E aí, as narrativas compartilhadas têm o prazer de continuar ouvindo Mário Persico agora no bloco 3. Mário, só recordando um pouquinho do bloco anterior, quando você começou a falar sobre a questão da radionovela, eu lembro que morava na Rua da Penha e, na época, eu era criança. As mulheres colocavam o rádio na janela e nós ficávamos brincando, né?
Nossas mães colocavam um rasgado sentado na cadeira e nós acabamos brincando na rua, enquanto ela ficava vendo O Jerônimo: O Herói do Sertão e depois também O Direito de Nascer. Eu queria te encontrar uma coisinha, mas você falou que cada um ficava na sua casa fazendo as gravações. Mas eu lembro que, lendo e vendo alguns capítulos, uma coisa boa da radionovela de vocês também é porque é imagem, né, para o público que está nos ouvindo.
Eu queria que você contasse qual é o canal e como eles acessam essa radionovela. E também falar um pouquinho sobre o seu canal, porque tem muita coisa interessante, muita coisa bonita, não só no seu canal, quanto sobre como o pessoal pode acessar. Ok, vamos lá!
O canal aqui da escola se chama Teatro Escola Mário Peres. A nossa radionovela, O Drcula, todos os 30 capítulos estão lá, e até agora tem tido bastante audiência; eu vejo que as visualizações estão sempre aumentando. No total, 42 pessoas participaram da radionovela e foi em média de umas 30 pessoas, mas tem mais, como os personagens distantes, né?
Parecia uma participação aqui e depois vários capítulos lá na frente, então dava para mudar um pouco a voz e dobrar. Mas, no geral, foi mais de 30 pessoas envolvidas. [Música] Aquele cara, né?
Oi, morava em Sorocaba, também tinha um que mora aí em Santa Catarina e outro em São Paulo. É, já que estavam gravando de suas casas, né? A vantagem é que não precisavam nascer aqui, porque se fosse uma montagem presencial, teriam que morar aqui perto.
Eu quero que você também fale alguma coisinha sobre o inferno, sobre a peça que você montou, que é baseada em Entre Quatro Paredes, do Jean-Paul Sartre, e que você a apresentou aqui no espaço da Fundec, que é o antigo prédio do Teatro São Rafael. Isso foi um projeto que apareceu para mim, não foi uma ideia original minha. Uma das atrizes teve a ideia de fazer e me convidou para dirigir.
Eram 33 atores que nem me chamaram, faltava só mais um. Débora, tudo bem, eu toco. Daí eles falaram: “Bom, agora é hora de fazer uma adaptação”.
Não vou fazer a peça na íntegra, porque é para passar online, para ver se tem muita gente assistindo. É um assunto longo. .
. Enfim, é assim que surgiu a ideia. Então, como eu já tinha aceitado dirigir, adaptei.
Aí tem outro personagem que é o criado, que aparece no começo. Eu não gostaria de fazer, mas no final acabei fazendo também. A estrutura da atuação, direção e adaptação ficou muito bem feita, e parece que já está com 4.
500 visualizações, é isso? Sim, eu acabei de ver; passou de 4. 500 visualizações.
Foi algo surpreendente para todos nós, né? Porque não sabíamos como seria a reação das pessoas. A ideia no início era fazer como se fosse uma live ao vivo e dividir o vídeo em quatro telas, cada tela para um personagem.
Aí alguém falou: “Não, não quero fazer assim, vamos filmar e soltar depois para as pessoas verem. ” Isso pelo menos garante uma produção mínima, não fica só aquela coisa 3 por 4. E aí vamos procurar um local onde possa acontecer, né?
Aquele inferno do salto pediria algo meio requintado. A ideia inicial foi o Sorocaba Clube, sobretudo naquelas escadarias de subida do primeiro andar. Conseguimos fazer lá, mas virou academia ou clube, né?
Já parou! Eu pensei: “Bom, podemos tentar na Fundec também! ” Tem aquelas escadarias e aquele corredor que vai para o deck, o pé direito alto.
. . Tem uma nobreza ali, né?
