o Olá bem-vindos e bem-vindos ao podcast do ppglm e E aí e damos início a mais um episódio do podcast do ppglm a entrevista será feita por mim Renato Augusto e também por Thiago Augusto Episódio de hoje vamos conversar com Giovani rola pesquisador e professor na Universidade Federal da Bahia Doutor em filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e fundador dos grupos de pesquisa e Neto e Cristiano em Netflix esses e também do cognição linguagem e nativismo e afetividade o tema do episódio de hoje é filosofia e qual que missão e nativista e
Bom primeiramente Professor Obrigada por aceitar o nosso convite para começar diz para gente o que é com quem são e como a cognição é tratada dentro da filosofia olá olá olá eu queria desistir responder agradecer pelo convite na parabenizar O Tiago é Renata pelo foi peça um prazer estar aqui eu espero poder responder bem as perguntas de vocês e contribuir bastante para a disposição é então a pergunta sobre que a convenção é uma pergunta interessante porque ela já é carregada de teoria qualquer resposta que eu for dar ela já vai ser uma resposta com certos
pressupostos teóricos e eu claro tem uma resposta para esse tipo de pergunta mas ela não há uma resposta é consensual mesmo na ciências cognitivas hoje e é o tipo de dificuldade de definição de alguns termos centrais que caracteriza um cenário de disputa intensa nas férias cognitivas quanto ao seu fundamento teórico bom Então pergunta sobre o que que é cognição são bom Como eu disse é uma pergunta que eu vou dar aquela é já carregada de teoria né na minha perspectiva convenção é um tipo de processo de facilita e amplia os processos metabólicos mais básicos que
são necessários para que o organismo permaneça vivo Então a gente tem uma série de processos metabólicos de troca de energia com um ambiente de troca de materiais são que são facilitados pela cognição nesse sentido a cognição não é uma espécie de meta metabolismo pense no caso de um um organismo que tá passando por um aumento de temperatura muito súbito que pode desnaturar proteínas tá o e eventualmente levar a Diana esse organismo a o desmantelamento sistêmicos de morrer os palavra a cognição tipo de processo que diria basicamente orientaria que organismo a procurar sombra uma superfície de
água que tiver mais fria do que a temperatura ambiente durante Porque sem esse tipo de movimentação exploração do ambiente o organismo esfriar completamente à mercê daquilo que acontece ao redor dele então essa resposta e eu sei que a resposta já vem é tendenciosa uma certa visão sobre a cognição eu digo isso porque não é a resposta a tradicional nas respondente você na filosofia também é a resposta tradicional seria pensar com ignição como uma espécie de processamento simbólico que acontece no cérebro O que que tem outros elementos aí né pode ser menos bem diferentes daqueles que
eu disse para mim ignição como meta metabolismo é uma espécie de exploração ativa do ambiente que orienta e facilita e amplia né ah os processos metabólicos patológicos mais básicos e organismo então eu diria que essa é uma maneira de pensar com ignição e tá enfim cá sobre disputa hoje na nas respectivas a filosofia e também respondo com isso como é tratada a dentro da filosofia eu acho que é e o termo comissão ele já conta com um conceito diferente de por exemplo mente ou é conhecimento que praticamente na filosofia esses conceitos são tratados de uma
perspectiva mais de análise conceitual né é que isso quer dizer que se faz uma perspectiva um pouco mais o quase que completamente tem dados empíricos mas a meu ver com ignição quando a gente faz essa mudança de vocabulário de falar não mais demente eu te conhecimento Fala especificamente convenção Ah então não dá mais preocupado não conceito que captura todos aqueles casos possíveis e imagináveis de um certo fenômeno como conhecimento e tá mais preocupado em como organismos reais de carne e osso realizam aqueles processos bom então na filosofia quando a gente fala de comissão Eu acho
que já é uma espécie alerta que o banho tô mal no meu caso tudo bem claro de que está se tratando de filosofia no atualizada uma perspectiva filosófica que esse vale muito profundamente assim de dar 20 minutos o que que a ciência Estão dizendo sobre aqueles assuntos a minha resposta anterior já foi influenciada por exemplo pela biologia então eu trabalho o recipiente tem sido influenciado pela biologia e isso é uma coisa comum né todo uma vertente dicas e subjetivos contemporâneos que vai nativismo então essa seria a minha visão a princípio que a convenção e de
uma maneira que você pode trabalhar na filosofia que é através de uma um estudo digamos assim com informações empíricas estudo de caso talvez você pode considerar também pegar alguns casos específicos e ver Oi dona daqueles organismos tô resolvendo os humanos também os organismos animais etc Oi Giovani fazendo algumas distinções básicas agora Como nós podemos melhor definir e relacionar mente percepção e de que modo ambas são discutidas dentro da epistemologia é obrigar Tiago é assim é uma essa é uma tarefa bem difícil de definir seus conceitos em parte pelo que eu já falei antes que quando
a gente está preocupado numa perspectiva mais tradicional e dá uma definição Por Exemplo do quê que é mente outro e que é percepção conhecimento para sexual a dificuldade passa a ser a pensar em condições necessárias e suficientes para criar algo classifique ao título de mente que se algo se classificam título de conhecimento percentual percepção enfim que seja forte o suficiente a escapar de contraexemplos em qual quais quero que você pode imaginar né isso é uma coisa muito comum né que você logia você vê um autor propondo definir ticamente conhecimento né que é um dos assuntos
