Bom então né O que que a gente vai falar hoje aqui hoje amanhã a respeito né de produção e preparação de radiofármacos eh quando a gente fala produção e preparação a ideia a gente falar um pouco mais eh em relação à produção que seria mais os processos mais em nível industrial de radiofarmácia industrial e também preparação mais relacionada à parte de manipulação seria meio que um sinônimo aqui dentro do contexto que a Gente vai falar tá E aí a preparação vai tá mais relacionada a radiofarmácia hospitalar e a radiofarmácia centralizada porém independente né se a
gente tá falando de produção ou de preparação a gente vai abordar a parte da complexação né da marcação dos radioisótopos né com as moléculas químicas seja mais em nível de produção numa radiofarmácia Industrial seja mais no nível de manipulação ou preparação em Radiofarmácia então centralizada eh ou hospitalar tá eh e aí então o que que a gente tem eh a gente sempre vai ter então o radionuclídeo né Eh aqui sendo produzido né através de cíclotron que vocês tiveram aula na semana passada como o fluo carbono através de reator Como por exemplo o lut O iodo
e através de gerador também tecnécio galho por exemplo Então a primeira parte é sempre produzir né ou Ter esse elemento né radioativo E tem também a parte da obtenção do fármaco que seria Principalmente as a molécula que vai ser marcada mas também outros reagentes que são auxiliares e que fazem com que a marcação né a molécula seja incorporada de um elemento radioativo E aí sim a gente vai ter aqui o radiofármaco preparado Então a gente tem uma molécula né principal que com a ajuda de vários outros elementos né outros reagentes Né a gente vai misturar
com radiol clío e vai obter o radiofármaco preparado eh então quando a gente fala então em preparação a gente tá falando de processos mais simples né processos que geralmente tá relacionado a a kits né Eh muitas quando a gente fala da radiofarmácia hospitalar né centralizada geralmente esses kits vão estar registrados na VISA como medicamento radiofármaco Eu imagino que vocês na aula de eh de legislação vocês viram que Mesmo o componente não radioativo eh produzido né para ser marcado com elemento radioativo também é um radiofármaco né E a gente tem quando a gente tem a parte
mais relacionada à produção a gente não precisa ter esse registro da matériaprima do elemento sozinho a gente a indústria né a radiofarmácia Industrial vai registrar o radiofármaco né final que é o que ele vai disponibilizar pra medicina nuclear ou paraa radiofarmácia Central Ada posteriormente fracionar né a gente vai ter aulas né mais específicas das rotinas né de centralizada industrial e e hospitalar também né Então tudo isso em algum momento vai começar a fazer mais sentido para vocês e na indústria a gente tem mais matérias primas né a gente fala né que essas matérias primas tem
precisa ter grau gmp eh e aí a gente não precisa ter o registro das matérias primas a gente inclusive até uma diferença que existe Para outros eh medicamentos né a gente geralmente tem um registro pelo menos Aqueles doss edifa cadifa né que podem ser utilizados na produção né de medicamentos convencionais e aqui né o radiofármaco o IFA né aqui é a própria molécula marcada né então é o que a gente eh objetiva eh regularizar na vigilância sanitária a molécula marcada né isso do ponto de vista de produção do ponto de vista né de radiofarmácia hospitalar
então a gente precisa ter os Radiofármacos aqui liofilizados registrados né para produzidos em indústrias eh convencionais que não tem material radioativo e registrados nessa condição também tá o grupo aqui no início começa bastante agitado né Então deixa eu dar uma olhadinha aqui se tem alguma coisa Ah são dúvidas aqui pro CRF tá bem e aí a gente tem também eh um conceito que Possivelmente vocês vão entrar em contato que é o conceito de Preparação inem house né então muitas vezes algum alumas instalações Elas podem fazer processos que são mais industriais mais complexos Porém precisa ter
uma infraestrutura adequada também então eventualmente vocês vão ver Nossa uma radiofarmácia hospitalar Mas ela tá fazendo uma produção ela tá fazendo a síntese de fluor de fdg por Pois é né então pode acontecer esse tipo de mistura né um hospitalar fazendo Processos mais industriais mas o ponto principal é sempre pensar Qual é o tipo de processo e criticidade que eu vou fazer para que eu pense Quais são as normas e qual é o nível de regulação que eu vou precisar atender para poder entregar aquele tipo de produto que eu vou fazer eh sobre o pessoal
perguntou aqui sobre de novo sobre os registos de kits então Eh normalmente os kits liofilizados né para marcação com tecnécio ou para Marcação com galho principalmente que são aqueles que a gente vai fazer na radiofarmácia hospitalar a gente precisa que eles tenham registro tá eh como medicamento radiofármaco né porém ele não tá radioativo ainda mas quando ele estiver pronto para uso ele vai estar Então esse produto vai ser registrado também na VISA e existe uma uma Norma que trouxe uma excepcionalidade por conta de ausência de alguns kits essenciais e que é Possível importar alguns kits
eh desde que atendam certos critérios que estejam na L lá da da in 81 um porém em geral né os kits liofilizados precisam estar registrados então para serem usados na radiofarmácia centralizada e eh hospitalar quando a gente tem na Industrial como eu já vou registrar o meu produto que eu vou fornecer o fdg por exemplo eu não preciso ter o registro do Flu sozinho eu não preciso ter o registro dos kits que eu vou usar Para preparar o fdg por exemplo por quê Porque eu vou registrar a molécula final pronta para uso nos serviços né
de medicina nuclear por por exemplo ou vou repassar para uma radiofarmácia Hospital centralizada fazer um fracionamento só né se for a molécula pronta para uso por exemplo e eh vai ser feito dessa forma Tá bem então vou dar alguns exemplos aqui dentro do contexto de produção né de radio de radiofármacos eh produção de Radiofármacos prontos para uso então geralmente a gente vai realizar esse tipo de produção de radiofármacos prontos para uso eh de acordo com o conceito de R fos prontos para uso da Anvisa em Radi farmácias eh em eh industriais que seria o mesmo
que uma Indústria Farmacêutica eh convencional não mas ela tem todos atende todos os critérios normativos também da da Indústria Farmacêutica convencional além dos requisitos da Cem relacionados à à Parte de radiação né ela vai utilizar matérias primas então ela vai comprar os insumos os materiais essas matériais primas não vão ter digamos os registros porque eu vou usar como se fosse um insumo e o que eu vou registrar vai ser o produto produto final então eu posso produzir em loco o rádio nuclídeo que eu vou usar para fazer essa marcação ou eu posso fazer aquisição desse
rádio ní por exemplo lutécio eu posso comprar um lutécio e fazer a marcação dentro da Própria radiofarmácia Industrial né Eu não tenho um reator para produzir esse luto e eu posso também produzir o fluo 18 no cíclotron e produzir o fdg depois né então posso posso produzir logo ou eu posso comprar pronto dependendo Claro de qual que é o elemento radioativo eu vou comprar molécula a ser marcada e eventualmente outros conjuntos de reagentes necessários e vou fazer a a a preparação então como eu estou fazendo a produção eu preciso atender as boas Práticas de fabricação
daisa né Então esse é um requisito importante né É quase como se fosse uma Indústria Farmacêutica convencional Só que nesse caso eu tenho material radioativo e também atendo a outros critérios né E aí quando eu penso eh que eu vou preparar né esse radiofarmaco e vou enviar para uma rádio farmácia centralizada ou ou hospitalar por exemplo eu preciso pensar Qual que é a meia vida desse radionuclídeo se ela é suficiente a Própria validade como um todo a estabilidade do produto para chegar até o destino né para essa logística dependendo do rádio nuclídeo se a meda
mais longa ou mais curta a própria estabilidade Então eu preciso ter essa compatibilidade e eu preciso pensar nessa regularização sanitária que eu comentei que hav viia registro principalmente mas para alguns produtos prodos principalmente prontos para uso existe uma categoria de notificação Simplificada desde que não exista nenhum equivalente igual né um produto exatamente igual bem semelhante que já tenha registro então a recentemente anvis abriu aí a oportunidade para as indústrias eh fabricarem produtos que estão muito consolidados no mundo né são sempre moléculas com alto nível de eficácia segurança qualidade para aquela molécula e que a gente
