Oi, oi, doc. Aqui quem fala é o Will e nessa vai falar sobre o metabolismo da bilirubina. Então, aqui a gente vai aprender sobre o M e sobre suas funções do corpo humano, sobre todo seu metabolismo de produção e de eliminação e consequentemente sobre a produção da bilirubina.
A bilirubina a gente aprende tanto nas suas partes bioquímicas quando a gente vê na na manifestação clínica que é aerífia. Mas, antes de ver essa aula, bora dar uma pausada no vídeo e tentar resolver essa questão que tá falando sobre duas síndromes, a síndrome de Gilbert e a síndrome de Dobin Johnson. E ambas as síndromes se manifestam comterícia.
Mas leia aqui as questões e veja sobre qual que é a explicação dessa hecterícia, do por que ela ocorre. Bora começar a aula falando sobre o que que é a bilorubina. A bilho rubinela é um produto lá da via do M e o M, por sua vez, ele é uma molécula imprescindível pro transporte de oxigênio ou também pro seu acúmulo, pra sua deposição, pro seu armazenamento.
Então o M, como a gente já conhece muito bem lá na hemoglobina, que tem esse pronome por causa do mglobina, então ela é uma proteína, uma globina formado pelo M. E esse M ele dá a função de poder transportar o oxigênio. Então ele vai se ligar o oxigênio e também com outro gás e outras moléculas e vai permitir o seu transporte por toda a corrente sanguínea.
Outras células também possuem com uma função parecida ou de transporte ou de deposição do oxigênio, como por exemplo a mioglobina que vai utilizar seu oxigênio para quebra para utilização intensa de energia celular quando é necessário durante uma atividade mais intensa pro músculo. Citocromos também vão utilizar o M para poder armazenar oxigênio, para poder fazer todo o metabolismo que for necessário para as células e por aí vai. E o M ele é formado por duas partes em específico.
As protoporferinas, que são a estrutura química do M propriamente dito junto com a molécula de ferro. E é o ferro quem vai realizar todo esse esse essa ligação química para poder transportar o oxigênio pela corrente sanguínea. Então essa daqui, ó, é propriamente dito UM.
O hemon ele é formado por essa protoporferina, que é essa estrutura ao redor, toda essa grande estrutura aqui, ligado com uma molécula de ferro bem no seu centro. Essa estrutura do M, ele, essa protoporferina, ele é formado por que a gente chama de anéis pirrólicos, que são essas estruturas aqui, ó. Então isso é um anel pirólico.
A gente vê que a prótia na realidade quatro anéis pirólicos unidos por pontes de metileno. Então a definição do M seria essa. Uma molécula de protoporferina unida a uma molécula de ferro que vai fazer essa realização do transporte de oxigênio.
E como é que o M ele é produzido? O M ele é produzido em diversas células, nas hemácias, no fígado e por aí vai. E ele é produzido nos animais a partir da glicina.
Então, um tipo de aminoácido que vai se unir a um sucenilco e vai passar por diversas metabolismos, vai passar por diversas reações químicas que vão, enfim, originar a protoporfrina. Um um metabólico muito importante é o amino levulinato. O amino levulinato, ele é o metabólito aqui da via da glicina e ele é muito importante.
Por quê? Porque nos vegetais, a partir do glutamato, é passado por reações parecidas em que também vai originar o aminoevulinato e a partir do aminoevulinato que ele vai entrar realmente nas vias da produção da protoporferina. Então o aminoevulinato ele vai passar por diversas reações, vai virar o porfibilinogênio, o uruporfilinogênio, a uruporferinogênio, vários nomes complexos que o realmente importa aqui é o quê?
Aquele aminoevolinato, ele vai se unir com vários amenovolinatos ao todo, quatro, formando aqueles anéis pirólicos que a gente viu. E a partir da união desses aminobulinatos, eles vão formar uma molécula circular. Então, percebo aqui, ó, de uma única molécula de aminoevulinato, ele vai formar aqui no uruporfilinogênio quatro anéis pirólicos unidos.
Então, passaram por diversas químicas que na realidade uniram esses quatro moléculas em um grande ciclo de eh quatro necpiróicos unidos. A partir desse da formação do urerfinogênia, vai passar por diversas outras reações químicas para permitir a entrada do ferro lá no centro da do da protoporferina. Então esse urupferinogênio vai virar o o copo do porfinogênio que vira o prótoporferinogêno e por aí vai.
que no intuito, o que que é isso? O intuito é unir quatro moléculas para formar os quatro anéis pirólicos em uma molécula fechadinha que vai caber o ferro no centro. Todas as reações químicas, elas são metabolizadas por diversas enzimas, mas uma das mais comentadas é justamente a ferroquelatase, que ela é muito fada na clínica principalmente.
E em cada uma dessas reações químicas pra formação do M vão ser metabolizadas por uma enzima diferente. Quando alguma dessas enzimas tem um problema, o que que acontece? eu não vou conseguir chegar ao produto do M e consequentemente eu vou acumular tudo a montante.
