Se você é um PSI psicólogo ou psicanalista você provavelmente tem dois tipos de problemas no seu dia a dia um de ordem prática outro de ordem teórica de ordem prática atendimentos instáveis desistência de paciente estagnação de processo calote inadimplência pensando no em questões teóricas falta de domínio de uma teoria de um autor não sabe arular teoria entende um autor mas não consegue Colocar para dialogar com outro não sabe colocar a teoria na prática talvez umas coisas que eu mais escuto assim como é que eu vejo isso na prática pois bem pensando nesses dois problemas que
eu tanto escuto de colegas de profissão alunos ex-alunos supervisionando eu preparei essa aula para trabalhar e solucionar com vocês ou pelo menos colocar aqui as bases iniciais para você começar essa correção para começar a se organizar e resolver esses dois Problemas quando quando eu falo de atendimentos instáveis de desistência estagnação do processo e calote eu tô falando da prática Clínica algo não vai bem na sua prática Clínica e isso muitas vezes tem a ver com a falta de organização do processo Então a primeira coisa que eu vou mostrar aqui para vocês é ância de você
enxergar o que que é a estrutura de um tratamento a estrutura de um tratamento apesar de ser Óbvio quando você olha Nossa mas é óbvio é Isso isso e aquilo é legal falar sobre isso é legal você ter essa clareza é legal quando você está atendendo um paciente Um analisante você sabe Em que momento do processo está coloquei aqui a estrutura do tratamento entrevistas iniciais desenvolvimento término e follow up vou explicar para vocês o ponto um dos pontos mais importantes que faz muita diferença nesses problemas aqui atendimento instvel desistência Logo no começo estagnação já tem
a ver aqui ó com entrevistas as entrevistas iniciais é um momento crucial onde vai ser decidido se um processo vai começar ou não não é porque uma pessoa procurou atendimento com você que ela já vai começar um processo é necessária uma entrevista para você verificar se tem condições de escutar essa pessoa se ela quer ser escutada por você você fazer intervenções ver o quanto as suas intervenções de alguma Forma tem efeito sobre a pessoa o quanto ela está disponível a se a modificar é momento de fazer avaliação psicodinâmica escutar mecanismos de defesa escutar a posição
dela na na fantasia escutar o que que ela Visa num processo escutar sim os as reais expectativas que ela pode conseguir num processo então tem muita coisa que tá sendo colocada aqui em jogo Então você faz uma grande avaliação psicodinâmica Para saber assim quem está na sua frente pelo menos Naquele momento tem uma questão de hipótese diagnóstica que é muito importante que eu sempre Recomendo o estudo sobre hipóteses diagnósticos que não é que ela vai encerrar a pessoa num quadradinho ponto final mas nesse começo vai apontar Qual a direção que a análise vai seguir porém
a coisa mais importante das entrevistas iniciais é chegar numa pergunta a ser respondida num processo uma questão eh quando você tá na clínica eh Geralmente as pessoas chegam com uma questão Às vezes a pessoa chega chega de uma forma mais difusa Ah tenho várias questões mas quando fala fala fala fala fala tudo acaba afunilando e tem uma questão ali então todo mundo acaba tendo uma questão não significa que só tenha uma de fato mas é uma questão central que vai dar aquela força necessária para começar o processo e pode ser e muitas vezes vai acontecer
isso essa questão vai deslocando ao longo do processo no Desenvolvimento mas é importantíssimo ter uma questão aqui que a pessoa Visa querer responder no processo para então dar início é o desenvolvimento então é interessante pensar nisso que o seu grande trabalho como Clínico nesse primeiro momento é escutar eh essa parte toda que eu falei de fazer avaliação psicodinâmica mas pegar aquilo que a pessoa trouxe como a questão a hipótese que ela tem sobre algo ou às vezes não tem hipótese Nenhuma mas que possa construir alguma coisa que ela queira responder ali vou dar um exemplo
aqui quando uma pessoa chega e fala assim eu vim aqui porque eu sou uma pessoa ansiosa eu sempre falo paraos meus alunos nos supervisionando Não comece um processo atendendo alguém porque ela diz que essa pessoa diz que é ansiosa Ah eu sou ansioso ponto fica um processo sem fim vai ficar assim aí tá menos ansioso hoje e agora tá menos ansioso e tá ansioso Fica ansiedade essa coisa amorfa a ansiedade tem que se ligar a alguma coisa específica daquele paciente daquele sujeito então eu pergunto Mas eh você falou da ansiedade mas o que que você
entende por ansiedade eh me fale dessa ansiedade e se eu pegar 10 pessoas que chegam no consultório falando de ansiedade como problema Inicial se eu pedir para cada uma delas dizer o que é ansiedade para essa para essas pessoas eu teri ali 10 definições diferentes e 10 consequências interpretações diferentes É isso que me interessa como é a ansiedade para aquela pessoa e aí você pode ter a pessoa trazendo ali Ah sou ansioso porque a minha ansiedade é porque eu não consigo ficar estável num relacionamento Ah minha ansiedade estou lá no meu trabalho eu acabo bitolando
eu me dedico tanto que eu fico só pensando naquele trabalho não consigo ter vida para outras coisas Ah eu eu fico ansioso quando estou em situações em que eu sou O centro das atenções e que as pessoas estão olhando para mim então aquilo que era só uma ansiedade uma coisa né um nome ali flutuando já começa a ter um contexto eu posso pegar esse exemplo dessa pessoa que diz ah que sente essa ansiedade quando essa ansiedade quando é centro das atenções tá Tá mas e quando você é sente das atenções e a pessoa começa a
me contar e ela passa por várias situações em que ela é Seme das atenções Opa Então o negócio que Incomoda o ansiedade Achamos um contexto eh E isso acontece várias vezes dela ser o centro das atenções e você vai escutando e vai fazendo certas perguntas e até que essa pessoa vai lá e mostra que ela sempre busca situações e que ela centro das atenções é você pensa assim como Clínico ué mas se que o que deixa ela ansiosa é ser o centro das atenções e essa pessoa tá sempre sendo o centro das atenções e ela
na verdade ela Promove esse lugar essa busca de lugar de seu centro das atenções Então ela está buscando ser ansiosa se eu consigo fazer esse tipo de leitura com essa pessoa esse tipo de fechamento eu consigo chegar numa pergunta olha mas você diz da ansiedade de não querer ser o centro das atenções mas constantemente você Visa ser o centro das ões e depois sofre com isso o que que será que acontece a né Por que faz isso esse é um tipo de questão Essa é um tipo de Questão que tem força para começar um processo
