A sua natureza divina uniu-se à natureza humana. Ele é o Deus homem. Nele habita corporalmente. Habita. Não é que habitou, habita ainda hoje. Claro, porque as naturezas divina e humana de Jesus, elas não se confundem, mas elas são inseparáveis. Alguém até me apresentou uma questão essa semana dizendo como que aconteceu? O que que ocorreu? Então, na morte de Jesus, quando ele morreu, a a deidade de Jesus se separou, ela se afastou? Não, nada disso. Quero saudar os irmãos com a gloriosa paz do Senhor. Eu sou o pastor Crios Bord e estamos diante de mais uma
lição desta importante série a respeito da Santíssima Trindade, que nós estamos estudando na Escola Bíblica Dominical com a utilização das lições bíblicas adultos da CPAD. Hoje nós vamos estudar a lição de número seis, que será estudada presencialmente, se Deus quiser, no dia 8 de fevereiro de 2026. O título da lição é o filho como verbo de Deus. E o texto áuro está em João, capítulo primeiro, versículo 14, que é um versículo extraído da nossa leitura bíblica em classe, que contempla o capítulo primeiro de João, versículos 1 a 5, e também o versículo 14. E o
verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. E a verdade prática diz-nos: Jesus Cristo, o Verbo eterno, é a revelação plena e visível de Deus ao mundo, manifestando graça, verdade e a glória do Deus, a glória do Pai, do Deus Pai, nesse caso. Muito bem. Então, nós vamos já introduzir o assunto. É uma lição um tanto quanto extensa. Eu vou tentar ser o mais objetivo possível, mas para aqueles que são membros apoiadores do meu canal, claro, vocês já
receberam de maneira antecipada esse estudo que eu vou apresentar em parte aqui na tela. O estudo que os membros já têm recebido é um estudo pormenorizado. Você vai ver que tem detalhes da história que eu não vou poder falar aqui, mas que você que tem o roteiro, claro, vai poder utilizar e se aprofundar no assunto. Muito bem. Vamos então introduzindo a presente lição. Essa lição de número seis, ela gira em torno do quê? do prólogo do Evangelho de João, esse evangelho singular, que também é suplementar e autóptico. Autóptico porque ele não faz parte dos sinóticos.
Os sinóticos são Mateus, Marcos e Lucas, porque eles têm uma semelhança muito grande entre eles, embora cada um deles, claro, tenha o seu enfoque, tenha a sua ênfase principal, mas eles são considerados semelhantes, sinóticos. Já o evangelho de João é chamado autóptico, suplementar e singular gêneres, porque ele tem uma abordagem diferenciada. Nós já tivemos um trimestre, aliás, estudando o evangelho de João. Agora, nessa perícope, onde está o prólogo de João, o prólogo, você sabe que é aquela parte de um livro em que se antecipa o que vai ser tratado ao longo dele. É o prólogo,
não é propriamente uma introdução, é um eh o prólogo, ele tem essa essa esse propósito de antecipar o que vai ser tratado ao longo do livro. Veja, por exemplo, Apocalipse, quando você lê o versículo 7 do capítulo primeiro, diz: "Eis que vem com as nuvens e todo o olho verá." Agora, esse assunto da vinda de Jesus em poder e grande glória só aparece no capítulo 19 com detalhamento, porém no prólogo já se antecipa um assunto ou os assuntos que vão ser tratados ao longo do livro. No prólogo do Evangelho de João se antecipa o que
é tratado no evangelho, nesse evangelho, nesse evangelho autóptico, que é o quê? A deidade absoluta do Senhor Jesus. O Senhor Jesus como filho de Deus, o unigênito filho de Deus. O Senhor Jesus como o verbo, sim, rolos, como diz no grego. Então eu coloquei aí nessa períope o eterno filho de Deus, porque Jesus não passou a ser filho quando ele nasce. Infelizmente há alguns que abraçaram aí uma certa heresia que diz que Jesus não era filho. Ele só se torna filho quando ele nasce. Veja, ou quando ele é concebido no ventre de Maria. Não, ali
acontece o quê? A geração do filho do homem. Eu já disse em outras aulas, não confunda o filho de Deus com o filho do homem. O filho de Deus sempre existiu. O filho de Deus é eterno, o unigênito filho de Deus. Agora, o filho do homem, o homem Jesus, esse sim tem princípio, porque quando Jesus se torna homem, quando o verbo se torna homem, mais precisamente e recebe o nome de Jesus, claro, a partir dali ele é o Deus homem. As duas naturezas se unem e a partir daí elas são inseparáveis. Nós vamos tratar disso
ao longo desta aula. Então veja, na presente perícope, João capítulo primeiro, versículos 1 a 18, o eterno e filho de Deus é apresentado como rolos no grego, isto é, o verbo. Eu tô colocando aí o artigo definido, como está no texto bíblico, o verbo, a palavra rolos, mas também romonogenés ruiós. Essa expressão aparece no versículo 18, no último versículo desse prólogo. Jesus é romonogenés ruioso, ou seja, o unigênito filho, o único filho de Deus ou único do gênero. É, ele é o único filho de Deus, de fato. Claro, nós somos filhos, já explicamos isso em
outra aula, por adoção. Agora, filho de Deus, que sempre esteve com ele, da mesma substância, sempre esteve com o pai, da mesma substância, da mesma essência do pai, como veremos, somente Jesus. Os anjos são filhos também por criação. Os seres humanos são criaturas de Deus, mas filho de Deus, de fato, não é? Claro, o crente é filho de Deus por adoção. A Bíblia diz que no prólogo, aliás, que estamos estudando, que Jesus, o verbo, ele veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder
de serem feitos filhos de Deus, a saber os que creem no seu nome. Então, deu-lhes o poder. Ou seja, isso é adoção que Paulo explica lá em Filipenses, capítulo 4, ou melhor, Gálatas 4, né? Gálatas 4, versículos 4 e 5. Vindo à plenitude dos tempos, Deus enviou seu filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, para que nós alcançássemos o quê? A adoção de filhos. Então, nesse prólogo de João, nós aprendemos tanto que Jesus é o rologos, nós vamos ver o que significa isso, mas também o romonogenés
