olá sejam todos bem vindos todos bem vindos estamos aqui mais uma vez nesta semana já estamos na unidade 4 então estamos avançando no nosso curso de história da filosofia moderna e contemporânea e hoje nós vamos falar de kant ea crise da modernidade kant é um filósofo muito importante porque ele marca o fim de um período vamos dizer assim e esse período que foi um período conturbado justamente por conta da crise em que o pensamento filosófico se encontro do elo entre duas correntes a corrente de a lista como nós vimos inaugurada por de kate ea corrente
empirista por locke e um então por praticamente 200 anos a filosofia se viu assim né numa situação em que não estabelece uma certeza acerca do conhecimento então kant ele e vai tentar elaborar uma síntese vamos dizer assim entre o idealismo empirismo marcando o fim de um período né não quer dizer que é o fim da modernidade em si que também até hoje nós sentimos os reflexos da modernidade eu comentei com vocês não sei se vocês lembram nosso primeiro vídeo ao aqui as divisões históricas relação puramente formais elas são de táticas porque na verdade a história
não é linear né ela acontece numa relação vamos dizer assim de interação que então elementos ainda presentes na modernidade a nosso mundo de hoje da modernidade se fazem sentir então kutcher vive nesse período em que as escolas filosóficas elas tentam se estabeleça estabelecer um discurso que seja no mínimo coerente com a verdade e de um lado idealismo do outro lado empirismo tentando então é estabelecer o seu discurso é importante entender que kant vem de uma tradição idealista no entanto é ele mesmo fala isso na crítica da razão pura que rio-me o fez despertar do solo
do gmat qo né ou seja daqueles onu em que o pensamento se encontrava é preso a si mesmo né o sono em que o pensamento é tinha a primazia em relação ao mundo exterior e aí vem uma citação do cante para explicar o que seria realmente esse despertar do sono climático ele diz confesso francamente foi a advertência de deve se reunir no perito que primeiramente em interrompeu há muitos anos o meu sono dogmático e que deu uma orientação completamente diferente as minhas investigações no campo da filosofia e especulativo ou seja no campo da metafísica certo
bom então qual que é a proposta o qual quais eram as propostas de cante ao pensar o problema do conhecimento que esse objetivo do nosso curso aqui então nem falando da filosofia moderna é o primeiro a analisar os alcances e limites da razão e isso lopes já tinha dito porém considerando a primazia nos sentidos e agora kant vai ser um crítico por isso que nós falamos que kant é um credit sista porque ele coloca é digamos na balança o idealismo empirismo e tenta assim encontrar um denominador comum essas duas escolas e pra isso pra analisar
os alcances e limites da razão kant então tem que submeter razão o tribunal ou seja vai julgar a razão e vai dizer até onde ela pode ir e ver o que que é que ela pode conhecer uma linguagem bem tranquilo estou dizendo para vocês porque sabemos que a obra de kant as obras de kant elas é elas são difíceis difíceis leituras mas nós estamos na medida do possível tentando assim traduzir uma linguagem seja acessível a todos nós o objetivo ea proposta de grande ao é questionar o problema do conhecimento então há algumas questões que aparecem
logo no início a crítica da razão pura que são norteadores do pensamento de kant por exemplo o que eu posso saber ou seja diz respeito à há a questão do conhecimento o que está no âmbito do meu conhecimento nem isso guardo em mim na cabeça é uma questão muito séria provocante né até onde eu posso ir até onde a razão pode se estender a segunda o que eu devo fazer que diz respeito à moral diz respeito às nossas ações no mundo e se ao não há digamos um princípio universal que possa sim nortear as nossas
ações infelizmente nós não vamos conseguir ver agora a terceira questão é o que posso esperar as questões de ordem escatológica a relação entre o futuro do homem que está para além deste nosso mundo ea quarta o que é o próprio homem que na verdade é uma questão que engloba as outras três questões anteriores na questão de ordem cronológica bom diante disso kant questiona qual é o papel do filósofo o que o filósofo deve fazer baseado no princípio de que a razão precisa ser submetida a um julgamento essa é a razão ela é submetido a um