comprovando que essa molécula é igual né o produto é igual a esses que existem no mundo né Não tem diferença praticamente nenhuma eh a gente consegue trazer via notificação e é um processo muito mais simples do que registrado zero fazendo estudos clínicos por exemplo então por exemplo quais são os produtos né que se enquadram nesse tipo né de categoria radiofármacos prontos para uso fdg eh marcado com flor 18 psma marcado com flor 18 iodeto de sódio 131 ou 123 é citrato de galho 67 não é o mesmo galho que foi falado semana passada na Parte
de gerador aqui é o citrato de galho 67 e o cloreto de talo enfim né são algumas das moléculas que já chegam prontas para serem utilizadas na radiofarmácia hospitalar eventualmente cheg uma centralizada só para um fracionamento e enviar eh pra radiofarmácia hospitalar depois aqui eh pra gente né visualizar um pouco dessa etapa de produção eh de radiofármacos né só um exemplo né a gente tem várias outras né processos Deção de radionuclídeos aqui por exemplo foi um relacionado à síntese en cíclotron então existe sempre um alvo né que nesse exemplo especificamente é um alvo sólido mas
o fdg por exemplo mais comum eh eh para alvo líquido né Deixa eu ver aqui depois a gente pode a gente vai falar das marcações tá dos processos de marcação de cada uma dessas moléculas que eu citei então maior parte delas que Eu citei eu vou depois mencionar mais profundamente a respeito delas tá bem eh então Tudo começa com um aqui nesse caso do cíclo com um alvo né Eh nesse caso aqui é por exemplo é um alvo sólido o ponto que eu queria abordar aqui é que quando a gente tá produzindo né o elemento
radioativo né vocês devem ter visto isso na semana passada a gente nunca produz apenas o elemento de interesse né o radionuclídeo de interesse que é o azulzinho aqui né a Gente produz vários outros aqui coloridinhos também que a gente considera contaminantes né Então a primeira parte né relacionada a produção de um radionuclídeo é você processar esse elemento radioativo de uma tal forma que você vai separar vai purificar vai vai solubilizar e vai obter o radionuclídeo puro é que é o seu radionuclídeo de interesse que é ele quem vai eh fazer a marcação com a molécula
de interesse então Eh essa Parte aqui é uma parte muito importante porque se eu tiver outros contaminantes minha vida longa ou outros né de outros tipo de radionuclídeos eu vou às vezes expor o paciente a outros radionuclídeos eu vou atrapalhar minha marcação então a característica que esse radionuclide chega para processo de marcação E aí aqui o exemplo é né o Mas isso também é aplicável a aos outros formas de produção né então a gente tem que ter uma Purificação para que quando a gente Introduzir aqui a molécula a gente vai ter um radiofármaco que é
adequado tem a qualidade adequada né para ser administrado num paciente tá E aí né a gente falou lá atrás né sobre a produção Tem a parte do radionuclídeo e a gente tem parte da molécula E aí na radiofarmácia Industrial que nós temos inclusive no Brasil eh tem a produção de reagentes liofilizados né como os cod kits né Principalmente para marcação com tecn Mas também com galho principalmente esses dois Ahí os outros radiofármacos marcad com outras eh com outros radionuclídeos geralmente não está numa característica de reagente liofilizado a gente vai falar isso depois quando a gente
for for dar outros exemplos tá então aqui a gente tem o reagente liofilizado que seria como sinônimo cod kit eh na nas rdcs da Anvisa normalmente aborda como componente não radioativo para marcação com kit Eh e esse composto vai ser o composto que vai receber o isótopo radioativo e que é né responsável pela B distribuição do radiofármaco como né Vocês têm visto aí ao longo do curso eh no caso do tecnécio vai precisar cont ter um agente redutor a gente vai falar bastante sobre isso né Qual que é a importância desse agente redutor que tem
um papel de do ar elétrons pro pro tecnécio né pro pertecnetato de sódio ser capaz de ligar uma série de moléculas né pode conter Alguns aditivos conservantes dependendo da Necessidade né antioxidantes Por exemplo estabilizantes entre outros esse frasco pode estar em atmosfera inerte como nitrogênio né que ajuda na estabilidade do produto ou também pode est atmosfera vácuo Hoje os kits fornecidos né pela empresa que possui Hoje os produtos é a atmosfera nitrogênio que dá mais estabilidade pro produto mas né o ipen antigamente fornecia kits também e era na atmosfera A a vácuo a gente vai
falar por quê né vácuo porque nitrogênio também quando a gente entrar no processo detalhados de preparação e esse kit como eu falei antes também precisa desse registro da Anvisa tá deixa eu dar uma olhada aqui nos no chat E aí então né a gente falou do que é mais relacionado à parte industrial e o que que tá mais relacionado à parte de manipulação ou de preparação aí a gente vê de novo aqui os radiofármacos para Uso mas aqui é do ponto de vista de quem usa ele quando ele tá pronto e não de quem produziu
o radiofármaco pronto para uso né então quem recebe o radiofármaco pronto para uso como eu comentei a centralizada ou hospitalar como ele já está pronto para uso ele requer apenas operações simples de diluição reconstituição fracionamento né geralmente ele nas doses individuais de cada um dos pacientes né eu não preciso preparar ele né fazer a marcação eu não Preciso fazer por exemplo controle de qualidade para garantir que tá marcado porque ele já chegou pronto para uso e o fabricante tem obrigação de saber que o produto tem estabilidade vai chegar para mim de forma adequada eu não
preciso fazer controles adicionais em relação a isso eu preciso garantir né ali as boas práticas na manipulação identificando o produto que eu tô fracionando com a atividade prazo de validade de alguma precaução adicional né ah eu preciso Homogenizar antes de injetar por exemplo Então na hora que eu tiver preparando ali eu vou ter os cuidados adequados mas eu não não requero um grande processo de preparo né Eh e a meia vida né e a validade já tinha comentado tem que ser suficiente para chegar até né o local que vai ser utilizado E tem também esses
radiofármacos preparados a partir de cod kits que eu falei então o tem o lugar que prepara e tem o lugar que vai Utilizar a né as Radi farmácias hospitalares e centralizadas a maior parte do que é feito é com radiofármacos preparados a partir de cod kits porque o tecnécio é o radiofármaco mais utilizado hoje na medicina nuclear principalmente convencional e considerando que mesmo né tem a radiofarmácia né em eh o medicina nuclear Pet né que utiliza o Flu que tem bastante mas só a título de curiosidade a gente tem sei lá cerca de un 150
eh serviços que possuem equipamento Pet a Gente tem mais de 450 serviços de medicina nuclear que possuem câmaras Gama câmaras que utilizam o radiofármaco tecnécio né então a maior parte dos radiofármacos hoje injetados nos pacientes são preparados a partir de cod kits que em geral tem uma meia vida curta né o techness tem uma meia vida de seis dias de 6 horas a preparação é imediata antes do uso no sentido não eh ele não ele tem uma validade né de dependendo do produto 4 Horas 10 horas 12 horas mas eu não tenho estoque não preparo
na véspera né Eu preparo sempre no mesmo dia né E aí esses cod kits é o que a gente vai adicionar o radionuclídeo sempre de acordo com instruções né que vem na bula dos dos produtos e como eu estou preparando eu preciso garantir que eu introduzir o elemento radioativo e essa ligação aconteceu então eu preciso realizar os controles de qualidade para garantir que essa marcação foi eficiente né que é Inclusive objeto de um dos módulos aqui no curso só sobre controle de qualidade Então nós não vamos eh abordar esse ponto aqui tá E aí na
parte ainda de preparação a gente tem Preparações autólogas é que essa parte eu acho que é muito interessante é muito fascinante Porque além da gente ter os cod kits né que a gente mistura com a radiação e faz vários exames a gente consegue transformar eh a as próprias células Sanguíneas por exemplo faz massas plaquetas leucostoma uma amostra do paciente o sangue né fazer uma manipulação que requer cuidados especiais né Por conta dessa manipulação do sangue tanto em relação à pessoa que tá manipulando saber preparar usar todos os recursos né de de sala né adequada para
isso mas também em relação ao próprio paciente né Cada preparação ela é individual Então eu só posso fazer um paciente por vez Para não correr risco de misturar por exemplo a gente vai entrar em detalhe de como funciona essa marcação né de eh Emas e le costos mais paraa frente também tá inclusive em três técnicas principais aqui que é o inv viivo em vitro e o inv Vivo modificado né mas só para antecipar existem técnicas que a gente faz tudo só no frasco e depois injeta no paciente eu tiro o sangue do paciente preparo tudo
depois eu rein jeto tem uma parte que eu uso o próprio Paciente para fazer uma biodistribuição E participar do PR processo de marcação e tem técnica que eu faço a mistura das duas coisas parte acontece no paciente parte acontece no frasco tá e geralmente né a técnica inv vitro 100% inv vitro é a mais eficiente a que entrega maior qualidade de imagem a gente também tem Preparações coloidais e agregados deixa eu ver aqui acontecendo a RDC o pessoal tá perguntando né se o Preparo eh de as Preparações autólogas exigem preparo em em alguma na cabine
