no pouco do saber direito desta semana você aprende sobre filosofia do direito e à modernidade quem fala sobre o tema é o professor e advogado concílio correia agora não saber direito estamos de volta com muita alegria e o nosso desafio neste momento é uma reflexão à luz da filosofia do direito referente ao é nascimento também chamado pelos italianos de ressurgimento há de se perguntar renascimento de que a compreensão maior dessa questão reside na circunstância de que a cultura do paganismo aquela da civilização grega da civilização romana for centrada em uma idéia qual seja o homem
é a medida de todas as coisas só que a civilização seguinte de natureza medieval ré significou essa questão e estabeleceu como regra de vida é o compromisso de que é deus é a medida de todas as coisas de onde a centralidade e o magistério da igreja sobre o mundo à luz do cristianismo católico agora no renascimento que esse intervalo este ato este interregno entre o fim da 'lista que começa a declinar e um capitalismo que começa a acender o que se tem é o ressurgimento é da regra antiga e que o homem é a medida
de todas as coisas renascimento portanto do espírito do paganismo que significa o que significa a idéia de combate ao mundo conhecido que é precisamente o mundo feudal marcado por esta presença significativa é da igreja e do seu argumento frente a esta construção é de uma visão de mundo patrocinada originalmente pela patrística e conclusivamente pela escolástica que tem com dois grandes símbolos não é santo agostinho e santo tomás de aquino trata se de uma ruptura de uma descontinuidade que vai buscar acelerar a construção do mundo novo qual seja num do mundo moderno portanto é o renascimento
precisa ser enfocado nesta nossa aula em três perspectivas primeira a perspectiva do renascimento econômico segunda a perspectiva do renascimento cultural terceira a perspectiva do renascimento político em seguida mas sintetizaremos estas três perspectivas e teremos é nosso poder em nossa posse há a compreensão dos fundamentos nem do que deveria ser é o mundo moderno resta portanto a tarefa que vamos cumprir a partir de agora renascimento em perspectiva econômica significa nós compreendermos que desde o século 10 até o século 12 o mundo medieval começa a passar por um conjunto de mudanças materiais e de alta significação eu
direi que a primeira delas que pode ser vislumbrada e sublinhada é precisamente o retorno ao grande comércio e eu me reporto a idéia de retorno porque civilizações antigas as civilizações pretérita irmã já haviam é super desenvolvido o comércio que do fui hering no ensaio o célebre chamado direito a hospedagem reputa é que foi um instrumento e disse significativo poder civilizatório que terá levado inclusive a mudança da atitude jurídica e política da cidade em frente ao estrangeiro o mercador era um estrangeiro eo mercador e sofria ameaça de pena de morte a cidade muda a sua atitude
jurídica e política frente ao mercador passando a protegê lo e essa proteção e civilizatória porque eu comecei essa força que leva a mudança de atitude é política e jurídica frente ao outro aqui e alhures não significando portanto né é esta onda né civilizatória que no oriente que no ocidente recordando a ideia de que a civilização uma viagem do oriente para o ocidente o retorno ao comércio e às suas caravanas tem um poder expressivo porque se dar uma sociedade cuja riqueza é advém fundamentalmente é da terra desde que o feudalismo ao se estabelecer um centro da
história inibiu duas realidades inibiu a vida urbana e inibiu a vida mercantil que eram vidas que já estavam super desenvolvidas na civilização romana segurança romana é uma civilização que jamais deixou de ter o fundamento é é a terra eo latifúndio quase um dogma romã o mundo romano se reprime todos aqueles que querem e partilhar a terra é reformar a terra é democratizar terra a idéia de reforma agrária é uma ideia repugna nada no mundo romano é esse é o solo é na cidade de roma na península itálica é pugnar nas colunas que o mundo romano
conquistar a isso e explorava e repugnado inclusive nas colônias e que o mundo romano conquistarem abandonará porque se queria entregue cidade da grande propriedade e integridade do latifúndio mas o mundo romano quando caminha para a chamada civilização clássica e conquistar a hegemonia diante do mundo decorrente do declínio dos gregos e da vitória dos romanos nas guerras púnicas né ele se tornou o herdeiro das rotas mercantis senhor dos mares né e vai ter que criar uma sinalização bridge defronte a uma civilização que jamais deixará de estar focada na terra e no latifúndio mas vai se tornar
