Hum. [música] I [música] >> luz de poste na parede, céu de neon chão. Eu desligo as notificações do coração.
Se a noite [música] pede calma, eu digo: "Tô afim, um passo de cada vez". E tá tudo assim. >> Modo leve, mente livre, sono fundo, céu de [música] neon sem agenda.
Sem alarme, só agora em rotação. [música] >> Se a cidade tá pedindo demais, eu respondo hoje não. Modo leve, [música] mente livre e o mundo fica em suspensão.
[música] Na mesa, um copo, um isqueiro, um café quase frio. A brisa entra mansinha varrendo desafio. [música] Tô de boa com meus erros, sem fazer tribunal.
Aprendi que paz também é um luxo natural. Playlist de antiga risada, solta papo, que não pesa. A vida virá mais bonita quando a [música] gente não atravessa, correndo atrás de tudo, querendo ser mil por hora.
Hoje eu só quero [música] caber em mim, sem pressa, sem demora. Se o corpo pede pausa, eu escuto de verdade. Se a [música] mente tá barulhenta, eu baixo intensidade.
Uma ideia boa nasce no silêncio do sofá e o que for [música] para ser, vem sem eu ter que forçar. >> Modo leve, mente livre, sono fundo, céu de neon sem agenda. Sem alarme, [música] sol agora em rotação.
>> Se a cidade tá pedindo demais, >> eu respondo hoje não. Modo leve, mente [música] livre e o mundo fica em suspensão. >> Tem dia que o corre cobre a conta tenta assustar, mas eu não sou só boleto, eu também sei respirar.
Eu faço um som na cabeça, rabicho no [música] guardanapo. Sonho de pé no asfalto, coração no passo a passo. Uma mensagem de um parceiro, cola aí, vamos rir, a [música] gente faz da varanda de um lugar para existir, falar de filme, de viagem, de plano meio doido [música] de plantar umas ervas em casa e deixar crescer no olho.
E no meio disso tudo eu lembro [música] G de agradecer pelo pouco que é muito quando a vida quer correr. Pelo sol que aparece mesmo em semana cinza, pelo abraço da rotina, quando a ansiedade pisa. [música] Se der vontade, acende só para mudar acordoar, sem virar fuga do mundo, só para lhe desacelerar.
Porque maturidade é isso, sabe quando parar e não precisar de barulho para se sentir no lugar. >> Dá um play no que é simples, no que [música] faz bem de verdade. Eu não tô disputando nada com a velocidade.
Quem entende esse silêncio sabe, ele tem som. É a paz fazendo bito leve, [música] mente livre, som no fundo, céu de neon. Sem agenda, sem alarme, [música] só agora em rotação.
>> Se a cidade tá pedindo demais, eu respondo [música] hoje não. Mando leve, mente livre [música] e o mundo fica em suspensão. Eu já fui de querer tudo, de querer provar valor.
Hoje eu prefiro um rolê que não cobra o meu humor. Prefiro um domingo lento, um livro pela metade, um treino de leve, um banho quente. Sinceridade, a saúde da cabeça, calma [música] no meu quintal.
Meu sonho não é vitrine, é ter paz no final. Um dinheiro honesto entrando sem me vender por atenção. Tempo para quem eu amo sem fazer negociação.
Eu quero mais momentos e [música] menos como eu pareço. Mais verdade no caminho, menos medo do tropeço. Mais música [música] no fone, mais rua, mais horizonte, mais gente que soma perto, menos peso na ponte.
Se a vida for um filme, eu [música] quero cena com luz daquelas que não gritam, só conduzem. A noite vira abrigo, a mente vira [música] espaço. E eu sigo no meu eixo, no meu próprio compasso.
>> Luz baixa, som no fundo, a cidade [música] lá distante eu fico nesse clima bom, simples, elegante, modo levem, livre, sem pressa, sem [música] clarão. Só eu, o tempo e o som em suspensão. Hum.
[música] H a semana [música] começa sem pedir licença. O corpo levanta, a mente ainda pensa. Café na chicara, janela aberta [música] dia chama.
Calma, tenta. Não é peso grande, é só uma pequena. Detalhe esquecido virando [música] problema.
