RKA4MC - Eu toquei um pouco nesse assunto no vídeo sobre como a variabilidade pode ser introduzida em uma população, mas acho que isso é uma ideia bastante comum que todos nós temos. Quando falo sobre seres humanos e sobre a maioria dos organismos eucariontes, estamos falando do produto da reprodução sexuada. Se essa é a primeira célula que tinha o potencial para isso, digamos que esse é o núcleo dessa primeira célula.
Podemos desenhá-la toda, e tudo isso, mas vamos apenas focar no núcleo. Ele tem 23 cromossomos Tem 46 cromossomos, 23 do meu pai e 23 da minha mãe. Então esse é: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13,.
. . e 23 do meu pai.
E, então, digamos que o último realmente ajude a determinar o meu sexo, ou determine completamente. Esse é o cromossomo “y”. E digamos que eu tinha 23 cromossomos homólogos, ou 1 cromossomo que foi o homólogo para cada um desses.
Mas, eu tenho também 23 deles da minha mãe. Então, 1, 2, 3, 4, 5,. .
. Essa é a ideia, né? Já entendeu.
Posso desenhar um grupo deles e, em seguida, ter o cromossomo “x” que é de fato um dos cromossomos determinantes do sexo vindo da minha mãe. Aprendemos que cada um desses pares é formado por cromossomos homólogos, que eles codificam para o mesmo gene, um do meu pai e um da minha mãe. A única célula que tinha o potencial para se transformar em mim, que sou produto da fecundação de um óvulo da minha mãe.
Então, é um óvulo da minha mãe. Eu vou desenhar o óvulo inteiro como esse. Vou focar, agora, no DNA.
Então, o DNA da minha mãe tem 23 cromossomos. Ele não tem pares, e isso é Fundamental. Então existem 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, que foi o cromossomo “x”.
Isso é a combinação da minha mãe. Isso vem da minha mãe. Isso aqui vem da minha mãe, e um espermatozoide do meu pai.
Deixa eu fazer isso aqui. Vou desenhar o espermatozoide muito maior do que ele é em relação ao óvulo. Esse é o tipo do núcleo do óvulo, mas digamos que esse é um espermatozoide e tem uma cauda que o ajuda a nadar além de 23 cromossomos.
Vamos lá, de novo: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, e, então, ele tem esse cromossomo “y”. Deixa eu fazer o cromossomo “y” em uma cor diferente. Sobre a unificação, a fecundação que ocorreu a partir desse espermatozoide nesse óvulo, então ele penetra nesse óvulo, cria esse zigoto, que é o óvulo fertilizado da minha mãe, e ele contém todo o DNA tanto do meu pai quanto da minha mãe.
Essa primeira célula que foi criada a partir desse óvulo fertilizado é chamada de zigoto. É um produto da fertilização entre dois gametas. Gametas!
Então este é um gameta, e aquele é um gameta. Tanto o espermatozoide quanto o óvulo são exemplos de gametas. Gametas.
A razão pela qual estou fazendo isso, é porque quero introduzir essa noção. Já apresentei isso para vocês quando falamos sobre variabilidade da população, quando vimos o meu conjunto cromossômico completo. Ele possui 23 pares, e cada par é um par de cromossomos homólogos.
Eles codificam para as mesmas coisas, um da minha mãe e um do meu pai, e isso dá 46 cromossomos individuais. 23 pares da minha mãe, e 23 pares do meu pai. Esses gametas, e cada célula, tem apenas 23 cromossomos, ou metade do número de um conjunto completo de cromossomos.
Agora, tudo que eu estou falando aqui, os números 46 ou 23 pares, ou 23 cromossomos individuais, isso é exclusivo para os seres humanos. Se eu falasse sobre outras espécies, elas poderiam ter 10 cromossomos, ou 5 cromossomos. Mas, uma coisa que é universal para todos os organismos que se reproduzem sexuadamente é que os gametas têm a metade do número de cromossomos em relação ao zigoto, e vocês podem visualizá-lo como o próprio organismo, a maneira como pensam nisso comumente.