Pode até funcionar melhor que o Sorocaba Clube. Aí falei com você, você falou para a diretoria e a coisa acabou se viabilizando, até porque iríamos fazer tudo com o devido cuidado e medidas de segurança. Então, acabou acontecendo!
Nós gravamos na Fundec, mas não no palco, mais naquele espaço no final das escadas, onde dá para passar pelo corredor que vai para a sala com deck. Contamos toda a estrutura ali e gravamos como se fosse uma live mesmo, sem interrupção do começo ao fim. Os únicos cortes que teve foram para inserções de algumas falas da minha personagem, que era o criado.
A partir daí, foi gravado aqui nesse espaço. Mas, no geral, começamos a gravar só quando tudo estava pronto. Aquelas expressões mínimas que incluímos foram preparadas para que minhas colas ficassem no ar.
Eu achei que era algo assim, mais para sinalizar que estávamos vivos e fazendo alguma coisa. Não imaginei que teria a repercussão que teve, com esse número de visualizações que continua crescendo. Antes da posse, já estava acima de 4.
500, e foi muito legal! Agora nós falamos do Comdec. Você, sendo professor lá, e por isso, com a sua experiência com crianças, como você acha ou como você vê a forma como resolveu as aulas lá, né?
E as aulas virtuais também? Como que. .
. É que as coisas aconteceram. Há a história que começa a aula, nossa conversa é muito engraçada, até porque eu lembro: eu fui na sede da Fundec, bem, alguma coisa, e nem ela, aqui na Brigadeiro Tobias, era lá na Jardim Emília.
E aí, Wilson era o presidente da Fundec. Na época, ele me convidou, o Pedro Alves e o Armando, é porque ia sair, tu tava precisando de alguém para a aula. E aí eu fiquei com medo, que é uma coisa: você já fica 20 anos de teatro, mas uma coisa é você fazer isso no teatro e outra coisa é ensinar para alguém.
Né, eu não tinha só Pedro? Alguns dias eu não escutei isso; aluno tá, fiquei com medo. Eu tinha dado oficinas na Grande Otelo, você não, coisa rápida: 3 meses, dois meses.
Aí eu falei: professora, não vai dar, eu estou indo para o festival no Chile, é uma viagem internacional, não acontece todo dia, toda hora. Eu achei que era uma boa desculpa, ele não ia ficar bravo, né? E eu, história, no ano seguinte, é, eu continuava com ganhar, que encontra o Wilson e no correto, ele me combina de novo.
E, por sorte, eu estava indo para Portugal e daí eu tenho uma segunda boa desculpa para não assumir esse cargo. Aí passa, vai duas, ia descer, passa mais um ano, eu dou de cara com isso, aí me convida. Não tinha nenhuma viagem, não tinha nenhuma desculpa agora.
Aí, tá bom, né? Aceitou. Lado eu não sei mais o que falar, cinco, muito medo, exatamente por essa falta da pedagogia.
Como que eu vou ensinar? É, eu vou passar isso que eu sei, minimamente, para as pessoas. E aí eu acho que eu fui aprendendo na marra, sabe?
Na prática mesmo, errando e aprendendo. Acho até que eu aprendi mais do que eles aprenderam comigo, porque é gozado que sempre falam isso: as pessoas podem ser aquela loucura, mas ensinando vocês também estão aprendendo muito, sabe? Então, é isso tudo.
Eu fui percebendo na prática mesmo, né? Foi algo que demorou. E até porque a pós-graduação que eu havia, a graduação era diretora, não tem nada a ver.
Mas a pós-graduação que eu fiz, Pedagogia do Teatro, foi muito tempo depois, né? Ouvi todo mundo, espaço de aprendizado na prática mesmo, o que funciona, o que não funciona. E a coisa foi acontecendo, eu fui perdendo o medo e foi também tomando gosto, né?
Aquela coisa. E aí, quando você acha que já tá tudo estruturado, você já está dominando minimamente os processos pedagógicos, veio a pandemia. E aí, desde o zero, encontrar novas formas de estar se comunicando com os alunos e a relação do.
. . é tudo aquilo que era feito.
