Olá a todos então na aula de hoje nós vamos começar a conversar sobre ética ética no uso de animais ética na experimentação animal Quando falamos em ética na experimentação animal é importante que a gente pondere vários aspectos entre eles é importante pensar né todas as questões que permeiam a experimentação animal então importante pensar nos aspectos culturais do emprego daquele modelo experimental dentro da nossa cultura da sociedade Onde nós estamos inseridos ou da condição individual de cada um de nós os aspectos emocionais que o uso daquele modelo o emprego daquele modelo pode desencadear eh nos pesquisadores
ou em nós quanto pesquisadores os dilemas ou as questões emocionais né então são fundamentais os dilemas Morais né o quanto a gente se sente confortável moralmente confortável para fazer emprego de modelos animais vivos eh as influências filosóficas então Eh existem correntes de diferentes autores de diferentes filósofos favoráveis ou não favoráveis à utilização eh de animais paraa finalidade experimental e as questões religiosas né o quanto o emprego dos modelos experimentais para a finalidade experimental podem de uma certa forma comprometer eh os nossos paradigmas as nossas crenças religiosas então esses são cinco Pilares que são fundamentais do
pesquisador que em algum momento da sua vida da sua carreira científica da sua formação quanto profissional vai necessitar fazer uso de modelos experimentais vivos vai necessitar pensar na experimentação animal como um meio de chegar até um objetivo final né então é importante ponderar todos esses aspectos porque esses aspectos eles são individuais para cada pessoa para cada indivíduo para cada inserção social dessa pessoa e desse indivíduo né então são todos eles muito relevantes e eles devem ser eh refletidos ponderados e avaliados por cada um então os modelos animais Independente da sua especificidade Que tipo de animal
é se é um roedor se é um primata não humano se é um cão se é um gato os modelos animais eles são eh imensamente distribuídos né pelo mundo então esse Globo que aparece nesse slide que tá sendo seguro pelas mãos de de uma pessoa ele representa as diferentes Nações né ã e a amplitude que isso nos dá pensando do ponto de vista de experimentação animal então é importante olhar para essas diferentes Nações e entender que cada uma ou perceber que cada uma delas tem questões culturais questões religiosas dilemas Morais questões filosóficas que vão nortear
a utilização ou não de um modelo a b C então a gente pode pensar que existem eh algumas civilizações que existem alguns modelos animais que são eh considerados ou classificados como modelos sagrados né Tem alguns modelos animais em outras civilizações que são mais hã comummente utilizado para finalidade de pesquisa então esse slide representa essa diversidade não só dos diferentes tipos de modelos que são empregados nos diferentes países dentro do mundo mas eh das Diferenças eh de crenças de aspectos religiosos de aspectos culturais de aspectos Morais que podem influenciar na escolha dos modelos né então quando
a gente fala em ética não tem como a gente eh definir ou ter uma uma resposta pronta paraa situação né e sim a importância da gente ter essa amplitude eh de avaliação eh entendendo né Em que situação nos encontramos onde eh a gente vai conduzir esses experimentos O que que a gente de fato pretende obter com isso e de que forma a gente vai conduzir esses experimentos com animais e o que que é fundamental Depois de toda essa introdução né É nós quanto pesquisadores podermos responder essa pergunta né Eu sempre parto do pressuposto ou da
premissa que a definição da questão norteadora do emprego ou do não emprego do uso de modelos experimentais é o que vai de uma certa forma gerar pra gente quanto pesquisador uma certa tranquilidade da Escolha que fizemos então eu sempre acho que é importante a gente pensar é fundamental o emprego dos animais vivos vertebrados no meu experimento para responder as minhas perguntas de pesquisa ou não né é inegável a necessidade desse emprego ou existem outros métodos que vão responder de forma tão boa de forma satisfatória de forma similar que podem ser métodos substitutivos que podem ser
métodos inanimados que podem ser diferentes métodos alternativos ao uso dos animais Então essa para mim é uma é uma pergunta é um questionamento que deve fazer parte eh da mente de um pesquisador que trabalha com animais o tempo todo precisa de fato utilizar por que que eu tô dizendo isso porque toda vez que a gente tiver dúvida da nossa resposta seja ela sim ou seja ela não a gente vai se questionar né como se eu tô com dúvida eu não tenho certeza daquilo né então se eu não tenho certeza daquilo eu posso ter algum desconforto
naqueles cinco Pilares que a gente conversou anteriormente e eu preciso olhar para esse desconforto e olhar para mim enquanto pessoa e ver o quanto de fato aquilo vai impactar na minha vida e se eu consigo substituir os modelos que estou que eu inicialmente fiz a proposta ou a proposição de utilizar por outros métodos né então se a resposta for não não é essencial bom então a gente vai buscar metodologias alternativas metodologias substitutivas Mas se a resposta é sim é inegável emprego de animais no Meu experimento eu de fato preciso empregá-los então bom então a gente