Quando as pessoas falam “cerca da metade do número de cromossomos”, eles dizem que tem um número haploide. Isso significa, literalmente, apenas metade do número de cromossomos. Isso é fácil de memorizar, porque haploide é uma palavra muito fácil e simples, né?
Haploide. A gente usa toda hora, então é fácil de memorizar. O número haploide para humanos é 23 cromossomos.
Aí você vai dizer: “Ah, se disser esse é o número haploide, como se chama quando tenho o conjunto cromossômico completo? ” Bom, isso é chamado de número diploide. Diploide E eu lembro bem, porque “di” muitas vezes é um prefixo associado a ter 2 de alguma coisa.
Então, você tem duas vezes o número de cromossomos: isso é diploide. Isso é um número diploide, e isso é para os seres humanos. Para um organismo em que o número diploide é “n”, e às vezes você verá essa notação, então quero garantir que você vai saber isso.
Não importa o organismo. Em qualquer organismo, se o número diploide é “2n”, o número haploide vai ser metade disso, ou apenas “n”. Agora, no caso dos humanos, o número diploide é 46, então “n” é igual a 23.
Então, um óvulo fertilizado, ou uma célula somática regular, uma célula do corpo vai ter um número diploide de cromossomos, enquanto em uma célula sexual (e eu falo disso já, já! ), vamos ter um número haploide de cromossomos. O óvulo e o espermatozoide são ambos exemplos de gametas.
Eles têm metade do número. Eles se fundem e, em seguida, temos um zigoto, que é a primeira célula que tinha potencial para se transformar em mim! Que tem um número diploide de cromossomos.
E eu quero falar um pouco mais aqui, porque isso é fascinante. Falamos sobre seleção natural, e ainda nos perguntamos hoje em que nível isso está ocorrendo, porque nossa sociedade não é tão rígida como um ambiente natural seria onde estaríamos sendo perseguidos por predadores e tendo que viver de maneira selvagem, encontrar comida e tudo. Mas, mesmo esse processo de fecundação é um processo incrivelmente competitivo, porque esse espermatozoide.
. . esse espermatozoide foi o único que venceu a corrida do meu pai para fertilizar o óvulo da minha mãe.
Foi ele realmente o primeiro de aproximadamente 200 milhões de outros espermatozoides. Havia 200 milhões, mais ou menos. Poderia ter sido de 200 a 300 milhões de outros espermatozoides nessa corrida.
Já somos o produto de uma intensa competição entre esses machos que vocês poderiam chamar de gametas masculinos, ou espermatozoides. Alguns deles podem ter tido estranhas mutações, não sabiam em que direção nadar e aconteceu de ir na direção errada. Talvez alguns tivessem caudas defeituosas e não pudessem nadar direito.
. . Então, já estamos em um nível de seleção para a aptidão dentro desse ambiente.
Se tivéssemos alguma mutação estranha desde o começo em alguns desses espermatozoides, ele teria sido menos apto, especialmente se tivesse sua mobilidade afetada. Não ganharia esta corrida. Então vocês já são o produto de uma corrida de 280 milhões de organismos.
Se vocês considerarem cada um desses como um organismo, e vocês são o produto dessa combinação vitoriosa. Então, vocês sabem, às vezes nos sentimos perdidos neste planeta, somos só um de 6 bilhões de pessoas, e somos apenas um número, mas já somos o produto de um feito bastante intenso. Mas, agora, com esse novo vocabulário, vamos falar um pouco mais sobre zigotos e como eles se transformam em pessoas, e como fazer as pessoas produzirem gametas capazes de fertilizar gametas de outras pessoas para formar novos zigotos.
Assim, a ideia geral a partir da primeira célula, que foi o óvulo da minha mãe, fertilizado por um espermatozoide do meu pai, formando um zigoto. Assim que ele foi fertilizado com êxito, temos “2n”, ou ele tem o número diploide de cromossomos, no caso dos seres humanos (que eu acredito ser um deles). Eu tenho 46 cromossomos.
Em seguida, essa célula aqui começa a se separar e dividir repetidamente. Vamos fazer uma série completa de vídeos sobre a mecânica disso. Mas ela se separa por um mecanismo chamado “mitose”.