porque a pessoa sofre poderia trazer outras coisas a pessoa traz ali que sei lá que sempre é rejeitada me sinto muito sou pessoa rejeitada na minha família e aí vai contando várias histórias de rejeição mas quando vai contando as histórias de rejeição ela começa a mostrar que ela acaba entrando em situações que a rejeição é inevitável então sempre me interesso por pessoas que são comprometidas E aí chega uma Hora que eu coloco em cheque o eu a outra pessoa a pessoa escolho o parceiro que já estava a parceira que já estava e eu sou rejeitada
e tem uma certa repetição constante desse lugar de rejeitada Então estou numa análise estou numa terapia para entender por que eu me sinto rejeitada rejeitado ansioso ansiosa e eu sempre procuro essas situações para ajudar ainda né a essa pergunta aqui é legal você escutar as várias situações que ISO aparece então Eu costumo trabalhar com uma ideia de setores de escuta você vai escutar Geralmente eu pego cinco grupos assim que é por um desses lugares que a pessoa chega no seu consultório ou relacionamento amoroso né o relacionamento namoro casamento coisas do tipo relacionamento familiar Ou questões
culturais sociais amigos a cultura a religião ou questões do trabalho ou estud ou questões orgânicas fisiológicas né doenças somáticas coisas Do tipo vai chegar para uma dessas cinco aqui então quem chega no seu consultório vai chegar ou por uma questão de relacionamento com parceiro ou parceira ou com a família ou com a com a cultura com amigos com a religião ou vai chegar com a questão do trabalho ou da escola ou vai chegar uma questão orgânica questão de uma doença coisas do tipo vai chegar dessas portinhas nessas investigações que eu faço aqui para chegar nisso
eu sempre Vou escutar a pessoa entrou por uma portinha ela veio aqui para esse lugar né da dos relacionamentos o namorado namorada eu vou escutar o quanto isso se repete nas outras áreas claro que de uma forma assim diluída não vou perguntar mas e nessa área e nessa área eu sempre vou escutando Eu imagino assim na minha cabeça várias gavetas né a pessoa fala Opa isso aqui é da gaveta dos relacionamentos tá aqui ela faz isso ela busca esse lugar de rejeição dos Relacionamentos aí eu vou escutando at trá no trabalho aquele chefe que não
valoriza aquele chefe que sempre prefere os outros mas aí Traz o quanto é Inconveniente em várias situações do trabalho Opa Tá de novo se enfiando numa situação para ser Inconveniente tá sendo deixada de lado Já se leu como rejeitado gavetinha do trabalho então eu vou escutando e se isso aparece em várias gavetinhas além de trabalhar nessa escuta olha só o que está acontecendo eu Mostro ali ó nessas várias situações então quando pessoa tem essa coisa que ela faz mas não gostaria de fazer que ela quer mudar é um tipo de questão que tem força pro
desenvolvimento aí claro que quando eu falo aqui da força pro desenvolvimento eu trouxe essa questão é só um dos exemplos é importante ter uma questão para começar um processo seja isso pode ser a questão da paternidade da Maternidade do casamento enfim alguma questão para dar essa força começou Então o desenvolvimento o desenvolvimento é a parte mais longa do do processo né é que é de fato o dia a dia as semanas ali da terapia da análise e que eu vou mostrar para vocês daqui a pouquinho h quando eu penso no desenvolvimento penso nas várias sessões
eu vou mostrar a estrutura das sessões tá eh desenvolvimento então é o dia a dia e e é importante Verificar como essa questão vai aparecendo ao longo das sessões Eu Costumo pensar que Cada sessão tem ali uma questão é muito parecido Cada sessão com a própria estrutura do processo né porque você tem uma questão geral que a pessoa começa o processo ela vai trazendo sobre isso E à medida que ela vai trazendo Cada sessão eu sempre tento para mim não preciso falar pro paciente isso para analis an isso mas eu sempre pego a questão daquela
sessão eu tô tentando escutar na relação com a questão central Que ela começou o processo claro que isso nos primeiros nas primeiras semanas é muito fácil de fazer porque tá sempre fazendo essa o que acontece Às vezes que a pessoa tá muito tempo com você e aí a questão se desenvolve e já não tá mais fazendo referência a nenhum ponto aqui das entrevistas isso é ruim é quando começa a perder esse ponto de fazer uma articulação Isso fica muito ruim por isso que às vezes o tratamento tá Viciado o tratamento ele tá Ah estagnado virou
uma relação quase de bate-papo Às vezes acontece um erro muito comum de psicólogos e psicanalistas que fala assim ah eu dei AA para paciente porque não tinha mais questão nenhuma opa não tinha mais questão nenhuma o primeiro ser humano que Zerou as questões da humanidade não tinha questão nenhuma será que é isso é claro que existe obviamente situações de término Mas tem que tomar cuidado para não ser uma Resistência do psicólogo do psicanalista tipo não consegue explorar mais nada e o processo acaba ficando cansativo aí o paciente analisante começa a faltar fica sem vontade de
ir enfim mais uma vez mesmo no desenvolvimento sempre tem uma pergunta tem sempre uma pergunta que está levando o processo a caminhar a caminhar a caminhar a caminhar e muito cuidado aqui terapia anl e análise não é contada a semana não que não possa contar da semana tá Terapia análise é o tempo todo fazendo uma relação com a história da pessoa eu costumo colocar três e tipos de conteúdo assim tem aquele conteúdo que é sempre fazendo referência a um passado distante a infância tem aquele outro conteúdo que é o passado mais recente as relações mais
atuais né o último ano ali uma coisa mais recente de conflitos e questão ali com o analista né problemáticas com o analista Então tá sempre circulando nesses lugares ou tá Falando de uma questão de como se sente na análise ou às vezes fala do analista enfim né falando da relação transferencial ou tá falando de uma questão das problemáticas mais atuais às vezes até mais recentes mas nunca se esqueça que também tem a questão lá do passado Às vezes a pessoa pensa assim ah pensando em psicanálise né a psicanálise só fica no passado isso não é
verdade é que o passado tem ali as experiências mais intensas que acabam irradiando a a Energia libidinal coisas do tipo para conflitos atuais Então não é que a questão Fica só no passado é que o passado é sem sempre um lugar também de revisitar num certo sentido é sempre um triângulo que eu falo é o que tá acontecendo ali na análise com aquele analista situações recentes que a pessoa traz E aí faz articulação com coisas lá do passado da Infância e volta para por exemplo né a pessoa ela começa o analista ou o psicólogo frustrou
