é importante salientar que os Racionais sempre exaltaram e homenagearam grandes estrelas da musica negra brasileira, nessa musica temos um sample de Tim Maia da musica ela partiu, e é curioso pois eu tive contato com o racionais primeiro e depois fui conhecer musicas do Tim que não tocava na radio e tv, ai vc fica surpreso dá belissima homenagem construida no sampler, outro grande artista é o Cassiano que Brown fala em vida loka parte 2: "ouvindo Cassiano, os gambé não guenta". . .
eu até tenho outra visão sobre esse verso, mas isso fica pra outro video, se quiser que eu fale sobre é só deixar nos comentarios. Quando eu ouvi Cassiano percebi muitas referencias nas musicas dos racionais. .
. que me fez admirar cada vez mais os racionais e os artistas citados, outro cara muito citado e querido pelos racionais é Jorge ben jor que participa do dvd 1000 trutas e 1000 tretas, inclusive Brown colocou o nome do filho de Jorge por causa disso. O Proprio nome Racionais veio do excelente album Racional do Tim Maia que inclusive eu já analisei aqui no canal, se quiser dar uma olhada tá aqui no card.
[vinheta circular] Fala amante da musica, tudo bem com você? Eu sou Gui Farias, e neste vídeo vamos analisar a letra de Homem na Estrada do Racionais MC's. Um homem na estrada recomeça sua vida Sua finalidade: a sua liberdade Que foi perdida, subtraída E quer provar a si mesmo que realmente mudou Que se recuperou E quer viver em paz Não olhar para trás Dizer ao crime: nunca mais Retrata a tentativa de recomeço de um homem que recém deixou a penitenciária, que busca recomeçar a sua vida longe do crime, durante essa jornada musical de quase 9 minutos vemos todos os obstáculos para um ex detento querendo se ressocializar pelo caminho certo Pois sua infância não foi um mar de rosas, não Na FEBEM, lembranças dolorosas, então O Homem na Estrada, personagem da música foi um Menor Infrator que, por estar abaixo da idade penal acabou por frequentar os “Centros de Medidas sócio-educativas”.
Estes centros tem como finalidade ressocializar as crianças e adolescentes detidos por práticas criminosas, por meio de atividades socioeducativas e assistência social (isso, na teoria). Na pratica, o que acontece é que ao invés de uma assistência social e educativa, muitas vezes esses detentos são expostos a agressões e humilhações. Isso aconteceu na Fundação CASA recentemente.
Um grupo de jovens foi espancado por funcionários da Fundação CASA. Atitudes como essa, ao invés de ressocializar o infrator, acaba por torná-lo mais revoltado ao ser exposto à violência. Na infância, o personagem foi um detento da FEBEM.
antigo nome da Fundação CASA. Me digam quem é feliz Quem não se desespera Vendo nascer seu filho no berço da miséria? o eu lirico tem um filho no mesmo local miserável que viveu, sem condição nenhuma para criar uma família adequadamente Um lugar onde só tinham como atração O bar, e o candomblé pra se tomar a benção Esse é o palco da história que por mim será contada Um homem na estrada a narrativa mostra um cenário precário, como já falou mano brown em entrevistas sua quebrada no passado era só mato Assim como em Fim de Semana no Parque, Brown ressalta que na periferia não há espaço de lazer.
O investimento no lazer é muito escasso O centro comunitário é um fracasso inclusive se vc quiser que eu analise Fim de Semana no Parque é só colocar aqui nos comentários. Equilibrado num barranco incômodo, mal acabado e sujo Porém, seu único lar, seu bem e seu refúgio Um cheiro horrível de esgoto no quintal Por cima ou por baixo, se chover será fatal A total falta de planejamento urbano e o descaso das autoridades governamentais brasileiras faz com que os cidadãos humildes, sem condições de adquirir um local digno onde se possa viver acabam, muitas vezes se refugiando e construindo “barracos” em áreas de risco de desabamento ou próximas a encostas e córregos de esgoto a céu aberto, quando chove, a correnteza pode arrastar esses “barracos” e a água poluída na maioria das vezes invade os lares dessas pessoas. Segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), referentes a 2018.
