porque precisamos falar sobre suicídio [Música] bem vindo na rodou podcast para quem tem fome de aprender eu soquei fujioka eu só saí de souza e hoje é dia de que 15 itens e antes da gente entrar no tema ao sair na pauta em si aqueles três recadinhos rápidos na paróquia vamos lá todo mundo já sabe a número 1 se você quer colaborar com o a produção na roda podcast e ajudar ele a se manter no ar vai lá no apoia aponta-se e barra na rodada pode cast faça sua colaboração total fun número 2 não vai
custar nada é só ir lá no itunes store e deixar cinco estrelinhas e o seu comentário e nunca te pedimos nada ea terceira e última também tem custo zero a é só apresentar o podcast rodou por uma amiga ou por um amigo que não conhece bruno rodríguez ao a proposta não conhece um podcast é a proposta do naruto exatamente essa comoção episódios mais curtinhos é para introduzir as pessoas aponta esfera é isso aí então gente vão para a pauta agora em altay hoje o episódio especial importante é muito especial porque porque estamos fazendo um episódio
correspondente ao setembro amarelo verdade eu vou explicar aqui pra quem não conhece o que é o setembro amarelo na foi instituída uma campanha mundial que ocorre todo mês de setembro para a prevenção do suicídio e no brasil ela começou em 2014 é uma iniciativa do cvv centro de valorização da vida do conselho federal de medicina e da associação brasileira de psiquiatria é né a idéia dos 70 amarelo na qual é é promover atividades que abre espaço para conversas sobre suicídio um para alertar a população sobre a importância da sua discussão e é exatamente esse é
um assunto que é um tabu na sociedade evento inclusive apesar de você tem pra amarelo dá motivação em si para esse episódio recebemos perguntas sobre isso também é verdade né recebemos um e-mail do 20 carlos catuama exigir exatamente esse tema e então acho que é bastante oportuna a gente usa agora o mês de setembro para atender a esse pedido de ouvinte e porque é que a gente precisa falar sobre suicídio foi porque de acordo com os números oficiais a gente tem um problema de saúde pública no brasil é porque a ocorrência tem crescido bastante entre
os jovens ea gente já tem os 32 brasileiros se matando por dia um essa taxa é maior do que as vítimas de aids e na maioria dos tipos de câncer verdade não da morte ocorreu decorrente desse tipo de doença 1 estamos diante de fato de um problema de saúde pública é que não é só de hoje na verdade tem um contexto muito maior por trás disso e exatamente por isso que é legal a gente falar sobre isso então caso seja o primeiro esteja ouvindo na rodovia seja nesse episódio eu vou recomendar fortemente que se fosse
um outro antes que a 1 sobre o teorema de país está assim teremos de ver se não tem nada a ver com esse tema mas há o argumento epistemológico que eu vou usar para explicar coisas sobre o suicídio aqui as causas né eu falei naquele episódio que são as quatro causas do aristóteles então todo e qualquer comportamento pode ser explicado por quatro causas né assim a prevenção do suicídio e diz que a discussão sobre o tema é fundamental é muito importante não só pela questão de saúde pública mas porque reflete uma questão existencial urbana em
si que é comum que é normal e que as pessoas pensam sobre isso né tem-se um tabu por exemplo de falar sobre mas tem um tabu de como a área médica reconhece esse comportamento aí eu sou eu tenho uma crítica à medicina como um todo que a medicina confunde sintoma com comportamento têm comportamentos que não são sintomas e têm sintomas que não são o comportamento né então a um suicídio tem um aspecto médico ligado a uma doença mental que a gente vai discutir sobre isso mas tem um aspecto existencial que também é importante ser discutido
então o ponto aqui né sobre a a discussão do suicídio antes de falar de prevenção tratamento é uma explicação geral das causas impossíveis então vamos falar em relação ao suicídio as causas materiais as causas formais carros eficientes e o impacto disso nas causas finais sobre o suicídio então você vai ver que esse é um fenômeno estudado por muitos campos do conhecimento e cada um deles contribui com a explicação não é desse fenômeno que é interdisciplinar e multidisciplinar na então o quem falou alguma coisa sobre números nem aqui no brasil e no mundo morrem por um
suicídio consumado 800 mil pessoas por ano o cara é muita gente é muita gente no entanto essa distribuição das pessoas não é igualmente não é igualmente distribuída por sexo e por idade na essas 800 mil pessoas são mais concentradas em alguns grupos então por exemplo e isso é dados da organização mundial de saúde os homens em geral se suicidou mais quando você fala de consumação então os homens adotam a tentativa de suicídio mais eficientes que as mulheres por isso acabam morrendo mais exato a mortalidade para homens é maior não significa que eles tenham mais exato
quem tenta mais suas mulheres então é uma diferença entre tentativa e consumação então é isso uma diferença entre os gêneros estava a ver com a forma com a qual na tentativa de estupro e suicídio em cada um desses aqui está então os homens têm uma eficiência maior do que as mulheres outra coisa importante em relação à idade então dessas 800 mil mortes 78% delas são concentradas em países de renda baixa nery eo terceiro mundo incluindo o brasil né e cerca de 60% dessas 800 mil são concentrados na faixa entre 15 e 29 anos muito jovem