Todas as moléculas ã predecessoras, aquela molécula da via do M, vão ser acumuladas cada vez mais. E isso vai gerar uma doença que a gente chama de porferia. Então, a porferia é justamente quando a gente tem algum problema lá na vi da metabolismo do eu vou citar aqui três exemplos e depois vou mostrar nome das outras porferias.
Então, por exemplo, aqui, ó, quando a glicina e o suxinilcoa se unem lá pra frente para formar o amino levulinato, isso daqui pode ser inibido pelo próprio M. O que significa que se eu tiver bastante M na minha corrente sanguínea, se tiver bastante M no meu corpo, eu vou impedir de formar mais M, que faz muito sentido. Não quero ter infinita hemoglobina, quero ter um número limitado para as funções que ela tem.
Então, a própria hemoglobina, ela regula a sua própria produção. Outros dois exemplos são aqui, ó, na formação do aminoevolinato para o pórfobinogêno, o chumbo pode ser um inibidor das enzimas e assim acabar inibindo essa síntese. A mesma coisa aqui, o chumo pode acabar inibindo a prótoporfin com o ferro para formar propriamente dito UM.
E a gente pode ter um defeito congênito ou não em cada uma das enzimas que podem dar tipos e manifestações clínicas diferentes, mas todas elas de porfirias, todas elas de ahro metabolismo para a formação do erro. Mas beleza, essa aula não é sobre o M, essa aula sobre bilerogubina. Compreendemos o básico que é o M.
Bora seguir agora para o seu metabolismo sobre a destruição do M. O M ele é destruído depois que a célula, a hemácia ou a outra célula que tem o M acaba sua vida útil. Ou mesmo se ela sofrer algum tipo de insulto, se ela sofrer alguma apoptose, alguma necrose, simplesmente se essa célula morrer.
Quando o M ele é destruído, ele é liberado ali no meio. No entanto, o M ele é bem insolúvel. Ele por si só não é capaz de ser eliminado por conta própria.
Ele acaba ficando depositado num tecido na qual ele foi extravazado ou até mesmo se corro do sangue, ele é metabolizado em diversas outras regiões do corpo, como por exemplo no basse e no fodo. Ah, o M quando ele vai ser metabolizado, ele é metabolizado em uma molécula que a gente vai chamar de bilver verdina. A bilivina é metabolizado na bilirubina e a bilirubina é metabolizada em outros dois tipos de metabólicos, que é a urubilina e a estercobilina.
O interessante é cada um desses metabórtos, eles têm cores diferentes. Então o M por si só ele é ele tem aquela estrutura de uma cor de ferro, que é aquele vermelho mais escuro. Quando ligado com oxigênio, ele se torna um ver um vermelho mais vivo.
Quando ele ligado com o CO2, ele não se torna um vermelho tão vivo, ele fica mais com tomulado. A bilver verdina, que é o primeiro metabólito do M, ele possui um tom de verde, por isso que se chama de bil verdina. A bil rubina, ela é o metabólito a partir da bil verdina que tem um tom mais amarelado, um amarelo mais alaranjado.
A urubilina tem o mesmo tonalidade da bilurubina, enquanto que a circoblina tem um tom mais marrom. E vocês já vão entender que todas essas cores elas fazem muito sentido e a gente vê clinicamente isso muito visível. Então vamos começar por cada um desses metabóos.
O M, como a gente viu, ele é formado por uma protocorferina que tem os quatro anis pirrólicos ligados com uma molécula de ferro no meio dele. A primeira coisa que a gente precisa pensar aqui é a gente precisa quebrar essa ligação com o ferro. Então o M quando ele é desfeito ele perde o ferro e essa protoporfina ela é aberta.
Então a primeira reação feita pela mooxigenase ela é justamente nisso. Eu vou quebrar a ligação, eu vou quebrar esses anéis espirrólicos. Eu vou formar um quatro uniões de anis espirrólicos consecutivos.
Eles não vão estar em formato de um grande anel, em um grande anel de protoporferina e o ferro vai ser liberado. Essa primeira molécula é a bilivina. A bil verdina ela vai passar por diversas reações e ela vai formar a bilirubina através da enzima biliverdina redutase.
A bilivina redutase vai formar a bilorrubina. E aqui a gente viu essas três cores em reações consecutivas. Então o M com seu tom vermelho, a belvergina com o seu tom verde e a belorubina com o seu tom amarelo vão dar as cores características da metabolização do M.
Mas o Will cor tá falando literalmente de toda vez que a gente vê um extravazamento que tem essa liberação do M, a gente vê essas três cores bem bonitinhas. Qual que é a forma mais fácil da gente pensar nisso? Um machucado, um hematoma.
Então pensa o seguinte, pensa que você sofreu um ataque ou sofreu um soco no braço e começou a estravar a sangue ali, formou um grande hematoma. No primeiro momento que a gente vê esse hematoma formado, ele é muito roxo, ele é bem escurecido, justamente pela tonalidade do M e pela tonalidade da hemoglobina de esses tons mais escuros, sobretudo quando a depositado no tecido. Com o passar do tempo, esse M vai se tornando em bilver verdina.