algo Porque não fez o que a pessoa pediu se ela pediu um novo horário pediu para pediu para sei lá fazer num outro tipo de de perfil de pagamento e o terapeuta falá e fala não não vai ser assim tem uma frustração e a pessoa começa a se comportar com o analista numa certa Retalhação ao invés de negociar acaba mais regredindo e falta e enfim eh fala coisas meio que na em formas de ataque pro terapeuta E aparentemente o que seria um ataque um Analista nada mais é que uma reedição de conflitos do passado então
da mesma forma que quando era frustrada essa pessoa ela atacava ali a atacou a mãe meu pai ou não pôde fazer isso teve clar que se se encolher ficar quieto coisas do tipo Olha que o analista está fazendo aquele exercício regredido e o analista precisa mostrar Olha o que você tá fazendo aqui né na verdade assim você tá dando uma resposta neurótica Eu não falo isso Tá Mas só para entender a pessoa tá Dando uma resposta neurótica para mim regredido Eh sendo porque ela está tomando essa situação presente como uma situação lá do passado então
sempre enxergar essa estrutura temporal de um triângulo pois bem chega uma hora que aí eu tenho que pensar no término é claro que isso aqui gente você está atendendo você faz supervisão seu supervisor tá te ajudando nesses processos aqui você tá estudando teoria Você tá estudando sobre prática é você tá ali seguindo esse Processo que você atende a pessoa e chega uma hora que as questões começam efetivamente a ser o conflito Inicial porque buscou uma terapia porque buscou uma análise desaparece ou começa a se resolver e a pessoa já não precisa mais daquela terapia e
é importante isso aqui ó caminhar pro término algumas vezes ou muitas vezes tem terapeutas que T essa dificuldade de Hip término mas não hip término como ah pensado né Desse término assim ah o Processo tá meio parado eu vou parar o processo então não tem mais questões o lance é o término também é um outro momento não é assim ó então acabamos o término é uma coisa que você anuncia olha ter mais n você faz lá uma revisão você chegou aqui fazendo questões você faz uma revisão desde que veio aqui ao desenvolvimento Quando vai acontecer
o término sei lá quantos meses depois ou até anos você faz uma certa recapitulação e aponta que o processo Vai encerrar só que você coloca ali algumas semanas antes olha teremos mais quatro sessões E aí nós finalizaremos por quando você anuncia o término é comum é comum resistências não querer parar é comum o paciente piorar e isso pode acontecer lá tem esse aviso só que você tem quatro sessões seis sessões para conseguir fazer esse término e tem algo que eu tiro da psicoterapia breve que é a questão do follow up que eu acho bem Bacana
por mais que tenha o término não significa que a pessoa está blindada e que nunca mais vai precisar fazer terapia na vida mas você pode fazer uma coisa que nós na psicoterapia breve que é você faz o encerramento e fala Olha daqui se meses eu vou entrar em contato pra gente marcar uma sessão E aí você marca uma duas sessões vê como é que tá se realmente a coisa continua eh resolvida não precisa seguir o processo joga para mais se meses faz o segundo Followup dali mais se meses mas se porventura alguma coisa saiu dos
eixos teve um um luto no caminho ou teve uma pior outra questão aí você pode começar com novo processo tá então é legal você enxergar que processo tem entrevistas iniciais desenvolvimento término e followup pensando nos atendimentos eh lembra muito que eu acabei falando aqui na questão das entrevistas iniciais porque a estrutura é a mesma porque na Entrevista Inicial Eu usei estrutura de uma sessão Mas tente enxergar que toda sessão acontece isso a pessoa tem que chegar num problema tem um desenvolvimento e tem um término sempre assim nem sempre tem sessões que de fato fica uma
coisa parece que não vai fica meio morna mas a a grande parte das sessões tem que respeitar essa estrutura tem um problema de questão tem terapeutas que perguntam o que que você veio resolver aqui hoje é O que que você quer tratar aqui hoje tem outros que nem pergunta nada começa com uma conversa Você viu lá o jogo do Corinthians P vi o jogo não sei o quá Pois é foi lá com meu filho foi legal né daí só que daí meu pai também quis e E aí você sabe como é meu pai eu já
fiquei assim e aí meu pai e aí meu pai ele é muito rígido comigo meu pai cara a questão do Pai apareceu o problema da sessão foi o pai na história então pode ser que você vai numa conversa e algo Vai começar a a a orbitar numa questão que vira questão da sessão e ou pode ser dessa forma às vezes mais direta que que você veio tratar aqui hoje funciona para todos os casos pra grande maioria sim vamos ter o caso que não vai funcionar assim sim Mas aí tem outras técnicas mas eu quero mostrar
um esquema geral que já vai resolver muito do seu problema beleza colocou o problema aqui então uma vez que chegou nesse problema vem o desenvolvimento muito parecido com o que Tá aqui são as associações chegou na questão do Pai esse pai é muito duro muito cruel é muito isso aquilo e você começa a escutar mais sobre esse pai aqui você aproveita até para passar pelos setores que eu falei se necessário mas aqui na sessão em termos em tempos de sessão uma sessão durou aqui uns 45 minutos 50 minutos né O problema vai aparecer ali entre
os 10 minutos iniciais gente não é para tomar exatamente assim opa deu 10 minutos qual Que é o desenvolvimento agora não é isso mas normalmente assim a coisa vai se colocando logo no comecinho o maior tempo é do desenvolvimento das associações que a pessoa faz isso aqui ó é o mais imprevisível né por isso que eu falo pouco aqui porque pode para tantos lados que fica difícil abordar aqui com vocês mas quando eu falo do término aí a coisa eu posso dar algumas indicações para vocês né Tipo o jogo de xadrez aberturas e fechamentos posso
tem tem as Jogadas mas o desenvolvimento vai depender de cada jogo mas uma coisa interessante assim que eu escuto direto Ah eu não sei finalizar atendimento Ah meu paciente não para de falar a sessão acaba quando estourou o tempo é legal você ter o reloginho ali para você ver né geralmente a gente deixa o reloginho meio esido que só você tá vendo você pode dar uma olhada assim enfim mas quando tá ali sessão de 50 minutos por exemplo chegou ali por volta de 40 Minutos 45 minutos faltam 5 minutos para acabar 10 minutos para acabar