ou maior que 75 anos então é irregularmente distribuído ao longo da vida os casos de suicídio consumado não tá então tem essa diferença de gênero e também tem uma diferença ao longo da vida então isso isso é importante as causas assim pensa no geralmente do ponto de vista geral temos duas causas principais para o suicídio é assim falando em geral principais os principais produtores não é 2 preditores o primeiro é a tentativa anterior são pessoas que têm uma tentativa anterior de suicídio tem uma uma probabilidade maior de fato tentar de novo e eventualmente conseguir que
é um paralelo parecer também com quadros de depressão isso as ações têm depressão têm uma incidência de maceió e isso e o diagnóstico prévio de uma doença mental em cerca de 90% dos casos de suicídios são relacionados com um diagnóstico de doença mental prévio nem ou associado isso é importante tá quando se falou que homens morrem mais do que mulheres é porque homens eles utilizam um que mais água de fogo e são eles que os sedimentos mais letais que mulheres nem em geral e aí tem uma questão cultural é por exemplo se você pegar na
europa dado de 2016 você tem uma idéia de qual país é o país que tem a maior prevalência de suicídio na europa é a lituânia já então se você pegar os cinco países mais que têm as maiores prevalências são os países mais pobres já então lituânia bielorrússia são países pobres se você pegar no brasil na américa do sul os dois países que têm maior prevalência de suicídio é a guiana francesa em miami já em pobres é então existe uma certa um certo falso uma falsa idéia de que países ricos se suicidam tanto quanto países pobres
não suicídio é um problema depois rico e não é um problema de país pobre só que a notificação desses casos de suicídio maior popularização maior em países ricos santo então ao invés de confirmação na verdade então é causa de suicídio mesmo os tratores fatores econômicos são muito associadas com isso só tá isso é uma causa eficiente para o suicídio na são feitas essas apresentações gerais vamos falar das causas em si vamos começar com causas materiais em casas materiais dizem respeito ao cérebro ou condicionantes físicos biológicos geológicos nem tem uma linha de estudos enorme falando sobre
fatores genéticos para o comportamento suicida tá aqui vale um parêntesis é quando você observa o suicídio você observa ele como o comportamento é um comportamento que alguém realiza então quando você vê um caso de suicídio você acha que como é um comportamento homogêneo não é que redonda na morte da pessoa você acha que a causa também é única e não necessariamente a verdade então o suicídio enquanto o comportamento ele é um comportamento impulsivo multifatorial gerado por várias coisas você só tá vendo final da seqüência os condicionantes são diversos e são um pouco de 15 gratifico
são diferentes entre as pessoas só que como você acha que você só tá vendo o resultado final você acha que é causado por cento pelas mesmas coisas tá então quando se fala por exemplo de questões genéticas você vai pensar que os genes que regulam processos metabólicos processos estruturais processos neuroquímicos processos elétricos no cérebro na eles condicionam isso e ir mas se a pessoa tem uma predisposição genética para o comportamento suicida porque alguns desses genes têm algum problema na então você tem uma linha de pesquisa em biologia em biologia molecular que parte dessa premissa tac tenta
não tenta descrever seria o cérebro normal tenta descrever variações na expressão gênica que podem ser condicionados à frente a uma maior freqüência de comportamento suicida está o principal marcador genético que se tem hoje os recentes têm muita controvérsia o maior com o marcador é um mercado chamado as acp1 tá aqui pra quem não conhece e não faz nenhum sentido tavinho foi sentido é o importante aqui é explicar qual é a função de marcador ele é um marcador muito generalizado ele atua em várias funções metabólicas neuroquímicos do cérebro mas o interessante é que esse acp 11
ele atua na síntese de colesterol mas não é o colesterol do seu corpo tá ele atua na maneira como o cérebro processa colesterol é um é você é o mesmo nome mas o colesterol têm na sua barriga é diferente da novela disse colecionam não é não é o colesterol que a gente médio exame disse não não é é uma gordura um programa uma substância ligada a uma gordura que é processada no cérebro tá é muito similar você pode ouvir o nosso episódio sobre alzheimer tá que têm a ver um pouco por exemplo uma das causas
uma das possíveis mecanismos do alzheimer é a maneira como a gente lida com a insulina né o a síntese de insulina é no cérebro está tanto é que tem gente que chama o alzheimer de diabete tipo 3 tá é esse tipo é ação desses desses marcadores no cérebro especificamente então esse spa acp1 ele ao ele gera assim em caso de pessoas com comportamento suicida um como a pessoa tem uma maior ou menor quantidade desse marcador geram um desequilíbrio na produção pequena síntese do colesterol no cérebro e isso por uma cadeia de reações afeta a produção
de serotonina que a gente já falou em outros episódios que é uma substância excitatórias afeta o gaba que a gente já falou em episódios sobre álcool né que ama que é um neurotransmissor é inibir idosa altera a resposta stress então numa situação de stress você reage comportamentalmente diferente porque essa esse marcador ele tem uma variação é que não ser esperada ele aparece demais ou de menos e isso reduz sua inibição como reduz sua inibição você fica mais impulsivo frente a eventos limite então o a comer carisma em geral é assim a setpu ele altera uma
