Agora vai. >> Boa noite, pessoal. Estamos ao vivo. >> Oi, pessoal. Boa noite. Olá. Já, >> já tô vendo que tem o pessoal aí no chat. >> Boa noite, Bianca. Boa noite, João Vor. Boa noite, Vor Pessoa. Boa noite, Bruna Carolina. Boa noite, Laura. Boa noite, Luía Eduardo. >> Boa noite, Maria Isabel. >> Muito obrigada a todo mundo que tá participando da nossa primeira transmissão. >> Boa noite, Ju. >> Na diretoria. >> Ah, >> ah, pera aí, >> desmutei. Funcionou. Tá me escutando? Funcionou. Muito obrigada. Muito obrigada. Gente, >> gente, essa é a nossa primeira
live, Então assim, já avisamos que houverão problemas técnicos. A gente agradece a compreensão e a paciência de todos. >> Sim, vai dar certo. Vai dar certo. >> Ju, nos conta aí da onde que da onde que tu fala. >> Eu sou de São Paulo, nasci aqui, moro aqui, pretendo não sair daqui a princípio. E onde você tá, F? Eu tô aqui na cidade de Los Angeles, na Califórnia. Aqui são 3 da tarde, então Tô aqui curtindo a minha tarde de domingo com vocês, galera. Depois de uma pausa de 10 anos no aula desfocado, nós estamos
de volta e a gente tem muita coisa para conversar. >> Muita coisa. Sim, sim. Bastante coisa para pôr em dia. >> Mas hoje é domingo, dia 3 de agosto. E ajutem aí algumas coisas que aconteceram nessa semana. na história, na história da cultura pop para dividir com a gente, né, pra gente enquanto a gente espera o Pessoal entrar aí para pras próximas pautas. >> Isso. Então, vamos falar um pouquinho de entretenimento. O canal do HD, a gente vai falar isso mais para frente também, mas a gente vai abranger entretenimento no geral, música, literatura, filme, cinema,
filme, cinema é muito bom, né? filme, série. Então, pra gente saber um pouquinho o que aconteceu em agosto, em algum ano, eu trouxe três datas aqui muito interessantes. No dia 1eo de Agosto de 81, eh, foi lançado em MITV nos Estados Unidos. [ __ ] canal. >> Ah, uau. >> Sim. Não sei se tem ainda aí. Não, não sei se você sabe ainda. >> Gente, eu acho que não. Eu assim, eu não tenho TV, TV, eu só tenho streaming aqui, né? Tipo, eu não assino nenhum, eu não assino nenhum, é TV moderno >> moderno. >>
Não que não que hoje em dia faça muita diferença. >> É, sim, sim, sim. Aqui no Brasil, a MTV eh original, acho que a gente pode falar assim, morreu há um tempo, 2000 13, se eu não me engano. E a gente tem uma MTV aqui, existe o canal ITV, só que é basicamente >> reality show e sei lá, uns programas de comédia, não é aquela de música. >> Então, para mim não vale muito a pena. Não gosto. >> Agora que tu tá falando, >> tem um programa que a gente assiste aqui Que eu não sei
que era Dem TV. Eu não sei se agora ele existe independentemente da MTV. Ele é o ridiculousness, que é tipo como é só uns vídeos de internet, sabe? Ele existe há muito tempo. Deve ser umas 14, 15 temporadas. >> Mas não sabe se é na N TV ainda, né? É isso. >> Não sei se é. Eles tenham porque a gente assiste no YouTube, então acho que eles agora já são uma marca própria. >> Boa noite, Léo. Obrigada por entrar aí na nossa live. >> E aí, em 63, ã, a gente teve a última apresentação dos
Beatles lá na Kevin Cavern Club em Liverpool, que basicamente foi o lugar que eles começaram, aquela aquela bandinha pequena chamada Beatles, que teve seu início ali >> nesse lugar. E aí eles fizeram mais de 200 shows nesse lugar e o último foi em no começo de agosto de 63. Então, você Gosta de Beatles? >> Eu gosto muito de Beatles. É, eu gosto muito de Beatles. >> Tá. >> Por tu tu gosta também? >> Não, eu gosto de música, de momentos específicos. >> Momentosis. >> Não, mas é uma boa resposta. Eles são uma banda de muitos
momentos, então acho que é normal a gente >> gostar de uns de outros. O que eu acho Legal é que Bitas é um daqueles artistas que eles foram referência para basicamente todos os artistas que vieram depois. >> Tudo isso. >> Então gostar ou não gostar de beatos a gente tem que respeitar a história também, né? Sim, é o mínimo. É verdade. E por fim, Madonna, que alcançou seu primeiro lugar no Reino Unido, ã, com Into the Grove. Até então ela não tinha conseguido esse Número. Conseguiu em 85, em agosto de 85, pela primeira vez. Gostas
de uma dona, Fernanda? >> Gosto. Gosto mais agora, ã, depois de um pouco mais velha do que eu gostava quando era mais nova, para ser sincera assim. >> Uhum. Porque eu, a Madona sempre foi uma artista provocadora, né? Assim como foi a Britney, que inclusive a nossa geração, eu acho que a gente acompanhou até bem mais a Britney do que >> Sim, sim, >> do que a Madona, né? Mas >> eu lembro que na na época, quando eu tinha uns 12, 13 anos, eu era muito fã da Everine, então eu queria ser meio meio punk,
meio rock assim. E aí eu achava que eu não podia gostar da Madonna e da Britney. Eu achava que que gostar de pop era contra o meu o meu branding, né? Porque na minha cabeça Every não era pop. >> Uhum. Eu era >> Sim, sim. >> É na minha cabeça, né? Só na minha cabeça, né? >> Podemos >> podemos ver que com o passar do tempo a minha tendência metaleira se provou muito mais uma tendência emo. Eu descobri com o tempo, né? Esse é um assunto delicado para minha pessoa. A gente vai ficar com frente,
inclusive. E >> boa noite, Tiele. Obrigada por entrar na live. >> Foi essa, foi isso que aconteceu então na primeira quinzena de agosto. >> Foi, na primeira quinzena de agosto. Foi basicamente isso. >> Foi basicamente isso. Então tá, gente, a gente vai começar agora a nossa pauta oficial. Obrigada a todo mundo aí que já entrou. Vamos começar o programa. >> Bora, bora. [Música] Então é isso, gente. Estamos de volta depois de uma pausa de 10 anos e acho que isso é a primeira coisa que a gente queria conversar com vocês, né? Estamos de volta, mas
por quê? Porque voltamos? Porque passamos 10 anos aí numa pausa. Conta um pouco aí pra gente, Ju. >> Tá dando uma, tá dando uma falha na conexão da Ju. Oi, >> alô, alô. Oi. >> Eu tô te escutando, mas tá tá tá meio falhadinho. Pera aí. Acho >> acho que agora tá melhorando. >> Voltou. Não, >> não, a agora foi. Agora eu tô te ouvido. >> Agora foi. >> Então tá. Agora foi. >> Ju, nos conta um pouco aí então do início do site. Vamos retroceder lá para 2012, quando a gente começou esse projeto do
aula desfocado. Desconto aí. >> Sim. A primeira coisa que eu lembro na real é você me mandando um e-mail com o título proposta indecente. Levei um susto, não vou negar. E aí você contou que você tinha uma ideia, eh, enfim, a gente se conheceu por conta de seriados e um seriado específico que a gente vai falar sobre tinha essa demanda na época, né? Era um Era uma época diferente de consumo até de vários seriados e a galera gostava de ver opiniões e reviews e tudo mais. Então, a gente decidiu abrir um portal, um site eh
para falar sobre seriados vários. E e nesse a proposta inicial era justamente fugir um pouco do que era feito nos outros portais mais gerais, assim, que eles eram mais eh isentões de opinião, eles mais falavam de algo no geral, assim, técnico, e a Gente queria dar a nossa opinião sobre séries, episódios e tudo mais. Então, nasceu ainda essa vontade de querer falar como fã de uma série, eh, opiniões da gente como fã, como telespectadores normais e dividir, né, o que a gente pensava com outros espectadores também. Começou por aí. Sim, >> sim. E a gente
se conheceu porque a gente escrevia, eh, antes da gente ter o nosso projeto, né, a gente escrevia uma coluna juntas pro fãsit Vampire Diaries Brasil, né? Então, já dando um spoiler aí, gente, vamos falar sobre o fim de Vampire Des hoje, tá? Então fiquem aí porque a gente a gente sabe que essa é a pauta que vocês estão esperando e a gente vai entregar, mas vocês vão ter que ficar aqui com a gente que a gente tem coisas para falar antes. E eu lembro que ã a gente se conheceu por causa da coluna e aí
a gente se deu muito bem e a gente queria falar sobre mais alguma coisa, né? E aí a gente, eu tava Estudando publicidade na época, eu tava estudando rádio, TV e a gente começou a chamar vários amigos que também tavam estudando comunicação. Fosse publicidade, fosse jornalismo, fosse rádio, TV, fosse cinema, qualquer coisa que tivesse envolvida com comunicação. A gente começou a juntar a galera e, né, foram três anos aí que a gente teve o site, a gente cobria mais de 40 séries. Acho que tinham em torno de 30 pessoas escrevendo pro nosso site. >> Chegou
a pico de 30, eu acho. É, >> e a gente tinha os videocasts, né, que tão tão aí no canal para quem quem quiser ver abrir os vídeos antigos aí. A nossa primeira temporada de 2012 a 2015. >> Sim, tá tudo lá. ótimos. Inclusive, eu sim, eu gosto porque eu não tô apenada da da Fernanda, mas tudo bem. >> Inclusive, deixa eu falar uma coisa. No segundo vídeo do canal, no segundo vídeo do canal, segundo vídeo postado no Canal, eu falo assim no início do vídeo: >> "Gente, semana que vem a Ju vai estar aqui
com vocês". >> Ela não esteve com a gente. Ela não esteve com a gente naquela semana seguinte de 2012. Mas ela está com a gente hoje, em agosto de 2025, 13 anos depois. >> É, eu ficava mais por trás, né, da das telas redigindo e ajudando a equipe. A gente teve, vamos falar, a gente teve um podcast também naquela época em que Podcast era mato, não tinha podcast naquela época, tá? Então assim, a gente >> a gente postava no Soundcloud, >> tá lá inclusive algum algum lugar de lá tá lá ainda, eu acho que dá
para acessar economia, >> né? >> Mesmo o fato de gravar os vídeos, o fato que a gente chamava de videocast já era uma coisa meio pioneira, porque não tinha hoje em dia ninguém usa esse termo videocast, porque a gente literalmente Não sabia como falar, a gente não sabia que termo usar para um vídeo vídeo review, né? >> Sim, sim. E aí é, foi tanto que naquela época, ah, eu vou falar, você vai você vai obrigar se a falar, não, acho que não. Eh, >> qu >> uma uma personalidade da internet te notou e falou que,
tipo, nossa, olha que boa ideia fazer vídeos de seriado. É, >> é, >> foi, gente, o Felipe Neto. >> Foi, >> foi o Felipe Neto. Foi. E foi porque eu eu comprei o livro dele, ele lançou um livro na época. E aí eu tava lendo o livro e marquei ele no Twitter. Eu post, postei uma foto do livro assim com café e marquei ele. E aí ele entrou no meu perfil, viu o link do YouTube e aí me mandou uma mensagem dizendo que era um que era uma grande ideia, uma um canal sobre séries. E
aí foi quando nós Fizemos a parceria com a Paramaker, que basicamente todos os todo mundo que começou no YouTube naquela época no Brasil, né, tipo, para ter o canal monetizado era por era através da Paramaker. E a gente fez isso e foi como a gente começou a monetizar o canal, só que na época, né, a gente tinha muita gente trabalhando pro pro HD em geral, então a gente decidiu que ninguém ia lucrar com o projeto e qualquer monetização que o projeto tivesse, ele Iria de volta para dentro do projeto. E era o que a gente
fazia. Foi assim que a gente fez todas, a gente fez diversos sorteios no site de box, de livros e isso foram tudo coisas que a gente comprou com com o dinheiro que a gente monetizava do YouTube e dos anúncios do site, né? Só que lembra quando eu tava falando que a gente começou esse projeto porque eram nós éramos todas pessoas que estavam na faculdade, né? É, esse foi um ponto muito que a gente achou que a gente não levou em consideração do jeito que deveria ter levado em consideração. >> É certa forma, >> porque eventualmente
a gente se formou, né? E a gente muito de forma assim muito bem intencionados. Todo mundo queria manter a sua vida, os seus novos trabalhos e o site, os vídeos, mas a gente começou a descobrir que era basicamente impossível. Eh, basicamente Impossível. Boa noite, Isabela. Muito obrigada por entrar no nosso chat. Oi. >> E foi basicamente por isso que a gente acabou conversando e tendo que que parar porque a gente não tava tempo de continuar o projeto com a qualidade que a gente gostava de manterlo, com o carinho que a gente gostava de mantê-lo, né?