julgamento como é que eu enquanto o filósofo que trabalha com a razão eu então devo me comportar né e aí é o cantor responde dizendo que é preciso o filósofo precisa determinar quais são as fontes possíveis do conhecimento humano né lembrando que praticar de conhecimento a fonte possível o conhecimento é a própria razão é o código sem quebrá locke a fonte do conhecimento é a sensação ea reflexão e pra eu me como nós não vimos mas ele trata da fonte do conhecimento como sendo o hábito nós acreditamos que as coisas se dão assim mundo então
o filósofo precisa determinar quais são as fontes possíveis porque até então essas que acabei de dizer elas num trouxeram uma verdade a segunda questão é que o filósofo se a determinar até onde nós podemos avançar o conhecimento ea terceiros próprios limites da razão bom pra isso cante vai formar se um sistema não vamos dizer assim altamente complexo é como eu disse para vocês é infelizmente o nosso tempo é muito curto e eu peço desculpas a desde já por essa videoaula ser um pouco mais extensa que as demais o texto também ser um pouco mais extenso
mas a necessidade de nós compreendermos esse pensador tão importante para o nosso tempo mas nós vamos nos deter na crítica da razão pura é uma obra do cântico que trata justamente dos limites do conhecimento humano mas ele não fez só a crítica da razão pura ele fez com a segunda crítica que a crítica da razão prática que trata justamente das noções morais da natureza das sanções morais ea crítica do juízo nem que tem por objetivo questionar se existe algum princípio universal que possa distanciar a noção de bela né a noção de arte fora isso é
claro que o cante escreveu outras obras que não são assim de menor importância prolegômenos atordoamento física futuro né a única prova possível existência de deus enfim mas essas três críticas elas compõem assim o arcabouço teórico mais importante do pensamento cantinho e nós vamos nos deter na crítica da razão pura a crítica da razão pura tem por objetivo determinar os limites quanto ao uso da razão kant pretende como que delimitar o que podemos conhecer o que é legítimo e ao mesmo tempo denunciar os excessos da razão oriundos do dogmatismo então o julgamento da razão 60 sobre
duas coisas é determinar os limites e também denunciar os excessos a razão que ela fez até agora vocês vão ver o que ela fez até agora daqui a pouquinho então canto denomina esse tipo de investigação como sendo uma filosofia transcendental agora cuidado com a palavra transcedental porque a palavra transcendental ela não está aqui relacionada a alguma coisa inatingível é alguma coisa que está para além do nosso mundo não o que cante quer dizer com filosofia transcendental é exatamente um tipo específico de investigação que tem por objetivo não tanto os objetos mas o modo como nós
conhecemos esses objetos né então a questão maior é como é que a mente numa linguagem bem simples para você entender como é que a mente conhece o mundo como é que a mente produz o conhecimento humano e pra isso o cante precisa retomar alguns conceitos já da tradição para produzir um conceito novo que que é o vamos dizer assim a a formulação do que seja o juiz jesus é a gente sabe que os juízos nada mais são do que expressões do pensamento racional cujo objetivo é declarar alguma coisa acerca do mundo e os juízos eles
podem ser de ordem analítica ou de ordem sintética o que são juízos então analíticos os juízes analíticos são aqueles juízos em que o predicado está inteiramente continuar noção do sujeito então por exemplo eu digo todo o triângulo tem três ângulos numa análise puramente sintética do português a gente sabe que o sujeito é a palavra triângulo eo predicado são três ângulos e o verbo a ligação foi a ponteira então todo o triângulo tem três anos eu olho para o conceito para o predicado três ângulos é automaticamente eu me reporto a um triângulo porque somente alguma coisa
