Olá pessoalo que todos vocês estejam bem e preparados para nosso último encontro dessa vez para conversar sobre métodos alternativos a parte de definições importância e também vários exemplos como eu já mencionei para vocês nas últimas aulas o meu nomea olivea eu sou médica veterinária do complexo biotério aqui do setor de ciências biológicas da UFPR Então bora começar pessoal o que são métodos alternativos são procedimentos que podem substituir completamente o uso de animais e experimentos podem reduzir o número de animais necessários e também diminuir a dor ou desconforto sofrido por esses percebam que nada mais é
do que o nosso princípio dos trrs certo e apesar de terem definições muito Claras o con conito de substituição redução e refinamento de uma metodologia muitas vezes podem se sobrepor uns aos outros em uma espécie de sinergismo isso significa dizer que em alguns casos o refinamento da metodologia pode contribuir para uma redução do número de animais por exemplo outras vezes nós podemos conseguir substituir determinados ensaios que deveriam ser feitos em animais nas primeiras etapas ali do desenvolvimento de um medicamento mas entretanto em uma fase mais Av mais avançada utilizarmos os animais apenas Para comprovar a
ausência de toxicidade por exemplo isso também é considerado aí uma técnica né um um uma metodologia de método alternativo digamos assim eh então nós podemos encontrar aí métodos alternativos que apresentam funções variadas e graus variados dentro da sua aplicabilidade ok a substituição pessoal que é o nosso replacement ele pode ser dividido em quatro categorias Lembrando que essa é uma divisão didática Ok se trata aí de formas diferentes de nós conseguirmos compreender como essa substituição é feita então a gente pode dizer que ela é uma substituição direta ou indireta nos referindo à origem do substrato ou
do fenômeno estudado e nós podemos dizer que essa substituição ela é Total ou parcial quando nós nos referimos diretamente ao uso do animal vamos dar uma olhada em alguns exemplos para vocês conseguirem entender melhor a substituição direta é quando o substrato ou o princípio do fenômeno estudado é o mesmo que o realizado em animais Entretanto a gente aplica em vitro Como por exemplo o uso de pele de voluntários humanos pro estudo de irritação ou corrosividade cutânea essa pele pessoal ela pode ser obtida por exemplo através da biópsia né em vez de você utilizar o animal
Então você utiliza a pele para estudar um efeito que a substância ou um produto teriam se fossem aplicados na pele do animal vivo Ok Esse é um exemplo de substituição direta outro exemplo que nós temos seria o estudo da liberação de citocinas em vitro mediante o uso de linhagens celulares ou sangue Total humano em substituição ao teste de pirogênio em coelhos então nós utilizamos células monocítico sangue humano para quantificar a liberação de mediadores de mediadores inflamatórios envolvidos na resposta febril dessa forma é possível dosar os mediadores envolvidos na produção da febre sem a necessidade de
você observar a elevação da temperatura no animal por exemplo eh uma uma vez que você tem em vitro uma liberação de citocinas acima da causada pelo padrão você já pode verificar que o produto está contaminado né E que sua administração intravenosa em humanos poderia causar uma resposta pirogênica ok a substituição indireta é quando o fenômeno ele não reflete o que acontece no Animal inteiro mas a sua detecção permite assumir o efeito que este teria no organismo vivo um bom exemplo disso pessoal é o teste de endotoxinas também conhecido como ló que detecta a presença de
endotoxinas com base na reação entre elas e o lisado de células quando essa reação ela acontece é possível observar uma gelificação da solução testada ou até mesmo uma reação de cor dependendo do método que você tá utilizando dessa forma a quantidade de endotoxina acima do estabelecido é um indício de contaminação do produto então aqui o que foi quantificado é a substância que causaria febre então a endotoxina sem que a reação propriamente dita acontecesse no Animal Ok E aí pessoal nós temos também aquela divisão relacionada a substituição Total ou parcial a substituição total é quando nós
deixamos de usar o animal certo há alguns anos a potência de insulina ela era determinada pelos os ensaios de glicemia em camundongos hoje utiliza-se o hplc né que são ensaios de cromatografia líquida eh nós temos também pessoal a substituição parcial que quando Ah quando nós não utilizamos os animais no experimento em si mas sim partes desses animais que são submetidos à eutanásia para esse próprio fim ou para outras finalidades Como por exemplo o uso de órgãos isolados em estudos farmacológicos certo nós temos o teste de corne isolada de bovino para substituição do teste de irritação
ocular em coelhos Então os animais eles são eutanasiados com finalidade de servirem alimentação por exemplo e desse modo a córnea ela é extraída dos abatedouros após a morte do animal e são levados aí ao laboratório para serem utilizados no ensaio ok pessoal e qual é a situação dos métodos alternativos no Brasil em 2008 foi publicada a lei 11974 mais conhecida como lei aroua que regulamenta o uso de animais na pesquisa científica e na educação a lei aroua ela cria o concea certo que dentre as suas atribuições fica responsável por monitorar e avaliar a introdução de
