e Imagina só se a nossa identidade é nossa imagem sobre o mundo é dependente desse sentidos que são criados historicamente Você nota que é bem possível que a nossa própria noção de sujeito de indivíduo de humano ela pode ser histórica ou seja ela pode se transformar ao longo do tempo então isso é um ponto crítico do que a gente tá falando aqui mas para gente falar disso eu preciso voltar um autor que a gente já tocou aqui ah mas agora a gente vai se a dançar um pouco mais nele um cara chamado Stuart Hall Stuart
Hall que a gente já comentou sobre a teoria da recepção que é um conceito que ele vai explorar bastante peso essa linha de estudos culturais os dois Holly tem um outro livro que é bastante fundamental porque a gente vai falar aqui O que é uma referência muito conhecida no meio acadêmico e um livro chamado identidade cultural na pós-modernidade e É nesse livro O estúdio ali tenta pensar historicamente como é que diferente nos sonhos e sujeito foram construídas por nós e aí lembra que essas noções essas imagens sobre o que é ser humano O que é
ser um indivíduo um sujeito não são apenas do antes do abstrato elas não são apenas uma abstração sobre o mundo mas elas têm uma raiz prática elas acabam no final das contas orientando práticas então quando estou the hole tenta explorar essas diferentes nos sonhos históricos sobre o que é um sujeito e o que é humano então estudam apenas essa imagem cultural e tá estudando formas de lidar com formas de tentar intervir nesse mundo e aí é que a coisa começa a pegar o estúdio ou existem três noções fundamentais de sujeito certo três imagens diferentes criadas
e do processo histórico sobre o que vem a ser humano o primeiro sujeito é o chamado sujeito Iluminista o sujeito do Iluminismo o segundo é o chamado sujeito sociológico e por último o que ele aponta como o sujeito pós-moderno [Risadas] é o primeiro desses três sujeitos aos chamados sujeito Iluminista essa esse nome que o duas Hall coloca para essa ideia sobre o que é humano para essa imagem sobre o indivíduo e sobre o sujeito aqui esse nome ele pode ser um pouco confuso porque a gente pode limitar ele é uma lógica Iluminista do século 18
por exemplo como você deve ter estudado em Filosofia mas na real o próprio estou sol ele indica que essa ideia sobre humano ela vende um pouco antes ela vem do século 17 com um filósofo chamado Renê de kart um pneu de Kart ele propunha uma ideia sobre o conhecimento muito clara pro de kart a o que faria com que a filosofia se justificasse de conhecimento justificar-se e a tentativa de atingir uma e com v maiúsculo uma verdade Universal que vale para qualquer tempo que vale para qualquer cultura para qualquer sujeito em qualquer lugar ele tá
atrás de uma concepção Universal do conhecimento e como é que a gente chega a esse Universal E aí é que tá me acompanha o redecard e trabalha a partir de um dualismo o que mais na frente quando a gente for tocar nele de novo nas nossas aulas aí ele ia a gente vai chamar de dualismo ontológico vou te explicar mais à frente com detalhes que vença isso mas o dualismo ontológico significa a percepção de que o ser ele opera em duas dimensões a dimensão dos Sentidos do mundo que a gente sente que a gente percebe
e uma dimensão racional da Razão do próprio pensamento que opera fora o Mundos dos Sentidos beleza esse dualismo entre mente e corpo ele vai ser a base do pensamento cartesiano para o Renê de kart a verdade com v maiúsculo nesse Universal que ele está propondo essa verdade ela vem do pensamento ele vim da razão e não do mundo sensível e isso é do racionalismo de Descartes para o de kart você se focar em observar o mundo para explicar lo não é suficiente porque os nossos sentidos eles são capazes de nos enganar se a gente usa
os sentidos a nossa percepção do mundo para tentar dar conta de uma verdade com v maiúsculo a segundo de caragem estaria meio que chegando a conclusões que são Provisórias e não absolutas não seriam universais o mundo com qual eu tenho contato além de ser mediado pelos meus sentido Esse é um mundo particular o de cara ele vai abrir a proposta de que é necessário de alguma forma se afastar desse mundo se afastar desse mundo dos sentidos para gente conseguir atingir uma racionalidade humana uma racionalidade que nos Conde do seria segundo ele há uma ideia universal