uma civilização com uma extraordinária capacidade urbana e mercantil ocupando o mundo que foi a grega e estendendo é fazendo com que e defronte essa utilização latifundiário mercantil exercer a hegemonia sobre o mundo sucede que o declínio de roma este património é urbano e mercantil que levou é inclusive é é um grande e historiador é a dizer que no seu apogeu a cidade de roma entre amores não dispunha de 7 milhões de habitantes né é esse patrimônio entra em crise porque os chamados bárbaras que do extremo norte da europa ocupam centro da história trazem consigo instituições
territoriais trazem consigo o colonato e vão portanto realizar essa inibição amputação querer da cidade quer do comércio recordando que o comércio é uma atividade sediada na cidade é nasce vinculado a afirmação é da cidade de tall forte que a sensibilização é agrária é rural é seu da oea filho quer dizer gado rebanho animal de pequeno porte remetendo importante para campo né essa finalização feudal se estabeleceu no centro da história e foi difundida em torno de 12 minutos e meio rural é fazendo com que as cidades isso em função e o comércio fosse exibido só que
é a partir do século 10 é este mar mediterrâneo é desembaraçado volta a ser objeto de ampla circulação am e de vinda entre oriente e ocidente 1 e as cidades começam a renascer para a história porque eles resultam do retorno à atividade mercantil segundo aquela ideia de que o mal vai libertando a terra a terra marcada pela servidão feudal e um mapa permitindo uma atividade desembaraçado dos controles real das então é por isso que se diz que uma foi libertando a terra que o mar começa ser é a fonte é da circulação e de riqueza
criando os caminhos para uma economia que vai se revelar gradativamente mais dinâmica do que economia agrária e feudal os mercadores voltando à cena da história eles vão estar sediados onde nas cidades daí a idéia de burro daí a idéia de embrião nascente da burguesia daqueles que vivem no burgo são esses mercadorias que nos séculos 10 11 e 12 vão restabelecer as grandes caravanas de comércio um todo contra as agruras do mundo porque o começo vai se fazer da cidade é para o campo e realizar a atividade mercantil da cidade para o campo significa o fretamento
de todas as travas de todos os limites de todos os embargos não é presentes né é nesta rede de filmes não é que levará o mercador a bater à porta de cada feudo a ser ali taxados sobretaxado para poder realizar o seu ato mercantil que e concluído o levará até ao próximo ao próximo ao próximo e ao próximo segundo tempo repetir é este ato em cada um deles deles que até este ser taxado e sobretaxado porque o mundo federal é um mundo fragmentado não existe no mundo feudal é é e se não é nesta base
econômica a autoridade local que é precisamente do barulho da terra então esta é taxação essa sobre transação é sucessiva do mercador faz com que o seu lucro médio seja é a menor seja menor do que poderia ser em existido uma autoridade central e e isto que faz é do mercado um tipo absolutamente teimoso lutando contra as circunstâncias e estabelecendo uma cultura nova segundo a qual a vida só pode ser compreendida como risco à vida risco e o risco aqui que significou que o mercador que contra todas as circunstâncias taxados sobre os achados e termina por
estender os relatos mercantil ele está construindo uma cultura nova afirmando uma instituição nova chamada mercado e ao fazê lo lutando contra todas as circunstâncias ele sofre é é pesadamente é porque está não apenas lucrando a menor mas está sob ameaça de perder tudo que já conquistara é buscando entretanto é acumular conquistar muito mais essa atitude não é encontrar as circunstâncias teimosa mais proativa que faz com que nasça um espírito que vai se reconhecer mais tarde como o espírito do capitalismo ao historiador alemão josef um tenta que descrever os tipos que ficaram conhecidos como tipos chupim
italianos que estabelecer a cultura de que a vida risco e correndo risco deveria se aspirar sempre aqui se aspirar sempre a ter em perspectiva a possibilidade de e ganhar muito mais acumular muito mais construir mais riqueza é entretanto correndo o risco de perder tudo que já se conquistará a esta dimensão é proativa vai significar precisamente aquilo é que deveria ser denominado mais tarde de acumulação primitiva de capital que estes mercadores empoderadas não é em vão ser detentores de uma massa de riqueza que é a chave do novo mundo uma riqueza que é se transforma em