técnicas alternativas que substituam a utilização de animais em ensino e pesquisa certo a partir disso a RN 17 foi elaborada reforçando a primeira preocupação do concer que é o bem-estar animal E cujas ações visam assegurar a dignidade e o respeito à Vida a redação dessa resolução normativa procura contemplar a perspectiva dos 3rs indicando Que métodos alternativos podem além de substituir reduzir ou refinar a utilização de animais sencientes ok que foi o que a gente viu nos primeiros slides além disso a RN 17 ela também estabelece que a partir do seu reconhecimento pelo coner seja dado
um prazo máximo de 5 anos para que o uso seja obrigatório em todo o território brasileiro Ok essa resolução pessoal ela foi revogada em 2022 passando a vigorar a RN 54 como vocês podem observar no slide o conteúdo do preâmbulo delas é exatamente o mesmo ok todas essas mudanças e resoluções que foram revogadas pelo coné nos últimos três anos tem como objetivo reestruturar o conteúdo de forma que fique mais claro mais objetivo facilitando o entendimento pelo público alvo que nesse caso somos nós Ok mas ambas as resoluções a 17 que foi revogada e agora 54
que ocupa esse papel né Elas possuem aí a o mesmo a mesma função né vamos vamos usar esse termo que eu acho que fica mais coerente ambas representam aí tem a mesma função Ok de falar sobre os métodos alternativos e descrever a questão dos prazos e como que isso é eh determinado em território nacional então seguindo né em paralelo ao papel do [ __ ] no que toca os métodos alternativos observaram-se também no Brasil em 2012 duas outras ações complementares que se integram nós tivemos a criação da rede nacional de métodos alternativos do renama e
a criação do centro brasileiro para validação de métodos alternativos pessoal o objetivo geral do renama é integrar laboratórios que desenvolvam ou utilizem métodos alternativos visando disseminar métodos validados desenvolver e validar novos métodos Ok já o centro brasileiro para validação de métodos alternativos que é o braf ele Visa principalmente identificar quais as áreas ou métodos necessitam do desenvolvimento de um processo de validação a partir daí cabe ao centro identificar e organizar quais os quais Laboratórios participarão né quem será o coordenador dos estudos buscar Formento dentre outras atribuições Ok E como que esses três centros eles se
integram entre si em linhas Gerais pessoal o brackman ele organiza os estudos os laboratórios da renama executam os ensaios e após avaliação dos relatórios finais o brackman ele encaminha al coné certo que irá oficializar os métodos no Brasil na prática o processo de validação ele pode se dar de três maneiras distintas a maneira mais comum é quando o centro brasileiro ele recebe a demanda de testes para validar apresenta oo conselho do renama as propostas o renama avalia o fomento e disponibilidade de Laboratórios e uma vez que o estudo ele é finalizado os relatórios Retornam pro
brac vão paraa avaliação e se tiver tudo ok segue aí para que o concea possa oficializar os métodos a maneira mais fácil é quando o método ele já se encontra validado internacionalmente nesse caso o braakman ele apenas recomenda ao coné o reconhecimento do método e é dessa forma por exemplo que a gente teve as resoluções 18 31 e a validação de todos os métodos alternativos que nós temos hoje aqui no Brasil para pesquisa Ok a terceira e última forma que talvez seja de menor ocorrência é quando um laboratório Já possui um estudo realizado porém sem
a revisão adequada dos resultados nesse caso o braakman ele convoca um comitê para avaliação dos relatórios e Estando tudo em ordem ele Repassa e recomenda pro coné para que esse realize o reconhecimento do método ok então em termos de aplicabilidade pessoal quando nós falamos de métodos alternativos quais seriam as vantagens e as desvantagens Eu particularmente não usaria o termo desvantagem mas sim limitações Ok as vantagens pessoal elas vão desde as mais óbvias como a não utilização de animais certo até outras como a redução de custos já que não se faz mais necessária a existência de
estruturas de biotérios paraa criação e manutenção dos animais Nós também podemos apontar aí como vantagem né Que métodos em vitro eles podem ser menos sujeitos a interferentes externos já que os animais eles sofrem influência de presença de ruídos alteração de metabolismo em função de alguma modificação de temperatura de luz do ciclo Claro escuro e também de umidade tudo isso influencia no Animal né né E do mesmo modo o espaço requerido para um teste em vitro ele é muito menor do que o necessário pro estabelecimento de um biotério OK às vezes de um biotério a gente
tá falando de um prédio né para um teste em vitro a gente precisa de um laboratório então são coisas que devem ser levadas em consideração quando nós falamos aí de vantagens No que diz respeito as desvantagens ou como Eu mencionei né as limitações no uso de alternativa duas podem ser aí constatadas né primeiro e acho que é um dos maiores limitantes né dentro dos métodos alternativos a falta de interação com um organismo vivo Ok E também o que está relacionado aos custos pessoal mas aos custos de que forma certo eh eles podem ser altos no
