu explico aqui nesse gráfico, e outro depois que eu vou comentar sobre uma ótica de captura de retornos adicionais. Quando a gente olha para esse gráfico, ele tem basicamente Duas linhas, né, três linhas. Eu peço para vocês ignorarem no primeiro momento a linha azul e focarem especialmente nas linhas verde e vermelha, né?
As linhas verde e vermelha representam dois investimentos hipotéticos A e B, que tm comportamentos exatamente distintos, exatamente completamente descorrelacionados entre si. Quando a gente combina os ativos A e B numa carteira F50, né, numa carteira 50 50 alocada em cada um deles, a carteira Resultante tem o comportamento esperado da linha tracejada laranja, né? Ou seja, quando a gente combina classe de ativos que tenham baixa correlação ou correlação até negativa entre si, a carteira resultante é uma carteira de menor risco do que cada um dos ativos individualmente, ou mesmo do que a média dos riscos, né,
média das volatilidades entre esses dois ativos, tá? Então essa é a razão paraa qual a gente combina, por exemplo, aí ações brasileiras com Renda fixa brasileira, ações brasileiras com ações norte-americanas. Essa é uma combinação que funciona muito bem, porque tem apresentado uma correlação, uma correlação histórica muito baixa, em alguns momentos até negativa, né? Por isso que a gente gosta bastante da combinação entre ações brasileiras e ações norte-americanas. São duas classes de ativos geradores de renda, duas classes vencedoras, as classes nas quais a gente consegue inclusive construir Estratégias sistematizadas para bater os índices de referência. Logo
mais vou falar um pouco mais sobre isso. E nesse caso aqui também colabora bastante aí para essa decisão o fato de elas serem classes de ativos com uma baixíssima correlação ou correlação até levemente negativa em vários períodos. entre si, tá? O desafio psicológico da diversificação é o seguinte: uma carteira bem diversificada sempre vai ter algum ativo que vai estar perdendo, Sempre vai ter algum ativo vai estar perdendo pro CDI, sempre vai ter algum ativo que vai estar perdendo pr pra renda variável. Em alguns momentos ela vai parecer conservadora demais, em outros momentos ela vai parecer
agressiva demais. Isso tá retratado nesse nesse gráfico aqui, né, nesse estudo aqui, que basicamente analisa o comportamento histórico do CDI em diversos períodos, né, diversos subperíodos aqui do histórico brasileiro Desde 2003 na comparação com o Ibovespa, né, que é o principal indicador aí de renda variável do Brasil, contra um portfólio diversificado nessa construção 1/3 1/3 1/3 entre Ibovespa, renda fixa inflação e o S&P 500 em reais, que tá retratado à direita, né? E a gente observa que a cada período o portfólio diversificado sempre tava perdendo para alguma coisa. Ou tava perdendo pro CDI quando era
um período mais positivo paraa renda variável, ou então quando Era um período mais eh complicado de retornos na renda variável. Esse portfólio diversificado que carregava envolv SNP R$ 500, que são duas classes de renda variável, acabava perdendo pro CDI, levando talvez o investidor à conclusão de que ele devesse ter ficado mais conservador. Pô, n pô, devia ter deixado meu dinheiro no CDI. E aí depois portfólio diversificado forma pior que a renda variável. Pô, deveria ter tornado a minha carteira Mais agressiva. Sempre essa sensação. A sensação é a grama do vizinho sempre tá mais verde do
que a minha quando a gente diversifica uma carteira. Parece que eu sempre tô perdendo para alguma coisa. E mesmo assim, quando chega no final do período, no final do estudo aqui, a composição de retornos ao longo do período foi bem maior no portfólio diversificado do que ela foi se ficasse o tempo todo no CDI ou o tempo todo no Ibovespa, né? Então essa é a conclusão. O portfólio diversificado, ele sempre parece que tá perdendo para todo para alguma coisa, né? ou então classes de ativos dentro desse portfólio diversificado sempre parece que estão perdendo para alguma
coisa, mas no fim das contas são a estratégia, né, que eh a longo prazo acaba sendo a melhor escolha. Quando a gente olha pra parte de rebalanceamentos sistematizados, né, é o terceiro aspecto do nosso da nossa estratégia de asset allocation, esse Quadro aqui, ele basicamente traz a informação de que as classes de ativos elas têm comportamentos bastante distintos ano após ano, né? Eu nunca sei qual é que vai ser a classe vencedora no ano seguinte, né? Assim como eu também não tinha como prever no passado qual teria sido a classe vencedora eh em cada um
dos anos, né? Essas coisas se alternam, né? Às vezes a renda variável vai indo muito bem, daí depois ela corrige para baixo, a renda fixa e a Classe vencedora, enfim, as classes de ativos se alternam como o melhor ou pior investimento, mas ao mesmo tempo também revertem a uma média de longo prazo de retornos cada uma delas, né? Isso nos leva a à seguinte eh situação, né? Quando a gente constrói um algum portfólio diversificado de classes de ativos numa locação inicial, vai chegar um momento em que essa locação vai ficar desbalanceada justamente pelos movimentos do
mercado. Nesse exemplo Hipotético que eu trago aqui, por exemplo, né, depois de construir um modelo sofisticado que tem 30% em ações Estados Unidos e 30% em ações Brasil, daqui a pouco, por um bom desempenho das ações americanas e um mau desempenho das ações brasileiras, pode ser que essa proporção mude, né, e se torne mais pesada em ações norte-americanas. Então, um primeiro benefício do processo de rebalanceamento sistematizado é de tempos em tempos trazer essa locação, Trazer o a carteira do cliente de volta para o que era o perfil de risco, né, para o que era a
locação correspondente ao perfil de risco original desse cliente, ao perfil de risco que tá valendo para ele, não deixando a carteira desgarrar desse perfil de risco. uma carteira com 3525 ao invés de 30 30 em ações norte-americanas e ações brasileiras, respectivamente, é uma carteira que passa a ter um comportamento de volatilidade, né, e um Comportamento de risco diferente de uma carteira que segue a risca ali o modelo sofisticado. Então, rebalanceamento tem como primeiro benefício restabelecer, né, a condição, restabelecer a carteira que mais tá adequada para o perfil de risco e pros objetivos hã do cliente.