de um conhecimento que vale para qualquer um em qualquer lugar a nota que essa dissociação entre mente e corpo ela é uma imagem que ele cria sobre o que é humano e o que é experiência humana você pode perceber como é que essa ideia sobre mente e corpo ela ainda tá muito próxima nós ainda hoje se você pensar numa imagem de alguém que estuda por exemplo alguém que tentar aprender alguma coisa a primeira imagem que a nossa cabeça formula a partir das referências que nós temos elas são imagens meio que na mesma onda do de
card a gente imagina Alguém estudando não alguém um movimento se valendo do corpo dançando a gente imagina Alguém estudando alguém aprendendo alguma coisa em silêncio quieto relaxado meio que anulando o próprio corpo porque a gente parte do pressuposto de que e nós conseguimos atingir um conhecimento a gente tem que simplesmente deixar o corpo de lado em nome da racionalidade Em Nome do Nosso raciocínio da nossa razão e essa dualidade entre razão e mundo sensível entre mente e corpo ainda tá muito muito próxima a nós na nossa tradição Ocidental Você pode pensar por exemplo a como
é que uma escola há uma relação com a disciplina de educação física por exemplo a nossa concepção sobre educação física dentro da grade escolar é como se ela não fosse exatamente uma matéria como se ela fosse exatamente uma disciplina acadêmica ela trava ela se tornar disciplina acadêmica ela supostamente a segunda as nossas imagens ela teria que ter algum tipo de reflexão teórica algum tipo de reflexão sobre a anatomia do sujeito e se aproximasse e da fisiologia humana mas enquanto você está em uma quadra jogando basquete jogou no futebol você não subir entende isso como uma
forma de saber porque está relacionado ao corpo e à imagem que a gente cria sobre esse processo é uma imagem do a lista se a corpo não é mente se a mente não é corpo Você nota que essa dualidade daqui ela ainda orienta boa parte dos nossos atos cotidianos vamos ficar ainda no exemplo da escola no exemplo da escola que eu mais claro para Cidade conhecimento a referência que a gente tem de conhecimento na nossa cultura atual no contexto de uma escola que é cobrado dos sujeitos o que se cobra dos sujeitos no momento da
aula se cobra silêncio se cobra disciplina se cobra aqui tudo e sentem enfileirados em suas cadeiras em silêncio um Sari para aprender porque o aprendizado segundo essa concepção ele não se dá a partir do movimento a partir do toque do mundo ele se dá a partir do pensamento isso é um paradigma uma ideia Um fundamento que a gente usa até hoje mas que vem do de card lá do século 17 de alguma forma a gente naturaliza a proposta do de tarde a gente toma essa dualidade entre mente e corpo como algo natural e a gente
é uma dificuldade tremenda de integrar as duas coisas e esse é o ponto que o estúdio levanta o livro dele o sujeito Iluminista que vai se basear exatamente Nessa racionalidade proposta por deixar essa ideia de que é a razão que define o Humano o Stuart Hall ele vai colocar que isso é apenas mais uma imagem sobre uma a e junto com essa ideia de racionalidade dessa dicotomia entre mente e corpo a gente tem por exemplo a uma uma construção que é típica do sujeito Iluminista que procura universais que procura essa tal verdade com v maiúsculo
no sentido de ser algo que aplicável a qualquer um e junto com isso vem a ideia essencialista do ser humano o que que vem assistencialismo é você supor que existe uma essência humana que é comum a todos existe um ponto em comum a nossa forma de ser na nossa forma de ser e que somos um ponto em comum nesse sentido entre todas as experiências humanas por mais diferentes que sejam no mundo palpável e É nesse camente sujeito Iluminista vai se direcionar a ideia do sujeito Iluminista é que essa Essência humana Ela poderia ser a entendida
