O espírito ele cria uma programação, tem lá seus limites, suas imposições cármicas. Se nós imaginarmos um aquário e os peixinhos lá dentro somos nós. Mas fora do Aquário tem gente. A agenda que se cumpre dentro do Aquário é uma agenda preparada fora do Aquário. Agora, os que expandem a sua consciência derrubam esses muros, porque o eu humano se torna superior ao eu espiritual. Jean Valan é o pseudônimo de Rogério de Almeida Freitas, um ex-executivo que viveu por décadas uma vida dita comum, até que algo inexplicável [música] começou a acontecer. No auge da carreira, ele começou
a ter experiências espirituais intensas, contatos que preferiu ignorar por anos, até que um dia, como ele diz, alguém apertou um botão. A partir dali, passou a receber mensagens de seres espirituais sem jamais ter pedido por isso. >> Eu fui 15 anos funcionário da Caixa Econômica Federal. sempre trabalhei. Foi quando algo, alguém apertou algum botão em algum lugar que de repente a a minha condição humana começou a lidar com outras faixas de realidade sem que eu a intentasse eu quisesse. E aí o susto virou pânico. Foi a época dos infartos. Foi infarto para aqui, infarto para
cá lá. É mesmo. >> Aí esses seres começaram a me mostrar o tamanho do problema. Essas experiências mudaram completamente o rumo da sua Vida. Hoje, com quase 60 livros escritos, Elan afirma que não é autor do que escreve, é apenas o escrevente de algo maior que passa por ele. >> Alguém, entre aspas, me dominava e [música] escrevia. E eu fazia palestra e quando via era alguém fazendo palestra por mim e eu não tava. Aí foi quando eu chutei o pau da barraca várias vezes, eu digo: "Não faço, parede para você". Por quê? Eu tava estragando
minha vida. credibilidade profissional pro espaço, Saindo um monte de reportagem maluca comigo. E esses seres não estão nem aí para as conveniências mínimas no campo da dignidade pessoal. Se eles querem que alguém vá para uma rua, aí eu quero dobrar a direita para ir no lugar, mas se eles querem que eu vá pra esquerda, eles dão um jeito e lá vai você pra esquerda e sua vida se estraga. Então assim, entender isso eu entendo, mas não aplaudo. >> Neste episódio, ele conta a história Dessa transição e o preço de carregar um conhecimento que ele próprio
não escolheu receber. Depois de tantas informações que você recebeu e absorveu e redigiu e formalizou, o que que é o elemento mais importante que precisamos compreender? Qual é a importância desse conteúdo pra humanidade? Já teve um momento na sua vida que tudo mudou, né? Separou antes e depois. Eu queria que você me voltasse para esse tempo. Qual que foi esse momento que Você teve uma virada fundamental na sua vida? >> Eu fui tendo sustos. literalmente entre os meus 18 anos, na verdade 17 anos até os 27, 28 anos, eu fui tendo sustos e nenhum desses
sustos me fez transformar esse susto nesse momento [risadas] que que você está dizendo. Mas assim, esse momento se deu entre os anos 1986 e 1989, foi quando algo, alguém apertou algum Botão em algum lugar que de repente a a minha condição humana começou a lidar com outras faixas de realidade sem que eu a isso intentasse, eu quisesse. Então isso, essa virada aconteceu, a turma espírita iria chamado despertar da mediunidade. Eu não me julgo eh à altura desse tipo de classificação. Eu preciso, prefiro dizer que alguém apertou algum botão em algum lugar e a coisa desandou
um pouco. >> Esses sustos que você tomava era o Processo de despertar que você ainda não estava conseguindo compreender? >> Sim. O primeiro deles, não sei se devo, porque toma algum tempo, aconteceu quando eu tinha 17 anos, que eu na época era professor de de um curso pré-vestibular e ainda estava fazendo [risadas] o pré-vestibular e decidi montar uma loja com um amigo de Pet Shop, Reino Animal. Eu moro em Natal e o lugar mais próximo que tinha peixes Ornamentais para vender a Niterói. >> Nossa Senhora. E >> minha tia morava em Niterói. Em frente o
apartamento dela tinha uma loja de vender aquários, peixes. No mês de janeiro, férias escolar. Lá fui eu para lá e minha tia tinha falado com o dono da loja, ó, vem um sobrinho meu aí, cara. Tá bom. Quando eu chego lá, aí o cara ficou olhando para mim, disse: "Como é seu nome mesmo?" Eu disse: "Ogério." Aí ele disse: "De quê?" Eu disse: "Alme Freitas". Aí ele ficou meio pálido, botou as duas mãos em cima de um uma coisa, um balcão lá que ele a loja dele ele tinha. pediu para se sentar, aí começou a
fazer ligações e olhando para mim. E eu digo, eu vou embora porque eu acho que esse cara é doido, mano. Mas assim, aí eu chegou uma hora que eu disse: "Olha, eu vou embora que eu acho Que eu tô devo estar lhe atrapalhando". Disse: "Não, não, deixa eu lhe explicar". Aí puxou um livro preto, antiga contabilidade, aqueles livros bem grandes. Ele puxou uma coisa daquele tamanho, disse: "Você nasceu em 1959?" Nigon, sim. Não, porque olha, você tem os três nomes e cada nome tem sete letras. Rogério tem sete letras, Almeida, sete letras, Freitas, sete letras.