O segundo benefício, aí eu faço uma referência mais uma vez a esse gráfico que eu mostrei antes, né? E agora eu peço para vocês prestarem atenção na linha azul. Se a gente, como eu comentei Antes, se a gente tivesse construído uma carteira com investimento A, investimento B em proporções iguais, 50 a 50 cada um, e tivesse, não tivesse feito nenhum movimento de rebalanceamento ao longo desse período de 10 anos simulado aqui nesse gráfico, carteira resultante teria tido a trajetória de rentabilidade colocada ali representada pela linha laranja. No entanto, se eu tivesse feito rebalanceamentos sistematizados ao
longo Do tempo, ou seja, depois do ano um, em que o ativo investimento A performou muito bem e o investimento B performou muito mal, se naquele momento eu tivesse recomposto, né, a proporção 50 50 entre os dois ativos para daí, né, defender um pouco a queda do investimento A e capturar melhor a queda do investimento B para daí fazer de novo um rebalanceamento ao final do ano dois e depois outro rebalanceamento ao final do ano três, né? Cada vez que eu fizesse um Rebalanceamento, eu terei eu estaria vendendo a classe que performou melhor para comprar
a classe que performou pior. E com isso produto estaria vendendo na alta e comprando na baixa um pedaço da posição sempre. E ao fazer esses trades, né, ao fazer essas movimentações, eu acabaria por produzir um retorno que tá representado aqui pela linha azul, né? Ou seja, um retorno bem melhor do que o retorno da linha laranja tracejada. A essa diferença de retorno Entre rebalancear e não rebalancear, se dá o nome de bônus de rebalanceamento. E a gente internamente brinca aqui que é o único almoço grátis disponível no mercado, o bônus de rebalanceamento. E ele é
grátis porque ele não só não traz nenhum risco adicional para a carteira, quer dizer, eu não preciso tornar a carteira mais agressiva para capturar esse bônus de rebalanceamento. Pelo contrário, eu tô fazendo isso, trazendo o risco da carteira de volta para um Nível, né, que foi o nível originalmente pensado para aquele investidor, né, no seu modelo de alocação, tá? Então esse é uma conclusão também, um segundo benefício dos nossos rebalançamentos sistematizados, que também foram estudados à exaustão para prever os melhores parâmetros para eles, né? Seu consultor tá plenamente informado aí sobre como eh deve proceder
esses rebalanceamentos ao longo do tempo e ele vai conduzir você através desses Rebalanceamentos também, seguindo, sugerindo, né, que se siga a risca as regras aí de rebalanceamento. Então, segunda conclusão, benefício dois, né, sistematizar rebalanceamentos é vender na alta e comprar na baixa, produzindo uma rentabilidade adicional que não vem acompanhada de algum risco adicional pra carteira, ou seja, bônus de rebalanceamento, que é um almoço grátis. Aqui apenas um resumo dos modelos de carteira que hoje existem dentro do Clube do Valor e da dentro dos quais, provavelmente ali, a partir da sua anamnese, a partir do questionário
de suitability, a partir de informações que a gente obtiver do seu perfil e das das dos seus objetivos, né? eh, tende a ser ali a alocação direcionada para algum desses modelos, conforme as respostas que você nos forneceu, as informações que você nos forneceu. E aqui apenas um exemplo também de um dos modelos que é o modelo equilibrado, onde a gente Consegue ver aí um diferencial de rentabilidade frente ao CDI, frente ao Iolvesa, sendo criado ao longo do tempo, né, pela aplicação a risca da nossa estratégia de ACTAL e de estratégias sistematizadas de ações e de
renda fixa também dentro de cada uma das classes sobre as quais eu vou falar logo mais. Vamos então falar das estratégias de ações do Clube do Valor. Só esse só esse tema que renderia um vídeo de talvez umas duas horas se eu fosse explicar Exatamente no detalhe aprofundadamente como cada uma delas funciona, né? Então, para não tornar esse vídeo muito longo, eu pretendo passar de maneira um pouco mais ampla sobre o que que tá por trás da nossa escolha de sistematizar e o que que tá por trás da do arcabolso de estratégias de ações do
Clube do Valor. A nossa inspiração é numa coisa chamada factor based investing, quer dizer, investimento baseado em fatores, que é uma área de estudo que já foi amplamente Estudada nos Estados Unidos, principalmente na década de 90, né? Existe bastante literatura sobre isso, existe bastante, existem vários índices nos Estados Unidos também a fatores, né? E onde a gente enxerga que esses fatores eles estão conectados exatamente com os erros, né? com os vieses cognitivos emocionais que causam os erros que outros investidores cometem no processo tradicional de análise e gestão e que investindo através de fatores, a gente