momento da implantação de um método novo devido a compra de kits comerciais Ok contudo a tendência é que a validação do método otimize o uso desses kits e reduza o custo dos mesmos certo mas ainda assim quando a gente fala de custos não se compara ao custo que nós temos paraa manutenção de um biotério como um todo Ok então a gente deve ter em mente pessoal que estudos que envolvem toxicidade reprodutiva né aprendizagem avaliação da dor metabolismo cinética toxicidade crônica entre outros que estão diretamente relacionados à interação com o organismo vivo esses estudos eles ainda
não são substituíveis por modelo eh que não seja animal né ainda não existem substitutos a não ser um modelo animal ok Então pessoal eh agora que a gente já sabe né O que são os métodos alternativos Como que o processo de validação acontece aqui dentro e também quais são vantagens e desvantagens cabe a gente fazer a seguinte pergunta né Em quais situações nós devemos buscar métodos alternativos Como assim Ângela como assim situação né a pergunta não ficou muito clara Então vamos explicar de acordo com a lei Arouca pessoal a criação e a utilização de animais
em atividades de ensino e pesquisa científica obedecem aos critérios estabelecidos nessa lei então isso significa que todas as vezes que eu for usar animais com essas duas finalidades seja em sala de aula com objetivo didático ou dentro de um protocolo experimental eu posso verificar a disponibilidade de métodos alternativos OK aí vem aquela pergunta básica né Mas será que o que eu faço se enquadra como pesquisa ou uma situação de Ensino em que eu preciso ou não utilizar um animal vamos dar uma olhada no que que a legislação traz para nós de informação ok então pesquisa
científica São Todas aquelas atividades relacionadas com ciência básica ciência aplicada desenvolvimento tecnológico produção e controle da qualidade de drogas medicamentos alimentos imunobiológicos instrumentos ou quaisquer outros testados em animais conforme definido em regulamento próprio Ok Essas são as situações que nós temos que se enquadram em pesquisa e em ensino pessoal eu não sei vocês mas eu sou da época em em que se dse secavam sapos na escola durante as aulas de ciências por exemplo Ok então será que esse tipo de situação ainda é permitida a resposta é não Ok por qu porque a utilização de animais
em atividades educacionais ficou restrita a estabelecimentos de ensino superior e a estabelecimentos de educação profissional técnica de nível médio da área biomédica Ok Além disso pessoal a RN 53 do coné ela dispõe sobre restrições ao uso de animais e ensino como assim mesmo que nós estejamos falando de estabelecimentos de ensino superior ou de educação profissional técnica de nível médio da área biomédica ainda assim dentro dessas duas situações nós temos restrições Ok então vamos dar uma olhadinha nessa RN 53 para ver o que que ela diz para nós né então artigo primeiro fica proibido o uso
de animais em atividades didáticas demonstrativas e observacionais que não objetivem desenvolver habilidades psicomotoras e competências dos dicentes envolvidos como Como assim Angela pessoal se o objetivo da aula é puramente demonstrativo Ah então eu vou aqui aplicar um colírio para vocês enxergarem a midríase e a miose provocada pelo fármaco nessa situação não é permitido o uso do animal Ok porque eu não tô desenvolvendo nenhuma habilidade psicomotora nos meus alunos eu só tô demonstrando o efeito de um fármaco ok Além disso pessoal as habilidades psicomotoras né e as competências a serem desenvolvidas elas devem estar bem definidas
nas diretrizes curriculares de cada curso e em documentos oficiais do Ministério da Educação ok É claro que essas proibições elas não se aplicam por exemplo dentro de um hospital escola onde eu tenho um paciente que tá apresentando uma condição clínica que precisa de intervenção Vocês conseguem perceber a diferença nesse caso do Hospital Escola agem que nós utilizamos ela está objetivando a redução de riscos sanitários danos físicos ou aprimoramento da condição de saúde e da qualidade de vida do animal que está sendo utilizado que na verdade é o meu paciente OK são situações diferentes Então se
dentro de um hospital escola eu preciso usar o colírio eu posso usar dessa situação para demonstrar pros meus alunos O que está acontecendo mas é um animal que está demandando este cuidado percebam a diferença né não é um animal sadio que eu pego para demonstrar é um animal que precisa desse cuidado dentro da minha clínica ou dentro da minha rotina Clínica né enfim então quando eu não estou dentro de uma rotina clínica em uma situação real de produção animal ou inspeção sanitária por exemplo a utilização de animais nessas atividades didáticas ela deve ser integralmente subs
ía por vídeos modelos computacionais ou outros recursos providos de conteúdo e de qualidade suficiente para manter ou aprimorar as condições de aprendizado Ok Além disso pessoal a RN 53 Ela traz um esquema chamado de árvore de decisão elaborado para orientar o profissional e o pesquisador a respeito das situações em que cabe ou não o uso do animal para ensino Então a gente vai dar uma olhadinha bem rápida nesse passo a passo porque ele é extremamente interessante e muito simples de entender e no final ele vai dizer para nós você pode usar o animal ou não