Como o próprio nome diz, a bilverdina tem um tom verde. Então, a partir do roxo formado em hematoma, a próxima cor formada é um verde. Por isso que logo após o hematoma se começar a se recuperar, ele fica aquele roxo meio esverdeado.
essa milha metabolizada e vasconar em milho rupinda, ficando assim aqueles três tons imune machucado, umas regiões do machucado ainda com sangue não metabolizado, o M não metabolizado, umas partes em tons meio verde, que é o primeiro metabolismo do M, que é bilvertina e o metabolismo final que é bilurubina, já se tornando um tom mais amarelado. Então aqui a gente vê, ó, um hematoma bem bonitinho, com essas três fases na periferia, bem arrocheado. Aqui, ó, nesses centros, na periferia desses centros, a gente vê mais verdeado, que é a bilir rubina, a bilverdina, perdão.
E bem no centro dessas bolinhas aqui, ó, a gente vê bem mais amarelado, que é justamente a formação de bilhorrubina. Essa biorubina que ela tá depositada no sangue devido esse extravazamento sanguíneo, ela vai precisar ser reabsorvida pra corrente sanguínea para enfim ser enviada pro fígado, para ela ser metabolizada. Esse transporte no sangue da berirubina é feito através da albumina.
Então a albumina ela vai pegar essa belubina que tá no tecido, vai transportar até o fígado e no fígado essa belhabubina vai ser metabolizada. Mas por que que eu preciso metabolizar ela? Eu vou precisar metabolizar ela porque a belirubina ela é muito insolúvel na água.
Sendo insolúvel na água, eu não tenho como eliminar ela, porque as nossas principais vias de eliminação são a renal, a escritora pelo pelas feses. Então eu vou deficar isso pela via respiratória. É isso.
Basicamente são essas três vias renal para escritar pelas feeses e pela respiratória. A milhabobina não vai virar um gás. Então respiratória ignora.
ela vai ser eliminada ou pela urina ou pelas fedezes. Em ambos os casos, eu vou precisar que essa molécula seja solúvel. Por quê?
Porque para ela chegar nas teses, ela vai precisar percorrer do sangue até o fígado, ser metabolizado no fígado, passar pela da bilicar intestino e aí sim ela vai ser depositada nas festas. No na urina ainda mais ela precisa ser solúvel. Justamente não tem como ela chegar na urina, o que é basicamente composto do 90% de água sem ser solúvel.
Então essa belorrubina ela é tornada solúvel lá no fígado através da enzima glicoronil bilurrubina transferase em que vai transformar essa molécula num dilicuronato de bilorubina. Essa sim é uma bilirubina solúvel. Sendo solúvel, ela vai ser transportada lá pro intestino através da bil.
Ela vai passar por toda a via essa bilirubina ela vai poder sofrer dois caminhos. Primeiro, naturalmente a bilurubina diglicoronata, ela pode perder esse diglicoronato e voltar a ser uma milirubina insolúvel. Assim, ela pode ser reabsorvida junto com as gorduras ou ela pode simplesmente ser expulsa nas feeses.
Mas isso é uma grande minoria. Isso por quê? Lá no intestino, diversas bactérias vão metabolizar essa bilurubina e vão transformar ela em urubilinogênio.
Urubilinogênio, por sua vez, vai ser metabolizado por essas bactérias e vai ser transformado o que a gente chama de estercobilina. E a estercobilina é a principal molécula que vai pigmentar as nossas fezes. Por isso que ela tem uma cor marrom.
E por nossa fese tem uma cor marrom justamente devido à estercoblina. Então, estercoblina é o principal pigmento nas suas feeses. Sem estercoblina nas feeses, as feeses ficam em tons de branco, como se fossem uma cera.
Esse ruilinogênio, ele ainda pode ser reabsorvido pela circulação heteroepática e ele pode cair lá dentro da do sistema renal. Nurins, esse urubilinogênio, ele pode ser transformado em urubilina que tem um tom amarelado e adivinha? Se estercobelina dá cor escura para as fees, a orumelina que dá a cor amarelada para a urina.
Então, percebam como a belorubina é quem permite essa coloração tanto das férias quanto da urina. E como é que ocorre esse metabolismo da abelha rubrubina no nosso corpo? Então vamos lá.
A belorubina ela é produto do M e esse M ou ele veio de uma destruição de emácia lá no baço ou ele veio no trabalhamento vascular que eu tive destruição dessas emácias na corrente sanguínea e assim liberação desse M. Esse im ele vai ser ah fagocitado pelo macrófago e dentro do macrófago ele vai sofrer as reações ali da transformação para bilibertina e para a bilir rubina. Essa bilubina ela vai ser liberada na corrente sanguínea ou ela vai ser liberada no tecido e vai ser absorvida pela corrente sanguínea e vai se ligar à albumina.
Uma vez ligada na albumina, por ser uma molécula insolúvel, a a bombina vai transportar essa bilorrubina insolúvel para o fígado. No fígado, o fígado vai captar essa bilorrubina. Então, no fígado, a bilirubina vai ser transformada em glicuronato de bilirubina, que é o que a gente chama de bilirubina solúvel.
