durante a tarde do dia 12 de junho de 2000 o Brasil inteiro Parou em frente da televisão para assistir o desfecho do sequestro mais famoso daquela década o sequestro do Ônibus 174 e são os detalhes dessa história surreal que nós vamos contar no vídeo de hoje um pouquinho depois das duas da tarde daquele dia 12 de junho de 2000 o ônibus que fazia a linha 174 Central Gávea no Rio de Janeiro foi Rendido quando ele passava ali nas proximidades do Jardim Botânico e ele foi Rendido por um jovem que deu sinal entrou no ônibus e
assim que entrou mostrou um revólver calibre 38 que ele tava carregando com ele e tocou o terror mandando o motorista seguir a viagem só que enquanto o ônibus estava sendo sequestrado por esse indivíduo um passa conseguiu fazer um sinal para uma viatura da polícia militar que tava passando do lado do ônibus naquele momento os policiais perceberam que aquilo ali era um sequestro interceptaram o ônibus pararam ele no centro do Rio de Janeiro assim que o ônibus foi interceptado teve que frear parar naquela bagunça aquela confusão o motorista o cobrador e vários passageiros conseguiram fugir de
dentro do ônibus mas tinha sobrado lá o sequestrador e mais 10 reféns e quem era esse sequestrador que tomou um ônibus e o que que ele queria onde ele queria chegar sequestrando esse ônibus o sequestrador era um jovem de 21 anos que se chamava Sandro Barbosa do Nascimento mas naquele momento as forças policiais não faziam a maior ideia de quem era o sequestrador ou como ele se chamava a vida dele só foi conhecida depois do sequestro do Ônibus 174 até então ele era um ilustre anônimo e quem era esse ilustre anônimo Sandro Barbosa do Nascimento
Sandra era uma criança que nasceu em São Gonçalo uma cidade ali perto da capital do Rio de Janeiro e com 11 anos de idade ele viu a mãe dele ser assassinada na frente dele quando ela tava grávida esperando o irmãozinho do Sandro Sandro naquela época já não tinha pai poder abandonado a família e ele ficou ali órfão de pai e mãe aos 11 anos depois de ter presenciado o assassinato da mãe a facadas ele tinha uma tia que morava no Rio de Janeiro mas ele não conseguiu se adaptar e depois do assassinato da mãe com
11 para 12 anos de idade Sandro virou morador de rua e foi viver na região da Candelária ali no centro do Rio de Janeiro assim que ele foi para Rua eles se juntou com uma gangue de crianças e jovens em situação de rua e ali eles ficavam na região central do Rio de Janeiro pedindo comida praticando pequenos delitos e ele tava inclusive na Igreja da Candelária em 1993 quando houve a famosa chacina da Candelária ele viu vários amigos dele serem mortos durante essa chacina e ele foi das crianças que escapou mais uma vez da Morte
e mais uma vez vendo pessoas com que ele se relacionava morrerem na frente dele e por falar em chacina da Candelária Fica tranquilo que qualquer hora dessa eu faço um vídeo bacana explicando o que que foi esse massacre e o Sandro então cresce nas ruas do Rio de Janeiro praticando Furtos praticando roubos chegou a ser detido várias vezes quando ele era menor de idade foi encaminhado em mais de uma ocasião para um reformatório que era famoso no Rio de Janeiro que era um Instituto Padre Severino o IPS e da última vez que ele teve lá
no reformatório ele acabou fugindo junto com outros menores depois que atingiu a maioridade Sandro também foi preso cumpriu pena por roubo no vigésimo sexto DP que era uma das cadeias mais temidas pelos criminosos do Rio de Janeiro naquela época naquela época a cadeia do vigésimo sexto DP tinha apelido de o cofre porque ela era fechada não tinha nenhum tipo de circulação não tinha direito a banho de sol os presos que ficavam lá e eles ficavam todos amontoados nas celas era uma das maiores superlotações de cadeias do Rio de Janeiro naquela época lá no final dos
anos 90 e do mesmo jeito que o Sandro fez no reformatório ele também fugiu do vigésimo sexto DP junto com algum outros presos quando ele teve uma oportunidade fugiu desapareceu e decidiu começar vida nova foi inclusive adotado por uma senhora uma faxineira que morava em uma favela do Rio chamado favela Nova Holanda essa faxineira era a Dona Elza da Silva que acolheu o Sandro deu para ele um quarto na casa dela e durante muito tempo os dois viveram juntos como mãe e filho e o Sandro durante esse período tentou se afastar do mundo do crime
mas o vício nas drogas foi mais forte e ele não conseguiu ficar muito tempo longe de confusão e Naquela tarde do dia 12 de junho de 2000 Sandro Barbosa ia cometer o último crime dele e que ia entrar para a história das Crônicas policiais do Brasil Então tava lá o Sandro com o ônibus sequestrado a polícia intercepta o ônibus no meio da rua no centro do Rio de Janeiro e imediatamente os jornalistas das veículos de imprensa ali do Rio ficam sabendo e correm para o local e também cercam o ônibus a partir daquele momento tudo