Consegue capturar esses erros e transformar eles em rentabilidade adicional para os nossos investidores. Essencialmente, a forma como a gente enxerga, né, a conexão entre os fatores e os vieses é a seguinte: nosso cérebrozinho tá crivado de vieses cognitivos e emocionais. E a atuação desses viéses cognitivos e emocionais geram diversas ineficiências de preços no mercado, né, através de decisões equivocadas de compra e venda de ativos A determinados preços. E essas ineficiências são capturadas, né, são identificadas e exploradas pelos fatores de investimento. Essa é a grande, o grande arcabolso, né, em em de maneira muito resumida como
é que a coisa, a gente enxerga que a coisa funciona, né? Fatores são formas de capturar os erros que outros investidores cometem seguindo o processo tradicional de análise e gestão. São cinco os principais fatores existentes, né? baixa volatilidade, Momentum, qualidade, tamanho e valor, né? Existem até vários outros estudos sobre eventuais outros fatores que possam estar surgindo, mas os principais cinco, né, que são aí unanimidade na literatura acadêmica, são esses aqui. falando um pouquinho rapidamente sobre cada um deles, né, e sobre qual estratégia do Clube do Valor tá conectada a cada um deles, a nossa estratégia
mais conhecida, que é a estratégia das ações mais baratas da Bolsa, ela anda na estratégia de valor, né, que basicamente identifica empresas que estão sendo subavaliadas pelo mercado através de múltiplos de balanço, né, PVPA, PL, quer dizer, o preço sobre valor patrimonial, preço sobre lucro que aquela empresa deu nos últimos tempos, o EV sobre o EBIT, né, ou então múltiplos de fluxo de caixa também EV sobre o fluxo enterprise val sobre o fluxo de caixa operacional sobre o fluxo de caixa livre. São formas de Identificar e de ranquear empresas de acordo com a sua barateza,
né? Quer dizer, o quanto o seu preço tá descontado na comparação com os fundamentos que aquela empresa apresentou recentemente. A ineficiência que a gente explora através dessa estratégia, em geral, é uma espécie de mistura de medo com a versão à perda, né, que faz com que muitos investidores joguem a toalha em cima de empresas que estão passando por alguma conjuntura. Não muito favorável ou empresas que talvez não tenham uma qualidade muito eh elevada, mas que talvez estejam negociando abaixo do que deveriam negociar. A estratégia das ações mais baratas da bolsa, ã, ela não necessariamente compra
empresas boas, ela compra, ela faz boas compras, o que é, significa comprar empresas a um valor inferior ao que essas empresas deveriam estar negociando, comprar ações a um preço inferior ao que esses que essas Ações deveriam estar negociando no mercado. Em geral, a gente compra empresa boa a preço de empresa regular, empresa regular a preço de empresa ruim ou às vezes até empresa ruim a preço de empresa péssima. O importante é existir esse gap entre o preço, né, ou o valor justo daquela empresa e a avaliação que o mercado tá fazendo através do preço da
tela que esse papel tá negociando. Em geral, essa ineficiência se forma quando o mercado exagera na reação em a algum Evento que aconteceu recentemente, né? Ou seja, uma over reaction que causa aí, né, esse descolamento entre o preço ã que aquela empresa deveria estar negociando e o que ela acaba negociando na tela. E exatamente esse gap de preço é que a gente explora através dessa estratégia. As estratégias de momentum, e aí a gente tem uma estratégia de momentum pro mercado brasileiro e uma pro mercado norte-americano, ela basicamente explora um efeito oposto, Né? Às vezes investidores
também subreagem a novidades positivas, por exemplo, que estão sendo apresentadas por alguma empresa, eh criando também ali uma diferença entre o preço e o valor que aquela empresa deveria estar negociando no mercado, que a gente explora identificando essas empresas, principalmente pelo comportamento de preço delas, né? Quando uma empresa tá numa alta consistente ao longo de um período de 3, 6 ou 12 meses, né, essa Empresa normalmente tá passando pelos vieses de ancoragem e disposição, né, e efeito de exposição. Ou seja, uma empresa que tá subindo, normalmente ao longo do caminho tem vários investidores tomando a
decisão de botar aquele lucro no bolso e vender aquela empresa, né? Eh, o que é exatamente o efeito que a ancoragem e o efeito de exposição causam, né, no comportamento de preços das ações. A gente ao identificar, né, ao ao identificar essas empresas pelo Comportamento de preço que elas podem estar passando, né, a ineficiência de precificação causada por esses vieses, né, construir uma estratégia para capturar, né, essa ineficiência de preço e transformar ela em rentabilidade adicional também para os nossos investidores. Ou seja, essa subreação do mercado pode ser identificada no comportamento de preços das ações.
