Meu nome é Lisete Maria Martins Maca, mas o seu nome é que fica. Isso é que o marketing que meu Marcelo Mafra no norte, de que Marcelo Marra, mesma plataforma. [Música] Nós estamos aqui reunidas, 12 a 1 de agosto de 2009, para conversarmos um pouco com ele, sete e o Marcelo, sobre algumas questões relacionadas à vida deles, mas a narrativa a respeito da história de vida dos dois.
Então, o objetivo é contar a história de vida de vocês; vão ficar um pouquinho com o festival do Getúlio, né? Primeiramente, eu fiz o vestibulinho do projeto Vagas, porque eu sabia que lá tinha o curso de redação. E assim, eu era o meio, assim, como posso colocar, eu já não tinha uma facilidade com matemática, tudo que eu tinha uma facilidade muito grande para teatro, já nos anos anteriores escolares.
Então, quando eu fiquei sabendo que existia um curso voltado mais para a parte humana, a parte, como todo mundo coloca, parte de literatura, então me interessei. Eu comecei com os meus pais, e eu fui assim, eu me preparei, né? Eu fiz um cursinho pré-vestibular, limpo, que tinha o vestibulinho do projeto também, e eu consegui passar em oitavo lugar.
Então, é assim, eu me preparei um ano para entrar; mesmo fazendo o oitavo ano, eu me preparei um ano para entrar no Getúlio. Eu queria fazer o retorno por conta disso; ela realmente era as portas se abrindo para mim. Eu acredito muito nesse lance de energia, então as energias se encontravam, certo?
Assim, quando foi, mas você fez? E eu falei: 'Não, não me arrependo de nada de fazer o auxiliar técnico em redação. ' Assim, era para a sua escola, pró-vita, foi para a vida.
É para a vida, certo? Muitos dos conhecimentos que nós temos, eu acho que adquirimos, é sim, eu devo muito a eles. Até que a gente fez de tudo para a Tarsila praia, vai vir prestigiar aquele momento, né?
Mas a gente conseguiu um dia do nosso mês de julho, que foi um pouco difícil pra assim, Beta, estar diante do Abaporu, porque foi lembrado nas aulas de literatura. Devia estar em preto e branco, às vezes no livro, e ali não estava perto, né? Então, é uma emoção muito grande.
Essa emoção, essa sensibilidade, ela foi refinada no concurso de redação, do meu ponto de vista. Como você começou a, assim, a princípio, foram as aulas de literatura, né? É como os saraus de poesia, assim.
O teatro me ajudou muito, porque eu era muito tímida. Sim, eu procurei o teatro por conta de que eu não conseguia nem olhar para as pessoas. Então, eu tinha que ter uma ferramenta que me ajudasse.
O teatro foi esse caminho, foi essa ferramenta. E daí o que ocorreu? Nessa, eu tenho a facilidade de decorar, poesias e decorado, e assim, até não ajudar as amigas, né?
Porque nós, tomamos 59, foi um grupo de cinco, né? Ela, Valéria, Silvia, Eliana, Debilite e a Giovanna Antonelli. Então, eu acho que o livro dos nomes.
. . E daí o que ocorreu?
Assim, eu monitorava, né? Eu não dava palpite e todas, né? Para a gente entrar em conjunto.
Eu lembro de uma apresentação da ópera do malandro, com o Carlos Camargo Costa, que a gente levou o catar e pegamos, assim, trecho da peça. A gente viu, Maura, sobre a ópera do malandro, se desenvolveu muito e deu até briga na sala de aula, por conta de que outros grupos hoje não se deu nota para elas e para nós não. É daí, olha, que elas apresentaram e a gente se envolveu realmente.
Então, eram momentos de por envolvimento, por querer saber mais, né? Então, o teatro, para mim, ele foi uma ferramenta para ajudar a timidez e outros tipos de atividades em sala de aula. Eu.
. . o roda de lá.
Então, assim, é bem mais. . .
é bem menor. Quando eu tinha cinco anos, meu pai me colocou no conservatório John Butter, região, e ali, assim, eu tentei ter desenvolvido uma parte musical muito grande ainda pequena. Daí, assim, eu fui para dois instrumentos: flauta doce alemã, de madeira, é diferente, e o piano.
Então, eu. . .
sim, só que não deu para desenvolver essa parte musical, mas sim por ter uma mãe, posso colocar assim, uma facilidade também para a música. Eu continuei tocando piano só, assim, de ouvido, sozinha. Daí, na época do sarau do Cef, eu tocava piano ou, estando meio que tinha no Getúlio, não é um dos cinco, somente no Brasil.