ruiós, o filho unigênito ou o unigênito filho. e também protótocos, que é um termo que não aparece nessa perícope propriamente, mas a descrição do verbo tem tudo a ver com o que Paulo diz lá em Colossenses, capítulo primeiro, quando ele chama Jesus de rop protótos, ou seja, o proeminente, que muita gente pensa que ali é uma referência ao primeiro filho, porque o termo foi traduzido por primogênito, não é, na língua portuguesa, o primogênito da criação. E aí muita gente pensa que é o primeiro a ser criado. Não. Ali o termo no grego é protótocos, é
o proeminente, é o principal por meio de quem todas as coisas foram criadas. Por isso que João diz, todas as coisas foram feitas por ele e sem ele nada do que foi feito se fez. Nós vamos tratar disso agora como rolos, rop protótocos, romogenés, ruiós, voluntariamente ele se esvaziou da sua glória a fim de se encarnar e revelar a glória do Pai. Claro que o filho de Deus, ao se tornar filho do homem, veja, mais uma vez eu estou destacando, não vá confundir filho de Deus com o filho do homem. Filho de Deus, ele sempre
foi. Ele é o verbo eterno. Filho do homem, ele se torna quando ele se encarna. Aquela profecia que diz: "Um menino nos nasceu, um filho se nos deu." Ali é uma profecia com respeito à encarnação do verbo, mas ali se menciona também atributos que ele sempre deteve quando diz, por exemplo, seu nome será maravilhoso, conselheiro, Deus forte, pai da eternidade, príncipe da paz. Quando se diz que ele será chamado, não quer dizer que a partir dali ele se torna Deus, não. Aqui na terra as pessoas reconheceriam a deidade do Senhor Jesus, o Deus forte. Não
é que ele passou a ser Deus a partir da sua encarnação, porque ele sempre foi filho de Deus. Então, Jesus sempre foi o unigênito filho de Deus. Isso é que João explica. E ele se torna o filho do homem e se torna para nunca mais deixar de sê-lo também. Aliás, Jesus virá como filho do homem. Ele disse que vereis em breve o filho do homem vindo com poder e grande glória. Não é isso que diz a Bíblia? Porque ele vem como homem. Ele não deixou de ser homem. Paulo se refere a Jesus dizendo que há
um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens. E este mediador é Jesus Cristo, homem. Paulo também diz em Colossenses, capítulo 2, versículo 9, que nele habita corporalmente. Habita. Não é que habitou, habita ainda hoje. Claro, porque as naturezas divina e humana de Jesus, elas não se confundem, mas elas são inseparáveis. Alguém até me apresentou uma questão essa semana dizendo como que aconteceu? O que que ocorreu então na morte de Jesus? Quando ele morreu, a a deidade de Jesus se separou, ela se afastou? Não, nada disso. A separação que houve ali foi
a questão, claro, do ser humano. A morte e faz parte da natureza humana. Quando a pessoa morre, a parte material, o corpo, ela fica na sepultura. A parte imaterial se separa do corpo. Isso faz parte da natureza humana. Agora, o que que aconteceu com Jesus? A sua natureza divina uniu-se a natureza humana. Ele é o Deus homem. Então, são naturezas que não se confundem, mas ao mesmo tempo elas são inseparáveis. A partir do momento em que Jesus se torna o Deus homem, ele morre em sequência. Na sequência ele vai morrer, ele ele morre como homem,
evidentemente, porque Deus não morre. É o ser humano que morre. Agora, o que que é a morte para o ser humano? É a separação entre a parte física, a parte material e a parte imaterial. Então, ocorre essa separação, mas não é uma separação de natureza. Não é que a natureza divina de Jesus se separa da natureza humana, não. A natureza divina está ligada à natureza humana. E Deus é espírito. O espírito, evidentemente, não morre. E o próprio espírito do homem também não morre. Nós não somos mortalistas, nós não adotamos essa doutrina herética conhecida como mortalidade
da alma. Não. A alma e o espírito, a parte imaterial não morre. O que morre é o corpo. Então ocorre a separação. O corpo fica na sepultura, a alma e o espírito ficam sob o controle de Deus. No caso de Jesus, o verbo, como ele se fez carne e a partir daí a natureza humana está ligada à natureza divina, evidentemente houve essa separação. A parte espiritual se separa da parte material, a parte imaterial se separa da parte material. Imaterial se separa da parte material. E o Senhor Jesus, evidentemente, não é que houve a o distanciamento
da do Deus. do homem, não. Jesus é o Deus homem. Claro que em seguida ele ressuscita dentre os mortos. Bom, eu já estou antecipando que está aí no roteiro. Você que quer estudar, veja, o filho de Deus, ao se tornar o filho do homem, não se abdica por completo da sua glória. É claro, Jesus, ele abriu mão de parte da sua glória para se fazer homem. Mas não é que ele perdeu completamente a sua glória, porque ele jamais deixou de ser o unigênito. Ele se humilhou como servo do Senhor, a ponto de aprender a obediência
e morrer na cruz em nosso lugar. É o que diz a Bíblia em Filipenses 2, Hebreus 5. O próprio Senhor Jesus disse: "Pai, eu glorifiquei-te na terra tendo consumado a obra que me deste a fazer. Agora, Pai, glorifica-me com aquela glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse. Ou seja, Jesus mesmo diz que ele abdicou de parte da sua glória, mas ele não abdicou de toda a glória porque ele mesmo disse, ah, ele mesmo, né, se encarnou. E João disse, o verbo se fez carne e habitou entre nós e vimos a sua glória.
