Se eu pudesse dar apenas um único conselho para você que é programador e que tá buscando se tornar um profissional acima da média, conseguir ótimos salários, trabalhar em aplicações de grande porte e ainda se tornar alguém extremamente escasso e raro de encontrar no mercado de tecnologia, com toda a certeza seria aprenda Goleng o quanto antes. E no vídeo de hoje, eu vou te mostrar os principais motivos do por que você deveria investir teu tempo em aprender Goleng, as oportunidades absurdas que estão por trás dessa linguagem, como que ela pode mudar o rumo da tua carreira e principalmente como que isso vai te destacar no meio dessa multidão massiva de programadores. Fala pessoal, Renato Augusto aqui de novo e dessa vez para te colocar diante de uma das maiores oportunidades para você que é programador e tá buscando se destacar no mercado de tecnologia, principalmente agora em 2026.
E tudo isso atrelado à linguagem de programação GO, que pode ser o teu grande diferencial nos próximos anos. Só que antes da gente entrar em todas as motivações do por que você deveria começar a estudar Goleng e apostar as tuas fichas nessa linguagem, a gente precisa primeiro começar entendendo o que é essa linguagem, ou melhor, o que é essa superling linguagem, por que ela foi criada e quais os problemas que ela resolve para só então a gente entrar em todas as motivações por trás dessa decisão. E essa história vai começar especificamente em 2007, quando o Goleng começou a ser criada dentro do Google por três programadores lendários que você provavelmente já conhece, que são primeiro Ken Thompson, que foi o criador de nada mais nada menos que o Unix, que basicamente é o sistema operacional mais influente da história da computação e que definiu praticamente tudo que a gente conhece e entende como sistema moderno hoje em dia.
Então, quando tu usa aí o teu Linux, teu macOS, quando você sobe um contêiner Docker, quando você trabalha lá com servidor, com rede, com processo e por aí vai, tudo isso carrega conceitos que nasceram lá atrás com Unix. O segundo criador foi Robert Griezmer, que foi um dos criadores do motor V8 do Google Chrome e do Node JS para processar e executar código JavaScript. E além disso, Robert também ajudou no ecossistema do Java, sendo um dos desenvolvedores da JVM, que é a máquina virtual do Java, que roda até os dias de hoje, conhecida como Hotspot.
E o terceiro e não menos importante, foi Roby Pike, que foi um dos inventores da codificação UTF8, que é o padrão de codificação de caracteres mais utilizados na web hoje. E além disso, Pike também trabalhou junto com Ken Thompson na construção do Unix e também foi um dos principais responsáveis por trazer conceitos que influenciaram profundamente na forma como a gente trabalha com concorrência e paralelismo nos dias de hoje. Ou seja, a gente não tá falando de qualquer linguagem de programação.
A gente tá falando de uma linguagem que foi criada por pessoas que ajudaram a construir e pavimentar literalmente à base de quase tudo que a gente usa nos dias de hoje no desenvolvimento de software e que queriam resolver um problema muito específico dentro do Google que até então nenhuma outra linguagem de programação havia conseguido resolver antes. Isso porque antigamente o Google sofria com basicamente dois extremos, onde de um lado a gente tinha linguagens extremamente performáticas como C e C++ que te davam total controle sobre o hardware e permitia você extrair o máximo de performance possível, mas ao mesmo tempo eram linguagens que sofriam com tempo de compilação muito alto. A sintaxe era complexa demais e com baixa elegibilidade.
E elas tinham um nível de risco muito grande, porque o gerenciamento de memória dessas linguagens é feito de maneira manual e qualquer erro nesse gerenciamento podia derrubar tudo. E do outro lado, nós tínhamos linguagens muito mais produtivas, como Java, Python e JavaScript, que facilitavam o desenvolvimento, a manutenção e a escrita do código, mas ao mesmo tempo eram linguagens muito mais lentas e que começavam a sofrer e engasgar quando a aplicação crescia demais, quando a escala de usuários batia na casa dos milhões e principalmente quando a concorrência e o paralelismo começava a virar um gargalo pesado no sistema. E é exatamente aqui que o problema de verdade começa.
Isso porque o Google não podia ficar escolhendo entre ser produtivo ou ser performático. Ele precisava ser produtivo e performático ao mesmo tempo. Ele precisava de uma linguagem que fosse simples de escrever, extremamente rápida de compilar e de executar, fácil de manter e que ao mesmo tempo conseguisse lidar com concorrência massiva, com baixa latência e com uso eficiente de recursos computacionais.