E Enfim, a gente conversou, colocamos o projeto em pausa, mas a gente sempre conversou que quando o tempo, o contexto e a nossa vida pessoal permitisse, a gente retornaria com o projeto. E aqui estamos >> nesse formato novo ao vivo. Ju, nos conta o porquê do nome, então, que eu sinto que o nome é uma coisa que as pessoas ainda ficam em dúvida assim do porque que o nome é esse. >> Sim. Bom, primeiro que ã o nome é Alo Desfocado. Muita gente tenta agringar de alguma forma para falar Halo ou enfim, Alo. É bem
na parte simples do da opção que vocês têm. E é um termo de cinema, né, F? de, enfim, de TV, de cinema, de filmagens no geral, eh, em que a gente dá um foco para uma para algo específico. E era isso que a gente queria, na real, quando a gente fundou o HD, a gente queria dar foco paraa nossa opinião, porque a gente era porco narcisista, talvez, mas a gente queria Dar foco pra nossa opinião e, enfim, como todo mundo ali envolvido era do meio de audiovisual de alguma forma, a gente fala: "Ah, por que
não? Vamos aqui puxar pro nosso pro nosso lado". Então é daí que vem o desfocado. >> É, e a ideia era exatamente essa, porque a gente falaria sobre vários assuntos, mas a gente teria uma pessoa para cada série dando foco na sua série, né? Então era isso que era legal, porque cada pessoa que cuidava da sua série tinha Meio que a sua própria audiência assim, sabe? Então tinha pessoas que sabe, estavam sempre nas reviews de Grace Anatomy, tinham pessoas que estavam sempre nas reviews de TV. Então, era era foi uma foi uma fase muito boa
que a gente passou com o site e agora a gente resolveu voltar para um formato novo, né, que é esse formato ao vivo, esse formato de podcast. Então, a gente vai estar ao vivo dois domingos ao mês, ã, quinzanalmente, né, começando hoje. Então, domingo sim, domingo não. Mas para frente talvez a gente faça com mais frequência, mas no momento a gente ainda precisa sentir o que que o que que precisa aqui na nossa operação, mas depois que a gente terminar o ao vivo, a live vai ficar disponível para quem quiser ouvir depois e vou vão
ter cortes menores saindo todos os dias no canal. Para quem não gosta de assistir conteúdo muito longo, vão ter cortes de 10 a 15 minutos saindo todos os dias. Então, Quem quiser ir consumindo dessa forma também pode consumir desse jeito. >> Isso. Bacana. Legal. >> Deixa eu te perguntar que que você anda assistindo hoje em dia? >> Como que tá a sua mod? >> Então, ã, eu tenho assistido várias coisas, tenho assistido muitas coisas. Ã, mas assim, imediatamente das coisas mais recentes que eu assisti e eu e o João Vitor, meu marido, a gente acabou
de terminar de assistir uma trilogia que é são filmes de zumbis. Então, né, para quem gosta da dessa vibe de filmes de terror, filmes de monstro, é uma trilogia britânica, ã, não sei se já ouviu falar, Ju. O nome do primeiro filme é 20 21 Days After. Não, talvez não. >> Não é uma é uma trilogia que são então são três filmes. São 28 dias depois, 28 semanas depois e aí Agora saiu 28 anos depois. Então é basicamente um livro sobre um livro é basicamente uma saga sobre o ã Apocalipse Zumbi, né? Mas o que
eu acho interessante é que o primeiro filme, que agora não lembro de que ano é, mas vou arriscar dizer que é do fim dos anos 90, assim, ã, >> Aham. >> Ele é com vários atores conhecidos britânicos, então, tipo Cilian Murphy, tá no no primeiro filme. É. E é muito Legal assim, tipo, a estética me lembra muito, o primeiro filme me lembra muito a estética de The Walking Dead, só que o Walking Dead veio depois, né? Então, dá para dizer que, na verdade, essa esse filme já foi uma referência paraa estética que o Walking Dead
usou no futuro. E só que eu achei uma coisa que eu achei muito legal é que os primeiros filmes, porque são ã são ali do do final da virada do século, né, eles ainda filmaram em película, então ainda tem Aquela granulação do filme, sabe? O que eu acho que dá ainda uma estética bem caótica que o Walking Dead usou mesmo, né? Walking Dead, apesar de já existir na era digital, o Walking Dead fez essa escolha de filmar em película exatamente por isso, pela questão da granulação da imagem. Mas nesse nesse terceiro que é mais recente,
que saiu esse ano, ã, ele é filmado em digital, então já não tem essa granulação. E eu achei muito interessante que eles fizeram o filme Super colorido, que é geralmente esses filmes eles são, né, cinzas, eles costumam usar tons mais escuros, apagado, né, >> mas eles se abraçaram nessa coisa da fantasia. Sabe, apesar de ser terror, eles se abraçaram na Coisa da Fantasia, um filme bem colorido. Ã, o o início, assim, ele tem umas montagens meio caóticas, mas a história em si, eu achei muito legal, porque tem um monte desse dessas sagas que estão saindo
com a Última sequência agora. Eu geralmente acho a última sequência ruim, fraca, assim, umas coisas nada a ver, né? Mas esse eu achei, eu não quero dar muito spoiler porque o filme recém saiu, mas galera, quem gosta de filme de terror, filme de monstro, assim, assistam essa saga porque é muito boa e ela fica boa até o final. Vale a pena ver as três. Inclusive o terceiro ele termina num de novo, 21 days after e 28 dias depois. Não é que eu não tô, Eu não sei se a tradução para português é exatamente essa. >>
É. Aham. >> Mas ã é muito legal. É muito legal e eles deixam um cliff hanger no final. Então eu acho que vai sair outra trilogia a partir dessa que eles deixam um cliff hanger ali no final. >> É bom sair, né? Porque senão se vocês que acompanharam >> vocês estão meio ferrado. >> E tu, Ju, que que anda assistindo? >> Cara, isso é muito triste, mas nada. A última coisa que assisti na real foi nada. Foi a última temporada de The Handman Stale e agora tô agordando a última também de Stranger Things. Mas assim,
>> ah, >> faz um tempo que eu que eu perdi essa essa coisa, sabe, de série, acompanhar uma série ou sei lá, uma umamento de filme, >> uma série em si ou tu também não tem Assistido muito filme. >> Eu dei uma boa diminuída com filme também. muito voltar. >> Tô tentando para caramba, >> mas eu fiquei um tempão aí bem longe da dessa do que a gente era pelo menos, né, que era quase o tempo inteiro, todo dia. Então, inclusive aceito muitas sugestões suas de >> a Isa tá falando no chat e eu super
concordo com ela. Ela tá falando: "Assistam The Pitt". E eu concordo. Tu Deveria assistir The Pitt >> que é uma é uma série médica. Tem, acho que não me lembro se tem tr 10 ou 13 episódios, só que pensa assim, é uma eh se passa na emergência de um hospital, né, nos Estados Unidos e a temporada inteira se passa em um dia, é um turno do plantão. É tipo 24 horas, tipo, >> é, é como se fosse, é como cada episódio é como se fosse uma hora. >> As feliz que eu tenho, Jack Bauer. >>
É, >> vou assistir, >> tá? Vou assistir. >> Ó, aqui no, aqui no chat tá aparecendo, tá aparecendo também. A Ti tá falando no chat. Shrinking é uma série muito legal também. Tá, é com o Jason e é sobre psicólogos. Então é uma comédia, mas é uma é uma comédia bem leve assim, leve, mas no sentido de que, Tipo, ela trabalha temas pesados com leveza, né? Então trabalha luto, trabalha abuso de substâncias, mas com uma comédia assim. Então é é o Jason Seagle e o é o Harrison Ford, o o mais velho, eu acho que
é. Eh, e eles são, é, eles e uma e uma e uma menina. Então, eles têm tipo o consultório, os três juntos, né? E é sobre, tipo, eles terem estilos diferentes de tratar os pacientes. É sobre como eles, ã, como cada um lida com os seus problemas e Como que isso afeta a maneira que eles lidam com os pacientes e como eles mantêm os outros. Né? É muito legal. A Isa também tá falando severance ruptura é em português que tu não sei se já ouviu falar Ju >> cara tá vendo não, porque eu não sei
nada do que tá acontecendo, gente. Não sei nada, >> chat. A gente tem, a gente tem um trabalho muito longo para fazer com a Juliana, tá? Vocês já estão vendo. A Gente vai fazer esse trabalho juntos, >> eu e vocês, chat. A gente vai atualizar pegar esses nomes. >> É, mas ã, >> mas é essas tem várias coisas aí que tu pode que tu pode assistir e só o chat aí já nos deu várias várias dicas e a gente pode ir falando sobre essas séries também à medida que que tu for falando que essas séries
aí estão super >> tão super em alta. >> Legal. E me diz uma coisa, aproveitando esse gancho assim, o fato que tu parou de assistir, que tu diz que tu tá assistindo menos coisas, tu acha que isso é por uma questão que tu tem menos tempo de assistir coisas? Tu passou a valorizar mais o teu tempo com outras coisas? Ou tu acha que é porque os teus gostos mudaram e tu não conseguiu, ã, digamos assim, não conseguiu te conectar com coisas que Tenham a ver com teus gostos agora do tipo, talvez tu tenha que te
expor a coisas novas para encontrar o teu gosto do momento. >> Sim, eu acho que é muito isso, junto ao fato do modo de consumo ter mudado. E aí eu acho que eu não consegui me adaptar 100% a ao não aos streamings, claro, mas essa coisa de ã temporadas inteiras disponíveis de uma vez só. Eu até hoje não >> não sou a favor disso. >> Eu gostava e aí vai ter muita gente que vai contra porque enfim e eu entendo, eu entendo, mas eu gostava quando, tipo, tinha que esperar uma semana inteira para assistir o
>> É, mas isso é uma tendência que a gente pode >> a gente pode reparar que as pessoas gostam, porque essas séries da HBO, as séries de domingo, que são as Game of Thrones ou o The White Lotos, né? H, Quando teve o, qual foi aquela outra série que também até saiu do catálogo da HVO, o aquela que era Wester, me esqueci agora o nome. >> West World, literalmente West World. É. Ã, passava tudo, era um episódio pro domingo que liberava e as pessoas ficavam esperando. Eu lembro que, pô, quando era Game of Thrones, a
gente fazia reunião aos domingos, eu e meus amigos, para assistir o episódio de domingo. >> É, era um evento. E isso é legal. Isso me me ganhava naquela época. de préstereaming, né? >> Eu sinto que a gente presta mais atenção nos episódios também. Muito, você digere melhor, né? Você tem tempo para absorver direito o que quiseram passar. Então, a experiência muda completamente, na minha opinião. >> E uma coisa muito engraçada nessa nessa forma de consumir diferente, né? consumir semana a semana versus consumir A temporada toda de uma vez só. Até a maneira que a gente
consume a narrativa fica diferente, porque tu não tá com as coisas tão frescas na mente de uma semana para outra versus tu recém terminou um episódio. Tanto que ã por exemplo uma série que foi fez muito sucesso nos anos 90, não sei se já assistiu, eu assisti super recentemente agora, foi sopranos. >> Ah, sim, sim, sim. Aham. E tipo, eh, gente, se tem alguém assistindo os Sopranos, mutem a live por dois minutos, porque eu vou dar um spoiler, tá? Mas a série de 20 anos atrás, então sinto muito. Mas, ã, o final de sopranos deixou
as pessoas muito bravas na época, muito, muito bravas, porque é um final aberto, né? É, é basicamente assim, do nada, tipo, mostra uma uma pessoa entrando no restaurante em que ele tá jantando com a família e corta para ele e aí corta para um preto e assim acaba a série. Meio que tu não sabe o final. Só Que o que que acontece no episódio anterior, né? E eu e eu tava assistindo tudo de uma vez só, né? Porque eu assisti agora, então eu assisti os últimos três episódios um atrás do outro. No antepenúltimo episódio, pergunta
pro Tony Soprano, que é o personagem principal, né? Tipo, ah, o que que tu acha que acontece quando a gente morre? E aí ele fala assim: "Ah, eu acho que não acontece nada. A gente morre, é um preto e a gente morreu." Então, tipo, >> morreu. >> Exatamente. É isso que tu tava falando. Ele tomou um tiro e ele morreu, né? Então, na verdade, o final não era aberto, tá literalmente te contando. Ele te contou o que aconteceu, só que ele contou no episódio anterior que as pessoas assistiram uma semana antes, então tu não lembra
daquela daquela frase, né? Até tu começar a ler uma review, até tipo algum crítico começar, Né, a postar alguma coisa e conectar essas coisas para ti. Então, com o tempo, hoje em dia, as pessoas adoram o final dos sopranos. É uma daquelas das séries que envelheceu bem, porque agora as pessoas entendem o final. Aham. Sim, sim. E e até por isso, naquela época pensando no HD original, a gente ajudava, a gente, a equipe inteira, né, todo mundo que escrevia, a gente ajudava a galera a entender coisas que eles perdiam eh nos episódios e tal e