E veja, eh, isso aqui é Resultado de uma reunião que eu e mais umas pessoas, discretamente aqui no Rio, a gente faz essa reunião há muito tempo. E há muito tempo atrás, o Senr. Chris, ele disse desse jeito, incorporou no médio e nos disse que nós um dia iríamos nos encontrar com o responsável pela terceira onda. E deu aqui essas coisas de que ele teria três nomes, cada nome sete letras. a numerologia dessas dessas letras e desses nomes via a cultura da Cabalá, o Cabala dava isso aqui, via Cultura não sei o que dava isso
aqui. E nasci em 1959, no mês de abril. Qual foi o dia que você nasceu? Foi entre 18 e 24. Eu disse dia 22. Aí ele disse: "A que horas?" Eu digo, "Amigo, não tenho a menor ideia". Aí esse cara começou lá, fui ligar paraa minha mãe para eu saber e aí minha mãe disse: "É, foi 18:15". E ele escreveu num papel entre 18 e 18:30. Disse: "Pois olha, esse ser e disse isso pra gente há 5 anos atrás". Aí ontem à noite nós estávamos em mais uma reunião. Esse se chegou, disse: "Vocês vão se
encontrar com ele amanhã". O amanhã era aquele instante. Aí você me aparece aqui. Por isso que eu tô ligando, que eu chamei todo mundo do grupo para lhe conhecer. Eu disse: "Amigo, eu vim aqui comprar peixe. [risadas] Eu vim aqui não não sei um negócio, ou seja, susto." Aí começaram a chegar pessoas Importantes da sociedade do Rio na época tava em Niterói. Eu uma criança de 17 anos. >> Nossa, >> olhando para aquilo tudo ali chegava um e queria beijar minha mão. Chegava [risadas] não sei o quê. Eu digo: "Eê >> só vi comprar o
peixe". Isso aqui é uma vou embora. Mas os caras sabem tudo a meu respeito. >> Você assustou, Jan nessa época? Cara, eu eu não me assusto facilmente. Eu não levo a sério. Eu não levei a sério, como eu também não levei a sério outros tantos fatos desse que aconteceram entre os meus 17 até os meus 28 anos, quando alguém apertou o tal botão. >> Então, se eu fosse contar aqui, seria meio meio cansativo, mas são fatos estranhos assim, >> mas eu não levava a sério. Hoje eu imagino que você já tenha um entendimento pessoal do
que que Aconteceu com você, qual que é a sua leitura, porque você durante muitas vezes eu vejo você falar: "Isso me trouxe transtornos, isso foi um desafio na minha vida, né?" Mas você ao mesmo tempo entendeu que isso é quase que um propósito. Se eu me corrige se eu tiver errado, o que que você entende hoje que é o seu trabalho? Veja bem, a coisa é mais profunda, porque assim, se nós imaginarmos um aquário e os Peixinhos lá dentro, somos nós, mas fora do aquário tem gente. >> A agenda que se cumpre dentro do aquário
é uma agenda preparada fora do Aquário. Ou seja, nós somos uma matrix, nós humanos somos os peixinhos, os seres da matrix. Mas o que a gente chama de ah, minha missão, mas não é missão minha, é o espírito que me anima, tem uma agenda e empurra goela baixo >> sem você escolher. Democracia zero, zero, dignidade zero. Então o ser humano já nasce encomendado para algo. E isso não precisava ser assim da minha perspectiva. A humanidade toda se entrega a isso. Eu não, eu tenho dificuldade. Eu esperneio até o fim. Sabe aquele caranguejo dentro de uma
lata que não sai, não adianta nada, mas fica lá esperando, sou eu. Então assim, eu nunca aceitei isso nos termos em que a coisa foi acontecendo. Então assim, hoje eu compreendo a desesperada necessidade da agenda do espírito que me anima, de produzir um ser humano que fizesse a releitura da obra de Enoque, do que fosse possível dos jainistas, de toda a obra de Viaza, que são 18 por anos, uma barata e quatro [risadas] velas. Uau! >> Do todo catolicismo, cristianismo, judaísmo, cabalá, blá blá blá, revelação espiritual. E isso tudo dentro de um Contexto do que
eles chamam de revelação cósmica. E então assim, eu fui entendendo isso. Só que eu, Rogério, tive que jogar fora e pisar em todas as conveniências da minha vida. E esses seres não estão nem aí. E nem o próprio espírito que nos anima está nem aí para as conveniências mínimas no campo da dignidade pessoal. Se eles querem que alguém vá para uma rua, aí eu quero dobrar a direita para ir no lugar, mas Se eles querem que eu vá pra esquerda, eles dão um jeito e lá vai você pra esquerda e sua vida se estraga na
hora em que você ali encontra uma pessoa que teria sido melhor, digamos, você não encontrar. Tô tô citando aqui um exemplo bobo, né? Então assim, entender isso eu entendo, mas não aplaudo. Então o meu corpo foi colecionando contrariedades desde cedo. Daí os infartos que esse corpo coleciona Já >> que foram em que fase da sua vida, >> rapaz? O primeiro, o infarto mesmo dia de eu morrer, do meu corpo morrer dentro no hospital em Petrolina, aquilo foi em, eu tinha, tô com 66 anos, que eu saiba, eu acho que eu tinha 50, >> ou seja,
você já tinha uma relação com esse universo? >> Sim, já fazia 30 anos que eu sofri esse Tipo de assédio. Isso meu corpo não suportou. Porque assim, eu não conto muito os detalhes, porque fica muito maluco. >> Uhum. >> Eu já poupo a mim mesmo de fazer a releitura de eu ter que voltar a visitar mentalmente >> Uhum. >> Aquelas memórias, aquelas aqueles instantes, né? >> Mas devido a ao a o que minha vida se Tornou, eu tenho que explicar isso porque terminou fazendo parte do contexto, né? Então assim, não é nada decente, não é