você pode tomar a palavra de alguma forma você pode pegar assim olha aproveitando que você tá falando sobre isso e tem alguns estilos de fechamento eu indico para você se você tem esse problema aqui começa a usar essa forma não é a única tem outra tem aqui tem o tempo lógico por exemplo né que os lacanianos usam que a sessão Suspende num certo ponto e pode ser bem menos tempo de 50 minutos tem o tempo da espátula do Wi que acho que é uma outra proposta o paciente saia se sentindo e completo e alimentado mas
eu quero trazer uma coisa bem prática para vocês é o esquema revisão a pessoa tá chegando ali depois de certo tempo de sessão tá faltando alguns minutos é hora que você fala olha gostaria de falar um pouco do CR né gostaria de falar sobre tal coisa ou Nem fal gostaria você pega um gano assim olha você falando sobre isso e aí você coloca você falando sobre isso logo que você começou a sessão e você falou do jogo e você foi lá com o seu filho o seu pai e o quanto aí eu falo um pouco
de tudo que aconteceu e o quanto do seu pai que essa pessoa que fez isso com você que falou isso com você Mas é interessante que você sempre chama ele Ó eu já caminhando aqui ó para onde para aquela pergunta sabe a pergunta que Tinha aqui é a mesmo mesmo tipo de pergunta que tem aqui Apesar desse pai causar toda essa indisposição ele sempre é convidado então ele é convidado e assim mas se isso faz mal por que faz isso que que espera desse pai Então veja que a sessão acaba com uma certa suspensão assim
que que espera desse pai só que tem um detalhe que é a tal da retificação subjetiva que também estava aqui mas eu não falei o nome que que é retificação subjetiva Aquilo que a pessoa é quando a pessoa se reconhece como causadora daquilo que ela se queixa não é culpada é causadora porque veja só se e esse pai causa o malestar qual que seria a coisa mais lógica então evita esse pai só o que acontece ele convida o pai todas as vezes então assim ele cria a situação que acaba fazendo mal para ele mas você
fecha só que ele faz isso não de que acha barato fazer isso é porque não consegue não fazer isso e na terapia é Começar a mostrar que ele faz isso ele se questionar porque faz isso e quando ele se questiona ele vai ficar com essa interrogação vai para casa até a próxima sessão pensando sobre isso e pode ser que ele chegue assim eu faço isso porque eu busco um reconhecimento eu faço isso porque eu busco eh que ele um dia veja a minha importância ou eu busco isso porque lá no passado quando meu irmão ficou
doente eu me senti responsável pela doença do meu irmão e eu acho que Meu pai tem que me tratar mal porque eu preciso sofrer uma punição Então são várias coisas que podem surgir desse tipo de operação chegou no final apresenta a história retificação subjetiva pergunta e deixa a pessoa eh com esse tempo de elaborar e pensar em casa então aqui ó organizar o tratamento enxergue assim organizar a a estrutura da sessão enxerguem assim ponto final para pensar na questão prática o contrato vocês têm que ter Clareza no contrato eu já escutei isso de várias pessoas
é o Freud coloca as pessoas têm duas dificuldades para falar dificuldades para falar sobre sexo e sobre dinheiro né e o contrato passa por questões de dinheiro por questões da dos limites da análise contrato tem que ser feito o contrato não tem que ser contrato escrito não é usual na clínica ó Assina aqui contrato é verbal Mas deixe Claro Então olha nós vamos vamos você fez aqui né o o processo Ah então Eh você colocou lá né você chegou com essa questão eu percebo isso isso e vejo que é uma questão a ser trabalhada aqui
numa terapia numa análise que que você pensa disso beleza pessoa se interessou aí você fala bom eu trabalho da seguinte maneira eu trabalho nós vamos trabalhar com sessões semanais essas sessões duram em média 50 minutos pode ser que passe um pouco Pode ser que seja interrompido um pouco antes quando for necessário escutar alguma coisa antes ou depois Eh e aí o que eu sugiro quando eu fala de pagamento você cobrar por sessão alguns motivos um dos motivos para cobrar por sessão é a pessoa paga por aquilo que foi produzido naquela sessão quando você faz o
pagamento do mês fica diluído O que foi falado imagina uma sessão que não foi produzido nada pessoal só Ficou ali enrolando enrolando e análise não feio não caminhou para nada a terapia não caminhou E aí na outra sessão rolou mas No final do mês ela faz lá um pix para você fez um pix e não tem assim esse valor se refere a qual sessão né esse dinheiro se refere ao valor de qual sessão Então acho muito legal esse negócio da pessoa acabou uma sessão produziu algo ali porque algo se produz nisso né veja ele chegou
se queixando do futebol que o pai foi lá e depois se dá conta de que ele acabou convidando esse pai e fica essa relação de malestar algo você produzir você vai pagar por isso Nessa sessão então tem esse lado que em termos eh de de de objetivo Clínico eu acho o melhor de todos né porque é muito claro dessa maneira tem uma questão que até o Freud coloca eh de não acumular tantas sessões que dá aquele preço que o preço fica muito maior a pessoa fala nossa é muito caro aqui estou pagando nesse mês todo
Enfim acho que tem esse problema e tem o problema da inadimplência as maiores inadimplências é quando você cobra por Mês eu sei que você vai pensar assim Eu já faço um pacotão Eu já vendo as sessões pro paciente e Já tá pago Cara isso não é característico da Psicologia nem da psicanálise aí virou produto demais a pessoa já comprou o serviço e vai usufruir aí você tá devendo para ela você tem que dever você tem que n Você tem ela ela tem sessões em a ver com você isso descaracteriza porque o pagamento ele é analisável
ele faz parte do processo então muitas vezes a Dificuldade do psicólogo do psicanalista em lidar com o pagamento e aí coloca nessa conta faz um pix para mim aí não quero nem ver o que que é volto a falar é muito importante porque se você faz esse processo todo término de sessão tem isso e paga por isso as sessões estão todas amarradinhas assim tá tudo funcionando muito bem a chance de andar adimplência é muito menor quando você tem pagamento por sessão e já aproveitando de pagamento acaba com esse Papo de preço social né o preço
social para quem é da nossa área não faz sentido porque nós temos lá a tabela quem é psicólogo tem a tabela do crp quanto custa a hora de um psicólogo Clínico beleza mas um psicanalista ele não tem uma tabela de preços Mas uma coisa que é da nossa prática seja psicólogo seja psicanalistas é muito comum negociar valores Então se o preço social é como se fosse um preço já estabelecido Como abaixo do abaixo do Quê né vai depender de cada pessoa que ela vai me contar ali e o que ela tá disposta a a pagar
