Olá seja muito bem-vindo eu sou o Anderson Silva fundador do Centro Educacional 7 de Setembro que hoje é a maior plataforma de cursos gratuitos do Brasil aqui você encontrará educação acessível com a melhor qualidade de áudio e vídeo do mercado parabéns você já está inscrito no curso é muito importante que você permaneça no grupo não saia dele a nossa certificação é completa e reconhecida em todo o território nacional quando você solicita o certificado automaticamente você já adquiriu também o seu e-book completo com todo o conteúdo do curso que estará disponível para download lá na nossa
plataforma que é exclusiva para isso existe uma pequena taxa Mas fique tranquilo o certificado não é obrigatório todas as aulas são 100% gratuitas depois dá uma conferida lá na imagem do grupo pois lá temos todos os pratos não sabemos quando haverá uma nova Turma desse curso Então aproveite a oportunidade e Deus te abençoe [Música] [Música] Olá pessoal tudo bem Eu sou Professor Doutor Jefferson Comin Esse é o módulo 1 aqui do nosso curso sobre metabolismo de carboidratos e lipídios e também estratégias nutricionais esse modo ruim a gente vai conversar sobre o metabolismo de carboidratos eu
separei para gente uma parte mais básica para a gente entender a estrutura desses carboidratos e depois entrar na parte metabólica Então vamos nessa pessoal os carboidratos eles são os nutrientes mais abundantes no mundo então você consegue encontrar carboidrato como por exemplo a glicose em Casca de árvore em frutas e cereais legumes amido e celulose é claro que você não vai comer uma casca de árvore para ter carboidrato Mas você consegue encontrar nesse tipo de nessa fonte por definição bioquímica de carboidrato a gente tem como o nome próprio sugere os carboidratos contém carbono água e a
combinação de átomos de carbono de hidrogênio e de oxigênio formam a molécula de carboidrato com açúcar a gente tem a fórmula geral que você consegue identificar aí ó o carbono representado pelo C e o H2O né na verdade esse H2 gente Nós temos dois átomos de hidrogênio e também um hidroxigênio e essa quantidade dessa estrutura pode variar a depender do tipo de carboidrato Mas relaxa que eu vou mostrar é de uma forma um pouco melhor para vocês então nós temos os tipos de carboidratos e nós conseguimos dividir os carboidratos em decorrência das moléculas que formam
esses caras dessa forma a gente pode ter os monossacarídeos uma única molécula de glicose por exemplo vai formar aí a gente tem a frutose a gente tem também a lactose os dissacarídeos nós pegamos duas moléculas E unimos essas duas moléculas nós temos o livro Essa carimbo são representados por dois duas até 10 moléculas e os polissacarídeos mas fica tranquilo que a gente vai estudar tudo um pouquinho mais Quando nós vamos ver os monossacarídeos que seria só uma única molécula de carboidrato é esses monossacarídeos eles podem ser divididos quanto ao grupo funcional deles sendo dois pode
encontrar as aldoses e também a cetoses dá uma olhada aí nessa imagem eu vou ilustrar para vocês como que você faz para identificar uma aldose ou uma cetose é muito simples no caso da aldose como vocês podem ver você vai olhar lá para o carboidrato 1 Então a gente tem carboidrato um dois e três olha para o carboidrato 1 desculpa para o carbono 1 quando você observar o carbono 1 você vai conseguir identificar uma dupla ligação com o oxigênio e uma delegação com o hidrogênio Então você identificou uma audose já quando a gente vai para
uma cetose no caso da cetose você vai identificar carboidrato 1 2 e 3 e você vai conseguir identificar uma dupla ligação do carbono dois com um oxigênio um detalhe que eu esqueci de falar da aldose é que essa dupla ligação com oxigênio você pode olhar a molécula de cabeça para baixo né então pode ser que ela apareça aqui ó tem uma dupla ligação com oxigênio e o hidrogênio aqui ó tô imaginando que eu tô olhando a molécula de cabeça para baixo a mesma molécula de cabeça para baixo de maneira geral você pode evitar Como regra
que você vai observar Essa dupla ligação com oxigênio e com o hidrogênio carbono é ele vai estar em uma das extremidades ou na extremidade de cima que representado pelo carbono 1 ou na extremidade de baixo aqui representado pelo carbono 3 e no caso da cetose não tem erro vai ser sempre no carbono dois que você vai identificar Essa dupla ligação com o oxigênio a gente pode dividir esses monossacarídeos em razão da quantidade de carbonos que eles possuem por exemplo aqui ó Vocês conseguem ver o glicerá odeído Quantos carbonos tem o glicerl dele ele tem um
dois três carbonos e é de hidróxidona também tem um dois três carbonos dessa forma nós vamos falar que o glicer o dedo e a de hidroxítona pelo fato de terem três carbonos eles são trioses triose olha só que legal que é bioquímica muito legal quando você tá estudando e você olha uma palavra que você fala nossa que significa essa palavra a própria palavra diz o que ela significa Olha só sacarose glicose maltose dextrose eritrose ribose tudo isso termina em Oz tudo que terminar em Oz e bioquímica vai fazer referência a carboidrato terminou em Ozi vai
fazer referência a carboidrato quando eu falo triose é um carboidrato que termina em 11 que tem Tri O quê três carbonos aqui ó no caso da eritose vamos dar uma olhada tem um dois três quatro carbonos quatro carbonos tem aquele meme do Galvão gritando até treta quando o Brasil ganhou a quarta Copa do mundo então Quatro carbonos quatro Copas do Mundo nós vamos falar que um carboidrato monossacarídeo com quatro carbonos é uma tesorose tá tertrose Não esquece do meme do Galvão Bueno a gente tem aqui ó uma ribose do lado a ribose tem um dois