vai trabalhar na utilização mais racional mais adequada mais refinada com toda a questão ética né Com todo o respeito aos modelos experimentais pelo que de fato eles proporcionam e eles trazem a ciência né então eu sempre digo que essa pergunta ela faz parte deve fazer parte da vida de todos os pesquisadores né porque ao longo do tempo isso pode mudar até em decorrência do tipo de experimento que tá sendo feito e do modelo especificamente que a gente tá pensando em fazer uso existem então dois grupos dois polos eh duas ideias distintas com relação aos direitos
dos animais né então existe aquele grupo aquela sociedade aquele conjunto de pessoas que eh prega o abolicionismo que dá ênfase paraa liberdade pro livre arbítrio dos animais afirmando que eles são sujeitos Morais e que eles têm direitos né esse tipo de sociedade é totalmente contra qualquer utilização de animais e acaba praticando incentivando o veganismo um dos eh filósofos que pauta essas escolhas é o Tom Reagan na sociedade chamada utilitarista existe uma ênfase na igualdade de interesses e na utilidade dos animais admitindo como moralmente aceitável o uso de animais se o bem gerado pela utilização desses
for superior aos danos que a gente possa produzir através desse uso Então essa sociedade esse grupo de pessoas acaba eh pensando na permitindo ou concordando com a utilização de animais em pesquisa e ensino e também enfatizando né o desenvolvimento dos métodos alternativos então um dos filósofos e dos autores que pauta eh esse grupo de pessoas ou essa corrente chama-se Peter Singer nas sociedades abolicionistas então Eh os animais têm direitos né não se deve de forma nenhuma infligir dor ou morte aos animais a gente deve abolir sempre o uso de animais de para qualquer natureza e
o uso dos animais para benefício próprio é moralmente errado ou moralmente inaceitável tá na sociedade utilitarista a gente não fala em direito dos animais mas a gente fala em bem-estar então não se deve causar dor ou Morte desnecessária aos animais se preconiza a criação de leis de proteção animal de forma mais rigorosa e essa lei de proteção atinge tanto eh qualquer modelo experimental empregado para eh ensino pesquisa ou extensão o uso de animais para benefício próprio é moralmente correto desde que as legislações sejam seguidas desde que o bem-estar dos animais seja respeitado outras questões importantes
quando a gente pensa na ética e na ética da experimentação animal é lembrar que a gente que existem diferentes espécies animais né tanto espécies que T um cunho ou uma utili ou emprego ou um papel social muito mais vinculado à companhia como a gente tem animais mais vinculados aos sistemas de produção e como a gente tem animais mais vinculados à própria experimentação animal que seriam os animais de laboratório convencionais né ã o que que é importante a gente ressaltar que dependendo da categoria dos animais ou como eles estão eh inseridos do ponto de vista social
na vida de cada pesquisador eh a gente vai ter um olhar para esse modelo de forma diferente e isso pode dificultar o entendimento e até o posicionamento do pesquisador quanto papel de pesquisador quando animal tá inserido num projeto de pesquisa então Eh eu reforço que é importante a gente se conhecer quanto pessoa conhecer os modelos que a gente vai trabalhar quanto espécies e entender que cada espécie tem funções sociais diferentes e que às vezes essa função social pode dificultar o entendimento do pesquisador principal dos pesquisadores que auxiliam dos decentes que fazem parte dos projetos e
podem com isso gerar algum tipo de conflito interno ou conflito entre os membros do do grupo tá eh eu quero reforçar aqui também que a experimentação animal por si só é uma atividade que tem um caráter ético muito expressivo né primeiro porque a gente tá trabalhando com vidas e essas vidas são diferentes e elas têm funções sociais diferentes e elas têm representações diferentes para para cada membro da equipe né E que às vezes essas diferenças e essas características podem gerar conflitos né então onde sempre tem um conflito tem um questionamento que vai gerar uma elaboração
e uma resposta né seja ela a pergunta é inegável o uso de animais ou não é outra coisa importante que complementa isso que eu tô conversando com vocês é que precisa haver sempre uma justificativa Clara paraa experimentação animal quanto mais clara for essa justificativa mais tranquilo o pesquisador ficará né Com relação à escolha que ele fez para empregar modelos animais no seu projeto de pesquisa e através dele chegar através desse projeto chegar a conclusões importantíssimas pra ciência humana pra ciência animal pra sociedade como um todo tá então eh esses aspectos que estão sendo pontuados eles
são H eles devem ser somados e avaliados em conjunto pensando de fato sim na importância ou no cunho ético denso que a experimentação animal tem tá E sempre primando por ter uma justificativa Clara transparente e irretocável da necessidade do emprego de modelos animais vivos na experimentação [Música] animal toda vez que falamos no emprego de animais entação é importante também imaginar né e trabalhar para que o emprego desses animais nos diferentes experimentos nos diferentes projetos nos diferentes protocolos Tragam sempre reprodutibilidade Tragam sempre uma expectativa razoável para um benefício imediato ou seja resultados importantes e expressivos e