por sessão volta a falar por sessão e você vai definir se isso é possível ou não eh tem pessoas que eu cobro eh X tem pessoas que eu cobro x so 5 né 1/5 do que eu cobro do outro mas não é pela cara da pessoa Ah se aqui tem dinheiro eu vou cobrar mais esse Vou cobrar menos porque não tem nada a ver você pode ter Uma pessoa que é Milionária mas assim ela não tá disposta pagar nada né então às vezes você vai precisar trabalhar de alguma forma para que mesmo aquele valor que
seja que é pequeno passa para uma dimensão da falta porque o dinheiro é analisável é já teve caso de pessoa que eu fui atender que o dinheiro em si não era o problema mas eu cobrar em espécie era um grande problema porque forçava essa pessoa ir no banco e isso trazia lembranças de quando tinha que com o pai No banco com avô no banco então Eh o não era o dinheiro em si mas era o valor e como eu cobrei que era a questão do papel da da da nota ali da em espécie eh que
mais e aí você vai ter Às vezes a pessoa que você julga ah essa pessoa é muito pobre não vai conseguir pagar a sessão e a pessoa não eu consigo pagar né eu tenho tenho esse recurso Eu quero pagar dessa maneira tem algumas coisas para levar em consideração por exemplo quando você vem com esse papo de cobrar Muito baratinho ou quando vai fazer sessão de graça o Freud fala quando quando você não cobra a sessão você cria a dívida mais cara que existe que é a dívida impagável da gratidão o paciente não tem que ser
grato a você vou dar um exemplo na época da pandemia muita gente perdeu emprego pessoas que pagavam valor cheio não conseguiam mais pagar pessoas queriam começar um processo e não tinham grana eh eu não fechei de graça com ninguém eu Fechava sim você vai pagar Sei lá eh x sobre 10 a sessão x sobre 20 a sessão o valor um valor que era baixo mas para aquela pessoa naquele momento de realidade era o que ela conseguia pagar e ainda assim com uma certa atenção eh e depois que passou o tempo a pessoal voltou a trabalhar
teve uma recolocação essas coisas o valor foi reajustado e voltou pro valor de sempre que era antes só que aquele período não foi um favor aquele período foi um pagamento dentro Da realidade que era possível naquele momento e outra coisa cuidado quando você vai fazer esses preços né vou fazer baratinho para todo mundo chega numa hora que você tem 20 pacientes e você não tá ganhando o suficiente para bancar o seu consultório escutei muito essas histórias o atendimento social não gosto do nome eu acho que tem um atendimento de fato que você leva em consideração
cada um que você atende acho que você pode Fazer Claro dessa maneira também não tem problema mas o social ele sempre precisa aparecer como uma coisa que você oferece quando você já tem sua Clínica ofereça os tratamentos tem seus lá que você cobra tanto e você abre uma agenda alguns horários que você pode fazer fazer uma negociação uma negociação e cobrar menos mas você não vai falar isso Olha vou eu posso te atender T horário que é o horário que eu cobro mais barato das pessoas que tá dizendo o que né tá Dizendo que é
um lugar que já existe para pessoa chegar lá não você tá fechando com a pessoa o preço com aquela pessoa ponto cobre por sessão pessoa não pagou na sessão você fal então na próxima você tem que acertar duas você vai ter que liar com dificuldade em cobrar as pessoas Tá bom então com isso aqui gente você vai resolver boa parte desses problemas de atendimentos instáveis desistências estagnação e calote Vamos agora para um Outro problema né outro grupinho de problemas que tem a ver com teoria sua falta de domínio de assunto não saber articular teorias não
saber colocar na prática O que fazer com tantos autores o que eu recomendo é você utilizar o que eu chamo de Matriz do pensamento Clínico né Eu gosto muito de usar isso como referência quem já foi meu aluno nas faculdades que eu dei aula ou cursos de psicanálise formações já viu esse esquema muitas vezes essa divisão aqui Que eu gosto muito por qu é uma divisão que eu entendo a que seria ali o o desenvolvimento psicossexual né o processo de de de de desenvolvimento Mas também eu uso para encaixar as várias teorias e os vários
autores aqui eu vou dar um exemplo para vocês para vocês entenderem esse esquema aqui não fui eu que inventei foi o Freud então para começar tem um texto do Freud que eu indico muito que é o compêndio da Psicanálise porque ele ensina como ele faz um trabalho prático mas isso aqui você vai encontrar num texto chamado introdução ao narcisismo que o Freud faz uma divisão ele fala do do do investimento libidinal ele faz uma divisão em al erotismo narcisismo amor de objeto e por que que isso é tão legal para você enxergar várias coisas da
teoria acontecendo dentro dessa estrutura aqui então a gente pode começar assim pensando do alto erotismo Que é o estado inicial da libido a gente pode pensar num bebê inicialmente que no primeiro momento ele chupa o dedo ele morde a mão ele tem um prazer ali no próprio corpo só que ele não tem uma consciência de si Nossa que delícia eu estou ali chupando meu dedo estou aqui mordendo meu pé Isso é muito complexo Isso vai acontecer um pouco depois Então nesse primeiro momento não existe uma consciência de si não existe um eu o eu começa
a existir aqui ó Nessa passagem Do alter erotismo para o narcisismo surge um tal do eu ou também chamado como ego mas o ego dentro da perspectiva psicanalítica você pode pensar assim poxa mas eu não sou fã da psicanálise eu sou psicoterapeuta e não sou chegando em psicanálise ainda assim vai nesse raciocínio que vai te ajudar mesmo que você não seja o maior fã da psicanálise se você é fã segue se você não gosta tanto vale a pena porque S vai te ajudar a estruturar raciocínio Clínico só isso Depois você pode abandonar Tá mas enxergue
isso eu tenho alto erotismo eu tenho aqui a formação do Eu ou o ego e dá início ao narcisismo você sabe já que você é um PSI que narcisismo não é uma pessoa patológica narcisista aquele narcisista assustador de Instagram que é perverso que é ma que Visa machucar todas as pessoas e ser tóxico Não quando eu falo de narcisismo é esse estado que toda criança passa de ficar fascinada por si Mesmo se olhando na imagem do espelho se olhando ali nos olhos dos pais apare aparece né o pronome eu eu eu me dá me dá