E essa bine rubina solúvel, ela vai ser então solúvel ou no sangue, ela pode voltar doido para a corrente sanguínea, mas sua grandíssima maioria vai para a bile. Vai com a bil para a o intestino de uma única vez. Então uma pequeníssima porcentagem do metamolizado volta pra corrente sanguínea.
A gente vai ver que vai voltar pra corrente sanguínea quando a gente tiver alguns problemas ou nos hepatóitos ou nas vias biliais. E aqui a gente tem bonitinho toda essa transformação do M até beliorubina e da bilurubina sendo liberada no sanguínea, sendo transportada para pela albumina até o fígado em que ela vai ser captada, vai ser metabolizada na dicoronato e por fim dicoronato vai ser liberado na bilha e vai ser assim eliminada pelas féres. vai destacar que essa belirubina que ela é solúvel, ela vai ser metabolizada por essas enzimas microbianas para ser transformada no urumilinogênio, que aí vai dar origem às outras aos outros metabólitos da bilorrubina.
Vai destacar que existe uma molécula chamada de bilirubina delta. Essa bilirubina delta, ela é uma bilirubina que está ligada covalentemente à albumina, elas não se desgrudam. Então essa ligação aqui da alumina com a milorrubina que vai ser transportada para o fígado, não é uma ligação covalente, ou seja, é uma ligação temporária.
Uma vez que chega no fígado, essa a bilirubina é liberada. A bilerubina delta, ela é uma bilirubina de ligação covalente com a bombomina. Elas não se separam de jeito nenhum.
Então isso aqui existem algumas perguntas que podem perguntar: "O que que é a bilubina delta? Para que que serve? Para que serve?
" Basicamente ela não se for muita coisa não. Ela só tem esse adentro que é uma bilirubina que está ligada de forma irreversível com albuminho. E lá no fígado a gente vai ter três transportes, três processos que vão ser transportar a bilorrubina do sangue para o hepatócto.
Isso é feito através de forma por difusão facilitada. Então, por infusão facilitada, a bilirubina vai sair do sangue para o hepatócito. Do hepatócito, a bilirubina vai ser liberada, vai ser transformada em diglicoronato de bilirubina através do processo chamado de conjugação, que eu vou conjugar a bilirubina com a as moléculas, formando esse diglicoronato.
E por fim, esse aíorrubina ah solúvel vai ser transportada para vihares na bil através de transporte ativo. Por que que isso aqui é importante? Porque eu vou ter dois processos aqui que gasta energia pra caramba, a conjugação e o transporte ativo.
Então, percebam que um processo é o convertebil rubina insolúvel para mobir rubina solúvel e o outro é passabilir rubina solúvel para as vias biliais. Nesses dois processos aqui de conjunção e transporte ativo, podem ter distúrbios hepatológicos ou distúrbios ali das vias biliares em que um é ah um sofre primeiro que o outro. Então, por exemplo, em um dano nos hepatócitos mais inicial, o primeira função que é perdida é de transporte ativo da bilorubina.
Ou seja, aqui, ó, eu vou ter um grande acúmulo de bilirubina solúvel, mesmo que eu tô tendo dano hepatotófico, tô tendo dano hepático, tô tô tendo hepatotoxicidade por algum metabólito, por algum vírus, por alguma algum problema em específico, mas um dos primeiros problemas que podem ocorrer é justamente nisso, nesse transporte ativo da belorubina para as vias bilares. Isso aqui fica mais como quesito de curiosidade que vocês vão ver mais lá paraa frente no ciclo clínico. Agora uma uma etapa da bioquímica que é extremamente importante sobre a bilirubina que é sobre sua medição.
Vamos lá. A belirrubina ela é analisada através de uma reação que a gente chama de reação de Voderberg. E o que que é essa reação?
Essa reação vai ser a acrescentar ali a amóspera ácido sul sufanílico de azotado. O que que acontece? Quando esse ácido ele se une com a bilorrubina, ele vai liberar esses azodiróis vermelhos.
E esses ácido de piróis vermelhos é que vai permitir a visualização dessas moléculas na amostra que está sendo analisada. Qual que é o grande problema aqui? Eu tô aqui adicionando um ácido que é o produto solúvel.
para ter essa reação com a bilirubina. Idealmente, quanto mais sol for a bilirubina, mais rápida vai ser a ligação desses ácido com a bilirubina e mais rapidamente vai formar esses ácidos de pirroid vermelhos. Ou seja, quanto maior for a solubilidade, mais rápido isso acontece.
Eu não vou precisar de nada para me ajudar aí. Ou seja, em última instância, a belirrubina, que é solúvel, ela é rapidamente analisada. A bilirubina insolúvel, ela não é rapidamente metabolizada, ela demora muito para poder sofrer esses processos.
Por conta disso, para que ficar esperando uma vida para isso acontecer, caso seja acrescentado metanol na amostra, essa reação acontece muito mais rapidamente e assim a gente consegue obter o valor de bilir rubina. E o que que isso tudo significa? Isso tudo significa que a minha bilorrubina, que é diretamente calculada, aquela que é muito rápido de ser calculado porque ela é solúvel, é a minha bilorrubina que tá já metabolizada pelo fígado, é meu diclicuronato de bilorrubina.
