já enfrentamos todos os indígenas da história da violência da história do esporte e da história vê los de 50 anos entre uma sociedade ativista mercante capitalista que pretende a a foi o sangue deve exportar para entrar em seus territórios a escolha da mãe natureza violam os direitos humanos violados os direitos coletivos e sim em respeitar a consulta prévia o consentimento prévio a gente só quer pelas civilizações a uma civilização que busca empresas economistas e na outra que busca defender seus direitos durante a vida da região sul macau saia godê vista a garantir a dignidade deixou
a sobrevivência [Música] i [Música] ei porque antigamente acho que toda hora hoje tá bom esse ano mas quando ninguém só em todos nós mantemos climático para minha escola garante também o que se regenera enigma esta é a lógica do tempo e provocá lo pelas máquinas de londres e em consequência do da seca dos rios o os alimentos vão ficando escassez por conta de que vai acabando os feixes né os afluentes dos rios pequenos igarapés que abastece o rio vão ficando cada vez mais seco e esses últimos cinco anos tem no estado do acre tem mudado
cidades inteiras 100% da cidade como brasiléia boca do acre né que 2015 foram 1 100% inundados águas na cidade toda hoje se eu plantar milho mesmo que for no tempo de plantar milho o feijão que seja ele não vai dar certo porque o tempo é porque a plantação ela acompanha o tempo num o tempo não é bom ele não vai dar nada ultimamente ninguém tem mais o som do tempo então ajuda muito calor fora de época [Aplausos] [Música] o ae ele está a economia está recente dos planos são milenares é e na cidade não pode
sim dos povos indígenas lance não foi visto em campo os campesinos duas indígenas historicamente mesmo assim os indígenas sim embargo não se aguenta e citadino nas grandes metrópoles as grandes corporações nacionais e internacionais quer destruir os povos indígenas está destruindo a ecologia está dando seu está lançando seu princípio do espinheiro essa mudança radical que está acontecendo nós não podemos estranhar porque não é nada mais nem menos do que um grito de socorro da própria natureza [Música] [Aplausos] i b e s a ufmt perfeito entre o 1 rubinho esse mal que acontece dentro do tanto do
brasil como da américa latina contra os nossos territórios contra a nossa natureza é que isso acabe né porque a gente preserva tanto esses territórios pra não só para a nossa sobrevivência mas para a sobrevivência do mundo inteiro [Música] [Música] tudo que polui a água pelo planeta como um todo né e essa luta é uma das lutas mais constante dos povos indígenas ao redor do mundo na defesa de seus territórios ela precisa não está passando por todas as partes recordamos que em 2015 o são paulo pelo sim água fria que vinicius água dos tanques com militares
e polícias em si mesmo e suportou a mesma se quiserem califórnia em los angeles e está passando diz meninas abandonadas e em água encanada por falta de dinheiro para gerenciar ambiental iso página arizona e montanhão fontana estados unidos e méxico para aquelas méxico que os impactos colossal pela minoria e é o que passa na américa e usou que passa a criminalização por lo que alguns dirigentes indígenas e dos seus encarcera aberta caso eles o mataram e assim como as encomendas a cair em outras partidas assassina e os homens não passa em papua nova guiné o
mesmo passa em gana é o mesmo parceiro de opinião em todas as partes quando era pequena jamais pensava que podemos nos outros comprar ou vender uma loteria de água está pressionada em poucos anos teremos que começar a comprar voltei a ver oxigênio funda de oxigênio pela contaminação que nós viemos saber esquiar hoje é um bem comum está a acabar em várias partes do mundo pois estamos solidários e aqui no brasileiro a gente fica triste quando olha se torna uma marca do rio para sustentar as grandes empresas que sempre roubar o escolhido [Música] a empresa por
outro lado da aldeia que a estratégia é quem acabou desviando oeste do rio e provocando a ira joão e poluindo porque está despejando dejetos ali isso com certeza vai para o lençol a nossa água de com certeza eu acho que a gente não sabe que a água que os nossos filhos em forma e que juízo e você vai ter na vida deles no futuro antes eles podiam entrar no rio tomar banho pescar hoje não pode mais é isso é muito triste assim a gente dizer que as crianças não pode não tem no rio para tomar
banho tentei no rio para ter escala pode comer um peixe aqui que a gente poderia comer e hoje não pode mais o prejuízo que a barragem e trouxe para nós acabou com o nosso rio acabou com nossos peixe acabou com a nossa moradia acabou com as nossas aldeias não chegam quatro aldeia condenada pela defesa civil a minha casa foi condenada a minha moradia foi condenada pela defesa civil sabemos o custo um aposta cultura perdemos é as águas que nos tinha asaad nativa que nasce na beira do rio a água bater quando enche a esta barragem
[Música] a comunidade tem que atravessar 60km do pa e no hospital e no mercado o que aliado às audiência enviado à enchente da baggio é sofrido aquele meio de nós acha o frio tá muito difícil hoje buscadores muitos né olha eu achava boa né que todo mundo entendesse que o rio é público certo ele tem até as passagens liberal uma cancela não tem se a gente pular o arame é a questão se a gente passa a perda piscicultura é questão também então eu estou sem entender isso eu queria que alguém né vê se isso pudesse