O presidente, realmente, de cara, foi um choque. Pensei que seria impossível, a maioria, 99% dos exercícios não daria para fazer. E aí, por alguma plataforma, fui descobrindo que era possível ir reinventando alguns exercícios, e Bel, e transformando outros e percebendo possibilidades neles que eu nunca tinha recebido, porque não fazia dessa forma.
Enfim, oi, oi de novo, um susto. Mas a gente foi superando e vendo que é possível. E aí.
. . E aí, o Mário caiu, o som!
Seu Mário, o som! O som! Oi, Mário!
O som! Se ela não está aparecendo, tem que voltar isso. Agora voltou!
E assumiu a voz. Isso tem assumido agora. Conta para mim uma coisa: como que você vê a importância do teatro para a criança?
E, na dele, bom, de Genésio, com terço da Fundec, qual a importância que você acha que tem o teatro? Por ele. .
. É, não, acho que não só para crianças, mas também. .
. Estou aproveitando. Te contado, no primeiro ano que eu entrei na Fundec, tem uma senhora, a Ivete Navegar, investe.
Ela, no meio do curso, veio agradecer. E aí, depois, fez questão até de falar, pedir para uma reunião com a diretoria para contar. Ela falou que o teatro salvou a vida dela.
Ela vinha de um processo de depressão, síndrome do pânico, algo muito complicado, e que isso tudo foi replantando com as aulas de teatro. Então, esse foi o primeiro caso que eu vi logo no primeiro ano. Igualmente a esse, outros surgiram no meio do caminho, mais outras histórias semelhantes atestavam essa importância que o teatro tem na vida das pessoas.
Eu sempre digo que, independente das pessoas virarem atores ou não, ou dessa atividade desenvolver algum talento artístico ou não, ele é importante à formação para a sensibilidade. Acho que até para tornar essas pessoas mais humanas, dorme com mais empatia, com uma sensibilidade mais aflorada. Então, eu acho que é uma experiência que ninguém deveria se portar de passar por isso, independente de tirar um ator ou não.
É uma outra coisa, é uma outra vertente que a arte, o que o teatro possibilita na vida das pessoas. É, muita gente chega para, falando: eu não quero ser ator, mas eu quero perder a timidez, eu quero falar melhor, eu quero me colocar à pressão, a melhor em tudo isso também. Mas vai muito além, é a possibilidade de se criar pessoas melhores.
Eu acho que essa é a grande importância do teatro. E na educação, o nosso, o meu grupo, sobretudo, trabalhou muito com estudantes, com escola, com esse teatro voltado para o estudo, para a educação, né? E pode, e trazendo esses textos que as escolas já trabalhavam com eles nas aulas de literatura também, é um trabalho, acho que é muito importante no sentido de estimular o gosto, prazer da leitura.
. . E a pessoa não leu.
Livro, mas quem sabe ver a peça e acha bonito, e aí isso desperta a vontade de ler o livro que nunca tinha lido. Enfim, eu acho que é um trabalho dentro da educação; o teatro tem uma importância muito grande. Ele gosta de despertar sentimentos adormecidos que talvez não se despertassem se a pessoa não passasse por essa experiência: o teatro, seja fazendo, seja assistindo a uma peça.
Mas eu acho que a maior experiência para mim se retorna. Como é que essa atividade pode dar? Aconteceu, hein?
E aí, em 1999, eu fiz um espetáculo, um monólogo, baseado também em Manuel Bandeira, no poema "Evocação do Recife". Eu fiz um monólogo que eram palavras sobre AIDS, e ainda era no momento em que tudo bem, já existiu; era uma, mais ou menos, uma sentença de morte, né? Nós estaremos lá no Teatro Municipal, na apresentação lotada, também foi para a escola, né, dia de semana à noite, mas a vegetação lotada.
E, quando terminou, eu fui para casa; uma meia hora depois, toca o telefone de um homem, uma voz masculina não se identificou. Ele disse que tinha visto no jornal que era sobre AIDS; falou que ele era soropositivo e que ficou curioso para ir ver. E foi.