especial né se tem alguma legislação olha Eh nas Radi farmácias eh internacionais eh Preparações biológicas sempre acontecem em salas separadas completamente separadas em cabin de segurança específicas e separadas do restante de todas as outras Preparações no Brasil eh não requer essa separação do ponto de vista de sala na parte da farmácia hospitalar exige que eh seja Feito em cabine de segurança isso a própria RDC 38 fala né Ah se você vai preparar le cosso se precisa de cabine de segurança para sangue não há nenhuma menção na RDC 38 mas a gente tem que pensar que
essa Norma em breve vai ser revisada e aí qual é a referência internacional para isso a referência internacional para preparação né de materiais biológicos é em salas e equipamentos completamente dedicados e não misturar com o restante do que é Feito né Para que diminuir risco de contaminação do produto dos demais produtos que vão ser utilizados tá eh em relação às Preparações coloidais e os agregados né então vamos vamos relembrar aqui né a gente tem eh soluções que a gente conhece né verdadeiras que a gente que eu coloquei aqui mais no sentido de eh relembrar como
é que qual que é o tamanho das partículas numa solução verdadeira em que a gente não enxerga né Quando a gente tem uma solução verdadeira a gente vê límpido 100% límpido geralmente quando isso acontece as partículas que estão ali o soluto que tá solubilizado ali tem menos de 1 nanômetro de tamanho né que corresponde aqui 10 a men 9 m quando a gente tem Suspensões né que aquilo né material mais leitoso que a gente enxerga as partículas que é fácil de de ver que não é uma solução que normalmente tá escrito paraa gente Homogeneizar Anes
de usar geralmente são maiores que 1 micrômetro tá então aqui em torno de 10 a a a a 6 m ou seja 1 vezes maior né do que quando tá numa solução verdadeira então a gente tem radiofármacos que estão nesta característica né que estão com dimensões entre 10 e 100 micrm e tem os coloides que está exatamente entre as duas categorias ele não é nem solução verdadeira e não é suspensão né ele tem ali um tamanho intermediário entre 10 Nanômetros e 1 micrômetro além de ter uma característica de est carregado eletricamente geralmente Então isso que
é importante por quê eh a gente vai falar mais paraa frente do preparo de Suspensões que é o ma né que é um macro agregado que é um dos produtos mais críticos em relação ao preparo em relação ao cuidado em relação a gente saber para quem que a gente vai administrar e controlar quantidade de partículas e não apenas a radiação que Tá sendo administrado no paciente tá então né Depois a gente vai voltar a falar em termos de exemplo aqui desse ponto mas aqui para vocês lembrarem né o tamanho aqui das partículas nesse caso e
aí né então passar dessa introdução né breve assim na hora que tipo de produtos a gente tem a gente começar a falar sobre processo de preparo mesmo ou ou produção ou nesse caso aqui a gente vai falar mais de complexação porque é o processo de Introdução o radionuclídeo numa molécula seja mais no nível hospitalar mais no nível Industrial aqui a gente vai falar de uma forma um pouco mais abrangente tá então quando a gente tá falando de complexação e a gente tem vários fatores que a gente precisa levar em consideração né quando a gente vai
fazer essa essa essa marcação ou essa complexação que é a introdução né quando a gente fala complexar vou complexar vou marcar né no inglês vem labeling né que Quando tenta traduzir lá no Google alguma coisa vem do rotular que não se encaixa mas rotular vou rotular a molécula não é é o termo né que do dos dos artigos em inglêses vem do Label mas é no sentido de eu vou incluir uma característica que é um átomo radioativo numa molécula né E aí eu tenho que pensar Qual que é a eficiência dessa Mação a gente vai
falar de todos esses itens aqui um por um né mas a gente tem que pensar na eficiência da marcação Atividade específica estabilidade química o efeito daquele isótopo se esse isótopo ele é livre de carreador quais são as condições físico-químicas dessa marcação condições de armazenamento de transporte querendo ou não também o prazo de validade o efeito da radiólise aquela mesma radiólise que a gente mencionou lá na parte de radioproteção né que a radiação pode incidir sobre a molécula do DNA e provocar alterações quebrar de Forma direta indireta que também pode acontecer com a própria molécula que
tá sendo marcada né E a gente tem que falar também de purificação né Desse dessa complexão a e análise e aí eventualmente né a gente precisa pensar eu vou fazer essa preparação eh em termos o kit que eu vou fazer essa preparação ou essa marcação eh essa produção Ela já tem kit disponível comercialmente Ou eu mesmo vou fazer ainda num nível de Desenvolvimento isso influencia muito porque no dia a dia quando a gente vai fazer as marcações né na radiofarmácia eh já vem tudo tão Prontinho que que a gente acha tudo tão simples vocês vão
ver que a marcação de tecn parece tão simples mas na verdade existe uma química por trás que não é tão simples assim e eh quando alguma coisa dá errado que a gente vê como às vezes aquilo tem uma química por trás mais complexa Tá mas a ideia quando a gente vai fazer a Marcação é que ex né no dia a dia pensando não vamos falar de desenvolvimento que tem uma disciplina no módulo só sobre isso né mas pensando no dia a dia da hospitalar centralizada ou mesmo Industrial a gente quer kits disponíveis disponíveis Porque mesmo
na radiofarmácia industrial para fdg existem kits né que você compra com todos os elementos necessários para você fazer aquela marcação então isso torna o preparo mais fácil né mesmo que sejam só Formas iônicas como a gente vê o iod Né o ieto de sódio por exemplo ou mesmo coloidal macroagregados quelatos que é a molécula né marcada com elemento e porém né Essa marcação pode influenciar eh vários vários fatores que eu tinha mencionado que agora a gente vai detalhar podem influenciar na integridade desse composto eh Rádio marcado então vamos eh falar aqui mais detalhadamente sobre cada
um dos pontos importantes né de de marcação que que é Eficiência de marcação né eficiência de marcação é eu eu consigo introduzir Se eu colocar 1000 milik dentro de um kit Eh quantos por cento vai ser ser realmente introduzido naquela Aqua molécula e não vai sobrar nada né de daquele elemento radioativo livre sem tá introduzido né E essa eficiência da marcação né quanto eu consigo introduzir eu consigo introduzir 90% do rádio nuclídeo que eu que eu colocar ali na mistura contendo uma molécula eh eu Consigo introduzir 100% desse radionuclídeo nessas moléculas que estão lá ou
eu só consigo introduzir 50% ou 40% o ideal é quanto maior né Essa eficiência melhor porque eu vou ter um rendimento também da marcação final ideal eh para techness Por exemplo essa marcação praticamente 100% né quando a gente faz uma marcação a gente depois faz o controle como não tem nenhum processo de purificação o que a gente tá vendo em Relação à pureza radioquímica que é um conceito que vocês também vão ver um pouco mais para frente mas é é um dos controles de qualidade que são feitos justamente para avaliar se tem se tem elemento
radioativo livre ou se tá tudo complexado na aquela molécula né no tecn não tem Purificação Então o que eu coloquei ali ficou se tiver elemento livre Quando fizer o controle eu vai aparecer né então esse alto rendimento é muito desejável embora para alguns Produtos pode ser aceitável ser rendimentos mais baixos por exemplo tem um produto né que é o FZ por exemplo que ele rende em torno de 20% só que eu não tem problema por quê Porque tudo que não ligou eu consigo purificar eliminada minha do meu produto final né eu consigo remover por várias
etapas né ao longo da síntese eu consigo remover essas impurezas porém eu perco né tô jogando um monte de atividade fora porém a eficiência daquela marcação não é tão Grande mas como não tem nenhum processo melhor do que aquele é aceitável mas eu preciso ter então capacidade de fazer essa remoção dessas impurezas E aí tá tudo bem Depois que eu introduzi essa mol esse átomo nessa radioativo nessa molécula eu preciso saber quanto tempo ela permanece ligada né porque pode acontecer de não ficar muito tempo então entre eu preparar e injetar ocorre o risco de desmarcar
mas eh durante o Desenvolvimento é feito esses testes né e também na indústria é feito esse tipo de teste para garantir que a estabilidade desse produto se mantém até o horário que vai ser administrado no paciente mesmo esses né que eu falei dos kits liofilizados né eles precisam testar esses kits liofilizados dentro daquele protocolo que tá escrito na búa que a pessoa vai seguir Qual é o tempo que esse material permanece ligado né e depende muito né da da força da ligação Química entre esse elemento radioativo que foi introduzido né E essa molécula tá E