que mais ainda que mais movimenta literatura na psicologia Mas você vem um autor uma altura sem a definir o conhecimento da seguinte maneira e em resposta tem alguém dizendo olha mas tem um caso aqui que eu não chamei de conhecimento intuitivamente mas que satisfaçam as condições é o contrário né no caso que é conhecimento e uma perspectiva pré teórica em Curitiba mas que não satisfaz alguma das condições E Daí muitas vezes a gente vê na discussão esse embate assim de como definir se a SUS temos a de modo a é contemplar todos os casos possíveis
e imagináveis que a gente pode dizer que são seja de né mentalidade eu percepção o crescimento ah e também se é suficiente para o busto contra a conta exemplos conexão que aqueles casos que parecem satisfazer as condições e não se um caso Genuíno conhecimento por exemplo então eu vou ser bem sincera com vocês eu não sei se eu consigo dar uma definição desse tipo para nenhum desses dois conceitos a definição mortalmente robusta digamos assim para mente percepção já entendi no passado que será para o meu trabalho mas eu um pouco me distanciei deste projeto o
tempo assim contingências da pesquisa e comecei a me preocupar mais com contando com com 300 imagináveis possíveis para definir esse tipo de conceito mas pensar em casos Concretos e inventa que modo esses casos O que é explicar se abre seu nome nos observar avesso empiricamente Então hoje a minha resposta e que a mente por exemplo seria um pouco parasitária do que que é cognição no sentido de que eu pensaria o conjunto de processos que facilitam e ampliam os processos biológicos de organismo Então não é uma resposta que eu tomo ciclista que é o que a
gente vê às vezes também nessas situações é dia que tudo que é Vivo tem mente Eu tenho um pouco de pé atrás com essa parte concepção eu acho que ela não perder mais conceito de modalidade Mas aí eu posso ser também traído por mês em que faz que também não é novidade Acontece muito frequentemente Presidente voz é então eu cancele a mente tem sentido e eu pensaria em percepção como uma exploração ativa do ambiente nesse sentido eu vejo a percepção muito nas linhas da Psicologia ecológica do Gibson e também a nas linhas do nativismo Na
verdade eu tenho trabalhado com as duas concepções de um modo combinado ultimamente isso quer dizer que para um organismo qualquer perceber que algumas características do ambiente é saber como interagir com esse ambiente é uma percepção seria uma espécie de dino real não saber prático eu percebo por exemplo né uma prateleira como um lugar em que eu posso estocar certos livros ou o celular qualquer coisa né o que comer ele já a minha a minha gata por exemplo ela ver prateleira como possível o assento para ela uma cama uma coisa tipo também para todo tipo de
estrutura mental que eu posso perceber eu vejo um muro por exemplo como um objeto que coloca uma barreira no meu caminho tem que esfriar dele mas pegando o exemplo do gato é um animal que eu tenho uma tô bem familiarizado provavelmente ver o muro como não como um obstáculo mas como uma um suporte para ir para outro ambiente e algo caminhável sobre aqui para mim claramente não é o caso também não sou praticante de parkour não tem esse tipo de habilidade é mas ele pode reproduzir-se exemplos assim de várias formas Oi e eu entendo a
percepção nesse sentido como uma exploração ativa do ambiente é a detecção de possibilidades de ação que o organismo com determinadas características vai perceber e outro organismo outras características morfológicas vai perceber diferente provavelmente né E isso também leva em conta as disposições anteriores adquiridas dos respectivos organismos porque por exemplo é um tenista profissional vai ver um uns aqui em alta velocidade é como algo que ele pode responder o barrado da UnB que sendo uma coisa contigo já já eu que sou não acho que nem Pacífico como tenista Medíocre mas minutos de asta muito limitado eu vejo
um saco em alta velocidade como algo que eu não posso responder número não tenho força e velocidade para alcançar aquela aquela bola é esse é um exemplo de como os nossos nossas disposições adquiridas podem influenciar na maneira como a gente percebe características ambientais tem vários exemplos assim tu também não é uma pessoa treinada em artes por exemplo que vai entrar numa galeria e vai ver certo se as obras de uma maneira completamente frente que um leigo ele percebendo nós vai perceber aquelas obras ele citando outras reações emocionais cinco diante e um leigo poderia ver achar
Nossa rabisco bom então é minha resposta para suas perguntas seria um pouco nesse sentido é claro acho que dá para laborar mais mais atenção mas é um tem pano pra manga aí para para repensar esses conceitos de uma perspectiva filosófica que eu acho que pode ser interessante e nós sabemos que uma nativismo é um conjunto de teorias que interpretam a ação como parte constitutiva da cognição Giovani pode falar um pouco mais para gente sobre uma nativismo na filosofia e também como enativismo se distinguiria mais fortemente nos estudos tradicionais em filosofia da mente um ótimo Ligue
para Tiago do nativismo bateria que ela surgiu com esse nome pelo menos com a publicação de um livro muito importante para a filosofia para ser primitivas que foi em 1991 publicação deste livro pelo Francisco ballet Varela pelo levantou-se e pela Heleno Rocha que é o The Modern Lines usa o termo enativismo ignição Nativa eles falam de exploração ativa do ambiente e isso que eu falei na resposta à pergunta anterior eles colocam digamos o senhor a Fundação Para todo teria Nativa que cresceu muito nos últimos 30 anos tá E essa teoria na verdade ela é um