Aprende na prática sem manual que nem tudo exige reação igual. Tem coisa fora do meu alcance. Eu não insisto, mudo o alcance.
[música] Sigo atento ao que não aparece. É nesse espaço que eu me fortaleço. Nem nem tudo que eu sinto virar decisão.
Tem passo que pede observação. Quando [música] eu paro de me apertar, as coisas começam a se alinhar. >> Eu fico entre o que vai e o que fica.
[música] Sem puxar demais nenhum lado, nem preso ontem, nem correndo pro [música] depois, só mantendo o passo equilibrado. Eu fico entre o que [música] pede e o que passa, sem forçar resposta pra dor. Às vezes viver é sustentar [música] o que ainda faz sentido em nós.
>> A rua segue no ritmo dela. Cada rosto carrega [música] uma novela. Ninguém explica o que tá vivendo, só segue andando, sobrevivendo, já que certeza para tudo na mão.
Hoje eu [música] aceito a interrogação. Tem coisa que cresce no tempo certo, mesmo longe de olhar mais [música] atento. Lembrança vem, não pede abrigo, não machuca mais comigo.
Não prende [música] não, puxa para trás, só mostra que eu fui, onde eu tô mais. Aprende que paz não é ausência, é convivência [música] sem resistência. É não fugir da pergunta aberta, mesmo quando a resposta não é direta.
Nem toda dúvida é sinal de fraqueza. Ah. Às vezes é só sinal de firmeza.
[música] Quem pisa fundo sem se perder, aprende a ir sem se romper. Eu fico entre o que vai e o que fica, [música] sem puxar demais nenhum lado. Nem preso [música] a ontem, nem correndo pro depois.
Só mantendo o passo equilibrado. Eu fico [música] entre o que pesa e o que passa. Sem forçar resposta pra dor.
Às vezes viver é sustentar o que [música] ainda faz sentido em nós. Nós já confundi ambição com cobrança, já me perdi quentando dar conta. Hoje eu escolho constância, mesmo que o brilho não me acompanhe.
[música] Não quero palco nem validação, quero coerência na intenção. Que o que eu faço [música] quando ninguém vê seja o mesmo que eu digo em pé. Tem dia que eu falho comigo, tem dia que eu me refaço.
Sigui também é isso. Cai um pouco e [música] ajustar o passo. Não tenho mapa, mas atent que me pede posicionamento.
Mudar de rota não [música] é desistir, é respeitar o jeito de seguir. Se tudo pesa, ao mesmo tempo eu separo o que dá para levar. Nem toda guerra é minha, nem todo o silêncio é se afastar.
Aprendi a ir por meus limites, [música] sem virar muro, sem virar ausência. Tem coisa que só amadurece quando encontra a paciência. Eu fico entre o que vai e o que fica, sem puxar [música] demais nenhum lado.
Nem presa ontem, nem correndo pro depois. Só mantendo o [música] passo equilibrado. Eu fico entre o que pesa e o que passa.
Sem forçar [música] resposta pra dor. Às vezes viver é sustentar [música] o que ainda faz sentido em nós. Sem pressa de fechar, sem medo de continuar, entre [música] o que fica em mim e o que eu aprendo a soltar.
[música] Oh. [música] [música] Ah. Ah.
Tem coisa que não vira verso, mas vira lição no processo. Eu observo mais do que fal sigo mesmo quando não tá claro. [música] Nem tudo precisa resolver, nem toda pergunta é para agora.
Às vezes é só deixar viver [música] e ver onde o passo melhora. >> Eu vou no passo baixo sem medo de [música] correr. O mundo grita alto, eu escolho me manter.
Eu vou no passo baixo, sem brigar com lugar. Se tudo pede [música] pressa, eu aprendo a sustentar. >> Aí a rua ensina sem levanta voz, cada um carregando o que dá para nós.
Tem [música] quem disfarça, tem quem se fecha, tem quem só segue porque não tem escolha. Já fui de exigir demais de mim, como se [música] errar fosse o fim. Nem tudo sai como eu planejei, mas nem tudo deu errado também.
[música] Entre o que falha e o que sustenta, eu vou ajustando a ferramenta. O silêncio exis é companhia. [música] Não pesa, só faz vigia.