três quatro cinco Quantas copas do mundo o Brasil tem atualmente 5 Brasil é penta campeão então um carboidrato desculpa o monossacarídeo Mais especificamente que tem 5 carbonos nós vamos falar que é uma pentose porque tem cinco carbonos não tem erro E aí nós temos os mais populares né os monossacarídeos mais populares eu até exemplifiquei para vocês então a gente vai ver lá a gente adalactose a glicose a frutose que são os mais populares amorosos não é tão Popular assim e aí quando a gente vai ver esses caras esses quatro indivíduos aqui ó tem um dois
três quatro cinco seis carbonos a mesma coisa da glicose a mesma coisa manose a mesma coisa frutose tem seis carbonos se eu tenho seis carbonos ou falar que esses monossacarídeos eles fazem parte da família das eixoses justamente por conta dessa configuração dessa quantidade de carbonos um exercício aqui para a gente fazer então uma olhada nesses caras aí esses quatro indivíduos na galactose glicose e manose frutose identifica para mim quem que é aldeído aí quem que vai ser a aldeído identifica tempo valendo brincadeira bom identifica aí quem que é a quem são os aldeídos você consegue
identificar vendo os carbonos das extremidades então quando eu Observo a galactose Olha lá a lactose ela tem no carbono e um dos carbonos da extremidade nesse caso no carbono 1 o carbono faz uma dupla ligação com oxigênio e uma ligação simples com hidrogênio é uma dose sim a glicose quando observa lá eu consigo ver o carbono 1 faz uma dupla ligação com oxigênio e uma ligação simples com hidrogênio é uma dose também é uma dose no caso da manose eu consigo ver o carbono 1 fazendo uma dupla ligação com oxigênio uma ligação simples com hidrogênio
é uma maldosa sim é uma dose no caso da frutose tô olhando lá o carbono 1 ele faz uma dupla ligação com o oxigênio não o carbono da outra extremidade carbono 6 faz uma dupla ligação para o oxigênio também não opa e tem aqui o carbono 2 na verdade ó essa imagem aqui tá errada e imagina que esse hidrogênio não existe esse erro cometi justamente para ver se vocês estavam espertos mentira da imagem que eu peguei já tava errado no caso da frutose ela tem uma duas ligações com o oxigênio então vou falar que ela
é uma cetose tá nesse caso ela vai ser uma cetose uma outra característica dos carboidratos sobretudo da glicose é que essa estrutura aqui que eu mostrei para vocês esse formato linear e bonitinho você só vai encontrar esses monossacarídeos nesse formato linear no seu livro de bioquímica você não vai encontrar esses carboidratos na natureza dessa forma na verdade os carboidratos da natureza eles vão ficar na forma cíclica então Ó imagina que eu peguei uma glicose que tá aqui linear estrutura linear como vocês podem ver eu vou deixar na forma cíclicas Essa é a forma que você
consegue encontrar os monossacarídeos na natureza e na forma linear é só no seu livro de bioquímica só para ficar mais didático para a gente estudar tá e uma outra característica é que nessa cicatrização que a gente fala o que pode acontecer é que quando a gente vai observar ali o carbono um então carbono um dois três quatro cinco seis então identificou aí os carbonos da glicose se no carbono 1 a hidroxila que vocês estão vendo aqui ó o oxigênio com hidrogênio ele estiver voltado para baixo nós vamos falar que é um anômero Alfa então a
hidroxila do carbono 1 voltará para baixo aí na sua estrutura a gente paga nós estamos com a número Alfa agora se essa hidroxila eles estiver voltada para cima também no carbono 1 nós vamos falar que nós temos uma número Beta tá essa característica de se transformar em número Alfa ou a número Beta da glicose é uma característica que ocorre de maneira natural tá na natureza você tem essa transformação da glicose aí passando sofrendo essa mutação entre a número alfa e beta se tratando dos oligossacarídeos eu falei para vocês que os oligossacarídeos eles são carboidratos formados
de dois monossacarídeos até 10 monossacarídeos e aí o mais popular dos oligos são os dissacarídeos Então pega o monossacarídeo e junto com outro monossacarídeo eu forma um dissacarídeo lembra que o dissacarídeo ele faz parte da família dos oligossacarídeos E aí os mais populares que nós temos é eu pegar uma molécula de glicose unir com outra molécula de glicose uma maltose eu posso muito bem pegar uma moeda de glicose unir com uma frutose e eu formo uma sacarose isso é muito importante tá eu posso muito bem pegar uma moeda de glicose unir com uma galactose e
o fórum uma lactose Então isso é importante por exemplo é importante você entender essa estrutura básica dos carboidratos porque isso explica aquele paciente que tem esteatose hepática como de gordura no fígado basicamente que esse paciente faz normalmente esse paciente vai ser um paciente com sobrepeso e obesidade esse paciente com esteatose hepática realmente é o paciente consome muito açúcar simples açúcar simples que você usa para adoçar o seu café de onde que veio da cana-de-açúcar da cana-de-açúcar então na cana de açúcar eu tenho muita sacarose Então esse cara que consome muito açúcar simples e com açúcar
simples chegar no organismo dele a gente tem a sacarose que é formada por uma glicose mais uma frutose o organismo Quebra esse de sacarídeo você tem a glicose solta e a frutose solto a glicose consegue ser metabolizada por todos os tecidos do corpo desse indivíduo agora no caso da frutose aí o bicho pega porque no caso da frutose quem consegue metabolizar frutose é só o fígado essa frutose chega lá no fígado esse cara e esse indivíduo esse seu paciente no caso vamos supor que o indivíduos por não e ele já é um cara com sobrepeso
obesidade ele tem um hábito alimentar inadequado por isso que ele tá comentando essa carose e é sedentário ele usa muita energia é evidente que ainda usa muita energia essa frutose que tá lá no fígado dele que veio a partir da alimentação que comeu muito açúcar por exemplo essa frutose ela começa a metabolizada para o fígado e o fígado fala cara eu tô metabolizando essa frutose aqui para fornecer energia mas o fulaninho não tá precisando de energia é sedentário sabe o que eu vou fazer com esse excesso de energia eu vou começar a estocar esse excesso