coisa ligada sinto a síntese de colesterol no cérebro por causa disso altera a produção de serotonina de gaba resposta stress e comportamentalmente isso vai reduzir sua inibição e aumentar sua impulsividade e o que no fundo que é o comportamento suicida um comportamento impulsivo né então você toma decisões num pequeno espaço de tempo curtas com o impacto muito grande sim né e e isso tem sido na causa material a gente está pensando molecularmente tá isso está relacionado por exemplo uma maior predisposição comportamento suicida está relacionada ao uso de drogas nem que tipo de droga cocaína que
afeta serotonina é algo que afeta o gaba se então é é a causa material ela pode acontecer em dó g na mente porque a pessoa nasceu com uma variação nos genes que regulam esse acesso onde prisão e pode acontecer só genuinamente com o uso de drogas de abuso principalmente álcool cocaína crack e coisas do tipo a justiça já tem uma série de variáveis só em uma das causas é uma das alunas das crises mas é importante apresentar elas pra você ter uma idéia que acontece em vários níveis nem todas essas casas estão acontecendo ao mesmo
tempo por isso é um fenômeno complexo está então a causa material está mais ou menos escrita já é causa formal em causa formal se refere a como esses sistemas neurais ou químicos ea grupo e aí entra por exemplo a idéia do transtorno mental né então o principal transtorno psiquiátrico relacionado com uma maior probabilidade de suicídio a esquizofrenia então a pessoas com diagnóstico de esquizofrenia têm uma chance aumentada de ter um comportamento suicida pelas próprias características da esquizofrenia e tal tem muito trabalho relacionando com isso é verificando por exemplo se marcadores genéticos de esquizofrenia também são
de comportamento suicida e tem vários trabalhos em psiquiatria disso o alcoolismo por si também é um transtorno mental na qual ele gera dependência crônica ele gera um transtorno mental que muda sua capacidade de julgamento frente a problemas então você pode aumentar muito a sua resposta a situações de stress por causa do gol o ipt predisponham um comportamento limite impulsivo né tanto que tem muita gente que fala que o suicídio é uma solução definitiva para o problema parcial só que numa situação de desregulação você não vê esse problema parcial como sendo parcial se sente um pouco
maior problema do mundo insolúvel e isso é quando então você não se abre para outros tipos de planos de posição e não dividir mec é o mais importante e aí entra também em causa se for mais algumas coisas da psicologia da própria psicologia do indivíduo não é só psiquiátrico então o indivíduo em uma fase de ideação suicida ele apresenta três características comportamentais assim bem fixas assim uma delas chamada ambivalência na a outra impulsividade ea terceira rigidez cognitiva isso é bem clássico de estudos de psicologia e barras que a tri né o que era um de
valência é a pessoa se coloca quando quando você conversa com ela ela se coloca numa situação que é tudo vida ou morte e maniqueísta total assim então é tudo vida ou morte então por exemplo fala que as pessoas têm é é nessas situações que mostram essa ambivalência então por exemplo a eu preferia estar morto néel a eu não posso fazer nada frente a essa situação esse sofrimento não consigo fazer nada ou não aguento mais ou os outros vão ser muito mais feliz em mim né então são situações em que a pessoa se coloca numa situação
de vida ou morte mesmo de sim ou não está isso reflete essa ambivalência então quando você conversa com alguém você ouvir esse tipo de relato é muito importante você prestar atenção nisso que ela pode ser são coisas que podem não estar sendo colocadas à toa e isso são avisos nas são efetivamente avisos isso gera samba e valência então você vê que o discurso da pessoa muito ambivalente é um lado é outra né isso é relacionado com a rigidez cognitiva então a pessoa toma a gente chama o termo técnico ela tem uma visão em túnel ela
só consegue ver o que está na frente dela num dos lados mas esse não é literal e simbólico na então a pessoa só vê uma solução possível sempre eu sempre você assim sempre tudo está dando errado por minha causa ambiental e isso vai gerando um pensamento reverbera ativo né e vai retroalimentando então a pessoa entrar na pilha mesmo e tal por causa dessa rigidez cognitiva de tudo ou nada e isso vai aumentando a chance de acontecer o terceiro comportamento que a impulsividade que numa situação limite como ela não vê nenhuma resposta nenhuma saída por conta
da rigidez da nuca e valência o suicídio o comportamento suicida passa a ser uma possibilidade cada vez mais provável esse é o processo que você acaba identificando pessoas com intenção suicida mesmo perguntar então esse é o processo psiquiátrico ou psicológico quando você atende uma pessoa com idéias um suicida em geral você identifica isso no discurso num discurso assim valente ambivalente legista muitas vezes com rigidez cognitiva então ela não reflete muito bem sobre as possibilidades a é tudo bem você acha que as pessoas não gostam de você mesmo e dá um exemplo é um exemplo de
que as pessoas não gostam da 20 agora tem um exemplo de alguém que assim emitir um comportamento que mostra que a pessoa tinha afeta por você ela não lembra saber se ele não me por mais que exista um não faz da sega isso ou dá um peso muito menor sabe do peso muito menor então são dois pesos duas medidas sabe então é isso é uma coisa que você identifica mesmo é ter um viés muito grande por um lado um sabe esse viés em geral é por isso que se fala que o o suicídio relacionado com
