Nós falamos do nível um de suporte e agora eu vou falar um pouquinho do nível dois de suporte. O nível dois de suporte, nós falamos que ah esse suporte que o autista requer é um suporte mais substancial, ele é mais intenso. Ou seja, não é que a pessoa autista é mais autista, certo?
significa que ela requer mais ajuda para fazer as coisas da sua rotina, do seu dia a dia. Então, quando a gente fala nível dois de suporte, basicamente nós estamos falando de uma pessoa em que a comunicação, o uso, por exemplo, da palavra falada ou de gestos para apontar, para mostrar aquilo que precisa, já é um pouco mais substancial, já requer um pouco mais de ajuda. Você vê no nível dois de suporte, crianças, adolescentes, adultos, nível dois de suporte, que a comunicação ela não é tão complexa.
Então, as pessoas falam às vezes duas, três palavras numa frase para dizer aquilo que precisa. E comumente no nível dois de suporte, essa comunicação, ela tá mais restrita às necessidades. Nós chamamos de mando, né?
emite mandos para falar aquilo que ela quer, aquilo que ela deseja. Então, ela pode dizer: "Quero água. Eh, não quero mais.
Eh, me dá comida, quero brincar. " E às vezes as frases podem até ser mais extensas, frases com quatro, com cinco palavras, mas você vê que essa comunicação, ela é mais reduzida às necessidades que essa pessoa tem. e não comumente faz pensamentos complexos, né?
Então, ela não tem uma uma comumente ela não vai ter uma capacidade de pensar reflexivamente sobre a vida e usar as palavras para comunicar o que pensa. Então, não significa que ela não pense, significa que eh a comunicação reduzida eh limitada faz com que aquilo que ela pense não chegue ao outro como uma informação, como um conteúdo sobre o qual ela vai discutir, por exemplo. Então veja que essas dificuldades elas são mais marcantes, eh, não só pela comunicação, mas porque eh a nível de olho mesmo a gente consegue observar que são comportamentos às vezes mais estigmatizantes.
Alguns eh autistas nível dois de suporte podem ter algumas estereotipias que eh marcam mais a o seu dia a dia, deixando um pouco mais evidente a sintomatologia do autismo. E além disso, a gente tá falando que o número de respostas que ele é capaz de emitir quando a outra pessoa fala com ele é mais reduzida. Então, eh, para as interações básicas no dia a dia, essa pessoa vai precisar de ajuda.
Então, se a gente pergunta para ela, e aí, como é que foi teu dia, né? a a comunicação dela talvez eh seja mais voltada ao que ela gostou no dia, por exemplo, eh joguei bola do que propriamente dita a toda a interação. E aí a gente diz assim: "Sabrina, mas isso também não aparece no nível um de suporte?
" É lógico que aparece, porque a gente tá falando de autismo. O que a gente tá dizendo aqui é que no nível dois suporte, eh, essa restrição de interação, essa falha de interação, essa restrição da da comunidade, das pessoas com quem ela interage é maior. Nós estamos falando que a comunicação é mais limitada e nós estamos falando que os comportamentos mais restritos e repetitivos também são aumentados.
Então, eh, todos os níveis de suporte, nós vamos ter a as mesmas características no sentido de comunicação, interação e comportamento restrito e repetitivo. No entanto, o nível do suporte define a frequência, a quantidade de ajuda que essa pessoa vai precisar. Aqui no nível de suporte dois, essa ajuda, portanto, é maior.
Então, além disso, lembra que eu falei que no nível um de suporte, às vezes dentro da família nós conseguimos uma interação um pouco maior, fora dali isso fica mais restrito e muitas vezes até dentro da família restrito, mas lá no nível dois suporte você consegue observar que essas falhas na comunicação, na interação e a quantidade de comportamentos restritos e repetitivos são aument entados e eh é mais generalizado. Em todos os ambientes que essa pessoa frequenta, você vê aqueles comportamentos que são marcantes e que são comuns no autismo. Isso mesmo no seio da família.