tem três ângulos poço pode ser considerado como sendo dela não preciso recorrer nenhuma experiência sensível para isso por isso o juiz analíticos eles são juízos a priori o que significa o conceito de a priori significa kant que a priori é algo que é completamente independente da experiência eu não preciso tocar ver cheirar escutar para ter certeza é eles não são inatos não quer dizer que deus colocou umas são constitutivo da mente humana estão a mim e alguns juízos nós produzimos independentemente da experiência ou seu dizer por exemplo todos todos os corpos são extensivos por exemplo
né ora o conceito de extensão cabe inteiramente o conceito de corpo porque não tem como pensar um um corpo sem extensão se é cor porque tem extensão então esse tipo de juízo é absolutamente né e os juízos sintéticos eles ao contrário dos analíticos eles dependem da experiência eles são a posteriori né porque eles ampliam a nossa possibilidade de conhecimento eu digo por exemplo a água ferve a 100 graus celsius os indignados que seja o que eu quero dizer é que seu óleo para 100 graus celsius néné eu preciso saber o que é que chega até
100 graus celsius no caso a água será que um outro é elemento será que enfim eu preciso fazer a experiência não sei aprendi a priori eu não sei então somente fazendo constatando inteiramente indo até o laboratório com o colocando uma água para ferver e e e no caso aferindo a sua temperatura por meio de um termômetro é que eu chego a essa constatação é claro que esse tipo de conhecimento ele não tem um compromisso com a universalidade nem com necessidade porque preciso fazer experiência para saber enquanto que os analistas não eles têm um compromisso com
a universalidade independente de onde eu tiver um ângulo um triângulo 23 ângulos aí claro que as variações é esta em 90° 45 graus eu vou ter modalidades diferentes mas enfim tem três ângulos ele é universal aqui em qualquer lugar e necessário porque se é triângulo tem que ter três jogos e acabou enfim os juízos analíticos eles se comprometem com a universalidade com a necessidade enquanto que os sintéticos eles permite a ampliação do nosso conhecimento na medida em que o questionou será que a água será que o outro também não ferve a 100 e assim sucessivamente
que acontece é que canta estabelece um terceiro tipo de juízo aí que vem a novidade ele estabelece o juízo sintéticos a priori se nós vimos que o juízo sintéticos eles são a posteriores como é que eu posso agora propor um juízo sintético o pior não seria um contrassenso então kant ele propõe que esse tipo de juízo ele seria independente da experiência por ser a pior porém estaria relacionado a ela no que tange às possibilidades de conhecer esse novo tipo de juízo então deveria dar conta de compreender o que os fundamentos da física das matemáticas e
também dos princípios filosóficos então vejo enquanto nós vemos em de kate vocês lembram muito bem da viola de casa onde nós falamos sobre a árvore do conhecimento no qual as raízes ao metafísica o tronco a física e as matemáticas e os ramos as demais ciências do conhecimento nós percebemos que as matemáticas partir de um princípio digamos universal e necessário agora preciso saber até que ponto eu posso considerar esse tipo de argumento como sendo então verdadeiro será que existem juízos absolutamente independentes da experiência mas que se relacionam com experiência em filmes gente o que o campo
está querendo dizer será que eu consigo é harmonizar e idealismo empirismo será que existe uma terceira via do conhecimento é que o que me possa garantir uma certeza acerca do mundo né e esse for o que é é isso que está um jogo na construção desse conselho então kan disse que pretende fazer uma revolução é um conceito que ele mesmo faz uma revolução copernicana como é que a gente vai acessar é entender essa corporação então a gente entende assim que do mesmo modo que o copérnico ele ele não soube ver teu o antigo modelo é
é o centro hípico é um modelo em que o sol girava em o dono da terra e até imóvel kant também vai subir verter o conceito do conhecimento dizendo aí uma absoluta novidade dizendo que não é mais o sujeito que se movem em torno do objeto como pensava a tradição é mais um objeto que se move mas é justamente o sujeito que determina o objeto ou seja é o sujeito que impõe ao objeto assim categorias de conhecimento então a relação que se dá é uma relação em que há o sujeito do conhecimento com as suas