capital que é o dinheiro e especial é capacitado a germinar é a produzir é mais riqueza é como se um dia 11 de um gerasse um dinheiro dois de dois geradores de um dinheiro 3 de 3 num crescente numa progressão é de construção ampliada da riqueza efe e capital amã dos mercadores né é um capital sofrido porque os mercadores enfrenta essas circunstâncias e office na uma autoridade central que lhes possa tributar eles são taxados sobretaxados e há também o risco de neste ato mercantil depois de realizarem comércio em uma extensa malha de feudos seria objeto
de bandoleiros de saqueadores né e literalmente perderem e é aqui que ele realize resultar num resultante desta é etanol nós a disciplina que vai é e estimulá los de vez a vez a prática é do comércio eles quando surge a ideia do banco no mundo medieval aqui essa possibilidade de empregar é os seus capitais é a lourdes né e resgatá los aqui porque um tipo especial responsável pela intermediação financeira é aparece no mundo feudal é vinculado é sobretudo é ao papel financeiro do judeu fundando o banco num em cobrando um deságio por esse valioso serviço
este mercador então é de posse é desses capitais vai poder ver a final vai poderá afinal é e empoderado perceber que as possibilidades da nova riqueza estão vinculadas num a ao financiamento de uma nova ciência ao financiamento de uma nova e tecnologia que serão forças capazes não é em perspectiva de começar a adis autorizar a vigência de um mundo a filda one cujas estruturas organizacionais né contaram com a presença ea contribuição é do pensamento aristotélico resgatado por são tomás de aquino um presente visivelmente presente na construção de uma visão espiritualista é de mundo numa ordem
é tem o cêntrica referenciada por tanto pela centralidade de deus mas eu estou em fácil é de uma pergunta e naturalmente houve lá porque nós precisamos estar sua pasta não é esclarecer é os nossos alunos a respeito de circunstâncias múltiplas e complexas visão e serão os cidadãos para que nós possamos marchar juntos num e recolhendo os melhores fundos né é de cada um é momento de nossa reflexão porque o renascimento passou a combater essa velha essa técnica valiosa pergunta por que o mundo feudal aqui eu me reporto né e chegou à sua arquitetura é jurídico
política com um concurso de aristóteles que é a última das figuras é da trindade filosófica grega a ser cristianizada e um foi por são tomás de aquino assim como é platão foi utilizado por santo agostinho e em sócrates foi utilizado por opção justino e aristóteles segundo essa idéia de que a filosofia era ancilla o auxiliar da teologia termina fortemente presente num estabelecimento dessa arquitetura e jurídico política do mundo medieval segundo a qual é santo tomás de aquino reivindicada é que o alos da tradição fundada na patrística por santo agostinho o estabelecimento de um estado é
religioso com um príncipe questão é a perseguir o advento da justiça compreendida como bem comum a justiça social é de santo tomás de aquino tem guarda correspondência com a justiça geral de aristóteles aristóteles é portanto figura e maneira molecular é presente neste argumento é e crítico é medieval é católico e o renascimento é em busca do estado laico é combate é a igreja e seu poder e ao combater a igreja seu poder passa também a combater aquele que concorrerá é para a construção é de da cosmovisão e medieval isto é é passa a combater a
história porque é tentar saber no mundo era saber segundo aristóteles combater história significa o que na perspectiva do renascimento combater o papa combater é a igreja é combater é o recre estão combater o barulho da terra porque a estrutura de poder medieval se organiza segundo essa equação associação do papa o rei cristão para que o reino cristão renasce errei a serviço da igreja é em concurso na na base é material com barão até o renascimento combate a todos num e combatendo igreja é papa e cristão e banana da terra com bate aquele que fora chamado
para criar o cimento valorativo cimento geológico deste mundo e isto é a aristóteles nã com quem ea filosofia diz santo tomás de aquino é em diálogo se estabeleceu esse porque a história se passa a ser combatido e vai ser combatido por nicolau maquiavel é no renascimento desde que maquiavel rz que política é pura e simplesmente a arte de governar é contestando o argumento aristotélico de que política é a arte de bem governar retirando da política aquele fundamento ético sem a qual aristóteles não reconhecia como política porque se ética à política se transformado em política disse