você não pode usar o animal para essa situação Então você precisa buscar aí um método alternativo Ok lembrando só pessoal srn é para uso em ensino Ok só para vocês relembrarem então número um né da nossa árvore decisória a aula prática ela promove a eutanasia de animais vertebrados Em algum momento do protocolo antes durante ou após a aula a resposta ela é sim ou ela é não se a resposta for sim a gente pula pro item três e se a resposta for não a gente passa pro item dois esse ambos ambos itens né esses dois
itens eles estarão no slide seguinte Pessoal lembrando que a lei Arouca ela se aplica a animais do filo cordata subfilo vertebrata ok nós não estamos falando de animais invertebrados aqui então qual que é a primeira pergunta se a minha aula promove ou não a eutanásia do animal Ok se a resposta for Sim eu já pulo pro último item se a resposta for não eu só passo pro item seguinte E qual seria o item seguinte né o nosso item dois a pergunta é ocorre de que compromete o bem-estar do animal em decorrência do procedimento didático sim
ou não então lá atrás eu disse que o meu animal permaneceria vivo né que não promoveria a eutanásia Então se o animal permanece vivo o que eu estou fazendo dentro da minha aula ocasiona no distress desse animal compromete o bem-estar desse animal sim ou não se a resposta for não não compromete o bem-estar do meu animal então a atividade prática ela não é objeto dessa resolução e eu posso continuar utilizando o meu animal normalmente não tem problema nenhum eu não promovo a eutanásia Eu não comprometo o bem-estar do animal então eu posso utilizá-lo Ok se
a resposta for sim né eu comprometo bem-estar ou corre de estess a gente passa pro item seguinte certo então qual é o item o item três a prática né da minha aula ela objetiva desenvolver ambas as habilidades psicomotora e competências lembram que isso estava lá no início da RN certo que os animais eles só poderiam ser utilizados em aula prática quando objetivassem aí o desenvolvimento de habilidades psicomotoras e competências específicas com os alunos então a pergunta final é você tem esse objetivo se a resposta for sim né eu objetivo o desenvolvimento de uma habilidade específica
então a prática ela também não é objeto desta resolução Em que sentido você pode continuar utilizando o animal se a resposta for não né Eu não tenho como objetivo desenvolver essas habilidades nos meus alunos então a prática ela está proibida e você não pode utilizar o animal nesse caso você busca ir por um método alternativo Ok espero que tenha ficado Claro para vocês é uma árvore decisória bem didática são S apenas três perguntas e que orientam aí o profissional a saber se ele pode ou não pode utilizar o animal em sala de aula então pessoal
agora né que a gente já sabe em quais situações dentro do ensino nós podemos utilizar os animais vamos dar uma olhadinha Em quais situações né Em quais situações não Mas quais seriam as nossas opções certo para utilização de métodos alternativos no campo da educação pessoal a substituição de animais em aulas práticas ela tem se mostrado mais fácil de acontecer são vários aí os exemplos de sistemas e modelos passíveis de utilização em sala de aula sem que um só animal seja submetido aos procedimentos então dentre essas opções né O que que nós temos nós podemos citar
as práticas demonstradas por meio de vídeos então manuseio de animais técnicas cirúrgicas demonstração de sinais clínicos técnicas de administração de medicamentos coleta de sangue dentre outros procedimentos experimentais nós temos também os simuladores principalmente aí na área de farmacologia e fisiologia são multimídias e softwares que abrangem a ação de medicamentos nos sistemas nervoso e cardiovascular por exemplo nós temos também pessoal seguindo aí o mesmo exemplo de muitas faculdades de medicina humana onde bonecos simulando parto queimaduras e fraturas são utilizados os diversos modelos semelhantes aí foram desenvolvidos pra área de medicina veterinária e experimentação animal Ok então
a gente vai ver aí alguns exemplos nos próximos slides mas nós podemos citar como método alternativo também o uso de modelos de simuladores e por fim nós teríamos também a possibilidade do uso de cadáveres OK são muito utilizados no ensino da anatomia e técnica cirúrgica então o uso ele apresenta como vantagem a manutenção da fidelidade anatômica e possibilita também a ocorrência de fatos que podem acontecer num procedimento real né deve-se ter apenas aí especial atenção para que a origem do cadáver não fira a ética ok então aqui nesse slide nós temos alguns exemplos Ah o
primeiro deles que dá para citar seria o Critical care Jerry que é um simulador canino avançado paraa prática veterinária e que foi desenvolvido aí paraa simulação de um atendimento em uma sala de emergência então ele tem capacidade de simular o trauma né e oferece ao aluno acesso a jugular acesso jugular perdão e vascular e representações realistas aí da traquéia esôfago e epiglote para acesso a vias aéreas OK outra opção seria o cocen rat que é um rato de borracha para treinamento de administração via oral então gavagem injeção pela via caudal intubação orotraqueal e também práticas