um problema mental né nesse viés ele mostra que o cérebro tem um problema decisório ele está colocando muito mais peso num lado no freio de perder do que de ganhar né normalmente a gente dá um peso maior para a perda mas não tanto assim né não tanto que isso já era um sofrimento psíquico a ponto de você ter um comportamento solicita está relacionado em tão alto estilo também então do ponto de vista material quando você vê esse discurso bem estabelecido uma pessoa né isso já mostra por exemplo do ponto de vista material o efeito de
neurotransmissor que está faltando tem alguma coisa é neural mesmo para além do processo decisório formal da pessoa tá tem pessoas que que é diferente a pessoa tem uma personalidade mais assim mas ela não é tão maniqueísta não é tão fechado tem um jogo não sabe então quando tem esse jogo essa possibilidade que a pessoa refletir sobre a condição é o sofrimento não é tão grande então você vê que eu tenho a pessoa tem uma lógica mais razoável de julgamento ela pode ser mais crítico não tá então é importante discriminar as características de personalidade de alguém
que é um pouco mais crítico mas normativo vim que dá um peso maior para a perda do que eu ganho mas é algo saudável e adaptado né e tem aquele que é a coisa mais do que isso mesmo que é o caso da doença mental mesmo é uma situação uma por um certo tipo de preço de personalidade predispõe a outro não necessariamente então tem um campo de discussão grande falando disso então é será que pessoas entre aspas mais pessimistas têm uma maior chance de se suicidar não necessariamente em staten outros condicionantes sair que são ligados
à causa eficiente tá então falei da casa material falei da causa formal que reflete as questões psicológicas pense que a causa material e formal se reflete se refere a um indivíduo que a gente falou agora do aspecto individual a causa eficiente já se refere à relação entre o indivíduo ea sociedade então existem sociedades que são mais nem tem certas condicionantes sociais sociológicos que predispõem mais a a ao suicídio outros - tem certos grupos que protege você possui sido mais que outros militar então é isso é uma coisa interessante para clientes mais competitivos por exemplo isso
ou se não é mas pode suscitar mais é associado com as características de personalidade sul soma tá então uma coisa importante do suicídio que não é uma coisa só do indivíduo tem um contexto junto de trabalho vou pedir desculpa aos meus colegas sociólogos que eu não vou falar de todas as vertentes que estudam isso que tá louco não dá é eu vou focar no clássico é o do skype por caio escreveu pra quem é associado com certeza eu não tem como não nesse texto o suicídio do caen o texto do caminho é bom porque ele
dá um exemplo de como os sociólogos escrevem monografias por exemplo ele é um dos pais sociologia é um dos três porquinhos não é como eles falam junto com o velho mais mas o legal das tudo caindo assim para além das críticas sobre o que ele fala da relação do peso da sociedade sobre o indivíduo enfim que isso não é relevante aqui mas ele ele estuda o efeito social na probabilidade de um indivíduo cometer suicídio tá ele faz um estudo descritivo eminentemente descritivo né então é o o o legal do crime ele eu vou falar de
dois tipos de causa eficiente né o do time fala que o suicídio pode acontecer de três formas na e3 formas principais o primeiro é chamado suicídio egoísta mas de novo o egoísmo que ele fala não é egoísmo é eu estou sempre com isso está me matando não é isso ele falou isso no sentido social que o indivíduo abre mão do seu papel social e coloca o interesse pessoal dele invoca nem a frente é um exemplo de suicídio egoísta na literatura né é um livro clássico que gerou até um efeito chamado efeito vetter que é o
livro do gate né que é o sofrimento do jovem peterson então esse livro quando ele foi publicado no século 18 é um livro muito legal e foi o primeiro livro que li alemão foi esse um livro muito interessante inaugurou o romantismo por exemplo na alemanha e basicamente é um um vector gostava era apaixonado por uma moça chamada charlotte a moça gostava também dele era correspondido só que por uma razão qualquer a charlotte estava prometida para um outro é um casamento arranjado estava prometida para um outro cara né eo vettel ficou tão deprimido com isso com
essa impossibilidade que esse mata já a história é aí é uma história muito romântica nesse sentido depois que esse livro foi publicado muitos homens mesmo se inspiraram pela história dele e começaram a se vestir como ele por exemplo então é por romantismo aflorava então tinha essa coisa do sofrimento né do amor e tal e um não se tem ainda não se teve na época dados de fatos relacionados a isso é o efeito vetter surgiu é o efeito do jovem werther mostrando que várias pessoas cometeram suicídio depois de terem lido o livro e tá isso é
um exemplo sociológico do suicídio twister então você abre mão de seu papel social você alguém jovem que podia ser produtivo para a sociedade e por um uma razão pessoal né seja por um livro seja por um namoro que deu errado você comete suicídio esse é o sentido do egoísta na explicação do ar cai você também tem o suicídio altruísta o suicídio altruísta quando é o contrário é que você abre mão do indivíduo da sua subjetividade em nome do social são exemplos por exemplo é só um camicase os homens bomba ou coisas do tipo ou uma