a partir da racionalidade a partir da Razão EA razão seria um dos fundamentos Dessa espécie humana esse ponto de ter algo em comum essencialmente na essência de todos os sujeitos é o que orienta por exemplo pensamento de um Iluminista chamado Já começou o curso Ele vai entender que nós temos uma natureza humana que é comum a qualquer civilização de qualquer momento do tempo é um Universal é uma verdade convém maiúsculo essa Essência humana contudo ela é meio que corrompida pela vida em sociedade então nós falsiane nós somos nós passamos a a interpretar um papel social
que não é necessariamente o que nós somos é como se a sociedade ela corrompesse a nossa essência humana e aí aqui tá para o Russo se nós temos uma essência que é comum a todos os humanos faria todo o sentido nós determinarmos digamos assim uma espécie de conjunto de direitos e deveres que vale a para todos os humanos esse direito natural o direito de natureza ou seja direitos que emanam da nossa essência da nossa natureza humana esses direitos naturais eles seriam invioláveis em violaveis no sentido de que nenhuma autoridade poderia acabar com eles porque no
final das contas você carrega eles por direito natural a sua essência e as leis segundo sou é a deveriam trabalhar no sentido de garantir essa Essência no final das contas o que o sol está propondo é uma essência humana que se corrompem sociedade mas que a gente deve ter algum tipo de margem para tentar garante lá por meio da Lei uma lei racionalmente feita uma lei racional que se basei em tudo esse processo de escrito pelo de Card por um processo que não envolve o corpo nenhum mundo que nós vemos sentimos apalpamos o mundo que
não chega pelos sentidos mas sim essa construção racional sobre o mundo ó e aqui você nota uma coisa para esse sujeito no ministra para essa imagem que se cria sobre o Humano o que seria o sujeito o sujeito aqui ele seria indivisível nós teríamos uma espécie de núcleo um núcleo de quem nós somos e que por mais que a sociedade no caso urso a coloque camadas em cima desses núcleos nunca e continua lá é um núcleo da nossa essência e isso é comum a todos no final das contas o que o sujeito Iluminista propõe é
uma centralização do sujeito o sujeito ele é auto-centrado ele tem esse uma essência que independe do momento em que vive e essa essência é que é o foco do sujeito Iluminista é essa Essência que vai tentar ser buscada eu quero ver olha só no final do século 18 a gente tem dois movimentos que deixam essa concepção muito clara mas deixam claro essa concepção em novas práticas são dois movimentos históricos que a gente pode tomar como exemplos de práticas baseadas nessas imagens de uma a Revolução Americana independência dos Estados Unidos da América EA Revolução Francesa Em
ambos os movimentos nós temos basicamente a ideia de que humano tem uma dignidade própria uma dignidade não como francês ou com americano ou seja o que for mas uma identidade fundamentalmente humana A ideia é que esses direitos eles são considerados como Auto evidentes uma ideia de que isso é muito Óbvio e que se você tiver um mínimo de noção do que é humano se você é capaz de perceber racionalmente essa afirmação ou seja se aponta a essa ideia de sujeito um caráter Universal universalista no sentido de enquadrar qualquer sujeito em qualquer época em qualquer contexto
social essa mesma Essência acontece que essa noção ADC essencialismo humano dessa Essência humana dessa dessa capacidade humana de ser indivisível de ser indivíduo nesse sentido ela vai ser reafirmado a tempos depois e aqui tá um dos problemas que às vezes a gente pode cair alguma interpretação meio errada do Estudante Hall a ideia de que talvez esses três sujeitos o sujeito Iluminista que a gente tá agora o sujeito sociológico o sujeito pós-moderno eles relacionam a momentos históricos não é exatamente isso o sujeito Iluminista essa concepção essa e ainda vão circular durante muito tempo adiante que a
gente tá falando da Revolução Americana no século 18 e Revolução Francesa nesse mesmo final do século 18 a gente saltar e dois séculos Praticamente em 1948 no pós-segunda Guerra Mundial a ONU a Organização das Nações Unidas vai criar chamada declaração universal dos direitos humanos é uma declaração universal dos direitos humanos se nota EA o caráter de universalidade Ela tá aqui esse caráter de universalidade ele se conjugam uma ideia de uma essência humana que é a a identidade fundamental de todos nós uma espécie de ponto em comum entre todos nós então existiriam direitos que fossem aplicáveis