E não era do gelo no Getúlio. Eu tocava piano, eu tentei, clamava, e a gente, assim, que tinha figurino, tudo, era toda uma preparação, né? Às vezes, assim, mas eram apresentações.
. . acho que você lembra disso, mais simples, em sala de aula, porque no Getúlio nós tínhamos um salão nobre, era muito usado pelos alunos.
Isso quando a gente não estava ensaiando. Nela, queria solicitar ainda jovem. E daí o que ocorre é, assim, era o momento que a gente se preparava.
Eram apresentações. . .
é, Taléia Motta. Mas, no decorrer dos ensaios, de ter esquecido a nota, nela, a nota era o último a saber. A quereríamos apresentar bem.
Então, assim, foram muitos momentos, é. . .
assim, do 1º ano ao 3º, é. . .
e assim ficou macaca, era normal. E aí, como que aconteceu? O fez God Jato?
Porque quando houve a primeira edição do festival de teatro, até então, eu venho adolescente, né? Competitiva. Então, primeiro, era a competição, Mateus que entrou, fé tem isso.
É só que o que aconteceu no primeiro ano, é. . .
época, eu acho que foram duas peças. . .
Você se lembra de. . .
? Joana, eu já estava no segundo ano, Marcelo estava no primeiro. É porque eu sou mais velha.
Daí, o que aconteceu no nosso encontro, né? Meio Pedro e Catarina, que a gente brigava. .
. Mãe, é daí que aconteceu. É da Elite, uma peça de teatro, e eu já tinha com a Rogéria, uma amiga de sala de aula.
Rogéria, é assim, você se lembra de Joana? Um texto que a gente escreveu. .
. Escrever um texto teatral, né? E assim, ele tinha escrito: "quando dois times se encontram numa favela".
Falava de drogas, não é uma coisa que chega a negócio, mas foi porque não tinha ar. A gente correu atrás dela e brinquedos. .
. Nossa! Foi o fundo!
Mas meu pai esteve na escola para fazer uma favela, pedir que tem duas casinhas de papelão e papel lá. Então, eu tinha que fazer meio, e era assim. .
. Era uma maratona até quando terminou a primeira sessão. Nossa, estava morta!
Nunca tinha sentido tanto cansaço na minha vida, mas é um cansaço gostoso. Eu gostei dessa transação, né? A gente ganhou experiência, é porque é lógico, o pessoal do terceiro colégio, nem de redatora.
. . Eu não lembro o nome da peça, mas que falava de que todo estudo, poxa, eles estudaram.
Fala do Nordeste, aquele lance de um bebê nascer e quase virar uma divindade regional. E no local, né? Então, dia todo, porque assim.
. . Daí, quando eu assisti, mas eu quero fazer desse jeito.
Então, comecei a batalha. O festival do Getúlio, o primeiro, foi muito importante nesse lance de que é por ter que sentar e eu tenho que estudar pra eu conseguir fazer de metas, né? Cumprir metas pra mim, eu quero isso pra mim.
E daí também ajudou porque eu ia assim. . .
A célula, nós ficamos alinhados. Foi nesse primeiro momento. Como vocês conheceram?
Ela entrando na sala de aula. . .
O Rogério, não é? Nossa, se apresentando e falando do pessoal, recebendo os novos alunos, tal. .
. Assim, aqui nessa luta à frente. Muito ea falar pela tímida, mas num mar de tímida, não, né?
O problema, fingia bem. Ela não faz outra coisa. E aí, foi nesse primeiro momento que ele conheceu o pai.
Gente, foi uma amizade. Já começamos a ver que tinha interesse, é muito parecidos, né? E a gente.
. . Aí estão fazendo as coisas no teatro, música.
. . Drga!
Que se tornou aquele CD. Passou aí pra fazer o seu nome. O que é essa relação do sua e a família e o teatro ali acontecendo com que eles entravam no primeiro momento pra eles, né?
Assim, é. . .
Hoje eu entendo que a família só quer o nosso bem, né? É lógico que ocorreram algumas discussões a respeito disso, é porque não é toda minha filha vai ser atriz! Como assim?
Então, o que aconteceu? E ver meu pai, num primeiro momento, a família participa do festival, né? E em caráter estudantil, como é uma fase, ela vai até um trabalho de escola, certo?
Ela vai aprender com isso. O que ocorreu. .
. Efe é a natureza.