também Depende das condições físico-químicas né então por exemplo quando muitas vezes a gente usa proteínas peptídeos para para incluir um elemento radioativo né a gente sabe que proteínas são mais sensíveis termolábeis né Então tudo isso precisa ser levado em consideração se eu vou preparar então uma estrutura que tem essa sensibilidade eu não posso colocar temperaturas muito Altas assim como o PH também é bastante sensível paraa parte de proteína então todas essas condições eu preciso pensar no momento que eu tô fazendo a marcação tá muito mais quando tô desenvolvendo porque em geral todas essas informações que
a gente tá falando né vão estar mais prontas para quem vai só consumir eh e preparar esse esse radiofármaco de uma forma mais com a partir de um protocolo né aí a gente tem o efeito isótopo Por que que tem ess esse efeito isótopo Porque né a eh muitas vezes a gente tem uma uma molécula né que vai vai sair uma vai sair um átomo e vai entrar outro né às vezes do mesmo elemento químico né mas ele é um outro isótopo ou seja ele tem massa de diferente né Por ter um peso diferente pode
ser não necessariamente espera-se que não isso precisa ser testado Mas pode acontecer diferença biológica quando for administrado isso precisa tá avaliado lá no durante o desenvolvimento então por Exemplo o hidrogênio imagina que existe o hidrogênio que faz parte aí de praticamente todas as moléculas E se eu coloco o trítio Né que é o hidrogênio radioativo na na forma mais TR aqui ou seja eu tenho eh na forma na na verdade na forma de eh massa de três Então eu tenho aqui muito mais massa tenho mais dois eh neutrons aqui ou seja tem três vezes mais
massa aqui então eu posso mudar muito radicalmente uma uma molécula né então isso precisa ser Avaliado quando o isótopo tem uma eh uma massa maior eh né o número né o número atômico maior também esses efeitos né de de massa são menores né então quando o elimo é muito menor a tendência desse dessa diferença de massa ser maior tá E aí tem uma característica que chama né se o radionuclídeo ele é livre de carreador ou não né geralmente eh isso vem escrito né como normalmente vem importado esses materiais vem o Carry free ou no Carry
Added ou nca que é o mais comum de vir escrito na naquele radionuclídeo Então se a gente comprar o lutécio para fazer uma marcação uma das informações importantes que a gente precisa ter é se ele é livre de carreador ou não né O que que significa o nca eh na Verdade né ca ou nca eh todas as todos os átomos né daquela daquele material eh em relação ao que é radioativo ou não então por exemplo se eu uso uma vi a gente vai falar isso Depois vocês vão ter uma exemplificação melhor lá na parte de
lutes que eu vou mostrar para vocês mas se eu tiver o lutécio radioativo que é o que eu quero mas se eu tiver um outro lutécio que é impureza do processo de produção que não é o radioativo eu vou ter dois elementos praticamente iguais com química iguais e que vão competir pela marcação então Isso muda o a forma com que eu tenho que fazer a marcação tenho que colocar às vezes mais Precursor isso pode gerar eh inclusive efeito um efeito eh mais tóxico pode gerar um efeito farmacológico que não é tão comum no s justamente
por terem quantidades Muito pequenas né e de acordo com a literatura né esses materiais costuma ter tendência a adsorver mais na parede dos frascos Então você também tem esse ter esse cuidado eventualmente até ter frascos por exemplo com algum tipo de eh material que impeça essa adsorção né Revestido com alguma substância silicone por exemplo né para evitar que você perca né aquele isótopo ol adsorvido na parede do frasco de vidro por exemplo né E aí como você tem uma quantidade muito pequena eh quando você tem ele na forma eh Carry free Ou seja eu só
tenho aquele elemento radioativo em quantidade muito pequena eh geralmente é mais complexo também fazer a marcação pode ser mais complexo porque as moléculas que eu tô colocando Interagindo com esse radionuclídeo numa concentração às vezes muito pequena pode eh atrapalhar em alguns casos né mas o ideal mas assim eh o ideal ide é que eles ten essa característica porque vai ter menos Chan De ter toxicidade por conta de eu ter que colocar menos molécula ali pr pra marcação também as condições de armazenamento também tá estão relacionados de certa forma com a parte de transporte né geralmente
é permitido você transportar de uma forma E depois armazenar de uma outra forma já que o transporte é um período mais curto mas não dá para esquecer que pode haver decomposição tanto que a Anvisa já exige né das Indústrias que faça estudos de transpor simulando né geralmente o local mais distante que você fornece determinado produto né porque o produto pode se decompor principalmente proteínas como a gente disse né dependendo então temperatura umidade luz enfim né Então tudo isso pode afetar a Radiólise que eu acabei antecipando um pouco né sobre Eh que que é radiólise né
Deixa eu ver só aqui se tem perguntas o efeito isótopo ele pode alterar principalmente eh a a a farmacodinâmica eu diria né Eh Ou a farmacologia pode afetar por conta de ser o peso geralmente né do momento do desenvolvimento é feita essa essa avaliação se aquela modificação gera efeito então a maioria das vezes é entre Aspas tentativ eu faço um aquela introdução daquele outro elemento né E aí eu observo mudou a farmacocinética farmacodinâmica a parte com com que interage com sítio algo eh porque tem um peso a mais ali eventualmente a molécula pode mudar um
pouco a conformação E aí atrapalhar ligar no no naquele sítio alvo também pode né E algo que tem que ser avaliado durante esse desenvolvimento né aqui para Dió Lise né então voltando Né que eu tinha já mencionado a a radiação da molécula pode né decomp a própria molécula né que é o que a gente chama de aor radiólise né ou a a radiação da da daquele átomo pode provocar a formação de radicais livres né a parte da água por exemplo e essa esses radicais livres vão atacar essa molécula e vão também causar radiólise que é
parecido com o que a gente comentou lá na na na parte de proteção radiológica dos efeitos biológicos da Radiação né em relação ao DNA né então a radiação ela tá ali incidindo quanto maior a radiação quanto maior energia dessa radiação maior a chance de formar essas impurezas haver essas quebras né em geral tudo isso também é avaliado no momento de desenvolvimento e em alguns casos pode ser necessário incluir alguma algum agente aditivo né que aumente essa estabilidade né antioxidantes Por exemplo eh enfim agentes estabilizantes com metanol Enfim então é possível você contornar essa possibilidade também
eh e aí a gente tem uma outra característica que é a atividade específica né que tá relacionada de certa forma também aquela característica do ca nca só que aqui mais em rela aí aqui sim tá mais né relacionando aquela parte que eu falei de acabar envolvendo a toxicidade porque eu acabo precisando muitas vezes vezes colocar mais moléculas né para conseguir eh ter a que todo o material ali ele Seja marcado porque imagina eu tenho o lutécio então né que eu comentei Eu tenho o material radioativo mas se eu tenho o lutécio não radioativo ele também
vai ligar na molécula só que eu não consigo saber medir porque ele não está radioativo eu vou avaliar indiretamente a partir do momento que sobrar Lécio livre que eu consigo medir nos controles de qualidade então eu descubro eu preciso botar mais moléculas então Eh quanto E aí aqui é a atividade Por grama de material marcado porque é atividade radioativa em relação a toda a massa de daquele elemento químico né então L Téo radioativo e não radioativo Não exatamente eh pode ser isótopos né no caso um radioativo e outro não por exemplo mas eu preciso saber
a característica desse dessa desse eh radionuclídeo porque isso influencia também nessa marcação E aí pode ser ário né uso de algum outro método se eu sei se a atividade Específica mais alta ou mais baixa Pode ser que eu precise mudar a técnica ou o método de fazer aquela marcação né e em geral principalmente aumentando né então a quantidade de massa da molécula que eu vou introduzir tá e de acordo com a literatura também essa alta atividade específica também pode ser um elemento que eh aumenta o a radiólise eh do produto ali o prazo de validade
né Tá relacionado não só né Eh ao Radionuclídeo ao tempo de meia vida mas à marcação né a ao se o elemento radioativo está ligado na molécula ou não né que também sofre influência do próprio eh solvente outros recipientes né da natureza da radiação da natureza daquela reação química que fez com que o elemento radioativo se incorporasse naquela molécula mas em geral é o que determina o tempo em que o lugar vai poder utilizar aquele produto porque tá relacionado à segurança né pro pro Paciente porque se eu administro um produto que já tem o elemento