até Relembrar antes do próximo. Então, era era outra era outro consum, eu eu gostava mais. E aí tambémos gostos que você falou, >> eh, eu não sei que gostos que eu tenho hoje pra série, na real, talvez algo mais adulto do tipo essas que vocês indicaram pelo que você falou, mas não sei também, eu não sei, eu sei que mudou, isso eu sei, isso para mim é claro, porque eu vejo coisas que eu via na época, tipo um episódio solto ou Outro, eu fico, nossa, mas que coisa ruim ou do tipo, não, não tá batendo
mais. Então, sei que mudou. Ponto. Agora para onde foi, >> vou descobrir. Não sei. >> Mas isso isso é uma coisa muito legal. Então eu vou aproveitar eu vou aproveitar e vou vou puxar a nossa próxima pauta, tá? A gente encerrou a nossa pauta aqui de notícias do site. A gente já atualizou vocês aí nas nas notícias a desfocado. E agora a gente Vai começar a puxar nossa uma das pautas que vai ser fixa aqui no nosso podcast, tá gente? Que vai ser estudando cinema. A gente vai estudar cinema juntos, porque tem muitas formas de
estudar cinema, tá? Eu e a Ju, as duas temos formação em audiovisual, formações diferentes, né? A Ju fez o bacharel dela em audiovisual, eu fiz meu bacharel em publicidade e aí eu fiz pós-graduação em audiovisual. Na verdade, eu aqui nos Estados Unidos, eu fiz mestrado. É que No Brasil o MEC só considera cursos de do anos como mestrado. Então, tipo, se eu fosse pro Brasil com a minha formação, eu teria uma pós-graduação, eu não teria um mestrado. Mas aqui nos Estados Unidos, a academia aqui é uma coisa, é uma coisa muito diferente, gente. O, o
TCC que eu escrevi na faculdade é 10 vezes melhor que a tese de mestrado que eu escrevi. Então, é muito louco. Um dia a gente fala sobre isso, mas a maneira que a academia Funciona aqui nos Estados Unidos é muito diferente. E por muito diferente eu digo, ã, >> o Brasil é muito bom, é surreal o quanto a nossa educação, a nossa educação é boa. Eu fiquei muito impressionada depois que eu vim para cá, assim e eu acompanhei amigos que estavam em faculdades diferentes assim, né? Então, mas quando, ã quando eu comecei a vir para
cá para estudar cinema, né, porque eu já trabalhava com com audiovisual na Publicidade, né, que era a minha formação, mas eu vim para cá para tentar então afunilar, né, o audiovisual paraa CNM TV. E aí eu meio que comecei a me expor a outras coisas diferentes, porque eu tava tendo aula, né? E aí o que que aconteceu? Quando eu tinha 18 anos e eu tava na faculdade de publicidade, eu já tinha essa coisa de tipo, ah, eu tô fazendo publicidade, mas eu quero fazer cinema. Então, eu comprei um livro, né? Eu comprei um livro. Ã,
cadê ele? Eu Queria mostrar para vocês, mas é aquele livro. Ah, não sei. Cadê, gente? Depois eu mostro 1 >> filmes antes de >> 100 filmes para ver antes de morrer. Exatamente. >> Sonora. >> Sim. >> E aí eu comprei esse livro, né? E aí eu acho que eu não tava nem na faculdade ainda, porque agora eu acho que era eu Tava no colégio ainda, era tipo 2008 e eu entrei numas de tipo, sabe, 16 anos, vou fazer cinema e aí comprei comprei esse livro. Aí comecei comecei a assistir, né? E eu comecei a entrar
num que eu ia assistir em ordem, só que tipo, o livro começa em ordem por filmes de tipo 1903, né? Então, começa com cinema antigo, com cinema mudo. E eu comecei a assistir aquelas coisas, eu não entendia nada do que eu tava assistindo, achava tudo chato. >> Aí eu desisti, abandonei o livro por um tempo, mas aí beleza, fui pra faculdade uns anos depois e na minha faculdade de PP ã o prédio de relações internacionais era próximo do nosso prédio, né? Então, a gente tinha uns amigos que faziam relações internacionais, então era uma galera que
sabia bastante de história e etc. E aí, uma vez eu tava num intervalo do do da faculdade assistindo no meu laptop um filme velhão desses. E aí que eu não tava entendendo nada, Frustradíssima que eu não tava entendendo nada. E aí chegou um desses meus colegas das relações internacionais e apontou alguma coisa tipo: "Nossa, esse filme aí tá mostrando a Cuuks Club", porque eu tava assistindo Burf of Nation, né? o nascimento de uma nação. Ã >> e eu não, eu sabia o que era com o Cookslan, mas eu não sabia da história da guerra civil
dos Estados Unidos, etc. E aí eu não tava entendendo o filme. Ele começou a me explicar, não, isso aí tá é Um recorte dessa parte da história. Pá, pá. E aí tive um estallo assim do tipo assim, nossa, eu não posso assistir esses filmes sem estudar história, porque eu não vou conseguir entender nada, >> né? >> Sim, sim. Só que eu tinha 18 anos, eu não tava com a menor vontade de estudar história, né? >> Abandonei o livro de novo. Abandonei o livro de novo e seguiu lá abandonado por Muitos anos, né? Aí >> Uhum.
>> cheguei, fiz a faculdade, passou anos, aí vim aqui pr os Estados Unidos fazer a minha pós-graduação e eu comecei a ter aula de história do cinema, né? Aí na aula de história do cinema, porque tipo na faculdade de publicidade a gente teve uma cadeira de introdução ao cinema assim com uma professora maravilhosa, maravilhosa. Não sei onde ela anda, mas o nome dela é Adriana Curt e aonde ela Tiver, todo meu respeito, porque ela era muito maravilhosa, mas era uma aula muito curta, era tipo seis meses de um curso de 4 anos, né? H, e
na aula daqui eu passei a ter um estudo de cinema mais aprofundado e aí eu comecei a entender várias coisas que eu não tinha entendido sobre e sobre história americana também, porque eu tava estudando aqui, né? Tá ligado, né? Querendo ou não. >> Exatamente. E nessa coisa de começar a me expor a Coisas diferentes, aí eu comecei a perceber o meu gosto começando a mudar. >> Hum. Uhum. E é muito interessante que o nosso gosto ele muda de acordo com as coisas que a gente presta atenção. Eu acho que tipo meu gosto começou a mudar
porque quando eu fui pra faculdade de cinema, ã, tu já estudou rádio, TV, né? Mas tipo, eu fiz faculdade de publicidade, então quando eu vim fazer cinema aqui, eu passei por várias coisas técnicas que eu nunca Tinha visto na na faculdade de publicidade, né? >> Coisas técnicas do audiovisual. Então eu comecei a prestar atenção em coisas que até mesmo coisas de linguagem, de estética, de escolhas que tu faz que eu nunca tinha prestado atenção. E aí eu acho que eu realmente comecei a entender o que que é um trabalho de um diretor, o que que
é um trabalho de um fotógrafo, sabe? Coisas que antes eu acho que eu entendia meio empiricamente só por Assistir muita coisa, sabe? Depois eu comecei a a de fato entender e aí comecei a apreciar assistir outras outras coisas, né? Mas ainda fiquei muito, até porque eu tava estudando aqui em Los Angeles, muito com visão de túnel assim para cinema americano, >> certo? Aham. >> Sabe, tipo, não olhando muito pro cinema do resto do mundo, não olhando pro cinema brasileiro. Cinema brasileiro Assim inexistente no meu repertório até alguns poucos anos atrás, né? Foi uma coisa que
eu mudei. Mudei. Tô me esforçando muito para mudar, porque o meu repertório de cinema brasileiro é muito pequeno, o cinema brasileiro é muito bom. né? Então é é muito, a gente deve valorizar muito o nosso cinema nacional. Mas aí começando assistir esses filmes da da faculdade, aí eu comecei a também prestar atenção em fazer coisas tipo Assim: "Ah, vou pegar vários filmes de um diretor e vou ver, tipo, o primeiro filme e aí o último filme tentar ver a evolução". >> Aham. >> Dele como diretor. Então eu comecei a fazer isso com diretores americanos, né?
Então eu passei assim, acho que uns dois anos com muito foco em cinema americano depois que eu me formei e aí depois me deu outro estalodo, tipo assim, que que eu só tô assistindo no cinema americano Também, né? Tipo, como se não existir cinema no resto do mundo. Aí agora eu tô nessa outra parte de querer, né, assistir mais cinema europeu, cinema africano, cinema latino-americano, né? E eu sempre que isso é uma fase da cinefilia. Tem, eu já escutei pessoas se referirem a esse momento como a adolescência cinéfila. Faz sentido. >> É que é tipo
quando tu tá, tu descobre que existe um mundo além do cinema Americano, aí tu passa por um momento de negar quase cinema americano e aí depois passar por um retorno, por um equilíbrio assim. Eu acho que é nesse momento que eu tô, eu tô, sabe, tipo, com muita vontade de assistir coisas que não são americanas. Tô meio enjoada da narrativa americana, mas eu acho que eventualmente eu vou vou retornar também. >> Ah, com certeza, com certeza. É legal. Isso porque daí você com essa com essa esse knowow você consegue indicar coisas Pra gente, porque assim
aqui aqui do Brasil, né, a gente tem muito acesso no geral a ao cinema americano também. Se a gente não for atrás de outros >> outras coisas não chega pra gente tão fácil, pelo menos. Ainda que tenha os streamings e tá tudo na nossa mão, a gente até consegue, mas assim, divulgação e incentivo para ver alguma coisa é basicamente o cinema americano. >> Então da gente aqui normal é o americano também. >> Só para vocês terem uma ideia, tipo, no Brasil existe e e eu não vou me aprofundar muito nesse assunto porque eu não tenho
muito domínio sobre ele, mas eu eu posso estudar e trazer isso para vocês depois. Mas no Brasil tem o que a gente chama aqui a cota de telas, né? Então, eh, existe tipo uma cota de telas que precisa estar direcionada ao cinema brasileiro e o resto todo a grade americana. >> Sim, sim, sim. >> Então, tipo assim, se a Marvel quiser comprar espaço no cinema pro Homem-Aranha, eles compram 20 salas por um mês inteiro e pronto. Sabe, se o cinema, um filme brasileiro, quer comprar espaço, ele compra um mês e aí se o filme tiver
audiência, aí eles estendem, né? E o que acontece é que às vezes os filmes eles custam um pouco a encontrar o público, né? Então às vezes quando o filme quando o filme tá começando a encontrar o público e as Salas estão começando a lotar, o filme tá saindo de cartaz para entrar, sei lá, qualquer filme de superherói, sabe? Isso aconteceu com aquele filme do Lázaro Ramos. Como é que é o nome daquele filme? >> Medida, Medida Provisória, é o nome do um filme do Lázaro Ramos que saiu agora há pouco tempo. >> Então eu eu
particularmente não gosto muito daquele filme, tá? H, não vou entrar nessa questão agora, mas tem Tenho minhas ressalvas com aquele filme. Porém, aquele filme tava encontrando público. Ele à medida que, tipo, ele ficou uma, duas, três semanas em cartaz, a sala, os cinemas estavam lotando mais, porque claramente o boca a boca do filme tava funcionando, sabe? Mesmo com pouco orçamento, para marketing, para divulgação, claramente as pessoas estavam indo assistir, estavam falando para outras pessoas porque a sala tava enchendo mais, só que aí não tinha mais Espaço porque já tava vendido para não sei quem da
Marvel, sabe? Pois >> tu pega outros países, a cota de telas é o contrário. Existe cota de telas para cinema de fora. Tipo, tu tem X% de cinema de fora e o resto da cota de telas é pro cinema nacional. >> É nacional. Aham. Então, sabe, mas existe muitos motivos do porque isso aconteceu. A gente pode entrar em história do cinema brasileiro depois, mas a o cinema brasileiro foi >> foi muito forte na época da Embra Filmes. E aí houve um desmonte intencional da Embra Filmes para que o cinema europeu e americano viesse pra audiência
brasileira. Essa história de que brasileiro não assiste o cinema brasileiro é bobagem. Brasileiro sempre assistiu o filme nacional. Sempre. A gente sempre teve muita audiência em filme nacional, >> teve. >> Ã, né? Então, ó, o que o aqui no chat, o Jorge tá falando. Netflix vai ter o filme no Vel Vag, representa a filmagem do filme Debud do Godar. Ah, que legal. Eu não tava sabendo disso. >> Que o Netflix vai fazer um filme sobre a estreia da Noval Vag. Muito legal. A Novelevag é um dos principais movimentos do >> do cinema europeu, né? Novelivag