Foi nesse momento então que o Google decidiu iniciar a construção do Goleng com a proposta de resolver todos esses problemas através da construção de uma superlinguagem de programação. E o fato dela ser uma superlinguagem fica muito claro quando a gente olha pro projeto do Go para todos os atributos da linguagem. E o primeiro desses atributos é a simplicidade de escrita de código e a produtividade.
Robert Griezman, Roby Pike K Thompson queria uma linguagem que fosse simples, que a sintaxe fosse limpa, que ela fosse fácil de aprender e manter e que principalmente ela evitasse a complexidade desnecessária de outras linguagens. Então, Go foi projetada desde o seu primeiro dia para ser extremamente simples e inxuta e possui apenas 25 palavrinhas reservadas. Além disso, Goleng não precisa de frameworks gigantes como a maioria das outras linguagens.
E o que vem nativo nela já é mais do que suficiente pra maioria dos projetos. O segundo atributo da linguagem é a concorrência nativa. Roby Pike foi o cara que idealizou e criou o modelo de concorrência do Go e projetou a linguagem desde o seu início para lidar com múltiplos processos simultâneos de forma simples e extremamente segura, através das fames geradas gorrotinas e também dos channels.
Então, fazendo uso das gorrotinas, você consegue rodar milhares, às vezes até milhões de tarefas simultâneas sem o custo pesado dos recursos computacionais, como é o caso das trads tradicionais do Java. E através dos changers, você consegue sincronizar essas tarefas de forma segura e evitar situações de race condition. Ou seja, você consegue aproveitar o melhor do hardware moderno, extrair muito mais performance que qualquer outra linguagem e construir sistemas altamente concorrentes e que precisam lidar com milhões de operações simultâneas sem aumentar exponencialmente a complexidade do código ou o consumo de recursos computacionais.
E isso daqui, cara, é maravilhoso, é sensacional em grandes aplicações. O terceiro atributo da linguagem, esse daqui é um dos meus favoritos, é a retrocompatibilidade. Isso porque a equipe do Go mantém alta estabilidade, garantindo que projetos antigos continuem funcionando mesmo em versões mais novas da linguagem.
Ou seja, mesmo que o teu projeto esteja lá na versão 1. 0 e você quer atualizar pra versão 2. 0 da linguagem, nada vai quebrar no teu projeto.
E isso daqui, cara, é maravilhoso e traz uma segurança absurda pras empresas que utilizam. Porque diferente de boa parte das linguagens que a gente tem no mercado hoje, onde tu atualiza lá o teu projeto pra versão mais recente da linguagem, tu quebra metade do projeto, tem que vir lá consertando na mão, ajustando tudo na mão, que é um saco e dá um baita de um trabalho. Com Goleng vai ter esse tipo de dor de cabeça.
E uma outra dor de cabeça que você também não vai ter com Goleng é quanto ao deploy. E esse é o quarto atributo da linguagem, que é o deploy extremamente simples e eficiente. Isso porque é diferente de muitas linguagens por aí aa onde tu precisa de runtime, precisa configurar dependência externa, instalar um monte de coisa, configurar ambiente por aí vai.
No Goleng vai apenas compilar o teu código, ele vai virar um único arquivinho lá, um único binário. E esse arquivinho já contém tudo que a aplicação precisa para rodar. Ou seja, você pode simplesmente pegar esse binário, subir num servidor e executar e ponto final, acabou.
Você não vai ter dor de cabeça com versão de runtime, você não vai ter conflito com dependência, sem aquele inferno do na minha máquina que funciona. E isso aqui dentro das empresas é surreal, porque reduz a complexidade do deploy, facilita a automação e traz velocidade pro processo, principalmente quando a gente tá falando de grandes aplicações e de grandes empresas, porque nesse tipo de projeto são milhares de desenvolvedores trabalhando e são centenas de deploys acontecendo por dia. E essa facilidade de deploy que o Goleng traz é surreal e facilita e muito as coisas.
E daria pr eu ficar falando por horas aqui de vários outros atributos da linguagem, mas eu acho que até aqui você já percebeu que Goleng não é uma linguagem comum, como eu falei, isso aqui é uma super linguagem e foi um dos projetos mais acertados do Google até hoje. Tão acertado que a linguagem teve o seu início de construção em 2007 pelos três mosquiteiros. Logo em seguida, o Google percebeu o potencial monstruoso do projeto e decidiu em 2009 publicar a linguagem como open source.