de energia mas eu vou estocar na forma de gordura e aí o fígado começa a produzir gordura essa pessoa ela acaba se acaba tendo esteatose hepática como de gordura no fígado porque ela consumiu muito açúcar Então olha só como é importante vocês terem essa base bioquímica porque ela explica o raciocínio clínico e lógico por trás de várias doenças e várias condições como no caso da esteatose pode falar porque que é importante você saber que a glicose mais agalactose formam a lactose isso vai explicar por exemplo quando aquele seu paciente que toma leite porque quem sente
desconforto intestinal aquela distensão intestinal a extensão abdominal e tem casos de flatulência sim solta muito pum se é que você me entende nesse caso o indivíduo ele está consumindo essa lactose essa lactose de sacarina chega lá no intestino dele e ele não tem a enzima que faz a quebra ou intensa enzima mas não tem na quantidade não tem quantidades apreciáveis ou seja são lactose chega lá e essa lactose não é quebrada para ser digerida para galactose a glicose serem ingerida ela fica lá ele solta porque não tem lactase dessa forma a microbiota intestinal começa a
pegar esse açúcar metabolizar ele e acaba liberando gases e é por isso que esse cara tem sintomas então é muito importante vocês entenderem esse raciocínio básico de bioquímica E aí eu coloquei alguns exemplos aí para vocês ó por exemplo alguns exemplos por exemplo olha só que mais redundante impossível esse gráfico aqui ele ilustra algumas fontes de carboidrato e a distribuição dos carboidratos nessas Fontes então tudo que tiver em vermelho faz referência a frutose tudo que estiver em verde faz referência ao time sem Mundial brincadeira faz referência ao a glicose então dá uma olhada aí ó
frutose tá vermelho verde tá é em vez de tudo que é glicose Então olha no gráfico Quando eu olho lá o primeiro item glicose é o Dextrose é formado o único exclusivamente por glicose ó meu Deus xarope de milho única exclusivamente por glicose xarope de bordô sabe quando você vê aqueles filmes americanos que os caras pegam aquelas panquecas uma panqueca em cima da outra xarope é aquela coisa horrorosa por cima isso que é xarope de bordô quando você olha frutose corresponde a 48,5% e glicose vai ter 1,5%, açúcar mascavos também tem uma divisão igual a
do xarope de bordô em relação a frutose e glicose a mesma coisa no melado caldo de cana evaporado a sacarose quando você olha você tem 50% de frutose 50% de glicose açúcar não refinado também 50 50 Mel você tem 50,5% de frutose e outros 44,5 de glicose concentrado de suco de laranja 51% de frutose e 49% de glicose xarope de milho rico em frutose 55% em frutose 45% em glicose concentrado de suco de maçã 65,66,5 e 33,5 e obviamente frutose vai ter 100% de frutose em relação aos polissacarídeos O que seriam os polissacarídeos seriam as
maiores moléculas de carboidratos Então quando você olha a polissacarídeo você vai ter de três até milhares de monossacarídeos twoger de mãozinha lá de mãozinha A Dada fazendo ligações glicosídicas e aí com o polissacarídeo a gente tem os polissacarídeos Vegetais A exemplo o amido encontrado em sementes no milho em vários grãos no pão cereais massas em produtos de padaria o termo carboidrato complexo descreve o amido de etético que representa da ponte nutricional mais importante de carboidratos pessoal carboidrato complexo que que é um carboidrato complexo é um polissacarídeo então por exemplo as pessoas elas falam que glicose
glicose não pão francês por mais que tenha farinha branca e fala é um açúcar simples Não não é é um carboidrato complexo um açúcar simples vai ser tipo açúcar que tem em cima da bala de goma que é uma delícia aquilo vai ser um açúcar simples no pão francês não no pão no pão francês você tem ali um carboidrato complexo tá pelo amor de Deus não se confunda quando a gente vai ver o amido a gente tem uma divisão né O amido amilose E aí esse primeira essa primeira imagem que estão vendo aí no pão
branco em que você é uma moeda de glicose ligada a outra molécula de glicose a outra a outra a outra assim sucessiva sucessivamente essas moléculas de glicose elas fazem uma ligação de Alfa 1/4 que é alfa14 quando eu falo Alfa a hidroxila tá para baixo ou tá para cima para baixo acabou de ver isso significa um quatro é o carbono um de uma glicose ligada ao carbono 4 de outra glicose e assim por diante a medida que a gente vai formando essas ligações a molécula Ela não fica retinha ela começa a fazer hélice tipo ela
fica num formato ele cuidar exatamente como Vocês conseguem ver aí na imagem já no caso da miopectina não no caso do amigo pepino as moléculas de glicose é meio que faz parte ali do amido tá as moléculas de glicose elas fazem a ligação alfa14 mas nós temos pontos de ramificação Alfa 16 o que significa isso significa que tem uma molécula de glicose a número Alfa apontando para baixo ligada a outra moeda de glicose carbono um diuma ao carbono 4 da outra eles estão ligados e os pontos de ramificação eles ocorrem entre o carbono 1 de
uma glicose e o carbono 6 de outra glicose Então olha aí a meiose é uma cadeia linear longa de unidades de glicose entrelaçadas Hidrólise mais lenta do que da milopectina cara por exemplo eu coloco para os meus pacientes que vão fazer exercício trabalho com nutrição esportiva E aí antes do exercício eu coloco a um pão francês para eles tem gente aí que deve estar vendo isso falando que eu tô pensando que eu tô comentando cometendo um crime Experimenta fazer faz essa experiência aí como pão francês antes de fazer uma musculação e ver como vai render
o seu treino a miopectina ligação de monossacarídeos altamente ramificada a Hidrólise é mais rápida do que dá amilose quanto as fibras Então o que são as fibras fibras são alicarboidratos resistentes à degradação humana você tem um carboidrato que você não consegue quebrar então quando eu falo por exemplo que eu vou comer um alimento com fibra Eu tenho um carboidrato envolto por fibra eu não tenho acesso a esse carboidrato A exemplo os carboidratos integrais carboidrato complexo é uma coisa carboidrato complexo é um carboidrato formado por ondas cadeias de glicose mas eu tenho acesso a esse carboidrato