livre pode ser que eu só precise repetir o exame porque prejudicou a qualidade de imagem mas se é um produto terapêutico aquele isótopo que tem emite radiação para terapia pode ir para um lugar que não devia irradiar né e matar células de outras regiões causando né efeitos adversos mais graves né então é uma questão bastante importante de ser avaliada né Essa essa Validade e aqui por fim a gente tem uma etapa né geralmente relacionada a ao processo de complexação também que é eventualmente a necessidade de você purificar depois que você faz a marcação e a
análise que são os controles de qualidade né então se o processo de introdução da do átomo radioativo na molécula é mais eficiente eu vou ter menos impurezas eu vou verificar isso na análise porém em alguns casos eu não consigo deixar de formar impureza né Eh Eu preciso ele ele forma então eu vou encontrar forma de eliminar ele do do produto e trazendo segurança pro pro paciente então por exemplo eh no no fdg a gente vai ver lá que tem uma coluna que na etapa Inicial quando o Flux Vem do CIC Então chega no no equipamento
de preparo passa por uma coluna de purificação que nada mais é que é uma cromatografia sólida que é capaz de reter o fluor enquanto todos os outros radionuclídeos vão para um frasco de de Resíduo e depois eu recupero esse fluor para minha marcação né e uma forma de avaliar se eu tenho impurezas radionuclídeo chamado MCA que com certeza vocês vão aprender mais detalhes na na parte deidade e aí a gente pode ter também impurezas radioquímica então tem as radionuclídeos Então à produção do radionuclídeo e as r químicas e químicas que estão mais relacionadas ao processo
de marcação ou complexação em si ou Porque a marcação inicialmente não aconteceu de forma completa ou em pouco tempo Houve alguma degradação e gerou essas impurezas E aí existem também colunas eh específicas para purificar esse tipo de impurezas né que são colas de purificação de alumín c18 usado em várias outras técnicas também e existe também as análises que eu faço para verificar essas impurezas Porque mesmo fazendo a purificação depois eu preciso ter certeza que eu purifiquei Adequadamente eu vou analisar vou fazer um controle de qualidade por cromatografia em camada delgada por hplc eletroforese troc iônica
extração absolvente enfim Existem várias técnicas né na aula mais relacionada à parte de controle eh a gente vocês vão ver isso tá E aí a gente tem vários métodos né de de rádi marcação que a gente chama né mas o ideal né que esse método ele seja simples né que ou seja não seja Extremamente complicado principalmente pensando ah vou fazer na radiofarmácia hospitalar ele precisa ser ainda mais simples e fácil e reprodutível claro reprodutível é sempre ideal porque eu não posso hoje preparar e ter um rendimento uma qualidade muito boa e amanhã eu faço exatamente
igual mas eu tive um outro resultado não saiu nada ou saiu muito pouco eu não consegui atender os pacientes que eu tinha então eu preciso né fazer nessa etapa de Desenvolvimento todos os testes para garantir que essa preparação vai depois também além de ser fácil simples vai se reproduzir sempre eh da da mesma forma né idealmente como a gente já falou essa essa marcação não vai alterar as propriedades do produto que a gente tá incorporando essa molécula né Ou pelo menos eh não naquilo que é necessário porque eventualmente por exemplo o fdg ele incorpora depois
ele não sofre eh Fosforilação ele não ele ele não vai para toda a cascata do do da glicose Mas isso é até bom porque você retém ele dentro da célula porém ele precisa ser incorporado então ele é captado da mesma forma que que a glicos Então até aí tudo bem depois ele não sofre ação enzimática não tem problema é até bom às vezes né Então tudo isso vai ser avaliado no momento do desenvolvimento de novo produto a gente precisa respeitar nessas condições ideais que a gente já falou né Condições físico-químicas as proporções a gente vai
falar um pouco dessa questão deção de quantidade de materiais eh e a ideal então gerar uma uma alta eficiência então de marcação ou seja máximo do que eu coloquei de radiação foi de fato incorporado aquela molécula de interesse e a estabilidade né já falei um pouquinho da estabilidade é uma das maiores preocupações e a gente tem a estabilidade em vitro e a em vivo a em vitro a gente avalia no controle de Qualidade mes mesmo né Eh seja no desenvolvimento ou numa indústria tá preparando um produto novo vai avaliar de forma inv vitro ou seja
com controles físico-químicos e microbiológicos mas precisa garantir que em vivo no PH do organismo não haja desmarcação né Isso vai ser avaliado no desenvolvimento né não não depois que já tá sendo comercializado né vários fatores aqui que a gente já comentou que influenciam né E por que que se eu perco A estabilidade de um produto se influencia eh pro paciente que vai receber a dose porque geralmente quando eu desmarco ou seja o elemento radioativo tá livre ele vai para um lugar diferente do que é o interesse e na imagem então ele faz o que a
gente chama de radiação de fundo ou background obg ou seja ele vai vai marcar de forma mais geral assim vai formar como se fosse um fundo né tem um órgão alvo foi uma parte para lá só que a a radiação Não marcada vai para algum outro órgão às vezes próximo e às vezes contrasta então um tecnécio livre Ele marca tireoide Ele marca estômago por exemplo então se eu eh faço um exame por exemplo de do miocárdio que eu quero ver o coração Mibe marcado com tecn para ver o coração e uma parte tá ali no
estômago por incrível que pareça Às vezes sobrepõe as estruturas né né dependendo da estrutura do paciente não fica o coração tão separado então o estômago Dependendo da na da da do corpo do paciente pode ficar muito próximo e aquela aquela Contagem no estômago por exemplo atrapalha o enxergar direito o coração da forma que eu deveria da mesma forma me DP por exemplo a gente vai falar de todos esses radiofármacos tecnécio livre também né Vai estar eh no estômago por exemplo se tiver uma captação numa vértebra que ele vai pro osso próximo de onde tá captando
no estômago eu pode né se eu não tiver um CT né para poder fazer uma uma um 3D daquele paciente para entender exatamente se aquela captação tá no estômago ou tá na vér propósito pode atrapalhar então eu preciso ter um produto puro senão eu não vou ter o diagnóstico ou a terapia da forma que a gente espera isso é tão essa questão de estabilidade é tão importante né tão eh crítica que existe uma RDC Só de estudos de estabilidade não Visa com guia inclusive porque não bastasse né só uma RDC falando tem que fazer tem
um guia com detalhado de como você pode fazer vários abordagens a indústria inclusive precisa simular Como que o cliente vai usar né para para garantir que que eu posso garantir do jeito que eu faço deu deu tudo certo mas com o o a forma como que o cliente dissolve ou a forma como que o cliente dilui eh prepara o PH da da solução Salina enfim a forma do frasco como que fica pode influenciar nessa Estabilidade e o fabricante que é quem registrou que geralmente precisa se preocupar com esse tipo de coisa para garantir que o
cliente não vai ter problema então aqui em relação aos métodos em seguida a gente vai falar dos três principais métodos né mas a ideia é que a gente substitua numa molécula um átomo ou um grupo de átomos né às vezes esse átomo é do mesmo elemento químico às vezes não é pode ser diferente eh e cada tipo de radiom marcação vai Requerer uma condição físicoquímica para acontecer existem seis métodos principais mas que a gente vai mencionar só três que são de relevância dentro do que a gente vai falar nessas aulas de hoje amanhã e para
a medicina nuclear esses outros três métodos não são de de importância eh para medicina nuclear paraa radiofarmácia então não vou entrar nesses detalhes né mas basicamente a troca isotópica né Eh eu vou falar de cada um deles então não vou entrar aqui No no detalhe aqui né mas a introdução de um átomo né de um átomo novo naquela molécula Ou seja é como se fosse a troca só que é na troca isotópica a gente tem a troca pelo mesmo elemento que qu ou seja um isótopo né aqui não aqui não é um isótopo é um
átomo de um outro elemento e a marcação também através de Agentes quelantes bifuncional sobre cada um desses Fiquem tranquilos tá tudo bem até agora gente tá dando para Entender então primeira né método de marcação que Eu mencionei é a método de de reação por troca isotópica Então a gente vai ter uma molécula né Por exemplo aqui hormônios tiroidianos por exemplo que utiliz um iodo né no seu processo né na na no no no próprio hormônio né Eh a gente pegar esse Exatamente esse mesmo hormônio trocar o iodo que era natural que fazia parte da da