Olha, ora, você vê, os homens viram a glória de Jesus. Claro, ele veio para revelar a glória do Pai. Mas também a sua própria glória se revela na terra através dos seus atos, através da sua pregação. A glória do Senhor Jesus se manifesta porque ele estava também cheio de graça e de verdade. Então, ao nascer sem pecado, viver sem pecado, morrer por nossos pecados, ressuscitar para nossa justificação, Jesus revelou a sua própria glória como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. Bom, mas eu não quero ficar só nessa introdução, ela
está ficando longa, não é? Vamos para os tópicos da lição. Então, eu deixo aqui o meu incentivo para você, se você desejar, claro, curtir esse vídeo, compartilhá-lo, inscrever-se no meu canal. você é muito bem-vindo. Mas também fica um convite mais especial, o convite para você se tornar membro, um assinante do nosso canal, porque sendo um assinante do nosso canal, claro, você tem acesso a vídeos exclusivos, a vídeos que nós antecipamos na medida do possível e sobretudo ao nosso acervo de textos. desse texto, por exemplo, que você vai ver muito rico em detalhes, ele está à
disposição dos membros do nosso canal. Primeiro tópico, o verbo como Deus eterno. Primeiro ponto, o verbo preexistente. Vou ler aqui alguma coisa para ter poder de síntese, porque senão vou falando livremente, a aula vai ficar muito longa. O termo grego logos significa palavra, significa razão, discurso, ordem. é um termo grego muito comum na literatura grega. Ele era empregado pelos filósofos com um sentido impessoal, representando uma lei cósmica, universal, por exemplo, é algo abstrato, impessoal. No pensamento grego, logos alude ao princípio da razão que governa a vida e torna possível o pensamento. Agora, observe isso. O
uso de João aqui nesse versículo, no princípio era o verbo e o verbo estava com Deus, o verbo era Deus, está muito mais próximo dos conceitos judaicos. Embora ele, claro, escreva em grego, coinê, ele está falando de uma verdade que para os judeus era muito conhecida. Ali ele está falando dos conceitos judaicos da palavra como sabedoria divina. Deus usou para criar o mundo, a palavra. A Bíblia diz, né, que a as coisas que foram criadas foram criadas pela palavra de Deus, pelo seu eterno poder. Hebreus 11 e 3 diz isso, não é? Pela fé entendemos
que os mundos, os mundos foram criados, ou seja, o universo foi criado pela palavra de Deus. Pela fé, entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus, de maneira que aquilo que se vê, não é, não foi feito do que é aparente. Ou seja, é a palavra de Deus, o verbo ali que tem o seu equivalente no grego, rolos, eh, a palavra. Mas vamos ver que João ele, na verdade ele apresenta uma verdade muito mais profunda, porque o termo verbo ligado a o termo logos, não é? Ligado à palavra, era um termo impessoal. Agora,
e Osborn até menciona isso. Agora vamos observar aqui um desdobramento que eu coloquei aí. Veja o filho de Deus como verbo eterno. Na septoaginta, versão grega do Novo Testamento, logos é a tradução do hebraico da bar, que significa a palavra, como aparece, por exemplo, no Salmo 33, versículo 6. Pela palavra do Senhor foram feitos os céus e todo o exército deles pelo espírito da sua boca. Inspirado pelo Espírito Santo, o apóstolo João afirma que rologos, o verbo, é tanto uma pessoa como Deus. Olha aí, eu coloquei até em grego para você que é estudioso do
grego. Então veja, enarre, muitos falam enarquê, né? Uma pronúncia mais próxima realmente do grego coinê seria enargê. Enarg em rolos caiologos em prostitos em hologos. Então, o verbo era aí em, em é o verbo, não vai confundir com a preposição que também é em, mas aí é o verbo em. O verbo em é imperfeito e transmite a ideia de uma existência contínua ao invés de ter eh ao invés do termo mais comum que seria eeto, que também é traduzido como era, mas tem a noção de vir a existir. Aí não é o caso. O conceito
da preexistência eterna da palavra ou do verbo é transmitido pela ideia de que no princípio aquele que a palavra já existia. É esse o sentido de Zelmer Towns. Portanto, Jesus, o filho do homem, teve início em Belém, que eu acabei de falar, eu falei há pouco, não é? O filho do homem tem princípio, o filho de Deus não. O filho de Deus eh, para ele tudo é um eterno presente. Ele sempre existiu. Então, o filho do homem teve início em Belém, mas ele mesmo, como filho de Deus, sempre esteve com o Pai. Porque a eternidade
para Deus é isso. Tudo está diante dele como um eterno presente. Pedro falou: "1000 anos para Deus é como um dia. Um dia é como 1000 anos. Ou seja, para Deus não há diferença. Se é 1 milhão de anos, 1 ano, 10 anos, tudo está diante dele. Um dia, tudo está diante dele como um eterno presente. É isso que é a eternidade do ponto de vista de Deus. O filho de Deus estava com o pai no princípio. Aí tem que entender o que é esse no princípio, enarrê no grego, não é? Esse arre, esse princípio
no grego não tem o mesmo sentido do princípio de Gênesis 1 e 1. É importante observar isso, porque lá em Gênesis 1 e 1 diz: "No princípio criou Deus os céus e a terra." No princípio, aquele no princípio ali, eu até expliquei em outra aula que é uma delimitação do tempo. Foi quando Deus criou o nosso tempo. Porque, claro, para fazer todas as coisas em cada dia, primeiro ele criou o tempo. Por isso, por isso diz: "No princípio criou Deus as leis, tudo isso ele criou, as estações, tudo isso foi criado no princípio." Então aquele
no princípio de Gênesis é uma demarcação do nosso tempo. Agora ou no princípio de João não. Você vai entender por não. Mas só uma explicação. Observe. Gênesis 1 e 1 se refere ao momento em que Elohim, o nome de Deus no plural, não é? Criou os céus e a terra. Afinal, para que a criação tivesse lugar, era necessário que o tempo existisse, uma vez que antes disso tudo era eternidade. Em João 1 1 a 18, a nossa perícope, o prólogo de João, se destaca a preexistência do verbo que estava com o pai antes da criação
do universo. Gênesis inicia com a criação do universo, a ponto em que o próprio tempo começou enquanto João volta para além do tempo até a eternidade. A criação não é mencionada de maneira específica até o versículo 3. Então, os primeiros dois versículos devem se referir a um período anterior. Portanto, o filho de Deus existia antes do tempo e da criação. começado como verbo preexistente, ele é a base de todas as incríveis reivindicações que João faz nessa sessão, diz Grant Osborne. Mas vamos adiante. Ponto dois. Então, eu creio que você entendeu. O princípio de João 1
e 1 tem a ver com sofá princípio, ou seja, o eterno presente. Jesus, o verbo sempre esteve com o Pai. No princípio era o verbo, e o verbo estava com Deus e o verbo era Deus. Não tem um ponto inicial. Agora, Gênesis 1 e 1 ali fala da criação do universo. Então, evidentemente ali não é o princípio no que tange ao eterno presente de Deus, mas é a demarcação do início do nosso tempo. Ponto dois, o verbo como pessoa distinta. O texto grego de João 1 e um afirma rolos em prostontelm. Rologos em prostel. Literalmente
o verbo estava com Deus. Eu coloquei aí para ajudar, não é? Como está em grego. E a transliteração. Então veja, a transliteração rolos em prostontel. O verbo estava com Deus. O autor sagrado não apenas enfatiza a preexistência eterna da palavra, o verbo, ele também destaca a intimidade da comunhão que existia entre a palavra e Deus. A palavra, no caso, é o nome do nosso Senhor Jesus, evidentemente, Rologos. Na frase ele rológos, a palavra estava com Deus, o uso da preposição grega prós ou com o caso acusativo denota um movimento em uma direção em particular. Observe