Quase metade da população do Brasil continua sem acesso a sistemas de esgotamento sanitário, o que significa que quase 100 milhões de pessoas, ou 47% dos brasileiros, utilizam medidas alternativas para lidar com os dejetos – seja através de uma fossa, seja jogando o esgoto diretamente em rios. Além disso, mais de 16% da população, ou quase 35 milhões de pessoas, não têm acesso à água tratada, e apenas 46% dos esgotos gerados nos país são tratados. vale ressaltar que essa musica foi lançada em 1993, e esse estudo é de 2018, ou seja, 25 anos depois e pouca coisa melhorou.
Um pedaço do inferno, aqui é onde eu estou Até o IBGE passou aqui e nunca mais voltou Numerou os barracos, fez uma pá de perguntas Logo depois esqueceram, filho da puta O Instituto Brasil de Geografia e Estatística (IBGE) é a agência responsável por informações estatísticas, geográficas, cartoriais e ambientais no Brasil. O órgão realiza um censo nacional a cada dez anos, em que mapeia informações como idade, renda familiar, literacia, educação, emprego e níveis de higiene. Esse verso é particularmente marcante por tratar do problema de invisibilidade social Os lugares onde moram os pobres não existem oficialmente, e muitas vezes pessoas pobres não possuem documentos, sem aparecer nas estatísticas do IBGE, eles passam a ser totalmente ignorados pela sociedade, nesse sentido não sãos seres humanos, são apenas números.
interessante também nesse verso é que quando Brown fala “e nunca mais voltou” é possível ouvir ao fundo a voz de Tim Maia acompanhando com a mesma frase de sua música “Ela Partiu”, da onde foi tirada a base para “Homem na Estrada”. Acharam uma mina morta e estuprada Deviam estar com muita raiva (mano, quanta paulada! ) Estava irreconhecível, o rosto desfigurado Deu meia noite e o corpo ainda estava lá Coberto com lençol, ressecado pelo sol Jogado, o IML estava só dez horas atrasado o eu lirico vai relatando como a favela é abandonada, uma mulher morta e nenhuma autoridade foi falar, nem o instituto medico legal responsável pelas necropsias e laudos cadavéricos para Polícias Científicas apareceu por lá Quero que meu filho nem se lembre daqui Tenha uma vida segura Não quero que ele cresça Com um oitão na cintura e uma PT na cabeça Um “oitão” é um revolver de calibre .
38, e uma “PT” é uma pistola produzida pela empresa Brasileira Taurus, nesse verso ele está almejando um futuro diferente do seu próprio, sem violência, sem criminalidade, muitos trabalhadores dentro das favelas e comunidades sonham justamente em ter uma vida segura e tranquila, longe do crime, longe das drogas e longe da violência. . .
mas infelizmente a desigualdade social empurra os seres humanos para as situações mais degradantes. E o resto da madrugada sem dormir Ele pensa o que fazer para sair Dessa situação, desempregado então Com má reputação, viveu na detenção, ninguém confia não E a vida desse homem para sempre foi danificada Um homem na estrada A condição de desemprego, histórico criminoso e pobreza criam uma armadilha de pobreza que faz que o sujeito nunca consiga melhorar sua situação social, então ele fica sempre nessa rodinha do rato onde ele não sai do mesmo lugar, e esses pensamentos dominam a mente do eu lirico Amanhece mais um dia e tudo é exatamente igual Calor insuportável, 28 graus Faltou água, já é rotina, monotonia Não tem prazo pra voltar, hã, já fazem cinco dias Quando falamos sobre o verso do descaso com o saneamento básico, isso também tem relação com água, outro elemento crucial para a vida de qualquer ser humano, mas que até isso não chega nas favelas São dez horas, a rua está agitada Uma ambulância foi chamada com extrema urgência Loucura, violência exagerada Estourou a própria mãe, estava embriagado Mas bem antes da ressaca ele foi julgado Arrastado pela rua o pobre do elemento Inevitável linchamento, imaginem só Ele ficou bem feio, não tiveram dó O sistema judicial no Brasil demora muito para pronunciar um julgamento. No entanto, nas ruas, não raramente, as pessoas decidem fazer a justiça com as próprias mãos e lincham o culpado, nesse ambiente hostil vemos todo tipo de mazela e cicatrizes que vão ficar por toda a vida desses homens e mulheres, crianças e idosos expostos a esse tipo situação Os ricos fazem campanha contra as drogas E falam sobre o poder destrutivo delas Por outro lado promovem e ganham muito dinheiro Com o álcool que é vendido na favela verso extremamente perspicaz, pois muitas vezes no calor da emoção colocamos a culpa no bêbado que bateu na mãe, e depois foi linchado pelos moradores, ambas as atitudes estão erradas, porem o grande vilão nesse contexto é o álcool ingerido nos botecos, ou seja, uma empresa de bebidas é multimilionária, e não tem ninguém na TV pra criticar que as bebidas alcoólicas são prejudiciais tanto quanto as drogas.