aí de manuseio no geral e nós temos também os rolos certo feito com diferentes materiais e texturas para treinamento de estruturas cirúrgicas então com relação aos softwares né Que Eu mencionei anteriormente nós temos aí como exemplo o vi frog e o Gne pic Eh esses softwares eles permitem a simulação do uso de várias concentrações de antagonistas e agonistas e eles ainda vão direcionando O estudante por meio de perguntas né ao estudo mais aprofundado aí do fenômeno que tá sendo observado mais um exemplo de software extremamente interessante pro pessoal da área de comportamento é o snif
o snif pessoal ele é um rato virtual que possibilita aos alunos aí a familiarização com estudos de condicionamento clássico condicionamento operante simulando uma caixa de Skinner Ok então bem ao lado do simulador Vocês conseguem em observar os gráficos de frequência que vão indicando né quão condicionado ou sensibilizado o animal está a determinado estímulo outra opção também muito interessante para consulta aos métodos disponíveis ou até mesmo para compartilhar um método que tenha sido desenvolvido é o repositório de métodos substitutivos ao uso de animal em ensino do coner então esses métodos Eles são de uso voluntário Ok
não entra no conteúdo da resolução que coloca como obrigatoriedade a partir de 5 anos de validação certo e esses métodos Eles foram submetidos ao concea por meio da plataforma sica é importante ressaltar pessoal eu até deixei destacado aqui que o coné ele não realiza o reconhecimento a mensuração ou a validação dos métodos que são substitutivos ao ensino certo esses métodos eles não passam por todas aquelas etapas de pré-validação e validação que são a as quais são submetidas aí métodos alternativos para pesquisa certo então não passa pelas mesmas etapas métodos alternativos substitutivos né paraa educação não
passa por etapa de validação e pré-validação como os métodos alternativos para a pesquisa OK são coisas diferentes Então essa plataforma né do concea tem como objetivo incentivar a redução do uso de animais em atividades didáticas e também de compartilhar alternativas que estão sendo empregadas em outras instituições alternativas essas que são extremamente interessantes né então se você Professor pesquisador desenvolver um método para praticar determinado procedimento antes de realizar no Animal propriamente dito né você pode compartilhar essa metodologia por meio desse link que eu deixei aqui no slide eu trouxe para vocês alguns exemplos dos modelos que
nós temos disponíveis na plataforma vamos dar uma olhadinha Então esse aqui é o modelo de rato em tecido de couro natural para treinamento de procedimentos em roedores de laboratório certo como por exemplo treinar a contenção a aplicação de injeções por vias intraperitoneal e também subcutâneo a proponente do modelo pessoal foi a professora Cláudia M do departamento de Patologia da faculdade de medicina veterinária e zootecnia da USP o formulário de submissão ele traz de forma bem detalhada todo o passo a passo para construir o rato em tecido de couro e também o valor final né o
custo de produção essas informações elas vão estar disponíveis para todos os métodos da plataforma Ok o formulário ele é realmente bem detalhado um outro exemplo que nós temos disponível é o método para treinamento de craniotomia em casca de ovo cozido esse eu acho fantástico o proponente foi o professor Dr Edgar Moria coordenador de Pesquisas no Instituto internacional de neurociências edmund e Lily safra esse método pessoal ele teve como objetivo substituir os modelos animais para treinamento de neurocirurgias de implante de micro eletrodos então ainda assim você desenvolve a habilidade manual para realizar a craniotomia com broca
cirúrgica para fazer a retirada da duramater E também o implante dos em neuroengenharia do Instituto pro pessoal que trabalha com estereotaxia É uma opção excelente de Treinamento por qu você vai capacitar sua equipe você vai refinar o seu método antes de passar pro animal propriamente dito quando você começa a a fazer a praticar no Animal você já tem uma experiência prévia certo de acordo com o professor Edgar essa metodologia ela reduziu drasticamente o número de modelos animais para treinamento e experimentação uma vez que nós temos estudantes e pesquisadores com habilidade técnica desenvolvida automaticamente nós reduzimos
o uso de modelos animais para treinamento prévio e nós melhoramos a qualidade das cirurgias da experimentação reduzindo aí perdas por exemplo e consequentemente a quantidade de modelos animais utilizados Ok quanto mais capacitado eu estou para fazer a cirurgia no meu animal menor a probabilidade de eu errar a cirurgia e de eu acabar perdendo o animal por conta disso certo então para fechar pessoal Ah desculpa vou voltar um segundinho só para lembrar eu deixei o o link do o link da plataforma e também deixei o link do próprio paper para vocês darem uma olhada que é
realmente muito interessante esse trabalho então para fechar nós temos também no repositório né o passo a passo para confeccionar um modelo sintético para cistocentese emem cães e gatos e também uma simulação virtual para realização de um hemograma pessoal é um material muito rico e que está à nossa disposição de maneira gratuita Então vale a pena conferir e também contribuir né muitas pessoas elas se mostram contrá a essa possibilidade de substituição do uso do animal no ensino alegando que se perde conteúdo ou que o uso de modelos alternativos não confere a prática necessária pro aluno porém