como nós vamos ver com a sua seu maquinário com a sua mente e o objeto que aparece pra ele então é ele que vai impor sem o sujeito não existe um objeto que não quer dizer que o cante está é propondo uma supremacia do sujeito que como vocês vão perceber daqui a pouco o sujeito que conhece o mundo ou que vai embora ao objeto a a as suas determinações esse sujeito depende tanto dos sentidos quanto digamos todas as formas puras a priori da mente ele vai depender tanto uma coisa enquanto a outra então ele não
é um sujeito digamos assim cartesiano é isso que nós queremos dizer certo então como é que nós conhecemos essa é a pergunta para responder essa pergunta o cante então vai delimitar três partes da crítica da razão pura para responder essa questão ou seja ele vai construir um modelo e vai construir um sistema onde o problema do conhecimento passa por esse sistema e os elementos que compõem o sistema vão responder indo gradativamente o processo todo de conhecer então nós temos num primeiro momento uma primeira parte acre a a a estética transcedental e aí nós vamos ver
que a palavra estética é no sentido mesmo de as teses como ela no texto no sentido de sensação é essa essa estética transcedental ela conta com as formas puras da sensibilidade um espaço e um tempo que estão em nós a priori depois nós temos uma segunda etapa vou falar assim pra ficar mais fácil compreensão a etapa da analític transcendental aonde nós temos as categorias do entendimento que organizam os dados da sensibilidade e essas categorias ele então é organizada em juízo e e qualidades e por final a dialética transcendental que trata justamente do uso especulativo da
razão da metafísica que o objetivo então final do canto é possível a metafísica como ciência ou não é possível aumentar física com um sim se é uma questão posta logo de início em que o cante pretende dizer se nós podemos conhecer tudo dou tudo inclusive a metafísica será que a árvore do conhecimento de the cars onde as raízes são a metafísica de fato elas são assim raízes sólidas será que a metafísica pode ser uma base o alicerce para todo o edifício do conhecimento será que a gente pode conhecer a metafísica será que o objeto principal
da meta física que é deus eu posso mesmo conhecendo isso então tá né o acidental então pra vocês entenderem nós temos dentro da obra uma organização sistemática altamente sistemático na qual a pergunta que perpassa todas essas fases é essa como é que o conhecimento se constrói certo vamos entender parte por parte desses elementos aí que permite a construção do esquematismo quantia a estética transcedental ela tem por objetivo estudar o que as estruturas da sensibilidade o modo como um homem recebe as sensações né em forma então o conhecimento sensível hora kant pretende compreender não as sensações
do ponto de vista dos imperialistas então cuidado porque a estética transcedental o cuidado com a palavra ocidental a palavra transcendental não quer dizer alguma coisa fora do mundo pelo amor de deus o que ela está querendo dizer algo dentro do sujeito ou seja stance ado nos limites da razão do sujeito então o que o cante que é na estética transcendental é compreender o modo como a mente ela aprende as sensações e ela aprende as sensações única e exclusivamente por meio das instituições que se encontram na mente que é do espaço e do tempo ou seja
não existe nenhuma possibilidade de conhecimento fora do enquadramento do espaço e do tempo as coisas elas acontecem em um espaço e um tempo agora a diferença é que com as formas no espaço tempo que nós vamos entender que o espaço tem a mesma forma que o tempo ele não é uma representação empírica como pensava locke como nós falamos na na aula anterior é que o loc dizer que o tempo era a soma das sucessões e o espaço era justamente o a sucessão de momentos que aconteceu eu tomava uma outra outro então talvez essa noção kutcher
dizer não do jeito mesmo o espaço é uma representação à priori ou seja já está em mim e ela é necessária citação do tocantins que subjaz a todas as instituições internas jamais é possível fazer-se uma representação de que não haja espaço ao com 1 ou seja não tem como gente eu pensar uma coisa fora do espaço da noção do espaço né e embora se possa muito bem pensar que não se encontra um objeto algum medo tudo bem mas o espaço existe enquanto ente da minha razão a priori ele é portanto considerado palavra tocante à condição