Então, no nível dois de suporte, nós temos, por exemplo, uma necessidade de apoio pros turnos de fala. Eh, eu digo, eh, o que você quer? E daí a criança pode dizer para mim: "Quero água aí eu dou uma ajuda.
" Então pede para mim e mamãe, dá água, por favor. E daí ela vai dizer: "Eh, mamãe, dá água, por favor. " E eu digo, isso mesmo, parabéns.
Você pediu água. Aqui eu tô falando dentro de um contexto em que o pai sabe o que fazer, a mãe sabe o que fazer e a criança precisa de ajuda, mas isso não é não é a média da população. A maioria das pessoas, ah, o autista talvez gritaria, ou diria só, água e o pai e a mãe logo logo e imediatamente entregariam a água, quando na verdade a gente precisaria solicitar uma entrega maior, uma frase mais completa e aí sim eu entregaria o item de interesse daquela criança para que a gente aumentasse a probabilidade de que amanhã ela me peça a água com a frase completa.
Então veja que no nível dois suporte nós precisamos de um turno de fala com mais ajuda. Nós precisamos do suporte dos pais, dos cuidadores muito mais presentes aqui no nível dois de suporte no Brasil, onde nós temos leis de inclusão, mas que nem sempre elas são efetivamente cumpridas. Nós temos o professor de apoio muitas vezes ali presente para ajudar essa criança na comunicação e para mediar a aprendizagem dela na sala de aula.
Então, no nível dois de suporte, no três, isso também vai ser bastante frequente. Aqui também eu coloquei que no nível dois de suporte há uma resistência maior que o nível um às necessidades de mudança do dia a dia. Então, e se eu vou eh se eu programei que eu vou na casa da avó amanhã e algo aconteceu, furou o pneu e eu preciso, ao invés de ir na casa da avó, passar no mecânico resolver do pneu para então chegar na casa da avó.
Eh, é possível que o nível dois de suporte teria grandes dificuldades, já uma dificuldade maior de aceitar essa mudança, porque a previsibilidade que eu havia dado no dia anterior é de que nós iríamos na casa da avó. Aqui nós já temos uma probabilidade maior de desencadear crises. Nós já temos uma probabilidade maior de desencadear desregulação emocional.
Aqui no nível dois de suporte, há uma dificuldade maior dessa pessoa com autismo de generalizar uma aprendizagem. Então, eh, se na clínica ela aprendeu com o terapeuta de que ela precisa fazer a frase completa para daí ela ganhar a água, o terapeuta diz para ela: "Então, então fala para mim o que você quer? " Eu quero água.
Então, eh, pede para mim a frase completa: "Eu quero água". E aí a criança diz: "Eu quero água". E aí logo imediatamente o terapeuta entrega, que foi o exemplo que eu dei na aula anterior, generalizar este comportamento que agora foi aprendido dentro de um contexto clínico, generalizar isso para outros ambientes, ou seja, essa criança, esse adolescente, esse adulto chegar lá na escola, né, por exemplo, e pedir com a frase completa, é muito provavelmente ente eh vai precisar de ajuda, vai precisar de mediação ou do professor apoio, ou do técnico comportamental, assistente terapêutico, que tá ali junto para mediar essa aprendizagem ou dos pais.
Então, veja que ele aprendeu na clínica. Quando ele chega na clínica, ele conhece o terapeuta e naquele contexto ele já faz esse mando, esse pedido com a frase completa. Mas a dificuldade no nível dois de suporte de generalização faz com que em outros contextos ele precise também dessa mediação.
Isso aqui, gente, é bastante importante falar que difere muito do nível um. Quando você atende o nível de suporte na clínica, você consegue ensiná-lo, por exemplo, as as habilidades sociais dentro da clínica e pedir, dar tarefas para que ele mesmo execute fora dali. É possível que precise de ajuda.
É possível, mas é provável que ele mesmo tente executar a generalização daquilo fora do contexto da clínica, eh, tentando sozinho. Talvez precise de ajuda, talvez, mas ele consegue tentar. Já no nível dois de suporte, é comum que você precise dessa mediação e desse apoio em outros contextos para que a gente consiga, então atingir a generalização daquela aprendizagem que iniciou na clínica e que agora nós queremos que ele peça a água com frase completa lá na escola, lá na casa dele, na igreja, na instituição religiosa que ele frequenta.