que a gente consiga fornecer proteção e tratamento humanitário para todos esses animais de forma bastante aplicável então é importante seguir eh o que essa imagem nos traz né pensar na reprodutibilidade que é hoje em dia um dos maiores problemas da experimentação animal né Eh a gente vem vivendo uma crise de reprodutibilidade de experimentos conduzidos com modelos experimentais é importante pensar nos resultados que a gente vai obter do emprego desses modelos pensando num expectativa razoável de benefício imediato né e é importante sempre fornecer proteção tratamento humanitário paraos animais pensando na sua aplicabilidade então quando a gente
fala sobre experimentação animal não tem como não falar dos princípios éticos certo então existem vários princípios éticos que norteiam a experimentação animal lembrar que esses princípios estão todos na página da sbcal tá então eu vou pontuar com vocês alguns deles o primeiro deles diz que é primordial manter postura de respeito ao animal como ser vivo né e pela contribuição científica que esse animal proporciona Quando eu digo manter uma postura de respeito é respeitar o animal de fato pelo que ele proporciona não é dar nome não é colocar no colo não é fazer foto né É
de fato respeitar o animal dentro desse contexto que ele tá em segundo artigo a gente precisa quanto pesquisador ter consciência de que a sensibilidade animal Ela é similar à sensibilidade humana no que se refere a dor memória angústia instinto de sobrevivência apenas sendo imposta ao animal limitação para ele se salvaguardar das manobras experimentais e da dor que a gente possa produzir ou que essas manobras podem causar ou possam causar então é importante ter em mente que o animal tem sensibilidade que ele é um ser sciente e portanto a gente deve procurar quanto pesquisador Minimizar reduzir
todo o desconforto que a que o próprio experimento que as manobras experimentais podem produzir nos modelos o terceiro artigo diz que é responsabilidade moral do pesqu ador do experimentador a escolha de métodos e ações de experimentação animal o que traduzindo isso o que que isso nos diz que é responsabilidade moral do pesquisador pensar nos métodos e nas ações que serão necessárias né sejam elas planejadas sejam elas adversas e que aconteceram sem um planejamento é de responsabilidade moral do pesquisador a escolha desses métodos e dessas ações então o quarto princípio ético diz que é relevante considerar
a importância dos estudos realizados através da experimentação animal quanto a sua contribuição tanto paraa saúde humana quanto paraa saúde animal o desenvolvimento do conhecimento e o bem-estar da sociedade o quinto princípio ético diz que é fundamental utilizar apenas animais em bom estado de saúde o que por que que isso é tão relevante porque um animal doente ele tem uma condição de empobrecimento de bem-estar ele tem um mal estar ele tem já situações não favoráveis a ele né Além disso ser eh algo que possa interferir nas respostas experimentais a gente tem que olhar para isso como
um desconforto adicional pro modelo né então eticamente isso não é permitido ou isso não é aceitável isso não é recomendável tá então animais doentes animais que não estão em um bom estado de saúde não devem ser utilizados em protocolos experimentais no curso da doença que está instaurada neles o sexto artigo diz que é importante sempre considerar a possibilidade de desenvolvimento de métodos alternativos como modelos matemáticos simulações computacionais sistemas biológicos em vitro i-se sempre o menor número possível de espécies animais se essa for caracterizada como única alternativa plausível então sempre é importante pensar em métodos alternativos
em métodos substitutivos né pensando sempre em utilizar animais somente se não existir outra metodologia uma outra alternativa pro emprego dos mesmos nos experimentos o 10mo artigo diz que é importante dispor de alojamentos que propiciem condições adequadas de saúde e conforto conforme as necessidades das espécies animais mantidas para experimentação ou para docência então o que que isso quer dizer que as instituições de ensino superior Elas têm que garantir né Ou as OS laboratórios de pesquisa ou as escolas técnicas específicas Elas têm que garantir Elas têm que dispor alojamentos adequados para as diferentes espécies o alojamento de
roedor é um o alojamento de peixe é outro o alojamento de cães é outro o alojamento de coelhos é outro né Então as instituições têm que garantir que independente da espécie animal empregada todas elas ou cada uma delas terá um alojamento adequado que proporcione condições adequadas de manter saúde e conforto o 11º artigo referencia que é importante oferecer assistência de profissional qualificado para orientar e desenvolver as atividades de transporte de acomodação de alimentação de atendimento de animais destinados a fins biomédicos de animais empregados tanto para finalidade de ensino quanto para finalidade de pesquisa né eh