Nessa época tinha uma campanha muito forte com cartazes e propagandas na televisão com famosos dizendo “não às drogas”. Brown está criticando a hipocrisia que mantém o álcool sendo vendido em quantidades enquanto mantém outras drogas ilegais, fortalecendo o tráfico de drogas. Empapuçado ele sai, vai dar um rolê Não acredita no que vê, não daquela maneira Crianças, gatos, cachorros disputam palmo a palmo Seu café da manhã na lateral da feira Brown continua a narrar a triste realidade de muitos jovens que passam fome e dependem de restos das feiras para sobreviver, assim como cachorros e gatos de ruas.
Molecada sem futuro, eu já consigo ver Só vão na escola pra comer, apenas nada mais Como é que vão aprender sem incentivo de alguém Sem orgulho e sem respeito, sem saúde e sem paz Uma crítica direta ao governo e as autoridades que gerem a educação no país. O modus operandi que norteia o funcionamento de praticamente todas as escolas é o mesmo há muitas décadas, que continuam a apontar dados alarmantes como o ranking do PISA sigla para Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, em 2018 o Brasil estava em 57° no ranking, enquanto Portugal figurava em 24°. Salas de aula, lousas, cadernos e a velha relação: o professor segue as exigência da diretoria e o aluno copia e cola a matéria para passar de ano.
Sem estimulo esse conjunto de medidas faz com que as escolas suprimam o desejo de aprender, ao invés de despertar a curiosidade e estimular a inteligência. tem uma frase bem interessante do Nelson Mandela abre aspas “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo. ” fecha aspas.
Um mano meu tava ganhando um dinheiro Tinha comprado um carro, até ROLEX tinha Foi fuzilado a queima roupa no colégio Abastecendo a playboyzada de farinha Ficou famoso, virou notícia Rendeu dinheiro aos jornais, hum, cartaz à polícia Vinte anos de idade, alcançou os primeiros lugares Superstar do "Notícias Populares" farinha é a giria para a cocaina, nesse verso ele cita o exemplo negativo do crime que leva seus parceiros para a morte muito cedo. Notícias Populares foi um jornal que circulou em São Paulo entre 15 de outubro de 1963 e 20 de janeiro de 2001, e era conhecido por suas manchetes violentas e sexuais. Era conhecido por suas matérias extremamente sensacionalista Uma semana depois chegou o crack Gente rica por trás, diretoria Aqui, periferia, miséria de sobra Um salário por dia garante a mão-de-obra A clientela tem grana e compra bem Tudo em casa, costa quente de sócio Ele descreve que o crack recém chegado era financiado pela elite rica, e parecia uma boa maneira de ganhar dinheiro rápido na favela, afinal o cara receber dinheiro por dia atrai a mão de obra (principalmente para o desempregado e para o cara que recebe salario minimo os olhos brilhavam com o trafico de drogas), pois os clientes compra muito.
A playboyzada muito louca até os ossos Vender droga por aqui, grande negócio Sim, ganhar dinheiro, ficar rico enfim Quero um futuro melhor, não quero morrer assim Num necrotério qualquer, como indigente, sem nome e sem nada Um homem na estrada O eu lirico começa a sonhar que por intermédio do trafico ele poderia ficar rico, não seria apenas mais um numero na estatística da favela. Assaltos na redondeza levantaram suspeitas Logo acusaram a favela para variar Muitas vezes, a favela é rodeada por regiões nobres. Quando ocorrem assaltos nessas regiões nobres vizinhas às comunidades os acusados são sempre os moradores da favela, evidenciando um grande preconceito.