E no dia 28 de março de 2012, a linguagem alcançou a sua estabilidade, tendo a sua primeira versão 1. 0 publicada oficialmente e pronta pra produção. E aí a partir desse momento, não demorou muito pra alucinação coletiva começar e diversas empresas começarem a adotar Goleng projetos e, principalmente, várias ferramentas começarem a ser criadas em cima dessa linguagem.
E no meio dessas ferramentas, nós temos nada mais nada menos que o Docker, que é a ferramenta de contêiner mais famosa do mundo hoje, que foi feita 100% usando Go. O Cubernet, que é o maior sistema de orquestração de contêiners do mundo, também foi feito usando Goleng. O Terraform, que é a maior ferramenta do mundo de infraestrutura como código para provisionamento em nuvem, também foi feito usando o Go.
O Prometeus, que é o principal sistema de monitoramento e alerta de código aberto, também foi feito em GO e daria para ficar horas aqui falando de todas as milhares de ferramentas extremamente famosas que foram feitas utilizando essa linguagem. Só que o ponto que eu quero que você entenda aqui é o poder monstruoso que essa linguagem tem, toda a motivação que levou à construção dela e principalmente que ela é uma superling linguagem pelo fato de conseguir unir tanto a produtividade quanto a ultra performance, que foi um problema que nenhuma outra linguagem havia conseguido resolver até então. E agora que você já entendeu todos esses pontos, você já entendeu todo o contexto, tá na hora da gente entrar nas motivações do por você deveria aprender Goleng, o quanto isso pode impactar na tua carreira e tornar você um programador raro e escasso de encontrar no mercado de tecnologia.
E a primeira motivação para você começar a estudar Goleng imediatamente é a adoção em massa das bigtechs e das grandes empresas. Hoje em dia não é mais novidade para ninguém que Goleng tá rodando em todo tipo de sistema crítico, não só de grandes corporações, mas até no coração das bigtechs, como por exemplo no backend financeiro da Nubank, nos sistemas de alta escala do iFood, em boa parte dos microsserviços do Mercado Livre, no processamento de pagamento da PICPay, nos serviços de streaming nas APIs da Globo, nos serviços de streaming do próprio YouTube, no backend principal do Uber, que inclusive foi majoritariamente desenvolvido usando Goleng nos serviços de alta volumetria da Cloud Flir e em mais uma enchurrada infinita de outras empresas gigantescas como Itaú, C6 Bank, Vale, Magazine Luía, Imbraer, Porto Seguro, Americanas, Tot, Secred, Claro, Vivo e por aí vai. E isso significa que essa adoção em massa por parte das grandes empresas e também por parte das bigtechs acaba gerando naturalmente uma alta demanda por profissionais.
E aqui eu não tô falando daquela demanda rasa que muita gente usa como argumento de vídeo do tipo: "Ah, tem vaga no LinkedIn, ah, tão contratando. " Não é isso. Eu tô falando aqui de uma demanda muito mais séria do que essa situação.
Isso porque quando uma tecnologia começa a ser adotada por grandes empresas, principalmente em projetos críticos e de extrema importância pro negócio, que geralmente é onde tá o dinheiro, essa tecnologia acaba deixando de ser só uma escolha técnica e começa a fazer parte da engrenagem do mercado, fazendo com que a empresa se torne completamente dependente daquela tecnologia. E é essa dependência que gera a demanda real do mercado. Ou seja, não é porque uma linguagem tá no hype, porque ela é popular ou porque tem empresa adotando que vai ter demanda.
Não é isso. A demanda, ela surge porque as empresas passaram a depender daquela tecnologia para ganhar dinheiro, para reduzir custo, para escalar a operação e para operar as partes mais importantes do negócio, que é aonde tá o dinheiro. E é exatamente isso que tá acontecendo com Goleng nesse exato momento.
Isso porque Goleng tá sendo usado dentro de serviço de alta escala, em serviço de pagamento, em APIs extremamente críticas, em sistema bancário, em serviço de stream, em serviço de delivery, em marketplace com milhões de usuários. E isso acontece justamente porque Goleng foi projetada intencionalmente para esse tipo de ambiente. Lembra?
Uma linguagem altamente produtiva e ao mesmo tempo ultra performática. E aí quando isso acontece, o mercado acaba se tornando dependente dessa tecnologia. E é justamente essa dependência que faz a linguagem deixar de ser só uma linguagem para se tornar uma alavanca econômica no mercado.