ou de extensão então é fundamental ter um profissional qualificado para entar os pesquisadores nas demais nas diversas atividades que são feitas com esses modelos o 12º artigo diz que é importante desenvolver trabalhos de capacitação específica dos pesquisadores e funcionários envolvidos nos procedimentos com animais de experimentação salientando sempre aspectos de Trato e de uso humanitário com animais de laboratório né então ressaltando sempre que a gente tá trabalhando com vidas que esses animais são seres sencientes que eles requerem todo o nosso respeito né carinho e cuidado durante o período que eles estiverem junto conosco E aí chegamos
a um conceito super importante da ciência de animais de laboratório que é o conceito dos três RS então quando a gente fala em ética a gente não consegue dissociar a ética dos três RS então eu sempre acho que a gente eh na verdade associa a gente traduz ética na cultura do princípio dos trrs então a pergunta Inicial aquela é inegável ou não a utilização dos animais de laboratório dos animais de pesquisa ou dos animais vivos em com finalidades de pesquisa ou de Ensino sim ou não essa é uma questão norteadora a outra questão norteadora é
lembrar sempre dos princípios dos trrs desde a construção do projeto de pesquisa até a execução do mesmo então eh a necessidade do emprego de animais vivos ou não é uma é uma corrente é um braço que nos carrega e que nos conduz E que nos auxilia a responder as nossas os nossos questionamentos mas eh a premissa dos trrs os princípios dos trrs é a outra premissa é o outro braço é o que deve também est sempre conosco porque conhecendo os TR RS a gente vai fazer as melhores escolhas do ponto de vista ético com relação
aos modelos experimentais empregados na ciência então o princípio dos trsr é chamado princípio dos TR rs porque as palavras que Dão origem a Esse princípio em inglês todas elas começam com a letra r a primeira o primeiro R é o r da redução né ou reduction né o segundo R desse dessa imagem é o r do refinamento ou refinement e o terceiro R é o r da do replacement ou traduzindo para português o s da substituição tá então os três RS querem dizer redução refinamento e substituição então o princípio dos TR RS ele ele surgiu
em 1959 através de dois eh cientistas né chamados Russell e burch eles então conseguiram sintetizar Esse princípio eh utilizando três palavras que iniciam com a letra r em inglês né que a gente chama do princípio humanitário da experimentação animal e essas palavras então elas se traduzem em refinamento redução e substituição sempre que possível e agora a gente vai começar a falar de cada uma delas né para ir situando vocês com um pouquinho mais de aprofundamento Então a primeira delas que nós vamos conversar hoje é o r da substituição também pode ser conhecido como R da
reposição então o que que esse R quer dizer é quando a gente adota ou escolhe qualquer método científico que seja capaz de substituir uso de animais vertebrados vivos por materiais sem sensibilidade ou por animais de menor complexidade na escala filogenética o que que isso quer dizer que toda vez que eu conseguir eh substituir o modelo experimental que eu inicialmente eh escolhi para conduzir o Meu experimento por um material inanimado exemplo eu imaginei que eu ia fazer um experimento com rato mas eh eu vi que eu posso utilizar uma simulação computadorizada né ou eu posso utilizar
uma cultura celular é um tipo de substituição sim eu deixei de usar o animal o rato e vou usar uma uma simulação ou eu vou usar um método em vitro tá eu posso usar métodos em sílico Então isso é um tipo de substituição outro tipo de substituição é quando eu inicialmente imaginei que eu ia fazer um experimento utilizando cães e aí eu identifiquei que eu posso utilizar uma outra espécie animal e Eu opto por usar um camundongo eu fiz um tipo de substituição eu troquei um animal pelo outro substituir uma espécie animal pela outr e
ambas têm diferenças de complexidade na escala filogenética o cão tem uma complexidade muito maior na árvore filogenética do que o Camundongo Talvez para ficar mais claro esse meu exemplo eu substituí eu tinha pensado em usar um mata não humano e vou utilizar um peixe né ou vou utilizar um um roedor ou vou utilizar um cão né então existem esses dois tipos de substituição aquela situação Onde eu consigo de fato substituir o modelo animal por um outro método né um material sem sensibilidade ou quando eu faço uma substituição do modelo animal que eu estou eh decidindo
ou escolhendo utilizar então conforme eu falei no slide anterior talvez eh a substituição seja o sonho de consumo de todo pesquisador certo para não ter mais a necessidade de fazer uso de modelos animais mas existem situações onde a gente não consegue substituir existem situações onde a gente consegue mas existem situações onde a gente não consegue substituir então Existem algumas áre do do conhecimento como pesquisas na área de comportamento pesquisas na área de dor pesquisa na área de cirurgia experimental pesquisa na área da farmacologia que vai avaliar ação de drogas e eficácia de drogas pesquisa na