francesa, que inclusive foi a novel foi a nova onda do cinema francês com o Godar, com da Águiles Varda, né, e esses Outros autores aí que deram início à nova onda do cinema americano também com nç lá na França essa coisa do cinema de autor e aí isso veio pros Estados Unidos e aí a gente teve esses cinemas de autor como Escorcese, né, Kubre, que são tudo um reflexo do que veio da na Vivag francesa. Mas do que que a gente estava falando antes disso? >> Gostos que mudam. >> Gostos que mudam. E muitas vezes
também, Outra coisa que eu ia falar, às vezes a gente começa a mudar os gostos porque como é que eu vou articular isso? Porque a gente quer pertencer a algum grupo. Eu eu pelo menos falando por conta própria, né? Eu vou vou vou citar uma situação em específico. Tem um evento que acontece aqui em Los Angeles para editores, né, que é um ã um evento da sociedade dos editores de Los Angeles, né? E se tu não é parte da sociedade, o ingresso do evento é muito caro. Se tu é parte da Sociedade, o ingresso é
um preço OK, né? Então eu eu não sou parte dessa sociedade para exclusiva, então eu nunca tinha conseguido no evento porque daí não tinha dinheiro para ingresso. Porém um amigo meu entrou para essa eh é um editor, né, um dos meus mentores, ele tem 15 anos ou mais de experiência do que eu. Agora faz parte do AC que são, né, a sigla Ace. Sabe quando às vezes você tá vendo um filme e aparece no final assim, ah, editor fulano de tal Vírgula, ã, AC. >> Sim, >> isso significa American Cinema Editors, que é a sociedade
dos editores americanos. Então, eles têm um evento que é o Edit Fast. E esse meu amigo entrou para essa sociedade, consequentemente ele podia comprar o ingresso por um valor excessível. E ele perguntou: "Se tu quiser ir, eu compro teu ingresso, que aí tu vai para esse valor". E eu, nossa, sensacional. Óbvio Que eu quero ir. Aí tá, eu fui, né, e fui com ele. Então, tô tô ali com ele, com das pessoas que são do círculo dele, que são pessoas mais velhas, com muito mais experiência do que eu, né? E eu comecei a me ver
do meio de um círculo com assuntos que eu simplesmente não consigo acompanhar o repertório das pessoas, sabe? Então, em algumas situações, eu queria me sentir um avestruo assim de tipo cavar um buraco, enfiar minha cabeça e ficar ali dentro, Porque sabe, é uma é uma sensação de desconforto, mas é um desconforto bom que tá te desafiando, né? E eu lembro que, tipo, uma das coisas que surgiu desse assunto foi que a gente começou a falar sobre filmes em plano sequência, né? E aí eu falei assim, eu falei assim: "Ah, quando saiu Birdman em 2014, todo
mundo ficou falando sobre a super inovador, um filme em plano de sequência". Só que eu descobri recentemente que teve um filme russo de Antes de Bman ã que já era um plano sequência, né? Se chama The Russian Arc. É o arco russo. É muito interessante. É um filme que você passa todo dentro de um museu. Então o personagem é um fantasma visitando o museu e passando pela história. Então, só que tipo, é tudo um plano sequência filmado dentro de um museu. É sensacional o filme. E eu falei desse filme e aí eu acidentalmente puxei o
assunto que eu não consegui acompanhar Porque aí esse esse essas pessoas começaram a falar sobre cinema russo, sobre cinema soviético e eu não tinha repertório, né? E aí lá pela Sant Gan me perguntou assim: "Ah, tu já assistiu alguma coisa do Andrei Tarkovski?" E eu falei assim: "Não". E ele assim: "Pô, tu não assistiu nem solares?" E eu: "Não". E ele ficou com uma cara assim de tipo, pô, não assistiu nisso. E eu fiquei assim, ai, nossa, meu Deus. E agora que aquela síndrome da Impostora batendo, né? Eu não me iria assustar desse lugar. Eu
nem assisti esse filme que eu nem sabia qual era. Mas aí o que que eu fiz? Cheguei em casa, o que que foi a primeira coisa que eu fiz? Foi isso. Assisti o diabo do filme do Andrei Tarkovski, que é um filme incrível, por sinal. Recomendo a todos. Solares do André, do André Taskovski. O teve um remake americano depois do Stephen Suderberg com o George Cloney, que também se chama Solares, mas O original é o russo. Então, muito da gente amadurecer nossos gostos também da gente trocar os ambientes que a gente convive, né? Às vezes
é >> se expor, né? É sim. >> E aí eu te questiono, Ju, tu que tu que dá aula pra geração Z, o que que tu sente assim? O que que eles assistem? Como que eles consomem? Nos conta um pouco aí. Eles consomem muito pouco assim, na real. Eh, eu acho que assim, séries Grandes eles assistem, mas eles não, eles assistem do tipo, você assiste, assisto. E, e tá, tá bom. Não tem aquela troca, sabe, de opinião, de experiência, de >> meu Deus, essa série é a série da minha vida que a gente tinha, pelo
menos. >> Não, não sinto isso mais. Perdeu um ou outro, tá? Mas assim, via de regra não tem mais isso. E eles também cinema, só os blockbusters da vez. >> Uhum. >> E enfim, superherói e alguma coisa muito em evidência. >> Mas assim, coisa às vezes a gente tem, sei lá, aula de que a gente fala de filme, de entretenimento, de série e você fala algumas coisas clássicas para eles, não fazem a menor ideia do que você tá falando e ainda te acha muito velha, porque como assim é da sua época? sei lá, e fica
como assim, sabe? É, dá um Chocão, é um chocão, baita de um choque geracional assim. Então, por exemplo, se algum dos dos dessa minha galera, dos meus alunos estiver assistindo, eles estão fazendo a menor ideia do que você tá falando e estão te julgando provavelmente de tipo, nossa, que que anciã, porque ela sabe coisas do cinema que, sabe assim, eles tratam assim agora, então é muito doido, é muito doido, >> é muito doido. Eu fico, é, eu acho muito Interessante porque, ã, eu fico pensando a geração anterior, olhando a gente na época que saía séries
que a gente assistia, que a gente era completamente alucinado, também achando surreal a maneira que a gente vivia a série fora da série, né, que eu acho que que é muito o que a gente fazia. A gente vivia a série o tempo todo fora da série. Fernanda, era só isso que a gente fazia. Fernandamente. >> Era só isso. Mas era bom. >> Estão perguntando. A Bianca tá falando no chat. Vocês acham que a quantidade de opções pode ser o motivo para essa indiferença? Eu >> acho pode ser um dos Eu acho que sim. Pode ser
um dos fatores. Sim. Tem muita coisa muito fácil para você hoje em dia. >> Tem muita oferta, né? muita, muita. E na nossa época que não tinha stream, a gente tinha que ir atrás por meios duvidosos de assistir seriados E coisas assim. Então a gente tinha que escolher >> o que que a gente ia dar chance e tipo investir um certo tempo, um certo abrir abrir de fato a cabeça para >> É, mas a Isa tá falando uma coisa interessante aí no chat também, porque tipo ela tá falando que ela acha que sempre foi assim,
porque mesmo na época que a gente era jovem, a gente tava consumindo as séries, que ela lembra de, por exemplo, ã, na nossa turma, né, a Thaísa foi minha colega no colégio, E na nossa turma meio que era só a gente que assistia séries assim. >> Sério? >> Sério? Na nossa, sabe que ou assistiam ou as pessoas até assistiam as séries que passavam nos canais brasileiros, sabe? Séries que passavam na Warner ou que passava na no SBT. Mas digo isso que a gente fazia, mas isso que a gente fazia de atrás do torrent de de
saber o Dia da semana e o horário que a série passa nos Estados Unidos, porque um minuto depois que terminar a transmissão dos Estados Unidos, alguém já lançou o torrent, aí tu pode baixar. E aí todo mundo nos websites tinha que botar o mesmo torrent porque ele tipo, não, gente, tem que ter seeders, tem que ter seeders do torrent para todo mundo conseguir baixar, senão não dá. Então usem o mesmo torret. Era era uma coisa muito surreal. Então eu acho que também É é muito da tendência também de ã jovens que gostam de consumir cultura
americana, sabe? >> Aham. Sim, sim, eu concordo. Também acho. >> Ou jovens caseiros, isso é uma tendência também. Tipo, eu não era uma, sabe, uma adolescente assim que eu não, tu sabe sair e ficar indo pra festa, sabe? Não, eu também não >> sabe, eu era mais de ficar em casa fazendo as minhas coisas, lendo. Eu fui Começar a gostar de balada mais velha assim, sabe? Que eu ã >> Ah, você ainda começou a gostar. Eu passei ilesa por isso. Daí >> é uma fase que tu não viveu. Aham. >> Não, eu fui, eu fui
para uma balada. Ai, gente, pelo amor de Deus. Balada. A gente vai de festinha emo com a minha amiga dois anos atrás e tipo foi em três edições, eu falei: "Cara, não é para mim isso daqui, eu não tenho mais costa para isso daqui. É muito >> eu quero dormir." Então assim, não, eu também era muito caseira, era sério. >> Então eu acho que tem >> fã site. >> Uhum. Exatamente. E à medida que a gente for falando sobre esse quadro, gente, sobre cinema, primeiramente a gente vai ã a gente vai moldando o quadro de
acordo com o que vocês forem nos falando aí no chat também, né? O que vocês esverem Consumindo, o que vocês estiverem assistindo, as coisas que vocês querem ouvir a gente falar sobre. Mas enquanto vocês vão dando esse molde pra gente, a partir da semana que vem, né? H que agora aqui nesse episódio a gente tá só introduzindo esse assunto sobre cinema, mas eh semana que vem uma das primeiras pautas que a gente vai fazer vai ser sobre ã a a onda do novo cinema americano, né? hã, da American New Wave, porque Basicamente foi o movimento
que eu precisei estudar mais a fundo logo depois que eu me formei na pós-graduação, por questões de que ã eu era uma montadora nova, ainda sou, né, na min na minha carreira assim, tipo, eu tenho muita carreira pela frente ainda. Ã, mas há 10 anos atrás, quando eu me formei, eu era ã ainda mais jovem com ainda menos experiência. Então, o que que acontecia? para eu poder ter oportunidade de montar coisas, né? Eu Também acabava tendo que montar projetos para diretores que também tavam muito no início da sua carreira, às vezes fazendo primeiro filme, segundo
filme, filme sem orçamento, com pouca experiência também, né? Então, assim como não era uma montadora excelente, eles também não eram diretores excelentes. E acaba que muito das referências que eles me traziam, né, e eu ouvia muito isso, era tipo, ah, eu quero fazer essa cena tipo tal filme de Scorces, eu quero fazer Essa cena tipo tal filme do Tarantino, né? E eu comecei a perceber que tinha alguns desses filmes clássicos assim do cinema americano que eu não tinha assistido por um ou que tinha assistido sem dar muita bola por um certo preconceito assim de tipo,
ah, isso é filme de homem, sabe? Filme com muita filme com muita violência, com muito tiroteio, com sabe, >> Aham. >> filme de Mfia, eu não conseguia me Conectar com essas coisas quando eu era mais nova, então eu realmente não assistia. Mas aí falando, depois que eu estudei cinema e técnica, eu eu revi esses filmes e, tipo, por mais que como mulher tenha muito pouco ali que eu possa me relacionar com o filme, como cineasta tem coisas geniais. Tem filmes ali que eu assisto de novo, absolutamente qualquer momento, por mais violento que seja, porque a
montagem é incrível, a direção é incrível e eu Comecei a me virar muito para esses filmes para atender essas referências que esses diretores jovens me traziam, né? Então a gente vai começar nessa falda de cinema por aí do que filmes eu comecei a assistir, né? que referências que e da onde que eu comecei a abrir e sempre escutando vocês, que que vocês têm assistido e como que a gente pode ir relacionando isso com >> com os filmes que estão saindo agora e de coisas assim. >> Sim, sim. Dá para entender como é que a indústria
tá hoje em dia, né? Da onde ela veio, para onde ela vai. Acho bacana. É, estamos, a gente tá vivendo uma crise, a gente tá no momento da crise, não só da sala de cinema, como do cinema em si, tipo, por isso que tá tando tanto remake, tanta sequência, porque a gente não sabe, não sabe qual é o formato ideal. Agora, Hollywood tá tentando descobrir o formato novo, uma Fórmula nova, e uma vez que essa fórmula for descoberta, ela vai passar a ser repetida. Mas o motivo que a gente tá começando a ver um pequeno
