Gabriel e quais são seria alguns dos sinais por exemplo a gente sabe que pode ter dado alguma alteração geralmente a gente percebe pela diminuição de força fraqueza muscular tem outros sinais que também poderiam ser de alerta na observação Clínica é todos os sinais clínicos dos pacientes el ess essa parte de sintomatologia ela servem pra gente como primeiro uma luz de alerta quando o paciente não tem um diagnóstico e segundo pra gente nortear tratamento Eu costumo explicar isso pras famílias então quando eu eu sento com as famílias eu explico por exemplo o que que é tonos
eu explico as opções porque às vezes o que que a gente se depara no dia a dia eh a partir disso a gente consegue fazer a família entender o manejo que a gente vai fazer então eu consigo fazer a família entender que é eh explicar a partir de um conceito Como por exemplo o tonos eu consigo explicar pra família que o programa de fortalecimento ele é importante no manejo do tonos desse paciente e para ter um programa de fortalecimento adequado ele precisa ter uma assiduidade na clínica uma frequência de tratamento adequada eh da mesma forma
que às vezes a gente precisa justificar para aquela família uma indicação de um dispositivo de alinhamento ou indicar para aquela família buscar uma avaliação com o médico para ver se não é o momento de colocar uma bomba de baclofeno ou de fazer uma risot tomia eh o contato que a gente tem com os médicos esses médicos que são menos tradicionais né que são esses médicos mais novos eles sempre falam isso sem nenhum ego Mas quem tá no dia a dia com a criança é a gente às vezes a criança vem todos os dias na clínica
e é a gente que tá observando o impacto daquela espasticidade por exemplo e a gente que tá observando o declínio funcional a gente tá vendo que a criança tá perdendo funcionalmente que a criança tá cada vez mais desalinhada que aquilo vai virar um um desalinhamento vai virar uma cirurgia ortopédica vai trazer dor então é importante nós como terapeutas a gente lembrar disso eh é Nossa responsabilidade fazer o acompanhamento frequente do paciente então é muito mais Óbvio esperar que a gente saiba o momento de uma intervenção do que um médico que avalia o paciente a cada
um ano às vezes nessa janela de um ano o paciente já piorou muito então aí a importância da equipe terapêutica tá alinhada e ter esses conhecimentos técnicos básicos porque se eu entendo o que é tonos eu entendo como manejar eu sei as opções que eu tenho com alto nível de evidência para esse manejo Clínico do meu paciente eu consigo ajudar a família ajudar o médico a ser mais assertivo na hora da escolha de uma conduta sabe a gente já teve casos aqui na clínica a gente tem recentemente um paciente que fez rizotomia dorsal seletiva agora
vai fazer uma outra ele fez a a dorsal agora vai fazer a cervical e a gente identificou que era o momento tem um paciente que tá vai fazer t teste para colocar bomba de baclofeno a gente também vem conversando com a família faz quase dois anos porque a família Tem muito receio eh e aí a gente vai vendo que se não fosse um olhar atento da equipe terapêutica a pegar justamente o momento certo de olhar para isso esse paciente ia ter vivido mais tempo com mais dor ou ele ia ter tido um prejuízo maior então
sempre lembra isso que sintomatologia sinal Clínico vai servir pra gente como luz de alerta ou pra gente ajustar plano de tratamento ou pra gente conseguir junto com uma equipe mais expandida né expandido pra família para médico achar uma abordagem mais assertiva para trabalhar aquilo que é o que infelizmente a gente vê nos pacientes que vem de Terapias eh convencionais ou de baixa carga de terapia então o paciente vem ali às vezes por exemplo com 15 anos eh faz um programa de fortalecimento muito pequeno que não gera resultado passa no médico a cada um ano 2
anos e aí o paciente vem infelizmente com um quadro clínico que já é mais Irreversível de alguns pontos que talvez se tivesse tido um olhar mais cauteloso mais cuidadoso da equipe lá atrás a gente poderia ter evitado chegar naquele ponto né É então quando chega nesse nível então de atrofia muscular mesmo não tem muito mais o que fazer o ideal é pegar logo no começo é eh o o o cérebro ele sempre busca uma forma de se mover a gente tem que lembrar isso o cérebro sempre busca uma forma de fazer função nem que para
isso eles ele ele use o que a gente chama de compensação e de e de outras coisas que a longo prazo não vai ser benéfico então por exemplo Às vezes o paciente tem uma alteração de tonos tem uma fraqueza muscular E aí ele desalinha o corpo dele para fazer um alcance então ele desalinha o corpo para poder fazer o alcance o movimento ele vai encontrar uma forma de fazer só que a gente sabe que essa forma a longo prazo não é a mais adequada porque se desalinhamento vai virar uma escoliose que vai comprimir órgãos nobres
então a gente sabe que vai ter aí eu chamo de eh ouv isso um tempo atrás eu eu uso o mesmo termo de eixo lesional então a gente sabe que isso vai virando uma bola de neve vai virando um eixo de lesão no meu paciente que daí vai virar uma cirurgia vai virar mais internação vai trazer um risco à vida então se eu sei que tudo isso é o curso natural do diagnóstico dele tudo que eu puder intervir mais precocemente com o embasamento científico seja Fort ento intervenção cirúrgica seja o que for eu vou evitar
que todo esse curso que é natural da doença acontecer ele aconteça certo então outras coisas por exemplo como as crianças que T aquela o problema do joelho valgo também diminui força também porque a capacidade de produção de força ela tá direcionada ela tá relacionada também a alinhamento então quando eu não tenho um alinhamento adequado das estruturas articulares eu não tenho uma capacidade de geração de força adequada também então é uma é a tal da Bola de Neve um desalinhamento seja por qual for a causa por uma alteração de tonos ou por uma fraqueza ela faz
com que o meu músculo não consiga gerar força como ele deveria e só para caso cirúrgico também é isso e isso serve esse raciocínio até para pessoas típicas por exemplo Então posso até vou dar um exemplo meu por exemplo eu tenho algumas alterações naturais porque eu tenho uma hipotonia leve apesar de não ter nenhum diagnóstico neurológico que causa uma alteração de posicionamento do meu pé que provavelmente sobrecarrega o meu joelho que gerou uma lesão de ligamento Então se Talvez lá atrás tivesse tido esse olhar eu tivesse feito um fortalecimento muscular específico e tudo mais eu
teria diminuído a sobrecarga no meu joelho porque o meu joelho ele é ele é valgo né e pode ser que eu tivesse evitado essa lesão então é o mesmo raciocínio Só que no caso dos nossos pacientes a causa primária de tudo isso é o é o diagnóstico seja ele uma síndrome genética uma uma anxia seja o que for que alterou o sistema nervoso central né E se pega no começo por exemplo algum tipo de atividade física natação coisa do tipo também são também ajuda é no geral esses programas que envolvem fortalecimento ajudam bastante fortalecimentos específicos
mesmo pessoal não tem mais perguntas então gente eu deixei também aqui na tela para vocês o QR Code tá para confirmar a presença para depois a gente est mandando o certificado para vocês no e-mail tá bom aqui no chat também tem o link para quem conseguir também já direto pelo link Então vamos só tirar uma foto pra gente finalizar deu certo pessoal então queria agradecer a presença de todo mundo que hoje a gente teve com bastante gente também pra gente estar aprendendo um pouquinho mais com Gabriel foi muito bom estar na companhia de vocês e
a gente agradece por vocês estarem aqui e depois a gente disponibiliza também essa aula vocês poderem estar consultando de novo tá bom Obrigado prazer prazer todo nosso até a próxima OB tau tchau tchau gente [Música] obrigado n