Qual é o primeiro erro né quando a gente fala em programa de gerenciamento de risco né que são cometidos aí na elaboração e implementação do pgr O primeiro é um pgr com cara de PPRA Vocês já viram isso aí vocês já pegaram você pega lá é nítido que foi trocada a capa e alguns elementos textuais mas aquilo tá com uma cara de PPRA pessoal a nr1 é o mínimo que você precisa atender aquilo lá não é o suprassumo é o mínimo Aí você pega lá e nem o mínimo começa a atender pô é um pgr
com um cara de PPRA segundo pessoal que também para mim Peg também é comum pgr copia e cola pessoal o que que é o pgr copia e cola e aqui fazer um uma consideração equívocos nós todos profissionais vamos cometer alguma coisa vai passar batido por exemplo vamos lá Ana Lúcia vai lá elabora o pgr num determinada empresa passa um mês a empresa me contrata para elaborar um pgr lá mesmo ela fazendo um trabalho com muita qualidade ou também a chance de ter divergência ela é grande é passível que exista só que quando eu falo aqui
o pgr copia e cola Não é disso que eu tô falando é porque isso aqui foi um desvio técnico todos nós vamos passar por isso pgr copia e cola é aquele pgr lá você pega ele lá e ele tá falando de um padeiro mas com os fatores de risc de um mecânico entendeu é nítido que teve um copia e cola outra situação tratar o pgr como um documento e aí consequentemente você pode saber que a empresa ela não implementa e queç revisa ele entendeu então vamos lá terceiro ponto aqui né terceiro erro equívoco que é
cometido aí na elaboração ou implementação do pgr tratar o pgr como um documento papel arquivo PDF que não usa ele como uma ferramenta que precisa ser revisada de forma contínua não implementa é trata de fato como um documento eu elaboro agora daqui 1 ano 2 anos 3 anos vamos me preocupar em atualizar ele então esse é muito comum isso no mercado tanto que agora a gente tá chegando aí a própria nr1 fala lá que o pgr tem que ser revisto no mínimo cada do anos para aquelas empresas certificadas estando de gestão a cada 3 anos
e ou na ocorrência de algumas situações e se você for avaliar aquelas situações ali aquelas cinco situações que implica a revisão do pgr muitas empresas têm essas situações mês após mês mês após mês e aí aquela questão de eu fiz o pgr agora vou revisar ele daqui do anos cai por terra então ou seja esse é um erro evite em cometê-lo tratar o pgr como documento não é um documento ele é um programa programa de gerenciamento de riscos pessoal programa ele implica um trabalho contínuo ele tem uma data para começar mas não tem uma data
para acabar não é um projeto projeto tem data para começar e data para acabar programa não Peg uma uma uma analogia aqui para você entender a mesma coisa com um programa de televisão periodicamente vai o ar periodicamente você tem que revisar roteiro fazer isso fazer aquilo gravar editar só só uma analogia quando você pega o programa de gerenciamento de riscos é só você imaginar da mesma forma periodicamente Você tá trabalhando em cima dele elabora ele agora vai ver daqui 2 anos então a gente precisa ter muito muita muita clareza nesse sentido aqui também né então
vamos lá primeiro ponto né tratar o pgr você tem um pgr com cara de ppr segundo ali o pgr copie e cola o terceiro é tratar o o pgr como um documento um outro erro cometido na elaboração e implementação do pgr também muito comum que eu pego bastante é pgr setorial elaborado como geral você pega lá um pgr setorial e ele é elaborado como um pgr geral pgr geral nr1 pgr setorial exemplos NR18 nr2 nr31 por exemplo construção civil o pgr da construção civil com base NR18 tem suas peculiaridades pgr da mineração nr2 tem suas
peculiaridades pgr dnr 31 trabalho rural tem suas peculiaridades então você não pode tratar esses pgrs que são setoriais 18 22 31 como exemplo como o pgr geral lá d nr1 e essa é uma questão também aqui muito comum quinto vamos lá quinto é quinto equívoco quinto erro confusão conceitual pego muito isso também uma confusão conceitual você começa a olhar o pgr situações que são perigos tá tratando como risco situações que são riscos tratando como perigo você vai pegar e olhar o plano de ação não é um plano de ação é um cronograma de ações Então
isso é muito comum também é uma confusão conceitual pgr ele tem que ter um plano de ação PPRA tinha cronograma de ações é a mesma coisa Claro que não cronograma de ação é uma coisa plano de ação é outra no plano de ação você precisa ter um cronograma das ações é diferente e às vezes você pega lá e você identifica essa confusão conceitual entre perigo risco plano de ação cronograma de ações sexto erro cometido aqui né inventário de risco incompleto então se você pegar por exemplo assim em termos de requisito legal o requisito técnico mesmo
por exemplo se você pegar BS 8800 um exemplo vai te apresentar alguns requisitos técnicos mínimos que tem que ter no programa de gerenciamento de risco V 8800 não fala de PG fala de identificação e avaliação identificação de perigos e avaliação de riscos e lá apresenta requisitos mínimos a ISO 45.000 un de 2018 faz a mesma coisa então ou seja Independente se a gente olhar sobre o Prisma do requisito Legal ou do requisito técnico quando a gente fala inventário de risco sendo que o inventário de risco ele contempla duas etapas identificação de perigos e avaliação de