desenvolvimento movendo natural de um trabalho de dois autores um deles que é o autor desse livro é o Francisco Varela faleceu muito jovem fez muita falta por filosofia o médico me engano e o Humberto maturana com dois autores chilenos que a meu ver fizeram a um grande contribuição latino-americana que a filosofia é dele Clara você tem nem seus sobre isso eu conheço meu viesse mas eu acho que o que eles fizeram com a filosofia eu não consigo pensar em outros casos tanto Impacto Claro consigo pensar em outras áreas em cima para filosofia Eu imagino que
ali foi a grande contribuição da americana filosofia Mundial ali com certeza foi um dos grandes momentos e eles autores trabalham com o conceito de autopoiese que é como o nome indica né É de alto geração eles trabalhavam maturana e Varela lá atrás estão nos anos 70 começo dos anos 80 tá trabalhava com a ideia de quilo é um sistema Vivo é um sistema capaz de Alto gerar seus próprios componentes só pra organização de modo autônomo ele faz trocas com o ambiente e nessas trocas com o ambiente ele estabelece as regras de operação interno estabelece uma
do autônomo e permite que ele se mantenha isso é autopoiese e ao se manter ele se distingue do seu meio o exemplo que eles pegam para começar a estudar é a célula na verdade eles começam de baixo bem debaixo do mínimo organismo vivo né que é a célula e eles vão escalando isso até né chegar em Sistemas mais complexos como o organismo José como nós Oi e a ideia desses autores entrada de que todo ser vivo está em constante alto manutenção e fazendo trocas ambientais para que se permaneça aí em terminar com um sistema e
se ele falha sistematicamente fazer essas trocas ele se despede característica sistemas não é mais identificado como um sistema de desmanche a ideia original é do Francisco Varela e de Humberto maturana e inclusive faleceu no ano passado ou retrasado é uma turan não é e o Francisco aí ela é acredito que na co-autoria do de engorda elimine mora em um sítio autopoiese ele foi ele desenvolveu esse assunto né de uma maneira muito muito importante ele com um tom sem com a rocha e ele fala em autonomia ele diz o seguinte que um organismo objetivo é autônomo
ele autor das próprias regras que o comportamento e isso é claro tem uma dimensão evolutiva histórica né gente não vai pensar assim que eu decidi agora por conta própria ou vai funcionar minha visão nós mas uma longa viagem evolutiva foram estabelecidos parâmetros e os modos de funcionamento ideal e e selecionados né ao longo do tempo os organismos capazes de executar esses esses modos que caracterizaram uma performance cognitiva como a prescrição usual isso é uma coisa interessante Porque hoje a gente pode pensar em contraste entre um organismo vivo e propriamente cognitivo como um ser humano né
um organismo feito a digitalmente eu penso no mais simples elas é porque eu uso muito caldo rumba né quel é o robozinho aquele que vai no chão solta ele pela casa se Neto carrega Ele solta ele para casa ele vai valendo a bater nas paredes vai desviando das coisas às vezes ele dependendo do modelo que você tem ele tem um mapa do ambiente tá faz o mapa do ambiente e ele não repete a limpeza no mesmo lugar Down limpa tudo com mais eficiência gasta mais energia da briga esse organismo que se comporta de moto mais
ou menos análogo ao dos seres vivos e até mais sofisticado que alguns seres vivos não é propriamente cognitivo a resposta que o nativismo da Ad que esse organismo não é autor das próprias normas de operação ele foi concebido né Por um time de designers e Engenheiros tal e montaram ele para ter operado aquele sentido então ele mesmo não tem autoria nem adaptatividade o respeito as próprias novas é isso é uma marca importante organismos punitivos que eles interagem de modo adaptativo com variações ambientais que podem ser prejudiciais favoráveis automanutenção deles é bom então em resumo a
ideia não te interessa é ver cognição quantidade com processo biológico e daí tem as notícias que vão te defender isso com maior ou menor esforço eu pessoalmente defendo uma continuidade não muito forte entre cognição e biologia mas alguns autores defendem uma quantidade mais forte e a distinção importante com os outros outros modos de entender como inicialmente mais tradicionais da filosofia e também não sei se cognitivas é ver como a relação entre organismo e ambiente e essa relação que depende do corpo ela é constitutivo da comissão é uma relação de ação né hoje a gente tem
que agir no ambiente e o modo como ele vai assistir vai depender do corpo que ele tem e e também vai depender do ambiente que tá ali para ser explorado por ele e se vocês verem esse uma tradição mas é consolidada se até lá os anos 90 quero chamado o dente fiz no clássico eu gosto de chamar de cooperativismo de Velha Guarda e essa tradição costumava pensar que o missão como processamento de informação no cérebro como eu falei mais cedo mais perto de aplicação de linguagem do pensamento e o autor muito importante aplicação que o
Tiago descobre que ele fala exatamente nesses termos na linguagem do pensamento que é uma linguagem simbólica Com certas características combinatórias específicas características sintáticas e que veicula símbolos ali culpa de ser Lógico né o e nessa característica nessa caracterização do ambiente vence o clássico Pode guardar guarda o porto do organismo eo ambiente não é importante para você entender o que tá acontecendo você tem que entender no nível algoritmo e o que tá acontecendo ali com aquela linguagem ou seja existe uma certa é o descolamento da biologia da cognição nas perspectiva antiga e o que aconteceu a