nada agradável. Agora isso você tem uma condição especial, muito distinta na sociedade, né? Eh, fez com que você produzisse a última contagem. Eu tava em 53 livros. >> É, já tá perto de 60. >> Perto de 60 livros. >> 58 por aí. Isso toma muito do seu tempo. Isso se tornou o seu trabalho primário Hoje. >> Nunca se tornou meu trabalho primário. Não, >> eu como eu disse, eu eu saí da eu fui bancário num tempo em que a gente chegava às 7 horas da manhã para trabalhar, sem saber que hora terminava, porque não tinha
computador, não tinha nada, era uma loucura aquilo ali, né? >> Lembro bem. Então assim, eu chegava em casa e três filhos, minha esposa também Era bancária, eu da Caixa Econômica, ela do Banco do Brasil, >> olha [risadas] só. >> Aí colocar filho para dormir, 10, 11 horas da noite eu começava escrever, só que eu tinha que acordar às 6, mas 7 horas só no trabalho. Então assim, eu sempre produzi na periferia da minha vida profissional. Eu fui 15 anos funcionário da Caixa Econômica Federal. Depois do programa de apoio da emissão voluntária, saí, fui dirigir um
grupo de hotéis, passei 9 anos aqui, depois 8 anos, depois fiquei como diretor da Federação do Comércio de Bens e Serviços durante 10 anos. Ou seja, eu sempre trabalhei. >> Você é um executivo, ser um executivo de mercado, >> sempre fui, sempre fui, né? E ali e isso aqui eu tô dizendo os principais, porque eu digamos quando eu era gerente, quando Eu fui da Caixa Econômica Federal, antes disso, antes de eu passar no concurso da Caixa, eu tinha fundado o CPU, o Centro de Estudos e Pesquisas Ufológicas do Rio Grande do Norte. O nome é
grande, mas era eu e meu fusquinha. [risadas] Só que eu vivia, eu gastava meu dinheiro pesquisando a casuística ufológica. Aí terminou os contatos Bob Prat, que era do National Inquire, ele já desencarnou, mas ele veio dos Estados Unidos, nós fizemos pesquisas no Nordeste, casos de morte envolvendo comfologia. Ele inclusive publicou um livro nos Estados Unidos, UFO Danger Zone, zona perigosa de UFO, nordeste brasileiro, e me cita lá, aparece retrato, nome, ou seja, eu tinha múltiplas atividades e sempre fui um executivo, sempre. E caseiro, nunca foi de, então assim, eu só escrevia de madrugada. Em resumo,
isso nunca foi minha atividade primária. Nem hoje [risadas] eu considero atividade primária, porque eu não aplaudo os termos do >> Você não concorda ainda? Até hoje você não concorda. >> Até hoje eu faço meio que esperneado. >> E quando você senta para escrever, por exemplo, eh você senta porque aquilo ali te perturba até que você faça? >> Não mais. Não mais. E de fato, a perturbação Hoje em dia ela não existe mais. E talvez e eh eu não deva usar essa palavra por porque eu não sou de fazer nada obrigado. Eu eu eu mesmo decidia
fazer frente à perturbação, tá certo? Então >> eu não faço, eu não costumo. >> Foi uma escolha. Você escolheu depois. >> É, eu eu não costumo por culpa. Ah, fiz isso porque fulano me Então assim, eu não posso dizer: "Ah, eu fiz isso porque eles encheram meu saco, encher meu saco, Encheram, mas assim, eu fiz isso porque eu decidi fazer, a responsabilidade é minha, tá certo? Com pena desses seres, com pena de dos com pena, com pena, porque desde os meus 17 anos que eu escutava e entendia coisas estranhas, né? E depois dos 28, os
espíritos pediram desculpa e disseram: "Olha, se você não fizer, ninguém na terra vai fazer". Eu disse: "Mas que que coisa é essa?" Então, não, isso é coisa de obsessor, de você é muito importante, Tem que fazer, se você não fizer ninguém faró, ninguém substituíve, ninguém. Então, assim, eu passei muito tempo brigando e eu comecei a fazer escondido para ver até onde isso ia dar. Eu mesmo queria entender. Festar ficou curioso, lógico. >> Em 1991 eu tava escrevendo mais de 100 livros ao mesmo tempo, cara. >> 100? >> 100 aqueles caderninhos pequenos de arame. >> Uau.
>> É, não tinha computador. Eu chegava uma noite, ele dizia: "Pega o caderno 37". Eu pegava quando começa página 40, eu escrevi a madrugada. Aí no outro dia pega o caderno 91. Era desse jeito. >> Uau. >> Eu mesmo queria saber até onde isso ia. Então assim, eu escrevi um bom tempo, escondido, para ver o que é que diabos eu tava escrevendo. E eu não tinha noção de livro. Eu eu anotava como se tivesse Tomando apontamentos para mim mesmo. Em 1996, eu estava tomando uma sauna no Rio Grande do Norte. Tem hotéis deliciosos, né? Sim,
lá é maravilhoso. Adoro. >> E eu tenho um amigo lá e eu saí da caixa, fui tomar sauna lá. Eu tava lá na sauna e eu já frequentava a sauna do hotel. E [risadas] uma senhora que trabalhava na sauna disse: "O Jairo, tem um hóspar com o senhor, com com o senhor". Mas ninguém me conhece. Lá vem a hósped. Olha só, Desculpe, mas eu estou vendo papiros sobre a sua cabeça. O senhor acredita em espíritos? Aí eu digo, rapaz, até aqui na sala um minuto de paz, blá blá blá blá blá blá. Isso foi 1996.