Ele mostra onde eu tô pisando, sem empurrar, só avisando. Tem [música] fase que é construção lenta, sem placa, sem inauguração. Mas tudo que é firme começa no cuidado da fundação.
>> Eu vou no passo baixo, sem medo de correr. O mundo grita [música] alto, eu escolho me manter. Eu vou no passo baixo, sem brigar com lugar.
Se tudo pede pressa, eu [música] aprendo a sustentar. Hum. Já confundi intensidade com verdade, já chamei cansaço de vontade.
[música] Hoje eu escuto melhor meu limite. Ele não trava, ele orienta. Não quero provar que sou forte, quero chegar inteiro e ter a sorte.
Se ela demorar, tudo bem, eu sigo fazendo o que me mantém. Tem [música] vitória que não aparece, mas segura quando tudo treme. E tem escolha que ninguém vê.
>> Pão. Se tudo pesar de uma vez, [música] eu separo o que dá para levar. Nem toda dor é para hoje, nem todo medo é para ficar.
>> [música] >> Aprendi a respeitar o tempo sem virar ausência ou prisão. Tem [música] coisa que só cresce quando encontra a direção. >> Eu vou no passo baixo, sem [música] medo de correr.
O mundo grita alta, eu escolho me [música] manter. Eu vou no passo baixo, sem brigar com o lugar. [música] Se tudo pede para ser, aprendo a sustentar.
>> [música] >> Sem alarm, sem disputa, só o caminho e a escuta. >> [música] >> Ônibus passa lento riscando [música] avenida. Placa piscando, promessa antiga, camisa [música] no varal dançando torta.
O vento resolve [música] o que eu não boto na conta. Passo contado, chão irregular. O corpo entende antes [música] de explicar.
Nada para provar, nada para vender. Só esse instante pedindo para [música] ser. >> Quando eu paro de medir, o peso muda de lugar.
Tem coisa que só aparece [música] quando eu deixo de apertar. Eu fico na linha de fundo, [música] onde a pressa não alcança. O mundo joga lá na frente.
[música] Eu fico cuidando da balança. Eu fico [música] na linha de fundo, sem plateia para agradar. >> [música] >> Às vezes ficar por perto já é um jeito de avançar.
[música] >> Chão quente, [música] sombra curta na calçada, a gente atravessa com vida atrasada. Um rádio [música] velho cosp refrão um gasto. Mesmo assim acerta algum pedaço.
Já que resposta em forma de certeza. [música] Hoje eu aceito a dúvida inteira. Não é desistir do que eu sonhei.
É trocar o empurrão. Pelo jeito que sei. Tem lembrança, leve batendo de lado.
Não puxo [música] freio, só mudo o traçado. Eu sigo filme sem mapa perfeito. Aprende a confiar no próprio jeito.
Sem roteiro fechado, sem promessa para cumprir. [música] O passo fica honesto quando eu paro de fingir. >> Eu fico na linha de fundo.
Onde [música] a pressa não alcança, o mundo joga lá na frente. Eu fico [música] cuidando da balança, eu fico na linha de fundo sem [música] plata para agradar. Às vezes ficar por perto já é um jeito de avançar.
Hum. Já confundi volume com razão. Já me perdi tentando ser padrão.
Hoje eu [música] escolho o tom que cabe. Deixo o resto seguir viagem. Não peço palco nem redenção.
Peço coerência na direção. Se alguém ouvir e se encontrar, essa faixa já sabe ficar. O tempo passa sem pedir licença.
Aprendo a lidar com a [música] diferença entre querer tudo de uma vez, sustentar o que vem depois. Eu fico na linha de fundo, onde a [música] pressa não alcança. O mundo joga lá na frente.
Eu fico cuidando [música] da balança, eu fico na linha [música] de fundo, sem plateia para agradar. [música] >> Às vezes ficar por perto já é um jeito de avançar. [música] Hum.
Hum. >> Outro um [música] >> sem anúncio, >> sem corrida, >> linha de fundo, >> vida. [música] [música] >> [música] [música] >> E [música] >> amanhã passa [música] sem pedir resposta.
Luz escorrendo pela fresta torta. O mundo insiste, me dá função. Hoje eu só deixo rolar a intenção.