pessoal devee levar em consideração que em determinados estágios da educação a prática com animais ela é exclusivamente demonstrativa se há uma determinada técnica ou efeito de uma medicação sobre um sistema né o exemplo do colírio que eu usei lá atrás com vocês para isso né nessas situações o uso do vídeo da peça anatômica do simulador poxa se presta de maneira extremamente satisfatória né o uso de animais na educação hoje em dia deve ser restrito a situações particulares como em casos de especial ação ou residência né em que se faz imprescindível o desenvolvimento da habilidade psicomotora
e das competências no meu aluno certo e ainda assim ainda nessas situações em que eu preciso né em que eu tenho que desenvolver habilidade no meu aluno Eu também enquanto Professor posso me valer dessas desses modelos que foram apresentados né como uma forma de treinar melhor o meu aluno e a habilidade dele PR determinada técnica antes dele passar pro animal né como é o exemplo ali do treinamento da craniotomia em casca de ovo então treina treina treina antes no ovo para depois treinar no Animal certo é uma forma de refinar a minha técnica e com
certeza quanto mais refinado o meu aluno estiver menor a probabilidade de erros com o animal certo você preserva a vida do animal você reduz o número de perdas e por consequência o número de animais que são utilizados Então até nessas situações em que eu preciso desenvolver a habilidade no meu aluno eu posso me valher desses métodos alternativos antes para capacitá-lo de uma maneira mais adequada antes de utilizar o animal Ok então concluindo aí os nossos exemplos paraa área da Educação e passando pros métodos alternativos em pesquisa né quais seriam os nossos exemplos lembrando pessoal que
os métodos alternativos eles estão diretamente ligados ao princípio dos trrs certo e podem englobar metodologias que vão substituir completamente o uso de animais mas também aquelas que vão reduzir o número ou diminuir a dor e o desconforto dos animais utilizados é muito comum as pessoas acharem que método alternativo é pura e simplesmente aquele que substitui por completo o uso do meu animal que é aquele conceito que a gente viu lá no início né A substituição direta eu não uso mais sim isso é um método alternativo mas nós também temos métodos alternativos que servem para reduzir
o número dos animais que eu estou utilizando ou para refinar a minha técnica né diminuir a dor e o desconforto do animal que tá sendo usado isso também é método alternativo Ok então dentre esses exemplos pessoal nós podemos citar aí os diversos ensaios utilizando linhagens celulares né pros mais diversos fins como avaliação de citotoxicidade ou liberação de mediadores inflamatórios nós temos também o uso de órgãos isolados utilizado aí há muitos anos pela farmacologia como um propósito de se estudar a interação entre a droga e o receptor principalmente pro desenvolvimento de Preparações pro estudo da toxicidade
Ok Inclusive a gente pode citar aí os testes que usam a corna isolada de bovinos ou de galinha por exemplo né com o objetivo de substituir o uso de coelhos no teste de irritação ocular Eu Acredito que muitos de vocês já tenham visto ou ouvido falar no vídeo do coelho Ralf né em que a animação faz menção a esse teste da irritação ocular é basicamente o o quadro que eu trouxe para vocês aqui do lado direito do slide certo então esses métodos eles são denominados de organotypic ou seja órgãos isolados inteiros ou seus respectivos componentes
essas Preparações pessoal se baseiam aí na medida da extensão do dano causado pela exposição de uma substância nesse caso né quando a gente fala da cor por exemplo eh quando nós nos referimos a medir a extensão do dano né E nós estamos utilizando a cornea nós medimos o dano causado por meio do grau de opacidade ou por meio do aumento do grau de permeabilidade da córnea Ok é possível observar esses diferentes graus de lesão de opacidade permeabilidade por essa imagem ao lado direito aqui que representa um um um um quadro com os diferentes graus aí
para um teste de irritação ocular em coelhos Ok então o o método organotypic ele viria para substituir esse uso do animal eh vivo né porque querendo ou não a córnea ela provém ali do de um de um bovino ou de um de uma galinha batida de uma avvia batida né Vamos usar aí o termo mais adequado aí consegui passar e como eu disse lá no início da apresentação né os métodos alternativos eh eles também podem ser sistemas inteligentes de predição ou seja qualquer sistema formal não necessariamente computacional que permite ao usuário obter predição sobre a
toxicidade de determinada substância química Ok Lembrando que eh Obrigatoriamente para que eu desenvolva um sistema de predição ele precisa ser construído a partir de uma base de dados experimentais Ok beleza Bom eu não sei se vocês vão lembrar mas lá na nossa primeira aula né quando eu mostrei aquele caminho uma forma diferente de olhar pros tópicos que iam ser elaborados e desenvolvidos ao longo do curso Eu mencionei que os métodos alternativos eles nos apontavam o futuro né as tendências aí dentro da experimentação animal e se a falta de interação com um organismo vivo é uma