Aí essa mulher desmaiou, incorporou um espírito nela. >> Uau! >> Aí o espírito botou a mão na minha cara incorporado. Você tá pensando que nós estamos lhe passando essas informações Há mais de 10 anos pro seu bel prazer? [risadas] você aí deu um esporro lá em mim e foi embora. Coitado da mulher desmaiou de segurei junto. Ou seja, essa senhora que hoje amiga é minha, >> é mesmo? >> Essa senhora foi quem obrigou um editor a editar os livros. Por isso que eu digo, cara, eu não queria escrever, escrevi, não queria Editar. vou eueditar, mas
com o meu nome eu não publico isso porque eu não sei se isso é verdade. Eu não sei se isso tá certo. >> Entendi qual que era o seu ponto. >> Eu não. Então quer saber o nome do autor? Pouco importa se essa porcaria que servir para alguém um dia. Era esse o meu espírito e ainda é até hoje. >> Que interessante. >> Faço questão de manter porque é a única forma de eu me sentir íntegro. Entendi. >> Aí eu digo, vou botar um pro seu dono. Aí esse ser já que você decidiu colocar um
pro seu dono, podemos propor um. >> Foram eles que sugeriram. >> Eu esperava um nome qualquer brasileiro. Aí veio Jean V. Que que [ __ ] é essa, cara? >> E você sabe o que que significa? Da onde vem? >> E tem a ver com o nome de Javé. Tem o nome Vidas passadas. É uma confusão do Do espírito que me anima. Ou seja, eu, Rogério, sou fui usado pelo espírito que me anima para uma coreografia qualquer em torno de de vários assuntos. Então, assim, lá vou eu publicar, publiquei, mas com pseudônio. Digo, não vou
aparecer. >> Quando você recebe esse conhecimento, cada um tem um jeito de receber. Como é que você recebe? A coisa é complicada porque assim, durante algum tempo, entre 96 até, Desculpa, entre 1986 até 1996, 10 anos aproximadamente, quando alguém apertou o botão e eu comecei, né, >> virou a chave. >> As coisas que eu escrevia, eu deixava alguém escrever através de mim. Não era eu, Rogério, com minha vontade escrevendo, >> tá? Até porque eu nunca tinha, a única coisa que eu escrevi na vida foi a redação de vestibular, relatórios da da Das empresas que eu
trabalhei, essas coisas. Sou, nunca fui escritor e nem me acho. Me acho um escrevente, alguém que escreve a força. Não me acho digno dizer que sou escritor. Então assim, essa coisa começou desse jeito. Durante até 1996, alguém, entre aspas, me dominava e escrevia. Ou então eles me mostravam um filme de alguma coisa, eu ficava olhando para aquilo mentalmente e eles diziam: "Escreva". Quando eu ia escrever, eu Notava que alguém me ajudava a entender o que eu tava vendo e a reproduzir. Essa foi a primeira etapa. Eu fazia. A segunda etapa foi quando eu comecei a
fazer palestras, depois que eu lancei os livros e tive que aparecer, tive que assumir. Aí essa segunda etapa continuou eles também tomando conta a entre a mediunidade, né? E eu fazia palestra e quando vi era alguém fazendo palestra por mim e eu notava. Até que eu enchi o saco com essa histó. >> Mas era sutil, Rogério. Era sutil, rapaz. >> Essa percepção de você entender que não é exatamente eu aqui >> é sutil até um certo ponto. Depois vira uma coisa grosseira no sentido de você sentir o atrito da invasão. Por que grosseira? Porque eu
parei a não querer mais. >> Uhum. >> Desculpe, eu passei a não querer mais. Aí eu notava [risadas] >> a violência. A a violência. Eu tô exagerando um pouco, mas assim, respeito o zero porque >> ninguém ninguém bateu na porta, >> ninguém. Com licença posso, né? Então assim, eu notava o atrito, então é sutil, mas termina se tornando grosseiro porque você nota o atrito. Aí foi quando eu chutei o pau da barraca várias vezes, eu digo, não faço, parei, acabou-se. Por quê? Eu tava estragando minha vida, Credibilidade profissional pro espaço, saindo um monte de reportagem
maluca comigo. Te atrapalhou >> sim, bastante, né? chegava nos lugares, eu notava tudo ah e assim, mas eu não levava a sério nem o que acontecia comigo de que me causava sustos e também não levava a sério as críticas, os comentários jocosos, inclusive de amigos meus, blá blá blá, por porque eu compreendo o tamanho da nossa condição Humana. Então diga, eu me expus, tenho que pagar o preço. Então eu nunca fui dormir com meu coração pesado porque alguém me achava ou chamava isso, aquilo. Hipótese alguma. Eu durmo com coração pesado. Se eu causar dano a
sensibilidade de alguém, mas alguém que me cause isso, não. Não. Eu comecei a desenvolver um sangue de barato da >> É, eu imagino porque é um tema >> indiferença, né? porque machucava tudo que era religião, inclusive pessoas que Eu amo. Então assim, Marcelo, chegou num ponto em que eu parei, parei, parei. Aí foi quando um conjunto de seres começou a me mostrar o tamanho da do problema de todos nós. >> Aumentou. Então você tinha um você tinha uma perspectiva, você teve a resistência, essa resistência falou: "Então vamos ter que vamos ter que dobrar a possequi