essa preposição grega aparece, por exemplo, como prefixo em prosfilés, amável, que está lá em Filipenses 4, versículo 8, por exemplo, termo que descreve alguém que literalmente vai em direção ou vai ao encontro do amor prós. Então, observe isso. Isso além de refutar a heresia unicista, pela qual se afirma que o pai, o filho e o espírito santo são nomes da mesma pessoa. a qual se apresenta de modos diferentes ao longo da história bíblica, ou seja, o modalismo. Além de refutar essa heresia, esse uso do próo aí reforça a comunhão íntima, frente à frente entre as
pessoas do Pai e do Filho na triunidade divina. Ou seja, quer dizer que sempre essa expressão aí estava com Deus no grego, ela mostra que o filho sempre esteve frente à frente com o pai, o pai e o filho. O filho não se torna filho quando se encarna, como ensinam erroneamente aí os unicistas. Não, Jesus sempre foi o filho de Deus. sempre houve essa relação de pai e filho na chamada pericorese, que nós explicamos em outra aula, em outras aulas, essa relação eh aí entre as pessoas da trindade ser interpenetrando o pai, o filho, o
espírito santo com a mesma substância. São três pessoas, porque nós não confundimos as pessoas, mas é a mesma substância, porque nós não separamos a essência de Deus. Deus é um só. Isso tudo vai ficar claro ao longo desta aula, mas veja aí os versículos também que devem ser lidos. É importante você ler os textos bíblicos. Jesus dizendo: "Eu e o Pai somos um". E ele diz: "Quem vê a mim vê o Pai". porque ele falava justamente dessa relação que sempre existiu entre pai e filho, frente à frente. Ponto três, o verbo é da mes e
aqui o assunto começa a ficar mais aprofundado, vai vão entrar questões históricas. E aí que eu recomendo fortemente, né, que você se torne membro do nosso canal, porque o membro do canal vai ter acesso a esse material completo. E aqui eu não vou explicar todos os detalhes da história porque não dá tempo. Mas veja aqui, só para você ter uma ideia, o verbo é da mesma essência do pai. Um grande debate acerca disso aconteceu especialmente durante o século nos primeiros séculos, mas especialmente no século Niceia, que é uma cidade hoje conhecida como Snick na Turquia,
e também Constantinopla, houve concílios, ou seja, houve aquelas convenções da época em que os pais da igreja, os grandes teólogos, os pastores Os bispos se reuniam para debater determinado ponto doutrinário e ao final chegar a uma conclusão e assim eles emitiam o que é conhecido como credo. Credo. Então nós vamos aqui mencionar alguns credos que são conhecidos como credos universais ou credos ecumênicos, não é? Credos universais. Ou seja, os cristãos autênticos subscrevem esse credo, porque isso faz parte da ortodoxia. Aqueles que não subscrevem esses credos são heterodoxos. Claro que na verdade eh os credos um
foi melhorando o texto do outro, né? foi havendo um assim um refinamento. Claro que em alguns créditos você vai encontrar algo que não retrata tanto assim a realidade bíblica. Mas no caso aqui da doutrina da trindade tem credos importantíssimos. Todos eles são importantes, mas claro, vai ter um em particular que reflete de maneira mais completa aquilo que está na Bíblia. Porque claro, a pedra de toque é a Bíblia. A nossa fonte primária de autoridade não são os credos, mas a Bíblia. Agora, os credos, claro, assim como também as confissões, as declarações de fé, o objetivo
é, veja, por exemplo, a Assembleia de Deus tem a sua declaração de fé. E o que que diz ela? Cremos, declaramos e ensinamos. Ou seja, como você vai declarar algo que você não crê? Você tem que crer primeiro. Aí você declara e depois você ensina. Como você vai ensinar algo que você não declara? Então, por isso que nós sempre mencionamos que é importante o crente conhecer a declaração de fé da sua denominação, que é algo pelo qual se defende que está na Bíblia. Não é que a declaração de fé está acima da Bíblia, não. Pelo
contrário, essa declaração de fé resulta de muitos debates entre aqueles que militam na área da doutrina até chegar a um ponto em que diz: "Olha, essa é a nossa posição". Agora, como a pessoa diz, não, a pessoa cai de paraqueda, vamos dizer assim, e diz: "Não, eu não creio, eu não acredito, eu sou unicista, eu sou assembleiano, mas eu sou unicista". Bom, primeiro que você não é nem cristão, né? Infelizmente, quem é unicista está negando uma doutrina fundamental, que quem não defende a trindade não poderia ser chamado sequer de cristão ortodoxo. É um cristão heterodoxo
para não chamar de herege, porque é uma palavra pesada. Mas a heterodoxia, infelizmente, é uma outra maneira, uma maneira mais polida de falar heresia. Então, fica aí, né, como se diz na linguagem popular, fica a dica. O verbo é da mesma essência do pai. Bom, um grande debate então aconteceu acerca disso no século qu, especialmente Nissé e Constantinopla. Um presbítero herege, esse nós chamamos com todas as letras, né, chamado Ário lá em Alexandria, ele dizia que Jesus foi o primeiro a ser criado. Jesus não é da mesma essência do Pai. Ele foi criado, ele é
o primogênito da criação e torcendo o texto bíblico, evidentemente, porque primogênito ali é protótos, é o principal, é o proeminente. Para ário, o filho de Deus não era da mesma essência com o pai, tendo apenas uma natureza semelhante. E aqui entra uma questão bem complexa, porque se a gente até não tiver cuidado, a gente erra o termo, né? acontece porque são dois termos muito parecidos, romocios e romocios no grego. Romoiúcios no grego quer dizer semelhante e romoucios no grego sem o i, não é? Sem iota no grego, né? Homoúcios significa idêntico, igual. E o que
que Ário defendia? que Jesus era Romoiúcios, ou seja, ele era semelhante a Deus, mas ele não era Deus propriamente como pai. Hereesia, defendida hoje pelas testemunhas de Jeová. Aí você vai entender o porquê que num determinado credo, que nós vamos citar daqui a pouco, essa palavra romoucios é destacada porque significa idêntica. ário também ensinava que o Espírito Santo fora criado pelo filho e assim por diante. Aí começaram a acontecer os debates. E é aqui que eu não vou detalhar, mas fica a dica para você se tornar membro, né? E poder se aprofundar, porque aqui eu
coloco, olha como a relação entre pai e filho aparecem os principais credos. Aí eu vou contar rapidamente a história dos credos apostólico, niceno, neno constantinopolitano, calcedônio e atanasiano. O que importa mais aqui para nós, na minha explicação, é o atanasiano. Mas você que tem o roteiro, você vai ver que há uma progressão. Os créditos eles vão, olha quantos detalhes que eu coloquei para você se aprofundar. Mas nós vamos direto aqui para o credo atanasiano. Veja, Atanásio foi um grande defensor da trindade e opositor da teoria herética diário. Então ele foi o principal opositor diário que
negava a divindade plena de Jesus. O credo atanasiano expressa seu pensamento e tudo que ele, Atanásio, defendeu durante toda a sua vida. Mas parece que o texto não é de sua autoria. Bom, é porque na verdade ele fez a defesa, porém os que escreveram, ao que parece foram outros. É como o caso, por exemplo, de Sócrates, né, o filósofo Sócrates, existe apologia ou apologia de Sócrates, né, no grego é apologia, por isso que eu falei apologia. Então, a apologia de Sócrates, a defesa de Sócrates, quando ele ali no Areópago, ele se defendeu perante seus acusadores.