limitação real dentro do âmbito dos métodos alternativos as pesquisas que são desenvolvidas elas tentam ultrapassar essa limitação certo e uma delas é nesse caso o órgão NP que tenta ultrapassar aí essa falta de interação com o organismo vivo eu tô me batendo para passar os slides aqui aí então pessoal o órgão n chip como é possível de visualizar no slide ele é um chip tridimensional com sistema microfluídico multicanal que pode conter um ou mais cultivos celulares visando simular as respostas fisiológicas de órgãos inteiros ou de um organismo como um todo como esse sistema ele promove
a interação entre os diversos cultivos mimetizando O que ocorre no organismo como um todo ele permite estudos de cinética certo então é um passo a além né dessa nossa limitação de interação com organismo vivo eu trouxe aqui para vocês um vídeo é um tedit talk que fal que fala sobre esse assunto do órgano na chip né eu achei extremamente interessante ele tem uma duração média aí de 13 minutos e faz parte dessa aula pessoal então por favor assistam eu vou deixar ele disponível nos materiais complementares Porque nessa nesse modo de apresentação que eu tô usando
aqui do canva ele não me permite passar o vídeo para vocês ó eu tento clicar e dar enter e o vídeo não vai mas de qualquer forma eu vou deixar o link disponível nos materiais complementares e assim vocês podem assistir quando a aula terminar certo são 10 minutinhos de vídeo coisa rápida e realmente extremamente interessante sobre esse tópico Ok então para terminar aí de conectar tudo que a gente conversou até agora eu trouxe e onde essa consulta aos métodos alternativos para pesquisa pode ser feita né Como assim Angela aonde que eu encontro a lista dos
métodos que já são reconhecidos aqui no nosso país a gente vai encontrar isso no próprio site do con né logo na página de entrada é possível visualizar o link de acesso específico a parte de métodos alternativos Então nesse link Pessoal estão dispostas aí as rns que já foram publicadas e a listagem de cada um desses métodos ao total né ao todo nós temos aí 41 métodos reconhecidos pelo coné sendo que 17 foram estabelecidos pela RN RN de 2014 sete foram estabelecidos pela RN de 2016 um pela RN de 2019 e 16 métodos pela RN de
2022 então eu trouxe alguns recordes das resoluções para que vocês possam identificar todos os pontos que a gente conversou durante essa aula para finalizar aí o nosso tema a intenção pessoal é que a gente termine essa aula com vocês sabendo ler e analisar as rns do con que trazem para nós a listagem aí de métodos que foram conhecidos Ok desenvolver essa habilidade e essa competência com vocês então vamos lá né a RN que vai ser analisada é a de número 18 de Setembro de 2014 a primeira que nós tivemos aí para para métodos alternativos Então
logo no primeiro trecho da resolução nós temos acesso a ementa a ementa pessoal ela faz parte do preâmbulo e ela sintetiza o conteúdo da Lei Ok o preâmbulo é é a parte preliminar em que se anuncia a promulgação de uma lei ou de um decreto Então a gente vai ter ali resolução normativa número 18 de 24 de setembro de 2014 ela reconhece métodos alternativos ao uso de animais em atividades de pesquisa no Brasil nos termos da resolução normativa número 17 de 3 de julho de 2014 e dá outras providências Só lembrando pessoal que a RN
17 A gente já viu ela no começo dessa aula foi revogada em 2022 passando a valer a RN 54 Ok só para deixar atualizado então seguimos Essas são as primeiras informações que a gente vai ver na resolução aí então logo no artigo primeiro a resolução ela lembra o cidadão que está lendo né o porquê que de estar reconhecendo um método alternativo então a RN Ela traz as competências do coné que nós também já vimos Nesta aula certo o Conselho Nacional de Controle de experimentação animal com Sea no uso das atribuições que lhe Confere o artigo
5to da Lei Arouca resolve que esta resolução reconhece o uso no país de métodos alternativos validados que tenam finalidade a redução a substituição ou o refinamento do uso de animais em atividades de pesquisa nos termos do inciso terceiro artigo 5to da Lei Arouca e sua regulamentação Ok eu falo da Lei Arouca para não ler tudo de novo né mas Vocês conseguem acompanhar então novamente pessoal a lei ela faz essa alusão ao princípio dos trrs certo métodos alternativos que tenham por finalidade reduzir substituir ou refinar deixando bem claro que método alternativo não é só aquele que
substitui totalmente o uso de animais certo eu vou bater bastante nessa tecla com vocês e para finalizar esse primeiro artigo menciona a lei aroua por que será porque é exatamente no inciso terceiro Artigo 5 que a lei aroua traz a informação de que compete ao concea monitorar e e avaliar a introdução de técnicas alternativas que substituam a utilização de animais em ensino e pesquisa Ok vejam que tudo que a gente conversou até agora vai se conectando então aqui vem uma pegadinha eu confesso para vocês que quando eu li me causou um pouco de dúvida Então
eu fui tentar consultar alguns colegas para esclarecer essa situação e muito feliz aí obtive um um retorno então no artigo segundo a RN Ela traz para nós já a listagem dos métodos Mas pode ser que a gente encontre esse trecho escrito de formas um pouco diferentes como eu coloquei aqui no slide então nós podemos encontrar o termo o coné reconhece ou em uma outra RN a gente pode encontrar o seguinte termo o coné a torna oficial ambos os termos pessoal reconhece ou torna oficial eles apresentam a mesma função não tem diferença Ok e então por