carboidrato integral Eu tenho um carboidrato que tá envolto por fibra eu não consigo acessar esse carboidrato tá bom as fibras Elas têm como função reter muita água né e confere volume aos resíduos alimentares em outras palavras da volume para suas fezes da volume para o seu cocô e a gente tem as fibras solúveis que tem essa característica né com a Beta glicana pectina é goma guardo nós temos fibras são presentes em aveias arroz integral ervilhas cenouras caspa de muitas frutas e nós vamos ter as fibras insolúveis no caso delas por exemplo a celulose muitas micelulas
e produtos e outros produtos ricos em celulose como por exemplo farelo de trigo e aí eu coloquei para vocês a recomendação de fibras a depender do gênero e também da faixa etária Essa é uma das recomendações de fibras a depender da referência que você vai utilizar Você pode encontrar números distintos a esse então por exemplo eu coloquei aí crianças de 1 a 3 anos de idade tem consumido 19 gramas de fibras pois circulando para vocês 19 gramas de fibra por dia quatro a oito anos de idade 25 gramas meninos de 9 a 13 31 meninos
de 14 a 18 38 meninas de 9 a 18 26 homens de 19 a 50 38 G homens 51 para mais 30 gramas mulheres 19 a 50 25 mulheres a partir de 51 21 Gramas mas de novo a depender da referência que você vai utilizar É pode ser recomendado preconizado uma quantidade diferente de fibras por exemplo a Sociedade Brasileira de diabetes ela coloca ali para pacientes diabetes construir pelo menos 35 g de fibra por dia isso independente do gênero então dá uma olhada na referência no grupo populacional que você vai aplicar esse conceito sobre a
digestão dos carboidratos vamos falar sobre um pouquinho sobre a digestão Então ela começa na boca a gestão de carboidrato a gestão do carboidrato ela é mais rápida quando comparada a gestão de proteínas e lipídios faz uma experiência quando você for almoçar em família ou jantar em família alguma coisa do tipo senta com as pessoas à mesa pergunta Ali quem tá com fome pergunta Ali quem tá com fome aí o Fulano ia falar eu tô com fome e repara aonde que vai ser a primeira garfada dele um prato imagina um prato de arroz feijão uma carne
uma salada prato típico do brasileiro observa que a primeira garfada dessa pessoa sempre vai ser no carboidrato a gente sabe de maneira inconsciente que o carboidrato ele é digerindo mais rápido então a gente busca ali quando a gente vai comentar com fome a gente busca sempre carboidratos faz experiência aí você vai sim impressionar Depois me conta ó então a digestão começa na boca a partir da amilase salivar que inicia essa digestão do amido depois de Você engoliu o alimento com auxílio dos movimentos peristálticos o bolo alimentar irá ser conduzido pelo esôfago até o estômago chegando
no estômago atuar na digestão de proteínas e lipídios transformantes em moléculas mais simples lá no seu intestino o que acontece a primeira porção do intestino delgado é onde a gente vai ter a maior absorção de nutrientes tá Principalmente nos primeiros 100 cm Então a gente tem as divisões do intestino né a gente tem o duod no jejum e ilho na parte do odeio a gente vai ter a maior parte da absorção dos nutrientes como que ocorre essa absorção imagina que a gente pega ali o intestino a gente vai verificar as células as células que recobrem
o intestino são células epiteliais né se elas recobrem as que cobrem órgãos enfim sempre vão ser células epiteliais essas células elas possuem que nós chamamos de especialização de membrana Então a gente vai ver na membrana do Ápice dessas células na membrana apical Então você tem uma membrana pical do Topo a basal da base e as laterais a membrana apical do topo do ápice da célula nós vamos ser especializações de membrana que são essas são essas ordens escova que você consegue ver o que acontece Qual que é a ideia dessa borda em escova especializações da membrana
da membrana apical então eu vou desenhar uma célula aqui pra gente eu imagino que a gente tem a célula chama de enterócito social tem as especializações de membrana formando essa borda em escova Qual que é a ideia dessa especializações de membrana essa borda em escova é justamente fazer com que o alimento ele tem uma maior superfície de contato para que ele possa ser absorvido pelo enterócito uma vez absorvido pelo enterócito e consegue entrar cair por exemplo na sua corrente sanguínea sobre o armazenamento o que acontece nós conseguimos armazenar esses carboidratos dentro do nosso corpo sim
você armazena carboidrato no seu corpo na forma de glicogênio E aí eu coloquei aqui alguns termos de relacionado com metabolismo de carboidratos Quais são os termos e quais são esses termos glicogênese anota aí ó glicogênese sim vai que eu vou pegar o carboidrato e vão transformar em glicogênio estocar esse cara que é um glicogênio imagina que eu pego carboidrato lembra que eu falei para vocês o amido glicogênio O amido é a forma que a planta estoca carboidrato glicogênio é a forma com que os seres vivos estocam se eles vivos os animais vão falar assim eles
tocam carboidrato então nada mais é que uma glicose junto com outra glicose um outro um outro um outro e assim por diante o que que vai ser a glicogênese vai ser a via metabólica o processo pelo qual eu pego a glicose e transformam em glicogênio o próximo aqui ó é a gliconeogênese que significa gliconeogênese eu vou pegar um componente que não tem nada a ver com carboidrato por exemplo um aminoácido e vou transformá-lo em carboidrato Olha o nome glico faz referência o quê glicose Mel novo higienesis formação Então vamos falar glico né o Gênese é