a todos os humanos de todo o planeta no cá a Segunda Guerra Mundial da declaração universal dos direitos humanos foi uma forma de tentar lidar com algumas políticas que então tinham sido bem recentes como a perseguição a judeus na Alemanha nazista A lógica é que essa declaração universal dos direitos humanos da ONU em 1948 ela não brotou do nada ela se remete a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão lá da Revolução Francesa século 18 quase duzentos anos antes no fim das contas se percebe que aquela concepção de uma essência humana ela perdura ela
perdura durante um bom tempo desde o século 18 até o século 20 e até nós hoje aqui tá um ponto para você começar a pensar essa proposta study Hall nem que aplicando e são contexto se você parar para refletir sobre certas imagens que a gente cria que a gente articula nas nossas práticas sobre humano você vai perceber ainda alguns sinais desse jeito não ministra seja pela dicotomia entre mente e corpo seja pela Assunção de que existe uma essência humana Universal humano existe um ser humano tende a É sobre esse ponto em específico vale a pena
a gente tratar de um livro para de uma Historiador acima da linha anti nesse livro ela coloca aqui tanto a a escrita de Thomas Jefferson no século 18 quanto à declaração universal dos direitos humanos do século 20 e se partem do pressuposto de que esses direitos eles são digamos assim a outro evidentes mas aí ali antes se queixou no seguinte Olha se esse direitos são autoevidentes seres são óbvios isso a verdade com v maiúsculo porque esses dois documentos do século 18 do século 20 precisão reafirmar esses direitos se eles são universais porque é preciso reafirmar
a existência deles entendi é porque no final das contas e assim a postura da linha anti restauradora Apesar desse o centro do ministro ele se Pretender de algum modo essencialista verdadeiro com v maiúsculo na prática ele cria uma imagem relacionada a uma época específica nas palavras ali antes ela coloca o seguinte "Como podem os direitos humanos ser universais se não são universalmente reconhecidos e isso nos leva ao segundo o modelo de sujeito que está Tirol identifica No processo histórico chamado sujeito sociológico e sujeito sociológico ele teria começado assim engatinhar essa noção essa imagem sobre o
mano lá no século 19 e permanece em nomes até hoje disputando o espaço com o sujeito Iluminista e sujeito sociológico ele parte da ideia de que não a ciência humana que tudo que nós somos é uma relação com o meio social no qual vivemos então buscar uma espécie de essência ou algum caráter Universal do ser humano passa a perder sentido segundo essa ideia do sujeito sociológico nós nos criaríamos em contato com o outro e portanto a gente não é algo indivisível a gente passa a ser algo que é moldado mudado no sentido de se contato
desse diálogo as imagens que Nós criamos os sentidos de mundo que nós usamos para agir diante no mundo esse sentidos eles não são nossos eles não são de nossa autoria eles vêm de um processo histórico e social que os constrói eu e o meu meio social nós nos conjugar íamos segundo as ideia de sujeito sociológico é sobre sujeito sociológico específico os seus Hall ele trata de alguns autores que vão contribuir para esse processo de reformulação nessa imagem sobre o que é humano primeiro de sujeitos apontados pelo instante Hall é um carrinho e chamado Karl Marx
para acalmar quis e aí vem da leitura do Studio haus sobre Max e do interesse dele sobre a obra de Marx a é fundamental a noção de materialidade de que a gente não tem uma essência humana mas nós construímos uma relação com o mundo a partir das bases materiais da nossa existência não está de nenhuma abstração sobre uma essência sobre algo que nós fossemos sem sociedade como os ou proponha no Iluminismo do século 18 não para o Max nós temos uma relação Direta com a nossa realidade material e e vamos realidades materiais diferentes nós temos