Então, percebem a diferença? Então, de novo, não é mais autista, menos autista, é mais ajuda ou menos ajuda que define o suporte que essa pessoa de fato tem no autismo. Eh, falamos da resistência à mudança, né?
Então, se ela eh muda o trajeto, vai ter uma resistência maior, é possível que desencadee crise. já no nível um lá que nós comentamos, a capacidade da gente usar as palavras dialogando para tentar achar uma forma de negociar essa essa alteração na rotina, eh, com uma discussão ali, uma conversa, a gente talvez consegue negociar. No nível dois de suporte, a negociação é um pouco mais difícil, porque eu havia dito que eu iria, eu tinha mostrado talvez a imagem do local que eu iria e agora as coisas mudaram e isso pode desencadear uma crise que vai precisar aí de um manejo um pouco mais eh intenso dos pais ou dos cuidadores nesse momento.
Então, falei da generalização e agora eu também quero comentar que no nível dois suporte e você vai precisar de provavelmente de rotinas mais visuais. Você vai precisar de uma ajuda visual para entender mais facilmente aquilo que tá por vir no no teu dia. Então, eh, os pais usam muito orientados pelos terapeutas.
as rotinas visuais no banheiro para escovar dente. Eles utilizam muito as rotinas pro almoço, como que é a rotina da manhã, como que é a rotina da tarde. O professor lá da escola, quando o aluno chega, já tem a rotina dele do que vai ser isso no mundo ideal e organizado, quando há uma comunicação entre escola, família, ah, os pais, tudo isso acontecendo e as terapeutas.
Então, quando há terapia, escola e família se comunicando, é desse jeito que eu tô falando. Mas é importante falar que isso não é a maioria, não é a média. Das nossas crianças autistas não tem, infelizmente, essa quantidade de ajuda que a gente tá falando aqui.
Mas é importante que os pais, ao verem esse vídeo, busquem isso, porque é isso que vai fazer a criança evoluir, é essa comunicação entre escola, terapia e família. Então, as rotinas visuais, ele chegou na sala de aula, tem a rotina dele do que vai acontecer no dia. Ah, então essas rotinas visuais no banheiro para escovad, no banho pro banho, eh para fazer as necessidades e fisiológicas dele, talvez eu tenha que ter uma rotina sobre como limpar o bumbum depois de usar o vaso.
Tudo isso facilita a vida da pessoa com autismo, porque você tá dando para ela uma previsibilidade, sim, mas não só falada, também com recurso visual. Então, no nível dois suporte, isso costuma ser bastante utilizado. E, eh, gente, eu preciso falar, auxilia demais.
Auxilia demais. E é importante também falar que eh pessoas têm condições de evoluir, de regredir dentro do espectro o tempo todo. Basta a gente não fazer aquilo que precisa ser feito, não dar a ajuda necessária e elas migram dentro do espectro de um nível de suporte pro pro outro.
Então você pode sim dentro do transtorno do espectro do autismo, ver uma pessoa que é do nível três de suporte vir para o nível dois de suporte. E você pode ver uma pessoa do nível dois de suporte vir pro nível um de suporte. Como você pode ver uma pessoa do nível um de suporte sem receber a ajuda necessária, foi negligenciado, passa para o nível dois suporte e você pode ver uma pessoa nível dois suporte migrar para o nível três de suporte.
O que que você comumente não vê? Uma pessoa do nível três de suporte para o nível um de suporte, uma pessoa do nível um de suporte para o nível três de suporte. pode ser que exista, eu nunca vi.
Então eu falo isso para que a gente entenda que a a quantidade de apoio necessária quando ela não é oferecida e vamos valorizar aqui o tempo dessa ajuda, o tempo que essa ajuda tem que ser apresentada. Quando isso não acontece, as pessoas migram dentro do suporte no autismo. E isso é bastante complexo e bastante delicado, porque o sonho de uma família é que o seu filho seja funcional, o mais funcional possível, totalmente funcional.