a formação de uma nova glicose e glicogenólise o que que vai ser a glicogenólise é o processo reverso da glicogênese sinal glicogênese eu peguei a glicose transforma em glicose em glicogênio na glicogenólise vou pegar esse glicogênio vou quebrar e transformar em glicose para que as minhas células possam utilizar a gente estoca glicogênio no nosso fígado e nos nossos músculos tá então nós temos o glicogênio hepático e também glicogênio muscular um fato importante é o glicogênio muscular fornece glicose única exclusivamente para o músculo já o glicogênio hepático ele fornece glicose para todos os tecidos inclusive para
o músculo eu te pergunto o que que você tem aonde você acha que você vai ter a maior quantidade de glicose no seu corpo glicogênio hepático ou muscular é evidente que em glicogênio é muscular que você tem mais no seu corpo você tem muito mais músculo do que que fígado não é só tem um fígado e um monte de músculo então a maior parte do nosso glicogênio vai estar ali estocado no nosso músculo e uma menor parte no nosso fígado mas a concentração de glicogênio fígado é maior se a gente for pegar em centímetros cúbicos
quando você observar o seu fígado você vai ter uma concentração maior de glicose do que no músculo tá então ó Isso daqui é interessante isso explica porque que a pessoa que ela tira carboidrato da dieta por exemplo ela consegue emagrecer consegue emagrecer não consegue diminuir o peso na balança melhor assim dizendo imagina o que acontece aqui é que o indivíduo de 80 kg que tem uma dieta normal glicídica esse cara consegue se trocar num corpo dele e cerca de 500 g de carboidrato ou seja 500 gramas de glicogênio o que acontece aqui pessoal é que
para cada grama de glicogênio que você toca você acaba armazenando outros três gramas de água então se eu tô estocando 500 gramas de glicogênio no meu corpo eu tenho outro 1,5 kg em Água sendo estocado no meu corpo também a pessoa que tira carboidrato da dieta e ela sobe na balança e vê que ela perdeu peso não significa emagreceu significa que ela apenas desidratou Afinal de contas se eu tenho 500 gramas de glicogênio no corpo e outros 1.500 gramas de água se eu parar de comer se eu parar de comer carboidrato eu vou estocar esses
500 gramas de glicogênio não eu vou estocar esses um litro e meio de água 1,5 kg de água também não e aí quando eu subir na balança eu vou ver que eu tô 2 Kg a menos na balança 500 gramas mais 1500 de água dá 2 kg então isso explica porque quando a pessoa tira carboidrato da dieta E aí um dois dias depois ela sobe na balança ela vem com o peso dela abaixou ela emagreceu não ela apenas desidratou E aí pessoal o que acontece aqui É que na verdade os nutrientes eles são capazes de
fornecer energia e aí energia para nossas células elas ficam estocadas na forma de ATP adenosina tri fosfato como que é formado um ATP tem uma ou tem uma imagem aqui legal para vocês nós temos a adenosina que é uma base nitrogenada ligada a uma a um açúcar a uma ribose a ribose é uma pentose que tem um dois três quatro cinco carbonos Então pega essa base nitrogenada e língua ribose quando eu faço isso eu consigo formar a adenosina essa adenosina estará ligada a um fosfato que tá ligado a outro fosfato e a outra fosfato Então
eu tenho adenosina trifosfato são três fosfatos juntinhos Together o que acontece aqui é que o ATP consegue fornecer energia para as nossas células Como que essa energia ela é fornecida o que fornece energia para a gente são as ligações entre os fosfatos elas estão destacadas aqui ó tem amarelo eu fiz uma setinha para vocês aqui tem uma ligação entre fosfatos não tem uma ligação entre a ribose e um fosfato isso daqui vai fornecer energia não vai fornecer energia então anota aí no seu caderno Nossa Jeff eu tenho que ter um caderno é o mínimo né
que você tem que ter um caderno aí para anotar as paradas que eu tô falando então o que fornece energia para gente são as ligações entre os fosfatos a medida que eu quero retirar essa energia vem uma enzima e vai quebrar essa ligação entre os seus fatos principalmente essa ligação aqui que eu coloquei duas setinhas que a ligação mais distante da ribose porque é que mais fornece energia essa outra ligação fornece energia fornece mas numa quantidade menor então é muito mais inteligente ou quebrar sempre ou procurar quebrar na maior parte das vezes a ligação que
fornece mais energia que é a mais distante da ribose o que acontece aqui pessoal quando a enzima vem e quebra essa ligação nós liberamos energia basicamente essa energia ela tá contida nessa ligação na forma de energia potencial a medida que vem uma enzima e quebra essa ligação essa energia potencial se transforma numa energia de movimento nós chamamos de energia cinética você que deve estar pensando meu deus do céu paranauê que é isso relaxa que eu vou te explicar melhor eu tenho aqui um bolinho pessoal deixou aqui para mim se eu pegar esse bolinho aqui ó
e soltar ele que acontece a gravidade vai empurrar ele para baixo ele vai cair olha só vocês concordam comigo que esse bolinho ele não tem o potencial de cair ele tem um potencial mas ele tá parado certo você tá parado e ele tem o potencial de cair eu falo que ele tem energia potencial igualzinho a energia lá do ATP agora a medida que eu soltar esse bolinho e ele for até a mesa esse potencial essa energia potencial vai se transformar em um movimento chamado de energia cinética e a mesma coisa que acontece ali quando eu
quebro as ligações entre os fosfatos então energia potencial energia cinética a mesma coisa ali quando eu tenho fosfato e eu desculpa a ligação entre os fosfatos eu quebro eles a medida que eu quebrei essa ligação entre os fosfatos o ATP ele perde um fosfato adenosina trifosfato passa a ser adenosina de fosfato passa a ser a DP como vocês podem ver aqui o ADP é uma molécula que tem energia tem mas tem pouca energia e aí O legal é eu metabolizar o nutriente para formar mais ATP aqui o ATP fornecendo a energia para várias funções do