E aí ele se sentiu. . .
não é polido, mas ele se sentiu acariciado, se sentiu bem vendo a peça. E aí ele inventou uma desculpa para ligar para o pessoal. Ele pediu meu telefone, e eles deram, e ele ligou para agradecer, para dizer como aquilo tinha sido importante para ele.
Não sei nem se sobreviveu, se passou por isso, não sei o nome, não sei quem é, mas foi algo que me marca muito. Me deu muito prazer, muita satisfação saber que estou fazendo uma atividade que pode, de algum modo, causar esse tipo de coisa a uma pessoa que seja, né? Estava o teatro lotado, muitas pessoas, mas uma especial percebeu aquilo de uma forma que fez bem a ela, né?
Então, eu estou falando isso só para mostrar a importância mesmo desse trabalho nosso para as pessoas, para as coletividades. É muito bom, muito bom. E você nunca chegou a desenvolver a atividade com alunos dentro de uma escola pública, né, ou particular?
Não é por isso que você não chegou a fazer, né? Não cheguei a trabalhar, pelo menos a entrar alto em cima de teatro. Na Coque Alto, para diretor também, dá para o presidente da Fundac.
E cheguei agora à Aliança. A gente trabalha só. .
. falou por causa da pandemia, que aí foram suspensos as atividades. Mas nas escolas do estado não fiz, quando muito, um workshop, uma apresentação rápida em escolas, no pátio da escola, mas o trabalho de oficina, de aula de teatro não.
E como que foi a recepção no caso da "Hora Chicote"? Eles têm lá uma coisa chamada matéria eletiva, eu acho que é isso. Então, os alunos escolhem algumas matérias opcionais que eles querem fazer, fora das matérias do currículo normal deles, e aí o teatro é uma dessas possibilidades que eles tinham.
É legal porque eles vinham, e aí não gostando e comentando com outras colegas, e sempre aumentando, né, esse número de alunos, porque o boca-a-boca daquelas pessoas que estavam fazendo estava funcionando dentro da escola e atraindo sempre mais alunos, e um querendo participar também. Então, funcionou muito bem até o momento que teve que parar, né? O certo é.
. . você já tem mais ou menos o convite para a volta ou não dessas atividades?
O André na Loge. . .
não, não chegamos lá a conversar ainda sobre isso. Eu sei que as aulas presenciais voltaram, mas eles não falaram, não me falaram nada ainda sobre essas eletivas de teatro e como vão continuar, como vai ser. Enfim, mas foi algo que também é outro leque, né, que a gente vai abrir; é um leque de possibilidades, né?
Que tem a Fundep que a gente. . .
curso de iniciação tem aqui na minha escola que é um curso profissionalizante; tem essas escolas que estão com uma academia também para atuar. . .
modelar para estas móveis também. Me chamou também, estou desenvolvendo aula de teatro lá e a gente vai abrindo, né, o leque de possibilidades em outros espaços, abrangendo outras pessoas. E você perguntou também, né, do canal aqui da escola, e ele também, de certa forma, é mais um instrumento, né, para a gente discutir temas ligados à atuação, ligados ao teatro, questões assim que sejam importantes não só para atores, mas também para o público em geral.
A gente vai fazendo os vídeos, falando sobre isso e postando lá no canal da escola também como uma forma de seduzir mesmo as pessoas, mostrando o quanto essa atividade é interessante, né? E quantas vertentes ela tem. Tá certo!
A conta como fazer. . .
qual seria o melhor momento da sua carreira até agora? O que você vê? Qual foi o melhor momento?
Ah, tá bom! Gozar durante todo o terceiro blog. Eu não falei da "Mulher Zumbi", então é.
. . não que tenha sido o melhor momento, mas foi um momento muito marcante porque foi uma revolução mesmo dentro do meu fazer teatral, né?
Eu já estava com 20 anos de teatro, e naquela época estava meio na moda uma coisa chamada "Tiago", que era teatro que acontecia em residências ou numa festa. Era uma recepção, e essas pessoas convidavam os atores para fazer uma pecinha ali naquele local. Então, a ideia inicial bem era isso: escrever um texto pequeno para fazer em locais pequenos que accidentem as festas.