de possibilidade dos fenômenos e não uma determinação dependente deles então não é que o espaço depende de um corpo corpo depende de um espaço na visão kantiano é uma representação à priori ele repete de novo isso pra fixar na mente a priori que subjaz necessariamente aos fenômenos externos do mesmo jeito que o tempo é uma representação necessária subjacente a todas as intrusões com respeito aos fenômenos em geral não se pode suprimir o próprio tempo não obstante se possa do tempo muito bem eliminar os fenômenos o tempo é portanto dado à priori só nele é possível
toda a um dos fenômenos ou seja não tem como pensar um acontecimento um dado que aparece pra mim sem tempo num aconteceu onde quando dirige não entendam existe não é possível né esses podem todos em conjunto desaparecer os fenômenos mas o próprio tempo é uma condição universal de possibilidade do conhecimento dele não pontos e supera ou seja o tempo não pode ver desaparecer certo isso é muito importante porque é o primeiro momento em que o cante valoriza aquilo que vem do idealismo claro que volto a dizer não falou que em nada e nunca veio de
deus mas está ali presente num sujeito comum é inerente à sua condição é então quando a gente está aprendendo a dirigir e como você ter noção do espaço espaço não tá lá fora é essa que a questão o espaço está aqui dentro da mente do sujeito né é claro que a gente representa o espaço é agente de minta mas é uma forma digamos assim de representação exterior mas sem essa intuição não seria possível nenhuma experiência fora da mídia e aqui é importante delimitar dois universos de objeto porque vocês ouviram na no la no slide anterior
no texto também aparece a palavra fenômeno né então kant ele vai é determinar o que é fenômeno que é num menou é o fenômeno gente é todo objeto da intuição sensível ou seja vem do grego fenômeno né aquilo que aparece pra mim aquilo que tem matéria e que tem forma ou seja todos os objetos que são passíveis da apreensão por meio dos nossos órgãos sentidos nos sensíveis né por meio dos nossos cinco sentidos em que são incluídos assim pela pela pelo o pelas formas puras da sensibilidade do espaço e um tempo então só eu só
posso incluir aquilo que aparece pra mim como fenômeno como coisa tão pra isso estão vendo a questão da metafísica como ciência já complicada porque os objetos que compõem metafísica eles não são fenômenos né existe um número ou seja o número para kant é a coisa em si é aquela aquela aquela parte onde os objetos não são apresentados aos meus sentidos mas eles só podem ser pensados pelo teleco o que não quer dizer que eles não existam gente mas eles não como eles não aparecem para mim como fenômenos então eles sim ou seja ele a coisa
em si do objeto é aquilo que está por detrás então na verdade é eu não aprendo o espaço e um tempo nessas formas puras da sensibilidade elas não podem incluir nada acerca desse fenômeno inúmeros são universos distintos dos outros gênios bom então nós temos agora analítica transcedental então se a estética transcedental trata só para a gente entender se a estética transcedental ela trata da do espaço e do tempo como formas puras da sensibilidade intuições puros da sensibilidade passa o tempo são à priori estão em análise indica transcendental vai tratar agora das categorias do entendimento que
são objetos pensados claro que por meio da sensibilidade não tem como como eu volto a dizer não é um sujeito cartesiano ou seja eu preciso da sensibilidade sem ela não há conhecimento mas essa sensibilidade precisa ser pensada precisa ser organizada precisa ser julgar tá e quem é que faz o julga mento dos dados que o capítulo do mundo não é o espaço tempo porque o espaço-tempo são condições de possibilidade de existência desses fenômenos as coisas existem no mundo porque existe o espaço tempo na minha mente mas eu só consigo entender eu só consigo organizar o
dado da sensibilidade porque eu tenho uma coisa na minha cabeça chamada entendimento certo e esse entendimento ele funciona é na verdade como um jogador que ele não impõe nada que inclui essa sensibilidade como eu falei pra vocês o intelecto ele simplesmente urbina os dados da sensibilidade funciona mais ou menos assim eu tenho a natureza diante de um objeto e eu preciso impor essa revolução copérnica que o cante é assim título aquele foi um novo corpo técnico né é um tema natureza lá e ela aparece pra mim assim local ótica certo bom sem sujeito a natureza