fisiologia e trocar esse iodo que já existia só que o iodo né não radioativo Lá é o 127 eu vou colocar um iodo radioativo no lugar né então é trocar um mais átomos da molécula por isótonos do mesmo elemento químico ão muitas informações né gente eh mas com diferente massa porque é o que a gente falou né os isótopos eles têm são do mesmo elemento químico mesmo mesma eh mesmo número atômico mas diferem em relação à massa né são esperadas normalmente as mesmas propriedades porque eh você mudou o Mínimo possível né então quando eu introduzo
um outro átomo totalmente diferente eu vou tenho mais risco de modificar aqui eu tenho algum risco de modificar como eu comentei porque tem efeito o efeito isótopo né a massa é diferente pode haver diferenças mas aqui é o local onde eu tenho menos risco de afetar a propriedade biológica e química por conta de ser exatamente o mesmo elemento qumo né ele um o elemento natural né da molécula original não era Radioativo e a gente trocou por um que é radioativo né tem então a introdução de um átomo de um novo átomo na molécula ou seja
eh vai ser um átomo diferente eu tinha por exemplo um átomo de carbono eu vou trocar por um átomo de tecnécio por exemplo Então aquela aquele elemento radioativo não era original daquela molécula não fazia parte daquela molécula isso corre o risco bastante de afetar né o papel biológico realmente Daquela molécula mas eh não é desejável a gente tenta Justamente não fazer essa modificação pra gente alterar o mínimo possível aquela aquela molécula né mas existe uma incerteza dessa estabilidade em Vivo que vai ser avaliada durante o desenvolvimento né geralmente acontece a formação de ligações covalentes ou
covalente coordenada né a gente é o termo comum né que é muito comum nos textos que vocês né Se vocês pegarem para ler é o termo quelação que na Verdade é essa ligação né geralmente dentro desse método mas pode ser utilizado nos outros métodos também a ligação é a ou quelação né é a mesma coisa que marcação então geralmente as marcações com tecnécio utilizam essa técnica tá o fdg também utiliza essa técnica de introdução de novo átomo e várias outras também com proteínas radiom marcadas com iodo enfim enzimas entre outros e existe a marcação com
agentes Quelantes bifuncional né E aí existe geralmente uma conjugação com uma macromolécula né que é geral muitas vezes são são moléculas que eh tem um comportamento biológico conhecido moléculas que que já às vezes até ou já existem no organismo Ou você já conhece a fisiologia dele e você eh precisa de um de uma estrutura eu vou mostrar uma foto em seguida porque esse daqui é é mais interessante mostrar uma uma figura Eh eh deixa vou mostrar aqui a figura depois eu volto Então a gente tem aqui é o o agente quelante eh bifuncional Então a
gente vai ter uma molécula então ou uma biomolécula como eu comentei que muito é muito comum usar eh moléculas né do organismo para para poder introduzir um elemento radioativo só que esse elemento radioativo não é difícil incluir na molécula original não tem um ponto de ancoragem na molécula original né então precisa usar um agente quelante Aqui que seria uma estrutura que faz com que esse elemento radioativo seja ligado e muitas vezes precisa de um linker para fazer a conexão das duas coisas é como se fosse eu lendo isso daqui n que eu tava preparando a
aula para vocês eu pensei muito tipo assim num carro que é onde que é normalmente a molécula que vai levar até a a célula alvo né tem aqui a célula alvo aqui o alvo onde vai se ligar então aqui um carro que precisa que vai guiar a molécula como um todo Até o órgão alvo que vai né de interesse seja diagnóstico ou terapia só que eu tenho uma coisa que não cabe dentro do carro que não se não não não eu tento colocar na parte de trás da frente não conecta não não não não cabe
lá dentro então preciso sei lá de uma carretinha né né tem que tem um engate eu coloco um sistema adicionar aqui tipo uma carretinha e coloco essa coisa que eu quero carregar que é grande não cabe no carro enfim por algum motivo é uma Conformação estranha não consigo ligar então eu coloco eh um vetor uma uma um sistema é que eu vou conseguir carregar essa esse material radioativo né E aí muitas vezes eu não consigo ligar diretamente então preciso de uma estrutura só para fazer essa ponte que seria esse linker E aí aqui a biomolécula
ela tá exatamente igual como ela deveria estar eu não eu modifiquei ela muito pouco então ela vai ligar no alvo né então Eh Essa é a marcação com Agentes quelantes bifuncional eu vou colocar a radiação em vez de eu de eu colocar numa molécula diretamente eh ali substituir um átomo que existia por esse átomo novo eu vou colocar um penduricalho né um um um uma uma estrutura adicional para conseguir levar eh esse material radioativo junto nessa molécula E aí existem vários exemplos de Agentes bifuncional como dtpa o dota o rine que a gente vai dar
alguns exemplos nos processos de preparação eh que vocês Vão vão entender um pouco melhor o que que eh a importância desse desses elementos aqui aqui um exemplo né de Agentes quelantes bifuncional aqui é um agente quelante bifuncional é essa estrutura aqui não é al UMS que eu tinha dado exemplo mas é é um é um é um eh que que fala né bifuncional kator né O quelante bifuncional que é um agente quilante bifuncional e eu tenho um vetor que é a molécula que eu queria marcar que ela que vai ter a BID distribuição Conhecida que
vai pro órgão alvo ela que vai levar a radiação só que eu não tenho aqui nessa estrutura que nesse caso um anticorpo não tenho nenhum lugar que eu possa colocar radiação aqui que eu consiga fazer uma reação introduzindo esse esse material radioativo Então faz um processo de bioconjugation Ou seja eu ligo esse quelante bifuncional nesse nessa estrutura primeiro por exemplo então eu liguei aqui ó dessa molécula essas duas somadas Aqui e depois eu associo o elemento radioativo e aqui geralmente é muito utilizada para metais né lutécio gálio aqui ítrio índio eh muitas vezes a mesma
estrutura comporta diferentes elementos químicos né Depende aqui de como que é a química de cada um desses elementos E aí ao misturar esse elemento o material já trai aqui por afinidade porque ele já tem aqui número de ligações que ele precisaria fazer somado Todas aquelas condições físico-químicas que a gente Mencionou o material vai ser incorporado nesse local claro que tudo isso requer testes né Às vezes o que a química diz que funciona que vai dar certo nem sempre acontece Nem sempre dá certo né por isso que o desenvolvimento acontece e vai sendo modificada as estruturas
as condições até que aquele eh aquela molécula que você quer marcar dá certo né daquela forma que você eh tentou ali depois de 1 tentativas deu certo de alguma forma você estabelece aquele Protocolo e começa a repetir para ver se daquele jeito que você estabeleceu se reproduz várias vezes da mesma forma né porque se deu certo uma vez pode ser que não dê certo da segunda vez né E aí a gente precisa avaliar isso então passado essa parte introdutória a gente vai começar agora a falar de forma mais prática né dos dos radiofármacos que a
gente vai ter contato no dia a dia eh durante as marcações em radiofarmácia Hospitalar centralizada e industrial Tá então vamos começar a falar sobre a química do tecnécio deixa eu ver aqui uma pergunta que chegou esse perguntou sobre esses esses eh ah na verdade aqui né Eh Existem algumas diferenças às vezes porque não falta padronização né perguntou né Por que que às vezes o o elemento aqui né O 99m tá um traço às vezes tá aqui na parte de cima na parte de cima né sobrescrito às vezes tá na mesma no mesmo na direção Aqui
do texto depois tem essas diferenças um tempo atrás eh eu encontrei um documento era até de uma pessoa do ipen que trabalha muito com pessoal da farmacopeia e é uma pessoa bastante importante nessa área de radiofármacos tentou criar uma padronização né para poder escrever tanto os os elementos químicos como os os radiofármacos né E aí eu desde então eu sempre adoto mais ou menos o que ela preconizou só que depois de um tempo até Fui procurar novamente Esse documento não encontrei mas a herança desse documento ficou mas não existe uma grande padronização né do quando
a gente vê em inglês em geral né o 99m fica na parte em cima né sobrescrito né Quando Às vezes você pode escrever o nome do elemento por exens tipo tecnécio TR 99m enfim não existe uma padronização muito grande existe até eu tentei trazer na parte dos radiofármacos sempre a a o termo da perceber mas também o termo Pelo que ele é mais conhecido porque por exemplo o MIB né quando se a gente chegar às vezes num R mais falar Ah ca miia hã pode ser que tenha dúvida assim nossa mas deve ser deve ser
