e fala pessoal meu nome é Guilherme e hoje o quarto vídeo da série enciclopédia ficou e o tema é o poder soberano Bora lá até prático pode discutir cocô catedrático é bom gente poder soberano acho que uma pergunta que a gente poderia se fazer essa o trabalhou com essa espécie de exercício do Poder né Você também não me perguntaram com razão afinal quando a gente fala do coco e da analítica do Poder do ficou a gente costuma pensar em questões como a microfísica do poder poder disciplinar o próprio biopoder que em suma são formas de
exercício do poder que não se exercem simplesmente Ali pela pura violência mas por técnicas apuradas de controle e disciplina dos corpos da população do território com tudo eu devo dizer que o poder soberano Foi sim um tópico abordado pelo autor e digo mais é uma etapa nesse O Arildo pensamento dele para a compreensão e uma compreensão que se faz pela diferença né do que se entende melhor ali a respeito dos dispositivos de disciplina da microfísica do Poder esses aparatos ali de controle em estourado sobretudo no século 18 e também para que se entenda melhor a
noção de biopoder Nana esse poder que se aula ali nos estados-nação sobretudo a partir do século 19 tão o Michel ficou ele fala de um poder que seria anterior essas outras formas de exercício do poder poder disciplinário e o poder é e como ele fala disso né como ele fala e onde ele fala e por que é importante é análise do Poder soberano na obra do Michel suco bom beijão para começar devo dizer que o focou ele não foi o filósofo que pensou primeiramente né o exercício do Poder soberano na verdade quando ele se refere
à poder soberano ele retoma aquilo que for a pensado por autores clássicos da filosofia política como Maquiavel e Thomas Hobbes Aliás o de até um curso aqui no canal delongas de filosofia política curso bem legal abordou esses autores clássicos muitos por cotianos pensam que não é tão importante o conhecimento dessa teoria do Estado clássica da filosofia do filosofia política vai mais ah sim ah e eu acho que até porque eu chego o suco ele aborda bastante nos suas obras autores como Maquiavel Thomas Hobbes o sono né E nós podemos ver essa análise que ele faz
desses autores clássicos da filosofia política sobretudo em um livro que na verdade aquela história foi um curso que depois virou livro e que se chama aqui ó em defesa em defesa da sociedade se eu fosse indicar um curso desses do que ficou deu no colégio de falso para ler o primeiro que ainda indicaria Sem dúvida seriam em defesa da sociedade é o meu favorito Mas então né Sem Mais delongas o que é esse negócio que é o poder saber se trate de um conceito Como eu disse da filosofia política clássica que remonta ali desde a
baixa Idade Média e que queria eu queria justificar justificar né o poder do estado ali do Rei do Senhor do Parlamento em relação ao restante da população em relação a determinado território né Essa conceituação do que seria o poder soberano do Estado ela ganhou sua forma isso na minha opinião só forma mais bem acabada com Thomas Hobbes em seu livro Leviatã livro clássico né e eu acho que ela tem sua forma mais bem acabada nesse livro primeiro que o Robson escreve muito bem e segundo porque ele está ali justamente tentando justificar o exercício do Poder
absolutista aquela forma de exercício do Poder Régio que deixou de se concentrar em feudos em pequenos territórios para abranger um território muito maior e com todos os estados na Santa forma como os conhecemos atualmente né um estado Central é abrangendo um território desses países mesmo Que Nós pensamos totalmente pois bem o e Hobbes no seu livro Leviatã Ele vai tentar justificar o exercício do poder absoluto do Poder Régio né e a ideia que ele coloca então para lhe justificar esse exercício do Poder soberano poder Centralizado absoluto foi ideia de um contrato social contrato social Olha
o que Hobbes queria pensei assim comigo ela pensar o seguinte como justificar de homens e mulheres em uma vasta extensão territorial como que esses homem essas mulheres podem obedecer às leis e aos ditames de um poder o único Centralizado seja na figura de um rei ou mesmo na de um Parlamento Central ali né porque as pessoas em suas casas aldeias feu dos fazem as cidades né É porque elas iriam seguir as normas centrais de um poder absoluto o que justificaria isso Pensa bem a gente mal consegue obedecer nossas próprias normas que Montamos para nós mesmos
né dizemos que vamos fazer exercícios físicos colocamos na agenda e não fazemos dizemos para nós mesmos que vamos comer melhor E acabamos nos entupido de fast-food Tô bem sim como então pensar com um conjunto variado de pessoas em locais diferentes diferentes e com hábitos culturais muito diferentes vão obedeceram poder Central já se questionaram isso aquelas leis que eles códigos civis penais etc assim centrais né é aqui que entra então a lógica do contrato do pacto social para Thomas Hobbes no seu livro Leviatã vejo para Hobbes o ser humano em um estado pré civilizacional ou seja
pré-estado efetivamente o estado que ele chama de estado de natureza ser humano Slim plena Liberdade ele tinha um gozo ali da sua liberdade plena de fazer o que bem entender quando quiser né ele quisesse entrar em um lugar pegar uma fruta comer aquela fruta se ele quisesse colher e Plantar em uma determinada a terra ele fazia enfim a liberdade plena diesel Robson estado de natureza mas o problema também segundo Robson é justamente ele esse né porque segundo o filósofo filósofo político Thomas Hobbes 1 o estado de natureza geravam uma situação o que de violência permanente