área da toxicologia nem sempre a gente consegue utilizar metodologias alternativas metodologias substitutivas O que que a gente tem hoje metodologias alternativas que podem ser utilizadas parcialmente num estudo num protocolo de pesquisa num protocolo técnico né E aí o que que a gente faz a gente usa se a gente conseguir substituir um dois três animais já tá de ótimo tamanho é assim que a gente começa né mas existem situações onde a gente não consegue substituir então é importante que o pesquisador tenha o conhecimento das metodologias substitutivas existentes validad eh que podem ser empregadas para as diferentes
finalidades né E que ele entenda que é também um dever ético e moral do pesquisador buscar essas metodologias conhecer elas e de fato fazer emprego delas na proporção dentro do seu projeto dentro do seu protocolo que couber né sem um prejuízo pros dados que precisam ser obtidos e paraa resposta que precisa ser obtida mas ol Endo sempre para Esse princípio humanitário essencial que é a substituição quando a gente fala Em substituição existem substituições de dois tipos uma delas que chama substituição absoluta ou direta eu prefiro o termo direta porque eu acho que é sempre de
uma compreensão mais fácil ou substituição relativa ou indireta a substituição direta é aquela onde a gente substitui os animais por testes em vitro por materiais sem sensibilidade Ou seja eu tinha imaginado que eu ia fazer um experimento com cães e eu vou fazer um experimento com cultura celular então eu substituí todo aquele n amostral todo aquele número de cães que seriam empregados do Meu experimento por cultura celular tá então isso chama-se substituição de direta substituição indireta ou relativa é quando a gente substitui o modelo então quando outro tipo de animal que pode ser um invertebrado
ou que pode ser um animal que esteja numa posição inferior na escala evolutiva seja utilizado para substituir o animal vertebrado originário ou pensado ou o proposto de novo eu pensei em fazer um experimento com primata não humano mas eu vou conseguir fazer um experimento com um suino é um tipo de substituição indireta Sim Ah eu pensei em fazer um experimento com suino mas eu vou conseguir fazer um experimento com zebrafish é uma substituição Sim Ah eu pensei em fazer um experimento com zebra fich mas eu consigo fazer o experimento com um invertebrado com uma galera
melona com o c elegans com uma uma mosof é um tipo de substituição indireta sim então a substituição indireta eu substituo um modelo pelo outro tá se eu for trabalhar fazer fizer uma substituição com vertebrados eu tenho que lembrar sempre que que a substituição sempre vai partir de um modelo que tá no topo ou mais acima na cadeia evolutiva pro modelo que tá mais embaixo ou seja que tá numa posição mais inferior na cadeia evolutiva Além disso as substituições elas podem ser totais ou parciais eu posso substituir todos os animais que eu tinha pensado em
utilizar por métodos eh materiais sem sensibilidade ou por outros modelos Ou seja eu posso fazer uma substituição direta ou uma substituição indireta na itude né ou eu posso fazer uma substituição parcial eu consigo eu tinha proposto em utilizar 100 animais e eu consigo substituir 10% disso por método sem sensibilidade é uma substituição sim tá valendo tá tá então é importante também pontuar isso a substituição ela pode ser Total ou ela pode ser parcial Tá o que que o que que vai nos eh dizer né Se ela se eu vou substituir tudo ou se eu vou
substituir uma parte eu não posso sair substituindo por substituir para seguir o r da substituição eu tenho que substituir quando de fato isso não traz um prejuízo para responder os objetivos que eu estou me propondo ou que o meu projeto está se propondo tá então é importante olhar o projeto como um todo às vezes é possível substituir Mas às vezes não é e tá tudo bem O que que é importante mesmo pesquisador ter consciência disso ter buscado essas respostas para essas perguntas preciso usar o animal eh posso substituir né então é importante ter essa clareza
vão existir situações onde sim é possível substituir E aí é dever ético do pesquisador substituir né E essa substituição pode ser Total ou pode ser parcial mas vão existir situações onde não é possível substituir e tá tudo bem Vai ter uma justificativa para esta não possibilidade tá ã o que que o quais métodos né podem ser os métodos alternativos Então esse slide traz isso aqui pra gente né Pesquisa bibliográfica para uso né de consultas de dados pré-existentes são considerados métodos substitutivos sim uso de técnicas de análises físicoquímicas também tem uma série de ensaios toxicológicos que
a gente a gente faz análises físicoquímicas das amostras E aí libera os animais de serem expostos uso de modelos matemáticos e computacionais ou seja uma série de testes em sílico né cada vez mais sendo desenvolvidos e dando eh dados eh prévios de supostas determinações de dls 50 oral cutânea inalatória técnicas em vitro né incluindo frações subcelulares culturas primárias de células e técnicas mantidas em culturas por períodos mais longos de tempo tá então são esses são alguns exemplos de métodos substitutivos ao uso de animais então aqui nesse slide Eu apresento também alguns métodos substitutivos aos de
animais né então a gente tem um livro publicado né que chama métodos alternativos ao uso de animais em pesquisa reconhecidos no Brasil Então esse livro ele traduz as normativas da USD né que são normativas eh utilizadas para muitos ensaios toxicológicos né então tem alguns métodos de fato que substitui o uso do modelo animal por métodos inv vitro por eh materiais sem sensibilidade tem algumas outras normativas que mudam o modelo então alteram o a espécie né que também são métodos alternativos Então esse livro ele compila vários métodos alternativos a gente tem ali eh um recorte eh