o MIB né porque parece mas não é a mesma coisa então é cesta MIB parênteses 99m TC é o nome de acordo com a dcb mas no dia a dia ah tem MIB aí o pessoal vai falar assim não vai falar tem tem cesta MIB né 99 TC marcado com tecn enfim não é assim que na vida real na na radiofarmácia se Fala então coloquei os dois textos e na parte do do elemento tem um pouco de diferença também mas eu sempre me baseio nesse nesse documento para tentar para Eu mesmo não escrever tão diferente
né sempre mas acabo escrevendo porque aqui eu tô falando só do do do elemento aqui eu já coloquei ele na forma de pertecnetato de sódio ou seja na forma do sal aqui né então acaba ficando um pouco diferente o m é de meta está Né é a forma que esse elemento tá né tem aqui ó até vou explicar para vocês né aqui o decaimento né mas o tecn 99 meta estável é o o radionu que a gente utiliza depois cai pro tecn 99 pela emissão Gama e esse tecn 99 ele é Aé radioativo né ele
tem só aqui uma vida muito longa mais de 200.000 anos a gente e não não costuma com detalhe como sendo radioativo até coloquei essa estrutura aqui né esse eh decaimento e vou coloquei um outro diferente depois Porque ele decai para ruteno mas assim o ruteno não não nos interessa do ponto de vista químico né a gente se preocupa com tecn 99 porque ele é considerado quase que estável ele não produz imagem Então ele me ele compete com tecn 99 met estável que é o elemento aqui de interesse né então sobre a química do tecnécio né
99 M estável né Ele é um elemento artificial não existe nenhum elemento estável na natureza tanto que quando ele decai aqui ele decai depois Para Rutênio não é para nenhum outro tecnécio estável eh ele é obtido através de gerador como vocês viram nas aulas da semana passada né eu vou mostrar um esqueminha de eluição aqui para relembrar vocês eu vi que vocês já né aprenderam sobre isso mas sempre bom algumas coisas a gente relembrar e aqui a estrutura do esse tecnécio né ele tem uma geometria muito específica aqui piramidal né formando aqui com o o
sódio aqui o pertecnetato de sódio tá então se Esse tecn 99 M estável ele vem de gerador quem é o elemento radioativo pai é molibidenio 99 que tem uma meia vida de 66 horas né que vem nesse sistema aqui de gerador que geralmente a gente usa ele por uns 15 dias mais ou menos no início da primeira semana é o que tem mais atividade é o gerador que a gente mais utiliza né quando tá na primeira semana na segunda semana tem uma atividade menor mas a gente consegue utilizar também Eh é interessante porque o o
MBD 99 ele decai para através de uma beta menos pro techness 99 met estável que é o nosso Ráo clío de interesse só que 87% decai para esse elemento de interesse porém 13% decai já diretamente para o technes 99 que é o o que a gente não quer né que atrapalha a minha marcação tá isso aqui é bem importante por quê quimicamente eles são iguais né como que a molécula vai saber que tem que ligar nesse elemento e não Nesse né então eh só o próprio decaimento aqui do próprio molibidênio já produz pelo menos 13%
fora eh depois que eu já elui esse esse elemento tecn 99 eu tô no com frasco só com eluato então só tenho tecn 99 e tecn 99 m e o tecn 99 né e a medida que o tempo vai passando isso vai decaindo eu vou formando mais tecn 99 então quanto mais tempo eluato está lá mais eu vou ter desse elemento se esse daqui decai ele se transforma nesse né então a gente vai Ter medida que o tempo vai passando mais esse elemento também então isso é um ponto que a a gente precisa pensar quando
eh a gente eh vai fazer as marcações Isso mesmo o pessoal também já respondeu do M do metaestável então isso aqui é muito importante né E vocês aprenderam muito mais a parte física né nuclear na parte de produção do radionuclídeo mas aqui o foco é voltar nesses conceitos mas puxar um pouco mais paraa química disso né aqui lembrando né Esse emissor eh esse emissor né Eh Beta menos aqui né Ele é um n uma beta menos né então mas aqui eu não me preocup que que eu preciso me preocupar Será que eu vou ter contaminação
porol 99 é uma preocupação pra parte do controle de qualidade que vocês vão ver depois também então eu preciso garantir que eu não tenho contaminação por molid 99 tá Também também essa é uma preocupação do controle mas aqui do ponto de vista químico principalmente a gente precisa Ver se eh qual é a característica desse lato se ele tem muito ou pouco tecn 99 como que eu controlo isso eu tenho como eu controlar tem como eu prever Então a gente vai falar um pouco sobre isso então isso aqui é uma visão esquemática aqui de um corte
né aqui transversal né do do gerador né então dentro do gerador a gente tem aquela coluna de Alumina né aquela coluna de alumínio onde está disor do mbid 99 né que lá o local né a Indústria Farmacêutica que fabricou esse gerador incorporou esse mol 99 nessa coluna o mol 99 tem afinidade então pela lumina Mas pode acontecer uma arrast pode pode haver uma quebra aqui em algum ponto e acontecer uma arrast pode mas não é previsível assim quer dizer não é não é o esperado né a gente vai fazer o controle e garantir que isso
não tá acontecendo Então no momento que eu coloco um frasco de solução Salina de um lado e coloca um frasco de vácuo no Outro o vácuo vai puxar então a solução Salina e vai eluir vai fazer vai fazer uma eluição cromatográfica aqui né a fase sólida e aqui o eluente vai extrair só preferencialmente o tecn 99 met estável e também o tecn 99 já que eles são quimicamente iguais então eu vou extrair as os dois elementos embora o de interesse seja 99 o tecn 99 met estável tá então eh aqui né de novo a mesma
o mesmo né esquema porém mostrando que a gente tem Aqui o ruten 99 que é estável né que o tecn 99 que é a minha impureza Então por que que eu coloquei aqui o tecn 99 met estável versus tecn 99 porque eu preciso me preocupar com relação a esse elemento quando eu estou fazendo uma marcação existem vários kits que se eu usar um eluato velho ou um gerador que ficou muito tempo parado eu vou ter muito mais esse elemento aqui então Eh é muito importante pensar que esse elemento existe e ele me atrapalha nas Marcações
tá ver se tem mais alguma dúvida aqui é característica do elemento né então eu sempre vou sempre que eu tiver um um um lebid 99 que é um elemento radioativo Ele sempre vai decair dess essa forma 87% vai decair para 99 M estável e outros 12,5% vão decair diretamente pro technes 99 sempre isso é a característica desse radionuclídeo eles decaem né sempre da mesma maneira então É esperado né que eu já tenha mesmo um eluato novo eu já tenho esse elemento aqui né E quanto mais tempo depois de eluído mais eu vou ter porque eu
vou ter só essa etapa aqui né do da equação porque depois que eu elui eu não tenho mais uma livid decao paraa tecn 99 porque eu já Eloí o tecn 99 então ele só vai ter essa via então eu vou formar com passar do tempo cada vez mais desse elemento tá aqui existe também eh uma pequena praticamente desprezível né o Decaimento direto do tecns 99 M estável pro ruten né mas enfim é praticamente insignificante então aqui a gente nem precisa entrar nesse nesse detalhe tá então isso existe né Isso vai acontecer E aí aqui eu
queria ter encontrado um um desenho mais coloridinho mais bonitinho mas infelizmente eu não encontrei mas o que que a gente tem aqui eh lembrem que esse esse desenho já foi apresentado para vocês na semana passada mas de uma forma só com esse elemento Aqui que é o molibidênio que decai uma meia vida de 66 eh horas e com esse elemento aqui que é a formação do tecnécio 99 M estável à medida que que o mivd 99 decai essas outras linhas é importante pra gente explicar essa parte do tecn 99 o quanto ele influencia nas marcações
então pensem no gerador ele acabou de ser fabricado lá no fabricante né só que a gente sabe acabei de pegar o nevid 99 um segundo depois eu já comecei um atomo Zinho já decaiu pro techness 99 M estável né E quanto mais tempo vai passando isso vai acontecendo Então à medida que Eu transformo D 99 em tecn 9 m estável aqui diminui que é a linha né do mbid 99 e aqui do tecn 99 M ESTV então começa a formar então começa a crescer aqui a radioatividade aqui tá em quir Mas a gente pode considerar
como percentual também né então se o mbid tá decaindo por significa que o tecné tá se formando até determinado tempo que é um tempo máximo que é quando ele atinge o Equilíbrio aquele equilíbrio transiente né que aqui para o tecnécio eh Dent tecn a gente tem em torno de 23 horas mais ou menos tá E aí aqui é pra gente visualizar a formação Então desse tecnécio 99 que é igual quimicamente ao tecnécio 99 met estável essa aqui é a linha do tecn 99 Então a partir do momento que primeiro que partir do momento que o
mol 99 já decai um pouquinho já tá formando Mas o que o tecn 99 met estável também decai mesmo Dentro do gerador ele também decai ele também vai formar o tecn 99 aqui então ele começa a crescer em determinados momentos ó pode acontecer Dessa espécie ser até maior né em termos de número de átomos naquela solução até maior do que do próprio tecn 99 M que é o meu elemento de interesse né então o ideal é que eu tenha um gerador sempre eluído porque se eu eu elu o gerador É como se eu voltasse a