Então, a bilorrubina que é solúvel é a que eu que eu chamo de bilorrubina direta, porque eu pude calcular ela diretamente após coletar o exame, após coletar o sangue do paciente. A belirrubina indieta, que é a bilirubina insolúvel, que é a bilirubina produto do N, que ainda vai ser transportado para o fígado, é aquela bilirubina que não dá para eu calcular ela diretamente. Eu preciso realizar uma reação química.
A partir dessa reação química, eu vou obter todo o meu valor total de milorubina. E aí eu vou descontar aquilo que eu já tinha omitido na milha rubina direta. Então por isso que ela é chamada de bilhubina indireta.
Eu preciso fazer uma reação química e depois eu preciso calcular o quanto que eu tenho de biler rubina insolúvel. Ficou claro essa parte? Ela é mais importante dessa aula do querito de bioquímica.
É entender o por que uma é chamada de bilha rubina indireta e outra de bilha rubina direta. E por fim, essa imagem ela resume tudo que a gente viu nessa aula. O M ele tá lá dentro da corrente sanguínea.
Então a principal fonte de liberação desse M é através lá das hemácias velhas. Mas o mesmo acontece nas hemolíticas, o mesmo acontece no extravzamento vascular, um trauma, então um acúmulo de uma equimose ou um hematoma e por aí vai. Todo esse M que ele é liberado, ele vai ser metabolizado pelos macrópagos.
Uma vez que ele é metabolizado, ele vai passar pela belha verdina até chegar na belirubina. A belirrubina, ela vai ser liberada na corrente sanguínea e ela vai se ligar à albumina. Uma vez se ligada à albumina, essa belirubina vai ir até o nosso fígado.
Então, uma vez que essa belirubina não conjugada, ela se liga a alumina, ela vai ser transportada até o fígado. No fígado, a belirrubina, ela vai ser captada por difusão facilitada e ela vai ser conjugada com ácido glicurônico para formar o diglicoronato de belirrubina. Esse digoronato bilirubina é a bilirubina direta, é a bilirubina conjugada, é a bilirubina solúvel que vai ser passada para a bile.
A bil ela vai transportar essa bilogubina lá do fígado até o intestino. Lá no intestino, esse ácido glicônico ele pode ser removido pelas bactérias e convertido posteriormente lá no urubilogênio pelas bactérias da microbiota intestinal. Esse herumilinogêno que é produzido ao intestino, ele pode ser reabsorvido na circulação entreepática e voltar para a corrente sanguínea.
Uma vez voltada para a corrente sanguínea, esse rubilinogênio ele pode voltar para o fígado para cair de novo na bilha ou ele pode simplesmente ficar lá na corrente sanguínea. Quando ele fica na corrente sanguínea, ele vai ser filtrado pelo rim. Uma vez que ele é filtrado pelo rim, ah, ele vai ser transformado lá na urobilina, que vai dar a coloração amarelada para a urina.
Caso ele não seja, caso ele não seja reabsorvido lá pela seguração ventepática, que é a grede de minoria do que é reabsorvido, realmente a grande maioria é eliminada pelas feeses. Nesse processo de passar pelo intestino, esse cirobilinogênio ele vai ser transformado em estercoblina também pelas pela microbiota intestinal e ele vai dar essa cloração mais amarrondada para as pees que vão ser eliminadas com esse indivíduo. E por fim, agora bora falar da icterícia, que é realmente esse acúmulo de bilirubina na corrente sanguínea.
Aterícia ela na na realidade uma hiperbilirrubinemia, justamente porque o paciente ele apresenta esses tonalidades amarelas de pele justamente pela deposição dessa belirrubina nos tecidos periféricos. Vamos lembrar que a beliabubina ela é transportada pela albumina, mas a albumina não é a única proteína que se liga nela. Caso asbilirubínas ativem valores extremamente altos, elas podem ser depositadas em diversas moléculas do nosso corpo, diversas células do nosso corpo, inclusive no sistema nervoso central, como a gente vai ver a seguir.
E o que acontece nesse metabolismo da bilubina no nosso corpo é o seguinte, a gente produz cerca de 300 a 500 mg de bilirubina por dia. No entanto, o nosso fígado, ele é capaz de metabolizar de 1. 5 até 3 g de bilirubina por dia.
O que isso vai significar? Isso significa que eu sou capaz de converter cinco vezes mais do que realmente é necessário. C a 10 vezes mais do que realmente é necessário.
Então o nosso fígado, ele tem o que a gente chama de reserva funcional hepática. Ele não tá trabalhando a 100% boa parte do tempo e mesmo que eu sofra algum insulto, que eu libere muita milrubina por alguma seja pelo motivo que for, ou que eu tenho algum dano hepático, ele tem uma grande reserva para continuar metabolizando essa bilir rubina. No entanto, devido ao motivo que for, se essa abir rubinemia chegar a valor principalmente acima de 1 mg por dcl, pode começar a se tornar visível, principalmente a partir de 2 a 3 mg por dil.