concepções de Mundo grupos sociais igualmente diferentes a conceito de classe social para Marx essas classes que são frutos dessas relações materiais desiguais das relações materiais que não são universais entende né e o outro autor que é o segundo que eu estou de aula relaciona essa ideia do sujeito sociológico é um linguística chamado ferdinan de sociais e feijão só se ele propõe Essa Ideia de um sujeito sociológico nos termos do Estudante alto dentro da proposta linguística ele fala sobre o significado das palavras ele coloca que toda a frase que nós falamos elas não são exatamente da
nossa autoria o Fernando Só se ele questiona questão de autoria linguística por quê Porque todas as frases que nós usamos os termos que nós usamos não são criados por nós eles nem de um processo de montagem de sentidos lembre a gente falou sobre a questão do cachimbo no século 19 e como é que os sentidos e remodelaram de lá para cá então a nossa relação com que nós e não é uma relação de autoria é como se a língua nos impusesse limites ao que falamos e mesmo que a gente pensa a língua no sentido dessa
organicidade da língua da linguagem como um produto essa ideia de Que Nós pensamos não são pensamentos propriamente nossos o que nós falamos não são frases construídas por nós nós enquanto indivíduos não seríamos autores desses sentidos vende a gente basicamente correria esse sentidos de um processo linguístico histórico mais amplo você percebe que Professor antes só seguir a crítica ao que eu estou chama de sujeito Iluminista muito claro preferir antes os ir não há uma essência humana não há algo para além dessa linguagem que paire para além da sociedade e do processo histórico por Ferdinand só seguir
nós nos dispomos dos Sentidos e historicamente construídos e isso a partir da linguística o terceiro autor que o Stitch ou ele trata quando fala do sujeito sociológico é um sujeito chamado Sigmund Freud e tu Street Hall o Freud teria contribuído para essa ideia do sujeito sociológico ao passo que ele tira da noção de humano a ideia de fundamento da razão se lembra que desde o de kart E aí para os iluministas e suas falar ainda mais forte a ideia de raça Não relacionado a mente ela é superior o mundo palpável ela nos abre a verdade
o mundo palpável nos inspiram a mentira a falsidade para o Freud um não é segundo Freud segundo a razão que a gente acha pro Freud nós Agimos basicamente a partir de uma luta interna psíquica entre vários erros Entre várias funções nossos internas que abrem disputa por nós somos A ideia é basicamente seguinte imagina o seguinte você você escolhe o que você pensa a nota é não tô falando que você escolhe o que você faz a partir do que você pensa não eu tô perguntando se você escolhe o que você pensa o que você sente é
isso não vem da nossa escolha a nossa escolha ela estaria ali no âmbito no máximo da gente decidir o que fazer com esses sentimentos você entende no fim das contas segundo Freud não é a razão que nos move mas é sim essa disputa psíquica interna o fraude ele vai ter chorar mesmo a ideia de que nós seríamos indivíduos-indivíduos um sentido da palavra significa indivisível certo profroid nós somos perfeitamente divisíveis segundo Freud nós somos fruto nosso compulsão comportamento é fruto de uma tensão de uma disputa interna Entre várias funções o segundo foge Inclusive a gente aprenderia
anúncios pensarmos como indivíduo isso durante a infância isso viria na nossa criação porque enquanto criança e segundo Freud a gente se percebe como múltiplo e não como [Música] individu E aí e para study Hall o Michel ficou Ele trabalha essa dimensão do sujeito sociológico ao passo que ele identifica o que o fogão chama de poder disciplinar o que que eu poder disciplinar é uma relação de poder que adestra e que doce Lisa os corpos o que sentido no sentido de controlar as formas pelas quais os sujeitos dispõe dos seus próprio corpo para o ficou Essa
Ideia de um poder disciplinar a farinha de alto a baixo nas relações a nossa sociedade ela passaria por exemplo a na ideia de uniformes utilizados em um quartel em um Manicômio e uma escola e um convento em um presídio essa ideia do uniforme homogêneo ela vem exatamente na ideia de tentar controlar a percepção que se sujeitos têm de si mesmos quando você uniformiza um Detento o aluno você tá tentando ocultar na cabeça dessa pessoa que basicamente ela não é nada além do que aquela função você constrói a identidade que essa pessoa tem sobre si mesma