políti ca em aristóteles né ii é tratando do estado laico num e maquiavel reconhece ea política em todo e qualquer manifestação criando uma perspectiva de autonomia da política em relação à ética à elevando a construção desse polêmico livro chamado príncipe eis porque há estoques desde o renascimento vai ser por pelo menos 500 anos objeto de sucessivas críticas sucessivas domínios né em um processo de desconstrução que talvez só encontre o paradeiro razoável relativo remédio agora né na perspectiva da nova retórica que o argumento de reconstrução da teoria geral do direito que busca resgatar lo de tal
sorte que este mercador medieval vai chegando ao renascimento é empoderado e pela acumulação primitiva de capital tornando-se é o financiador é das escolas de navegação um dia' a nova ciência ea nova tecnologia é são desenvolvidos e o desenvolvimento da nova ciência e da nova e tecnologia ali desenvolvidas não é que vai permitir é a resposta a um poderoso e significativo é anseio renascentista que o anseio de mudar a relação do homem ter o espaço quer com o tempo o inter que ciência e tecnologia têm a ver com isto é e à ciência e à tecnologia
vão ser prioritariamente colocados a serviço de uma compreensão de delata são do espaço porque a projeção oceânica da europa vai resultar do processo que garantirá a capacidade de navegação à longa distância a nova ciência nova tecnologia são ciência e tecnologia náuticas não é em vão garantir essa capacidade de navegação à longa distância e da navegação à longa distância em busca é daí sim dias é das ilhas afortunadas não é do paraíso na terra o homem renascentista terminar é terminar a apple chegará às chamadas é terras novas né integrando a isso não há a compreensão e
física espacial é do que era o mundo nem daí esse processo de descobertas não é que vai e conduzir é por exemplo né é a incorporação da das américas é a história é escrita e em particular num a integração do brasil e maneira periférica neste mundo que está sendo centralmente desenhado num o que se tem portanto é uma dilatação do espaço que vai também conduzir a uma aceleração do tempo porque em terra começará um processo de mudança do modo de produzir que terminará por consubstanciar uma mudança no modo de produção que mudança é esta no
modo de produzir o renascimento vai chegar a colagem de mercadorias a clonagem de objetos com a subsunção com a submissão da ciência e tecnologia ao processo produtivo com artesanato começando a se transformar em indústria porque já no renascimento siderar o primeiro embrião da indústria particular na inglaterra quem indústria é têxtil que indústria alimentícia mas vai se estabelecer ali uma regra que é essa capacidade de produzir em série o artesão medieval 51 de suas ferramentas e artista que era tim que se realizará esteticamente se ele criar se é uma bolsa este exemplar era único se outras
bolsas ele tivesse que criar criaria outros objetos porque tinha que se realizará esteticamente e porque ele poderia fazê lo porque ele nasce em outras ferramentas de trabalho um novo tipo que surge é na cidade nesses primeiros parques fabris não é detentor de sua ferramenta de trabalho só é detentor de sua capacidade de trabalhar de alugar se enquanto força de trabalho ele vem é dos seu 2 ele vem e dos campos que estão em processo de desorganização e vai se apresentar pela primeira vez na cidade para uma experiência fabril é totalmente nova é de só se
antes da tradição de trabalhar tendo na mão grande instrumento de trabalho regulado pelo nascer e pelo morrer do sol em campo aberto agora o ambiente fabril é fechado a a uma disciplina do corpo frente à a máquina a produção é produção série porque quem fabrica é uma cadeira com o seu desenho o seu peso seus componentes a sua cor pode fabricar 1 trilhão de cadeiras não é é da mesma natureza o que é uma revolução na história produtiva da humanidade o que é isto ah e uma aceleração é do tempo produtivo e do tempo social
resultante da super a aplicação da ciência e da tecnologia e é neste espaço da vida social e este espírito que vai marcar e marcar profundamente o homem renascentista que é exatamente o homem que está retratado aqueles versos famosos não é de luís de camões é muito reduzidas porque ele está em poder ado num exército dizem precisamente isto dodô navegante português do gênio lusitano né a quarta parte nova do mundo árabe esse mais um do vera cruz chegará significa dizer o quê quem poderia deter este homem segunda se em si e sim outra tecnologia capaz de