coisa que é menos extrema que existe por exemplo no japão tem muitos sociólogos que estudam essa é a idéia de suicídio ao turista no japão que é o chamado karoshi mas o over we work já pode é o caso hoje é um terço exigido por um work é a pessoa morre de trabalhar literalmente netter trabalho até morreu chego em casa eu tenho inclusive publicidade disso né é um caso clássico famoso acontecendo maior da maior agência do japão que é dentro dentro e isso é uma história de uma moça que trabalhou 72 horas seguidas e agora
recebi até pressão para continuar trabalhando e valorização para isso e acabou tendo um ataque cardíaco porque ficou sem dormir tomando energético e morreu né e o presidente da dentsu caiu por causa disso porque isso foi publicizado mas esse é um comportamento carochinha muito comum no japão por exemplo e isso é um tipo sociológica melhores mas criticando não besatt esse é um exemplo seu logicamente falando de suicídio altruísta tá e você tem um suicídio econômico o suicídio nómico né falando das causas eficientes é quando o indivíduo ele não se sente identificado com a sociedade então a
anomia nome é um fenômeno muito muito presente hoje então se você pega não só o brasil em geral né você tem uma uma certa crise das instituições na então as instituições da justiça há o direito mesmo as instituições de direito perderam muita credibilidade frente as pessoas né não só pela questão da a opção mas pelo fato da de você em poderá os indivíduos cada vez mais e isso faz com que você questione a as instituições o que é positivo só que tem um lado negativo que é que você afeta o estado de direito não é
que o estado tem uma importância que garante a igualdade entre os indivíduos o adam smith não concordo com isso mas não vamos entrar no mérito mas o grande problema é como as pessoas têm descrença nas instituições e isso afeta a segurança do estado mesmo ea qualidade dos próprios indivíduos no então o suicídio a nome cco é quando o indivíduo não se identificam mais com a sociedade então eu eu não tenho um lugar onde eu vivo não tem mais uma referência não tem mais lugar e aí ele perde o sentido da vida né mesmo e esse
é o tipo de suicídio mais estudado hoje pelos sociólogos do do suicídio do funcionário sociólogos que estudam estudam o tema né eles estudam essa idéia da faculdade fraca regulação entre as normas sociais o que seria esperado e as normas do indivíduo como tem essa fraca regulação o indivíduo às vezes ele se ele não for muito autônomo ele perde o sentido porque é uma é um objecto de estudo mais recente por se tratar de um fenômeno mais pois mudamos isso cinzas envido assim então tem vai inteiro na credibilidade das instituições e e isso quem tiver interesse
assim é você pode até ler um pouco sobre essa questão da legitimidade institucional e tal tem o autor americano chama tyler quem jogar quem é do direito conhece não sabe então ele estuda muito isso qual a relação entre os indivíduos e o papel das instituições na manutenção da qualidade dos indivíduos né e aqui no brasil núcleo de estudos sobre violência tem como a crença nas instituições afeta a percepção da violência é um trabalho que já dura dez anos lá e tal que é muito interessante tá então o do carro ele explica por causa de deficientes
veja que o mercado coloca nada de cérebro de neurotransmissor mas essas três causas também ajudam a explicar um pouco a questão do suicídio nem do ponto de vista social e não individual só isso é muito importante ele identificou também outras coisas o do time na época que hoje ainda são válidas então por exemplo os dados descritivos deles mostravam que as pessoas solteiras se suicidavam mais do que as pessoas casadas porque as pessoas casadas têm mais seguras de apoio né e os divorciados também se suicidavam mais as pessoas solitárias na via os divorciados e viúvos ele
o casamento foi bem nesse sentido isso em geral então ele está falando da questão sociológica geral ele não está explicando variações individuais nunca não tomo isso como uma regra pra você e mais em média vai dar ele estuda também muito o efeito da religião por exemplo nos suicídios né e na época dele não existe a figura do ateu né não existia muito o papel social é difícil achar né então estudava os católicos e os protestantes que você acha que se suicidava mais os católicos protestantes você tem um palpite vez isso ainda vale um pouco hoje
mas está perdendo cada vez mais ficando cada vez mais indiferente em alguns países ainda vale outros não ser católicos então os católicos se suicidaram - mesmos - porque a idéia do protestante essa coisa mais de economia liberal de de você da predestinação e tal na época do crime os católicos ele tinha uma coesão social maior então você identifica bem pessoas que eram do seu grupo você tinha colaboração interna e isso garante um pouco mais o a saúde psíquica dos indivíduos né os protestantes tinham ido um pouco mais frouxo então ele se suicidavam mais né o
indivíduo protestante ele entrava em anomia com maior facilidade do que o católico hoje em dia isso não te protege nada sim né já dizia o nit né então o que vale na verdade é o dinheiro que tem na carteira não que você acredita né que regula de verdade são outras coisas e aí essa questão da religião perdeu sentido tanto é que estudos mais recentes mostram que o fato de você ter uma religião ou não ser agnóstico não e o fato de você ser ateu ou não não é relacionado com a prevalência maior ou menor de