partir dos anos 90 com aquele livro de engorda ele vai foi introduzir essas questões eu digo reproduzir porque ela já eram dois vãos teóricos dos pragmatistas Americanos lá no começo do século passado muitas coisas que são ativistas fazem aí defendem são herdadas indiretamente ou às vezes até diretamente do pragmatismo americano falando todos como tiver né tinha está é desmentido e o relativismo reproduz essas concepções filosóficas de é no debate com seis correntinhas E isso gerou uma pronto vice áudio de pesquisa sobre junto com outras outras fontes não é a única fonte que levantou essa questão
mas outras tantas Fontes levantaram isso na linguística na Inteligência Artificial e em outras Ares não fica no chão objetiva também que recolocou o papel do corpo e da ação no ambiente em primeiro plano nas resistente e eu acho que muito que a gente deu hoje é a essa disputa aí a filosofia tem um lugar de proeminência nesse tipo de cenário porque é um cenário em que os próprios cientistas estão fazendo perguntas filosóficas então é o momento que a gente pode contribuir de alguma o debate vivo sabe e você vê muito isso está tendo termos bem
preciso de colaboração tem muitos filósofos trabalhando ativamente com uns o SUS pra desenvolver questões que são ao mesmo tempo teóricas e de importância implica Eu acho que o antivírus não tem esse esse funcionamento duplo tanto na filosofia quanto na seis correntinhas hoje em uma esteira das perguntas anteriores Eu gostaria de falar sobre conhecimento prático mas a partir da chamada perspectiva antiintelectualismo de conhecimento prático quer dizer tal conhecimento não pode ser reduzido completamente ao conhecimento de fatos de conhecimento proposicional Você pode falar mais sobre essa posição da filosofia e como é nativismo compreende a discussão sobre
conhecimento prático cuidado mais simples pergunta é vai começar né existe uma distinção e não é a única distração possível e ela também pode ser uma soma de extinção de superfície mas de qualquer modo existindo nível da linguagem uma distinção entre três tipos de Conhecimento hoje em dia alguns autores falam mais cheiro está no meu caso aqui que é o saber que as coisas são assim assado chamado conhecimento proposicional porque depois do que vem uma proposição né você que sabe que ela é espere e é isso é um tipo de conhecimento você tem outro tipo de
expressão que indica um saber fazer um conhecimento prático por exemplo eu sei sei lá que jogar tênis quero falso em casa tá eu sei não sei mal mas enfim isso também já mostra que o conhecimento plástico admitir uma certa pela da Saúde conhecimento proposicional parece não admitir só com a moto Você tem o conhecimento prático de fazer algo saber realizar uma ação é o saber-fazer ele se digamos assim vaso saber que p não é essa diferença e tenta no meio conhecimento objeto ao conhecimento directo que ficou muito popularizado pela teria conhecimento do daquele negócio lá
Oi Raquel conhecer algo né eu conheço Paris conheço Salvador Ah conheço uma namorada molhar coisa então são outros tipos de alegação de conhecimento que parecem né esses três parecem ser completamente diferentes e é historicamente e acho que tá fazendo até hoje sim na quarta discussão epistemologia É sobre o conhecimento do profissional é o que movimentou mais no século 21 com exceção assim de um momento que foi presenciado pelo debate Will e introduzir o debate conhecimento prático e ele foi um dos primeiros a defender e principalmente o anti-intelectualismo que tu comentasse a pouco Tiago que a
ideia de que tu não pode reduzir o conhecimento prático ao crescimento proporcional ou seja saber fazer algo não É o Mero conhecimento sobre fatos e pode ser todos conhecimentos factuais criativos proposições determinado assunto sem saber é fazer uma ação é relativo aquilo eu gosto de pensar num sujeito que damos e ele comprou todos os livros de culinária ele assistiu todas as vídeo aulas no YouTube tá da Rita Lobo da Paola Carrossel não sei lá e quando a gente aí ele Estudou factualmente todas aquelas proposições ali com os melhores dias e nunca entrou numa cozinha digamos
assim tá Tomar um cenário mais nada Acho que ninguém não existe o celular assim as palavras acho que serve ninguém que se presta estudar um assunto então é uma fundo da ignorar prática ainda mas eu sinto que envolve tema tão saliente a prática mas esse sujeito imaginado eu acho que ele a intenção seria né um troço diria aqui ele não sabe cozinhar embora ele possa conhecer vários fatos sobre a culinária sobre qual é o ponto ideal de ferver a água para fazer macarrão como cortar sobre qual é a melhor maneira de cortar tomate de cortar
cebola e vai melhor faca para isso tentando combina com que eu quero uma blusa com que mas isso jeito não é e não não realizam a prática esse tipo de performances ele não sabe como cozinhar ele pode saber que as coisas funcionam assim assado então a ideia vai ter que solicitar essa e Claro mais adiante assim lá no começo as 2 mil e depois a discussão explodiu sobre isso alguns autores Como diz não estão nem aí o que mantive Nelson passaram a defender uma posição intelectual lista dizer que na verdade saber como o saber fazer