[música] Nada de plano grande, nem tá gritante. Só agora ficando interessante. O corpo entende antes da razão, que nem todo passo pede direção.
Quando eu solto a [música] expectativa, o a fica mais tem coisa que só se revela quando o simples fica aceitável. [música] >> Eu fico na margem do dia, onde tudo anda sem forçar, nem atraso, nem corridas. Só um jeito mais leve de estar.
Eu fico na margem do dia sem promessa para cumprir. [música] Às vezes e ver desse jeito já é tudo que eu pedi. >> A rua segue no ritmo dela.
Eu não brigo com essa novela. Cada rosto carrega um mundo. Cada [música] silêncio tem seu assunto.
Já fui refém de comparação, medindo meu tempo pela mão dos outros. Hoje eu corto essa repetição e sigo no meu compasso torto. [música] Tem lembrança que vem sem aviso, mas não puxa, só passa de leve.
Como nuvem que muda o desenho e deixa o céu mais breve. Eu não preciso [música] entender tudo para continuar inteiro. Tem fase que é só atravessar sem virar juiz do roteiro.
>> Eu fico na [música] margem do dia, onde tudo anda sem forçar, nem atraso, nem corrida, só um jeito [música] mais leve de estar. Eu fico na margem do dia sem promessa para [música] cumprir. Às vezes viver desse jeito já é tudo que eu perdi.
>> Já tentei [música] ser versão melhorada, já me perdi em inversão esperada. Hoje eu fico com o que é possível, isso já me [música] parece incrível. Não busco palco nem validação, busco constância no que me faz bem.
Se alguém ouvir essa canção, que ela sirva de abrigo também. [música] Meu somída, nem vem de fórmula pronta. Ele só caminha do lado de quem também se desmonta.
Eu [música] fico na margem do dia, onde tudo anda sem forçar, nem atraso, nem corrida. Só um jeito mais leve de estar. Eu fico na margem [música] do dia sem promessa para cumprir.
Às vezes viver desse jeito [música] já é tudo que eu perdi. O dia segue. Eu sigo igual.
[música] Sem barulho, só real. >> [música] [música] >> A tarde cai mansa no [música] canto da casa. Um vento atravessa, ninguém diz nada.
O dia passou sem [música] deixar recado, só o corpo cansado, mas não quebrado. Tem poeira de sol no [música] chão da sala, um som antigo que não falha. Não tô pensando longe nem fundo, só deixando instante fazer seu rumo.
Não é sobre falta nem [música] excesso, é sobre caber no momento. Quando eu não forço resposta, o peito entra em acordo com o tempo. Eu fico onde o pensamento [música] descansa, onde nada me chama para fora.
Não tem pressa, não tem cobrança, só presença [música] que se melhora. Eu fico onde a mente flutua, sem precisar se explicar. [música] Tem dias que viver assim já é mais do que alcançar.
>> A rua existe, mas não me [música] puxa. Cada passo hoje é escolha justa. Já fui levado por corrente [música] errada.
Hoje eu sinto chão. Antes da passada tem lembrança passando [música] sem peso. Nem dói, nem prende, só faz enredo.
É estranho como tudo se ajeita quando a gente não [música] insiste na receita. Um riso solto, surgi do nada. [música] Como se a vida desse risada.
Dizendo calma não é disputa, [música] nem toda a linha precisa de luta. Eu não preciso de muito [música] para me sentir em paz, só de um pouco de espaço para não ir longe demais. >> Eu fico onde o pensamento descansa, [música] onde nada me chama para fora.
Não tem pressa, não tem [música] cobrança, só presença que se melhora. Eu fico onde a mente flutua sem precisar se explicar. Tem dias que viver [música] assim já é mais do que alcançar.
>> Já quis mudar tudo de uma vez, já me perdi tentando [música] ser 10. Hoje eu aceito meio termo e o silêncio como abrigo interno. Não é vitória, não é derrota, [música] é só seguir com a rota própria.
Se alguém ouvir e se encontrar, [música] essa música já sabe ficar. Não deixa o rastro, deixo passagem. Para quem também prefere imagem, [música] entre o barulho e o exagero, eu escolhi ficar inteiro.