seu corpo contra ação muscular circulação síntese tecidual de gestão secreção grandular e transmissão neural por exemplo quando a gente tem um excesso de ATP no nosso corpo tem muita energia sobrando no nosso corpo que a gente consegue pegar a gente consegue pegar pequenas moléculas e transformar em uma molécula Grande então quando eu tenho muita energia sobrando eu consigo pegar pequenas moléculas e transformar numa molécula Grande não tem a sua bolinha eu tenho bala aqui também Então imagina o seguinte tem muita energia soprando no meu corpo eu consigo pegar pequenas moléculas e transformar em uma única
molécula Grande o que que eu fiz aqui eu fiz um anabolismo eu fiz um anabolismo que a gente vai falar que é um processo endergônico agora quando tiver com pouco ATP no meu corpo eu tenho pouca energia no meu corpo eu consigo pegar uma molécula Grande grande quebrar essa molécula grande em moléculas menores justamente para que eu possa obter energia para sustentar as minhas funções dessa forma a gente vai falar a gente tem um catabolismo que vai ser um processo exeggônico se tratando de metabolismo Olha só que coisa mais linda mais cheia de graça essa
imagem Deixa eu guardar nas balinhas aqui essa imagem que vocês estão vendo o que acontece aqui ó é que tanto as gorduras quanto os carboidratos quanto as proteínas conseguem ser quebradas serem metabolizadas e nos fornecer energia Lembrando que um ponto muito importante aqui que o pessoal durou ontem tem medo de estudar nós vamos precisar passar lá pelo ciclo do ácido cítrico ou ciclo de carbocílico ou o famoso ciclo de Krebs para isso olha só que legal essa imagem que eu coloquei para vocês sem bioquímica é muito legal imagina que eu quero fazer uma contração muscular
para fazer essa contração muscular eu preciso de energia quando eu tô em repouso Pimenta eu tô conversando aqui com vocês agora tô em repouso o que acontece é que na minha musculatura eu tenho uma proporção de 500 para um entre ATP e ADP Ou seja eu tenho 500 moléculas de ATP e apenas uma de ADP lembra com ATP ele é rico energeticamente e o ADP ele é pobre energeticamente em repouso só que a medida que eu começo a fazer contração muscular eu começo a quebrar esse ATP justamente para obter energia sustentar a contração muscular e
invariavelmente esse ATP se transforma em ADP adenosina de fosfato só que eu preciso continuar minha contração muscular e o meu estoque de ATP tá acabando Qual que é a solução produzir mais ATP obviamente como que vai acontecer isso no nosso corpo Vamos estudar passo a passo então Ó eu tenho o ATP eu falei cara Quero fazer uma contração muscular que tá representada por trabalho aqui quando eu faço contração muscular eu pego ATP quebra o ATP e eles transformam em ADP adenosina de fosfato durante os primeiros 10 segundos por exemplo de contração muscular ou durante os
primeiros 10 segundos desse requerimento energético o que vai acontecer principalmente lá no nosso músculo estriado esquelético é que nós vamos ter um cara chamado de creatina fosfato sim suplementação de creatina você já deve ter ouvido falar o que acontece com a creatina fosfato a creatina fosfato é uma molécula de creatina que ela tem um fosfatinho que ela não vai usar para nada o que que essa creatina fosfato faz ela pega o fosfatinho dela e dor para o ADP nesse momento que a creatina fosfato Doa o fosfato dela que essa bolinha azul para o ADP ele
volta a se transformar em ATP e a creatina fosfato vira só creatina é dessa forma que funciona a suplementação de creatina você vai ter uma um estoque maior de creatina fosfato no seu corpo dessa forma você consegue fazer mais contração mu scular Teoricamente só que isso daqui não vai durar para sempre tá isso aqui é muito eficiente Mas normalmente consegue sustentar o requerimento energético durante os primeiros segundos apenas como mencionei para vocês os primeiros 10 segundos e aí a gente vai precisar começar a pegar os nutrientes metabolizar esses nutrientes catabolizar esse nutrientes para que então
eu consiga obter novas moedas de ATP E aí que entra a glicose a grande for ver carboidrato proteína lipídios três fornece energia sim se a grande vantagem do carboidrato da glicose sobretudo é aquela fornece energia de maneira rápida tá então o que acontece aqui ó é que essa glicose ela é metabolizada e obtém então mais ATP justamente para conseguir sustentar mais trabalho da minha célula essa glicose a depender do tipo de metabolismo que ela passou se for o metabolismo anaeróbio ou seja sem a oferta de oxigênio essa glicose pode fornecer lactar Mas de onde que
veio essa glicose essa glicose pode ser uma glicose que vem da sua alimentação e aí já tá na sua corrente sanguínea ou pode ser uma glicose que está estocada dentro do seu tecido Qual tecido muscular e hepático pode estar estocada lá se essa glicose estiver estocada ela vai estar na forma dele glicogênio ela passa por uma via metabólica que é a de quebrar esse glicogênio para obter glicose e nós chamamos de glicogenólise então a gente pega o glicogênio quebra esse glicogênio E aí então obtemos glicose essa glicose será metabolizada para o fornecimento de novas moléculas
de ATP me dá alguns exemplos aí de quando eu consigo ver esse metabolismo funcionando sabe o metabolismo do de quando você metabolismo da creatina fosfato Sabe aquele pessoal do CrossFit que pega ali a barra faz levantamento olímpico pega a barra levanta aqui no peito e depois levanta acima da cabeça pode ver que o movimento é rápido de falar que é o movimento de potência muscular nesse caso o metabolismo que vai estar funcionando Vai ser metabolismo anaeróbio alático ou seja vai ser metabolismo ali da creatina fornecendo fosfato para o ADP para o que você consiga obter
novas moedas de ATP já no caso de uma musculação que você vai fazer ali sei lá três de 15 alguma coisa do tipo você já começa a entrar no metabolismo é na glicose desculpa na glicólise anaeróbica o metabolismo lático você começa a formar lactado que aí eu pegar a molécula de glicose quebrar essa molécula de glicose para obter o ATP de maneira rápida mas eu forma lactato também esse tipo de contração muscular é muito bem mostrada por de a partir de 10 segundos até aproximadamente 1 2 minutos tá Jack Mas e a partir desses dois