Essa é a lógica das estratégias de momentum e a gente tem uma versão pro Brasil e uma Versão para Estados Unidos dessa estratégia. A estratégia de baixa volatilidade, ela basicamente explora uma ineficiência de precificação que que diz que investidores costumam ser muito ficar muito atentos ao que se chama de lottery tickets, né? Bilhetes de loteria. Aquelas empresas que estão na boca do mercado, que todo mundo fala delas, como sendo as próximas estrelas, as próximas, né? Normalmente, essas empresas que têm uma narrativa muito Positiva em torno de si, de potencial ganho de capital, né, de lucros
potenciais aí muito representativos, elas acabam ficando sobre precificadas e o mercado acaba esquecendo aquelas outras que são aqueles reloginhos, né, de são empresas que acabam tendo uma volatilidade de preços menor. simplesmente excluir completamente essas empresas, né, sujeitas aí a uma narrativa mais espetacular, que normalmente acabam ficando Sobrepresificadas pelo mercado, a e concentrar a locação naquelas que estão fora do radar, né, que estão passando debaixo do radar de atenção do mercado, que faço também referência à teoria da atenção limitada. A gente acaba então construindo construir carteiras com essas ações menos visadas pelo mercado, mas que a
longo prazo costumam performar em média melhor do que essas do que esses bilhetes de loteria. E a gente identifica essas empresas exatamente Pelo pela volatilidade, pelo comportamento de preço das ações também em períodos passados aí de 3, 6, 9 ou 12 meses. Por fim, estratégia quality, Estados Unidos, né? uma estratégia ou estratégias do tipo quality, eh, do tipo de qualidade, são basicamente estratégias voltadas para identificar boas empresas, empresas que tenham bons indicadores financeiros, né, independente do preço que elas estejam negociando no mercado. Quando eu falo de Bons indicadores financeiros, é retorno sobre capital investido, comportamento
de margens, baixa alavancagem financeira e outros que eu coloco aqui junto nesse slide, tá? Nós temos hoje já uma estratégia de quality pros Estados Unidos, que no nosso, no fundo que a gente faz gestão eh de ações Estados Unidos, a gente combina essa estratégia com a com a estratégia de momento, né? Não vou entrar tanto aqui no detalhe, mas seu consultor, a sua consultora tem Todas as informações para ele passar em relação a essa estratégia. E a nossa expectativa, né, que essa estratégia performe aí acima do S&P 500, ou seja, acima do IVVB11 aqui no
Brasil também, no período próximo aí quando a gente olhar janelas longas aí de 5, 10 anos daqui pra frente, justamente explorando as ineficiências de precificação que a gente identifica pelos fatores de qualidade e momento. E a ineficiência explorada pelo fator de qualidade é um Equívoco do mercado em precificar adequadamente empresas que tenham, né, essas esses indicadores de qualidade elevados. Essas empresas, normalmente o mercado precifica elas, assumindo que em algum momento aquele diferencial de retorno sobre o capital investido vai ser erodido pela ação da concorrência, né? E quando essas empresas têm de fato qualidades, né, quando
elas têm proteção contra os seus concorrentes, né, tem um business model, né, um tem modelos de Negócios, são negócios resilientes, né, e que conseguem defender essa vantagem competitiva, essas empresas acabam surpreendendo o mercado para cima, né, e transformando essa surpresa em surpresas positivas aí também pro comportamento das ações ao longo do tempo. Eu não falei aqui de estratégia de dividendos, né? né? A estratégia de dividendos, ela é um primo irmão de uma estratégia de valor, porque normalmente quando a gente busca empresas que têm um potencial de Pagamento maior de dividendos, ou seja, um dividen mais
elevado, quando a gente busca maximizar o quanto a gente recebe de dividendos frente ao preço que a gente tá pagando pelas ações, isso é bastante análogo a gente buscar uma empresa que tá com múltiplos baixos, né, na comparação com seus fundamentos, que estejam com preço sobre valor patrimonial baixo, que estejam com um EV sobre bito, né, um um preço sobre cashflow também baixo. estratégias de Dividendos são primo de estratégias de valor, onde o foco passa a ser, né, basicamente capturar, né, maiores dividendos aí pra carteira dos nossos investidores. Como é que a gente lida com
as várias estratégias, né, como é que a gente divide essas estratégias pensando aí nos objetivos individuais de cada um dos nossos clientes. A gente separa as nossas estratégias hoje em dois grandes grupos, né? Grupo de estratégias de acumulação, que são Estratégias focadas em crescimento patrimonial, né? né? São aquelas estratégias que a gente indica para os nossos clientes que estão em fase de acumulação de patrimônio, estão aportando pra carteira, tem um longo horizonte de investimentos pela frente. Aqui a gente enxerga que o maior risco dessas estratégias, quer dizer, a maior volatilidade que eles vão enfrentar ao
longo do tempo, vai ser compensado, né, em janelas mais longas por retornos Maiores totais do que os retornos que se obtém no segundo grupo de estratégias, que é são as estratégias de uso fruto que a gente ã recomenda para clientes que já estão mais próximos ou já em fase de resgates da carteira, vivendo dos rendimentos da carteira, vivendo de renda, né, quer dizer, sacando mensalmente aí valores para pagar pelo seu custo de vida. vivendo dos rendimentos, né, dos da carteira que foi que formou ao longo da vida. As duas Estratégias de acumulação que existem hoje,