da página do Conselho Federal de Medicina Veterinária com reconhecimento dos métodos alternativos disponíveis existem mais de 17 hoje no Brasil né e a imagem de baixo a gente tem um chip que chamam woman organs on a ship né que é um chip que me I Iza eh o modelo alternativo né Em substituição ao uso de animais nesse slide a gente tem de novo né Eh essa reportagem do chip humano né que substitui ou mimetiza o organismo humano então tem a capa da revista onde saiu essa reportagem né que diz lá chips evitam testes com animais
Então tem um uma imagem de um uma foto de um Coelho contido né E depois ao lado a gente tem mais ou menos o desenho do chip né onde em cada um dos Pocinhos a gente pode eh colocar culturas de tecidos né e o que liga um Pocinho ao outro a gente pode pensar que é um canal um caminho onde a gente mimetiza o tecido hematopoiético tecido sanguíneo e a gente pode avaliar colocar nesses inhos né a substância que a gente quer testar e avaliar o efeito que ela pode produzir nas culturas celulares que estão
naqueles diferentes Pocinhos então é como se a gente tivesse em cada Pocinho eh um tecido diferente né E aí com base nisso eh uma mesma substância atingiria dois Pocinhos diferentes com dois tecidos diferentes isso mimetizar o corpo humano esse outro slide traz a imagem da Talita né a Talita é uma pesquisadora eh brasileira que trabalha muito com métodos alternativos então nessa imagem a gente tem ali ela trabalha muito com eh organoides 3D certo então é como se eh ela através de uma cultura celular 2D ela produzisse eh organoid tridimensionais que mimetizam diferentes sistemas então a
gente consegue ver ali um organoide que representa o fígado em amarelo um organoide que representa o trato gastro intestinal em Rosinha um organoide que representa o rim ou os rins em azul e um organoide que representa a pele todos esses sistemas eh fisiológicos são são colocados nesses Pocinhos que eu falei então a gente vai ver ali um Pocinho Rosa tem o trato gastro intestinal o Pocinho o Pocinho amarelo tem o fígado o Pocinho Azul tem o sistema renal e o Pocinho eh cinzinha tem o tecido cutâneo a pele e essa ligação que acontece entre eles
mimetizar o tecido hematopoético sangue então a gente Colocaria a substância que a gente quer testar e quer avaliar os impactos dela nesses diferentes órgãos e aí a gente pode colocar ela nesse caminho nesse trajeto e ela vai se distribuir pros diferentes órgãos pros diferentes organoides que são construídos em laboratório e que são colocados nesse chip né ou eh nesse sistema eh fisiológico E aí portanto eles conseguem eh isso consegue mimetizar essa interação que é algo que a gente vê num organismo vivo complexo e que muitas vezes eh é uma das justificativas pra gente não aderir
aos métodos alternativos nesse slide Então a gente tem eh um artigo que saiu na Nature que fala sobre que apresenta um software né que na verdade eh define ou faz uma estimativa da da toxicidade de substâncias químicas né do ponto de vista eh em sílico sem a necessidade de testar nos animais então é um eh é um passo Inicial né um passo anterior da necessidade de testar nos modelos animais aqui a gente tem tem uma imagem então de um modelo in cílico certo nos diferentes estágios de desenvolvimento de fármacos então inicialmente pensando lá eh nos
efeitos na descoberta da substância enfim e nos efeitos que essa substância pode produzir eh nos diferentes tecidos alvo testando isso em sílico né seja numa cultura 2D seja numa cultura 3D então ã é é É também um método eh substitutivo aplicado ou empregado para essa finalidade não necessariamente ele é absoluto não necessariamente essa substituição é total Mas ela é uma etapa importante desse processo de descoberta dos efeitos eh enfim que um fármaco em desenvolvimento pode produzir nos diferentes tecidos antes da gente necessariamente expor modelos pré-clínicos animais e depois ensaios clínicos o que que também acaba
sendo considerado eh métodos substitutivos então aqui a gente tem plataformas digitais para compartilhamento de cultivos de tecidos e de tecidos de animais tá então assim eu eu quanto pesquisador posso utilizar modelos animais eh fazer eutanásia no final dos experimentos Digamos que eu utilize somente o tecido hepático né mas aí eu Posso coletar os demais tecidos cérebro coração pulmão e compartilhar né informar nesta plataforma de dados com o que o meu modelo experimental foi tratado que substância eu tô avaliando dose frequência de uso enfim deixar claro que tem uma série de tecidos que foram coletados e
esses tecidos podem ser compartilhados né se não vai se não vão ser utilizados para mim pro Meu experimento eles podem ser compartilhados E aí sim eh a gente pode utilizá-los né Eh em outros experimentos através dessa desse compartilhamento e esse compartilhamento vai fazer com com que o pesquisador que compartilha um tecido que tá disponível nessa plataforma digital não necessariamente precise fazer uso de animais ou vai reduzir o número de animais que ele ele vai utilizar então isso também é mais uma estratégia pensando no R da substituição sugiro aqui para vocês que vocês consultem esse site