>> Eu fico onde o pensamento [música] descansa, onde nada me chama para fora. Não tem pressa, não tem cobrança, [música] só presença que se melhora. Eu fico onde a mente flutua sem precisar se explicar.
Tem dias que viver assim [música] já é mais do que alcançar. Sem anúncio, >> sem [música] a lar. Aard.
Só eu aqui é tarde. [música] [música] [música] >> A rua já acordou [música] antes de mim. Padaria aberta, fila sem fim.
Gente falando alto [música] sobre nada. Vida andando mesmo desalinhada. Um cara corre atrás do >> [música] >> ônibus, outro fuma parado no ponto.
Cada um com sua prece invisível, [música] cada um pagando seu desconto. Não é poesia, é paisagem. [música] Todo dia muda, mas parece igual.
Eu observo mais do [música] que falo. Aprendi ouvindo o caos normal. >> Nem tudo que aparece é [música] destino, nem todo barulho é sinal.
Tem coisa que passa batido, mas muda o final. >> Eu tô do outro lado da [música] rua, vendo tudo sem me misturar. Não tô [música] acima distante, só escolhe outro jeito de andar.
Eu tô do outro lado da rua, [música] sem holofote, sem plateia, enquanto o mundo corre em círculo, eu sigo reto na minha ideia. Já fui de falar o que esperavam [música] só para evitar a discussão. Hoje eu deixo a verdade quieta se não cober [música] na situação.
Tem gente que vive de imagem, postando [música] força que não sente. Eu não julgo. Cada um sabe onde aperta [música] quando mente.
>> Dinheiro entra, dinheiro sai. Tempo não perde permissão. Aprendi a cuidar do que fica [música] quando tudo vira distração.
>> Nem toda vitória faz [música] barulho, nem toda perda faz chorar. Às vezes é só mudança lenta que só percebe quem parar. >> Eu não preciso [música] ser entendido porque não vive o meu chão.
[música] >> Tem caminho que é só vivido sem tradução. >> Eu tô do outro lado da rua. [música] Vendo tudo sem me misturar.
Não tô acima nem distante, só escolhi outro jeito de [música] andar. Eu tô do outro lado da rua, sem holofote, [música] sem plateia. Enquanto o mundo corre em círculo, eu sigo reto na minha ideia.
[música] Já confundi intensidade com razão, já forcei lugar que não era meu. Hoje eu respeito o espaço das coisas e o tempo que cada uma me deu. Não corra [música] atrás de validação, nem discuto com quem quer vencer.
Minha paz não entra em debate. Ela só precisa existir. >> Se alguém entender, ótimo.
Se não segue o fluxo normal, nem tudo precisa concordar para continuar. Eu, [música] >> meu som não é fuga nem cura, é registro do que eu vi. Se essa faixa te acompanha, [música] ela já cumpriu por aqui.
Eu tô do outro lado [música] da rua, vendo tudo sem me misturar. Não tô acima [música] distante, só escolhi outro jeito de andar. Eu tô do outro lado da rua, sem holofote, [música] sem plateia.
Enquanto o mundo corre em círculo, eu sigo reto na minha ideia. Ah! Nada contra quem corre.
Eu só mudei [música] a direção. [música] Luz de neon. Teu olhar me chamou, dois passos no quarto, o resto apagou.
Se encosta em mim, deixa o mundo lá fora, [música] chega mais perto falar no meu ouvido, joga o perigo. Eu tô decidido. Se é para viver, então vive ligeiro.
>> Cai na minha vibe, cai devagar, [música] gruda na minha boca, deixa eu te guiar. Sobe e [música] desce sem explicar. Meu coração bate no teu lugar.
Cai na [música] minha vibe, perde o chão. Finge que é crime, eu acho solução. Se tu me [música] puxa, eu vou também.
Hoje é nós dois e mais ninguém. >> Teu corpo [música] fala em cima, eu sigo o sinal. Teu cheiro é tempestade num dia [música] normal.
Quando tu ri, a cidade silencia. Eu viro tua noite, tu vira meu dia, tua mão na minha nuca, eu [música] fico sem nome. Minha mente faz bagunça, eu beijo com some.
Não enrola não. Vem para cá, teu olhar já disse [música] vai. Se o tempo é curto, deixa que eu faço durar.