minutos eu vou correr por exemplo ou então as minhas outras células que não necessariamente estão ligadas à contração muscular como que elas fazem para obter energia dá uma olhada nessa imagem que eu coloquei para vocês essa é uma imagem ampliada daquela outra que eu tava rascunhando então a gente tava aqui ó sustentar o trabalho muscular Quem faz isso é o ATP quando ele é quebrado se transforma em ADP durante os primeiros 10 segundos creatina fosfato do Fosfato para ele e o ADP volta a ser ATP aqui você já tão voando Já tá manjando demais só
que esse papudos eu preciso demais energia isso aqui não tá dando conta Você pode muito bem pegar uma amoeba de glicose essa molécula de glicose será quebrada para o fornecimento do ATP sustentar o trabalho se ela for Quebrada no metabolismo sem a presença do oxigênio é a formação de lactato tudo bem de onde que veio essa glicose Jeff essa glicose aqui ó ela pode ser uma glicose que já estava na sua corrente sanguínea a partir da sua alimentação você comeu alguma coisa a glicose chegou lá na sua corrente sanguínea ou pode ser uma glicose que
acabou sendo estocada tava estocada já no seu corpo na forma de glicogênio Quanto é estocada eu pego o glicogênio e faço glicogenólise e obtém essa glicose que vai ser metabolizada agora se a glicose ela permanecer em um ambiente ali que tem oxigênio o que que pode acontecer com essa glicose essa glicose ela passa por glicólise nós vamos obter o piruvato esse piruvato então na presença do oxigênio ele é convertido em assistir ocular Só que todo esse metabolismo que eu escrevi até agora para vocês ocorre no citosol da célula quando o pirubato ele é convertência ocular
isso começa a ocorrer ali na mitocôndria da célula a gente fala que a mitocôndria da célula é usina de energia da célula onde a gente vai ter a maior produção de energia dentro de uma célula respira o fato para entrar ele precisa ser convertir nessa tipo A ele entra na mitocôndria e ele tá lá dentro da mitocôndria agora ele vai entrar no tão temido ciclo de Krebs ele entra no ciclo de Krebs e se acentucular é metabolizado ao longo do ciclo de Krebs libera CO2 libera duas moléculas de CO2 vai liberar três moléculas de um
cara chamado de Nadja H2 e um gtp o que que é o gtp a mesma ATP tá fornece energia igual a ATP e vai ser o nadjah mais h+ e o fagh2 são dois caras derivados das vitaminas do complexo B vitamina B2 e B3 e tanto na de H vou escrever aqui embaixo para vocês que eu acho que eu não pus aqui ó o Nádia mais h+ e o Fade H2 esses dois rapazinhos que são formados ao longo do ciclo de Krebs eles vão para uma parte da mitocôndria que a gente chama de cadeia respiratória
e lá na cadeia respiratória esses indivíduos eles irão fornecer novas moléculas de ATP eles vão contribuir para o fornecimento de novas moléculas de ATP pô mas é só o carboidrato que for só glicose que fornece energia não as gorduras também fornecem energia a gente pode muito bem pegar um triacilglicerol que está estocado aí no seu pneuzinho no seu tecido adiposo pega esse triacilglicerol quebra ele através de um processo chamado de lipólise então fornece ácidos graxos esses ácidos graxos vão para o metabolismo chamado de beta oxidação fornece um na de H mais h+ e um flagela
2 para onde que vai na área h + h + o Fade H2 também para cadeia respiratória esses caras também conseguem fornecer energia só que quando desculpa quando o ácido gordura passa pela beta oxidação essa gordura também consegue fornecer acerticular e para onde que vai vai para o ciclo de Krebs onde vai fornecer mais Nádia h mais h+ e mais fadh2 que vai para onde cadeia respiratória e fornece ATP e por fim as proteínas as proteínas elas conseguem fornecer aminoácidos conseguem entrar no ciclo de Krebs aminoácidos também passando uma Vez pelo ciclo de crepes também
vão colaborar para o fornecimento de Nádia h mais h+ e também Fire H2 e a gente tem a formação de mais moléculas de ATP E aí só para ilustrar para vocês ó moecula de glicose tá eu gosto aqui no aqui no aqui no Instituto a gente tem alguns cursos de bioquímica e eu usei esse mesmo slide para esse curso de bioquímica é que que eu faço esse curso eu pego um Apple de glicose para ficar mais fácil eu representar só pelos carbonos só pelas bolinhas aí como vocês podem ver então nós temos a moeda de
glicose e seis carbonos sendo representados essa glicose é convertida em glicose sem fosfato Ou seja a ganhar apenas um fosfato no carbono 1 Desculpa falei uma bobagem enorme aí vem apenas um fosfato no carbono 6 se chama glicose se fosfato depois ela é convertida em frutose 6 fosfato essa frutose soosfato vai ganhar mais um fosfato e vai lá para o carbono 1 agora nós vamos chamar de frutose um seis Bispo fosfato Olha só fosfato não carbono 1 outro fosfato no carbono 6 essa é a fase que nós chamamos de fase de ativação da glicólise tá
a quebra da glicose essa frutose uns seis Bis fosfato ela vai ser quebrada ao meio vai ser cortada né Por uma enzima chamada de aldolase e nós vamos obter a di hidróxidona fosfato E também o glicerá o dedo três fosfato o que acontece é que é de hidroxítona fosfato ela não serve de nada o que eu faço com esse cara eu pego a hidroxítona fosfato e Eu transformo ela e um gliceráulico 3 fosfato dessa forma agora eu tenho duas moléculas de ser aldeído 3 fosfato pega esse cara aqui ó e transforma nesse outro esse glicer
aldeído 3 fosfato é convertido em um 3B fósforo ato depois em três fósforocerato depois em dois fósforoglicerato esse dois pós puglicerato é convertido em fósforo penal piruvato E aí então no tal do piruvato que eu falei para vocês se esse piruvato ele permanecer um ambiente sem oxigênio ele vai ser convertido em lactato agora esse piruvato e permanecer um ambiente com a presença de oxigênio ele será convertido em acetil coa Então olha só que tá representando por acetato Você pode ter até fermentação alcoólica isso explica por exemplo quando se faz cerveja você pega lá cereais portas