Mas quem escreveu esse livro não foi o Sócrates, foi Platão. Aliás, Sócrates era inimigo da escrita. que ele não gostava da escrita, ele achava que era um recurso tecnológico que ia prejudicar, não é, a o pensamento, a os gregos decoravam muitas coisas, a memória era muito utilizada. Você vê um paralelo disso hoje na questão do do smartphone. Eu lembro que quando eu era adolescente, eu guardava números de telefone da minha mãe e tal, do meu trabalho e guardava tudo na minha mente. E hoje para eu lembrar dos telefones, eu tenho que olhar pro pra agenda
no no smartphone. Então isso trouxe benefício, mas também a memória, você acaba ficando preguiçoso na sua memória. Então o Sócrates, ele tinha essa questão com a escrita, não é? Mas era um grande filósofo. Ele fez uma apologia, uma defesa, salvaguardando-se diante dos seus acusadores. Mas quem escreveu apologia de Sócrates foi Platão. Da mesma forma, voltando aqui pro áre, eu abri um parênteses, ah, ou melhor, pro Atanásio, né? Atanásio foi um grande defensor da doutrina da trindade, mas quem registrou, na verdade, seu pensamento foram, claro, eh, também teólogos da época. Mas o credo aí ficou conhecido
como credo de atanásio ou credo atanasiano. Olha o que diz o credo atanasiano para você ver como a doutrina da trindade não é invenção nossa. E se algo foi debatido e é bíblico sobretudo. A formulação está aí no credo. A sistematização, mas não quer dizer que a doutrina foi inventada. A doutrina é bíblica, não é? Tem irmãos aí que não se aprofundam e fala: "Ah, eu não creio na trindade, porque a trindade foi inventada eh pelos teólogos". Não, meu irmão, não embarque nessa canoa furada, senão você vai abraçar a heresia. Eu tenho dito para alguns
irmãos aqui nos comentários de maneira objetiva, você abraçou uma heresia. Arrependa-se enquanto a tempo, porque quem nega a trindade está negando uma doutrina fundamental, uma doutrina inegociável. Ou você é cristão, defensor da trindade, ou você é inimigo da trindade e, portanto, não é cristão. Eu sei que essa palavra é forte, mas eu tô falando com base naquilo que está na palavra de Deus, que a doutrina da trindade é uma doutrina fundamental. Quem nega a trindade nega o evangelho, infelizmente. Não, olha o que diz então o credo atanasiano. Não confundimos as pessoas, nem separamos a substância,
pois existe uma única pessoa do pai. outra do filho e outra do espírito santo. Mas a deidade do pai, do filho e do espírito santo é toda uma só. Glória igual e majestade é cor eterna. Então, presta atenção nisso, ó. Não confundimos as pessoas, ou seja, o Pai é o Pai, o Filho é o Filho, o Espírito é o Espírito. Não, não confunda as pessoas, nem separamos a substância. Deus é um só. Não tem como você dizer: "Não, o Pai é Deus e o Filho não é Deus". Não, o pai é Deus, o Filho é
Deus e o espírito é Deus. Mas então são três Deus. Não, não é triteísmo, é tripessoalidade. Tripessoalidade não é triteísmo. Cuidado, cuidado com isso aí que tem gente que às vezes se confunde e fala: "Não, nós não usamos, não falamos pessoas porque senão é triteísmo". Não, meu irmão, três pessoas é tripestualidade, não é triteísmo. Vamos adiante agora para uma uma conclusão, não é? O corolário disso disso tudo é a conclusão aqui, a resposta a essa pergunta. O que significa a afirmação de que o Pai e o Filho são da mesma essência? A falaciosa versão bíblica
das Testemunhas de Jeová, a famig gerada tradução do novo mundo das escrituras, deturpa João 1 e 1 ao grafar o termo Deus com inicial minúscula, inserir em algumas edições o artigo indefinido, um Deus, para sugerir que Rologos é inferior inferior ao pai. Quando o autor sagrado diz que o verbo era Deus, não quer dizer que o filho é o próprio pai, né? Seria uma confusão aí das pessoas, pois já dissera que o verbo estava com Deus, de frente para Deus. Na verdade, o ensinamento trinitário aqui é claro. O filho não é o pai, mas ambos
têm a mesma substância. O termo Deus teó no grego, aparece sem o artigo definido nesse versículo, João 1 e 1, pois enfatiza qualidade e não individualidade. Como vimos os credos, especialmente o atanasiano que eu fiz questão de ler, apresenta uma clara refutação ao unitarismo das Testemunhas de Jeová e também é porque eh e também é o unicismo, né, ou modalismo. Qual a diferença entre unitarismo e unicismo? Eu já vi irmãos também dizendo que são sinônimos, mas não. Unitarismo, o que que ele faz? Eu coloquei aí, ele na verdade separa a substância. Não, Deus é único.