Tá bom, como é que escrever, mas aí acabei desistindo, engavetei a coisa. E aí, passaram alguns meses; eu peguei aqueles manuscritos e comecei a ler. Não, mas isso aqui é melhor fazer uma peça mesmo.
Ficaria interessante. E aí o que aconteceu? Em outubro, nós, daí, virou uma peça para só dois atores fazendo todos os personagens.
Aí me inspirei. Definitivamente, não é o mistério de Irma Vap, né, que estava na época fazendo o maior sucesso no Brasil todo. E aí chamei um amigo: "Vamos fazer, vamos tentar.
" A coisa deu certo, funcionou assim de cara. Recebemos, né, ao todo, 27 prêmios nos nove festivais que participamos, como os para Portugal, e a peça nos permitiu isso. Fomos para o Chile, de uma mostra de teatro, viajamos por quase todas as cidades do Estado de São Paulo, Espírito Santo, sul de Minas, enfim.
A profissionalização do grupo também foi possível graças a uma das mulheres, uma delas que foi com ela que nós começamos essa atividade de teatro para escola, o projeto Escola. Então, ela foi não só algo que marcou bonito em termos de premiação, de reconhecimento, de público e crítica, mas também ela permitiu que passássemos a viver de teatro, né? Até então, todos nós tínhamos uma outra atividade paralela e fazíamos teatros nos finais de semana.
A partir da Mulher Zumbi, ela propiciou efetivamente essa profissionalização do grupo, né, da Cia Clássico de Repertório. E que é um espetáculo que a gente faz não com tanta constância, mas a gente faz até hoje, e sempre com o mesmo resultado de público, assim, de satisfação. As pessoas gostam.
É, talvez não seja uma “Na Liberdade”, que nada é, né, mas é algo que a maioria das pessoas gosta muito. Então, eu acho que esse é um momento que marcou muito, não só a minha carreira, mas a de todas as pessoas envolvidas com este espetáculo. Tá certo.
E o teatro estudantil em Sorocaba, em geral, como você vê hoje? Como você vê aqui, antes e hoje? Bom, então, por exemplo, quando eu comecei, tinha um Festival Estudantil de Teatro, ou seja, as escolas onde estavam, às vezes, um diretor da cidade para dirigir alguma peça com os alunos daquela escola, ou às vezes, algum professor da própria escola que fazia essa atividade, né?
E várias escolas escreviam e tinha lá uma semana de festival. Isso envolvia toda a escola naquele movimento e era algo importante, era algo interessante que estimulava também o teatro de alguma forma, né? Infelizmente, não temos mais esse tipo de festival, esse, bastante, pelo menos aqui em Sorocaba.
Não existe algo no SESC, mas não é como eram na época que eu comecei. Eu não sei nem se essa atividade do SESC continua agora ou se isso vai retomar ou não, mas enfim, era um movimento que conseguiu ser forte. No começo, você chegou a participar de alguma coisa lá do Pit Bull interno, teatro do Getúlio Vargas e do Festival Estudantil?
Não, mas eu lembro de assistir. Assistir peças, por exemplo, eu vi a Casa de Bernarda Alba, que foi o primeiro espetáculo que o Mantovani dirigiu. E o Festival Estudantil, dirigindo os alunos do Estadão, eu vi porque naquela foi o ano que eu entrei no Estadão, né?
Então, eles estavam fazendo a Casa de Bernarda Alba, do Norte, e aí eu fui assistir. O festival foi lá no Getúlio Vargas, mas eu mesmo dirigir ou participar de alguma peça do pessoal estudante, eu nunca cheguei até essa oportunidade. É perto, então, você lembra?
Era algo que você sente, né, esse baixinho. Então, você assistiu. Tá bom, dá para dar uma pausa agora e depois você vai falar um pouco para nós sobre os seus companheiros, né, seus amigos no teatro amador sorocabano e dá uma geral do teatro amador sorocabano também, antes e agora.
Tá bom. Aí você envia o nosso último bloco, daí o bloco. .
. Ah, tá bom, então. A quem está nos vendo, nós assistindo até daqui a pouco.
Então, o bloco 4, tirar o último bloco. Tá, até já então. E aí.
E aí. G1.