Então aí ela realmente se torna bem de fato evidente a partir desses valores de 2 a 3 mg de bilurubina por dcl de soro. Como a gente viu anteriormente lá na metabolismo do M e na metabolismo da bilocubina, a bilocrubina ela é liberada a ela é liberada pelos macrófagos em uma belircubina não conjugada, insolúvel, e ela se une à albumina para ir até o fígado. Caso eu tiver muita, muita, muita, muita produção de M, eu vou acabar sobrecarregando todo esse processo.
Eu vou acabar produzindo muita, muita, muita pilubina que não vai poder ser totalmente metabolizada pelo fígado de uma única vez. Então, uma das causas dessa hiperbilirubidemia é justamente uma hiperprodução antibilirubina. E como é que eu vou hiperproduzir bilirubina?
Eu vou destruir muita. Então, através de muita hemólise, seja pelo motivo que for, eu vou liberar muito M, que vai ser convertida em muita bilirubina. Então, essa é a primeira causa de hiperbilorinemia, o que a gente chama de uma causa pré-hepática, é anterior à etapa do fígado.
Outra causa de hiperbilirubinemia é uma causa justamente hepática. Eu tenho aqui dois grandes problemas. O meu primeiro problema é quando eu tenho um distúrbio na conjugação.
Eu não transformo a milorrubina em diclicuronato de milirubina. Eu não transforme a milirubina em solúvel em milirubina solúvel. Ou seja, eu não sou capaz de transportar essa belirubina do sangue para a bile.
Outro grande problema pode ser quando eu acabo afetando o transporte ativo dessa belirubina insolúvel, dessa belirubina solúvel, perdão, essa belirrubina conjugada do fígado para as bias biliares. E aqui eu também vou ter um tipo de bacterícia de origem hepática, justamente por consigo eliminar do fígado para seguinte, para essa belirubina ir com a bíblica. E por fim, eu posso ter uma causa pós-hepática, que é uma causa de obstrução nas vias biliares.
Por algum motivo, essa bilha, ela não estar não está fluindo. Se ela não tiver fluindo, eu vou acabar fazendo esse acúmulo montante. Então vou acabar acumulando toda saber de rubina da do ponto de obstrução do fígado para cima.
Inclusive eu posso obstruir tanto, tanto, tanto, tanto que pode arrumar, aumentar até mesmo a belirrobina indireta desse paciente, justamente porque pode acabar sobrecarregando o fígado e a questão é ele não acabar conseguindo metabolizar e processar toda essa belorrubina. Então, a causa pré-hepática é uma hemolis em que eu vou produzir muita bilorrubina. A causa hepática é uma causa em que o fígado não vai funcionar, seja na transformação, na conjugação, seja na eliminação dessa bilogrubina na bil, ou eu posso ter uma causa pós-hepática quando eu tenho uma obstrução noctobiliar e eu não permito sim com que a bilurubina conjugada seja eliminada.
As classificações podem ser então na pré-hepática, hepática e pós-heepática. A pré-hepática, ela também pode ser chamada de uma causa hemolítica, justamente porque ela é congelada pela hiperprodução de bilirubina através da destruição do M. E essa hiperbilirubinemia ela do tipo não conjugada, ou seja, vai aumentar muita bilirubina indireta.
Por quê? Porque eu vou estar liberando assim muita bilerubina direto do M. Ela ainda não foi conjugada pelo fígado.
No entanto, se eu tenho um aumento muito grande de bilirubina direta, eu também vou ter um aumento da bilirubina direta que vai ser metabolizada pelo fígado. Qual que é a crise desse paciente? Esse paciente ele vai escretar muito, muito, muito mais bil, justamente porque ele vai produzir muita bilirubina e assim vai ser muita bilirubina metabolizada.
Todo esse acúmulo na excreção da bilubina na bilurina fiquem mais escurecidas, justamente porque eu vou ter mais pigmento em essas ambas ah eliminações, ambas as questões. Se eu tiver uma bilurubina, uma eterícia no tipo hepática, eu tenho que eu chamo de terícia de origem hepatocelular. O meu problema está no fígado.
Aqui eu vou ter duas causas, problema na conjugação ou problema no transporte ativo. Segundo o problema da conjugação, eu vou ter um acúmulo de biorrubina indireta, justamente porque eu não metabolizei essa belorrubina. Se eu tiver um problema na secreção empática, ou seja, se tiver um problema em eliminar essa milirubina do fígado, eu vou ter um aumento de milirubina direta, justamente porque o fígado já metabolizou essa milirubina, então não conseguiu eliminar ela.
A clima desse paciente vai ser de fees de cor clara, justamente porque eu não tenho hemilorubina, o urubilinogênio para formar estecubilina lá no intestino. E a meina ela vai ficar escurecida, porque todo esse acúmulo de ah todo esse acúmulo de bilirubina conjugada, principalmente aqui na na forma da secreção hepática beneficiente, ela vai fazer um acúmulo de urubilinogênio na corrente sanguínea. E esse acúmulo de urubilinogênio, ele vai acabar sendo eliminado pela urina, dando esse tom mais escurecido para urina.
vai destacar, se eu tenho aqui dano hepatocelular, eu posso ter também elevação de alt, de TGO e de aste ou TGP e assim apresentar aumento nesses marcadores de dessas canal clásicas que a gente chama também. E por fim, a nossa característica pode ser de origem pós-hepática, pode ser de uma causa obstrutiva, principalmente quando eu vou obstruir as vias biliares. Se eu obstruir essas vias biliares, eu não vou conseguir eliminar essa bubina que vai ser do tipo dieta.