Inclusive, se você voltar no tempo e recapitular a história, você vai perceber que foi exatamente isso que aconteceu com o Java nos anos 90, onde a maioria das grandes empresas adotaram a linguagem em massa, se tornaram completamente dependentes dela e os efeitos disso são sentido até os dias de hoje com o mercado de Java ainda aquecido, mesmo décadas depois. E geralmente a história sempre tende a se repetir. E além de tudo isso que eu falei, ainda tem um ponto extremamente importante que você precisa saber, que é o fato de que se você é aquele cara que tem como objetivo profissional, tem o sonho de trabalhar numa grande empresa ou numa bigtech, as tuas chances de conseguir uma oportunidade são muito, mas muito mais altas se você é um programador que domina Goleng do que se você é um programador de uma stack comum, como um Java, um C#ARP, um PHP e por aí vai.
E não que não tenha esse tipo de oportunidade nessas empresas, você até consegue trampo, sim. Só que se você é o cara do Goleng, as tuas chances aumentam infinitamente mais por conta de uma coisa chamada escassez de mão de obra qualificada. Esse aqui é o segundo motivo do porque você deveria aprender Goleng imediatamente.
E eu passei por isso aqui na pele, cara. Vai por mim, pelo amor de Deus, estuda, Goleng. E eu tô falando isso porque enquanto eu era City no Brasil, eu passei três meses tentando encontrar um desenvolvedor Goleng, cara.
Um desenvolvedor. Não precisava de um batalhão, de uma tropa, de um comboio de programadores, não. Eu só precisava de um programador goleng bom, um cara que fosse sénior para liderar uma equipe.
E eu não encontrei esse cara. Eu cheguei a entrevistar mais de 50 programadores e 99% deles não conseguiram preencher a vaga. E não porque eu coloquei um monte de requisito na vaga ou porque a vaga era difícil, não.
Eu só pedi um cara que soubesse usar e extrair o melhor da linguagem. Não pedi nada além de Goleng. Tem vaga aí que os caras te entope de ferramenta aí dizendo que tu tem que ser especialista em CAFC, em cubernetes, em cloud e por aí vai.
E eu só pedi Goleng e 99% dos candidatos que apareceram não conseguiram desenrolar. Eu cheguei a oferecer R$ 23. 000 de salário.
Ofereci férias duas vezes no ano e eu só fui encontrar esse cara três meses depois. E nem foi pelo meio tradicional, foi via network mesmo, fazendo ligação e só assim para esse cara aparecer. Inclusive, isso aqui mostra a importância de você fazer network sempre ter uma boa lista de contatos.
Só que o ponto dessa história toda é que de um lado nós temos os 1% dos desenvolvedores que eram capazes de preencher a vaga e não queriam trocar de empresa justamente porque eles já estavam extremamente estabilizados nessas empresas que eles trabalhavam e essas empresas eram bancos. Então, como eles já ganhavam salários idênticos, não faria muito sentido e acabar ficando elas por elas. E como eles já estavam estabilizados, não fazia sentido trocar.
E do outro lado, nós tínhamos os 99% dos candidatos que simplesmente não conseguiram passar no teste técnico. E eles não conseguiram passar no teste técnico porque o Goleng tem um problema que a maioria das outras linguagens não tem. E esse problema é o que causa esse desequilíbrio absurdo entre oferta e demanda e faz com que a gente tenha muita vaga aberta e pouca gente especializada para preencher.
Por quê? Porque com Goleng não se trata só de você fazer igual nas outras linguagens, onde tu vai lá na documentação, aprende a sintaxe, começa a criar uns crudzinho, cria uns end point, aí tu recebe o parâmetro no end point, consulta o banco de dados, devolve o responso pro usuário e fim de papo. Não é assim que funciona.
O mundo Goleng é totalmente diferente disso. Como eu falei, Goleng é uma linguagem ultra performática feita para ambientes massivos. E para você trabalhar com isso, você precisa estar muito bem alicerçado do que eu canso de falar.
aqui no canal que são os fundamentos. E que fundamentos são esses, Renato? Vamos lá.
Como que os processadores funcionam por baixo dos panos? O que que são os núcleos? O que que é uma trad?
O que que é concorrência e paralelismo? E qual que é a principal diferença entre eles? Como que o programa roda na memória do computador?
Como que ele tá hospedado ali, o garbage collector também, que o Goleng já vem embutido dentro dele ali, mas é extremamente importante você saber o que que tá acontecendo por baixo dos panos. Tudo isso são fundamentos extremamente importantes que se você não tem, você nunca vai conseguir extrair o melhor da linguagem. Você não vai saber usar as gorrotinas, você não vai saber usar os chênos para sincronizar essas gorrotinas.