é um conhecimento opcional Sim eles têm uma os alimentos sobre isso que eu não vou apresentar aqui também não vou rebater porque senão tirar bastante nosso percurso mas existem excelentes argumentos para defender uma posição intelectualista é eu acho que os argumentos não são tão bons assim você pode ainda defender um anti-intelectualista sobre o conhecimento prático e defender que saber fazer é de certa forma o presidente do saber que isso é muito importante para nativismo porque é uma dá uma das Bandeiras e Netflix nossas bandeiras teóricas e Como assim é dizer que nem toda a cognição
envolve que apresentações representações mentais o coletivismo plástico sobre o qual falei antes defende que todo o processo cognitivo lembro né lá espécie envolve uma espécie de linguagem de pensamento certos símbolos que seriam distanciado cérebro tá Oi e aí nesse segundo são as representações mentais e o nativismo de várias maneiras diferentes e somente em combinação com a psicologia ecológica aí os argumentos se multiplicam outra maneira fazer ativismo argumenta que você pode ter convenção sem apresentação não é que não existe representações Porque nós não temos capacidade de simbólicas não nós temos capacidade de cinco anos só que
elas talvez não sejam uma linguagem do pensamento como alguns autores é que estavam e a explicação vai envolver certos achados até dieta longe cognitiva lá ela quer explicar como Nossa espécie desenvolveu capacidade de simbólicas em quanto tempo ela desenvolveu e qual o tempo necessário que ativar uma uma reorganização cortical profunda e gerar uma nova área do cérebro eles custam fica bem empírica minhas bem interessante também mas de qualquer forma o nativismo vai dizer né que a comissão Não envolve apresentações bom E como eu disse a comissão ela é comportamento aumente não é uma exploração ativa
do ambiente é importante que essa expressão ativa do ambiente não seja representacional nesse sentido é interessante pensar isso como um nó a um saber prático que não proporcional que proposições de volta representações ao invés de saber que um cognitivista clássico provavelmente iria né que percebeu o ambiente é perceber que as coisas são assim assados já um nativista vai dizer que percebeu o ambiente é perceber como internet qualquer ambiente aí entra o conhecimento prático e para não entrar né digamos assim não usamos para você minha terra não resvalarão cognitivismo é bom separar o conhecimento prático do
conhecimento proporcional caso contrário a gente evita que o inutilismo o junto front mas o outro esse tá entrando dade de contrabando chance então eu o veria dessa maneira eu viria de tendo a defender né um ano detectorismo e defender que o nosso ponto de vista psicológico nosso acesso ao mundo é um acesso que ele é consiste de uma performance de conhecimento plástico de saber como explorar o mundo é só você ver assim é se vê uma cadeira e você sabe que ela é Ela é sentar sabe que é não você sabe como interage com ela
você pode até expressar explicitamente a formar criança cadeiras são para sentada mas se você tá no restaurante digamos assim uma janta com pessoal departamento tipo de coisa aí você vê uma cadeira livre você não forma criança ali a uma cadeira livre logo ali a MercadoLivre e na cadeira logo após entrar ali não você simplesmente percebe ela como sentar deitar e maior parte das interações com o mundo né a gente pode descansar aí sentado exemplo as maiores aspirações comuns são assim elas são nível de engajamento que a anterior era formação de crenças e um pouco da
minha mudança recente da perspectiva de pesquisa é consiste em dar conta de que a filosofia sobre esse molde grande assim a explicação no nível de crianças e esqueceu a funcionar líticas sobretudo a coisa é diferente para que os foi Continental Tá mas esqueceu que certa forma esse tipo de engajamento mais básico com o mundo que não é aquele engajamento o tipo de formação de crenças e concepções e proposições que descreve a realidade modo de verdadeiro significado e fico diante é interessante a discussão entre o conhecimento prático e o nativismo é geovânia quero falar um pouco
sobre a sua tese de que a percepção é um estado fativo e racionalmente fundado notadamente a tese do disjuntivismo o sistema loja nesse sentido Em que consiste o paradoxo cético da subdeterminação e como dijo tive que a sistema Lógico que propõe pode ser pensado enquanto uma dissolução desse paradoxo foi muito obrigado obrigado pela pergunta é só uma pergunta com vários níveis aqui eu vou começar pelo final dela na verdade paradoxos ético da sua determinação em paradoxos e dos seguinte outro é um paradoxo na verdade porque ele parte de premissas aparentemente clauses e chegam argumentos né
e chega à conclusão que é difícil de engolir é a conclusão cética de que nós não temos conhecimento justificar e sobre o mundo exterior por exemplo e esse paradoxo do cético sobre a terminação e ele diz o seguinte o que os nossos estados percentuais são da nossa perspectiva indiscriminada Weiss de estados desviantes digamos assim o estado de Alucinação ou Delírio ilusão e porque existe essa relação é de índice criminalidade Como assim você acha que vai dizer que a gente não tem como saber que tá percebendo o mundo realmente não alucinado pelo nosso ponto de vista
é a mesma mundo se nos apresenta da mesma forma né Essa Ideia da subdeterminação Alma super determinação diante do modo como nós percebemos o mundo se ele é uma recepção verídica Genuíno o Selma uma espécie de estado do ambiente como um Delírio um sonho se preferiam um caso de cérebro de uma o degelo uma liquidez internet então esse para dorso ele é parte dessa consideração e leva à conclusão de que bom então Sabe tem conhecimento e isso é ponto problemático e talvez a gente até tenha conhecimento a gente não consegue justificar Porque tudo que a