lotar o espaço de acelerar o tempo a resposta é esta do suposto amor e ano nada é nem ninguém é por isso que dessa projeção oceânica é da europa é nascer a amm é circunstâncias distintas dentro de uns ao mundo que circunstâncias distintas são essas o caminho para a construção de estados nacionais soberanos na europa e um caminho para o estabelecimento de colônias é sobral termas a e periféricas é no resto do mundo é um mundo sempre com o periférico que vai girar em torno de uma ampliação das possibilidades de comércio dentro de um mundo
espacialmente é multiplicado por meio do mercantilismo eo mercantilismo é esta super capacidade de realizar transações é inter continentais a que vão é permitir é a afirmação da primeira burguesia que é a burguesia mercantil é a qual é ampliado significativamente em função dessas possibilidades mundializadas né é a acumulação de capital preparar a mais tarde o advento da segunda burguesia qual seja da burguesia industrial quem será responsável é por novas revoluções científicas e tecnológicas é personificada na idéia de revolução industrial fazendo com que esse sistema fabril nenhuma dimensão inusitada na história da humanidade e do super desenvolvimento
da burguesia industrial é nascerá é mais tarde né a burguesia financeira ea burguesia financeira criando um sistema de intermediação é complexo vai dominar a burguesia comercial vai dominar a burguesia industrial eu união e do processo germinativo de uma ordem social é capitalista a burguesia comercial vai realizar o parto da burguesia industrial burguesia industrial passar a dominar o resenha comercial a burguesia industrial vai realizar o parto da burguesia financeira ea burguesia financeira dominará a burguesia industrial ea burguesia comercial mas qual é o grande fenômeno do ponto de vista material o capitalismo e está pronto é capitalismo
comercial é capitalismo industrial é capitalismo financeiro está realizando a sua ascensão histórica acelerada e o maior dos críticos do capitalismo realizará também o melhor dos elogios já merecido pelo capitalismo quem foi ao mar qual é o elogio presente no manifesto comunista o elogio de que a sociedade capitalista é realizou em função dessa super revolução material é em décadas num aquilo que é o feudalismo não realizou em séculos aquilo que o escravagismo não realizou e milênios significa dizer do ponto de vista da eficiência kalmar crítico do capitalismo vai ser ôôôô grande a projeto está a reconhecer
a sua super capacidade de transferir murar é materialmente num é as circunstâncias econômicas da humanidade esse processo nasce onde as entregas do mundo feudal esse processo é se com substância quando é no renascimento esse processo se desdobra é para onde se desdobra na direção da afirmação é material transfigurada e transfigurador alpb a modernidade que é terá diante de si a lidar com uma circunstância é multiplicada que é a de responder é ao desafio do advento de uma ordem econômica mundial realizada de uma ordem econômica é globalizada num é aspirada desde a origem por aqueles tipos
flu peter e anos que sabiam que a nova riqueza não ficaria contida no espaço local sabiam que a nova riqueza reclamava o advento de um espaço nacional am e sabiam que construir esse espaço nacional a nova riqueza só tinha um destino a a sua mundialização a sua globalização que resulta em plenitude desse fenômeno de agora de que somos testemunhas privilegiadas não podemos portanto realizar a síntese e compreensiva de que a transfiguração é econômica do mundo tem um renascimento né o seu ponto de inflexão diante disto é a que podemos passar podemos passar para o segundo
momento desta nossa reflexão sobre o renascimento que é exatamente o momento e da cultura porque porque o renascimento é um processo de tal maneira é ferver sentinela é que ele é não se resolve nem se resolverá esse é o concurso desta dimensão é simbólica é extraordinária nós estamos aqui ampliando a compreensão do renascimento freqüentemente de maneira intuitiva vinculado apenas ao fenômeno da cultura nós vamos já chamamos para a nossa argumentação essa dimensão econômica do renascimento como vamos chamar em seguida essa dimensão política do renascimento mas precisamos refletir sobre essa tessitura simbólica essa tessitura e valorativo
essa tessitura cultural do renascimento qual é a grande mudança cultural do renascimento o renascimento e significa a reivindicação é da passagem de uma visão de mundo te o centro fica para a afirmação de uma visão de mundo um tropa cêntrica significa dizer o centro deixará o suposto de ser deus o centro passará por um suposto a ser o homem porque porque o homem está em estado febril tomado pela ambição e do reconhecimento de suas e possibilidades supostamente infinitas diante da transfiguração do mundo é este homem que ao empreender grandes navegações de lata compreensão do espaço
