oi Nilda da Argentina uma história missionária Capítulo 1 os problemas de Nilda na região quente chamada Thiago no norte da Argentina um garotinho apanhou uma vara de bambu e aproximou-se de Nilda que estava de pé na entrada da casa seus pés ligeiros corriam em direção a menina chegando-se a ela deu-lhe uma pancadinha no braço com a vara e rápido como um raio pulou de lado fora do seu alcance Nilda não me pega Nilda não me pega cantava o menino Nilda uma menina de 12 anos virou-se e correu atrás do irmão mas como o seu pé
direito se arrastava o menino Travesso teve tempo suficiente para chegar atrás da cabana com a vara de bambu antes que ela tivesse dado cinco passos ele logo voltou pulando e gritando em torno da menina sacudindo o próximo ao rosto dela acabou batendo na sua perna depois começou a correr em volta da cabana repetindo Nilda não me pega Nilda não me pega o rosto de Nilda estava vermelho Ai Pedro você me deixa maluca ela gritou quando o irmão passou perto dela rapidamente ela agarrou uma vassoura de Galhos Secos e duros quando o Pedro voltou Nilda ergueu
o braço esquerdo armado com a vassoura e bateu com força acertando em cheio o rosto dele eu não pode pegar o Pedro porque a minha perna não funciona direito mas ainda tem um bom braço é melhor você tomar cuidado porque eu sou muito esperta mais do que você ela ficou ali inclinada para o lado apoiado na vassoura Pedro esfregou a bochecha arranhada e largou a vara e fugiu para brincar com os irmãos debaixo do pé de jacarandá estas árvores também me deixam doida resmungou Nilda baixinho e fez uma careta para Graciosa árvore que pendia para
estrada todas essas flores azuis caindo e as Crianças levando-as para casa ai fazem tanta sujeira e eu que tem que limpar Nilda suspirou fundo pegou a vassoura e atirou contra casa depois entrou em casa ainda resmungando o Pedro minha mola porque não posso andar direito as crianças da minha idade não querem brincar comigo porque não posso ir à escola como elas vão nada de bom acontece eu só trabalho trabalho trabalho e agora já está na hora de colher mandioca no quintal e cozinhava para o jantar ou talvez eu possa fazer mandioca assada na brasa hoje
Nilda caminhou pela casa Escura em direção a uma mês já tomou Cuidado para não pisar na pequena Leda que estava deitada nosso alho chupando o dedo o bebê estava dando pontapés no bercinho de bambu e outras três crianças brincavam no chão Mas acima no puleiro de Arame um papagaio gritava Nilda pegou o cesto de vime e calmamente arrastou-se para a entrada da casa a olhar para a estrada avistou duas jovens senhoras desconhecidas que vinham pelo caminho Pode ser que venham da casa-grande do Morro tem sou Nilda parando na entrada da casa logo as mulheres alcançaram
a sombra do Jacarandá e em seguida caminharam direto para o quintal da casa de Nilda e a senhora mais baixa O Leonildo e sou eu Nilda estava custando acreditar que fosse verdade não se lembrava de alguém que houvesse sorrindo para ela antes eu sou a dona Eunice e essa é a dona Elva disse a mulher amigavelmente queremos convidá-la para dar um pulinho até uma escolinha na Casa Grande do Morro para começar daqui a pouco a senhora quer dizer aquela casa grande branca do Morro aquela que tem janelas bonitas e está pintada O Casarão da dona
Ila sim isso mesmo respondeu a mulher os olhos de Nilda brilharam de animação olhou então para sexta na mão e suspirou a senhora não pode querer que eu vá sabe eu não foi muito escola eu só trabalho não é uma escola como as outras disse a mais alta a dona Eva e tinha uma voz doce e queremos que você vai assim fizemos uma longa caminhada para lhe fará falar a respeito de alguém que gosta muito de você a senhora deve estar a responder Nilda ninguém gosta de mim apontando para o braço e a perna aleijados
Nilda continuou eu tive paralisia infantil quando era criancinha e agora uma perna e um braço não trabalham direito mas nós queremos que você vá afirmou dona Eva a mais alta das senhoras tocando levemente o braço de Nilda não posso ir tenho 18 irmãos para cuidar enquanto minha mãe lava roupa para outras famílias pois leva os seus irmãos também queremos contar a vocês a respeito de uma pessoa maravilhosa falou dona Eunice amavelmente com um sorriso simpático então eu irei decidiu Nilda as duas mulheres voltaram para casa grande e Nilda foi chamar as crianças seriam elas pensou
Nilda Pode ser que sejam conhecidas da minha tia do meu tio que vivem lá em Corrientes a grande cidade que é cortada pelo Rio Paraná e ela de nada eu sou apenas uma lei Jada Mesmo assim gostaria de saber quem elas são quero saber porque elas vieram de tão longe para me convidar eu vou até lá para ficar sabendo como Nilda vai conseguir ir na casa grande levando todos os seus irmãos Será mesmo que ela vai até lá em ser essa pessoa que essas mulheres vieram falar que gosta de a Nilda um você vai poder
descobrir no segundo capítulo Não perca Curte compartilhe e se inscreva no canal