para ele entender". Aí foi quando, vamos assim dizer, os véus foram decerrados. Foi Quando essa ilusão que eu não posso ir muito a fundo, porque nós humanos precisamos de um pouco de ilusão, senão a gente não suporta, né? Mas comigo todos os véus, todos eu não posso dizer, muitos véus foram decerrados, né? Muitos envoltórios que encobrem certas camuflagens foram decerrados e aí o susto virou pânico. Foi a época dos infartos. Aí foi infarto para aqui, infarto para cá lá. >> É mesmo. >> Bá, para tudo. Eu saí do hospital numa cadeira e minha família crente
que ia ter que ficar em cima de uma cama a vida inteira. >> Nossa. E então assim, aí esses seres começaram a me mostrar o tamanho do problema. Foi quando no meio da minha pior situação pessoal de cara, eu vou continuar porque eu quem diabo sou eu para sentir pena de Outra pessoa, de outros seres? Mas esses seres são os grandiosos que sempre se apresentaram como deuses e estão aí pedindo esmolas a alguém do meu tamanho. Porque de novo eles dizem que se eu não traduzir para eles, eles me eles têm as informações, mas não
tem um nível de compreensão. E nós humanos, não sou só eu, qualquer humano tem essa coisa fácil de tentar compreender. >> Uhum. Especificamente no meu caso, o espírito que me anima coleciona Protocolos mentais de experiências de vidas passadas que facilitam porque estão no genoma da minha condição humana e isso está disponível. Então eu faço uso disso. Meio que obrigado pelos fatos. Então, foi quando eu atingi um ponto de equilíbrio, mas totalmente já com o corpo, o coração desse corpo que eu utilizo, mas da metade já era. Então, não chega sangue suficiente às vezes no cérebro,
Respiração. >> Então, muitas vezes eu achei, mas que eu achei que eu não ia concluir palestra, que não ia, >> é mesmo, >> mas nunca. Só eu nunca suspendi nenhum ao longo desses 30 anos. >> Olha, olha, >> mas falta 2 minutos para começar a palestra. Eu fico rindo comigo mesmo. Eu digo, eu não vou aguentar 5 minutos. Aí falo 3, 4 horas seguidas. Quer >> É mesmo? >> É só que hoje sou só eu. >> Hoje é só você. >> Aí de vez em quando. E eles ficam ao meu redor querendo ajudar. Aí quando
eles notam que eu vou ter algum aí eu OK. permite >> porque porque eu perdi a confiança total no processo. >> Mas você aprendeu a controlar então esse limite, dar esse limite? >> Eh, eu não sei se o termo é eu controlo, Mas assim, [risadas] eu preciso me sentir achando que eu estou controlando, ainda que talvez isso seja uma auto ilusão, entendeu, cara? E e hoje qual que é o seu, depois de tantas informações que você recebeu e absorveu e redigiu e formalizou palestras, o que que é o elemento mais importante que precisamos compreender? Por
que que qual é a importância desse conteúdo pra nossa sociedade, pra Humanidade? Segure aí um segundo que isso aqui é importante. Não tem como você estar em alta performance se não acompanha seu corpo de perto. Treino e dieta são essenciais, mas se os seus marcadores de saúde estão desregulados, você nunca vai atingir o máximo da sua performance física e cognitiva. Por isso, exames regulares e acompanhamento médico fazem parte da minha rotina. No espaço Volp, eles cuidam disso com precisão, otimizando energia, Longevidade e bem-estar real. Vai lá em espaço volp.com.br e diga que você veio do
podcast Excepcionais para receber uma condição especial. Agora sim, bora voltar pro episódio. >> Eu basicamente divido isso em dois campos. Um, a compreensão sobre o que está posto e a compreensão sobre a função do ser humano. O que é que está posto para nós humanos? é um padrão de realidade cujo conhecimento Estranhamente não nos foi dado o direito de nós, por nós mesmos, irmos desenvolvendo padrões de ciência, de filosofia e irmos aprendendo a decodificar a vida através do empirismo, a decifrar a vida. Uma turma que existe, sabe-se lá onde, faz absoluta questão de enfiar revelações,
lavagem cerebral em cima dos humanos. Por isso que tudo que nós humanos sabemos, a exceção do campo científico e filosófico, o resto veio de revelações. A gente acha isso normal, mas isso é um absurdo. Não precisava ser assim. Então isso está posto >> Uhum. No que está posto e juntando todos compêndios mitológicos com religiosos, com os filosóficos e hoje o método científico. Na hora que você junta isso tudo, existe uma visão que precisa ser entendida. Nós achamos que quem surgiu primeiro mais evoluído que nós humanos. Ah, se esse universo tem 13.8 bilhões de anos. Então,
a civilização que surgiu há 10 bilhões de anos lá atrás é mais evoluída que a Terra, é mais evoluída que os terracos, que só surgiram ao longo dos últimos 300.000 anos, conscientemente dos últimos 48.000 anos. Essa percepção tá errada. >> Isso não tá certo. >> Não tá certo. Por quê? Porque partindo do pressuposto de que dentro do da matrix ou da realidade simulada que a Gente vive, os tijolos de criação da vida são podres. E isso as mitologias ensinam muito tempo. A ciência e a filosofia jamais perceberam. A religião percebeu, mas disse: "Não, Deus é