aquilo que ele vai chamar de uma guerra de todos contra todos uma vez que se as pessoas elas tinham a liberdade de fazer o que quiser né e elas não tinham nenhum freio para que elas corressem atrás do que Elas quisessem elas disputavam entre si Por que ele ia chegar no momento em que uma pessoa à iria que iria querer um objeto b e uma pessoa ser também iria querer esse objeto b e elas iriam disputar por esse objeto né E isso iria ir Isso não escala maior gerava né Essa coisa essa guerra essa disputa
de todos contra todos não havia segurança não havia pa enfim né havia né para Robson a lógica de que o homem é o lobo do homem né o homem pede com que o próprio homem o ser humano impede o próprio ser humano é ato e pacificamente além da sociedade né me ideia é que remonta para o fato não para um fato né mas para uma ideia de que se todos são livres para fazer o que quiser todos vão criar entre si pelos mesmos objetivos tão O que é que se faz então para Hobbes né como
que se contém minimamente excitado autodestrutivo de natureza segundo ele homens e mulheres tenham se reunido e firmado um pacto social no qual receberiam justamente parte dessa Liberdade plena que eles detinham né sobretudo a liberdade de exercer a violência a quem a um soberano em ca a figura institucional de um monarca o mesmo de um Parlamento né E este soberano seria o responsável por representar os interesses do corpo da sociedade e vejam somente ele somente esse soberano eleito Ali pela maioria ali dos cidadãos reunidos e Fernando um pacto social somente ele de teria o monopólio do
uso da força caberia assim ao estado na figura desse soberano entregar exclusivamente a força EA violência o e vejam que essa visão Ela sustenta até hoje a lógica dos Estados afinal de contas do estado é em última instância aquele que detém o monopólio do uso legítimo da força na verdade é somente estado pode usar a força somente o estado pode é punir pode condenar né e dessa forma tem do uso da força se concentrado somente no soberano e no estado naquele estado de guerra de todos contra todos no estado pré-contratual ou estado de natureza cessaria
cestaria iria formar ali uma espécie de paxs em torno desse papo social é assim então né através das imagem alegórica do contrato social eu digo alegórica porque é evidente que o Robson ele não fala quando que foi contrato social o momento teriam as pessoas se reuniram em uma fogueirinha para fazer um pacto social é muito legal né mas é através dessa imagem alegórica de todo mundo ali se reunindo elegendo um soberano que teria se formado o Estado Moderno né veja o Inclusive essa imagem vejam esta imagem tão vendo essa imagem ela é da primeira capa
do livro Leviatã imagem muito clássica e nela o que a gente vê é a figura do soberano e vejam que seu corpo ele é formado aqui gente por várias pessoinhas porque eu sou operando ele representa Justamente a sociedade como um todo o seu corpo o corpo da sociedade e vejam que ele porta o que namoro porta mês nada Afinal o que justifica o seu poder como tal como soberano é o fato de ele poder exercer a violência ele é capaz de condenar e ir e por fim até mesmo matar de forma legítima e agora abrem
adentrando um pouco na analítica que eu focou faz a respeito do poder sobre o soberano ficou vai dizer que é o poder soberano é o poder que opera por uma negatividade por uma negatividade O que justifica no fim das contas né O Poder soberano a sua possibilidade de matar é o poder que faz morrer né faz morrer ou deixa viver né o seu obedecer o Alice você seguir as suas regras é você é deixado para viver do contrário ele é um poder capaz de fazer morrer o poder que é marcado por essa presença da possibilidade
possibilidade de ser severamente punido bom então ficou dirá assim que o poder soberano né e a teoria da soberania sobre tudo de Thomas Hobbes qui justificou esse exercício do Poder ele dirá o seguinte beijo a citação a teoria da soberania é se vocês quiserem o que permite fundamentar o poder absoluto no dispêndio absoluto do poder e não calcular o poder como mínimo de dispêndio e o máximo de eficácia e e é isso por ser um poder que se exerce pela capacidade de fazer morrer é um poder de armas e de conflito muito mais do que
de vigilância e disciplina como o poder queria se instaurar aos poucos sobretudo a partir do século 18 é o poder que se caracteriza pela presença do estado em sua força repressora e não por cálculos de gerenciamento que fazem com que o poder se Exerça sem grandes esforços do ponto de vista da violência isso diferencia evidentemente do Poder disciplinar o qual aliás será objeto do próximo vídeo aqui da enciclopédia ficou pendente não poder também que não Visa é reformar o cidadão reformar os seus súditos torná-los melhores mais produtivos mais doces né pois isso não se faz
somente pela força e é muito não poder que reprime e Castiga e por fim aqui para encerrar concluir eu vou ler com vocês mais uma citação do o que eu considero que condensa muito bem essa lógica do Poder soberano no Qual ficou diz o seguinte o efeito do Poder soberano sobre a vida só se exerce a partir do momento em que o soberano pode matar em última análise o direito de matar é que detém efetivamente em si a própria Essência desse direito de vida e de morte é porque o soberano pode matar que ele exerce
seu direito sobre a vida é essencialmente o poder de espada É isso aí pessoal assim que eu queria apresentar para vocês conceito de poder soberano como Michel ficou trabalha com ele e a partir então dos próximos vídeos aqui da enciclopédia e com noções de poder disciplinar e eu poder em que essas noções são modificadas do exercício do poder e modificado em prol de um novo a nova forma de gerenciamento dos custos espero que vocês tenham gostado do vídeo em caso afirmativo se puderem dar um like um joinha compartilhar o vídeo se inscrever aqui no canal
e nos vemos no próximo vídeo aqui no canal delongas valeu