você controla os modos pelos quais essa pessoa dispõe do próprio corpo mas não vem só dessas instituições não a gente pode explodir a cidade de poder disciplinar há para além de uniformes a gente pode estender isso para comportamentos para gestos se alguém age fora do esperado fora do considerado normativo essa pessoa de alguma forma sofre algum tipo de consequência social disso que no final das contas faz essa pessoa supor que não é natural ela se comportar daquela forma Então ela passa a disciplinar a si mesmo o poder disciplinar ela é ele é a capacidade de
uma relação social a fazer com que os sujeitos com controlo em assim mesmo ao seu próprio corpo a sua própria biologia provocou Isso é uma das bases da nossa sociedade e se dá a partir do bullying por exemplo o que é o bullying se não és a ideia de você tentar conformar o comportamento de alguém é um esperado ou seja colocar esse comportamento dentro de uma forma é você encaixar ele dentro de uma pressuposição de como se haja no mundo provocou essa ideia ela vem exatamente das pressões sociais sobre o sujeito e para ele no
final das contas o sujeito ele não é uma essência ele é feito a partir dessa construção em contato com os outros nesse processo de disputa entre poderes disciplinares II é o terceiro tipo de sujeito apontado pelos seus Hall é chamado sujeito pós-moderno e o Professor Joel e sujeito pós-moderno ele teria tomado fôlego em meados do século 20 certo o sujeito pós-moderno assim como sujeito sociológico e não admite uma ideia de uma essência mas o sujeito pós-moderno ele vai num plano Além disso ele supõe que nós somos vários e nós variamos de identidade de imagem sobre
nós mesmos dependendo do contexto em que nós nos colocamos no final das contas é como se nós não tivéssemos um eu e esse eu ele se ele fosse mais errado a forma com que eu me imagino em uma certa situação não é a mesma forma que eu crio uma imagem para mim em outra situação eu não sou formado por uma Constância não existiria um eu constante mas sim uma constante mudança um constante Devir o e vir de identidade e essa constante mudança como marca do sujeito pós-moderno ele tá na afirmação de identidades múltiplas nos mesmos
sujeitos a ideia por exemplo de alguém se identificar como mulher mais mulher negra de Periferia alguém identificar como homem negro hetero da Elite entendi isso cada um desse uma identidade diferente que se entrecruzam a quinta noção de interseccionalidade que a gente vai trabalhar um bocado um pouco mais adiante certo não a gente chega lá a ideia dessas dessas identidades que se interseccionam como se você enquanto o sujeito você participasse de vários grupos ao mesmo tempo e dependendo do seu momento do seu contexto social você dá ênfase em uma ou outra e essa ideia do sujeito
pós-moderno segundo o bendito do Sport Hall pô bom então alguma coisa esses três sujeitos de inscrito no instante Hall o sujeito Iluminista o sujeito sociológico sujeito pós-moderno eles não são eles não se sucedem no tempo no final das contas eles disputam espaço entre si essas 3 imagens sobre o que é humano essas 3 imagens elas orientam práticas muito diferentes e eu queria que você parasse para pensar e aí eu tenho aplicar isso a temas de redação tá com a pensar que tipo de ação política social familiar tipo de ação no mundo está relacionado a cada
folga isso gente acorda com dessas concepções sobre si mesmos se você parar para notar isso e a essa é a proposta suas Hall você consegue perceber como é que muitos embates políticos ideológicos e ao que for que nós vivemos hoje em dia são fruto desse embate histórico o sujeito Iluminista sujeito sociológico e sujeito pós-moderno são três imagens criadas sobre-humano e tenta imagens que disputam a realidade das práticas entre si isso pode ser um repertório incrível para vocês eu te garanto esse tipo de embasamento vai te abrir não apenas a um repertório por simplesmente mas vai
te abrir a novas ideias sobre o funcionamento de relações humanas e portanto também a novas propostas de intervenção