leveduras essas leveduras começam a fermentar e cereais elas precisam sobreviver de alguma coisa pega o açúcar de cereais começa a metabolizar a medida que elas metabolizam esses cereais sem a presença do oxigênio ao invés de converter cereais Como é o que acontece nós somos musculatura elas Conversem cereais em álcool a gente tem a fermentação alcoólica lapto no Exercício contra a produção no Exercício contra a produção e repouso que acontece em repouso você produz você pode produzir lactato lá pelas hemácias porque as demais elas não têm me tocondrias tá aí é massa uma célula achatadinha ela
tem que passar por um lugar Muito estreito ela não tem muita organela dentro dela mas mesmo assim a pessoa ela precisa obter energia como que ela faz isso através da glicólise na aeróbia limitações elas podem ser impostas pela atividade enzimática das fibras musculares criadas esqueléticas com alta capacidade glicolítica Então olha só a conversão da glicose em lactato é claro que toda aquelas reações que eu falei para vocês elas estão ocorrendo aqui ó aí subir tem um piruvato vem enzima desidrogenase láctica e convert em Lacta se você tiver a presença de oxigênio o que vai acontecer
aqui ó é que você vai pegar esse piruvato e vai passar por um complexo chamado complexo piruvato desidrogenase formado por três enzimas e a esse piruvato e vai ser convertido em acertil Cohab só que não é tão simples assim e aí entre a parte nutricional da coisa você que é nutricionista está preocupado Só no carboidrato proteína lipídio porque para você fazer esse processo aqui você vai precisar de várias vitaminas Você vai precisar por exemplo de lipoato você vai precisar de Vita de coenzima a coenzima a é derivada do ácido pantotênico vitamina B5 se apesar de
nada e Fade e assina e riboflavina vitamina B2 B3 Você vai precisar de tiamina piro fosfato que a vitamina B1 Então olha só como as vitaminas do complexo B ação extremamente importantes para o nosso metabolismo energético e aí a gente tem o tal do ciclo de crédito que é importante saber do ciclo de Krebs se tratando de metabolismo de carboidrato gente obteve esse sentido com a o acetil coar como para vocês ele tem apenas dois carbonos para o acetil Coap tem dois carbonos entrar no ciclo de Krebs encontrar uma outra molécula chamada de oxalacetato que
tem quatro carbonos o que esses caras vão fazer vou pegar uma que tem dois carbonos vou pegar o acetato tem quatro e vou juntar os dois vou unir os dois Quantos carbonos eu vou ter agora eu vou ter seis carbonos quatro com dois são seis vou ter uma moeda chamada de citrato esse trato com seis carbonos aí passa o ombro ciclo de créditos vai transformando em outras moléculas mas nós acabamos liberando CO2 CO2 CO2 c tem carbono sim tem carbono parece que sua atenção você vai pegar assistir o quadro a esse carbonos ou que são
acetato quatro carbonos unimos obtemos o citrato com seis carbonos esse cara passa no ciclo de Krebs e vai liberar CO2 informação importante ele vai liberar duas moléculas de CO2 o que acontece basicamente é que os dois carbonos oriundos do acetico a eles serão desprezados ao ombro ciclo de Krebs para essa liberação do CO2 e é por isso que é um ciclo que começa com quatro carbonos de repente eu tenho seis passo pelo ciclo de crepes terminou com quatro de novo por isso que a gente chama de ciclo se a gente fala que é um ciclo
Olha aí para ilustrar para vocês mais uma vez ocorrendo metabolismo da glicose dos carboidratos todo ele ocorre dentro das mitocôndrias tá isso é importante de ser mencionado E aí eles vão formar e na área h mais h+ H2 está representado aí por esses íons h+ Vocês estão vendo que vão para cadeia de transporte de elétrons é lá que a gente vai ter a formação do ATP propriamente exemplo de quando você vê isso quando você faz exercício aí de longa duração tá uma outra coisa importante é o ciclo de core o que que é o ciclo
de core Imagine que eu tô fazendo contração muscular tô produzindo muito ataque da minha musculatura o que que é um actato basicamente eu peguei ali a glicose tem seis carbonos quebrei essa glicose e obtive dois pirubatos cada piruvato tem três carbonos esses pirubatos Eles estão no metabolismo ali anaeróbio sem a presença do oxigênio Logo eles são convertidos em lactato esse adaptato começa acumular no músculo que pode acontecer eu pego esse lactato que tá no meu músculo e cai na corrente sanguínea e vai para o fígado o fígado pega um actato pega outro actato e junto
esses caras de novo e eu volto a ter seis carbonos Ou seja eu volto a ter uma glicose é claro que esse processo em que a gente pega duas moléculas de lactato e unimos para formar uma nova glicose nós vamos chamar de gliconeogênese o ciclo de cor é isso então pega a glicose quebra obtém lactato esse lapto cai no sangue vai para o fígado lá no fígado esse lactato pode ser regenerar pode ser transformado de novo em glicose se a glicose pode ficar estocada no fígado ou cair na ponte sanguínea para que o músculo ou
outros tecidos possam utilizar de novo olha aqui essa imagem ilustra bem isso que eu falei para vocês então tem a glicose essa glicose ela pode cair na ponte sanguínea ela chega pegar uma outra cor de caneta para vocês verem melhor então a gente tem a glicose essa glicose cai na corrente sanguínea e essa glicose chega no seu músculo uma vez no músculo é convertida em piruvato depois lactato esse lactato sai na ponte sanguínea e volta para o fígado uma vez no fígado pode ser estocada em glicogênio pode ser transformado em glicose transformado em glicose pode
ser estocada em glicogênio ou cair na ponte sanguínea de novo beleza pessoal era isso que eu tinha para falar para vocês sobre metabolismo de carboidratos a gente se vê no modo 2 esse mesmo curso até mais