dar autonomia para as pessoas com deficiência é um dos maiores desafios que os cientistas de hoje enfrentam mais conforto menos dor e até mesmo fazer com que essas pessoas voltem a andar tudo com ajuda da tecnologia a Senadora Mara gabrilli tetraplégica a quase 3 décadas experimentou um exoesqueleto durante uma viagem aos Estados Unidos agora A ideia é aprimorar e trazer esse equipamento aqui para o Brasil [Música] tetraplégica desde que sofreu um acidente de carro em 1994 a Senadora Mara gabrilli chamou a atenção nesta sexta-feira ao publicar vídeos nas redes sociais em que aparece andando com
a ajuda de um exoesqueleto [Música] o equipamento batizado de atalante funciona como um suporte para que pessoas com algum tipo de paralisia possam ficar de pé eretas e se moverem em diversas direções com os braços livres Mara experimentou a tecnologia em Nova York durante uma missão de três dias a estrutura e funcionalidades do exoesqueleto foram criadas por uma Startup francesa o equipamento funciona com uma programação que varia de acordo com a necessidade do paciente como se inclinar sentar levantar Ou andar agora a intenção de Mara é fazer uma parceria para trazer o projeto do exoesqueleto
para o Brasil usar o que sentes idealizados por ela funcionariam como centros de congestionamento físico para pessoas com e sem deficiência de acordo com o IBGE mais de 17 milhões de brasileiros acima de dois anos possuem algum tipo de deficiência no país já existem aparelhos parecidos com o atalante mostram que por aqui a tecnologia também está caminhando em 2014 um para atleta chute inicial da copa do mundo usando um exoesqueleto desenvolvido pela equipe do neurocientista brasileiro Miguel nicolelis outro equipamento é esse que funciona na rede de reabilitação Lucy Montoro e também é um exoesqueleto mas
com uma estrutura diferente neste caso é a máquina que faz todo o movimento no que a Senador experimentou em Nova York o paciente consegue andar sozinho Lina Mara Batista Estela que é médica e coordenadora da rede de reabilitação esteve com a Senador em Nova York para conhecer os impactos dessa tecnologia que tem capacidade de revolucionar o tratamento de reabilitação e melhorar a qualidade de vida dos pacientes ali a estimulação elétrica funcional vai fazer o movimento vai gerar o movimento dos membros inferiores e vai sustentar o tronco com essa com essa com esse estímulo que simula
uma contração muscular o paciente inicia o movimento e o robô continua no próximo passo acontece a mesma coisa esses sincronismo entre o estímulo elétrico funcional e o movimento é que enriquece faz com que a marcha parecia uma coisa tão suave tão próxima ao movimento humano a Márcia é mãe do Alexandre o médico que sofreu traumatismo craniano em um acidente de carro aos 24 anos a família veio do interior do Rio Grande do Sul para se tratar em São Paulo com várias sequelas cognitivas até tecnologia vem ajudando na reabilitação do jovem minha esperança que o Alexandre
a caminhar porque ele não teve lesão medular Então esse treino vai ajudar ele e muitos outros pacientes se Deus quiser