suicídio então outros condicionantes do indivíduo e tá então falamos causa material causa formal causa eficiente né faltas casas finais que as causas finais diz respeito ao seguinte indivíduos que se suicidaram não é tão uma família ele se predispõe mais outros indivíduos da mesma família ou colegas no do ciclo social a se suicidarem também uma pergunta e outra coisa será que um indivíduo numa família que se suicidou aumenta a probabilidade por exemplo imagina que ele se suicidou mas antes ele deixou um filho aumenta a probabilidade de um filho ou de um sobrinho de um parente próximo
tá os estudos são pouco conclusivos então no caso quando você tem por exemplo uma pessoa que cometeu suicídio tendo o diagnóstico de doença mental estabelecido né a prevalência maior no filho ou parente próximo serristas é em casos em que você não identifica isso não é tão conclusivo pode ser por outras causas tá então por exemplo em países pobres né algumas pessoas chegam a situação limite de considerar suicídio por conta de problema financeiro tá vide venezuela a taxa de suicídio do ano passado pra cá do 2016 e 2015 2016 e 2017 8 30% e já então
os condicionantes de qualidade de vida básicos econômicas influenciam essa possibilidade com certeza a conversa com a estatística também dos países mais pobres e darlene pereira não ocorrer isso é usado por isso que tem que pensar esse comportamento em vários níveis mesmo tá ea questão por exemplo a causa final pensando em sociedade oriental e sociedade oriental e ocidental diferente na representação social do suicídio então em regiões mais ocidentais você se suicidar é um crime é um pecado então você vai ser culpado punido e tal em outras religiões não é tão bem assim né então você tem
mais de uma licença para isso além das sociedades mais orientais valorizar muito mais o grupo do que o indivíduo então o indivíduo é mais massacrado ali né então ele ele é exposto a essa possibilidade com maior freqüência porém com a globalização e implementação de projetos de política pública a ideia que essa essa razão cultural vai diminuindo e fica uma coisa mais homogênea tá então feitas nessa longa explicação do das causas impossíveis é vamos falar um pouco sobre trás além de prevenção taunton parte mais alegre da coisa não é eu vou me colocar como psicólogo aqui
mas eu vou ser um pouco chato tá quem tiver nos ouvindo às vezes você pode estar pensando por exemplo a ideação de suicídio tá tem um certo aspecto que eu vou fugir um pouco da parte psiquiatra que falar da parte normal psicológica e pensa desenvolvimento infantil da criança pequena então ouço aquele episódio o que meu cérebro faz quando eu falo comigo mesmo episódio em ilustrar vários outros não tá tem uma faca uma fase da criança aos 67 anos que a noção do real que ela quando discrimina ela do outro tá existe um comportamento muito comum
em crianças pequenas que é o seguinte quando começa a ter noção do real ela percebe que ela é diferente do mundo uma das coisas que já vem na cabeça dela que o mundo é muito mais velho que ela como era o mundo antes de existir e ainda existe um mundo sem limite exato e aí vem outra pergunta onde eu vim porque o fim não é porque eu acontecer agora é uma pergunta muito razoável zif plausível normal e e em seguida para onde eu vou exato é a próxima com freqüência é porque vem a noção de
tempo então é muitas crianças perguntam isso é saudável normal é tem que acontecer tá isso continua na fase adulta então por exemplo um um indivíduo comum e normal ele pode se imaginar como seria o mundo sem ele sabe é a mesma reflete a mesma coisa da criança tá então às vezes as pessoas pensam ah é é acho que o mundo seria melhor sem mim e pensam uma vez isso já fica desesperado com a doença mental etapa não calma calma tá na literatura temos exemplos disso não é por exemplos de situações assim que as pessoas discutem
isso senão você pode discutir não tem problema faz parte num tá e mais isso não configura uma doença mental claro tem um livro clássico porque a minha obra prima do fernando sabino num encontro marcado um gol onde há uma conversa nunca pedi desculpa spoiler para quem ainda não leu no maranhão é um livro de 60 então se você ainda não leu o bicho aí é renato é onde o eduardo é que o personagem narrador ele está conversando com o jatinho que já tira o nome do personagem né e hoje tem uma vida complicada tal uma
família meio de segurada e aí o edu está conversando com ele sobre o suicídio se matar no ninho bêbado assim né cada um deu sua opinião tal o eduardo disse que é uma covardia não que suicídio é uma covardia então se for pra cometer um suicídio só faria isso se fosse para fazer um estrago louco antes de deixar um marco na história e hoje à dir comenta seguinte ele fala ainda da quem quer morrer mesmo um pensa em nada disse ele só pensa em morrer num e logo depois ele dá um tiro no peito esse
já tiro no peito e isso vira uma uma marca na na história do eduardo do personagem pra sempre exata então esse é um ótimo exemplo literário para você perceber um dos grandes erros que as pessoas cometem quando discutem a idéia do suicídio que falar que seria covardia e na esse é um erro comum que as pessoas cometem porque na verdade em novembro mais de 90% das vezes o suicídio é um resultado é um resultado comportamental frente uma situação de dor extrema está por isso por isso que o suicídio comportamento suicídio é ambivalente que a pessoa