perfeito, então não tem nada de podridão aqui dentro, mas é podre". Quem nasceu primeiro nasceu muito doente, porque doente porque a podridão não tinha sido Ressignificada ainda. >> Uhum. >> Então, na medida em que esses 13.8 bilhões de anos. Esse essa seta temporal foi levando a realidade paraa frente. O código de vida de todas as espécies que surgiram antes surgiam com 100% de podridão. Isso foi diminuindo 99, 98, 97 ao longo. O nosso DNA ele é desativado em cerca de 97 a 98%. Ou seja, nós humanos só produzimos 2 a 3% do nosso DNA produz
proteína, o resto é desativado. O cientista nosso potencial >> chamava o DNA lixo. Os cientistas, ah, não, esse o DNA humano só produz proteína 2 a 3% dos 25.869 genes. Mas o que é que eles não entendem? Porque é que o resto tá desativado? É essa podridão, essa doença que veio diminuindo. E nós, os humanos, por sermos a espécie Bebê que surgiu, a última que surgiu, é a menos doente de todas. >> Somos uma evolução. >> Somos evolução. Em que sentido? Óbvio que quem surgiu aqui atrás em termos de desenvolvimento intelectual tá lá na frente
comparado a gente. Mas parece que de tudo que houve para trás, segundo o que esses seres afirmam, só nós humanos conseguimos sorrir, contar uma piada, >> quando >> escrever um verso. >> Eles não sabem compreender, eles só sabem agir na sob a ordem de um ser alfa. Então assim, só concluindo, >> sim, >> essa é a primeira visão que tem que modificar. O ser humano é a joia rara da podridão universal. É a única capaz de entender a sua própria cota de podridão. Se a gente abrir um corpo de um ser humano e ver o
Que tem dentro, é só podridão organizada, bicho. A vida é podridão organizada. Nós somos a podridão mais sofisticada. Então esse é o primeiro aspecto. O segundo, nós humanos planejamos a nossa vida ou dentro das nossas limitações ou planejamos a nossa vida. É importante prestar atenção a isso, no campo das nossas aspirações. Só que quando você planeja e vive a sua Vida dentro das suas limitações, é uma coisa, mas quando você consegue ir além das suas limitações e faz da sua vida aquilo que você aspira e então você se agiganta, você cresce, você nenhum 1% da
humanidade faz o seguinte, 99% da humanidade obedece cegamente a questão devoci. a questão de crença. Então, tá sempre nos limites. Niet, filósofo Niet, tomava emprestado do panteão dos deuses gregos a figura de Apolo Para significar o ser humano Apollínio que é esse que quer obedecer, que quer um salvador da pátria, que quer um Lulo, um Bolsonaro, alguém que mande, alguém, um poderoso chefão da modernidade qualquer para obedecer, para isso, para aquilo. Esse é o ser humano Apolinho. Mas isso aí Nietzs também toma Dionísio como sendo um outro exemplo daquele ser humano que quer viver plenamente
a vida, ainda que pague o preço de ser Diferente. Aspiração. Esses aqui é que criam novas ideias e a humanidade evolui de vida esses. Então esse põe a humanidade para se movimentar. Os Apolines horizontalizam, ou seja, organizam. Essas duas visões de que é preciso entender a função da raça humana numa história cósmica que da qual nós humanos fomos impedidos de compreendê-la. E a revelação cósmica que a gente tá fazendo seria a tentativa de explicar isso aqui Sobre essa ótica, >> tá? E a função do ser humano, não esse ser humano apolínio, cativo de religião, cativo
de crença, cativo de obedecer alguém, cativo de ser temente a Deus. Esse ser humano livre, com liberdade e consciência, ainda que faça merda, mas aqui o DNA se modifica, aqui não se modifica. Mas todos têm capacidade. >> Tem a condição humana tem essa capacidade que ninguém tem. Porém, os nossos DNAs São cheios de códigos bloqueadores de travas, lacres. Não sei se você e se quem nos assiste assisti um filme maravilhoso chamado Lucy com Scarlet. Yansk. >> Sim. maravilhoso >> que ela é obrigada a tomar aquela droga e termina desbloqueando o cérebro. Aí o nosso cérebro
faz x CPS, cálculos por segundo, mas devido ao fato dela ter sido obrigada a tomar droga, ela começa a desenvolver 100% do cérebro dela. Então nós humanos, nós temos vários limites, vários vários bloqueios, várias travas. E esses seres me mostraram e explicaram tudo isso. E o por diabos eles fizeram isso para nos controlar. Só que deu tudo errado. >> Agora, quando nós falamos sobre a humanidade, eu entendo que nós somos seres espirituais habitando um corpo aqui, ou seja, não somos daqui, estamos aqui. Qual que é a interpretação que foi revelada a você ou que você
tem entendimento? Como é que a gente explica isso? A gênese humana nós ainda precisamos um dia compreender. Ela não é fácil de ser entendida, mas as metáforas que reproduzem essa tentativa, tipo um jardim do Édenem, em que uns seres pegaram os animais e ali estavam fazendo experiências e um casal aí comeu uma maçã e De onde é que isso veio, como é que isso foi? Ou seja, a gente não sabe, ou melhor dizendo, nós temos pistas disso aí, mas as religiões dominaram a narrativa e a coisa fica estranha. Então, se você pergunta, Rogério, no em