ficaria sem nunca seria conhecida eu preciso de uma mente que conheça não preciso de um sujeito que é dotado de corpo é certo e é dotado de mente então aí nós já temos os dois elementos belize delas esse sujeito impõe sobre a o fenômeno assim em tudo e vamos dizer impõe tudo ao mesmo tempo é sob essa essa natureza caótica de seus organizadores há um espaço e um tempo os elementos do mundo sensível são levados para dentro da mente em lá eles são organizados em que olha lá na tabela eles são organizados em categorias então
feijão tem quatro grandes categorias que isso aqui o cante pega aristóteles né eu tenho categoria da quantidade e da qualidade da relação da modalidade ou seja as coisas elas têm que se enquadrar olha eu ainda tô dizendo as coisas têm que se enquadrar dentro dessas grandes categorias e claro que para cada categoria tem juízo eu tenho juízo correspondente então por exemplo dentro da categoria da quantidade eu tenho os juízos universais particulares singulares eu digo todo homem é mortal é um juízo universal olha lá todo homem é mortal esse juízo tá dentro de uma categoria chamada
categoria da unidade ainda dentro da categoria grande da quantidade tem um juízo particular por exemplo algum homem é mortal que se enquadra dentro da categoria da pluralidade ainda bem está a categoria grande da quantidade eu tenho só algum homem é mortal que eu tenho então enquadrada na categoria da totalidade da qualidade a mesma coisa eu tenho juízo afirmativa ou negativa infinito que corresponde o afirmativa realidade negativa negação o infinito a limitação dentro da grande categoria da relação eu tenho a categoria dos categóricos homem é mortal por exemplo que está ligado à categoria da substância do
acidente ainda dentro da categoria grande da relação do lado esquerdo aqui pra mim eu tenho juízo hipotético se a e b então é ser que a gente fala toda hora que está vinculado que a categoria de causa e efeito e eu tenho a quarta grande categoria de modalidade onde os juízos que fazem parte dessa grande categoria da modalidade são juízes problemáticos a e possivelmente b a categoria que está enquadrada nessa neste juízo problemático esta possibilidade da impossibilidade eu tenho o juiz assertivos há realmente b que faz que corresponde à categoria da existência e não existência
políticos a é necessariamente inpe a categoria da necessidade oculta contingente estão feijão bem as coisas que acontecem as coisas os dados da digamos do mundo eles são levados para dentro da mente e eles são organizados dentro dessas categorias quarto não todas mais de algumas delas um outro tado vai se encontrar mas o que não pode dizer que não se enquadra em nenhuma delas se é fenômeno esse copo tem que se enquadrar seu jingle esse copo é de vidro eu estou usando que categoria e todos na categoria da qualidade da realidade ou seja e também todos
na categoria da substância olha lá os categóricos substância acidentes e cópia de vidro que podia ser de madeira podia ser de baixo enfim só que o cão está querendo dizer que toda a nossa vida mental ela organiza o mundo graças ao entendimento é isso que está na analítica transcendental vocês estão vendo que o francês é paulo falou nada de deus é tudo dentro de mim é o transcendental pra mim o sujeito tá aqui olha tem um modelinho não sei se é possível compreender mas só pra gente é entender as fases da produção do conhecimento a
primeira o primeiro nível conhecimento acessível tem um fenômeno olha lá a lista c para o número no número é a coisa em si é com esse não pode fazer parte desse maquinário está claro para todo mundo a coisa em si porque a coisa em si não pode porque há há há o espaço eo tempo não pode intuir nada da coisa em si o espaço eo tempo gente só pode intuir desculpa se eu estou sendo repetitivo mas aqui de fato isso é um assunto precisa tá muito bem claro para nós o espaço eo tempo são intuições