me dá começa a puxar tudo para ela aqui eu tenho agora criança se satisfazendo de ser alguma coisa de ser um si mesmo a mãozinha que antes não tinha essa ciência que era dela ela passa a ter essa consciência que essa mão é dela ela começa então a ter uma consciência de si Guarda essa ideia não tem consciência de si consciência de si Pois bem se você quiser pensar pegando emprestado o Freud ele chama o que vem antes aqui de ID né Ó o ID é essa parte mais primitiva da personalidade mais impulsiva que só
avisa eh a sua satisfação não leva em conta a realidade externa todas essas coisas mas quando tem um eu o eu já leva em conta a realidade externa se a gente for pensar né a mãe que cuida do bebê no começo ela sabe se o bebê chorar el não espera ela sai correndo do banho pelada para acudir A criança quando a criança tá um pouquinho mais madura já tem um eu ali ela já sabe que ela pode já pode falar pro bebê né mamãe já vai espera um pouquinho tô indo então já tem aqui Um
eu que leva em consideração o qu a realidade mas L em são naquelas porque ainda tá numa posição narcísica o Freud até chama aquele de Sua Majestade O bebê é muito legal isso aqui porque o Freud mostra e eu mostro para vocês que isso aqui gente Ó enxerguem aí Isso aqui é um lugar de pouso o pessoal adora pousar nesse lugar narcísico vou mostrar daqui a pouco o porquê bom Seguindo aqui nesse processo a a criança vive esse narcisismo mas chega uma hora que vai acontecer a tal frase do satre né O inferno são os
outros quando eu sou obrigado a constatar que tem um outro aí na história e na clínica as pessoas estão falando do quê desse outro esse outro aí Que impede o meu se mesmo que me impede de fazer o que eu quero por que que é o narcisismo o mundo funciona como minha vontade de representação ou então eu quero fazer o que eu quero eu quero ter prazer eu quero que as coisas sejam do meu jeito o trânsito deveria funcionar todos do jeito que eu dirijo o trânsito funcionaria muito bem mas tem o raio do outro
enfim isso aqui em termos de desenvolvimento o Freud mostrou pra gente o tal do complexo de Épo né complexo de épo é o quê é a criança aqui ó o bebê ou a criança colocar a criança criança que ela nessa relação com a função materna não é a mãe a função materna vai possibilitar esse narcisismo aqui só que aí chega o pai na história ou mais precisamente a função paterna e faz o quê interdita aqui ó então a função paterna nós falamos que é o lugar da lei lei de interdição lei da castração né então
isso daqui monta Um triângulo edípico Por que que é interessante isso é que nessa hora a criança ela deixa investir nessa mãe que mantinha a criança no seu narcisismo ela vai precisar fazer o quê buscar o seu amor fora ela sai dessa relação aqui com a mãe né Se a gente for pensar e busca alguma coisa fora daqui então busca alguma coisa fora mas sempre visando o quê o que todos nós visamos voltar para esse lugar narcísico sabe aqu lugar Ah será tão Mais fácil Se tudo fosse do jeito que eu quero Vamos jogar isso
aqui pra prática Vamos jogar paraa prática As pessoas chegam nos consultórios se queixando das outras pessoas e etc e elas não estão dispostas a mudar elas estão elas querem que na verdade todo mundo se adeque ao que elas querem então quando até quando eu falei aqui para vocês a pessoa chega para mim e fala assim olha eu sou uma pessoa Ansiosa ela já quer que eu faça assim ah você é uma pessoa ansiosa então pera aí que eu tenho o tratamento para o ansioso ou seja como se fosse um só existe o ansioso no mundo
volto aqui que Sua Majestade o bebê vamos tratar o ansioso fica nesse lugar narcísico não preciso nem fazer esforço para para me queixar da minha vida o nome já resolveu mas quando eu penso na ideia de escuta mas como é que é essa essa ansiedade essa depressão como é que é Ser borderline força a pessoa a sair desse lugar aqui ó e falar do ponto de vista dela da experiência dela então eu tenho aqui relações triangulares então eu sou depois complexo de EDP o sujeito tá expulso ele tá aqui ó ele tá aqui nesse lugar
de amor e objeto mas não podemos esquecer e o Freud coloca que o que resulta desse complexo de EDP da ameaça de castração da lei é um negócio chamado quê [Música] super eu super eu ou superg eu usei suere eu porque eu chamei de eu aqui mas pode ser Ego e sug Então veja que isso isso aqui isso aqui tá no Freud Então quando você fala assim ó falta domínio dos estudos e aí tô pensando em estudos psicanalíticos para começar depois você pode fazer articulações se você começa a estudar dentro dessa perspectiva a coisa começa
ficar muito claro então assim você tá Estudando a questão do narcisismo bom você já localiza aqui você tá estudando a questão do da transferência Então você vai pegar lá n minha sugestão você pode pegar um dicionário de Psicologia ou um dicionário de psicanálise pega o verbete ali transferência o que que é transferência você tem que saber você tá na clínica isso aqui Depende muito da transferência mas eu pego a transferência e a transferência fala sobre a questão de uma de uma estrutura De amorosa que é criada na relação analista e e o analisante Né o
analisante coloca o analista no lugar e cria-se uma relação de eh transferência com relação amorosa que tem a ver justamente com essa passagem aqui então eu vou estudar ass bom a transferência Ah ela entra aqui porque a pessoa tenta arrastar o analista para esse lugar narcísico entende Ah eu vou estudar estruturas clínicas vou estudar Psicose vou estudar neurose vou estudar Perversão puxa eu coloco aqui também quando eu vou estudar Isso isso está no Freud você pode pegar lá a perda da realidade na neurose na Psicose por exemplo você pode pegar o caso schreber você pode
pegar o homem dos Ratos o homem dos lobos caso Dora eu vou estudar esses casos e localizar aqui dentro quando eu vou localizar aqui dentro Eu sei Aí claro que eu vou fazer um salto eu sei por aí você tem que pegar os estudos mas eu sei que a Neurose a coisa tá concentrada aqui ó Quem que é o neurótico o neurótico Ele está aqui n Ele está aqui interditado por isso que ele não subverte a lei se subverte sente culpa só que na fantasia o neurótico Vem Para onde para cá ó na fantasia ele
vem para cá Só que ele não sustenta na realidade isso quando eu penso na perversão A perversão tá no lugar narcísico só o que que faz um bom perverso ele faz carinha de neurótico semblante de neurótico mas na verdade Ele fica nesse lugar narcísico só importa ele certo e é interessante que o Freud até traz tá estudando Tô estudando e colocando aqui aí você pega lá Os três ensaios sobre a teoria da sexualidade eu fr coloca assim a neurose é o negativo da perversão pô que frase é essa a neurose é o negativo da perversão