tudo que você escreve, estuda e esses seres dizem, qual seria a sua resposta para isso? Tá, de novo, eu preciso só dizer uma coisa bem clara. Eu já coloquei um pseudônimo nos livros que eu escrevo, porque eu não sei se isso tá Correto. [risadas] Então, meu nível de comprometimento com verdade é zero. Eu tenho um apreço pela verdade. Eu sou alguém que insiste na integridade, na honestidade da busca, mas eu não posso garantir e nem pretendo a certeza de, então assim, eu não tenho certezas. Eu respeito muito Emanuel Cat quando ele diz: "O intelecto de
um ser humano vale pela sua capacidade de colecionar incertezas e não certezas fajutas que a fé lhe obriga a ter." Então, o que eu vou dizer aqui é uma incerteza que eu coleciono com base na minha experiência, mas para responder a sua pergunta. Sob essa perspectiva, nós humanos hoje não temos a menor noção quem nos financiou. A gente só encontra essa noção numa história muito absurda, que foi simplesmente destruída, mas que eu tô tentando remontar e já fiz algumas palestras a respeito disso. Então, vamos Lá. Na hora em que os espíritos dizem, ó, antes desse
universo ser criado, já existia uma espiritualidade superior, pré-existente, blá blá blá. Então vamos entender que antes do Big Bang, ou seja, da nossa da emergência deste lugar onde nós vivemos, já existia algo, vamos chamar esse algo de paraíso ou espiritualidade superior, porque é isso que as religiões fazem, >> tá? >> Só que surgiu dentro do paraíso o caos, Que é onde nós vivemos. A pergunta, a questão é: OK, isso é separado? Isso está junto, isso tá dentro? Não tem nada fora do paraíso, tá tudo dentro do paraíso. Só que são colapsos quânticos para dentro. A
cada nova realidade que surge tem uma blindagem que separa a realidade que surgiu do resto, porque se ele tiver problema não infecta o resto, >> tá? >> Então assim, sempre tem o paraíso e o Caos. Qual o problema? O problema é que quem primeiro criou uma ponte entre essas duas situações ou contextos existenciais são figuras que nós humanos mal sabemos que um dia eles existiram. São os famosos 24 tirtancaras do jainismo. O jainismo é a religião mais antiga da história humana. Surgiu lá entre os dravidianos, que são os ancestrais dos povos hindus. E a história
dos 24 tirtancaras, Eh, tirtancara significa fazedor de val. Val, o que é? Imagine que você está numa margem de um rio, olhando pro rio e olhando para outra margem. Você quer atravessar, mas a corrente não deixa. Mas quando a água do rio baixa, aí começa a surgir areia, chão firme. Então você começa a perceber uma val que liga as duas margens. Então val é isso aqui, >> tá? >> Os tirtancaras utilizam a metáfora de Que o outro lado é o paraíso, o rio, ou seja, a blindagem que divide o paraíso do caos e este lado
aqui é o caos. Então, os tirtancaras são os primeiros a construir essa val, ou seja, uma ponta entre o paraíso e o caos. E foi assim que eles foram financiando no caos várias espécies, mas em especial eles teriam trabalhado a alquimia para que nós humanos saíssemos desse jeito. Aí eu vou lhe contar três fatos rápidos, >> tá? Adão e Eva estavam no tal jardim do Éden. O que é que aconteceu? Uma serpente falou com Eva. Isso quem conta é o próprio Jahé no livro Gênesis. Porque os primeiros livros da Bíblia, os cinco primeiros, Gênesis, Números,
Êxodo, Levítico, Deuteronômio, compõe a Torá chamada Bíblia Judaica. E os rabinos acreditam que foi Javé que entregou isso a Moisés diretamente. >> Hum. >> Há cerca de 3300 anos atrás. Então, que ali está escrito informação testificada pelo próprio Javé e seus anjos. E essa história do jardim do Éden foi Javé, entre aspas, que contou. E ele disse que na época em que os humanos eram abestalhados, o animal mais inteligente da Terra não era os humanos, era uma cobra. Era cobra. E a cobra falava. E a cobra chegou para Eva. Oi Eva, tudo Bem? Tudo sobre
da última. É claro. [risadas] Estou maçã. Só que não era maçã, era uma beberagem. Aí ocais, alguma coisa a Eva tomou que desbloqueou. Então assim, >> despertou. Aí jaé ficou pé da vida, chamou a serpente do diabo, porque a serpente tinha atrapalhado um plano dele que era ter os humanos abestalhados para obedecerem aos deuses. Ponto. Isso aconteceu há uns bons 20.000 anos, segundo as fofocas que eu sei. Decorridos uns bons 17.000 anos acontece de um ser humano um belo dia, tá vibrando de tal maneira que a turma de a turma do universo vizinho que é
brama, ou seja, os o Javé, os deuses, o que é isso? Não, porque tem um humano lá na terra que desde que foi desbloqueado o controle, os humanos vão evoluindo e esse aí tá se iluminando. Aí Brama mandou dois deuses, cama e Yama. infernizar a contemplação, a concentração de Sidarta Galutana, que estava 2700 anos atrás, 2600 anos atrás, prestes a se iluminar. Aí lá vem Cama e Yama, o deus da morte, o deus da sexualidade para perturbar a mente de Sidarta Gutaba. Mas aí surge muca linda, o rei serpente teriantrópico parte serpente parte humana Dá
sete voltas com sua cauda para proteger o corpo e com sua parte humana expulsa e ama e permite que Sidarta conclua o seu processo de iluminação. O que é que o budismo diz? O budismo diz que na época em que Sidarta Gautama produziu o budismo, existia na Terra Capila produzindo sangue, os Patangel, os sutras do yoga e um ser chamado Gina Marvira, que era o 24º Tirtancara, Ou seja, os 24 Tirtancaras foi que construíram a ponte entre o paraíso e o caos. E o último deles, Gina Marvira, tava vivendo na época de Buda, há cerca