Mitose. Ao pé da letra, é só a divisão de uma célula para formar cópias de si mesma. A célula apenas se divide em mais duas células, que têm o número de cromossomos igual ao da célula original.
Deixa eu fazer assim, porque na forma real que ela funciona, está certo. Quando uma célula é dividida, as células filhas não são muito maiores do que a original. Mas, agora, cada uma delas tem cromossomos “2n”, ou 46, no caso dos seres humanos, e continuam dividindo.
Isso vai acontecendo repetidamente,. Então, finalmente, (Deixa eu fazer assim) ela continua se dividindo e temos alguns desses conjuntos iniciais de células. Mas, eu não vou falar sobre isso agora.
Todas essas “2n” são cópias fiéis, do ponto de vista genético, dessa célula original. Finalmente, elas realmente começam a virar toneladas delas. Existe uma enorme quantidade delas, e todas são réplicas das células.
E todas contêm o número de cromossomos “2n”, o número diploide de cromossomos. Todas elas contêm todo o meu material genético. Mas, baseado em como elas se relacionam entre si e o que tem em torno, elas começam uma diferenciação.
Todas elas têm número “2n”: são todas diploides. E a mitose é um processo progressivo em que uma célula se divide em duas, e essas duas se dividem em quatro, e assim por diante. E, em seguida, elas começam a se diferenciar.
Essas células eventualmente se diferenciam em coisas que vão se transformar no meu cérebro (essas aqui), em coisas que vão se transformar no meu coração (essas células aqui), em coisas que vão se transformando em meus pulmões. Enfim, assim por diante. E, finalmente, vocês têm um ser humano.
Mas ele não tem que ser um ser humano. Poderia acontecer com qualquer espécie, mas eu vou desenhar um ser humano aqui. Vou desenhar o meu melhor esboço de um ser humano.
Agora, nós estamos falando sobre zilhões de células. Temos o ser humano, e eu vou desenhar um esquema muito simples, um esboço de um ser humano. Enfim, quando eu estava no segundo grau, eu era o artista da classe.
Então, não quero mostrar a minha verdadeira habilidade artística aqui. Só estou fazendo para dar uma ideia melhor vocês. Mas, de qualquer forma, vocês continuam dividindo essas células até chegar a um ser humano.
Este ser humano. Vocês sabem, não iriam perceber as células nessa dimensão. A maioria das células deste ser humano são todas produtos da mitose, que começou com zigoto e apenas continuou se dividindo continuamente pela mitose.
Mas, diferenciadas: algumas delas serão transformadas em células cerebrais, outras vão virar células cardíacas. Todo o processo de diferenciação é realmente fascinante A gente vai falar mais sobre isso, quando falarmos sobre células-tronco. (células-tronco embrionárias).
E talvez a gente nem fale sobre o debate da mesma, mas a pergunta é: “Como eu faço para produzir os gametas? ” “Como eu produzo essas coisas que, se eu reproduzir, vão se transformar nesses números haploides de células? “ E é isso que acontece nos seus órgãos sexuais.
No macho, temos algumas células germinativas. Então, algumas dessas células se transformam em células germinativas. As células germinativas são parte dos nossos órgãos reprodutivos.
Então, vamos dizer que essas são as células germinativas. Em um macho, elas seriam parte das gônadas, então elas estariam aqui. Em uma fêmea, estaria nos ovários.
E essas células germinativas são também produto da mitose. Vou desenhar uma célula germinativa. Uma célula germinativa é produto da mitose, e, portanto, ela tem o número de cromossomos “2n”.
Ainda é uma célula diploide, ela tem um número diploide. Mas o que é especial sobre as células germinativas é que elas têm um potencial único: podem continuar a fazer a mitose e produzir mais células germinativas idênticas a ela, produzir células germinativas que são idênticas a ela, que vão sofrer meiose. E o que é fundamental na meiose de uma célula germinativa é a produção de gametas.
Portanto, a produção de gametas é fundamental. Então, se essas células germinativas sofrem meiose (e eu vou fazer um vídeo inteiro sobre a mecânica disso), em vez de duas células, serão produzidas quatro, e cada uma com a metade do número de cromossomos, sendo essas células haploides. Correto?