mais mudança é site essa lei que está aí né porque se ouve é público é para todos e não consegue olhar de maneira humana para os ribeirinhos mas também para o nosso chico rio que agoniza relação é fácil do homem dessas e desenfreada de progresso é preciso colocá-los na situação da natureza e fazer com que ela seja mais vista depois rio também ajuda o nosso francês que é vista a nossa vida aqui a nossa fé esperança pancada de um pouco se veste e com a ajuda do rio são francisco que é onde nasce a fruta
nasce a manga na tampinha nasce a criança ela se cria tem como se manter tem com leite existe elas têm uma agente produzir pra ter esse também de sua performance para poder cuidar na roça e essa patrício faz isso é uma história que é feio é longo antes nós tínhamos coletividade do nosso ato porque nós chamamos um dos fatos a água que corre não é simplesmente uma água que corre é uma essência ao ser humano que estava ali eles mataram nosso irmão nosso pai nossa cura e mata cavalo ela é criminosa ela que matou hoje
nós como a nossa as nossas crianças não têm mais o processo da coletividade que quer coletividade é você buscar cura dentro do ato disse é você tomar chá das plantas que têm as margens do rio atos é você levar sua filha para aprender a nadar no rio doce porque a vale pode ter matado o nosso ato ela pode ter acabado com mais de 800 quilômetros de rio [Música] mas aqui vai o recado essa empresa não na sua essência do meu povo a essência do povo está viva e claro que na visão colonial nos dizem que
a água às 16 inerte nos dizem que as características de lá mais insípido e em favor do menor o incolor 7 c net que sequer morto é mentira mas viva um elemento vivo a amazônia vive porque lá tem água o homem vive porque depende da água sem água sem que nunca teremos a vida daquela tarde [Música] o ei ei ei futuro [Música] nele serra caracaaaa a olha nesse pé aqui lama nunca mais mar de lama nunca mais marginal [Música] tal é o governo eles desrespeitaram o próprio lei que constrói hoje cinco anos a gente tem
uma política de construir uma política de protocolo de consulta né gente vê que o governo nem isso respeito antes de fazer um empreendimento desse o governo é obrigado para cá por comunidade indígena e essa barragem que for feito ela não foi consultada com da indígena ela não foi consultado os cacique a procurar um pouco o resultado de hoje está prejudicando nós então quero deixar aqui um pedido pros parentes que vão assistir esse vídeo que fica atento se o governo quer fazer um empreendimento impede é um direito nosso o que deixa a gente indignada é esse
eo nem o próprio município ele consulta ou população indígena né então eles faz isto com baixo do pano a comunidade existe comunidade tac que tenha alguma área que é que não é demarcado ainda mais se não significa que o guarani no ataque o guarani antes de doá até dá esse projeto aí já existe agora a nec então agora nem que manda o guarani o guarani o documento que tem aqui no somos o documento da terra de acordo com a convenção 169 a nunca houve uma consulta à comunidade o que acontece são aquelas audiências públicas que
a gente sabe que esses pública não são consulta livre prévia e informada pelas comunidades acho que a população não indígena tem que ver sair tem que reconhecer e tem que respeitar nossa decisão nós nos queremos viver em paz não queremos viver como como gente também não sou juruá que tem que viver melhor nós também precisavam de de viver melhor você não indígena conhecer a natureza conheceu em janeiro um deus que foi criar criou até a criou água que o bichinho criou mata nossa medicinais que tá aqui na terra tudo foi criado pelo engenheiro então fugiu
até que conheceis vídeo lá tem que respeitar essa napoli [Música] é a velha [Música] [Aplausos] ninguém observa também no méxico você eu não sei que o tirano saída de jogo muito difícil em dari que nós temos aqui a gente sabe que vai da bahia todo marcado pela empresa pelo governo saiba não tem mais petróleo que mantém a petrobras passou a ficar muito atrás pra quem é você fraturar o nosso subsolo certamente ela vai poluir as nascentes que estão na frente de de rios ali água né cristalina mesmo aquela região e vai afetar diretamente a vida
né do dos moradores originais digo que é natural e cultural do piauí se paga ele teve papas na língua o bloco nunca pai já vínhamos com um carro igual ao marcar na tua pode jogar também ao tocar por ela também quer acabar com uma caneca túnel era de mau artigo na mesma época nahas é a gente mal posicionada como uma tacada rio cuiabá está com a iguaria para de maui existem em bolívia diferentes movimentos que se está trabalhando através de temas como o extrativismo é o tema de um fraquinho não é nos outros estamos trabalhando
na campanha de sensibilização e informação acerca dos problemas que a economia fraca não há muitas pessoas que connosco todavia o tema então vocês cremos que é primordial o tema de seguir educando seguir informando é s o embargo as pessoas queriam informação se sente bastante preocupadas por este tema de hidrocarburos sobre o tema da atividade extrativa e hoje a gente já tem outro jogo lá grandes o projeto que está saindo em mina mina guaíba essa aí vai contaminar todos nosso território e nosso povo também ao ano vai trazer muita doença muita morte além de sua morte