quer morrer mas ela quer viver o mesmo tempo na verdade ela não quer morrer aqui é evitar essa dor ela quer fugir dela ou a amenizar essa dor e por isso que isso tem relação com a impulsividade então imagina uma situação muita gente fala isso por exemplo você quebrou a perna sabe numa situação de dor extrema pessoa família paga nem fui eu quero esquecer sabe é inclusive tem um mecanismo para isso né eu até falo por mim mesmo quebrei a clavícula no dou e no meu caso teve que reduzir não existem por um lugar no
pódio e foi a enfermeira com prazo de grande colocar o meia cleiton no lugar quando ela colocou não lembro que eu realmente não lembro assim é é a reação por exemplo que aquele soldado tem na guerra é quando ele está sofrendo de dor é ele quer que os amigos soldado mate ele e acabar com aquele sofrimento isso é extremamente exatamente é um movimento impulsivo que você fecha o olho faz alguma coisa só que a conseqüência dele é final e no caso de uma guerra ou no caso de um mecanismo neurobiológico para lidar com a dor
como você vai continuar a existir depois né no caso da guerra não mas é uma situação limite vá lá né mas a a pessoa com idéias um suicida ela não tem razão para ter isso tem sempre vai existir razão para ter depois né sempre vai ter razão eu quero caçador acabe e sempre há uma outra solução que ela não vai ter isso exato então a dor é tanta que ela é incapaz de enxergar assim soluções possíveis de se relacionar com esses três estados psicológicos da pessoa sobre interação suicida então pra quem quer ajudar a primeira
coisa que o suicídio não é covardia a segunda coisa é um erro as pessoas falam quem quer se matar não avisa isso não é verdade tas mas 70% das pessoas comunica indiretamente esse desejo falando essas frases que eu falei anteriormente o prefeito está morto eu não posso fazer nada para evitar eu não aguento mais os outros vão ser mais felizes sobre 100 mil em mim então isso são mensagens mesmo pessoal que fala fala diretamente na fé e isso fala indiretamente aí depois você olha para trás vê nossa né não é acredite faz sentido vale a
pena num mundo louco de pedro eo lobo sabe vale a pena você dá um ouvido pra isso outro erro também a ele está ameaçando se suicidar para manipular os outros isso não é verdade está realmente a sério sabe é é uma sensação de dor muito grande é realmente sério e um outro erro comum também se eu falar com alguém se eu tô vendo que ele está meio estranho ou ela se eu falar sobre suicídio com ele ou induzir a pessoa cometer não é verdade não é verdade às vezes a pessoa precisa falar um pouco a
divisa esse é um é realmente um erro é o tamanho a gente o choque não falar sobre o assunto é melhor e isso é um tabu comum né e às vezes às vezes a pessoa não quer falar porque ela não vai conseguir dar conta e aí tudo bem tudo não tem direito nenhum não tem é essa não tem condição nenhuma de dar conta necessariamente obrigatório é por isso que isso eu falo como psicólogo é você não é o psicólogo de ninguém tá então eu tenho um amigo que fala que eu posso falar tudo pra ele
ele não é seu psicólogo está se está acontecendo de verdade ele não é seu amigo porque você está colocando você na frente dele você nunca ouviu essa pessoa tá então é isso aí a relação analítica seja com psicólogo psiquiatra é uma relação que você não constituem outro lugar na então se você está em contato com alguém que você tem desconfiança de que tem um comportamento suicida a primeira coisa é buscar ajuda para essa pessoa ajuda especializada tá e o próprio profissional de saúde ele comete erros no momento de lidar com uma pessoa sobre ideação suicida
um erro muito comum do profissional de saúde às vezes o médico clínico geral enfermeiro enfim é um meio que uma síndrome de estocolmo a pessoa vai atendendo né esse é um programa de transferência então o profissional de saúde vai acompanhando a história da pessoa com idéias suicidas e eventualmente a pessoa que se suicida por alguma razão não teve como enfim né o profissional de saúde às vezes pensa isso que nossa no lugar dele estava em sofrimento tão grande que eu também faria o mesmo tá esse tipo de erro é mais como um novo profissional de
saúde que lidam muito constante de empatia né fora de lugar isso e na verdade isso reflete o problema dele o problema psicológico que o próprio profissional de saúde tem que lidar então na verdade é um em estocolmo mesmo num tá então é para diminuir a própria doadora exato para lidar com isso só que isso vai ficar insuportável depois então é é um problema sério é um problema de desamparo então e aí a gente entra uma questão muito importante para quem tem ideias são suicidas sabe a em geral porque por conta desse dessa visão em túnel
você não você não entende o quão desamparada você deixa os outros né é é eu digo isso pra pessoas que eu acompanhei assim que se suicidaram é eu sinto falta delas mesmo que não importa se elas sabem disso não mas eu sinto falta e eu tenho certeza que quem passou por isso sabe isso não é e isso é importante para as pessoas que têm essa idéia muita gente vai sentir sua falta né você pode acreditar nisso não e sim depende de você sabe mães mas você tem esse compromisso também em sabe é o compromisso não