Então, no caso de um macho, por exemplo, elas se tornariam espermatozoides. Esse seria o espermatozoide. No caso de uma fêmea, elas se tornariam óvulos.
Óvulos e espermatozoides são os gametas. Uma coisa interessante para a gente falar: nos vídeos, eu falei bastante sobre mutações e o que elas fazem em uma espécie. Mas, pensem sobre o que acontece: se eu tiver uma mutação em algumas células, aqui, células somáticas, algumas células do corpo.
Essa mutação pode, ou ela, de alguma forma, vai afetar o que vai acontecer com os meus filhos? Será que a mutação será transmitida para os meus filhos? Bom, não.
Porque, de nenhum modo, o que se passa nesta célula afeta o que eu realmente transmito nas células germinativas. Será apenas uma mutação aleatória. Poderia afetar minha capacidade para reproduzir, por exemplo, (que Deus não permita), algum tipo de câncer, ou algo que seja contraído especialmente em uma idade jovem ou ser algum tipo de forma terminal que afete minha capacidade para reproduzir, mas não vai afetar o DNA real que é passado aos meus descendentes.
Se vocês têm alguma mutação ruim aqui, isso poderia afetar como vocês vivem, ou se transformar em algo canceroso, ou afetar a reprodução, mas isso não vai afetar o que você passa para seus filhos. As características ou alterações que serão passadas, que serão transmitidas, são aquelas que ocorrem nas células germinativas. Só se você tiver mutações em suas células germinativas, ou no processo de meiose.
Se você tiver sobretudo na recombinação do DNA devido aos cruzamentos. Vimos isso no vídeo de variabilidade. Depois de introduzidas novas formas ou novas variantes no interior, poderiam ser passadas aos seus filhos.
Eu realmente quero frisar bem isso, porque falamos sobre mutações, mas existem diferentes tipos de mutações. Algumas que não vão ser transmitidas aos seus descendentes, e essas são as que ocorrem em suas células somáticas. Talvez algumas não façam nada, elas nem afetem sua função geral.
Mas, as mutações que ocorrem em suas células germinativas, ou na recombinação, ou na variabilidade que é introduzida durante a meiose, essas serão repassados para seus filhos. Mas, mesmo assim, quero ser cuidadoso, porque lembre-se: isso é uma competição severa. Assim, de todos os, digamos os 280 milhões de espermatozoides que, ao mesmo tempo, estão competindo por um óvulo, é possível que alguns deles tenham mutações.
Para que uma dessas mutações. . .
(E eu vou usar cores diferentes. ) Então, essa é uma mutação roxa, essa é uma mutação azul, para que sejam verdadeiramente transmitidas para os meus descendentes, o espermatozoide contendo a mutação deve vencer a corrida. Então, já existe uma seleção acontecendo nesse nível de reprodução sexuada, onde você está selecionando para coisas que são pelo menos boas o suficiente.
Quer dizer, o espermatozoide deve ser bom o bastante para ganhar essa corrida competitiva de maneira tão incrível para que a mutação que faz o espermatozoide ficar deformado, ou compromete sua mobilidade, ou altera seu comportamento, é muito improvável que ela passe. Que aquela célula possa ganhar a corrida para fertilizar um óvulo com sucesso. De qualquer forma, eu queria passar essas ideias vocês.
A ideia principal é realmente em relação ao vocabulário. "Haploides" e "diploides" é muito confuso quando vocês aprendem, mas isso apenas significa metade do grupo normal de cromossomos. E, no caso dos seres humanos, isso é 23.
E as células que têm um número haploide de cromossomos são nossos gametas, que são espermatozoides, para os homens, e óvulos para as mulheres. Mas, todo o resto em nosso corpo, todas as nossas células somáticas são diploides que é o conjunto cromossômico completo. Todos eles têm uma cópia do nosso DNA.
É por isso que o teste de DNA é interessante: porque você pode pegar qualquer célula de alguém, em qualquer lugar, e você tem seu conjunto de DNA completo. Tem todas as informações que os descreve geneticamente. Enfim, a gente se vê no próximo vídeo!