que que tá escrito diferente né porque depende do legislador pessoal a a depender do legislador que escreveu a RN a estrutura do texto ela vai variar um pouco tá bom mas mantém aí a mesma função então no artigo segundo nós vamos encontrar também uma descrição suscinta do número de métodos que estão sendo reconhecidos e seus respectivos desfechos E como que isso vai funcionar né o desfecho eh o desfecho ele é indicado por algarismo romano Então nesse caso nós estamos falando de métodos alternativos para avaliação do potencial de irritação e corrosão da pele esse é o
nosso desfecho e logo abaixo nós temos aí a listagem em ordem alfabética né Contendo a identificação de cada um dos métodos que se enquadram dentro desse desfecho como a gente tem por exemplo aí o método da osd TG 430 que se refere ao método de corrosão dérmica em vitro teste de resistência elétrica transcutânea percebam pessoal que cada método é antecedido pelo código da osd Ah mas por que Angela por que esse código né porque para que o método seja validado né ele precisa seguir o guia 34 da osd então para quem quem não sabe pessoal
a osd ela é responsável por estabelecer padrões internacionais em várias atividades econômicas desde agricultura até a segurança de produtos químicos e métodos analíticos Ok por isso que vai sempre ter esse código aí antecedendo então depois de trazer a listagem completa desses métodos que foram reconhecidos o Artigo terceiro ele deixa claro que as aplicações específicas determinação Então se o método né ele se refere à substituição ao refinamento ou a redução do número de animais utilizados e todo esse detalhamento da metodologia tudo isso deve ser verificado no próprio método Ok Isso não vai est detalhado na RN
pessoal sen não seria muita coisa certo mas Ângela como que eu vou descobrir aonde que tá essa metodologia né procurando pelo número da Diretriz da osd que antecede cada título Ok esse número ele corresponde ao número da diretriz que detalha o método tá e para fechar concluir aí a nossa análise pessoal né Nós concluímos a RN com os artigos 4 e 5 que trazem a informação a respeito da validação dizendo que os métodos alternativos eles encontram-se formalmente validados por centros Inter nacionais de validação seguindo o guia 34 da oecd e possuem aceitação regulatória internacional Ok
e também que a partir do reconhecimento dos métodos alternativos fica estabelecido o prazo de 5 anos como limite para que a substituição obrigatória do método original pelo método alternativo aconteça ok Senão a gente já se incorre aí na em todas as as legislações que nós vimos nas últimas aulas né eu não vou não vou reforçar e nem repassar isso com vocês aqui de novo porque eu acho que já tá bem explicado né ao longo do curso bom e quais são os desfechos que nós temos atualmente pessoal paraa avaliação do potencial de irritação e corrosão da
pele nós temos paraa avaliação do potencial de irritação e corrosão ocular né lembrem-se que a gente viu o exemplo ali do dos métodos organotypic paraa avaliação do potencial de fototoxicidade e absorção cutânea nós temos também desfechos para avaliação do potencial de sensibilização cutânea avaliação de toxicidade aguda avaliação de genotoxicidade avaliação de toxicidade reprodutiva avaliação da contaminação pirogênica em produtos áveis avaliação de efeitos estrogênicos efeitos endócrinos e androgênicos e por fim nós temos aí os desfechos para avaliação de mutagenicidade e fotorreatividade além da avaliação de efeitos em Sistemas bióticos bom pessoal eu acredito que nessas duas
últimas aulas aí vocês conseguiram perceber o quão extenso é esse universo né eu arris aí chamar de universo mesmo dos métodos alternativos nós poderíamos destrinchar cada um dos 41 métodos que são reconhecidos Comparar as metodologias dentro dos desfechos mas para fazer isso nós precisaríamos aí de pelo menos uma aula por desfecho para mais né E nós estamos falando de 14 desfechos então vocês já não aguentariam mais me escutar falando de métodos alternativos então eu espero ter minimamente despertado em vocês a curiosidade sobre o tema e também a curiosidade em comparar a pesquisa que vocês vão
desenvolver com os trabalhos que já foram realizados anteriormente né Despertar a curiosidade em questionar se não existe algum método alternativo disponível que pode ser utilizado né ou até mesmo a curiosidade em desenvolver algo que pode ser compartilhado e utilizado pelos Colegas por exemplo né Há exemplo aí do professor que desenvolveu uma forma de treinar a craniotomia em casca de ovo né então eu aprimoro eu refino a minha técnica antes de ir pro animal cada um desses pequenos Passos pessoal fazem a diferença certo nós somos 8 bilhões de pessoas no mundo se todos nós nos juntarmos
né unirmos pequenos esforços de cada um o reflexo no final para aquele animal que vai estar em condições experimentais vai ser imenso certo e imenso então eu encerro aqui com vocês agradeço a oportunidade de trocar ideia durante esse curso né Eu espero que a aula tenha sido proveitosa e eu deixo meu e-mail à disposição de todos Caso vocês tenham dúvidas né ou queiram apenas discutir aí os temas que foram abordados ok então até a próxima pessoal e um bom curso para todo mundo ok tchau tchau