E o boato que corre é que esse homem está Com o seu nome lá na lista dos suspeitos Pregada na parede do bar A noite chega e o clima estranho no ar o personagem dessa historia é acusado de roubo nos bairros abastados, e obviamente que a repressão policial vai atacar o menos favorecido, é só olharmos a "abordagem" policial em alphavile e na favela. E ele sem desconfiar de nada, vai dormir tranquilamente Mas na calada, caguetaram seus antecedentes Como se fosse uma doença incurável, no seu braço a tatuagem: DVC, uma passagem , 157 na lei DVC é uma sigla para Divisão de Vigilância e Captura, onde fica o banco de dados da polícia com os antecedentes criminais. 157 é o número do artigo que ele foi enquadrado, o crime de roubo, que no inicio da canção é explicado que ele pagou por esse crime, porem sua passagem não foi apagada do DVC igual uma tatuagem aquilo vai ficar pela vida toda marcado nele.
No seu lado não tem mais ninguém A Justiça Criminal é implacável Tiram sua liberdade, família e moral Mesmo longe do sistema carcerário Te chamarão para sempre de ex-presidiário Retrata o recomeço de um homem que recém deixou a penitenciária, que busca recomeçar a sua vida longe do crime, mas é eternamente tratado como suspeito. Não confio na polícia, raça do caralho Se eles me acham baleado na calçada Chutam minha cara e cospem em mim, é Eu sangraria até a morte, já era, um abraço Por isso a minha segurança eu mesmo faço Essa é uma das frases mais polemicas dessa musica e muitas vezes repetida e parafraseada por pessoas menos favorecidas. Uma pesquisa de 2019 do datafolha aponta que que 51% dos brasileiros têm medo da polícia, isso levou o governo de SP a implantar câmeras nos policiais o que reduziu para a menor taxa de letalidade em 8 anos, até mesmo a Rota zerou a letalidade, pois só a Rota tinha 386 mortes acumuladas desde 2016.
O porte de armas no Brasil é bastante restrito. Isso não impede que algumas pessoas comprem armas de modo ilegal. Como a polícia não oferece segurança para o eu lirico, ele se arma ilegalmente.
É uma situação muito comum na periferia, onde o Estado é pouco presente. É madrugada, parece estar tudo normal Mas esse homem desperta, pressentindo o mal Muito cachorro latindo, ele acorda ouvindo Barulho de carro e passos no quintal A vizinhança está calada e insegura Premeditando o final que já conhecem bem Na madrugada da favela não existem leis Talvez a lei do silêncio, a lei do cão talvez Vão invadir o seu barraco, "É a polícia! " Vieram pra arregaçar, cheios de ódio e malícia Filhos da puta, comedores de carniça Já deram minha sentença e eu nem tava na treta Não são poucos e já vieram muito loucos Matar na crocodilagem, não vão perder viagem Quinze caras lá fora, diversos calibres Brown explica que o personagem não estava envolvido naquela situação de roubo, mesmo assim a policia foi lá para matar, ou seja, eles não iriam perder a viagem mesmo que o rapaz fosse inocente.
E eu apenas com uma "treze tiros" automática Sou eu mesmo e eu, meu Deus e o meu Orixá No primeiro barulho, eu vou atirar Uma citação a popular Pistola Taurus PT 60, a maioria dos assassinatos são com 13 tiros, pois o pente dessa arma comporta essa quantidade de munição, ele mistura a religião católica com a religião de matriz africana para exemplificar sua fé naquele momento fatídico, orixás são divindades da mitologia africana iorubá. Se eles me pegam, meu filho fica sem ninguém É o que eles querem: mais um pretinho na FEBEM Aqui o assunto é muito sério: o encarceramento da juventude negra. Pegar pode ser tanto prender quanto matar.