talvez a sua lista seja complementada no futuro, são a estratégia das ações mais baratas da bolsa e a estratégia de momentum, né, que logo mais eu comento sobre qual é a nossa recomendação para elas. E as estratégias de usufrut são hoje as estratégias da máquina de dividendos, que é uma estratégia focada em maximização de proventos ainda dentro da lógica, né, de que proventos são isentos No no Brasil. Hoje não são mais tão isentos depois ã da lei da tributação de altas rendas, né, mas para muitos investidores ainda são um eh um provento isento de imposto
de renda. E a outra estratégia é uma estratégia focada em minimização de risco, ou seja, minimização de volatilidade da carteira, que também é uma estratégia que para nós faz bastante sentido quando o investidor já está na fase de usufruto, já está vivendo de rendimentos da carteira, ali, Reduzir o risco da carteira por diversas formas, seja por reduzir a quantidade de renda variável na carteira, seja também adotando uma estratégia na parte de ações Brasil que minimiza essa volatilidade. São atitudes também prudentes e responsáveis e boas para se tomar nessa fase da vida. Que que é a
nossa recomendação para ah a utilização dessas estratégias para investidores em fase de acumulação? É combinar a MBB com a estratégia de momentum, né? Isso Porque eu basicamente não sei qual desses fatores vai performar melhor nos próximos anos. E, eh, portanto, a melhor forma de organizar isso é fazer uma combinação das estratégias para que o combinado sempre tenha uma possibilidade e uma probabilidade mais elevada de bater o Ibovespa a cada momento do futuro que a gente esteja ã analisando. Já para investidores em fase de usufruto, a nossa recomendação é escolher entre a máquina de dividendos e
A estratégia das ações mais perenes da bolsa, a nossa AMPB. A máquina de dividendos tem como foco maximizar o dividen e a MPB tem como foco minimizar o risco, né? Então, basicamente, dependendo do perfil e da preferência do investidor, tem esses dois caminhos possíveis a seguir para a parte de ações Brasil dentro do ACTA location, quando esse investidor, essa investidora já se encontra em fase de uso fruto da sua carteira. Mais importante aqui quando a Gente fala de ações Brasil é aderência à estratégia, né? O tempo todo a gente é tentado a não executar a
risca eventualmente alguma estratégia que esteja sendo proposta para nós. Seja porque a gente tá tendo, não quero vender uma ação porque eu não quero pagar DARF, não quero vender essa outra ação porque eu não quero sair no prejuízo, não gosto dessa uma ação que tá no ranking das 20 mais baratas pela MBB, ou não gosto dessa ação que tá no Ranking da Momentum ou da Máquina Dividendos ou da MPB, né? Mas o que a gente tem estudado e tem elementos também para embasar essa afirmação é que qualquer tipo de interferência costuma produzir resultados piores do
que os resultados puramente que a estratégia executada a risca produziria. Portanto, né, se as estratégias forem seguidas a risca, só assim a gente consegue também ter uma segurança maior de que os resultados observados nos backests das Estratégias e dos modelos de carteira de fato, vão ser capturados pelos clientes na vida real no futuro. Então, seguir a risca estratégia é uma forma de de fato replicar exatamente aquilo que o backtest ã realizou, né, ou aquilo que o back test simulou como realidade simulada para que os resultados futuros também sejam condizentes com que esses back tests ã
nos apontam de potencial. Então, a minha recomendação primeira que é não se deixa influenciar por notícias, Pelo desempenho recente dos papéis, por qualquer outra coisa que possa desviar você dessa aderência completa às estratégias de ações. Siga, risca as recomendações do seu consultor, da sua consultora, porque ele vai lhe conduzir para uma aderência total às estratégias de ações. Ou então os fundos que o Clube do Valor tem, que executam as estratégias das ações mais baratas da bolsa. Isso é um fundo. Outro fundo executa a estratégia de Momento Brasil. E um terceiro fundo executa a nossa estratégia
para Estados Unidos, né? Todos eles têm o objetivo de bater seus mains, executando essas estratégias que eu acabei de descrever. Esses fundos também são uma forma excelente aí de se garantir a aderência à estratégia. Eles têm um custo a mais que é a taxa de performance, né? Todas as demais informações sobre o fundo seu consultor e sua consultora vai ter para lhe passar também. Mas essa esse custo a mais que é A taxa de performance em geral, ele é um custo bem menor do que a perda de rentabilidade que se tem. interferindo no funcionamento das
estratégias. Isso é uma coisa que a gente já tem vários elementos, né, para embasar essa nossa afirmação. Como eu comentei, então esses fundos estão disponíveis para as estratégias de acumulação, dado que máquina dividendos, o apelo da estratégia é justamente que os dividendos sejam capturados de maneira Sem livre de imposto de renda pelos clientes. E para isso a execução precisa ser discricionária. E na estratégia das ações mais perenes, que é outra estratégia de uso fruto, ela tem um giro bem menor de carteira também, de maneira que a execução discricionária não gera tanta DARF, não gera tanto,