Você não vai saber evitar as situações de race condition e vai dar uma merda enorme em produção. Você não vai saber colocar o Go em modo de concorrência para processar milhões de operações. Nada disso é possível se você não tem base nos fundamentos.
Então, percebe que não é só você ir lá na documentação, ler a sintaxe, começar a fazer crude e começar a montar teus end pointtezinhos e que a coisa vai muito além disso. Só que tem muito desenvolvedor que por não saber dessa informação, acaba achando que é só fazer isso e que vai dar tudo certo e não vai. E aí no final das contas acontece exatamente isso que aconteceu.
Um monte de desenvolvedor que diz que sabe Goleng se candidatando nas vagas, mas não consegue passar nos testes técnicos porque as empresas que estão procurando o desenvolvedor Goleng, elas não estão procurando um cara que saiba só a sintax para montar crude e criar end point. Elas estão procurando um cara que saiba lidar com altas volumetrias e que saiba trabalhar com performance. E sem os fundamentos é praticamente impossível.
Então começa a estudar hoje, Goleng, mas não abre mão dos fundamentos. Foca nos fundamentos, porque eu canso de falar isso aqui no canal, cara. Os fundamentos são a coisa mais importante da tua carreira e esse é um dos teus maiores diferenciais competitivos.
Inclusive, se tu tá capado aí dos fundamentos e quer aprender toda essa questão de concorrência, paralelismo, tradito mais, dá uma olhada no mapa do arquiteto, que é um guia de carreira completo para eu te conduzir do absoluto zero, passando pelo júnior, pelo pleno, pelo sênior, até você se tornar um arquiteto de software e um arquiteto de soluções. E lá dentro eu te entrego não só todos esses fundamentos que você precisa, mas também todo o caminho completo para você sair de onde você tiver na tua carreira e se tornar um arquiteto de software. Tudo isso com conteúdo para você estudar na ordem que você precisa estudar e com um roadmap completo que vai conduzir e guiar a tua carreira.
Então vou deixar o link na descrição do mapa do arquiteto, o único caminho para você se tornar um arquiteto de software de soluções pra vida real. Então dá um confere aí depois, o link vai est na descrição. E vamos pra nossa próxima motivação para você pular de cabeça no Goleng, que são os altos salários e uma valorização acima do normal.
Não é novidade para ninguém que Goleng tá no topo da cadeia alimentar oferecendo os mais altos salários que variam entre 14. 300 a 25. 000 por mês, chegando a superar até o Java que fica na casa dos R a R$ 19.
000 mensais, dependendo do nível de senioridade. A única linguagem, logicamente, que eu acho que vai empatar com Goleng é o elixer, mas o elixir é muito nichado e é para uma outra parada. Então, Goleng está no topo da cadeia alimentar.
E essas autor remunerações, esses altos salários, eles se dão pelo fato de que quando você tem muita demanda, pouca gente preparada e muita empresa dependente daquela tecnologia, e essas empresas não conseguem encontrar profissionais com facilidade no mercado, o mercado começa a entrar num estado de disputa interna. e disputa interna no mercado só se resolve de um único jeito, preço. Então você que é programador, toda vez que se deparar com altos salários para qualquer tipo de tecnologia, significa apenas uma coisa, tá faltando gente capaz de resolver aquilo.
E é exatamente aqui que mora a tua grande chance, porque essa escassez de mão de obra qualificada e os altos salários que são oferecidos acabam criando uma inversão no tabuleiro muito interessante. Isso porque na maior parte das vezes você como profissional precisa provar que tem muito valor para poder ganhar mais. Só que quando você entra em um cenário de escassez real, o mercado já assume automaticamente que você tem muito valor e passa a competir por você.
E isso fica muito claro na dificuldade que eu tive de tentar puxar alguns desenvolvedores GO que já atuavam em outras grandes empresas e que recusaram R$ 23. 000 R e uma porrada de benefício, justamente porque onde eles estavam, as empresas estavam dispostas a subir o valor que eu coloquei só para não perder o cara. Inclusive, é justamente essa disputa pelo desenvolvedor que nos leva pro próximo motivo para você se tornar um programador Goleng, que é a baixa saturação de mercado.