vamos pôr para cá vamos pegar esse assunto que eu não sei vamos colocar aqui a neurose é um negativo no sentido de negativo do filme fotográfico que a perversão que é Uma cena acontecendo atuada Ah que toda criança teve ali sua vivência perversa por conta dos seus desejos eh subversivos que é uma qualquer criança tem né de eh machucar o o outro ser machucado assistir como voir ser assistido Como exibicionista várias coisas que no adulto chamaria de perversão que na criança não é uma perversão porque ela não tem a noção de que isso é uma
subversão Isso só vai ser percebido Essas vivências todas da Infância É só quando começa aqui ó complexo de edpon e a Lei entra em cena aqui que aí sim aquelas práticas que a criança tinha aquelas práticas que no adulto seria perverso é só com tem a lei aqui que vai trazer esse sentido de uma transgressão de uma perversão antes disso não tem essa noção então quando eu pego essa frase a neurose ou negativo da perversão tô dizendo o seguinte a neurose é o negativo ou seja é uma foto é um Estático da perversão então a
neurose é uma foto da perversão que foi a infância pensando no Freud aqui qual a implicação disso O neurótico ele não põe em Ação nada ele tem só esse Flash essa lembrança vaga que é a fantasia subversiva narcísica enquanto perverso não ele continua nesse lugar aqui ele não sai da ação por isso que a gente fala assim aquilo que o perverso atua o neurótico só fantasia então esse esquema eu já sei onde encaixar aqui ah eu vou Pegar por exemplo caso schreber no Freud caso schreber tá falando do Don Daniel pobre que começa ali ele
tá começa nesse lugar um cara muito vai descido o narcísico e ele começa com uma questão persecutória que tem tudo a ver com esse momento aqui narcísico de autorreferente tudo sobre mim só que ele começa a entrar num colapso colapso desculpa hipocondríaco e o hipocondríaco começa a ser uma ameaça de perda do eu e um retorno para cá ó para esse lugar al Erótico então quando eu pego lá as por exemplo as psicoses eu vou localizar aqui por exemplo coloquei a neurose aqui a perversão aqui e eu pego a Psicose tanto aqui quanto chegando até
aqui eu tenho Psicose por exemplo a paranoia ela tá dentro do narcisismo mas a esquizofrenia ela está aqui no atismo Porque tem uma quebra do Eu a melancolia né ó melancolia por exemplo ela se localiza aqui na perda do eu na identificação com Objeto perdido aí você vai ler luto e melancolia do Freud que que ele tá contando que tem certos lutos que acontecem em que a pessoa entra num luto e retorna do luto e tem o tal do luto patológico que a pessoa ela parece que vai junto com o objeto perdido morre junto com
objeto então isso é só para mostrar sempre que eu estou estudando escutando alguém na clínica eu tô usando isso aqui quando eu falei aqui Da minha Escuta aqui eu mostrei a escuta sem a teoria Tá mas quando eu escuto nas entrevistas que eu falei da avaliação eu tô verificando se tá numa posição narcísica ou mais uma posição de amor objetal se é a pessoa que tá né a numa posição eh persecutória como é que lida com a lei né O que que faz com essa lei E aí dentro disso eu tenho a histeria neurose obsessiva
fóbica assim tudo isso tá acontecendo Eu não vou trabalhar aqui com vocês só tô dando uma sugestão de Como começar a estudar em cima dessa Matriz de pensamento porque aí eu pego essa falta de domínio e eu começo a colocar dentro dessa estrutura eu começo a dominar por qu eu tenho uma estrutura e tudo acontece dentro dessa dinâmica aqui só que veja que eu coloco aqui né ó não saber articular teorias aí você vai ver bom Freud já tô estudando mas que que tem a ver Freud com a Melanie Klein E aí fica lindo olha
que legal a Klein vai dizer assim olha o Freud ele lidou Foi foi trabalhi com com as questões edípico superg depois o complexo de complexo de EDP só que ela fala assim mas eu localizei no meu atendimento de crianças que a CL atendia crianças e eu percebi ali que o complexo de hedp não acontece aos 5 anos é muito antes é um Édipo precoce E também o superg Ele também é um superg arcaico Ou seja a Klein ela tá contando a história não a daqui como Freud fez Esse esse espaço todo ela vai da onde
daqui para trás né Então ela tá pegando ali a criança de dois anos e trabalhando nessa região a criança narcísica que não lida com objetos totais ainda né Precisa cindir os objetos Então ela tá trabalhando aqui né pensando na kin e nessa formação do eu que acontece por esse lado mas que no estado Inicial Esse eu não tá inteiro Então ela coloca assim ó lidar com ambivalências é muito Complexo e um eu infantil não consegue lidar com isso então lidar com amor e ódio ao mesmo objeto é muito complexo Então logo de início o que
que faz o ego do bebê cinde o objeto ó pega o objeto aqui ó bom e mau pum cinde e só consegue lidar com uma porção por vez o objeto é bom o objeto é mau o objeto é bom o objeto é mau né o seio bom e o seio mau o objeto é fragmentado o ego é fragmentado ou seja tá acontecendo aqui ó antes da estruturação do Ego mas ela coloca que depois de muito experienciar e a criança conforme amadurece e tudo mais ela consegue integrar objetos inteiros e quando objeto está inteiro o ego
está inteiro eu vou PR posição depressiva eu tenho agora essa coesão do Ego aqui ó aqui passou esse lado então o que ela fala eu consigo localizar aqui aí sei lá vou estudar oic vai e fala assim olha el coloca textualmente isso o Freud el trabalhou com questões triádicas a criança a mãe e o pai eu mostrei para vocês aqui ele coloca a melan melan cly trabalhou com questões diádicas as problemáticas da mãe e da criança né a criança e a mãe esse Essa dupla aqui e nessa relação dupla Como falei para vocês inicialmente sindo
a mãe seio bom seio o mau posição esquis paranoide e depois integrando a mãe numa pessoa Total posição depressiva e esse ego total e o Win fala porém eu ele quer Estudar as pessoas que que ainda não chegaram a ser pessoas então e ele vai falar de um tal de desenvolvimento emocional primitivo desenvolvimento emocional Opa primitivo e que ele vai localizar daqui lá para trás Então o que por que que é legal isso quando você pega isso você vê que o inicot eu consigo pegar o inicot kin e Freud eu consigo dar conta desse espectro
Gigantesco então eu coloca esses autores para conversar e quer ver uma coisa muito legal que é a questão de Tá mas para que que serve isso na prática na prática você vai escutar isso você vai escutar os pacientes triangulando Tipo olha o meu irmão ele tem tal coisa e meu pai só valoriza ele nunca me valoriza adoraria ser esse irmão às vezes diz diretamente diz indiretamente mas tá sempre fazendo essa essa comparação e esse desejo de ocupar Esse lugar aqui de seu mais amado ou tá falando F assim olha eu quero fazer quero faz quero