>> Cai na minha vibe, cai devagar. Gruda na minha boca, deixa eu te guiar. >> Cai na minha vive e cai devagar.
Gruda na minha [música] boca, deixa eu te guiar. Sobe e desce sem [música] explicar. Meu coração bate no teu lugar.
Cai na [música] minha vai, me perde o chão. Finge que é crime, eu acho solução. Se tu me puxa, [música] eu vou também.
Hoje é nós dois e mais ninguém. [música] Hum. Eu não quero promessa, eu quero verdade.
Hum. Então vem sem medo, vem na vontade. [música] Se for para ser raso, nem encosta em mim.
[música] Eu vou até o fundo se você disser assim. Então vem, vem no toque, vem no calor. [música] Eu te protejo do mundo.
Tu me salva da dor. Sem drama, sem pos e sem explicação. [música] Só tua pele e minha intenção.
Teu nome no meu peito, meu peito no teu som. [música] Quando tu chega, tudo fica bom. >> Uh.
Cai na minha vibe e não vai embora. >> Eu te quero agora. >> Eu te quero agora.
Cai na minha vibe, não vai embora. [música] >> Hoje é sem pau. >> Hoje, Hoje é sem hora.
>> Cai na minha vibe, cai devagar. [música] Gruda na minha boca, deixa eu te guiar. Se tu me puxa, eu vou também.
Hoje é nós dois [música] e mais ninguém. Fim de tarde, céu queimado, prédio virar [música] aquarela. Eu deixo a rua lá embaixo com a pressa dela.
Chave no bolso, mente em casa, peito no lugar. Hoje eu só quero motivo simples para respirar. Tirei o tênis, [música] tirei o peso, tirei a pressa do rusto.
A semana veio em cima, eu devolvi no desgosto, mas não vou dar audiência [música] por causa do lado de fora. Tem barulho que é só barulho, eu não compro essa história. Na mesa, [música] um copo suando, gelo batendo baixinho, um som antigo no fundo me lembrando do caminho.
[música] Não é tristeza, não. É só cansaço acumulado ao corpo, pedindo pausa sem virar um drama armado. Eu gosto [música] desse intervalo que ninguém filma, ninguém mede.
Quando a cabeça desacelera e o coração não se cede. Se alguém me cobra a resposta, eu respondo com tô bem, porque tô bem também meta e eu cheguei nisso também. >> Abre a [música] janela, deixa o vento organizar.
O que não serve eu deixo ir sem brigar. Se a mente corre eu puxo ela pra cá. No meu tempo, no meu tom, sem precisar explicar.
Puxa o freio de mão, [música] deixa o som te guia. O mundo pede demais, eu deixo ele falar. Hoje eu fico no simples, [música] no que me faz bem, sem pressa de chegar, sem provar para ninguém.
Se a noite tá macia, [música] deixa ela acontecer. Eu tô cuidando de mim do jeito de viver. Mensagem do parceiro cola aí, vamos dar risada.
[música] Chega sem cerimônia, conversa desarmada. Assunto vai e volta sem ver a competição. A gente fala de tudo e não prende conclusão.
De filme [música] ruim, de viagem, de plano meio torto, de grana curta, de sonho grande, de recomeço pronto, de coisa que deu errado e [música] ainda se ensinou. Porque a vida é meio freestyle. Foi assim que funcionou.
>> Se der vontade, [música] a fumaça sobe desenhando no ar. Não é fuga nem resposta, é só mudar o lugar do pensamento que pesa do aperto no peito. Tem noite que só um remédio, sem parece perfeito.
[música] >> Eu não quero ser herói, nem personagem de vitrine. Quero ter uma rotina que não me desafine. Quero riso sem motivo, quero pai sem [música] condição.
Quero a mente em silêncio, cora sem conexão. >> Sem manual, sem palestra, só presença [música] e chão. Eu aprendi ficar leve também a decisão.
Se o dia foi tempestade, eu deixo chover [música] lá. Aqui dentro eu viro a briga, eu viro. O mar é mansa nua.
[música] [música] >> Puxa o frio de mão, deixa o som te guia. [música] O mundo perde demais, eu deixo ele falar. Hoje eu fico no simples, no que me faz bem, sem pressa de [música] chegar, sem prova para ninguém.