retorno ao cinema de autor, sabe? Tipo, eh, esses grandes orçamentos indo para, por exemplo, pro Christopher Nolan, indo para Greta Garwig em, por mais que ainda seja completamente dentro do sistema de estúdio, né? Ainda são os estúdios tentando olhar para um autor do tipo, tô tentando encontrar alguém que me salve, >> sabe? >> Sim. >> Então, né? Eu não assisti o o Superman e o Quarteto Fantástico ainda, mas eu ouvi críticas muito boas desse Superman novo, tipo críticas boas de críticos que eu gosto muito. Então tô curiosa para assistir, mas não quero falar sobre ainda
porque eu não assisti. >> É, não vamos assistir. A gente traz para cá. >> É, >> é >> bacana. Mas então, será que esse é o momento mais esperado da live pra galera que tá aí esperando a gente falar sobre o final de Vampire Di que seja? >> Socorro. >> Ai. >> Ah, então vamos, né? Vamos fechar esse ciclo que começou a >> É a Bianca falando no chat, tem gente Que tá esperando a gente falar sobre o final de >> Ai cara. Sim, >> vamos fechar então. Vamos. >> Tá Ju primeira coisa que eu
queria eu queria te perguntar uma coisa pra gente começar o assunto do fim. >> Tu assistiu o episódio final na semana que saiu? Tipo, no dia que saiu? Ou tu assistiu depois? >> Eu assisti porque saía quinta ou sexta, né? Se eu não me engano. Acho que saía Sexta. >> Quinta. >> Ele ia ao ar na quinta. Mas mudou? Não mudou? Tinha mudado. >> Mudou. Tu tem razão. Mudou. Nas últimas temporadas era. É, mudava. Era na sexta. É, tem razão. >> Na sexta, né? >> E o que acontecia? Eh, eu sempre esperava sair no nos
nos lugares pra gente poder baixar e tal. Mas no último episódio eu queria assistir ou ao vivo Ou tipo o mais rápido possível. Ao vivo não consegui. E aí saiu na sexta noite lá aí aí nos Estados Unidos. E aí no sábado de manhã eu trabalhava, já dava aula de manhã cedo. Então eu fui, eu acordei mais cedo no sábado do que eu costumava acordar. Baixei, passei pro celular e eu fui no caminho da minha casa para onde eu trabalhava assim. Então tava no transporte de São Paulo, frio, sábado de manhã chorando, mas assim Tá
mal dentro da do metrô na Sé. Então assim, foi eu assisti ali um dia depois e aí foi sábado péssimo, dei péssimas aulas naquele sábado porque eu tava tipo, cara, acabou, como assim? Galera que pega o metrô em São Paulo, se alguém há 10 anos atrás estava nesse metrô e tem imagens perdidas da Juliana chorando no metrô, por favor nos mand. Não, >> eu tava aquela coisa de clipe, só que você tá assim sentada, eu lembro Perfeitamente, sentada encostada assim na janela do metrô com seus mão assim e o outro tipo assim na cara querendo
desaparecer. Tudo lindo. Muito bom. Então eu não assisti na semana que saiu porque eu o o as semanas finais de de pegaram juntos com as semanas finais do meu curso de mestrado. Então eu tava entregando a minha tese, entregando meu projeto. Prioridade também, né Fernanda? >> É sabia definir prioridade na nossa Vida. Então, quando eu quando eu fiz a minha tese de publicidade, eu fiz uma escolha correta, que é eu a minha tese foi sobre Vampire Divers, gente, tá? Então vocês me respeitem quando eu falo de Vampire Dios, porque eu sou literalmente graduada, tá? Em
Vampire Dios, não só em Vampire Dios, a minha tese, especificamente, a minha tese foi sobre as estr é tese que você fala em bacharelado ou tese econese, tá? A minha a minha acho que é que eu achei que não Sei, eu entrei numa agora que tese de mestrado, dissertação, é de doutorado, TCC, não sei, TCC, >> whatever, gente. Mas a a minha meu trabalho especificamente foi sobre a estrutura narrativa da comparando a estrutura narrativa entre Vampire Ders e On a Time. Então eu lembro que eu fazia comparações do tipo, ah, o vilão aparece no episódio
X, a Força antagônica aparece no episódio X, sabe? Porque era Aquela estrutura de séries de 22 episódios, né, que não existe mais. Sim, >> mas eu lembro que então quando eu assisti o final de TV, eu acho que eu assisti três ou quatro episódios assim, na sequência, que são os que eu os que eu tava atrasada assim. E >> nossa, eu também eu me lembro de, tipo, quando terminou o episódio, eu me lembro de ficar com vazio assim, tipo, cara, não acredito que terminou. >> Não, total, você fica meio desorteado, Né? É porque assim, e
entrar aqui no assunto, porque assim, eu, você e uma galera, a gente viveu TV, não foi tipo, a gente assistia TV, não era, não era isso, a gente assistia outras séries, a gente foi muito mais intenso, assim, a gente >> mexia num lugar, né? Então esse essa desnorteação, desnorteamento pegou, pegou bastante, >> não? E e eu lembro que no final, tipo, a gente já nem gostava tanto da série, tipo, eu já tava louca que a série terminasse porque, sabe, já tava indo >> para um lugar nada a ver. >> É, tu queria que >> o
qu >> se tivesse renovado pra nona décima eu ia tá lá. Ai, nossa, esse pai eu não. >> Esse pai eu não. >> Eu não tava enjoada. >> Assim, eu teria continuado assistindo Porque eu era refém e não teria abandonado. Mas eu eu já tava querendo que acabasse. Eu já tava querendo que acabasse. Eu já eu já tava cansada da da do cativeiro, >> da caverna. Não, eu acho que eu eu continuaria ainda, não sei se muito tempo, mas eu tava com fôlego ainda para eu lembro que a oitava temporada todo mundo achou horrível e
eu tava tipo, não, gente, tá legal, fica aqui, tá legal. >> A oitava temporada foi melhor que a sétima. Foi melhor que a sétima. >> Assim, na minha na minha breve opinião, temporadas um, dois e tr de temporada. Faz teu ranking, meu melhor, melhor temporada, terceira, >> tá? Eu também. Aí terceira aí depois primeira e segunda. >> Primeira, primeira e segunda. Tá. Vai. >> Depois >> depois a quarta. >> Ah, não, não. A quarta pior. Não, >> não, não. Tem umas Depois a quarta, depois a depois a quarta, depois a sexta, depois a oitava, depois
a sétima e depois a quinta. Quinta para mim é a pior temporada que tem. Não, não. Eu colocaria terceira, primeira, segunda, quinta. Eu gostei muito da quinta. Nossa, eu gostei demais da quinta, cara. Eu gostei, cara. >> Cara, a quinta para mim pareceu uma novela. >> Por quê? Não, porque >> porque foi a temporada que a Helena foi pra faculdade >> e aí eu lembro que tipo tinha uns episódios que parece a gente chão de linguiça. Tem um episódio que acho que tem 10 minutos de uma cena do Demon e a Helena sentado, um de
cada lado de uma porta. Daí também >> ai que eu tava numa preguiça. Eu literalmente eu não aguentava mais. Eu não aguentava mais da quinta temporada, quando começou a sexta, que aí entrou a O plot do Kai e o plot dos bruxos, aí me deu um gás de novo, >> porque aquele plot eu gostei bastante. Ficou muito bom, sim. Mas para mim a pior é a quarta. A quarta para mim, ó. A >> a Ema tá falando no chat que concorda comigo, que a quinta foi onde tudo deu errado. >> Ai, vocês estão tudo errado,
vocês t que assistir tudo. Não, concordo. Vocês Moscaram aí, cara. A quinta tem a Naddia, tem a Ctherine virando humana, tem Ah, eu gostei muito da quinta. >> Não, tem tem coisas boas na quinta temporada. Concordo que tem coisas boas, mas eu ainda acho que foi a que mais me cansou. Assim, a quinta e a sétima, eu diria que ficam ali entre as que eu menos gostei. >> A sétima é a da mãe deles, né? É. >> É. É. Que que plot foi aquele? Que plot foi aquele? É, a S não me pegou tanto, não.
Não achei ruim, mas não me pegou muito não. Tipo, o que o que começou me irritar muito à medida que TV foi indo pra frente é que uma das coisas que eu mais elogiava na série, se vocês forem voltar nos videocast antigo, vocês vão ver falando isso a toda hora, é que a mitologia da série era muito legal. A mitologia da série era muito legal. >> A gente usava muito essa palavra. É. E eu sinto que até a quarta temporada Eles estavam contando uma mitologia que eles já tinham escrito. Então, tipo, eles tinham fontes da
onde beber para manter a história pra frente. Da quinta em diante, começou aquela palhaçada dos Dopple Ganger que voltavam 2000 anos na história. A Bianca tá perguntando no chat se o Sal foi na quinta temporada e foi e foi >> na quinta, não foi? Não, não, >> na quinta ele >> ele aparece na quarta, mas que >> mas é na >> Mas é na quinta que ele que ele aparece como ele mesmo, porque na quarta ele ainda é aquele professor. Lembra que ele aparece possuindo o corpo de um professor que dá umas aulas de Exatamente.
Aham. E aí depois na quinta temporada é que a gente ele aparece a gente entende a história dele mesmo que ele que ele é o topo ganger do No caso Stepan é um dole Ganger dele, né? >> Isso. Isso. >> Aí eu lembro que a já começou a virar palhaçada para mim. Já começou a virar palhaçada para mim. É aquela cena lá dosle gangering, sei lá, eu que eu fiz até uma timeline, gente, tem lá, procurem a eu tentando explicar uma timeline de todos os dap gangers. >> É, tem lá. >> E aí eu comecei
a me irritar porque aí Começou a ter muito furo na história. Aí eu já já comecei, ah, esses roteiristas já não estão levando isso aqui a sério, então já não tô mais afim de levar isso aqui a sério também. Ah, eu já começo a ficar, já comecei a ficar. >> Ah, vai também não quero mais também. >> Ah, não, eu gostava. Eu, eu, eu fui até final. Um que me irritou, acho que foi na sétima, que foi a mãe e os viajantes, né? >> Ai, outro, ó, outro que a é aqueles viajantes que já me
ench o saco também. Era da daquele daqueles gêmeos, dos gêmeos que a menina cabeça, lembra? >> A live. E como é que era o nome do >> Luk? Era o Luke. >> Luk. Live. Luke. É. Aham. >> É. Foi >> foi um foi um fã de Star. Foi, foi um fã de Star Wars que escreveu isso aí. Ele uma inspiração de look leer. Liv and look. >> Liv and look. Ali ficou. Mas eu gostei. A última. Gostei. Eu gostei da, não sei se gostei a palavra certa, mas eu achei interessante, velho. No mínimo as eram,
eram sereias, eles falavam siren. >> Sereias. Eu eu gostava também. Eu gostava também da daquele plot de sereias. É porque eu achava as atrizes muito boas também. As atrizes que fizeram a sereias. É. Então acho que aquilo deu uma vibe. Eu inclusive eu Acho que uma delas, principalmente ela trouxe até uma vibe que a Ctherine trouxe no início, que era aquele feme fatal, vibes assim, sabe? Aham. >> Do tipo, ela é muito, ela é muito sexy, mas ela pode te matar a qualquer momento. Então >> isso >> é é oitava temporada foi legal. Mas assim,
mais especificamente, eu queria que a gente comentar mais especificamente sobre, tipo, alguns Eventos do último episódio pra gente amarrar assim final, porque não se preocupem, galera, a gente vai voltar em todas as temporadas aqui, tá? Fiquem aí na na fé e na coragem >> que a gente a gente vai fazer esse sacrifício. É. Aham. Mas uma das coisas que, tipo, uma das primeiras coisas que acontece no último episódio é a Bonnie salvando a Helena, né, que teve aquela questão que, tipo, a Nina saiu da série, então eles deram Aquela desculpa que as duas não podiam
ficar acordadas ao mesmo tempo. Então, pra Nina voltar para fazer o último episódio, né? Tipo, a Bonnie tinha que se adormecer. >> Então, aí eu sei que, tipo, e aí ela ganhou uma ajuda espiritual do Enzo também, não foi? Teve uma coisa assim para fazer acho que teve. >> É, >> é, >> foi do Enzo, acho que foi. >> Não, pera. No começo do episódio você tá falando >> isso. >> Isso. Aham. Porque tá no começo do episódio tava o Enos envolvido do outro lado lá. Isso >> aí a Helena acorda, né? Que aí tem
aquela cena que acho que é o Stephan e o Demon estão discutindo na sala. Ela aparece, né? >> Que que não é ela na real? >> É, exatamente, né? Temos assim, era Ctherine. Aham. Aham. Esse esse esse último episódio é legal porque ele volta numa serviu muita coisa. É, >> é porque ele resgatou algumas coisas lá do início da série. Por exemplo, isso da Ctherine se passando pela umas se passando pela outra, né? É uma coisa bem que remete lá as primeiras temporadas, então acho que entregou pros fãs assim. Essa aí foi um detalhezinho que
Entregou, né? >> Aham. >> E é nesse é nesse episódio que acontece o final da Ctherine, né? Ou já aconteceu alguns episódios antes. >> Não é nesse, >> é nesse, né? O final, aquela cena maravilhosa. >> Que satisfatória aquela cena. >> É porque fica a Ctherine clamando pela Bonnie e a Bonnie está olhando. Eu não posso te ajudar, amiga. >> Não é muito bom. Sim. Eh, aliás, deixa eu te perguntar, como que você recebeu na época essa saída da Nina da série e esse retorno dela pro final? Você lembra como que que te bateu isso?