a recorrer a ciência ea tecnologia é acelerar o tempo produtivo e social o ritmo da vida é se transforma esse objeto descoberto há cinco mil anos e até então sem função passa a ser o reitor da vida o relógio porque é o tempo produtivo será mensurado né é é pelo relógio nem que passa a ser um signo de se acelerar né de todo o tempo é social o que se tem é portanto nessa transição do ano do dell centrismo para o antropocentrismo esta pretensão de empoderamento do homem que à luz da ciência luta e tecnologia
pretende criar o chamado progresso infinito e este homem renascentista chamando para si essa essa super potencialidade é passar para atender ser reconhecido como deus como o único e verdadeiro deus né imaginemos nós que o movimento humanista não é desenvolvido sobretudo a partir de florença a chamada atenas do renascimento tem e na figura de pico della mirândola am o seu grande protagonista e pico della mirândola é em um filósofo de alta é a edição que vai escrever o discurso sobre a dignidade humana e no discurso sobre a dignidade humana vai perguntar a si mesmo dê aqui
apresenta como aquele que domina todas as tradições de cultura do mundo qual ser é mais digno de louvor e de celebração em toda a criação e vai dizer que depois de mergulhar em todas as tradições e cultura é babilônica as peças egípcias é gregas e romanas não há uma só conclusão é chegará a de que é o próprio homem ou ser mais merecedor é de novo e de celebração este empoderamento do homem é reivindicado pelo movimento humanista que vai elevar esse é super exaltação à essa super celebração séculos depois mitigada porque havemos de recordar é
por exemplo a figura e jean polis arteiro é que no segundo pós-guerra ao escrever as páginas finais e eja uma de suas obras clássicas não saiu nada se pergunta quem é o homem e ele está a meditar sobre o homem de todos os tempos mas em particular sobre o homem da modernidade e ele de maneira quase que sombria vai dizer que o homem não passa de um deus variados né não passa e uma paixão inútil né mas não é esse o sentimento renascentista eu amo está em estado febril e reclamando para si a condição de
deus e o próprio movimento da reforma que é um segundo e significativo movimento renascentista é o movimento que vai ter diante de si é uma peculiaridade qual é a peculiaridade do movimento da reforma num o empoderamento do homem é a partir da razão mas nós estamos em face é de uma nova pergunta e vamos fazer é esta necessária e parada é expositivo no intuito de que possamos não é prestigiar não é é o aluno que nos interrogam é em busca da e é no situação de sua gestão a notícia tinha que relatar como o de
direito extraordinária questão e extraordinária questão porque nós estamos em face é de um mundo em transformação o renascentista e este mundo integração é um mundo integração econômica o mundo transfiguração cultural e ao mundo transfiguração é política um ovo ideal de príncipe vai surgir diferente daquele princípio cristão de de tomás de aquino e esse príncipe a absolutista vai sim ter uma relação com o direito porque ele reclama para si uma dupla regra que é que regras são essas primeiro a regra do chamado direito divino que e por suposto lhe será outorgado é por deus ele é
detentor do direito de 20 dos reis fazendo com que não haja nenhum em nenhuma instituição é terrena a que ele possa estar submetido aquele de vencer que ele possa estabelecer limites esse mandato divino em linha direta lhe daria a plenitude de ação é sobre a vida do mundo devendo ele está exclusivamente a deus né conta deste mandato de origem divina ea segunda reivindicação que vincula o príncipe absolutista ao direito cabe nessa legenda onde está o rei está a lei ele reclama para si o poder é total completo e absorvente e em função desse poder total
completa e absorvente que ele se considera a única fonte do direito porque em seu juízo em seu suposto o direito é apenas uma decorrência da sua manifestação de vontade então ele tem esta dupla relação com direito a primeira dívida do direito divino dos reis a segunda é que o reconhece como a única e exclusiva fonte é do direito nós voltaremos em seguida de maneira menos dente a essa questão agora precisamos aqui de que precisamos é voltar a esse fio condutor porque a própria reforma é um um movimento de alta significação que está é vinculada a