que acontece entre sequestrador reféns e polícia passa a ser transmitido ao vivo em Cadeia nacional para todo o Brasil e graças a essas imagens que foram transmitidas durante todo o período de cinco horas que durou o sequestro o caso do Ônibus 174 virou estudo de caso e em várias academias de formação de policiais no Brasil e ela virou estudo de caso porque houve muitas falhas durante todo o processo de gerenciamento dessa crise primeiro que a polícia não conseguiu fazer um isolamento adequado do perímetro do ônibus logo de cara e isso permitiu que a imprensa curiosos
e todo tipo de pessoas cercassem o ônibus transitar sem a pé de bicicleta se aproximar sem do Sandro colocou em risco um número imenso de pessoas e prejudicou muito a nego entre polícia e sequestrador tudo por falta de isolamento adequado do perímetro também ficou claro que a polícia do Rio de Janeiro daquela época não tinha equipamento adequado para lidar com esse tipo de situação os policiais que rodeavam o ônibus e ficavam se comunicando com O Negociador ele se comunicavam através de sinais de mímicas porque eles não tinham equipamento de rádio para conversar um com o
outro ou seja todo mundo que tava no entorno que o próprio Sandro ficavam observando a comunicação entre os policiais além disso em várias ocasiões durante toda a tarde do dia 12 de junho a polícia poderia ter cessado as ameaças com um tiro de comprometimento Porque durante quase todo o sequestro o Sandro ficou exposto mas a polícia sabe sei lá porque razão acabou optando por deixar que aquela situação se arrastasse muito além do ideal e por falar em ficar exposto durante todo o tempo de negociação durante as negociações o Sandro começou a liberar alguns reféns o
primeiro refém que ele liberou foi um estudante chamado Williams de Moura e a partir dali o ônibus ficou só com mulheres reféns além do próprio sequestrador alguns anos depois durante um documentário que foi produzido e tá inclusive disponível na Globo Play chama Ônibus 174 Durante a entrevista com os reféns uma das reféns que se chamava Luana Belmont disse que a hora que ele sequestrou o ônibus parou ouve todo ser policial e no meio daquela confusão ela conseguiu ainda pegar o celular dela e conseguiu ligar para os pais tranquilizando os pais e ainda Conseguiu ligar para
o estágio onde já trabalhava naquela época de para dizer que teve um pequeno probleminha no ônibus e que ia demorar um pouco para chegar Não Sabia quando chegava ou seja cada vez mais eu me convenço que o rio não é para amadores a pessoa já normalizou até sequestro de ônibus mas então as negociações estão lá se arrastando ainda existem algumas reféns no ônibus e aos poucos o Sandro vai sendo convencido a deixar alguns reféns saiu a próxima refém que o Sandro libera é uma senhora de 40 anos chamada Damiana Nascimento de Souza a dona Damiana
teve um AVC no meio do sequestro começou a passar mal a ter entortamento das faces até dificuldade para falar e o santo acabou concordando em liberdade esse AVC que ela teve por causa do sequestro deixou sequelas nela para o resto da vida e até hoje a dona Damiana não consegue mais se comunicar por causa desse AVC Que ela sofreu durante o sequestro do Ônibus 174 ela ficou muito nervosa por causa da situação em si mas também porque a partir de certo momento o Sandro pegou uma outra refém que se chamava Janaína Neves pegou o batom
dela e colocou ela para escrever frases nos vidros do ônibus e uma das frases mais impactantes era uma frase onde o Sandro manda ela escrever o seguinte ele vai matar geral as seis horas ou seja a polícia tava ali no meio da negociação de frente para um 10 line para um prazo que havia sido estabelecido pelo sequestrador e isso era um componente dificultante das negociações e com certeza todo esse cenário toda essa atenção todo esse terror foi o que desencadeou o AVC na dona Damiana até que quando tava quase chegando 6 horas da tarde o
Sandro resolve cumprir a promessa dele pega uma das reféns Deita ela no chão do ônibus e dá um tiro na direção da cabeça dela aquilo deixa todo mundo desesperado tanto dentro quanto fora do ônibus porque ele tava começando a cumprir o que ele havia prometido de matar os reféns um por um mesmo nesse momento mesmo ele exposto pelos vidros de todo o ônibus ainda assim a polícia hesitou em aplicar um tiro de comprometimento que teria cessado imediatamente as ameaças de sequestrador agora o mais interessante é que depois do sequestro e apesar de todo mundo achar