>> Na época eu não gostei. Eu lembro que me bateu muito ruim assim do tipo, ah, por que que não termina a série de uma vez? Sabe porque não era a primeira série que tava na época tinha outras séries que estavam tirando a personagem principal. Foi mais ou menos na mesma, acho que foi mais ou menos na mesma época que tiraram a Maridet de Grace Anatomy e continuaram com a série. Não lembro que outra série que eu via na CW que também tiraram o principal que continua indo pra frente. E aí eu tava muito tipo,
ai só cancelem esse, sabe? Só cancelar, gente. Não, não sabe aí. Aham. >> Só que daí a temporada que tá sem ela até que rolou bem, né? Tipo, >> sim, sim. Aí, >> aí, me incomodou. A a notícia me incomodou, mas a a depois assistindo eu realmente não senti tanta falta assim. Aí eu descobri que eu assisti a série pelo Stephan e pelo Demon mesmo. >> Sim, sim. Muito mais válido, inclusive. Melhor. Enfim. Então, vamos então falar do do último. Eh, falam do Stephan. Então, a gente pode começar por ele, eu acho. >> Tá. >>
Tá. Eh, como que você viu o final que deram para ele, essa coisa de se sacrificar para salvar todo mundo, a cidade e tudo mais e morrer com quem ele morreu, no caso, abraçado a quem ele ele morreu abraçado >> assim? Tipo, eu acho que pelo menos faz muito sentido com a personagem do Stephan, que esse tenha sido o final dele, porque sabe, o Stephan sempre teve essa coisa de seu mártir, sabe? e de se Sacrificar pelos outros, o herói. Aham. Deo, o meu sofrimento é o que dá sentido a minha imortalidade, sabe? Então eu
acho que tá bem na sinceramente, apesar de eu não gostar porque eu amava o Stephanie, tipo, não gosto do fato que ele morreu, eu também não consigo pensar num final mais digno pro Stefan que não fosse aquele. >> Eu concordo. Eu concordo, >> sabe? >> Porque tá, ele ia ficar vivo que para Ficar Helena, para ficar vendo a Helena com o Damon. >> É, é assim. É, é. ou se o Deimon tivesse morrido, por exemplo, no lugar dele e aí >> Aham. >> Enfim, a Helena ia voltar de qualquer forma, mas eles não iam voltar
a ser um casal, então >> é, >> ia ficar, né? Eu gostei que foi ele. >> Eu gostei também. >> Honroso. >> Eu gostei. E o final da Ctherine para mim foi de longe o melhor de todos os personagens ali. >> Incrível. Incrível. ar >> o plot todo, o arco dela sabe o que me lembrou muito, vou relacionar um pouquinho com, voltando na nossa pauta de cinema um pouco, mas para relacionar, tem um filme de Spielber que é um dos primeiros filmes dele que ele fez até Pra TV antes dele fazer o filme para cinema.
Ah, eu não sei como é que é o nome em português. Deixa eu procurar aqui o nome em inglês. É Duo Duo Spielberg. Movie português. Título em português. Título em português encurralado. Eu acho que esse é o título em português, mas é basicamente um filme que é sobre um cara dirigindo na estrada e tem um caminhão basicamente querendo Matá-lo, literalmente. Tipo, o caminhão tá tentando tirar ele da estrada, tá, sabe, tentando furar pneu dele, fazendo pegar qualquer curva, ele estaciona para tentar fugir, o caminhão vai atrás. Só que tu nunca vê o motorista do caminhão
ou tu só vê uma sombra, sabe? No caso, o vilão do filme é o caminhão, o sabe a figura do caminhão. Então, quando o filme termina e, tipo, o herói do filme finalmente destrói o caminhão, tem uma cena que o caminhão cai pro para uma Ladeira assim, ele vai se despedaçando aos poucos, aí tu vê o óleo derramando e todas as coisas assim. E aí o Spielberg conta que quando ele foi, quando ele apresentou esse esse corte pro estúdio a primeira vez, o estúdio falou assim, tipo assim, não, como assim tu não explodiu o caminhão?
Tem que voltar lá e explodir o caminhão. Tem que ter uma cena de explosão para terminar o filme. E aí o Spielberg respondeu assim: "Pô, mas explosão é uma morte muito rápida Pro quanto o caminhão fez o personagem sofrer. Eu quero ver esse caminhão sofrer. Eu quero ver o caminhão perdendo roda. Eu quero ver o caminhão derramando óleo, sangrando, sabe? Eu quero que o caminhão sofra tanto quanto o personagem. E eu acho que com a Katherine é exatamente a mesma coisa. A C fez muitos personagens sofrerem muito ao longo da série toda. E a série
não matou ela de forma rápida. A série matou ela devagarinho. Ela foi envelhecendo, Ela foi ficando com cabelo branco, foi acabando com a beleza estética dela, que era a coisa que ela mais, né, >> valorizava assim. Então, realmente foi uma morte sofrida até aquele não. E mesmo no final, quando chegou o final, é tipo, ah, agora tu vai mesmo embora. Não, mas não é para onde ser aliviada. Tu vai pro inferno, minha filha. Para lá que tu vai. >> Inferno. >> Sim. >> E eu achei interessante também porque Vampire Dios, apesar de ser uma série
mística, né? Ã, eles nunca tocaram em, por exemplo, anjos e demônios, como outras séries espirituais tocaram. Então, meio que a gente nunca sabia sem, tipo, no mundo de Vampire Diaries, sabe? Esses personagens eles são, sabe qual é a crença deles? Ou tipo no mundo sobrenatural, será que isso é uma indicação de que, tipo, no mundo de Vampard não existe nada realmente, sabe? O mundo sobrenatural é esse, o mundo dos espíritos são os espíritos, mas não tem um céu e um inferno, né? Tem só o outro lado. E o que a gente descobriu aqui, >> eles
chamam de paz. >> A paz, exatamente. >> Eles eles não trantam de de paraíso. É a paz. Se encontrou a paz. A paz é que no fim a gente vê, né? Porque no final eles eles vão para essa para essa paz que não deixa de ser o >> o paraíso. E a gente vê o reencontro, né? O reencontro da Helena com a família, o reencontro do Stephan com o Demon, que esse é a última é literalmente a última cena, né? >> Última cena é o Stefan Abraçando Demo. Legal. >> É que o o feito da
série desse último episódio é branco e todos os outros episódios eram pretos, né? Você lembra? Tipo, acabar o episódio e aí apareceu a tela preta com o logo e aí no último Episódio apareceu a tela branca >> com o logo. Eu fiquei, ó, todo arrepiada. >> Ah. Aham. >> É, isso foi muito da hora mesmo. >> Sim, foi muito bom. >> A Ema tá falando no chat que na segunda temporada a Catin diz pro Stephen: "Esse é o começo de uma história de amor, Stephan, o fim de uma." E os roteiristas perderam uma mega chance
de na Siries finale o Stephan falar para ela: "Esse é O fim de uma história de amor, Cather. O começo de É verdade, >> começo. >> É verdade. Teria sido, >> né? Redondinho. >> É. E eles serviram várias várias vários fã services nesse nesse episódio de falas e eh esses callbacks para coisas antigas, né, de outros momentos das séries. Você podiam ter colocado isso. Realmente caberia >> caberia bastante >> bacana. Uma coisa que eu fiquei pensando assim, não necessariamente sobre o último episódio, mas sobre a série em si, mas também sobre o último episódio, porque
querendo não, o último episódio é um episódio que amarra a série como um todo, né? É que, desculpa, a série começa tão redondinha com a questão do título da série, que é os diários do vampiro, né? Então, na Primeira temporada, eh, tem tanta referência aos diários do Stephan, ao Stephan e escrevendo nos diários e tem um momento da série que eu não lembro agora que ele queima todos os diários. Não tem? >> Sim, tem, tem. Não vou lembrar também quando, mas tem. >> É, >> sim. >> Mas eu teria gostado muito que eles tivessem amarrado
melhor essa coisa do Diário no final. O diário voltou no final com Helena escrevendo no diário do cemitério na frente da turma da Stepan. >> Tem aquilo para para falar que não amarrou, mas assim também >> é fez muita diferença. Mas tipo, >> tanto que ela começa usando a frase que ela começou no primeiro episódio da série. Então, mas assim, sei lá também, só para falar que ai tem um diário, >> é mudou e nada. Basicamente >> é que eu acho que o o Stepen, isso é uma coisa que eu também nunca fico em dúvida
assim, na série, né? Se tu for prestar atenção pelo título, né? Os diários do vampiro tá remetendo ao fato da história se centralizar ao torno do Step em torno do Stephen, né? >> Sim. >> Só que não foi bem isso que aconteceu ao longo da série. Não sei se era isso que era para ter acontecido, sabe? Mas eventualmente assim, eu acho que Tipo, eu não sei se a série acabou focando mais na Helena, se acabou focando mais no Devon e eventualmente assim >> neles. Eh, é, acho que bom, aí a gente entra num assunto que
muita gente não gosta, mas o quanto ai, desculpa, mas o quanto estragou coisas muito legais do que poderiam ter sido nessa série assim. >> É, eu acho que é o famoso >> Uhum. >> Uhum. >> Sabe, >> é o fan service, né? Tipo, tanto que a tem essa série que eu assisto e atualmente que se chama Elementary, e ela também sai semana a semana, né? E a criadora da série, que é a atriz principal também, né? Ã, ela fala que durante a as primeiras semanas, os primeiros começa a ir ao arada, eles ainda estão gravando
o final, porque essa série, tipo, são episódios Curtos, eles ainda seguem esse formato de temporadas mais longas. Então, acho que tem uns 20 episódios de uns 30 minutos assim a temporada. Então, ela fala que quando o início da temporada sai, eles ainda estão escrevendo os episódios finais ou gravando, né? mesmo que já esteja escrito, eles ainda têm sabe como mudar porque eles ainda estão filmando. E ela fala que ela tentar o máximo, tipo, se isolar da das opiniões enquanto tá saindo o início, porque ela Não quer que aquilo interfira no processo criativo dela, pelo menos
no início, porque ela, tipo, acho que acho que depois de um tempo nem tem como tu não prestar atenção, porque eu acho que até por uma questão, o estúdio te cobra, sabe? Mesmo que tu te isole da das opiniões, vai ter ali um pior, vai ter ali outras pessoas dentro do estúdio que vão estar te passando essas informações, sabe? Mas eu acho que ali no início, enquanto a série ainda não era tão Popular, ela e eu acho que isso dá para ver isso na série, porque eu acho que, sabe, dá para ver que tem escolhas
ali que são muito bem feitas e que claramente se deixasse a critério da audiência, a audiência iria querer outra coisa, porque o que a audiência não entende sobre ela mesma, gente, é que a audiência, assim como o consumidor, ele não sabe o que ele quer, tá? É ã é a partir da oferta, tá? é capitalismo, literalmente. Dentro do sistema de estúdio é exatamente a mesma coisa. É a partir da oferta que a gente passa a decidir o que a gente quer, né? Né? Então, >> e eu acho que tem muito a ver com isso. O
F service toma muito conta da série, não só de Vampire Darios, várias séries naquela época, porque a gente >> várias isso é >> várias, mas principalmente DVD. Foi, foi muito. >> Mas o final do Damon, Ju, >> eu acho delicado porque eu achei um final muito que não fedeu nem cheirou. Não, não sei. Pra grandeza que ele tinha de de personagem assim de peso na série e seu favorito de muita gente, eu fiquei assim, ó. Tá? E mas e aí? correu, voltou pro Stefan. Mas só também, mas assim, >> é, eles quiseram dar pro Devon
o fim que a audiência queria, tipo, Demon foi Feliz, sabe? Ele se redimiu, ele ficou com a Helena, ele fez as pazes com irmão porque era, >> né? Só que o Demon merecia um arco melhor também, um arco mais complexo, sabe? Nesse ponto, o arco do Stefan foi muito melhor, >> eu acho. >> Pensando no geral, né? Do começou. >> No geral. No geral como um todo. Do Começo ao fim. Exatamente. Aham. É, >> eu também acho. Foi mais redondinho, né? Mais bem estruturado, tal. É. E é uma pena porque o demon tinha um potencial,
ele começou enorme, ele começou assim, tipo, esse esse vai render. E aí assim, chegou um momento que você ficou, tá, a gente já sabe para onde ele vai. Era muito previsível para mim >> qual seria o caminho que ele ia tomar de acordo com a situação que era montada. Então >> falando no chat, >> ele vai falar e >> e a Bonnie merecia mais. >> Ai a Bonnie. Ai gente, a Bonnie. A bon mereciau o mundo, tudo, muito mais, muito mais. Achei ridículo. Achei muito ridículo. Eu ainda tava vendo uns vídeos que eu não acompanhei
na época, mas aí essa semana que a gente tava montando a pauta da live, eu tava vendo alguns vídeos antigos assim de entrevista, esses vídeos de ComicC, de Painéis e tal. >> Aham. E cara, tem uns vídeos que dá muita aflição de ver às vezes o entrevistador querendo falar com a Cat Graham, querendo saber coisas da Bonnie e os roteiristas dando uns cortes nela. Sim, >> inclusive, inclusive, deixa eu te perguntar, porque assim, a gente fazia parte de fansite, a gente acompanhava Comicon, a gente tava ali vendo tudo ao vivo, de certa forma, você notava
isso? Porque eu me eu não me lembro de notar isso na época. >> Eu não lembro de notar isso na época também. E eu acho que também a gente era muito pateta na época. >> Então é isso que eu quero saber porque que tava muito na cara. Então a gente era muito tonta, >> muito. Até porque, por exemplo, no geral, >> é porque tinha uma coisa que eu comecei a ver referentemente é que é tinha uma, Tudo bem, tinha muitas pessoas que não queriam a a o Demon e a Bonnie juntos, mas tinha uma legião