puras neta dentro da estética transcedental o espaço eo tempo ele só entrou em coisas dos fenômenos e nunca do número o nome está fora do esquema batizado certo então eu tenho o primeiro nível do conhecimento sensível eu sei que eu tocando num copo porque esse copo para além das sensações que ele tem tá frio tudo mais ele acontece dentro de um determinado espaço aqui na mesa é mais um espaço na mesa está em mim em um determinado tempo tempo não tá no relógio está fora o tempo está em mim é certo mas não adianta só
isso não vai garantir o conhecimento precisa de um segundo nível a onde entram o que as categorias do entendimento que são aquelas que eu passei no slide anterior para vocês né que é justamente qualidade/quantidade relação modalidade lá então ou as coisas se enquadra na qualidade na relação na modalidade na quantidade enfim depende do objeto depende do juiz envolvido ele vai se enquadrar numa categoria onde outra é aí que eu estabeleço uma certeza que é o dito conhecimento científico o conhecimento científico ele só acontece graças ao entendimento ou seja e é óbvio que não se chegaria
no entendimento se não tivesse passado pelas instituições puras do espaço e do tempo e se eu não tivesse órgãos sensoriais para poder então é incluir digamos assim por meio da sensibilidade não pudesse sentir as coisas e e permitir que elas fossem incluídas pelo espaço em pelo tempo e assim o construiu o processo do conhecimento só tem um problema e néné e e os objetos que não são fenômenos que a gente faz com eles porque a tradição filosófica tratou esses objetos como sendo objetos não é digamos do pensamento e do conhecimento nós tivemos em aristóteles uma
verdadeira produção é filosófica sobre deus e sobre as ações humanas em agostinho nós tivemos uma produção filosófica sobre deus sobre a alma sobre o mundo como é que fica isso e agora grande faz o que cruze então a dialética transcedental vai tratar desses objetos e os 3 digamos fundamentais objetos da metafísica atacantes o primeiro deus a infinitude do universo ea imortalidade da alma que são assim objetos muito caros a filosofia a tradição filosófica de katz gente construiu um sistema filosófico só para aprovar duas coisas que deus existe que a alma existe que deus é o
fundamento a garantia ea certeza do conhecimento se estão lembrados dessa aula que dei pra vocês então o que a gente faz agora com esses elementos eles não são fenômenos eles não entram olha lá dentro do esquema tático campeã é o que eu faço pelo então candidato diz que é esses elementos são possíveis serem conhecidos ou seja eles não podem ser estudados a luz desde o esquematismo na medida em que eles não se apresenta como um fenômeno ou seja é não pode estar sobre a apreensão dos dados na sensibilidade do espaço do tempo eu não posso
aprender deus pelo espaço e pelo tempo que deus não cabe nem no espaço nem tempo eu não posso aprender é digamos a alma porque ela não cabe nenhum espaço e nem no tempo e eu não posso aprender a infinitude do universo que ela não cabe nenhum espaço no tempo obviamente até pelo conceito de infinitude então ou seja se eles não cabem dentro do conceito de fenômeno se eles não podem ser incluídos pelos objetos da sensibilidade muito menos eles podem ser unificados pelas categorias a onde é gente que eu posso colocar deus aqui nos juízos das
categorias nas grandes categorias na categoria da quantidade e da qualidade da relação da modalidade claro nós não estamos falando aqui de deus enquanto encarnado em bonfim nós não estamos falando só de deus enquanto não ser surpreendido a alma tem quantidade tem qualidade tem relação tem modalidade em que juízes eu posso dizer em que categoria ela pode se enquadrar nenhuma da mesma forma o infinito então como elas não são fenômenos elas não podem ser unificados pelos pelas categorias do entendimento então vem a pergunta última né seria possível metafísica consciência não não é possível então todo o
trabalho da tradição foi longe porque a filosofia especulativa ou seja aquela que trata da metafísica não permite uma determinação por parte do sujeito cognoscente a ciência só é possível dentro do alcance da razão a razão só pode ir até onde ela alcança por isso que uma obra muito interessante que vocês podem futuro talvez quem desejar naturalmente é a obra kant e o fim da metafísica do jaleco é uma obra em que de fato é o já lento apresenta o fim da metafísica tal como nós a consideramos objeto do conhecimento agora também as provas da existência