É o desejo dos pais. Então, eh, quando a gente fala de desenvolvimento, o que nós queremos é que, se possível, a pessoa migre para nível um de suporte, porque isso significa que ela precisa de menos ajuda para poder fazer a sua vida andar, para fazer a sua vida acontecer. Entenda a vida acontecer, vida andar, como ter autonomia para trabalhar, se quiser, assim, para estudar, se assim desejar, para casar, se assim desejar.
ter filhos, não sei, cada um vai ter. Aí tem gente que não quer casar, mesmo neurotípico, não quer ter filho, não quer trabalhar. Então, mas entenda que uma pessoa neurotípica, ela tem a oportunidade de escolher isso, se quer casar, se quer trabalhar, se quer estudar.
Uma pessoa nível três e dois de suporte, a capacidade dela de escolha é administrada quase que na maioria das vezes pelos pais, porque ela tem falhas na comunicação e na interação que impedem ela de dizer aquilo que ela realmente quer. E às vezes elas recorrem a comportamentos autolesivos, heterolesivos, porque a falha na comunicação é tão grande que aquilo acaba estressando ela de um jeito, que nós temos outros comportamentos que acabam acontecendo de forma inadequada para que ela consiga então ter acesso àquilo que ela quer, que ela deseja. Percebem?
Quanto maior o nível de apoio, de ajuda que uma pessoa precisa, então maior é o nível de suporte dela no autismo. Ah, portanto, maior são as falhas de comunicação, de interação e de comportamentos restritos e repetitivos. No nível dois de suporte, nós estamos falando de uma pessoa que necessariamente para ser nível dois de suporte, ela vai precisar de ajuda mais substancial e para tocar a sua vida ali paraas necessidades, às vezes até básicas do dia a dia.
Ela vai precisar de dicas para completar tarefas. Ela vai precisar de orientações dos familiares para talvez fazer sua higiene pessoal. Ela vai precisar de ajuda para fazer frases completas.
Dentro da sala de aula. Ela vai precisar muito provavelmente de um professor que o auxilie a adaptar tarefas para que ela consiga completar. Então, não é que não consegue, não é que não é possível, é possível consegue com um pouco mais de ajuda do que no nível um de suporte.
Ainda no nível dois de suporte é importante falar sobre a intervenção precoce. Quando a gente fala de uma criança com 1 ano e meio, 2 anos de idade, 3 anos de idade, nós estamos falando de uma família que provavelmente foi buscar o diagnóstico por um motivo simples. O seu filho, a sua criança não acompanhou o desenvolvimento das outras crianças.
Ah, o seu filho, a sua filha não acompanhou o ritmo do desenvolvimento, não falou a quantidade de palavras que eram necessárias para aquela faixa etária de 1 ano e meio, de 3 anos de idade, eh, de 2 anos de idade, de 3 anos de idade. Portanto, ela foi atrás de uma avaliação. OK?
Nesse contexto, eh, nós temos então um diagnóstico quando correto de nível dois de suporte, tá? Então, é importante falar que no nível dois de suporte, quando nós falamos de crianças pequenas, eh quando eu falei sobre definições eh do autismo, eh, sobre como que nós entendemos o autismo atualmente, eu falei sobre a o diagnóstico precoce. E isso é fundamental nós entendermos que toda criança pequena com 1 ano e meio, 2, 3 anos de idade, nós estamos falando de nível dois de suporte.
Nunca será nível um e nunca será a nível três. Repetindo, uma criança pequena com um ano e meio, 2, 3 anos de idade, ela jamais será nível um de suporte, nível três de suporte para um diagnóstico. Motivo para que o diagnóstico aconteça, significa que o médico percebeu, os pais perceberam, o pediatra percebeu, alguém percebeu que essa criança não acompanhou o desenvolvimento da média das crianças daquela idade.