de fãs que tava tipo chipando real Demon com a Bora, pegou uma Isso. Aham. E eu vi umas entrevistas em que, tipo, os entrevistadores tão tentando falar sobre isso com a Kat de tipo, ah, o que que tu acha que poderia acontecer se tivesse alguma coisa com o Damon? E ela às vezes ela dá uma resposta no sentido tipo, não, eu acharia legal, explorar Esse lado da personagem. Ela às vezes toma uns cortes do tipo, não, a Bonnie sempre será uma grande amiga para o demonio >> enfatizando, tipo, >> ai sim, sim, >> sabe? Eu
vou eu vou deixar assim. Envelheceram mal essas entrevistas para envelheceram mal essas entrevistas. >> É, e de um tempo para cá, por conta dessa desse abrir de olhos que a gente teve, Né, todo mundo caíram matando na na J Black, na galera da época lá por conta disso. Então, acho que veio esse esse backlash para elas tardi assim, mas veio >> tardiu. Aham. Então é >> a Julie Black tá com uma série nova que inclusive tem a a Candis a Candis King Candy Sol. Eu não sei que nome ela usa agora. >> É, mas a
Carolinei >> é que ela se separou, né, do cara do Z Frey. >> Sim. >> Mas eu não assisti a série, mas eu sei que a Bianca, nossa nossa moderadora, tá assistiu, tava nos falando sobre. Eu quero assistir. É boa. É boa. Acho que >> deve ser >> a Bibs falou que é meio fraca. >> A Bibs falou que é meio fraca. >> É um dos piores plots twists que eu já vi na minha vida de X Bianca no chat. Mas eu também tô curiosa para assistir para Só para ver onde é que anda. >>
É, sabe? Lembra do Kevin Williamson que a gente também sempre falava dele no nos coisas? Ah, ele fez, ele tem muitos filmes bons também, assim, ele produziu, eu descobri depois que ele produziu vários filmes assim de cinema mesmo, de gêneros ainda mais slash assim, sabe? Mas tem um filme que ele produziu que é, quando eu vi o nome dele, eu tava assistindo o filme, eu vi o nome, nossa, não acredito que o Kevin Williamson, The Facy, esse é o nome, lembrei. The Faculty, deixa eu ver como é que é o nome em português, mas gente,
ai, recomendo. >> É basicamente assim o resumo do filme, tá? É uma comédia, mas é os professores de uma de uma high school são possuídos por aliens. Então, tipo, os professores são todos aliens. É uma invasão alien. Ah, não ouvi o título em português. >> Mas o Kevin, na real ele é ele é bom. Ele é um um produtor, um >> prova. É o nome para quem quiser assistir o filme, o título em português é prova final. >> Prova final. mistério na faculdade. >> Muita gente, muita gente atribui de certa forma a decaída de TVD
quando eles se afastou um pouco para fazer outras coisas e aí ficou 100% nas costas da Jil Plek e aí começou >> muita coisa de fun service e cambiar Para um lado assim. Então >> talvez se ele tivesse continuado eu teria tomado outros rumos. Muito provavelmente se eles continuasse como o cabeça, né, da do roteiro e tal, porque ele é muito bom. >> É, ele é muito bom. As crições. >> Sim, eu gosto bastante. É legal. Mas a Bonnie, voltando na Bonnie, eh, não é que o final dela tenha sido ruim, não. Acho que foi
ruim. Não Acho. Acho que aquela coisa dela ter conseguido ã aquele baita daquele feitiço no final com ajuda de toda a ancestralidade dela foi muito legal. Eu gostei. Só que ao mesmo tempo eu ficar mas ela ela merecia muito mais do que todo mundo ali. Uma coisa muito mais épica do que sei lá >> Uhum. >> conhecer o mundo, que é legal. Mas assim, >> Aham. Sabe, Eu eu acho que foi foi pouco para pro que ela eh fez ao longo da série inteira e se sacrificou ao longo da série inteira e sofreu ao longo
da série inteira. Então poderia ter sido muito melhor. >> Eu queria que ela tivesse tido um final que fosse mais porque tudo bem, tá de acordo com a personagem dela, esse final de que, tipo, ela >> pega um pouco de tipo ela conquista um afastamento do mundo sobrenatural que Causou a ela tanto sofrimento. Então eu acho que isso tudo bem, faz sentido, mas eu acho que tipo, eu pessoalmente gostaria de ter visto ao final que fosse ao contrário, que fosse tipo elas se encontrando na sobrenaturalidade dela, tipo, >> ah, entendi. Certo. >> Se aceitando, >>
sabe? Alguma coisa assim, tipo, tomando uma posição de tipo liderança na comunidade Sobrenatural do mundo, >> né? Tipo uma coisa assim. E ela teria poder para isso, né? Literalmente. >> Exatamente. Por isso, porque faria >> poder. >> É, >> é. Ela teria >> um. É verdade. Tá vendo? >> Estão falando no chat, ó. Até onde, >> até onde eu lembro, foi a ideia do Kevin, inclusive trazer aquela trama do inferno para costurar os furos desse Desses assuntos abertos na quinta temporada, >> quando a Katurne foi arrastada. Às vezes precisa, né, alguém para voltar e dizer
assim: "Galera, deixa eu organizar aqui a quantidade de furo que vocês abriram nesse roteiro. Deixa eu dar uma organizada pra gente encerrar isso aqui bem, né? Então, aparentemente foi isso aí que o que o que o Kevin fez. Se ele tivesse continuado 100% o tempo inteiro ali sem afastado Muit muitos furos não teria acontecido. Muita coisa teria sido diferente. Eu eu queria ter visto. >> Queria >> a >> que mais que eu tinha umas coisas anotadas aqui, mas eu acho que a gente já falou de quase tudo, que eu não quero me estender demais falando
da temporada toda, porque senão a gente vai ficar aqui até amanhã. E também porque, né, a gente a gente vai Voltar temporada a temporada também pra gente poder o que a gente quer fazer, já que a gente já pegou minuciosamente várias coisas nos vídeos anteriores, acho que seria legal a gente pegar, começar a fazer os arcos da temporada, sabe? Tipo, o arco dessa temporada foi aonde a temporada começou, onde a temporada terminou e aí depois quando a gente conseguir amarrar todas, a gente pegar o arco geral da série, ver o que que funcionou, o que
que não funcionou. Agora que a série se encerrou há mais tempo, a gente pegar tipo um uma visão ampla de tudo que aconteceu. >> Ampla. E >> é >> bacana. Eu topo. >> E eu pensei que agora pra gente antes da gente ã encerrar a nossa live, porque assim, gente, se vocês forem no canal lá do YouTube, tem dois vídeos que a gente já postou, tá? Que não foram conteúdos ao vivo, mas foram conteúdos que a gente Gravou para testar o nosso ao vivo, né? para testar o vivo que a gente ia fazer hoje, a
gente gravou alguns conteúdos que já estão lá. Num desses vídeos, a gente reagiu ao primeiro vídeo do canal, o primeiro de todos, né? Então, para encerrar a live de hoje, eu vou sugerir que a gente reaja ao segundo vídeo do canal. >> Uhum. >> Tá. Então, Ju, fica num assunto brevemente aí que eu vou fazer o setup Aqui do React, >> tá legal? Eh, não sei, eu não consigo ver o chat, então não sei se vocês estão falando alguma coisa. Ã, mas deixa eu só subir aqui pra gente terminar a entção de TVD. Tivemos spinoffs,
né, de TVD. A gente teve aí The Originals, que não me lembro de ter vídeo, não tinha sim, tinha videocast de Originals aqui. >> Tinha. >> Se tinha, né, a gente pode algum momento Falar um pouquinho sobre. H, e aí teve o Legacis, que eu acho uma bomba. Tentei várias vezes, eu não consegui muito ruim. Eu assisti até o final, mas eu não me dediquei a assistir. Eu tipo assisti fazendo outras coisas, sabe? >> Sim. É, mas acho que nem assim, para mim foi demais aquilo lá, foi muita Record, mutantes, Caminhos do Coração, não me
pegou, achei muito ruim. H, mas aí se vocês quiserem a gente fala um pouquinho também sobre The Originals. Ã, que mais? Ah, a gente vai falar também de da de tudo isso de de TVD, de eventos que tiveram, né, F, no Brasil. >> Ah, sim. Esse é o assunto da próxima live, gente. >> Da próxima live. com os atores. A gente chegou a conhecer alguns atores e trocar ideia com eles e tivemos situações. Então, a gente vai Falar um pouquinho. Ã, quem foi tava quem foi viu ao vivo mais uma vez? >> Como é que
foi. >> Eh, fala, >> eu consegui colocar o consegui colocar o vídeo aqui. Eu só quero ver agora como é que vai fazer para tu conseguir assistir, conseguir ouvir, Ju. >> Tá. Hã, você pode compartilhar a tua tela do vídeo comigo, >> tá? Pera aí. >> Tá. >> Segurem aí, galera, que a gente tá fazendo uma questão técnica aqui. >> Acho que é esse aqui. Vamos ver. Gente, eu tô com tanta janela aberta, vocês não tm nem Deixa eu ver se eu compartilhei a certa contigo, Ju. >> Ah, acho que foi. Ah, tá. Não é
que eu tô, eu tenho que fazer outra coisa. Eu tô controlando o vídeo de eu tenho que controlar a partir da manhã porque se eu controlar por dentro do software tu não vai conseguir >> ouvir. É, >> é. Eu acho que eu vou trocar, ver se eu consigo compartilhar a tela aqui. Pera aí. >> Tá bom. Mas enfim, tem muita coisa ainda pra gente conversar sobre ã TVD, principalmente. A gente não vai falar só isso, obviamente, mas vamos voltar de vez em quando em assuntos assim, porque querendo ou não, tá amarrado com o início de
tudo isso daqui. Então, a gente vai ter que mencionar algumas coisas de alguns momentos e tem muitas coisas pra gente conversar. de bastidores. Muito bacana. >> Eu consegui colocar na live, mas eu não tô conseguindo colocar para tu assistir. Mas eu vou seguir tentando, gente. Eu vou seguir tentando aqui. Quem tiver, se tiverem de bobeira aí no domingo, ã, tu consegue. Como assim? >> Eu acho que eu consigo ouvir se você der play. Mentira, não sei. Não faço ideia. Deixa eu tentar de novo. Como tava, >> tá? >> Eu tô colocando aqui na tela. Vamos
ver se eu consigo dar play aqui, tá? Para mais um videocast, >> tá? Vocês estão ouvindo, galera, a que tá aí no chat? Espero que vocês estejam ouvindo o áudio. >> Pessoal, vamos aqui mais uma vez para mais um videocast do AL desfocado. Antes de começar a falar do episódio, eu queria fazer algumas considerações sobre os comentários do vídeo passado. Queria agradecer todos os likes, todo mundo que Viu, os comentários motivacionais, incentivadores. Adorei. Mas eu também queria fazer um breve comentário assim de algumas outras coisas que o Lica. Eu achei muito uma perspectiva muito interessante
assim de pessoas dizendo que na verdade eu não devo gostar. Gente, sempre tem cachorro latindo em Calma, eu dei pause agora no vídeo. Continua cachorro latindo. Onde é que tá virando um cachorro lat? Minha cachorra latino. >> Ah, então tá. >> Falando nisso, deixa eu soltar, deixa eu vou soltar a minha cachorrinha que ela tá presa. Cachorro. >> Ela vai vir fazer o Vai vir fazer o reacto. Ó, gente, essa é a M, tá? Essa é a M. Ela destrói absolutamente tudo. Então, ela tava na casinha dela enquanto a gente faz a live. E o
Ócar tá dormindo no sol. Daqui a pouco ele aparece aqui, A gente mostra ele para vocês. Mas deixa eu continuar aqui. >> Gostar da série deve ser uma poser assim, porque eu venho para cá e eu só avacalho com a série. É lógico que eu avacalho. Se eu fosse estar fazendo coisa para fazer algo lindo, algo bonito, tava escrevendo livro de poesia, não tava gravando vídeo pro YouTube. Imagina se eu fizesse uma coisa séria. Venho por meio deste ressaltar o meu apreço pelo seriadro de televisão DV Empire Darbers, onde no episódio desta semana Helena pela
primeira vez se alimentou de sangue. Melhor imagina se eu narrasse o episódio com uma narrão de futebol e o [ __ ] apareceu. O Bamb apareceu, o [ __ ] está na floresta. O Stefan vai pegar o [ __ ] Vai pegar. O Stefan pegou o [ __ ] Passa para Helena. Passa para Helena. El Helena, cor. Helena mordendo o Bamb é gol. Vai Helena. E não dá, né? É o meu cachorro que tá latindo agora. Eu falei que ele ia aparecer, mas isso realmente, tipo, eu nem sei como é que eu iria comentar os
vídeos se não fosse zoando. A sério, >> não fic muito pronto sem >> não tinha porque eu acho que eu eu não saberia articular uma crítica própria assim na época, >> sabe? >> Uhum. E eu e eu era Óscar, vem cá. A gente já tá muito tempo na live, eles estão ficando, tão querendo participar >> Mas é, mas eu lembro que tipo também era pelo fato de de ser fã, eu achava engraçado zoar as coisas, né? >> Lógico, sim. E muitas ideias que a gente tinha, a galera concordava, >> então. >> Sim. Aham. Vocês vem
o episódio, né, quando ele passa rimem, choram, se matam, se choram da sacada, quebram o computador, faz o que vocês quiserem, não sei. Daí eu venho pro YouTube, faço um vídeo vacalhando Episódio, vocês riem, se divertem, né, desopila. Daí ninguém precisa ir para outras soluções entorpescentes, ninguém precisa se drogar, né? Pode só ver um videozinho no YouTube, relaxar. Depois vocês vão no www.aludosfocado.com.br br e ficam esperando a nossa análise completa sair no site. Combinado? Combinado. Vamos pro episódio. Então, o episódio começa, a gente não sabe se tá vendo vampard ou se tá vendo Bamb, né?