estas circunstâncias é todas num mundo de reinos e cristãos o rei é vice rei de fato porque ele está reinando a serviço da igreja e do papa o que pretende o rei que estão a plenitude de poder a ea plenitude de poder só pode ser e reivindicadas se ele contar com uma nova base material que dê sustentabilidade esse poder e uma nova base material é uma base distinta da base da igreja onde ele vai encontrar essa base material no mercador que se em poder ou do ponto de vista econômica avançando na sua acumulação de capital
e realizando esses atos mercantis que vão conduzir à transfiguração do mundo não reencontra no mercador a base material é de que precisa para se libertar é da igreja e do papa e ao mesmo tempo é o rei lhe interessa sobremaneira é ao mercador porque o agente que uma vez que historicamente afirmado pode estabelecer a regra de que só quem pode tributar é a coroa levando o mercador daquele universo de taxação sobre taxação que minimiza a o seu lucro médio e que retarda a sua capacidade de acumulação de capital essa aliança do mercador e do rei
do rei do mercador reciprocamente interessante de interesse econômico para o mercador interesse político para o rei é que vai e conduzir a um novo estado de coisas né nesse novo estado de coisas tem que haver com a reforma são esses princípios que querem se libertar da igreja do papado que vão ser os grandes financiadores da reforma ea reforma traz consigo uma reivindicação de que ela está 10 acorrentando a razão e este desacorrentado a razão da reforma com seu solo a filhos né somente a fé significa o que significa que se reconhece que o torcedor tem
toda a razão é o homem de ferro né somente pela fé pode se salvar de que a razão ilustrada esclarecida vai lhe permitir diretamente o conhecimento da palavra é do senhor e vai lhe permitir conversar diretamente com deus de sua fé sem a necessidade de burocracia é religiosa e se desacorrentado da razão ele está vinculado inclusive uma série de mudanças materiais e culturais é material uma delas não é o advento da prensa de gutenberg é é é é cultural uma delas é a tradução da bíblia é para língua vulgar é por lutero nem fazendo com
que se dê viabilidade essa idéia de que o conhecimento da palavra de deus pode ser é direto é que a razão o permitissem o magistério de juízes e autoridades de bruxelas e religiosa é permitindo ao homem é viver a fé é de maneira diferenciada e desacorrentado através da religião reformada né e compreenda que aqui também há semelhança da teologia é do mista ou de santo tomás de aquino um signo da razão está presente no lago do argumento é reformado de calvino lutério e joinville e é ainda a desfiliar um terceiro é movimento intelectual é do
mundo renascentista que é um tom 'pista que é um contrapeso nesse processo porque toda essa saga renascentista é do ponto de vista da cultura está voltada para a afirmação é do indivíduo de suas possibilidades à luz da razão e de fato que se tem aqui é uma exaltação do indivíduo e de suas possibilidades no mercado e utopismo é um contrapeso tudo isso porque entre renascer o renascimento ea revolução francesa pelo menos 250 top serão escritas mas a 3 o topix centrais um renascimento que são cidade do sol de tomás campanella o top de thomas morus
né e nova atlântida de francis bacon as quais vão e mitigar essa centralidade do indivíduo do mercado e sugeria a organização das sociedades perfeitas né centradas na ideia justice a lista a é promovida pelo estado em favor da coletividade que nós temos então nesse cenário cultural do renascimento de um lado a vigorosa afirmação do indivíduo e suas possibilidades no mercado é de outro é a vigorosa afirmação do estado num e de seus deveres justicialistas para com a coletividade as demandas ideológicas e políticas do mundo moderno estão fincadas no renascimento de um lado indivíduo é mercado
é e livre empresa de outro estado é é justiça e coletividade são produtos do mundo renascentista em suas demandas transfigura dores na esfera da cultura todas elas girando em torno de que girando em torno da transição do antropocentrismo da transição do t é o centrismo para o antropocentrismo girem em torno da afirmação dessas dessa extraordinária capacidade racional é do homem girem em torno da exaltação de suas possibilidades e com as quer cenários que são possibilidades e segundo as quais se reivindica é a capacidade transfiguradora auxiliada pela ciência e pela tecnologia para a construção de um
mundo de progresso infinito e para a afirmação de uma subjetividade é nova é que em poder e o homem enquanto a autonomia em poder e o homem enquanto reivindicação de de eternidade não é que em poder e o homem enquanto e senhor da das do da celebração desse mesmo é quem poder e eu ame é no tocante é a convivência não é com a aam é tudo aquilo que nele é peso ea leveza porque os mitos renascentistas anunciam é de fato antropologia filosófica do homem moderno mas eu estou em face de uma nova pergunta e