Por isso que nessas nesse tipo de critería, eu vou ter uma hipermilor rubbinin minha do tipo conjugada. Aqui o paciente ele também vai apresentar fe cor mais clara com a urina também mais escurecida justamente pela essa eliminação que rubina conjugada que vai se acumular montante a partir das vias biliares inclusive esse amontante vai chegar até corrente sanguínea e o que vai destacar é que aqui não tem produção de hirubinogênio. Toda essa eliminação na urina é literalmente debilir rubina conjugada que também tem o tom amarelado.
E aqui clinicamente falando também, o paciente ele tende a sentir bastante dor abdominal e náuseas com uma clínica bem importante nas causas de caracterícia fosepática. E vale destacar que se o paciente ele tiver uma insuficiência renal, ele tende a ficar muito mais ectérico do que se ele não tivesse essa condição. Por quê?
Porque uma grande fator de eliminação da melorubina é a urina. Se eu não eliminar essa urina, eu vou acabar acumulando muito no corpo. E por fim, bora falar das principais causas de cada uma.
dessas classificações de hecterícia. Então, na hecterícia pré-pática, em que a causa ela é hemolítica, as principais causas são justamente anemias hemolíticas, mas uma elitpoese ineficiente também, em que a massa vai ser muito frágil e vai ser rapidamente destruída numa reabsorção de hematomas, justamente porque todo hematoma reabsorbido na realidade é produto lá da via do M também. Então ali eu vou acabar reabsorvendo muita belirrubina também e uma transção sanguínea maciça também podear pode provocar essa hemólise e também pode provocar uma ciapática.
E outro mecanismo para formação daícia é mecanismo hepático, em que o dano hepato celular vai fazer com que as células do fígado não façam os dois trabalhos fundamentais do fígado, que é primeiro conjugar a belirrubina indireta e indireta. A direta ela é solúvel, então pode ser eliminada. E o segundo processo que é o secretar estabilina direta nas vias biliares.
O fío saudável faz essas duas etapas, o fígado não saudável não necessariamente. Então por uma hepatite medicamentosa ou uma hepatite viral ou outra hepatite, eu posso ter o comprometimento dessas células do fígado que não fazem um dos dois ou nenhum dos dois papéis. Colestase entrepática, a mesma lógica.
Eu tenho um acúmulo a montante, então o acúmulo dessa ah dessa belirobina eh direta ali vai acabar fazendo que haja não consigo eliminar ela. Se eu não consigo eliminar ela, eu faço um acúmulo a montante. Eu também tenho síndromes genéticas em que o fígado ele não faz esse trabalho bem feito.
Então na síndrome de Konard e na síndrome de Gilbert eu tenho um processo, uma um defeito no processo de conjugação. Eu tenho defeito em certas enzimas que não vão atuar bem e essas enzimas estão relacionadas com a conjugação. Então, nessas duas síndromes, eu vou ter um acúmulo tubigubina indireta.
Já na síndrome de Dubin Johnson e na síndrome de Rotor, as enzimas da conjugação estão perfeitamente normais, mas as enzimas da ah do transporte, da secreção de bilirubina não. Então vou ter um acúmulo de bilerubina direta. E por fim, eu também posso ter mecanismo pós-epático, em que uma obstrução vai acabar me dificultando a eliminação dessa bil rubina.
Logo, eu vou fazer o acúmulo a montante de novo. Eu obstruo ali as vias bilhares. Eu vou acumular bil rubina, bilubina, bil rubina, bil rubina, bil rubina, bil rubina até chegar dentro do fígado, dentro do fígado para dos vasos segundos que irrigam o fígado até eu fazer com que o sangue não consiga eliminar essa belirubina.
Então eu faço um acúmulo de bilerubina justamente porque a bilirubina já foi conjugada. O que eu não consigo é eliminar ela. O meu fro ele funciona porque não funciona suas vezes milhares.
Então eu conjugo ela. Então eu vou fazer uma cúmulo de bilubina direta. E agora terminando a aula, bora revisar a questão que a viu lá no início da aula.
A síndrome de Gilbert e a síndrome de Dub Johnson promovem o servimento deícia no paciente devido à elevação de qual tipo de bilirubina. Então, foi o que eu falei, a síndrome de Gilbert, ela é um defeito no processo de conjugação. Logo, se ela é um defeito no processo de conjugação, eu tô falando aqui de umaícia do tipo hepática ou também chamado de hepato celular.
E eu vou fazer um acúmulo de milubina do tipo indireta, porque eu não tenho conjugação. Se eu não tenho conjugação, eu acumulo bugina indireta. Naim do B Johnson, eu também tenho dano no fido, mas agora não é na conjugação, agora é envolvido com a secreção de milir rubina.