Então, ela apresentou atrasos. Pode ser atrasos na comunicação eh falada, palavra falada, pode ser na comunicação gestual, não aponta. Pode ser que essa criança andou na ponta dos pés.
Pode ser que essa criança eh brinca com os brinquedos de um jeito diferente. O fato é que todas as crianças nessa faixa etária precisam de ajuda. Todas elas.
Todas precisam de auxílio para trocar fralda. Todas precisam de auxílio para servir seu prato. Todas precisam de auxílio para se vestir.
Então, como todas as crianças, quer neurotípica, quer atípica, tem necessidade de ajuda, nós não podemos dizer que uma criança pequena, mesmo aquelas que têm comportamentos graves, heterolesivos, ah, autolesivos, agridem outras pessoas, mordem outras pessoas, batem, jogam objetos ou batem, jogam objetos em si mesmos. Nós não podemos dizer que esta criança é nível três. Por quê?
Mas Sabrina, ela tem 3 anos, não fala nada. Entendi. Só que a média das crianças idade da idade dela precisa de ajuda.
Uma ou outra vai se vestir sozinho. Algumas já saíram da fralda nesse período, outras não. Eu conheço crianças neurotípicas que com 3 anos usam frudo, então, e não são autistas.
Eh, eu conheço crianças que têm atraso de fala com 3 anos de idade, mas não são autistas, foram pouco estimuladas, filhas únicos, filhos únicos às vezes também, em que os pais também são mais tímidos, mais quietos. Não, não é autismo. Então, veja que a média das crianças naquela faixa etária precisa de ajuda.
Se a média das crianças naquela faixa etária entre 1 ano e meio e três precisa de ajuda, jamais nós falaremos de nível três de suporte para uma criança pequena, porque todas as crianças, quer típica, quer atípica, precisam de ajuda. Então também não podemos classificar ela como nível um, porque se eu tô dizendo que o nível um de suporte sabe falar tudo, mas às vezes tem falha para comunicar, mas talvez com pessoas mais próximas ele sustente um diálogo ali, né? essa fluidez que é isso que eu tô fazendo aqui, eu tô falando tudo que eu quero, tudo que eu penso e se eu tivesse com interlocutor aqui, ele trocaria comigo e eu falaria.
Então, eh, ele consegue fazer isso, ele sabe fazer isso corrigindo. E nem sempre ele consegue, mas ele sabe fazer isso. Nós não podemos dizer que uma criança pequena é nível um de suporte, porque uma criança pequena, quando é percebido sintomas de autismo, via de regra, é por atraso de fala.
E se é atraso de fala, se apresenta atraso de fala, já não é nível um de suporte. Porque o nível um de suporte não tem atraso de fala. Percebem?
O nível um de suporte, conforme eu falei na nas aulas anteriores, ele é um 007. Ele vai tendo as falhas de comunicação, de interação, mas sabe falar tudo e vai indo lá na fase da alfabetização. As pessoas começam a perceber que essa criança é diferente, porque agora ela precisa de habilidades que são esperadas para aquela faixa etária daqui a pouco fazer trabalho em grupo e ela não consegue.
Então, crianças de 1 ano e meio a 3 anos, às vezes até antes de 1 ano e meio, né? Eu tô falando aqui da média do autismo regressivo, mas tem crianças que com um ano você vê que ela é autista, com 9 meses você vê que ela é autista. Mesmo uma criança pequena até 3 anos, 3 anos e pouco de idade, você jamais dirá que ela é nível um ou nível três.
Sempre será nível dois de suporte. E o que é necessário aqui com uma criança tão pequena? Intervenção precoce urgente.
Intervenção precoce urgente para que essa criança tenha condições de se desenvolver a ponto de aos 6 anos de idade, na primeiro ano da escola, estar acompanhando a média das crianças e estar com o intelecto dela totalmente funcional. Isto é absolutamente possível. Não deixa de ser autistas.
Os comportamentos restritos e repetitivos continuarão lá, mas ela tem condições de migrar desse nível um, desse nível dois, perdão, para o nível um de suporte, com a ajuda necessária, recebendo essa ajuda que ela tanto precisa. M.