que ele havia matado uma refém naquele momento depois no final do sequestro descobrindo que ele não teve coragem de fazer isso ele mandou ela deitar no chão do ônibus e deu um do lado só para quem tava do lado de fora acreditar que ele tivesse cumprido a promessa e atenção dentro e fora do ônibus foi escalando foi aumentando até que as 18:50 do dia 12 de junho de 2000 o Sandro pega uma outra refém chamada Geisa Firmo Gonçalves e começa a andar com ela no corredor do ônibus ele se aproxima da cabine do motorista e
desce do ônibus usando a Geisa como escudo aquela ação dele pegou toda a polícia desprevenida porque os policiais não imaginavam que ele ia sair do ônibus naquele momento usando uma Refém de escudo e eles não estavam preparados para essa situação e o que é pior em todo o cenário de crise quando uma crise ela sai da situação de estática e ganha uma situação de movimentação isso é muito pior ele andando pelo Rio de Janeiro armado com a Geisa de refém Era muito pior do que ele cercado dentro do ônibus então ele desce e o policial
começa a negociar a rendição dele pego ali de Surpresa porque ele tava fora do ônibus cercado de policiais com a arma na cabeça de uma refém nesse momento um policial que tava escondido do campo de visão do Sandro e tava segurando uma arma longa chamada submetralhadora resolve atirar no sangue Só que essa submetralhadora ela tem um ferrolho que você controla a alimentação da munição e para ele efetuar o disparo ele precisava movimentar o ferrolho Só que essa movimentação faz um barulho muito alto então o que que o policial fez se aproximou com o ferrolho a
retaguarda e quando ele tava quase em cima do Sandro ele fez a alimentação da submetralhadora com ferrolho só que o barulho que faz quando o ferrolho vai para frente chamou a atenção do Sandro que movimentou a cabeça saiu da linha de tiro e colocou o rosto da Geisa bem na direção da arma no momento em que o policial efetuou o disparo o tiro pegou no rosto da Refém com o susto o Sandro também deu mais três tiros nas costas da refém e os dois caem no chão a polícia cai em cima dele para tomar a
arma dele e a população rompe o perímetro que já era um isolamento precário e avança sobre o Sandro e a Geisa a Geisa morreu na hora ali pelos tiros tanto do Sandro quanto do policial foi encaminhada de Ambulância para o hospital mas já tava morta e o Sandro não levou tiro nenhum naquele momento foi pego e colocado dentro do camburão da viatura policial Os policiais entraram com ele ali na viatura e se deslocaram até a delegacia só que na delegacia o Sandro já chega morto por sufocamento os policiais sufocaram o Sandro dentro da viatura no
trajeto entre o ônibus sequestrado e a delegacia o que que aconteceu exatamente nesse trajeto é um mistério que a gente nunca vai saber se o Sandro reagiu se o Sandro tava fora de si se o Sandro tentou entrar em luta corporal com os policiais problema deles se nesse processo para imobilizar o Sandro os policiais acabaram sufocando ele até a morte ou se ao contrário os policiais realmente estavam no calor da emoção e acabaram decidindo acabar com a vida do Sandro ali dentro da viatura mesmo é uma coisa que a gente não vai saber nunca Mas
de qualquer forma esses policiais foram a julgamento pelo assassinato do Sandro e no tribunal do júri Eles foram considerados inocentes foram absolvidos do assassinato do Sandro Barbosa dentro da viatura policial o Sandro foi enterrado numa cova Rasa no cemitério do Rio de Janeiro e a única pessoa que compareceu ao enterro dele foi a mãe adotiva dele a Dona Elza e essa história mostra para a gente como que uma sucessão de erros como que um estado que não funciona bem pode acabar criando uma tragédia o sistema errou e não acolher a criança e não educar o
adolescente e não ressocializar o adulto e quando a situação ficou insustentável o sistema errou e não interromper a ameaça nas várias oportunidades que teve para fazer isso errou e não treinar sua força policial errou e não equipasso a força policial e quando a força policial tentou agir aconteceu esse desastre essa tragédia para todo mundo e detalhe tudo sendo transmitido ao vivo para o Brasil todo Mas eu quero saber o seguinte E você já conhecia a história do sequestro do Ônibus 174 você que é assim jovem a mais tempo como eu lembra onde você tava naquele
dia 12 de junho de 2000 durante o sequestro do Ônibus 174 conta pra gente aí nos comentários Obrigado por ficar comigo e mais esse bate-papo eu sou o Vinícius e esse é o canal direito de leve onde a gente fala de curiosidades do mundo do direito e o jeito leve Lembrando que toda semana a gente tem vídeo novo por aqui fiquem com Deus