Ela é também uma causa hepática, mas se o fígado ele faz a conjugação, mas não consegue eliminar essa bilurubina, agora eu vou fazer uma cúbula de bilirubina direta. Então, a a ser de Gilbert promove elevação da Mil Rubina conjugada, falso. E a servite do Bin Johnson, a elevação rubina não conjugada falso.
Ambas as serviças não estão relacionadas no outro investível rubina. Ambas estão relacionadas. Ambas as promovem elevação da BT e da B não conjugada.
Não, a não conjugada é só na de Gilbert. Ambas as semis promovem elevação da BT e da bobina conjugada. Não, a conjugada é só Nad do Bin Johnson.
Aba de Gilmer promove a elevação da belubina não conjugada. Perfeito. E a debin Johnson, a elevação da belubina conjugada.
Perfeitinho. Letra certa é a letra E. Agora bora fazer osc para consolidizar bem esse conteúdo.
Baseados nas cores do metabórto da via do M, quais são as sequências das cores da evolução de hematoma? Então a gente viu o sangue ele é o quê? Vermelho.
E esse vermelho, ele vai dar uma coloração mais arrocheada. Conforme esse o roxo ele vai sendo metabolizado, o primeiro metabólito dele, o primeiro metabólito desses M quebrado é a biina. Então vai ficar com uma coloração verde.
A bil verdina vai virando bil rubina que vai dando uma coloração amarelada. Então é essa a sequência. É um vermelho, roxo e negrecido que muda para um verde até virar um amarelo.
Qual que é a principal proteína transportadora da belorubina não conjugada no N, assim como pra grande demência das medicações e de vários outros transporadores plasmáticos? é a nossa queridíssima a albumina. Cite três causas de hiperbilirubidemia não conjugada.
Ou seja, eu tô falando de um acúmulo de bilirubina indireta. Se eu tô falando de acúmulo de bilirubina indireta, eu estou falando de causas ou que são pré-hepáticas ou que são hepáticas. Então eu posso estar falando de aumento destruição de hemácias, de hepatites que acometócitos, a síndrome de Kiglerar que acomete lá o metabolismo da conjugação da bilivubina, assim como várias outras causas.
Qual o primeiro metabórico da declaração do M? Então, eu falei para vocês anteriormente, tem o M, que é colorição mais azulado, roxo, vermelhado. O M quando ele degradado ele vira primeiramente a bil verdina.
A bilver verdina vai virar a bilir rubina, que ela não conjugada, ela não é solúvel. Então, o primeiro é justamente a bilver verdina. Na colestase intraheática há principalmente o aumento célico de, então vamos lá.
Colestase intrepática. Se é uma colestase interepática, significa que o meu fígado ele funciona para conjugar? Funciona.
Então, a belorubina indireta, ela foi transformada em direta, mas ela não tá sendo eliminada. Eu tô interrupendo dentro do fígade. Então, o que eu vou fazer é um grande acúmulo de bilirubina direta.
Verdadeiro ou falso? Nasterícias hepatocelulares, há cúmulo somente de bilurubina indireta, verdadeiro ou falso? Completamente falso, justamente porque nas hepatocelulares eu posso comprometimento não da via de conjugação, mas sim somente e somente da via de eliminação, na via de secreção.
Então são duas funções distintas. O fígado ele pode funcionar, mas não funciona a outra completamente sim. Então eu posso sim ter aumento de milurina direta por causa intática também.
E finalizando a aula com mapa mental. Metabolismo do M, a gente sabe que ele é sintetizado através da base deles, que é a M proteínas, que construi hemoglobina, hemioglobina, o citoco, citocromospias catalases. Essa proteína ela faz parte lá das protoporferinas que vão servir para dar o suporte estrutural ao ferro, que vai, por fim, se ligar ao oxigênio.
E defeito nessa estrutura vai originar as porfirias. O metabolismo do M, ele é degradado pela bilverdina, pelos macrófagos. A bilivvergina vira em bilirubina também pelos macrófagos.
Aí libera elas. A bilirubina é liberada pelos macrófagos que vai chegar o fígado em que ele vai ser convertido na bilorubina de de glicoronato, a bilorubina direta, em que vai ser eliminada pelo intestino através do urubilinogênio. Então no urubilinogênio o intestino ele vai converter essa bidobina.
E por fim, o intestino ainda, esse urublinogênio vai virar estercubilina ou esse urublinogênio ele vai ser entrado novamente dentro da circulação pela circulaçãoepática e pode ser eliminado num sígo, no rim, perdão, através da urubilina. E assim os principais metabóos da da bilorubina são a belirrubina indireta, que é insolúvel, e ela carregada pela albumina para chegar até no fígado em que vai ser transportada pra belubina direta. A bilirubina conjugada é a bilivirubina direta e que é solúvel na água e no plasma e no intestino.
Ela é transportada tanto no sangue quanto na bil e ela pode ser examinada pelo sangue através da bilubina direta. A esterocobilina é a bilirubina que dá coloração aos, uma coloração mais amarronzada, a cor típica das feses. E a urobilina é a bilurobina que eliminada na urina e que dá a sua tonalidade de amarelo.
E essas são as referências deas na aula. Yeah.