tanta necessidade de movimentações e, portanto, é mais simples também de se executar de maneira discricionária. Vamos falar um pouquinho de renda fixa, Né? Ã, a renda fixa, estratégia de renda fixa do Clube do Valor, ela foi construída essencialmente para capturar os dois grandes prêmios de risco que a renda fixa oferece no mercado brasileiro ou mundial. para garantir a captura desses dois prêmios de risco, né? Ou seja, são prêmios de risco que produzem rentabilidades ao longo do tempo acima do CDI. É isso que eu quero dizer com prêmio de risco. A gente pratica também quatro grandes
eh princípios, né? Primeiro é diversificar entre indexadores. A a parte de renda fixa das nossas carteiras é composta por ativos tanto pré quanto pós quanto inflação em proporções que o seu consultor, sua consultora vai apresentar para você. Ela tem uma estratégia ou uma tecnologia que a gente chama aqui internamente de escada de vencimentos, que serve justamente para garantir a captura do prêmio de risco de mercado. E logo mais eu vou comentar um pouco mais sobre Isso, detalhar mais. A gente gosta bastante também de utilizar os limites do FGC, né? Claro, nem não sem uma análise
criteriosa também dos emissores aos quais a gente os quais a gente recomenda comprar, né? Eh, ativos dentro das plataformas. E por fim, né, a gente tem uma sistemática própria também de seleção de crédito privado. Então vamos falar de prêmio de risco de mercado, né? Esse prêmio de risco, ele tá presente nas classes de pré-fixados e indexados à Inflação. Classe pós-fixada não tem prêmio de risco de mercado. Que que é o prêmio de risco de mercado? é basicamente a rentabilidade adicional que é demandada pelos investidores nas classes de pré-fixados, indexados à inflação, justamente por eles correrem
o risco de estar travando uma taxa, né, por um determinado período à frente, por sei lá, 1, 3, 5, 10 anos. Quando a gente trava essa taxa, né, a gente tá correndo o risco de talvez a taxa pósfixada ou a Selic, né, ter um movimento de alta, em algum momento passar dessa taxa que a gente travou, né, e ao longo do tempo, quando a gente sistematiza a locação em pré-fixados ou indexados em inflação, esse prêmio de risco que o mercado paga para quem trava essas taxas se transforma em uma rentabilidade adicional acima do CDI. No
entanto, para garantir que a gente vai capturar esse prêmio de risco ao longo do tempo, é importante a gente garantir também que Não vai ter nenhuma concentração de vencimentos dos ativos da carteira ou de alocações que a gente faça na carteira em momentos desfavoráveis do mercado de renda fixa. O mercado de renda fixa é feito de ciclos, é um mercado de momento, né? um mercado de ã em que existem momentos mais favoráveis paraa locação e momentos menos favoráveis para a locação. E isso eu explico nesse gráfico que eu tô colocando na tela aqui para vocês.
Ele traz o histórico total Das taxas, né, do y to maturity, né, ou seja, da do rendimento até o vencimento dos títulos NTNB 2035, ou seja, títulos que foram lançados lá no final de 2005 e tem como prazo de vencimento 2035. Ao longo do tempo, esse y to maturity, ele variou ali entre 3 e 8 9% lá no começo, como existia um prazo maior até o vencimento, ele tinha obviamente uma rentabilidade maior ã prevista, né, e também pela situação de mercado naquela época. Mas a gente já passou por Diversos períodos também que essa rentabilidade foi
baixa. Ou seja, quem tivesse comprado esse título ali por 2019 a 2021 teria travado para si uma rentabilidade de apenas 3 a 4% acima da inflação. Enquanto que em vários outros momentos, inclusive em momentos mais recentes, esse mesmo título tá oferecendo para quem compra ele hoje, né, rentabilidades acima bem acima desse nível na faixa de IPCA mais 6 a 7%. O investidor, portanto, quando compra esse Ativo, em um momento ou outro, né, ele corre o risco de justamente esse ativo estar travando uma taxa que talvez para ele posteriormente não se não se mostre tão favorável
assim, né? Então a gente aqui consegue enxergar janelas em que essa taxa estava mais e essa e outras janelas nas quais essa taxa estava menos favorável. E aí eu pergunto para você, imagina que você tivesse construído uma carteira com todos os vencimentos concentrados ali entre o período de 2019 E 2021 e tivesse, portanto, que realocar esses vencimentos, reinvestir esses vencimentos todos nesse período, que era um período desfavorável para alocações em renda fixa. A gente nunca sabe quais são os períodos favoráveis, desfavoráveis. Por isso também que não dá para prever como é que isso aí vai
acontecer no futuro, mas, né, em retrospectiva, a gente consegue identificar que alguns períodos eram mais favoráveis e outros períodos foram Menos favoráveis para isso. Correr o risco de ter muitos vencimentos concentrados em um momento de negativo para a o mercado de renda fixa é um risco que a gente não quer que os nossos investidores corram, né? Exatamente por isso que a gente construiu a estratégia da escada de renda fixa, que basicamente constrói um escalonamento de vencimentos ao longo dos próximos 5 anos, fazendo com que a cada momento, né, a cada momento que passa o tempo,
eu tenho um Pedaço de vencimentos, um pedaço da carteira vencendo para fazer realocação. E com isso eu tô constantemente acessando o mercado. Isso garante que eu participe tanto dos momentos bons quanto dos momentos ruins, capturando aquela média de prêmio de risco de mercado que as classes pré e inflação oferecem pra gente. como é que a gente lida com prêmio de risco de crédito, né? Quer dizer, quando a gente fala de prêmio de risco de mercado, a gente analisa ela Analisando o comportamento de preços de títulos públicos, que são essencialmente aí o nosso emissor soberano, né?