riscos existem informações mínimas que a gente tem que ter e muitas vezes a gente pega um pgr e tem ausência de requisitos mínimos você pega lá um inventário de risco ele tá incompleto né e aqui tem três situações que particularmente são as que eu mais identifico né o primeiro fator de ausência de fator de risco ergonômico de acidente é muito comum isso ausência da indicação das fontes ou circunstância ou ausência do nível de risco a classificação de risco então aqui tão três exemplos muito comuns quando pega um pgr lá e eu vejo que ele tá
incompleto Por quê ele não apresenta a identificação análise avaliação dos fatores de riscos ergonômicos ou de acidentes e aqui a gente já casa lá com o pgr cara de PPRA alguns não temm Fontes ou circunstâncias tem lá o fator de risco tem o risco ou descrição do Risco mas não tem fonte de circunstância alguns você pega lá não tem a CL qualificação do risco ou estimativo do nível de risco não tem ou seja Então essa é o sexto erro comum que é identificado aí em alguns programas de gerenciamento de risco o inventário de risco incompleto
ausência de informação no inventário de risco uma outra uma outra situação é um plano de ação inexistente ou em desacordo ele ele tá em desacordo quando você avalia o inventário de risco ou Como olhar o plano de ação em termos de requisito técnico ou legal existem informações faltantes Então essa também é uma situação muito comum né é um plano de ação inexistente ou em desacordo oitavo erro cometido aí na elaboração e implementação do Pr de gerenciamento de riscos tá critério adotado para avaliação dos riscos e tomada de decisão lá no seu programa de gerenciamento de
risco você precisa apresentar Quais foram os critérios que você usou para fazer a avaliação dos riscos e tomar de decisão pessoal isso daqui nada mais é do que metodologia de análise e avaliação de risco muito se fala né popularmente conhecido como Matriz de risco Matriz de risco é uma das metodologias exist entes para você fazer análise e avaliação de riscos existem outras além de Matriz de risco mas é a mais utilizada aí na área de SST então é muito comum você pega lá um um programa de gerenciamento de risco tem ausência de critério ausência de
metodologia não apresentou Qual é o critério que tá sendo usado aí apresenta lá risco baixo risco moderado como é que a gente vai saber interpretar isso ou critérios a metodologia é confusa Às vezes você pega lá o pgr que que é risco pequeno baixo moderado alto aí você começa a ler os critérios e você fica confuso não tá claro inclusive não tem um referencial que norteia o porquê daquilo entendeu Então essa é uma situação também muito comum ou a ausência dos critérios metodologia para análise de risco ou metodologia confusa não consegue se entender e também
né Outro ponto também bem comum nono nono estimativo do nível de risco é não realizada ou em desacordo você vai lá não tem o nível de risco né estimativo do nível de ris você estima severidade estima probabilidade no mínimo pode estimar outros fatores E aí você vai determinar o nível de risco consequentemente vai classificar esse risco isso precisa ter lá no seu inventário de risco que compõe pgr e muitos programas de gerenciamento de risco você não tem beleza e décimo erro que é cometido aí na elaboração ou implementação do pge é o dados da análise
preliminar no monitoramento da exposição desprezado ou não realizado Ou seja você precisa usar como base dados da avaliação preliminar ou monitoramento de Exposição isso daqui pessoal arete diretamente nr9 e nr17 nr9 no que diz respeito ao fator de risco físico químico e biológico você precisa fazer um monitoramento ambiental se aplicável nr17 avaliação ergonômica preliminar é muito comum você pegar um programa de gerenciamento de riscos que não faz essa conexão dos ambientais com nr9 e dos ergonômicos com o 17 então ou seja ou faz isso de forma discrepante Então esse é um erro uma situação muito
muito muito comum Beleza então hoje o que acontece no mercado quando a gente avalia ali um programa de gerenciamento de riscos Esses são os 10 erros cometidos comuns comumente a gente vê aí vou vou resumir aqui porque foram muitos né vou resumir os 10 aqui então 10 principais erros cometidos na elaboração e implementação do pgr primeiro pgr com cara de ppr segundo copia e cola terceiro tratar o pgr como um documento pgr setorial elaborado como pgr geral L dnr 1 quinto confusão conceitual sexto inventário de riscos incompleto ausência de informações sétimo plano de ação inexistente
ou em desacordo oito critério adotado para avaliação de riscos ou inexistente né ausência dos critérios da metodologia que você usou ou a metodologia confusa nove estimativa do nível de risco realizado em desacordo ou inexistente ou você não realizou a estimativa do nível de risco ou você realizou em desacordo inclusive com a sua própria metodologia 10 dados da análise e preliminar ou do monitoramento das Exposições desprezado não realizado você não levou em consideração n o o o que aborda nr9 nem nr17 nr17 nos fatores ergonômicos e nr9 nos relacionados aos fatores ambientais Então esse aqui são
os 10 equívocos cometidos aí é muito comum de ser observado identificado num programa de gerenciamento de [Música] riscos i