é pouco agora no ataque e com certeza é coisa vai terminar o tombo guarujá [Música] então é isso é convidar todos os povos convidar pra se juntar essa lutas muito conjunto dos povos indígenas e outras comunidades tradicionais contra esses projetos que são é destruidor da vista [Aplausos] trago no tanque o grupo voz do avião com 90 nós negociamos tempo nunca vendemos tanto nó capitalizamos a não usamos para guardar pública de comércio a terra é um tempo precioso para a sobrevivência não só da nação menina da sociedade harmônica é da terra que a gente produz o
alimento é da terra que a gente alimenta nossos filhos é da terra é que a gente é teixeira as nossas medicina os nossos remédios né então a gente sobrevive da terra - prático que dar um pouquinho até pra morar para trabalhar nem fazer um reparo para nossos filhos aí agora começa com a volta do espelho [Música] garante o acúmulo de juros que não seja capaz de contestar a funkeira não queremos corpo a corpo com esse estereótipo vizinho falhos draghi solo [Música] am a sociedade foi avançando e foi ocupando os espaços pulsando nós na da margem
do rio são francisco e esse motivo do nosso afastamento foi pra não morrer na povo indígena que foge da sua área não povo indígena que fora do seu território a sociedade roncando mas na realidade historicamente a terra é nossa é do nosso povo é dos nossos filhos dos nossos netos é de quem vai ver e de quem se foi por exemplo a demarcação da terra é muito diferente pra reconhecer nosso direito que a gente tem e nós indígenas já morávamos por aqui muito tempo aqui uma tem história o guará mente região de porto alegre a
pelotas tem muita do guarani [Música] o agente possui um taquaral onde é zine é retirada da matéria prima para fazer cestaria é isso a gente já não consegue mais fazer aqui isso que uma dança uma multinacional é foi colocada em cima já não existe mais esse taquaral e é que a bm dado então a gente aqui bancar aluno com quase liberdade de entrar no rio chega até o rio porque muitas ser muito os donos [Música] ae [Música] nesta crise civilizatória das grandes corporações nacionais e transnacionais em batido por nos últimos cinco anos do planeta e
tem na região andina estamos invadidos por empresas extrativistas que para sacar euro necessitam e querem disputar os povos para lego transportável mineral e nem que abrir grandes carteiras autopista educação da bolívia e se pretende destruir uma parte da amazônia e na construção de uma via destoando times e logo não estamos portos e aeroportos foram para que funciona nas grandes mineiras e petroleiras e necessitar hidroelétricas eles estolas um complexo industrial que causa colossais de três anos e meio ambiente lideranças foram tombadas por defender nem a natureza a importância de a natureza está intacta ao contrário disso
a gente vê os grande latifúndio plantando soja para alimentar os porcos lá no japão na china é você ver os grandes criadores de gado para exportar carne para a europa é quem de fato destruíram as comunidades indígenas a soja é que a nossa reserva tanto a soja quanto a via passa e joga veneno pra cá então a gente está sentindo que a soja está provocando a doença está provocando a caça está provocando sul do tipo de alimento que a gente consumo aqui dentro então é por isso que o fogo que cedi decidiu fazer nova aldeia
época soja está envolta em volta de toda a soja é afeto tudo e retorno do parque que o que mais me dói no coração eu ver meu neto jogado na estrada debaixo de um pé de pau sem ter para onde ir a resistência mas maior do nosso povo tentou impor pressão em felicidade a nossa criança que a nossa fé nossa vida ea nossa esperança na iv com a felicidade sempre peça em crianças não têm esperança de não existem e não existe em sua cultura e não existe sua língua e sua tradição própria tudo isso está
ligado à nossa mãe ver as máquinas passando por cima das nossas árvores daquilo que a gente plantou é a ver elas passam por cima da gente era ver elas destruindo os nossos sonhos eu me lembro que a minha voz ela chorava muito toda vez que ela balançava a marca dela em volta dos seus filhos netos ela chorava ela diz assim eu tenho fé em deus e ninguém pode ver os meus filhos meus netos um dia vão ter o conhecimento da minha cultura e vão voltar para onde eles nunca deveriam ter saído a gente criança a
gente não entendia nada a gente achava aquilo ali o fim a gente não entendia hoje o show de alegria porque a brincadeira do meu filho a cantar por ela a brincadeira minha filha balançar maraca e eu não vou chorar de tristeza saber que os meus filhos estão longe da minha cultura porque a nossa luta não acabou a nossa luta não acabou esse território é nosso e nós vamos resgatar aquilo que foi um dia a roubados dos nossos antepassados a nossa luta é pelo nosso sangue é pelo coração do povo indígena que tudo é que não
vai morrer independente do que a sociedade fizer eu achar que pode fazer porque tem dinheiro nosso povo não vai morrer [Música] [Aplausos] o [Música] i [Música] i e ii [Música] [Música] ae [Música] [Música] o [Música] ae