A União Federal é o emissor considerado soberano no Brasil. Quando a gente vai para emissões bancárias e crédito privado, companhias, né, ou bancos acabam tendo aí um risco maior do que o risco de uma emissão de risco soberano, que é uma emissão do governo federal. Esse segundo prêmio de risco também pode ser capturado aí e a gente tem sistemáticas Para capturar ele, para gerenciar bem esse eh esse prêmio de risco através da alocação em ativos bancários e de crédito privado. A gente primeiro gosta de alocar em ativos bancários até o limite imóvel do FGC de
cerca de R milhão, 15 RHa. Existe uma margem de manobra para esses valores, né? H, a partir do qual a gente, a partir desse valor, a gente então gosta de fazer a locação em crédito privado, onde a gente também tem sistemáticas de seleção para Separar emissores de maior risco e alocar somente naqueles emissores em que a gente enxerga um risco muito baixo e que, portanto, estão oferecendo prêmio de risco sem oferecer de fato ali um risco mais relevante de default para as carteiras. Também temos mecanismos aí de gerenciamento de risco que dizem respeito à diversificação
entre emissores diferentes, né? Quando a gente fala de crédito privado, uma regra de ouro que a gente segue nas alocações Aqui também é que nenhum emissor deve ser responsável por uma alocação total maior do que 3% na carteira dos nossos clientes. Tiver algum emissor de crédito privado ou a gente for sugerir a compra de algum ativo de crédito privado, sempre vai ser cuidado para que o tamanho da compra, tamanho da locação e a da exposição a esse emissor nunca passe de 3% do limite do da carteira total do cliente. Então, crédito privado vem depois da
alocação em bancários, Justamente porque não tem esse limite, essa garantia do FGC, né? Então, em bancários, qualquer coisa que acontecer e tá sujeito a acontecer alguma coisa também, quando a gente aloca em qualquer coisa diferente de títulos públicos, a gente tá sujeito a isso, né? Pelo menos nos bancários, a gente tem a garantia do FGC, que se a gente respeitar a risca essas esses limites de garantia, a gente também não tem problemas, né? Só tem talvez aí em algum momento um trabalho De acessar o FGC se algum se algum banco der algum problema. que a
gente busca evitar ao máximo também tendo uma sistemática de seleção entre bancos que a gente aprova ou não aprova paraa locação, onde a gente busca eliminar aqueles que estão apresentando maior risco de sofrer alguma liquidação por parte do Banco Central. Essa análise de crédito sistematizada e rigorosa, ela ela foi construída, né, tanto nos bancários quanto em crédito privado, Seguindo um preceito de Benjamin Graham, que é o mentor do Warren Buffett e que diz basicamente que a seleção de títulos de crédito privado é basicamente uma arte negativa, é um processo de exclusão de tudo aquilo que
eu não quero, muito mais do que de um processo de busca ativa e seleção, eh, por exemplo, daqueles títulos de maiores rentabilidades, que é o que às vezes a gente é tentado a fazer, né? O investidor é constantemente tentado a Procurar títulos que estão oferecendo uma rentabilidade maior, mas para nós a rentabilidade do título de crédito privado é totalmente secundária. Para nós, se ele tiver dando um prêmio em relação ao ao título público de prazo ou de duration equivalente, isso para nós tá OK como captura do prêmio de risco de carente privado, desde que aquele
emissor seja um emissor que passe nos nossos criteriosos e rigorosos filtros de seleção. Só para finalizar aqui o Vídeo, eu queria também trazer um pouco de alinhamento de expectativas, né? Sempre que a gente desenha um plano e pode ser um plano financeiro, pode ser um plano de carreira, pode ser o planejamento da nossa empresa também, assim, que a gente tem muitos clientes empresários também. Uma coisa é o que a gente desenha de plano, outra coisa é como é que a realidade se mostra depois e como é que é a execução, né, dessa como é que
é a como é que a gente trilha Esse caminho que acaba sendo muito mais sinuoso e muito mais cheio de obstáculos do que a gente conseguia prever lá atrás. A realidade que você vai enfrentar no seu caminho rumo aos seus objetivos vai ser uma realidade que vai envolver períodos ruins na renda variável que podem durar anos. Vai envolver defus e alguns emissores bancários e de crédito privado que a gente aqui vai tentar evitar o máximo, mas a gente não tem como garantir que a Gente vai evitar todos, né? Nós temos sistemáticas de seleção que vão
trabalhar para evitar ao máximo esses esses problemas. a gente já olhar olha no histórico recente que a gente conseguiu evitar diversas coisas que vem acontecendo no mercado recentemente. Vai ter períodos em que as carteiras como um todo ou as nossas estratégias de ações vão underperformar os seus respectivos índices, né? Quando a gente fala de ações Brasil e Estados Unidos, as nossas Estratégias vão ter períodos em que elas vão under performar o Ibovesta, vão performar pior que o índice de referência ou que o SNP 500 lá fora. Teremos também crises econômicas, tensões políticas e geopolíticas e