Se a noite tá macia, deixa lá acontecer. Eu tô cuidando de [música] mim do jeito de viver. Tem coisa que eu não resolvo em uma noite só, mas eu posso não piorar.
Posso soltar esse nó, posso escolher minhas brigas, posso escolher meu ar. Posso dizer hoje não, sem medo de me explicar. >> A cidade é [música] bonita quando eu paro de correr, quando eu lembro que existe.
Não é só sobreviver. Eu volto pro meu centro, pro meu [música] próprio sinal e descubro. O simples também é monumental.
Puxa o freio de mão, deixa o som te guiar. [música] O mundo pede demais, eu deixo ele falar. Hoje eu fico no simples, no que me faz bem, sem pressa de chegar, sem provar [música] para ninguém.
Se a noite tá macia, deixa ela acontecer. Eu tô cuidando de mim do jeito de viver. [música] Fim de tarde, céu queimado, eu puxo o [música] freio e deixo o tempo dizer.
Eu puxo o freio [música] e deixo o tempo dizer. >> [música] >> Ei, tênis, gasto, passo consciente. Nem tudo [música] que é simples é ausente.
Tem coisa boa no quase nada, no café sem açúcar, na rua acordada. Já corri atrás de [música] pressa alheia. Hoje eu escolho que ficar na veia.
Não é desistir, é direção. [música] É saber onde eu piso antes de dar a mão. Não me chama de lento.
Eu só troquei o movimento. Prefiro chegar [música] inteiro do que rápido e vazio por dentro. Eu sigo sem a [música] sem precisa anunciar.
Quem vê de fora não sabe onde eu tive que chegar. Não tô pedindo espaço, eu só aprendi [música] a ficar onde minha mente respira, sem ter que se explicar. Eu sigo sem alarde, no meu próprio [música] tom, sem plataia, sem pressa, sem precisar ser bom.
Se der certo, amém. Se não, tudo bem. Eu sigo firme comigo, já tá valendo [música] também.
Ã, mensagem chega, eu respondo quando dá. Não por desprezo é para não me atropelar. [música] Já vivi correndo para não perder lugar e me perdi de mim tentando acompanhar.
[música] Tem dia que eu fico quieto por escolha. Não é tristeza, [música] é que a mente tá em obra. Remchendo coisa antiga, limpando o chão para não carregar entulho na próxima estação.
A cidade [música] grita solução pronta, mas cada vida tem sua conta. Eu aprendi a ouvir [música] o desconforto. Ele nunca mente quando algo tá torto.
Não quero ser exemplo de [música] capa, quero ser real na própria etapa. Se alguém entender, ótimo. Se não [música] entender, segundo o próximo.
Não tô atrasado no tempo, só ajustando o passo por [música] dentro. Tem coisa que só floresce quando a gente não apressa. >> Eu sigo sem a lade, [música] sem frisar, anunciar.
Quem vê de fora não sabe onde eu tive que chegar. Não tô pedindo espaço, eu só aprendi a ficar [música] onde minha mente respira, sem ter que se explicar. Eu sigo sem alarde no [música] meu próprio tom, sem plateia, sem pressa, sem precisar ser bom.
Se der certo, amém. Se não, tudo bem. Eu sigo firme comigo, [música] já tá valendo também.
Já pensei em largar tudo e sumir, não por fraqueza, por excesso de sentir. Carregar sonho sozinho pesa, mas abandonar também cobra promessa. Então eu fico [música] mesmo em dúvida, mesmo com medo, mesmo na curva.
>> [música] >> Cada dia que eu não desisto, é vitória que não vira poste bonito. Não quero palco nem aprovação, [música] quero coerência entre passo e intenção. Se um dia estourar, beleza.
Se não, sigo em paz com a mesa. Meu som é para quem anda em silêncio, mas sente fundo sem fingimento. [música] Se essa faixa te acompanhar.
Já cumpriu bem o seu lugar. Eu sigo sem a sem [música] precisar anunciar. Quem vê de fora não sabe onde eu tive que chegar.