gente usar para justificar o nosso conhecimento sobre o mundo por exemplo que eu tô vendo a minha gata aqui do lado o Sérgio vai dizer você poderia tá sonhando você poderia estar ensinando determinando-se o brilhante isso me em que tava muito assim deixa eu falar um pouco da minha história pessoal agora no meio da resposta porque você Decisão foi o tipo de problema filosófico que eu encontrei quando eu tava na graduação não tinha conhecimento problemas éticos agência de adoção e foi um problema que me quieto muito Na graduação e eu queria todo custo saber como
responder pela Sérgio não é um problema sério na verdade não é porque eu tava com outros problemas 7 que vive problema sério do fechamento que é Olá futuro e tal mas os apps tema logo sair e vamos saber que na minha frente esclarecimentos que ele da determinação então eu quando a gente sempre mestrado eu pensei ah Finalmente eu vou vou falar sobre isso mas eu cheguei no mestrado e puxa não cheguei a tratar do problema sério que ensina ficou só no horizonte da minha pesquisa e eu acabei só conseguindo lidar com esse problema na no
doutorado em que e eu eu uso pretende vontade cara esse problema da determinação que era explicar como né que a gente pode ter é conhecimento do mundo Ah e respondendo ao cético né claro que é para mim era o desafio uma ele era o Último Chefão da filosofia de carros assim é o problema é que quando eu estava no doutorado eu achei que eu tinha uma resposta para esse problema que exige elementos extras filosóficos ele não ser filhos que eram elementos bom Primeiro ela começava as considerações fenomenológicas que entendendo que se mexem os ótimos partir
de construções fenomenológica cê esse partido atributo de bom que empiricamente nos podemos dizer sobre a percepção se ela é só um modo como sad confirma semelhante a um estado dos diante era os cartórios Rio Grande Oi e aí eu cheguei à conclusão de que a percepção ela é de fato está dos activos no sentido de que ela envolve um acesso ao ambiente não é porque eu tava trabalhando não conhecimento prático em primeiro plano nosso Conhecimento proposicional hoje eu já acho que factivo é um termo né claramente delicioso para um conhecimento proposicional eu diria que a
percepção não estava de sucesso que é um tendo mais geral para que tipo mas mesmo assim tinha um problema residual que era dizer bom eu e a minha racionalidade ela tá funcionando da mesma maneira no cenário cético e no cenário não Cert funcionário normal do dia a dia porque o 7 costuma Porque sim racionalidade é uma espécie de estado interno uma capacidade de raciocinar né que envolve manipulação de símbolos mentais e tal e de acordo com certos cliente Marcos a lógica ou de outras teorias não Da Lógica clássica Sei lá tá triste alguma coisa assim
Nick você pode mudar tudo no ambiente jeito vai ter essa capacidade de intacta E eu achava que isso era conceder muito auxético então é no decorrer do meu doutorado eu comecei a investigar a possibilidade de uma racionalidade que ela envolve o ambiente envolve as ações do organismo ambiente o que eu publiquei essa pesquisa mais tarde com o nome de errar a personalidade seja racionalidade radicalmente e Nativa não é a ideia de que a racionalidade é na verdade uma meta organização não Sinceramente envolvendo linguagem nem ter essas os processos biológicos mais básicos que caracterizam a subtexto
vamos e é ampliar os processos que organismo comporta racionalmente então a minha concepção de racionalidade Ela é bem na contramão de concepções clássicas que vão pensar como assinaram e eu acredito que raciocinar É um tipo de racionalidade mas não é o único Então eu acho que a racionalidade é uma característica muito mais Geral do que a tradição filosófica costuma descendente que seremos só nós os únicos seres Racionais é uma concepção que nos ver se tem discutido idade evolutiva com os animais que têm muito em comum conosco muito muito comum quando nós estamos a biologicamente Mas
o comportamento também então a minha ideia era pensar percepção como um estado de sucesso hoje eu diria isso não também factivo porque só que tipo envolve peças verdadeiras eu acho que algo mais Geral do que os verdadeiros mas o estado de interação bem sucedida com o ambiente que vai envolver uma agência nacional na interação com descendente modo adaptativo e e consciente tá Ah e por que isso é importante porque eu acho que no cenário científico clássico a gente não tem isso o cérebro numa Cuba não está interagindo com o ambiente ele pode até raciocinando Mas
isso é só o resíduo que sobra quando tira o mundo tio o sujeito deixa ele lá no vácuo metafísico da vitimização mas achei que lá não tem mais lindo sim e ele não está interagindo Nossa Senhora racionalmente o ambiente não tá também percebendo o ambiente então a minha defesa era de uma espécie de eu escolhi o nome da Minha tese de junte 21 jogo de palavra com conjuntivite né que era a ideia de que eu ia defender uma gente uns 20 vezes sobre percepção sobre fenomenologia e sobre a racionalidade era uma uma Dias 20 vinte
e generalizada que racionalidade não é mesmo funcionários ético no cenário normal tampouco é A fenomenologia do indivíduo que está alucinando de virando o indivíduo que está interagindo com o mundo e também não é a mesma a percepção do ponto de vista psicológico decidido é de um jeito que tá percebeu no mundo com quatro R do indivíduo que está alucinando um mundo né mais tarde tá ficou Então essa seria de certa forma minha concepção de percepção atualizada hoje para termos um Spice todo mundo é perfeito Giovani pensando agora o programa de cognição um radicalmente A Nativa