talvez até novas pandemias ou outros eventos mundiais, talvez guerra mundial, a gente, né, já tá passando por um período bastante contorbado no momento em que eu gravo esse vídeo, que é março de 2026, passaremos por períodos de Under performance da carteira como um todo na comparação com CDI, especialmente quando a gente passar por períodos mais prolongados de elevação de juros aqui ou nos Estados Unidos, que normalmente se refletem num desempenho ruim da renda variável, né, em muitos pedaços desse período de elevação de juros. e passaremos por períodos de under performance, inclusive da nossa estratégia de
renda fixa contra o CDI, quando a gente busca capturar os prêmios De risco de mercado e de crédito que a gente busca capturar para nossas carteiras de renda fixa, né, paraa parcela alocada em renda fixa das carteiras, isso significa que ess junto com essa autoperformance estrutural que a gente busca capturar, vai ter períodos em que essa essa performance também vai ser abaixo do CDI. O que que você deve focar nesses momentos? Basicamente em focar naquilo que você controla, né? Tudo isso que eu comentei antes sempre Existiu: crises, tensões políticas, geopolíticas, períodos de under performance da
carteira que a gente observa, né, nos back testes, os modelos, períodos de under performance das estratégias de ações Brasil e Estados Unidos, que a gente também consegue observar, né, nos back tests dos modelos que tem períodos que acontecem isso, né, tudo isso sempre existiu e mesmo assim grandes fortunas puderam ser construídas por aqueles que Se mantiveram resilientes e fiéis aos seus planos, né? Eu convido você a pesquisar sobre um cidadão chamado Ronald Reeds, que foi uma pessoa que, né, viveu uma vida bastante simples, mas mesmo assim pela disciplina de aportes na na classe de ações
norte-americanas, é um cidadão americano, conseguiu acumular uma fortuna considerável e talvez considerada impossível para alguém que era faxineiro e frentista de posto acumular. Foque no que você Controla. A gente não controla o comportamento do mercado. A gente não controla o que acontece na economia, na política. Não controlamos nada disso. O que a gente controla é aportar, rebalancear e seguir a risca as estratégias. Confie que elas foram construídas pelo time de estratégias que tá sobre a minha gestão e otimizadas ao longo de anos. Toda hora a gente tá buscando melhorias para essas estratégias, né, con fazendo
com que Elas hoje sejam o que a gente considera de melhor que existe para se obter resultados a longo prazo no mercado de investimento. E o time de estratégias também seguirá promovendo melhorias nessas sistemáticas de alocação que a gente sugere para os nossos clientes, sempre com um único objetivo em mente, que é o de fazer com que os nossos clientes obtenham os melhores resultados de toda a indústria no acumulado dos próximos 10 anos. É sempre com isso em Mente que a gente tá olhando pras estratégias, retestando elas, criando novas estratégias, complementando, melhorando as atuais, né?
Evoluindo constantemente aí o nosso sistema de alocação. Evoluir significa se tornar melhor do que se é hoje. Evoluir significa ali na frente a gente vê que atrás a gente era pior do que a gente é hoje também, né? Então, eh, é um processo que, eh, envolve mudanças e mudanças às vezes envolvem a gente Reconhecer que o que a gente tava falando, fazendo, apesar de naquele momento a gente acreditar que era o melhor que era possível fazer, a gente depois acabou suplantando aquela crença com uma coisa ainda melhor que é possível se fazer ã pra frente,
tá? Então esse processo de melhoria contínua, ele vai continuar acontecendo, o time de estratégias vai continuar capitaneando ele exatamente com esse objetivo em mente. A gente não tomou a Decisão estratégica de sistematizar nossos investimentos para obter o mesmo resultado que em geral outros players costumam oferecer para os seus clientes, né, para os seus investidores. Nosso objetivo é colocar os nossos investidores no topo dessa dessa cadeia alimentar, no topo da rentabilidade de todas as casas, de todas as alternativas disponíveis, justamente adotando essa abordagem diferenciada da sistematização. Eu gostaria de agradecer Pela sua atenção, desejo uma excelente
reunião, próxima reunião com o seu consultor, com a sua consultora. O time de estratégias também tá à disposição para tirar dúvidas, né? Converse bastante aí com o seu consultor e sua consultora. Eles também têm acesso direto a nós. Então vamos juntos aí construir o seu patrimônio, construir a sua tranquilidade financeira, construir a sua liberdade financeira.