essa estaca zero né eu volto para essa condição removi tudo que Tinha boa parte daquilo que tinha e eu volto para essa condição e tem a questão de o fabricante produziu até ele chegar na instalação geralmente leva um dia às vezes dependendo da distância de onde tá o serviço de medicina nuclear dois TR Dias geralmente né Tem fabrica ali sexta-feira por exemplo Mas é para gente usar segunda então já fica vários dias Parado né então muito quando ele chega no primeiro dia que eu vou usar na segunda-feira eu já tô geralmente nessa Condição aqui technes
99 nove que é aquela que é o o Né o vilão na história bombando então Eh certos kits nessa condição a gente não pode usar que a gente vai falar sobre isso na mais paraa frente mas esse gráfico é para vocês entenderem isso e essa outra linha aqui é a atividade é é a concentração específica né a radioatividade específica que é o conceito que a gente falou antes então a partir do momento que eu tenho mais tecn 99 se formando né Ou seja tecn 99m decaindo e o tecn 99 se formando a minha atividade específica
ou radioatividade específica ela cai porque eu vou ter mais átomos do mesmo elemento naquela solução só que menos eh vou ter mais na forma não radioativa então isso isso diminui a minha qualidade do eluato né Tem menor atividade específica que vai caindo no decorrer desse tempo deixa eu ver as perguntas aqui eh o tecn 99 seria uma impureza sim só que é uma impureza que a gente não Consegue quantificar Porque como ele não é radioativo não tem como eu medir ele né então a gente precisa compreender ele por esse tipo né de gráfico por exemplo
pra gente saber que ele existe né Eh porque em outros casos a gente consegue avaliar as impurezas a gente faz controle de qualidade para avaliar impurezas né então a gente avalia se tem 9 no seu elato que não deveria est deveria estar só lá no gerador né porque é uma impureza eu não quero uma lid 99 Eu consigo quantificar consigo fazer testes né Eh se eu faço a marcação e fica tecn livre eu também consigo quantificar esse ureza só que o tecn 9 embora ele seja ureza eu não consigo quantificar porque ele não tá no
formato eh radioativo para eu né que eu consiga quantificar né então a gente precisa só conhecer o perfil desse gerador para que a gente Entenda como que a gente tem que que lidar com ele tá é a outra pergunta aqui então Aproximadamente em 34 horas eh por volta aqui mais ou menos né temos 50% aproximadamente te 99 e exatamente então quando chegar exatamente nesse ponto aqui eu vou ter mais ou menos metade do né do que eu tenho ali no eluato ou dentro do gerador se eu fizer uma eluição exatamente nesse momento aqui fiz uma
eluição a agora eu vou ter mais ou menos a mesma quantidade de número de átomos né radioativos e não radioativos ali Porém eu só consigo ler no Calibrador de dose o que está radioativo né E aí eu vejo a atividade não vejo o número de átomos né não é normalmente como a gente eh avalia mas é mais ou menos isso existem na literatura isso ah quantos átomos mais ou menos vai ter enfim só que como elemento o tecn 99 ele não é radioativo a a gente tem que se referenciar ele como número de átomos ou
molaridade que é mais ou menos como tá nos documentos por ele não ter atividade pra gente se referenciar a ele então Essa impureza sim vai ser proporcionar o tempo quanto mais tempo o gerador ficar parado mais eu vou ter tecn 99 que é uma impureza tá isso mesmo que Vocês entenderam então mais alguma dúvida em relação a esse ponto e a gente vai começar a falar um pouco mais né de como que a gente faz para poder marcar o kit né alguma dúvida ainda em relação aqui a todo a essa essa estrutura aqui De de
uição então aqui é o o gerador né então molibidênio te caindo tecn formando porém eu também tô formando tecn 99 quanto mais tempo passa mais desse elemento a gente tem eh Posso explicar sim então novamente ó vamos pensar que a gente aqui no t0 a gente tem 100% de mole biden no T1 segundo depois eu já começo a formar tecn 99 met estável e também tecn 99 porque o molibidenio também né Eh decai Diretamente pro tecn 99 então começou a decair eu comecei a formar mais ou menos em 23 horas eu tenho o que a
gente chama de Equilíbrio né porque a quantidade de molid 9 9 que decai para tecn 99 M estável e a quantidade de tecn 99 M estável que também decai para tecn 99 entra em equilíbrio eu formo um pouquinho mas eu também dec um pouquinho né em relação aqui a tecn 99 meta então é o que chama de Equilíbrio eu formo Mas eu também perco né E aí vai assim até Terminar né até a atividade aqui do mle bidio chegar a quantidades bem pequenas que vai acontecer mais paraa frente aqui né geralmente em torno de 15
dias a gente a gente utiliza Mas ainda tem atividade mas muito pouca demora aí algum alguns meses um dois três meses para até chegar digamos ao quase zero ali né mas nos interessa duas semanas desse gerador então isso daqui Se eu não elu esse gerador toda vez que eu elu É como se eu voltasse então ao tempo Inicial Eu zerei eu zerei né tipo assim eu removi o technes 99 meta estável e tecn 999 então eu volto para essa condição onde eu tenho menos possível aí eu vou ter só aqueles quase 13% lá que não
tem como eu evitar porque é de decaimento direto do MD 99 então Eh para certos kits em que é mais sensível eu preciso ter um gerador que eu tenha eluído ele recentemente então assim por exemplo eh um gerador parado 24 horas eu já tô aqui com uma quantidade tecnia Alta né mas mais do que geralmente os limites são 24 horas que T se eluído pelo menos nas últimas 24 horas que é mais ou menos aqui que eu tenho já bastante tecn 99 mas os kits já estão considerando que eu estou nesse cenário aqui e é
para aguentar agora se eu ignoro o protocolo que da bula do fabricante por exemplo em vez de usar o elap que tá mais ou menos aqui 20 sei lá em vez de 24 horas em torno de 30 e poucas horas eu vou ter mais tecn 99 Corre o risco da marcação D errado sobrar tecn 99 meta né porque aí eu vou ver por quê vai na hora que fizer o controle de qualidade tem tecnécio livre que não marcou Por que que não marcou porque a quantidade de kit né de dos elementos ali do kit tava
prevendo eu colocar uma quantidade de radiação controlando o número de o tecn 99 então Eh existem kits que existe essa restrição dessa qualidade do eluato e existem kits que não tem essa restrição Posso usar gerador velho que passou aqui de 48 horas que tá nesse cenário existem Loos que não eh kits que não tem esse tipo de restrição aumenta o risco de dar errado aumenta mas não existe essa restrição né então Eh isso daqui é para vocês saberem n vou marcar um kit qual que é esse kit tem restrição não tem E aí entra um
ponto se o kit tem restrição de gerador que tenha sido nas últimas 24 horas por exemplo eu não posso marcar um exame eu Preciso de um kit eh que tem essa sensibilidade nó segunda-feira primeiro horário né porque passou o fim de semana a não ser que seja funcionamento 24 horas da do serviço né ou alguém vai lá el só prel luir o gerador para na segunda-feira o gerador tá bom para fazer aquele kit para fazer aquela marcação né então não é o caso né então a gente vai ver que certos kits que são sensíveis a
gente vai colocar ele para preparar para fazer aquele procedimento Na parte da tarde então eu vou eluir primeiro no primeiro no início do dia para fazer certos exames e n segunda eluição desse mesmo gerador por exemplo 4 horas depois 5 horas depois ou até um pouco mais não tem problema a gente faz outra eluição essa parte de dinâmica das elui tá de planejamento de qual que o gerador que eu vou eluir Quanto que vai sair tem a ver com exatamente com esse perfil a gente vai falar sobre isso na radiofarmácia centralizada na aula sobre Radiofarmácia
centralizada tá porque aí entra um pouco mais na rotina né no dia a dia como é que eu faço para escolher qual que é o gerador que eu vou usar que vai sair mais ou que vai sair menos gerador maior gerador menor a gente vai falar mais esse tipo de detalhe na parte da aula de rádio farmácia centralizada tá como é rotina então eh a gente vai falar na outra aula tá E é isso gente né ainda tem alguma dúvida porque realmente esse é um Assunto bem importante né a gente vai acabar toda hora no
decorrer da parte do techness voltando nesse conceito e é bem importante todo mundo ter entendido tá intervalo eu ia falar justamente agora pra gente fazer um intervalo eh se ninguém tiver dúvida acho que a gente pode começar a próxima parte depois do intervalo pra gente não quebrar o raciocínio Tá bom então ó vamos marcar aqui agora são eh 20 20:26 8:26 eh 15 minutinhos Né Então até eh 8:41 certo ão 8:41 Nós voltamos aqui tá bom gente e aí assim não sei se não tá atualizando aqui o grupo mas aparentemente não tem nenhuma dúvida a
gente volta então em 15 minutos tá gente at logo m