que você se propõe avançar considerando que a cognição um conteúdo é nerd de atividades socioculturais que demandariam então uma forma de intencionalidade Desprovida de conteúdo em linhas Gerais em que consiste esse programa de cognição radicalmente Nativa e quais os principais argumentos para aceitarmos que a cognição superior é uma ferramenta adaptativa dos sistemas sociais em que estamos inseridos essa é uma pergunta bem delicada ela usar esse trabalho que desenvolvi sobre convenção superior praticamente Nativa né ele se apoia no trabalho de outros ativistas que admiro muito que é o Daniel Russo o Erick nem e água e
eles podem certo em artigos sobre esse assunto o último em dois minutos maravilhosas sobre isso e eu vou te assar que não tem um artigo 2015 que me despertou para esse tipo dinheiro concepção mas a ideia é basicamente a seguinte e existem indiferente comissão chá o corte que eu faço de um Liga para o outro é o nível de interação com o ambiente imediato como perceber e agir vai depender um ambiente imediato e aquele tipo de punição que envolvem o ambiente potencialmente ausente por exemplo a memória a imaginação o raciocínio eu posso dar social sobre
o que vai acontecer depois de manhã lembrar aconteceu será quando imaginar uma coisa que nunca vai acontecer É nesse tipo antes performance cognitiva a gente chama de poluição superior proposição a combinação básica é aquela que envolve exploração do ambiente imediato Conta aí também a questão é como é que a gente passa de um nível para outro como é que a gente explica a emergência da comissão superior com as ferramentas que a gente usa contact liso para explicar a combinação básica porque aqueles autores Fizeram por explicar que esse nível de cognição não é simbolicamente articulada ele
não é um nível de uma linguagem de pensamento mas ele é um nível que emerge a partir da inserção sociocultural alguma coisa que acontece aconteceu historicamente né É nos últimos 11 mil anos tivemos aí período de desenvolvimento cultural do homem comportamentalmente moderno né humanidade comportamento comportamento aumente moderna surgiu aí É bem recente né é o que a gente é claro a partir de desenvolvimento cultural mais antigo os almoçar aqui a gente começou a desenvolver a capacidade de simbólicas né de de interagir uns com os outros e isso imóvel escrita EA matemática né a contar a
gente se embora Américas importante e essas performances elas foram sendo desenvolvidas de modo cumulativo nesses últimos 11 mil anos de modo que nós e certo ponto passamos a em corporal as nossas práticas e internaliza las esse esplicaria como através dessas trocas que no começo é aconteceram sem conteúdo objetivo representacional prévio né acontecendo pelo manuseio de símbolos o Carlos é inscrito é muito Espetacular porque literalmente era o manuseio de argila para contar grãos estado nos assemelhamos 8 a 7 mil e no antigo Oriente próximo e era o uso de argila como marcadores para quem tinha mais
de um grão de outro ricota e que com tempo se envolveu com o sistema de escrita e esse desenvolvimento de escrita foi internalizado de modo que hoje em dia né nós fazemos algo que é chamada a Biologia de exaptação nós executamos certas áreas do cérebro que foram desenvolvidas para tarefas cognitivas mais primitivas tipo reconhecimento de linhas que é uma coisa importante para a sobrevivência no ambiente que pode discriminar tem um pregador atrás de uma árvore e a partir de uso do modo como a linha se mexe durante a nossa Exaltamos esse tipo de capacidade produtiva
que é muito antigo e compartilhada com outros primatas a orar reconhecimento de símbolos gráficos e nós internalizamos esse tipo de capacidade é culturalmente né e desenvolvemos capacidades cognitivas superiores quanto é que os faros e casando-se para o chocante caso né de crianças que são criadas em privação de interação social você ver vários efeitos disso com atraso que objetivos para a combinação superior não só de expressão mas de reconhecimento de seus símbolos Down e muitas vezes é incorrigível né é muito muito chocante esse caso mas é um pode ser um indicador de que a nossa nosso
incultura mento Não é ele é o responsável pela pelo desenvolvimento das capacidades cognitivas que nós chamamos superiores e isso é uma concepção radicalmente contrária né daquilo que supõem os antigos dentistas e antes mesmo de Velha Guarda imaginava que enfim nós viemos prontos para o mundo que o Marcelo tá na caixinha de símbolos e possibilidades combinatórias infinitas e não só aplicamos e de pouco interesse interesse a questão biológica sobre como isso funciona e a questão histórica evolutiva de como isso envolveu o nosso caso específico de impulsionamento é uma comissão superior radicalmente Nativa a lidar com essas
questões né explicar quando sujas capacidade de produção superior e quais foram as condições históricas né sociais para que isso aconteça Oi Giovani próximo alisar vamos falar um pouco sobre as intuições na filosofia as intuições são amplamente invocadas para corroborar os momentos na epistemologia na lista tradicional aliás sendo muitas vezes sobre a maneira valorizadas como nós podemos avaliar a confiabilidade das restrições e de que modo podemos conseguir melhor os processos de decisão teórica na epistemologia Oi Oi Renata essa é uma boa pergunta essa é uma pergunta difícil assim eu eu amo tempo comecei a pensar sobre
isso comecei a pensar sobre eu pensei não não de partida sobre a questão definições mas um que parecia ser um problema que eu via no uma prática epistemológico assim menor modo como as conversas epistemológica se desenvolveram é o caminho de energia Antes aqui que uma pessoa apresenta uma definição é uma pessoa apresenta o contra exemplo daí a pessoa tem que remendar a definição dela ou abandonou abandonar definição ensinar e isso foi e ainda é por muito tempo né um procedimento digamos padrão no diálogo que você lógico lá não precisa longe analítica sobre tudo que me