Isso porque é diferente de linguagens como Java, JavaScript, C#ARP, PHP, Python e por aí vai, onde você tem que brigar com 200 candidatos por uma única vaga. E em boa parte das vezes o salário nem é tão interessante assim. No mundo goleng é totalmente diferente e às vezes você vai estar sozinho num processo seletivo onde o teu maior inimigo é você mesmo.
E eu falo isso por experiência própria. Na maioria esmagadora das vezes, tá só você o gol e nem goleiro tem. Então só você pode se sabotar.
Então, para você que quer nadar numa piscininha aquecida, sem ninguém por perto, tomando uma aguinha de coco, mete as caras no goleng, porque não tem concorrência e o caminho é livre. Inclusive, isso aqui é um prato cheio para você que tá aí com medo de inteligência artificial, que IA vai roubar teu emprego, que desenvolvedor vai ficar desempregado, vai ser substituído e tudo mais. Cara, mete as caras no GO, vai por mim, mete as caras no Gol.
E eu digo isso por quê? Porque o que a inteligência artificial tá automatizando é o quê? É código trivial, é código repetitivo do dia a dia, é fazer os crude, é criar os end point, é o retorno do responso, é montar a querer, o que para mim é maravilhoso porque eu não suportava escrever SKL na mão, é automatizar o teu ORM lá, o teu query builder, é fazer ali as tuas integrações, é criar o código lá do frontend, tudo aquilo que é previsível e que segue um padrão.
E é exatamente por isso que esse tipo de desenvolvedor que só sabe fazer isso, é o primeiro a sentir a pressão e ficar com medo. Agora, quando você entra no mundo do goleng, você começa a lidar com outro tipo de problema. Como eu falei, esquece crudezinho, esquece end point, esquece sisteminha simples.
Com Goleng vai ter que lidar com problema de concorrência, com paralelismo, é problema de performance, é problema de arquitetura, é problema de latência, é processar milhões de coisas ao mesmo tempo. E esse é o tipo de problema que você não resolve só escrevendo código, você precisa também de conhecimento em arquitetura de software. Inclusive, Goleng é a linguagem que eu diria que é a que te deixa mais próximo possível da arquitetura, principalmente se você é um cara que já tá querendo, já tá buscando ali se tornar um arquiteto de software, porque a tua preocupação vai ser literalmente sobre como que o sistema se comporta sobre carga, como que você distribui o processamento, como que tu evita o gargalo, como que tu reduz a latência.
Ou seja, você sai do nível do cara que só escreve código e começa a operar no nível de quem resolve problema grande. E quanto mais você sobe nesse nível, menos substituível você se torna. E essa é a parte que ninguém conta para você, porque a IA nunca foi o problema da coisa toda.
O problema sempre foi o nível em que você tá jogando o jogo. Então, pula de cabeça no Goleng, cara. E esse daqui é um conselho que eu gostaria de ter recebido.
Esse aqui é um conselho de amigo para você. Eu pularia de cabeça hoje sem pensar duas vezes. E eu digo isso, cara, com muita responsabilidade, sabendo o peso que eu carrego aqui, justamente porque são milhares de pessoas que me assistem e o assunto aqui envolve carreira.
Então, jamais teria coragem de chegar aqui e indicar qualquer merda para você ou qualquer coisa que não funcionasse ou que eu não faria. Então, tudo o que eu tô dizendo para você aqui hoje é o que eu faria com toda certeza se eu quisesse me destacar, ganhar melhor e principalmente trabalhar em projetos críticos e que dão aquele senso de que a gente tá construindo algo realmente relevante. Então, reflete sobre isso, porque o que eu tô te falando aqui é baseado em anos de experiência e na grande oportunidade que eu tô vendo.
E eu experimentei na prática a escassez que tá rolando no mercado. Se eu fosse você, com toda a certeza eu daria uma oportunidade ao Goleng, porque você não tem nada a perder aprendendo uma nova tecnologia. Beleza?
Bom, e agora que tu chegou até o final desse vídeo aqui, já entendeu tudo que tu precisava a respeito dessa super linguagem de programação extremamente poderosa e eu acho que tu vai dar uma chance pra linguagem. Deixa teu like aí, se inscreve no canal, ativa o sininho da vaquinha para tu não perder nenhuma notificação. Não se esquece de dar uma olhada também no mapa do arquiteto, um guia de carreira completo para eu te conduzir do absoluto zero até o arquiteto de software.
Então o link vai est na descrição, dá um confere aí depois. Se ficou qualquer dúvida, deixa nos comentários abaixo que eu prometo que eu tire um tempo para te responder. Por fim, eu vou ficando por aqui.