vou é naturalmente é saber é de nosso aluno o que me inquieta em que medida eu posso esclarecê-lo a igreja realizou alguma tentativa de remoção do estado moderno extraordinária pergunta por que não nos permite uma caminhada é na direção dessa terceira dimensão do renascimento que a dimensão política a igreja realizou sim em um esforço histórico extraordinário para que fosse ela mesma a construtora do estado mulher compreenda se que os reinos cristãos estavam realizando precisamente o que há é uma condensação do poder e o estado moderno é resultado dos reinos cristãos nada mais lógico portanto que
a igreja procurar se ela mesma fundar um estado moderno antecedência do reino cristão ea condensação de autoridade e de poder é que vai ser caminho necessário e indispensável para a construção do estádio moderno tentou sim através do papa alexandre sexto a construção do estado moderno e não logrou êxito nesse projeto porque o imponderável aconteceu a aliança militar realizando serviço de 6 quando de sua morte por uma peste e da doença do seu filho né ô ô ô de valentino não é que era de thiago de bórgia é figura e de grande e significação para nicolau
maquiavel porque de fato se está em face de um processo de construção de um estado nacional que ele perdendo a igreja essa oportunidade eu rei absolutista é fora da igreja que vai ser é o motor de sua construção e se recebe solutis esta vai transformar o reino cristão em um estado laico e chamar para si o exercício absorvente do poder e ele disse compreender que esta é a face política é essencial do renascimento o rei absolutista funda a primeira forma de estado moderno e um estado moderno nasce como um estado sem nenhum compromisso constitucional porque
ele está centrado naquela legendas a que eu me reportei o rei tem um mandato divino e ele ea lei onde está o rei está a lei e esse absolutismo do rei vai permitir essa condensação de autoridade é não estado laico que terá como desafetos e esse estado religioso é é cristão e medieval que ele busca esvaziar para é o exercício de uma autoridade é terrena é central e autônoma que vai ter diante de si essa reivindicação real de que só o reino da coroa pode dizer o direito e quando ele é anuncia uma regra de
que só coroa pode tributar ele está e dando um golpe de morte que vai provocar efeitos futuros né no barão da terra e nos seus tributos né na igreja e nos seus tributos né e afirmando uma autoridade laica e central é é é de natureza absolutista é transfigurando é politicamente o mundo a partir do renascimento com a afirmação é deste estado que reivindicam para si um exercício é autônomo e desembaraçado de autoridade para realizar a disciplina do mundo qual é a simples aqui podemos chegar podemos chegar portanto essa simples segundo a qual o renascimento personifica
uma síntese do de um mundo em mudança preparando os fundamentos da modernidade e na economia a afirmação deste modo de produzir segundo a ciência e tecnologia em busca do progresso é infinito a e de um mercado global é na cultura essa exaltação do homem de suas possibilidades históricas é como ator é marcado por uma legitimidade é decorrente e de seu protagonismo como autonomia como liberdade como vontade e na política a afirmação da primeira forma de estado moderno de natureza é laica centrada na desembaraçada vontade concentracionária é do príncipe absolutista que exercendo o poder ea autoridade
confaz é de maneira e cada vez mais é alto referenciada e semmer cedo em uma é devida a igreja é com o compromisso político é com o mercador que é a base material de sustentação deste novo poder mas se está aí fato de que é no renascimento se está em face do advento do estado-nação soberano estado no sentido mais literal significa situação na ação no sentido mais literal significa nascente estado nação e situação nascente é a situação nascente esta do príncipe concentracionário laico e absolutista e soberano porque porque ele reivindica para si e só para
si exclusivamente para si é a capacidade de dizer o direito e dizer o direito a dizer para a afirmação de sua própria autoridade no dtm de quaisquer outras dobrando a terra é ao papa que queiram no mundo sobreviver eis o estado-nação soberano e sem fundamento renascentista muito obrigado tem dúvidas sobre o assunto então mande um e mail pra gente saber direito a roubar stf.jus.br você também pode estudar pela internet é só acessar o site www pontos e vê o estilista ponto justo muito bem