De qualquer maneira, caso seja pego pela polícia, seu filho não terá uma presença paterna, o que provavelmente prejudicará sua formação muitas vezes levando esse jovem para o mundo do crime. Assim, provavelmente será pego pela polícia como o pai e irá parar na FEBEM, lugar onde menores de 18 anos são punidos. Já que a Fundação casa muitas vezes não cumpre o seu papel de reeducação, sendo assim o jovem tem grande chance de cometer novos delitos.
Isso mostra toda a ação que o Estado faz e que resulta na prisão do jovem negro . Essa teoria se baseia em estatísticas que mostram que, de fato, a maioria dos detentos são negros. Levantamento da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro mostra que 81% dos presos irregularmente por reconhecimento fotográfico são negros.
Sem contarmos os jovens negros que são mortos. Em dado Divulgado pela UNICEF cerca de 80% dos mortos no Brasil entre 15 e 18 anos são negros. O número total nessa faixa etária foi de 31 mil mortes, sendo que 25.
592 são negras. O estudo também observa que, ampliando a idade base para 10 anos, a maioria das vítimas é do sexo masculino (91%) alvo de armas de fogo (83%) e sofreram homicídio doloso (90%). Sim, ganhar dinheiro, ficar rico, enfim Muitos morreram, sim, sonhando alto assim Na música, Mano Brown fala quatro vezes a frase “Sim, ganhar dinheiro ficar rico enfim” demonstrando o sonho que persiste em cada pessoa por toda a sua vida e também do personagem dessa música.
A frase demonstra que o objetivo do personagem principal o acompanha durante sua tragetoria de vida. A primeira vez que ele fala essa frase, ele tem conhecimento que muitos morreram querendo ficar rico. Porém, na última vez que ele fala a frase, a vida do personagem da música está acabando e ele descobre que ganhar dinheiro não é tudo na vida, chegando a conclusão que ele desperdiçou a sua vida atrás desse sonho e agora não tem como voltar atrás ou mudar.
Tá gostando do vídeo? então se inscreva no canal clicando no botão vermelho A gente sonha a vida inteira e só acorda no fim, minha verdade foi outra, não dá mais tempo pra nada Muitos sonham a vida inteira e tem seus sonhos terminados quando morrem e não conseguem realizar esses sonhos. Um belo trocadilho com o fato que os sonhos acabam quando você acorda, nesse caso quando você morre.
Hoje não esperamos morrer por causas naturais, alguém a qualquer momento pode ter matar – uma dura realidade. "Homem mulato aparentando entre vinte e cinco e trinta anos é encontrado morto na estrada do M'Boi Mirim sem número. Tudo indica ter sido acerto de contas entre quadrilhas rivais, segundo a polícia, a vítima tinha vasta ficha criminal.
" Infelizmente era só mais um rapaz comum. Estereótipo da uma pessoa pobre que retrata o som, misturado com o sensacionalismo que a mídia produz. Retrata a negligência da autoridade polícial em nosso pais.
Em contra partida com o começo do som onde o homem na estrada quer recomeçar a sua vida o rapaz comum que foi morto por políciais é acusado de ter sido vítima de um acerto de conta entre gangues, uma desculpa comum para uma elite mesquinha que só quer no final do dia a cabeça do pobre numa bandeja de prata. Atenção, um recado importante, quero te fazer um convite pra me seguir no Insta, meu @ é o gui_fari. as, lá vc terá conteúdo exclusivo, coloco enquetes para saber que música, filme, série, livro ou tema vcs querem que eu faça vídeo, então vale a pena me seguir pra vc escolher o que quer assistir aqui no canal.
Se você gostou dessa análise, escreva "homem na estrada é uma aula de sociologia" aqui nos comentários, assim eu vou saber que você chegou até o final porque está interessado em conhecimento. Que bom que você chegou até aqui, este é o canal pensando nisso, que ajuda você a entender e se desenvolver intelectualmente para a vida por intermédio da arte e da cultura. Eu sou Gui Farias, muito obrigado pela sua audiência.
Na tela a análise de Jesus Chorou e também a playlist com todas as músicas do Racionais que eu já analisei aqui no canal. Muito obrigado pela sua audiência, tchau!