ser psicanalista ou seja quero ser psicanalista me imaginei ali psicanalista trabalhando no consultório bombando né sucesso Só que você tem que fazer minimamente 3 anos de formação do anos de estudo teórico e um de prática Clínica supervisionada mas não não quero eu não quero a lei claro que sempre tem quem ofereça ali aquele cursinho de psicanálise de se meses num Fim de semana e fala que a pessoa virou psicanalista Vai nessa tá enganando a lei aqui obviamente mas eu tenho pessoas trazendo essas questões aqui questão do ciúme é muito tritica porém quando eu pego pacientes
borderlines em que a questão do borderline não é o lugar do terceiro é um lugar de validação com analista é um negócio assim frontal n são até a gente brinca assim que alguns borderlines colecionam analistas porque ele vai para Detonar detonar porque é uma colisão frontal não é uma triangulação e essa colisão frontal é muito bem descrito pra teoria clana de não lidar com o analista com objeto Total quer ver um exemplo chega numa sessão a sessão foi ótima pessoa sai assim do latando você Nossa que incrível muito bom essa análise Obrigado Nossa tá sendo
tá fazendo muito sentido na outra semana ou na outra sessão chega assim te detonando pera aí mas se não tava bem a Pessoa não vai juntar que ela ficou bem num dia está mal hoje é assim ó eu só consigo odiar análise e você não consegue colocar na soma o momento bom também da análise é é ruim e ponto final ou é completamente bom ou completamente Malu até um dos indícios que ajuda a pensar nisso é quando a pessoa chega assim vim você cheguei aqui para fazer terapia com você Olha todos os outros que eu
fui são porcaria são lixo com você não com você eu sei que vai ser Diferente você é uma referência você é ótimo então assim precisou detonar todos os outros para enaltecer você desconfie isso tem cheiro de diade isso tem cheiro de posição esquis paranoide pode ser um quadro borderline E por aí vai assim como a questão da Inveja enquanto o ciúme o sujeito quer ocupar o lugar do outro né Desse Outro Desejo de um terceiro no ciúme eu só quero destruir desculpa que é isso é o ciúme na inveja eu só quero destruir o outro
que é fonte Do meu mal-estar por sentir a inveja então você pode pensar naquela relação de um casal que à medida que um se desenvolve e cresce esse aqui começa começa a destruir sentir coisas piores e só quer destruir o outro para que pare de sentir isso que é a tal da inveja não é ocupar um lugar em frente a um terceiro mas destruir esse outro numa díade e indo para trás eu vou chegar ali Nas questões dos pacientes que não chegaram a ser pessoas posso pensar no Extremo disso é casos de Psicose Claro e
também de falso self a pessoa construiu ali um uma uma personalidade para responder às expectativas de um outro mas que tem uma vida cindida tem uma vida dissociada uma vida paralela que aí você pergunta assim como é que foi sua história sua infância normal o pessoal não tem registro não tem registro porque o unicot fala ainda não tem uma unidade Então isso é só alguns exemplos eu posso pegar o Lacan na história onde é que eu Encaixo aqui o Lacan vai falar nesse modelo triangular aqui também ele trata de questões quando você pega o Lacan
com os complexos familiares ele fala do complexo do desmame complexo de intrusão fala de complexo de castração e de édico e fala aqui desse lugar objetal quando eu pego o Reich por exemplo tem um livro maravilhoso chamado análise do caráter livro fundamental pra clínica Ah mas eu não sou psicanalista não importa leia a análise do caráter porque o re até foi Como um gado da psicanálise mas mesmo assim o livro análise do caráter é muito importante pra clínica E onde ele se encaixa aqui ó sobre o caráter do eu né as características do Ego a
formação do Ego as dinâmicas do Ego ele fala tanto daqui dessas características e dessa sujeito tá aqui a relação objetal né No amor objetal melhor dizendo mas tem as suas características de personalidade né o seu tipo de caráter que tem a ver com essa modelagem do Ego então isso daqui Gente que eu uso o tempo todo você começa então tudo que você estudar você põe nessa Matriz de pensamento tudo que eu estudo Sei lá tô estudando fui estudar o Ronald Lang que não é da psicanálise Ele trabalha numa vertente uma clnica existencialista e ele é
um cara quee traz uma perspectiva do esquizoide que se encaixa muito bem por aqui Claro que tem que ter as devidas os devidos cuidados por ele tá falando Utilizando conceitos diferentes mas quando eu ponho dentro dessa perspectiva eu sei localizar onde ele está falando eu tenho lá por exemplo a da zign análise que usa ali A fenomenologia do heidegger pensando numa clínica ele fala de várias coisas inclusive a questão do ser aí a questão do ser no mundo então o ser será que eu penso aqui em triangulações ou poderia pensar em algo mais por essa
via aqui da chegada do um né a formação desse um por isso que tem Autores e estudiosos que fazem uma articulação do inicot com heidegger por tem questões aqui ó da formação do um a unidade bom Gente o que eu queria trazer para vocês é isso isso tudo aqui quem me acompanha nas redes sociais no YouTube eu sempre estou falando sobre essas coisas claro sempre trazendo mais conteúdos para enriquecer esses dois lados e você pode então aplicar isso garanto que você vai ter bons resultados Pensando por aí começar a estudar por aqui só que gente
não é só assistir essa aula e resolveu isso é pressão é manter fazendo fazendo fazendo fazendo fazendo fazendo então minha sugestão é assim coloca isso na prática desde já e comece a manter isso constantemente fazendo disso um hábito isso tudo aqui Caso vocês tenham interesse tem meu SOS PS pro que que é o SOS PS pro o SOS PS pro é um lugar em que eu coloquei todos os meus cursos você viu aí essa aulona que Eu preparei mostrando o tipo de conteúdo que você encontra nesse meu pacote de cursos o SOS PSI pro então
lá dentro tem mais de 20 cursos 26 27 cursos alguma coisa assim são centenas de aulas e além dessas aulas todas que você vai ter acesso e acesso vitalício na hotmart eu lançarei também dentro dele ao longo de 2025 diversas aulas que vão compor ali o curso psicanálise clássica e nesse psicanálise clássica eu trabalharei de cabo a rabo este livro aqui do Fish Um Clássico de psicanálise clássica são mais de 80 aulas e um preço muito legal porque Somando todos esses cursos Se você fosse comprar separadamente daria mais de R 12$ 12.000 Esse pacote sai
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