né Eh e assistam esse vídeo que tá aqui do lado no slide eh que faz uma ponderação entre pesquisas livres de animais né então ele vai nos fazendo perguntas e a gente vai automaticamente respondendo né e enfatizando essa questão a substituição Ela é legal ela é factível Ela é humanitariamente aceitável ela é eticamente aceitável porém a gente tem que substituir sem perder o caráter técnico né a capacidade de responder à nossa pergunta de pesquisa por que que eu estou dizendo isso porque não adianta eu querer ir lá ser o Joãozinho do Passo certo certo e
eu vou substituir todos os modelos animais porque final de contas existe o princípio dos 3rs eu vou respeitar sem avaliar se essa substituição ela é factível Ela é plausível ela vai responder o meu objetivo de pesquisa Porque se ela não é factível se ela não é plausível se ela não responde meu objetivo de pesquisa eu vou utilizar métodos alternativos que podem ser totais eh ou parciais certo e eu posso eh utilizar digamos substituir totalmente por um método indireto Ou seja eu vou seguir usando modelo animal e lá na frente aquele modelo que eu usei não
responde à pergunta que eu fiz porque fisiologicamente ele é diferente ele é distinto do meu modelo inicialmente preconizado E aí eu vou ter que utilizar mais animais então ao invés de eu acabar trabalhando com ética e com retidão eu não vou fazendo isso porque eu acabei queimando etapas e resolvendo substituir sem avaliar a íntegra né do projeto a íntegra do que os animais a a que os animais se destinavam e quais seriam os obstáculos paraa substituição né teríamos ainda obstáculos sim teríamos e temos né então um deles é que a gente tem no país uma
legislação desde 2008 que regulamenta a experimentação animal que é chamada lei aroua então a gente pode pensar que bom se tem uma lei É como se eu tivesse quase uma carta branca Mas isso não é assim tá a gente vai discutir isso um pouquinho mais paraa frente mas a presença de uma legislação pode ser um obstáculo pra substituição tá segunda questão é que a gente que ainda existem poucos métodos alternativos para a substituição de animais né e eu falo isso quando a gente compara o número de modelos protocolos que existem onde a gente aplica e
utiliza animais vivos em comparação ao número de métodos alternativos substitutivos a esses experimentos tá então ainda são pequenos proporcionalmente são raros eh Ainda temos pouca validação de métodos alternativos a nível Nacional tá então ainda temos essa dificuldade e ainda né uma questão fisiológica que ainda existe a inabilidade de reproduzir in vitro os testes em vivo né então isso é uma realidade é um obstáculo da substituição mas é fundamental que os pesquisadores sempre trabalhem com esse R né é importante substituir é importante pensar sobre isso e é importante que a gente consiga vencer esses obstáculos um
outro r o segundo R que a gente vai conversar que é fundamental é o r da redução o que que esse R quer dizer redução é a capacidade de se obter a melhor qualidade e a informação mais exata possível usando o menor número de animais então utilizando apenas a quantidade necessária capaz de fornecer resultados estat significativos tá então de novo é fundamental pensar nesse R da redução mas a redução ela tem que ser calculada ela tem que ser prevista eu não posso assim livremente da minha cabeça imaginar que agora o meus grupos experimentais inicialmente tinham
20 animais agora eu vou fazer com quatro porque eu vou reduzir a gente vai reduzir quando essa redução permitir que eu consiga obter resultados de qualidade resultados estatisticamente comprovados ou comprováveis tá então é importante sim pensar no R da redução mas associar isso à qualidade de resposta a qualidade de resultado obtido e o terceiro R é o r e do refinamento o que que é refinar refinar é melhorar é modificar é fazer e propor modificações nos protocolos experimentais né que possam reduzir a incidência da gravidade do Medo do desconforto do distresse aos animais de laboratório
durante as situações experimentais tá então toda e qualquer alteração que possamos fazer nos Protocolos experimentais de forma positiva para melhorar condições de bem-estar para reduzir gravidade desconforto danos teciduais emocionais nos animais isso é refinamento então além de tudo isso né quando a gente pensa em materiais ou em técnicas menos invasivas em pessoas mais mais bem treinadas em utilização de agulhas condizentes com o tamanho dos animais de redução de volumes a serem injetados por diferentes vias de formas de contenção mais adequadas eh de métodos mais confortáveis eh de manter os animais durante diferentes coletas de material
biológico todas essas medidas que tendem a reduzir desconforto são medidas de refinamento e são fundamentais para que a gente consiga reduzir o nú número de animais utilizados porque a gente vai est eh trabalhando melhor Aquele modelo que está disponível para ser utilizado E aí talvez a gente possa também através dos métodos de refinamento conseguir reduzir o número de animais então onde podemos refinar né que tópicos é possível intervir então aqui temos alguns tópicos né com relação aos procedimentos experimentais melhores protocolos anestésicos melhores protocolos analgésicos do ponto de vista de educação e treinamento conhecimento da biologia