é pra você ficar bem um erro comum que as pessoas comem fazem é um erro de leigo é você falar pra pessoa nesse estado que ela vai ficar bem não vai saber é ser honesto ela não vai se ela está sofrendo tanto não se buscar ajuda do nada que vai ficando isso é porque você diminuir isso nela né então a a saída assim é uma coisa dizer que uma pessoa está com uma fratura exposta você dizer assim não fique você vai ficar bem então deixa fratura aí que vai ficar bem tensa e brancos não precisa
de ajuda exato não espera eu tô aqui com você e eu vou procurar alguma coisa para te ajudar o que eu não puder fazer vou alguém vai me ajudar não isso é ajudar de verdade estava um pouco como a gente leva menos a sério um transtorno mental todas as áreas e depois a gente pode fazer um episódio específico e isso mas passa por isso é as pessoas têm a ver dá pra você vê aquele episódio sobre doença psicossomática né então as pessoas acham que a doença mental é igual ao furar uma gastrite e instável masia
do remédio cabo não é um tratamento longo em geral os protocolos de tratamento psiquiátrico leva um ano e você tem que tomar o remédio certinho tem uma fase que você fica mais fácil você fica bem até controlar e você tem que ser bem assistido por um psiquiatra ou fazer terapia também nem os dois juntos é um efeito muito melhor com um psicólogo para ver os benefícios mais pra frente é o tratamento não é crônico mas é um tratamento longo porque levou um tempo para você chegar na situação que você chegou e leva tempo para reverter
liga o tratamento adequado tempo muito menor então você leva muito menos tempo para melhorar do que levou pra ficar ruim né então há a sugestão final aqui pra quem está preocupado com alguém né é ter uma escuta o que seria essa escuta atenta primeira confiar na pessoa confirmou que ela está falando tá segundo ouça com cordialidade o sofrimento da pessoa tá trate com respeito mesmo porque mesmo é como uma pessoa tem essa coisa meio de valente às vezes ela pode falar coisas que são desproporcionais assim tipo olhando de fora não tem razão para pensar sim
não mas ela está sofrendo mesmo é um problema tá é empatia com as emoções dela mesmo porque numa situação fragilizada e importante é o cuidado com o sigilo também não é que vai guardar como segredo a sete chaves sabe eu não trato isso como com uma história de buteco muito plasticamente utilizando o facebook isso é exato eo principal meio né você buscar o cvv centro de valorização da vida eles têm por exemplo se você precisar uma situação limite você pode ligar você pode mandar mensagem de celular você pode ligar no skype você pode tem vários
jeitos dos planos carros em vários canais têm os capps né também que em toda a cidade tem 1 você pode procurar você pode ter um contato de algum psiquiatra ou algum psicólogo que pode dar a primeira assistência é se você mora por exemplo próximo de uma universidade onde tem um curso de psicologia em geral de uma clínica então você pode lá sabe tem meios possíveis é você pode no ps do hospital também eles são obrigados a fazer um atendimento ali emergencial dependendo da situação não tá então é você pode fazer coisas do mesmo jeito que
você encontra alguém caído na rua e liga para o 190 não tem caminhos é só você se informar tá e ser empático sabe é se colocar no lugar do outro não falou assim ah mas você está sofrendo assim mas fulano di tal sofre muito mais é não não é assim não é uma coisa de deus em prática do indivíduo e crianças estão morrendo de fome na áfrica isso é esse discurso não funciona está querendo aliviar sua barra tá você pode até pensar isso não fale isso não sabe não vai aí não vai ajudar em nada
então a tem um contato de uma de um bom psicólogo psiquiatra indique isso e fique atento e se você é uma pessoa que está sentindo isso está ouvindo está sentindo isso você não está sozinho saber isso é fundamental você não está sozinho sempre vai ter alguém para te ajudar sempre vai ter alguém com uma escuta mínima que pode perceber que tem algum problema e sei lá eu tive um vôo até contar um caso é eu tinha um colega de de turma que teve um surto assim mesmo né ele estava claramente em surto assim e aí
eu só que o pessoal não percebia porque é uma coisa leve sabe estava decolando né essa linha não preciso fazer alguma coisa e aí eu eu troquei uma idéia com ele falei eu vou é que a escola não te barrar a gente faz psicologia nessa minha escola que acha legal natal e ele falou eu sempre dizia assim eu estou precisando nunca ninguém tinha tocado nisso sabe eu estou precisando faz tempo eu percebi que eu preciso mas eu tenho vergonha de ir sozinho você pode ir comigo falando claro né e aí começou o tratamento e melhorou
então isso se as pessoas não percebessem tempo podia desencadear algo muito pior né então ele só o fato de você junto com alguém se ficar ali uma primeira vez que a pessoa começar depois você vai são coisas simples sabe realmente simples e ea doença mental é como qualquer outra doença a questão de uma maneira um pouco diferente as pessoas têm que estar acostumados a isso não honrou ilustríssimo 20 você sabia que pode ajudar a manter o naro rodou no ar ao contribuir você pode ter acesso ao grupo fechado no facebook e receber conteúdos exclusivos acesse
apóia ponto é se é barrar o odor podcast e você já sabe aquino rodou quem faz a pauta é você você tem alguma pergunta pra gente o que comentar um episódio escreva pra nós podcast a roubar o odor ponto com.br repetindo podcast a roubar na área rodou ponto com.br e lembre-se mande nome completo idade profissão e à cidade de onde você está falando é isso aí contou [Música] isso só pode é se é apresentado ouro e nove ponto com.br [Música] ah