de deus todas baseadas na razão todas baseadas na idéia de que nós podemos conhecer é por meio da instância ação na natureza néel podemos conhecer por meio da idéia de que temos um ente infinito e a idéia é deficiente por enfim tudo aquilo que a tradição haver postulado pecaram por que postularam um intelecto intuitivo e canto diz não e intelecto não intui intelecto organiza os dados quem tui é é a sensibilidade então é impossível no campo do intelecto humano é conhecer a deus estou falando do governo onde seja a deus o que não quer dizer
que eu não posso pensar né quanto à razão se propôs a conhecer esses elementos metafísicas ela caiu em contradições que o cante dominou janthinomys da razão ou seja são afirmações e negações que acabam se anulando né se a razão ela pende para o lado sempre vai ter uma antítese para o outro então no texto que eu disponibilizei pra vocês têm é as antinomias completos aqui conquistar um exemplo por exemplo a tese o mundo tem um começo no tempo e é também limitado no espaço é uma tese de que teve um momento o momento de criação
a tintas é o oposto mundo não tem começo nem limites no espaço mas é infinito no tempo como no espaço e aí qual até seria afetada irá a tese que tem um começo a tese que não tem um começo tanto uma quanto outra vai trazer para nós um conflito então essa por exemplo se essa questão da da eternidade ou da criação do mundo é impossível para razão canto não está querendo dizer que deus não possa ter criado o mundo que deus nos vizinhos que a gente não está falando nada disso o que ele está querendo
dizer é que a razão não pode responder ele colocou a razão o tribunal e disse isso você não pode né os limites que você deve alcançar é esse aqui o limite do phenom e tal problema de deus como eu falei pra vocês é que nós não podemos provar a existência de nem dá um lindo universo né o que não significa que eles não podem ser objeto nosso pensamento né então deus pode ser pensado o universo pode ser pensado alma pode ser pensada mas não quer dizer que ele possa ser conhecido e então essa e que
a gente faz com eles então não é que eles existem enquanto idéias da razão né então dentro é desse quadro do conhecimento é essas idéias constituídas da realidade ou seja deus ao universo elas não são objetos do conhecimento mas que a gente faz com elas a gente age como se elas fossem objetos do conhecimento elas se comportam na verdade pra nós não possamos ela se comporta como idéias reguladoras de maneira ordenada a realidade ou seja é como se toda a realidade dependência de um princípio supremo de deus é como se a dependência de tem como
provar por meio da ação não é como se todos os fenômenos naturais dependessem de um princípio da inteligência divina ou seja um universo tal como entende tem como provável mas eu penso como então é como se toda ação humana dependência também de um princípio no caso a alma então não dá pra negar que essas coisas existam mas eu não posso submeter a uma prova estritamente racional como pensava o coitadinho do the cat dizendo calma existe que deus existe portanto o universo é uma produção e isso de deus e portanto é provado para mim é é
impossível fazer o mesmo uma uma filosofia especulativo não é possível fazer uma fusão fez de cláudia bom enfim eu peço desculpas pra vocês pelo tempo porque de fato é um assunto denso e eu espero que vocês possam ler o material com bastante calma com noção de cuidado e qualquer dúvida por favor entre em contato conosco eu desejo a vocês uma semana de estudos feliz e que todos nós possamos nos encontrar na próxima semana onde nós na próxima semana iremos tratar da contemporaneidade né quais os reflexos de tudo isso que a gente viu agora para a
produção do nosso pensamento contemporâneo claro que não podemos falar de tudo exatamente temos apenas mais três encontros aqui e nesses três encontros eu gostaria então de abarcar alguns pontos principais alguns autores principais não todos mas que ainda tão dando pano pra manga a discussão ainda está rolando vamos dizer uma linguagem mais clara né e que pra gente então é é muito importante ter um contato com esses atores um grande abraço a todos e todas fiquem com deus até a próxima semana