e dos hábitos dos animais Então esse próprio curso de capacitação é uma forma de refinar né refinar o olhar do cientista refinar o olhar do pesquisador para os seus modelos para o seu experimento e isso vai repercutir uma melhora da qualidade experimental e pode repercutir num número menor de animais empregados tá ã refinar lá nos métodos de eutanásia formas doses volumes manejo com modelo né pensar no refinamento lá Nas condições do enriquecimento ambiental eh aumentando o espaço físico das gaiolas fornecendo pro material pros animais fazerem ninho naqueles animais que fazem ninho fornecer objetos de refúgio
fornecer brinquedos PR os animais que fazem brinquedos pensar em em enriquecimento social naqueles animais que podem né interagir em grupos ou até com o ser humano que acontece nos experimentos com felinos ou com caninos ou com outros animais que não sejam necessariamente os roedores roedores o que que eu quero deixar claro aqui também que os rres eles devem ser a Associados né o r da substituição o r da redução né e o r do refinamento eu falei de refinamento e falei várias vezes que o refinamento pode levar a redução do número de animais e pode
né Eh então a gente tem que usar os rrs de forma juntas conjunta associada todos eles juntos o que que eu quero dizer aqui também que quando a gente pensa lá na redução que a redução ela tem que ser calculada Então primordialmente dentro dos projetos ela vai aparecer lá pelo cálculo amostral naquelas situações onde o cálculo não é possível a gente vai justificar do ponto de vista de literatura atual recente condizente com que a gente tá avaliando tá e tem um outro R que é fundamental mas que não tá no princípio Claro proposto lá em
59 por Hush e bursh né que é o r do respeito a gente tem que ter respeito pelos modelos experimentais e respeito não é dar nome não é pegar no colo não é fazer foto não é publicar em rede social respeito ao modelo é respeito ao que ele proporciona a importância que ele tem na construção da ciência na construção do conhecimento na construção dos recursos humanos né então respeito ao bem que ele faz a sociedade né e a gente quanto pesquisador tem que ter respeito por esse modelo tem que zelar pelo bem-estar dele e tem
dever moral e ético de atender aos princípios dos TR RS a esses três RS que a gente falou antes de falar de respeito vocês encontram materiais disponíveis na internet sobre os trrs muito no site do NC 3rs né que é um site muito bacana sempre atualizado que traz muitas coisas muito pertinentes e relevantes paraa experimentação animal paraa ciência de animais de laboratório e me encaminhando pro fim desse nosso assunto sobre ética sobre princípios humanitários dos trrs ã Quero mostrar para vocês um artigo que fala do princípio dos 10 RS na pesquisa com animais eh já
ouvi várias palestras de pesquisadores eh criticando ou condenando essa nova esse novo olhar pros rrs e esse surgimento de tantos outros RS mas eu confesso para vocês que acho que é uma forma sistematizada eh de apresentar os princípios éticos relevantes paraa experimentação animal dentro da premissa dos TR RS mas agora sem chamar de três e chamando de 10 Então esse artigo é um artigo que foi publicado em 2022 que foi eh publicado ou feito lá utilizando como modelo o zebrafish e faz a apresentação dos 10 RS né dos 10 princípios eh éticos norteadores da pesquisa
experimental com animais os primeiros então a redução o refinamento e a substituição todos eles relacionados ao bem-estar animal né reduzir refinar e substituir sempre que possível os demais o r do registro né então os rs agora que estão relacionados aos princípios científicos né então o r do registro o r do relato ou do reporting quanto mais a gente relatar quanto mais rico isso for melhor será o r da robustez que tá relacionado à robustez do projeto do paper do experimento que a gente tá conduzindo o r da reprodutibilidade da capacidade de um bom registro um
bom relato uma excelente robustez vai permitir uma reprodutibilidade melhor e o r da relevância da relevância científica da relevância de ap de aplicabilidade da relevância do que a gente tá propondo e os dois últimos rrs relacionados aos princípios de Conduta então a responsabilidade na condução da experimentação com modelos animais vivos e o respeito aos modelos pela contribuição científica né que os mesmos trazem né E vão eh repercutir na nossa sociedade e aí eu finalizo com aquela mesma pergunta lá do início né é inegável ou não a utilização o emprego de modelos animais vivos vertebrados pra
finalidade que eu estou me propondo né Então essa pergunta deve fazer parte dos nossos dias do nosso trabalho e com certeza ela vai nos ajudar a buscar metodologias alternativas Quando possível seguir sempre o princípio dos trrs Quando forem aplicados né sejam eles no bem-estar sejam eles na conduta sejam eles na construção científica mesmo muito obrigada a todos pela atenção nesse último slide vocês encontram o meu e-mail eu sigo à disposição para qualquer comentário pergunta ou curiosidade que vocês tenham e que eu possa ajudar um abraço e até mais