Porque começa ali na floresta [ __ ] e Tal. E daí em vez de aparecer aquele outro [ __ ] que faz que faz bullying com o Bamb, aparece a gazela. Ah, Helena, >> eu coloquei essas risada falsa de audiência estilo friends. Eu tava testando várias coisas com a minha mão. Eu não, eu não tinha encontrado uma linguagem ainda. Esse era o segundo vídeo, né? Isso. >> Então, no primeiro vídeo foi ã a câmera parada, né, na minha sacada que eu gravei durante o dia. E nesse aqui eu tô Fazendo essa coisa de virar pras
câmeras, né? seem naquele >> banquete bonito que o Stepan abre para ela, né? >> Daí depois eles querem comemorar assim a o a primeira alimentação da Helena. Daí nesse momento est Helena Piram, né? Achando que vai rolar ali um Vampire Sex. Isso foi uma referência ao painel de Vampire Daries na Comic de 2012. >> Ah, é verdade. Tá, entendi. A piadinha Que eu tava fazendo. Lembro que ele fazia na Comicon. >> Lembro. Lembro. Mas deve ser coisa de poster, né? Sabe, ela recém comeu. Daí foi bonito o vômito, né, gente? Vocês não acharam? Eu achei
uma evolução na série assim, começar a mostrar essas coisas. Mas na verdade o vômito de vampiro nem eu tô nojando porque só tem sangue, né? Mil vezes vê a Helena vomitando sangue do que ver qualquer um Vomitando. O humano vomita, tu consegue distinguir tudo que ele comeu naquele dia, né? Que nojo, né? Tá, enfim. Mas é legal. >> As câmeras virando pras câmeras. V que Vampire Daries trabalha muito essa >> era só uma câmera, tá gente? Para quem não captou isso, eu tinha só uma câmera, aí eu dava pausa e trocava a câmera de lugar
>> e me virava. >> Sim. >> Das drogas, né? Esse problema social, porque anteriormente a gente viu que o Staff tinha aquele problema com sangue, que ele era um sangólotra, né? E agora nessa na nova temporada a Helena é bulímica, ela toma sangue, vomita e daí elimon vão pro banheiro, não vai resolver o problema. Aliás, as da foram loucura naquela cena ali, né? Contar para vocês intensa pela alina, mas enfim. Tá. E aí, o que que vocês acharam do novo caçador, hein? O metido a franco Atirador lá com as balas mágicas que nem a Bonnie
sabia que tava tudo. >> Nossa, teve todo esse rolê dos caçadores, né? >> Lembra >> que o Jeremy vai entrar, vai aparecer as tatuagem? >> É. >> Ah, inclusiveado na época, >> eu acho que logo mais, acho que não é nesse vídeo, mas tem um vídeo que eu falo das tatuagens. Achei, achei muito Legal, sabe, botar uma pessoa sem escrúpulos assim o papel tava faltando isso, >> mas ainda assim eu tive que trazer outra plaquinha para vocês hoje. Falta ritu, né? Não dá. Vocês podem ver que eu coloquei o K entre parênteses porque aquelido de
alar que era com 100k, então coisa de B, né? Então daí eu coloquei >> onde é que tava o Alar? Por que que eu queria Walter Rick? Porque que o Aar não tava no >> Não vou lembrar. Eu não vou l também não >> não vou lembrar. >> Mas enfim, gente, eu tenho uma coisa que não adianta, eles podem colocar veterano da guerra, soldados da Afeganistão, podem sacar o Bin lá dentro do Mic F não vai ser o Alark e o alterego dele, assim, ó. Saudades de Rick Forever e a dupla salvatória ali se peitando,
hein, gente. Adoro quando Stefan e me brigam por causa da Elena, porque a diversão não fica só no episódio. O episódio Termina, tu vai pro Twitter e daí a a as Delenas e Estelenas subiram 30 tags universo Wild assim querendo se matar, né? É, >> gente, nem Twitter existe mais. E não venho me dizer que existe o ex porque não é a mesma coisa. >> Não é a mesma coisa. Ah, sim, óbvio. A a Ema tá lembrando no chat porque o Alar que morreu no final da terceira temporada, por isso que que ele não tá
na quarta. >> Foi na terceira? Foi. >> Que tem aquela cena que outro dia que a gente tava falando, não ao vivo, mas que a gente tava se falando. Eu tava falando que foi a cena da morte do Alark. Eles colocam The Frey para tocar que eles querem muito que tu chore. >> É >> sim. É verdade. Tá certo. Tá certo. É, é lindo isso, sabe? Gente que compartilha foto de nuvem de pomba no Facebook para pregar. Rapaz não jogo da coisa se mata Por causa de chip no Twitter, né? É uma loucura. Por isso
que o Brasil tá assim fazendo Jeremice. Tatuagem. >> Tá aí, tá aí. Era esse bichoquet. Uma >> tatuagem que ninguém mais viu. Cois de louco, né gente? Imagina se vocês tivessem me vendo com uma tatuagem agora maluco. Isso mesmo. Mas é, eu gostei muito da Apro. Eu tô lincando ela com o Jermey porque eu acho que vai ser um casal potencial, né? Não tem. Nossa, a April, lembra? A perguntando a cada 5 minutos? Você viu a Rebeca? Encheu, tem um tipo, acho que tem uns três episódios que ela passa o episódio todo de sua veia
para ela só fica perguntando onde tá Rebeca. Você viu, Rebeca? >> Rebeca. Tem que ver o que que a Bonnie vai achar disso. Mas o negócio tá passando porque essa tatuagem ali aparecendo, o Mat não viu, só o Jerney viu que louco né? Olha, pobre do JNY. Só que outra coisa que me Deixou impressionada foi a má educação da Helena ali naquela hora do memorial, né? Porque todo mundo ela como a pessoa mais politicamente correta, né? E na real tava fazendo um lanchinho ali no meu negócio, não tava oferecendo para ninguém. Vai, mas se alguém
quisesse um pedacinho do mat, né? Exibindo a minha caneca. Exibindo a minha caneca de Vampard Dars. >> Eu tenho essa caneca até hoje, tá gente? Alguém quisesse um >> é essa canequinha. Eu tenho, tenho ela até hoje. Não tô com ela aqui agora, mas na próxima live eu trago. >> Vai. Oi, pessoal. Terminando aqui então mais esse videocast. Ã, pro fim então eu quero soltar esse saco plástico também em homenagem a várias coisas. Primeiro em homenagem à morte da Lar, que né, para fazer muita falta nessa nessa nova temporada. também em homenagem à falta de
bom senso das pobres pessoas que não vem o Vampire Daris. Também a falta de lógica da pessoa que viu esse vídeo até o final, não gostou e vai se prestar para comentar alguma coisa qualquer. >> E >> é porque eles soltam aqueles balões no episódio, lembra? >> Sim, lembro. Esse eu lembro >> que até o é quando o Demon faz o monólogo lá que tu citou lá no nosso vídeo das preferências, né? Inclusive entre no canal. É, tem um vídeo lá, o Último vídeo do canal, gente, que a gente faz uma trend do TikTok, comenta
todas as nossas preferências sobre a série e a Ju fala sobre uma frase dessa cena. Vocês estão lá >> ao fim da agonia dos fãs que queriam conhecer os >> ao fim do foco da minha câmera também, >> o elenco do Vampire Daris. E agora pode porque a Bloodline tá aí, 22 e 23 de junho do ano que vem. Acesse www.bloodline. Bloodline. >> Ah, gente, todos os vídeos do canal vão terminar assim, tá? Até quando é que foi a Bloodlin? Foi, >> foi 2013. >> 2013. 2013. >> Foi junho de 2013, porque eu lembro que
foi junto com o aniversário da minha mãe, dos meus pais. É. Da >> tua mãe. >> É. E aí, então foi junho de 2013. Só que esse vídeo de quando? Não sei de que de que ano é, de que deve ser outubro, Porque eu lembro que os videoocast começaram em outubro, então foi quase um ano que no final de todos os videocast a gente fez propaganda de graça pra Bloodlines, tá? Vou começar só falando por aí, tá? De graça, >> de graça, >> de graça. >> Sim. >> E a gente vai entrar nesse assunto, tá?
Se vocês, mas tem muita coisa para >> se vocês foram na Mystic Moon, na Bloodlines ou em qualquer outra convenção falida, compareça na live do dia 17 de agosto, porque a gente vai desenterrar muita coisa dessa época aí e a gente vai lavar a nossa alma de coisas que a gente não podia falar na época ou não sabia falar porque a gente era idiota, né? Também porque a gente era inocente, ingênuo, a gente acreditava que ia ganhar coisas. >> Ah, sim. E spoiler, não ganhamos, não ganhamos nada. >> Ganhamos tempos de cabeça, gente subindo em
cima. Temos coisas para falar sobre >> exatamente. Mas então, tá, gente, tivemos aí duas horinhas, duas horinhas de live. Muito obrigada a todo boldo que compareceu aí no nosso primeiro episódio. >> O nosso segundo episódio vai ser não no próximo domingo, no outro, dia 17 de Agosto. >> E a gente vai falar sobre as convenções. Deixa eu ver o que que mais a gente tinha na nossa pauta aqui. >> Ã, >> ah, a gente vai falar sobre convenções flopadas e, possivelmente, perdendo nossos empregos para inteligência artificial. A gente vai basicamente falar aí sobre inteligência artificial.
Isso >> é >> na tua área e na minha área. >> Exatamente. Deixa eu voltar aqui para nossa câmera final. Estamos as duas bonitinhas na tela de novo, >> gente. Um excelente final de domingo aí para todo mundo. Que horas são aí agora, Ju? >> Valeu. >> Agora são 8:56. >> 8:56. Tivemos exatamente 2 horas de live, que era a nossa meta. Então, apesar dos nossos pequenos soluços Técnicos, que vamos seguir aí tentando resolver. Deu tudo certo. Obrigada a todo mundo que teve aqui com a gente. Sigam a gente nas redes, tá? Sigam no HD,
no Instagram, no TikTok, tá? Sigam a gente no TikTok que a gente recém abriu a nossa conta. Acho que tem quatro seguidores. Então, vamos movimentar nosso TikTok lá, galera, por favor. Sim. Sigam o nosso Instagram e liguem quando se inscreverem no nosso canal e liguem o Sininho para vocês receberem notificação de quando a gente postar vídeo e de quando a gente for fazer a nossa live, tá? Ao longo da semana a gente vai est postando coisas ã aqui no canal, vai est postando conteúdo nas mídias sociais também e também fazendo post nas mídias sociais, porque
a gente quer começar a descobrir que faltas vocês querem, tá? Então, já paraa semana, não paraa semana que vem, mas paraa semana seguinte, se tiver pautas aí que vocês queiram, a Gente vai hã >> a gente vai tentar encaixar essas pautas também, tá? Então, sim, >> sigam em contato com a gente, >> participem com a gente. Isso. >> Bacana. Obrigada, gente. Valeu. >> Vou soltar nossa vinhetinha de final e até a próxima, gente. >> Beijos. [Música]