Só o Deus Pai é Deus. E o filho não pode ser da mesma substância. Ele é um Deus inferior. Ele é Deus, mas é um Deus. Aí separou a substância, a heresia. E o unicismo, o que que faz? O unicídos não separa a substância, mas confunde as pessoas. Não. O pai e o filho e espírito santo são nomes da mesma pessoa. No antigo testamento ele era o pai. No novo ele se manifesta como filho, mas hoje é o espírito santo, mas é a mesma pessoa. Cuidado. O unicismo é uma heresia. Tópico dois, o verbo como
criador. Bom, nós já estamos aí com mais de 40 minutos de aula. Eu vou ser um pouco mais objetivo, mas você já sabe, se você quiser se aprofundar, seja membro do canal, você vai ter acesso a esse roteiro completo. Inclusive aquela parte histórica que você viu é um presente para os membros do meu canal. Primeiro ponto, o agente da criação. Embora o princípio, o arre que aparece, não é, em João 1 e 1 e também no 2, não seja o mesmo de Gênesis 1 e 1. Nesse primeiro versículo da Bíblia, o verbo eterno é mencionado
de modo implícito. Eu já falei disso, não é? Por causa da pluralidade que está no nome Elohim. é um título, é um nome, é o nome e um título ao mesmo tempo de Deus, porque na verdade contempla as três pessoas da trindade. É um termo plural, é o nome do deus triuno. Os contextos imediato e remoto revelam que as três pessoas da trindade participaram de modo cooperativo do ato de criar. Você vê tanto o Pai como o Filho e o Espírito Santo sendo chamados na Bíblia de criador. O Deus criador é o Pai, o Filho
e o Espírito Santo, não é? E a criação abarca a criação imediata, exnilo, exnihilo, não é? Do nada no latim, bem como a criação mediata ou a formação. Já explicamos isso bastante em outras aulas, né? A diferença entre a criação imediata e a criação mediata. imediata é porque não tinha nada entre o criador e aquilo que ele criou. Deus criou com a sua palavra a partir do nada. Exniilo. E a criação imediata é porque Deus a a partir da sua criação imediata, ele dá forma ao que ele havia criado anteriormente. Ou seja, já há uma
matéria para ele elaborar, para ele formar, para ele dar forma. Então isso é chamado em teologia de criação mediata ou formação. No caso do filho de Deus, João salienta por meio dele, citando aqui a NVT, nova versão transformadora, não é? Por meio dele, Deus criou todas as coisas e sem ele nada foi criado. Isso não limita Rologos a um instrumento de Deus Pai, mas destaca o relacionamento entre ambos. Não, por acaso o verbo, como eu falei, é o proeminente, roprotó da criação. Ele é a cabeça da criação, diz Paulo. Outro ou sim, ao empregar panta
todas as coisas sem o artigo, João está se referindo à criação em suas partes infinitas. Ele está falando apenas da sua vastidão, conforme a vemos através de um telescópio, mas também das suas maravilhas observadas com um microscópio. Diante do exposto, o filho é Deus criador, assim como o pai e o próprio Paráclito, o Espírito Santo. Ponto dois, a fonte da vida. Alguns teólogos liberais, a partir da pressuposição de que a frase "Nele estava vida", inicia um novo pensamento, em vez de ser a conclusão do pensamento anterior, sem ele nada do que foi feito se fez,
afirmam que o verbo não tinha vida em si mesmo. Veja, mas que mediante o verbo, a vida se manifestou. Literalmente o que foi feito nele era a vida. Na verdade, o Deus homem, sendo, olha como a Bíblia é clara, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus. Ele já era Deus. Ele já era Deus. Ele não apenas veio para comunicar a vida de Deus. Ele tinha essa própria vida porque ele estava em união com o Pai, frente à frente. Ele estava com Deus. Por isso, ao andar na terra, afirmou: "O
pai deu também ao filho ter a vida em si mesmo." Aí é Jesus, claro, na sua humilhação, ele dá toda a glória para o Pai, mas não quer dizer que ele não tinha vida em si mesmo para dar. Embora tenha se encarnado para glorificar o Pai, o Filho é Deus autossuficiente. Aquele que é a palavra ou o verbo, não é? Possuia vida e a sua vida trouxe luz a todos, citando mais uma vez a NVT. Ele não é apenas um representante ou alguém que tão somente compartilha a vida do pai, não. O filho de Deus
preexistente já tinha a mesma vida eterna e imutável de Deus. Ele estava frente à frente com o Pai. Pai, glorifica-me com aquela glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse. João 17, versículo 5. Olha esses textos de João aí. Todos eles são muito claros. O verbo que se tornou ser humano, carne e osso e habitou entre nós, como diz a NVT, a fim de partilhar a vida com todos os que creem nele e o aceitassem, não apenas tem a vida, ele é a vida. Por isso que Jesus disse: "Eu sou o caminho, a
verdade e a vida. Eu sou o caminho e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim." Ponto três, a luz dos homens. Olha como aí também tem uma pormenorização. Você que é membro do canal, você vai ver que tem uma pormenorização. Eu falo de João Batista e, aliás, falando em João Batista, falando em Jesus, eu recomendo mais uma vez a nossa série pregadores da Bíblia. Você sabe que são sete livros e o livro que abre essa série é o livro de João Batista. E o livro conclusivo dessa série que eu tenho