xingar epistemologia e isso me incomodava um pouco porque impressão que eu tinha aqui a gente não tá muito bem saindo do lugar com você eu acho que algumas alguns alimentos são muito bons e realmente atacam definições de modo que joga pá de cal para de ficar né a pá de cal nelas né mas é mas muitas vezes parecia que era mais um um jogo sabe do que uma um avanço teórico propriamente dito que é uma coisa que todos nós eu acho que devemos almejar de alguma né então eu comecei a pensar sobre os elementos que
caracterizam esse tipo de metodologia para ser uma lógica e eu me dei conta sobre como era Central o papel das intuições e eu nem tava preocupado em definiu que Santos São exatamente até em uma definição é pronta esse conceito é o de uma descrição flutuante que eu acho que dá conta dos casos que eu tô interessado mas quando é que você mora com tá usando intuições e ligeiramente fala no seguinte sentido a eu vejo esse caso aqui 500 e tivamente é de conhecimento ou vejo esse caso aqui que intuitivamente não é de conhecimento e esse
caso aqui Não usa as condições tal se a Contorno não satisfaz quando você está ou esse caso que não é de conhecimento satisfaz as condições tal e cinco diante Oi e eu me dei conta que nos argumentos mais populares assim que a gente feia toda direito não deve simbologia o que tu tem cenários contrafactuais como motivador das intuições os feito por exemplo os porque o definir o conhecimento como a b e c lá na não pode cabeça e alguém fala assim bom vamos imaginar o sujeito no cenário é controlado por um senhor gênio maligno né
E tem também ou anjo Benigno é o Anjo que muda o mundo o sujeito acreditar verdadeiramente tá tudo que ele acredita acaba sendo verdade bom então nós vamos viajar com esse nada esse brilhante ele satisfaz as condições ABC Mas que parece intuitivo que o cara não tem conhecimento para isso me conhecer me incomodar um pouco porque esta necessidade de oferecer um conceito que é robusto aí tanto a ser digamos assim impenetrável por casos contrafactuais imagináveis e pareceu uma busca por um conceito tão amplo demais e acaba não explicando muita coisa Oi e o problema tá
Eu acho no na dependência das intuições para dizer o que é o não conhecimento bom então a sua pergunta Renata era sobre como é que a gente pode avaliar com possibilidades intuições eu não vou dizer que as intuições nunca são confiáveis Eu acho que isso é tá equivocado porque elas são disposições a gente treinar essas exposições na prática como outras Exposições sabe mas eu acho que a confiabilidade das refeições para dizer o que que é ou não Santa coisa ela tá historicamente nesse sentido os casos que a gente encontra então esses casos imaginários na medida
em que eles não são que é produtivo fez o eles são coisas que você só encontra nos livros de filosofia eles embalaram não atrapalha a confiabilidade delas é esse é o meu argumento para a gente ir se afastar um pouco dessa coisa de fazer ele termologia porque só tem difi e eu acho que isso teve seu momento teve a sua importância mas às vezes me incomodam um pouco até hoje que incomoda um pouco eu acho que Claro e é inscrições São confiáveis para casos familiares Mas quando a gente está lidando com um cérebro numa Cuba
e Anjos benignos gênios malignos monstros do Pântano e que você quiser imaginar o que você quiser mas já tem eu me lembro de um bebê que me chocou muito quando eu tava na graduação que eu vi o argumento sujeito era sobre Imagine que o Pavarotti Tá boiando numa um gêmeo clone do Pavarotti Tá boiando no lago no planeta que é o clone da terra que a água desse Lago é uma é uma cópia da água da terra mas é diferente é o x y z na água dos olhos o que que você diria que é
assim não que eu diria que eu não sei que eu diria do Pavarotti e clone Goiano planeta colorida Teca não sei mesmo e e eu acho que tem uma passagem e talvez meu opcional no Favorito que gostem e fala nos sobre isso moro que é eu a procurei essa passagem para isso Originalmente eu acho que não me disse que tava em mente mas é o caso do pintassilgo que ele menciona se enganado é mais que ele faça início Pintassilgo explodisse ou se ele citasse Virginia Woolf O que que você falar isso eu não sei eu
fico sem palavras isso acontece não sei o que eu faço 35 cidades de novo eu acho que tem algo excepcional Então essa é minha irmã posicionamento hoje sobre esse uso disseminado de intuições eu acho que é um bom treino para esta morte mas eu não sei se necessariamente é uma boa filosofia eu acho que a gente tem que tentar pôr um fim nisso E e trazer Filosofia de volta para o reino do palpável um pouco sim mas isso de novo para fechar com que eu comecei falando é uma perspectiva atualizada de filosofia os autos é
feito muito bom sabe o negócio que eu respeito muito ele totalmente também vão defender com unhas e dentes isso mas daí eu acho que é para continuar né a discussão na mesa do bar eu não sei se eu se eu consigo defender ligar o meu ponto aqui [Música] excelente gente agradece o professor Giovanni rolar pela ótima entrevista Valeu gente muito obrigado também agradecemos eu passei Oi gente e compartilha esse episódio E aí o Twitter YouTube e por meio das nossas redes sociais você ficará por dentro de todas as nossas atividades e eventos que claro continue
nos acompanhando os próximos episódios do podcast que eu pedi ele N1 [Música]