Não tô pedindo espaço. Eu só aprendi a ficar onde minha mente respira, sem ter que se explicar. [música] Eu sigo sem aide no meu próprio tom, sem plateia, sem pressa, [música] sem precisar ser bom.
Se der certo, mem. Se não, tudo bem. Eu sigo firme comigo [música] já tá valendo também.
à ã. Uh, uh, [música] [música] sem promessa, sem corrida, [música] só constância. Ah, e vida.
[música] Luz neão piscando, chuva na sacada. Teu perfume invade, vira minha estrada. Passo lento no quarto, som baixo batendo.
Teu olhar me chama, eu [música] fjo que tô vendo. Você chega na maldade, mas com cara de calma. Minha boca treme, [música] tua mão acha minha palma.
Cidade lá fora, lá de sirene riscando ar. Aqui dentro é maré, só nós para navegar. >> Teu riso [música] é faísca, cai bem no meu peito.
Eu tava no tanto faz. bagunçar do jeito que eu paro de fugir, paro de fazer pose. Se eu disser [música] não dá, eu tô mentindo, eu sei.
>> Se eu disser não dá, eu tô mentindo, eu sei. Quando você encosta, meu juízo derreteu. Fala no meu [música] ouvido devagar, sem pressa, que eu viro o teu segredo e tu vira minha peça.
E quando você vem, vem, vem, vem, [música] vem. Meu corpo diz: "Sim, sim, sim, sim, sim. Eu quero mais um pouco, pouco, pouco, pouco desse teu jeito cai bem em mim.
[música] E quando você vem, vem, vem, vem, vem, faz meu mundo em fim, fim [música] fim. Eu peço o bis na boca, boca, boca, sem dar chance pro fim, pro fim. >> No teto tem estrelas de mentira, mas eu compro a ilusão, porque você brilha de verdade quando muda a direção.
Se o universo é vazio, você preenche meu espaço. Teu [música] abraço é meu planeta, eu me encaixo no compasso. Eu já rodei tanta esquina com um coração em greve, mas tu sorriu de um jeito que deixou a vida leve.
Teu [música] nome vira música quando eu falo baixinho e a rua perde força quando você pega meu caminho. Eu não prometo [música] eterno, eu prometo presença. Prometo te olhar de frente, sem truque, sem sentença.
Se a vida é um segundo, então vamos gastar direito. Tua mão [música] na minha nuca é meu amém perfeito. A gente ri do perigo, ri da pressa, ri do caos, teu beijo.
Tem um raio que atravessa meus ais. Se amanhã der medo, eu te puxo para perto. Teu colo [música] é minha calma, teu peito é meu acerto.
Você fala: "Não se apega e eu já tô grudado. Teu olhar me dá sinal [música] e eu vou todo errado. Do jeito que é gostoso, do jeito que não some, do jeito que [música] eu me encontro quando você me consome.
>> E quando você vem, vem, vem, vem, vem. Meu corpo diz: "Sim, sim, sim, sim, sim. Eu quero mais um pouco, pouco, [música] pouco, pouco o teu jeito de cair bem.
em mim. E quando você vem, vem, vem, vem, vem, [música] faz meu mundo enfim, enfim, enfim. Eu peço o bis na boca, boca, boca, sem dar chance pro fim, pro fim.
Você fala que me quer, mas será que você sustenta? Eu respondo no olhar, minha verdade é lenta. Não quero promessa fácil, nem conversa bonita.
Então eu fico em silêncio e minha mão te convida. Eu sustento no cuidado, no jeito de chegar, no jeito de te ouvir, quando você desabar, sem te prender em nada, sem virar tua prisão, só te dando [música] um abrigo dentro do meu coração. Tum tum tum.
>> Tu é respiração, marco o bit do quarto. [música] Eu percorro o meu archo, eu largo o disfarço. Se o mundo apaga a gente, eu acendo teu nome.
>> E quando você vem, [música] vem, vem, vem, vem. Meu peito faz bum bum bum bum bum. [música] Eu quero mais um pouco, pouco pouco, po.
>> Tá tua calma virando perfume. Tum tum. >> E quando você vem, vem vem, vem, vem.
Eu esqueço [música] do ontem, do ontem, do ontem. Eu peço bis na boca, boca, boca até o sol entrar no horizonte. M.