sempre mencionado, vou mencionar mais uma vez porque é um livro que exigiu aí bastante trabalho da minha parte e eu estou ainda divulgando bastante esse livro para que você possa adquirir no site da CPAD Jesus, o pregador do apocalipse. Modéstia parte é o livro mais completo aí com respeito à mensagem de Jesus com ênfase para a escatologia. Então veja, João Batista não é a luz. João deixa claro isso porque nos primeiros séculos havia esse entendimento errôneo. Alguns acreditavam que João Batista era luz, mas aí foi claro. João foi muito claro ao dizer que João não
era luz. Veja, a vida era a luz dos homens e a luz resplandece nas trevas e as trevas não conheceram. E aí o que que ele faz? Observe aqui, ó. O que que João, o apóstolo, ele destaca que assim como Jesus é a vida, também é a luz, ou seja, ele tem luz própria, pois é da mesma essência do Pai. Aí então que ele confronta essa crença que havia nos primeiros séculos de que João era luz. Veja aí, João, o apóstolo deixa claro que João Batista era apenas alguém que veio para testificar da luz. Com
quanto o papel desse precursor de Cristo fosse apenas o de testificar a respeito da luz, o autor continua dizendo que a luz verdadeira que ilumina todos os homens estava vindo ao mundo. A luz estava no mundo, na pessoa de Jesus Cristo durante o ministério de João Batista, ainda que João de início estivesse inconsciente disso, diz Michaels. Ah, então vamos aqui a a uma rápida menção, não é, dessa metáfora da luz. atrelada à vida do verbo eterno. A luz aqui foss no grego resplandece. Veja, o termo é faino, é um verbo. Aí o verbo está da
seguinte forma: fine, que é um presente linear do indicativo ativo, o que simboliza não apenas um ponto na linha do tempo, mas também que a luz continua a brilhar desde o começo até agora. Tudo isso para reforçar a preexistência do verbo, o verbo eterno, o verbo que sempre existiu. Mesmo hoje, Cristo é a luz que chegando ao mundo ilumina todos os homens. Em segundo lugar, a luz surge em contraste com as trevas, presença em toda parte. João chama de trevas a esfera natural daqueles que odeia o que é bom e as contrasta com Jesus à
luz do mundo de Zelmer Towns. Para romper com as trevas, Deus enviou João Batista, o qual se tornou testemunha da luz que viria sob o mundo. Ou seja, ele é o precursor de Cristo. Sabemos que o oposto da luz são as trevas. E quando Jesus se fez carne, quando o verbo se fez carne e habitou entre nós, a sua luz tornou conhecido o Deus todo- poderoso, diz também o nosso teólogo, não é? Elienai Cabral. Vamos adiante agora para o terceiro e último tópico, o verbo como revelação do pai. Então veja que o primeiro tópico é
aquele mais profundo. Eu me dediquei, eu dediquei mais tempo a ele. O segundo tópico nós passamos assim de uma maneira um pouco mais objetiva. E agora o terceiro tópico é a conclusão. O verbo como revelação do pai. Outro dia um irmão me perguntou por que nos meus roteiros não tem conclusão? É porque além de eu ler a conclusão da própria lição bíblica, eu sempre termino dessa maneira. Eu sempre vejo o terceiro tópico como um terceiro tópico conclusivo. É como se fosse a conclusão do assunto. O verbo como revelação do pai. Então veja a encarnação do
verbo. Claro que aqui nessa lição em particular é uma exposição de João capítulo 1, versículos 1 a 18. Claro, não uma exposição meticulosa, mas nós procuramos obedecer aí a sequência. Então agora nós vamos fazer uma abordagem objetiva dos versículos 14 a 18. Falamos até agora dos versículos primeiro até o 13. Agora 14 a 18. Então, o primeiro ponto é a encarnação do verbo. Um dos grandes mistérios da cristologia é resumido em único versículo. Veja, e o verbo se fez carne, habitou entre nós e vimos a sua glória como a glória do unigênito do Pai, cheio
de graça e de verdade. Veja que declaração profunda. Ninguém infinito poderia entrar no reino de Deus. Veja, será que alguém infinito poderia dizer: "Olha, Deus, eu vou morrer pela humanidade, eu vou dar a minha vida?" Não, ninguém infinito, pecador poderia cumprir esse papel. Então, foi preciso que ah o próprio Deus Filho entrasse no reino da humanidade para prover a redenção. Então, veja, o verbo se fez carne. Aqui está o fundamento da doutrina da chamada união hipostática que eu expliquei no início desta aula. Jesus é o Deus homem, plenamente Deus, plenamente homem. Olha quantos textos que
mostram isso. Fazer-se carne aqui rolo, sarques e genetô no grego é mais do que simplesmente ganhar um corpo físico, embora isso seja indiscutivelmente parte da encarnação. Cristo também assumiu a natureza do homem, identificando-se assim completamente com a humanidade, tendo um corpo humano, uma alma humana e um espírito humano. Claro, nesse processo, Jesus não adquiriu uma natureza pecaminosa, já que não era parte da essência humana originalmente. Então, veja, as naturezas divina e humana do Senhor não se confundem nem se separam. Por isso que é uma união hipostática, é uma uma união das duas naturezas que não
se confundem, mas também não se separam. Quando Jesus morreu, isso é uma questão difícil para muita gente, quando ele provou a morte por todos os homens, houve uma separação, mas não das naturezas. Houve uma separação das partes, material, o corpo e imaterial, espírito mais alma. Já que essa separação, claro, está ligada à natureza humana. Se Jesus se fez homem plenamente, claro, o homem morre. E Jesus como homem morreu, não como Deus, porque Deus, evidentemente, é imortal. A própria Bíblia diz isso. Entretanto, a união hipostática permaneceu. O verbo sempre será o Deus homem. Ele é homem.
Jesus é um mistério. Paulo chama isso do mistério da piedade. Primeira primeira a a Timóteo, capítulo 3, versículo 16. Mistério da piedade. Muita gente não entende isso. Eu também não tenho como explicar em palavras humanas, mas eu aceito pela fé a união hipostática. Jesus é Deus. Jesus é homem. É o Deus homem. E ao morrer, claro, a sua natureza humana foi afetada no sentido de que o corpo ele ficou na sepultura, o espírito e a alma se separaram do corpo. E o espírito e alma, já que Jesus se fez Deus homem, não é? Ele nunca
deixou de ser Deus e se fez homem. Claro, a natureza humana foi afetada pela morte. O espírito e a alma eh se separaram do corpo e junto a esse espírito e alma está evidentemente a parte divina do Senhor Jesus que são inseparáveis. Claro, ele ressuscita depois, evidentemente, hoje ele é homem e nele habita, claro, corporalmente a plenitude da divindade. Vamos adiante. O verbo habitou entre nós. O Deus criador se tornou criatura e fez morada entre nós. Então, esquenos em remim. E por aí vai, meus irmãos. O assunto aqui é bem aprofundado, né? Mas que fique
claro para nós, então, que o verbo se fez carne e a as duas naturezas não se separam. Ponto dois, a plenitude da graça e da verdade. João, aparentemente faz uma alusão aqui a Êxodo, capítulos 33, 34. E aqui tem uma explicação disso, mas só para nós então definirmos aqui rapidamente graça e verdade reflete os dois principais termos hebraicos usados para tratar sobre Deus no Antigo Testamento. Então, benignidade graciosa e fidelidade genuína aliança. A palavra encarna o amor gracioso de Deus e sua fidelidade absoluta, de Osborn. Além de revelar a sua própria glória doxa como unigênito
do Pai, o Deus homem revela sobretudo a glória do próprio Deus Pai. A glória do verbo encarnado, evidentemente, não é a sua glória em toda a sua plenitude, já que, como o onipotente, R pantocrator, limitou-a ao encarnar-se. Seu propósito era dar toda a glória ao Pai, apresentando a todos o seu amor pela humanidade, a ponto de enviar o seu unigênito. E o terceiro e último ponto aqui tem um detalhe que é importante observar. Outro dia até me perguntaram, irmão Ciro, nós nunca veremos a Deus, porque a Bíblia diz que ninguém vê a Deus e e
fica vivo. E eu disse para aquele irmão que me perguntou: "Não, nós vamos ver a Deus, mas quando nós formos glorificados." Agora veja o revelador do Deus invisível. Esse ponto é importante porque o prólogo do quarto evangelho se conclui com as seguintes palavras: Deus nunca foi visto por alguém. O filho unigênito que está no seio do pai, esse o revelou. Então veja, Jesus é claro, ele era Deus, né? Sempre foi e foi visto por homens. Claro, ele se fez homem, então ele não se revelou em toda sua plenitude de glória, mas ele veio para revelar
a glória do Pai. Então Jesus era Deus e foi visto por humanos, mas somente depois se esvaziar da sua glória que era sua por direito, diz Elmerton Towns. João deve ter em mente de novo, Êxodo 33 18 a 23, pois menciona Moisés no versículo anterior, não é? A graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. A lei foi dada a Moisés, mas a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo, diz João. E aí então ele cita esse versículo conclusivo. Esse profeta Moisés pediu para ver a glória de Deus e ficou em uma fenda de
rocha cobrindo seu rosto enquanto ele passava para que não morresse. A frase Deus nunca foi visto não denota que ele nunca foi visto de fato, porque Deus foi visto, não é? Não em toda a sua glória, mas você vê aí que Deus se revela. O próprio Isaías, no ano que morreu, rei Usias disse ele, eu vi o Senhor. Jesus também veio revelar a glória do Pai. João também viu Jesus. Claro, não suportou ficar de pé, caiu como morto, mas viu ali de relance Jesus em glória, não na sua glória total, porque ali era uma era
uma revelação pictórica, não é? Agora, ninguém pode vê-lo ainda como ele é em toda a sua glória, em toda a sua plenitude e permanecer vivo. De fato, como diz a Bíblia. Isso só será possível quando formos glorificados por ocasião do arrebatamento da igreja. Porque aquilo que é mortal se revestirá da imortalidade. Aquilo que é corruptível se revestirá da incorruptibilidade. Disse Paulo, nós vamos ser glorificados. Por isso que Paulo também falou, não é? João também falou. Mas Paulo antes disse: "A nossa cidade está no céu, onde também esperamos o Senhor, o Salvador Jesus Cristo, que transformará
o nosso corpo abatido em um corpo glorioso." Aí sim, quando tivermos esse corpo glorioso, aí João disse: "Nós veremos o Senhor como ele é, amados, ainda no manifesto que havemos de ser, mas sabemos que quando ele se manifestar, nós seremos semelhantes a ele, porque assim como ele é, nós o veremos." Amém. Uma lição longa. muitos pormenores. Eu aqui pulei muita coisa importante porque realmente não dá tempo. Não é que eu não queira, mas eu não posso fazer uma aula que ultrapasse a 1 hora e 1 hora15, 1 hora 20, 1 hora que eu já percebi,
eu acompanho as estatísticas aqui dos vídeos, eu percebo que as pessoas não ficam, infelizmente são poucos hoje que querem aprender e eu tenho que fazer um vídeo que possa atender na maioria eh atender a maioria das pessoas, né? Isso é muito importante para o nosso canal também. Mas vocês que querem se aprofundar e que valorizam quem se dedica ao ensino, eu quero aqui agradecer muitos que já t ah se tornado membro do nosso canal, membros do nosso canal. E se você deseja fazer parte desse time, é só você apontar a câmera aí para o QR
code ou clicar no link que aparece aqui embaixo na descrição desse vídeo e assim você vai se tornar membro do nosso canal. O autor conclui com as seguintes palavras: Jesus Cristo é o Deus unigênito que revela o Pai. Nele, a glória, a graça e a verdade de Deus são plenamente manifestas. A encarnação do Verbo não é apenas uma doutrina essencial da fé cristã, mas também um chamado à adoração e proclamação daquele que é imagem visível do Deus invisível. O Senhor Jesus é a perfeita revelação do Pai a humanidade. Que cada crente reconheça que conhecer a
Cristo é conhecer o próprio Deus e que proclamar essa verdade é tornar a glória do Pai conhecida no mundo. Amém. Que Deus abençoe a sua vida. Então, aí está o nosso roteiro. Você viu, tem muitos pormenores. Essa parte aqui dos credos especialmente é muito importante você conhecer o credo apostólico. Veja aí, ó. E eu falo aqui também na importância dos credos, né? Importante isso. Muita gente não observa, não é? Ó aqui, ó. resultantes dos debates teológicos a partir do século foram importantíssimos para a consolidação no posicionamento ortodoxo acerca da doutrina bíblica da trindade. Ainda hoje
eles são necessários, já que resume a nossa fé conectando-nos ao passado e nos permitindo identificar o quanto conhecemos as doutrinas fundamentais. ensina-nos o que é essencial ao cristianismo, ortodoxia, delimitam o poder da manipulação e nos ajudam a lembrar o propósito do culto. Que Deus abençoe a sua vida. Até a próxima. Deixa aí o seu like, por gentileza, curta e também compartilhe, inscreva-se e se desejar também fica o convite para você se tornar membro do nosso canal. Que Deus abençoe a sua vida. Digo mais uma vez a paz do Senhor.