de 2600 anos atrás, quando ele viu que um ser humano fez a mesma coisa que eles haviam feito, construiu uma ponte entre o paraíso e o caos. Só que se Darta criou a ponte dentro do ser humano, Gina disse: "Não precisa mais do trabalho dos tirtancaras". Os humanos agora já sabem da questão Paraíso e caos e já sabem como viver no caos de maneira a se compatibilizar com o paraíso. Então assim, se você for estudar a história, você não sabe responder a pergunta. E os humanos vieram de quê? Mas se você for estudar as mitologias,
aí você vai ver no Marrabarata que esses seres chamados tirtancaras vieram de uma estranha ordem de Brama, o criador, que mandou sua geração Regenerada ocupar a terra, e que os filhos de Cadru, Nagas e Uraas, ou seja, seres cobra e seres dragonoides com protorracionalidade, pacíficos, Não eram violentos os Dagas e Uraas. Esses, essas duas raças criaram um conselho chamado Maroraga. E esse conselho ficou agindo ao longo dos últimos milhões de anos na Terra, tentando produzir, tentando interferir nas nos genomas disponíveis para ver se Um Então assim, se isso que eu estou dizendo for verdade e
tá escrito em tudo que é livro, só que a turma não olha para isso. A turma que eu tô falando aqui são que são cientistas dos filósofos, [risadas] nós humanos. Quando você olha para isso, você acha que isso é uma maldição ou isso faz parte do nosso trabalho como indivíduo? Encontrar este caminho, construir este caminho que se dá, se darta acabou encontrando. >> É a única solução para todos nós. >> É a nossa saída. é única. >> Mas isso é um trabalho ou o fato de nós estarmos com todo esse bloqueio, com essas travas genéticas,
isso é e é pro nosso bem ou ou tinha uma intenção ruim, negativa? >> As travas genéticas não tem nada pro nosso bem, nunca nada pro nosso bem. Aí >> não é pra nossa evolução, por exemplo. >> Não. Aí é nós temos que entender esse a criação de Javé como a criação de para Bragena ou para Japati. cujo eu caído se reconstruiu como Javé. Eu explico isso em mais de 30 palestras, livros. É complicado. Só que aqui eu não sou nada original, porque eu tô só resgatando o que as mitologias todas falam. >> Uhum. >>
Só que as religiões é que cancelaram as mitologias. As mitologias são antiquíssimas, tá? Então assim, Javé é tipo uma abelha Rainha que só sabe conviver como sendo se alfa e o resto obedecendo abelhas operárias. >> Uhum. E Eva estragou isso aqui. Os humanos deixaram de ser abelhas operárias >> porque complicou mais, >> porque se tornou autoconsciente. Então, todos os seres dessa criação são ou [ __ ] ou dementes, ou Protoracionais, ou irracionais. racional. Segundo essa essa ótica de observação, só tem os humanos e devido a um acidente ou incidente que foi de Eva. Na verdade
foi de Pandora lá atrás, Eva é uma continuidade. Então assim, isso aqui não é nem bom nem ruim, ainda que os nossos olhos possa parecer escravidão. >> É isso que me parece. >> Mas é claro que sim. Só que na ótica de Javé, desses seres, o que essa X% dos infartos que meu corpo teve é exatamente esse assunto. Porque eu dizia para esses seres, eu não piso o pé que me escraviza, nem a pau. Eu não beijo, tales, eu não beijo o pé que me pisa, nem a pau. Eu não beijo a mão que me
escraviza, nem a pau. Não me peçam isso, porque Javé quer que você adore. Nós estamos aqui e eh talvez retrabalhando o mito que Get no seu romance Fausto muito bem colocou. Get Escritor maravilhoso alemão. Ele fala o quê? Fausto é um personagem de de um o nome do romance e o próprio protagonista Falso queria entender a vida, mas viu que só olhando pra vida como ele conhecia não iria entender nunca. Então ele começou a estudar os mistérios da vida. Quando ele começa a estudar os mistérios da vida, aparece um demônio para ele chamado Mefistófeles. Isso
é é o livro chamado Fausto de Get. Aí o nosso amigo Fausto, mas aí Fistófoles faz, não tenha medo. Eu sou, ou seja, Javé, eu sou o criador, sou Deus. E olha, eu lhe adoro, eu lhe amo. Mas assim, eu vou lhe dar conhecimento, mas eu quero sua submissão. Eu vou lhe dar vida longa, mas eu quero que você se subjulgue a mim. Eu vou lhe dar o meu amor, mas eu quero que você se ajoelhe frente a mim. Ou seja, Fausto ele se submeteu a Jé. Quando você vê hoje os árabes cinco vezes ao
longo do dia se voltando paraa Meca, isso é o mesmo ser. Alá, Brama, já é o mesmo eu do criador caído, construído com esses nomes, sem culturas diferentes, mas exigindo do ser humano a submissão total, a obediência cega. Isso aqui faz do ser humano [ __ ] Desculpe, fala assim. >> Uhum. >> E não é só Javer. Todos os seres adivinos atrimurte exigem da humanidade isso. O próprio Krishna cante 100.000 vezes o meu mantra que você ganha um pirulito. Aí eu indu Krishna. Cante 200.000 vezes, você ganha dois pirulitos. Cante um milhão de vezes que
eu garanto que quando você morrer eu venho aqui e lhe levo pro meu céu e leva. Krishna cumpre. Mas Krishna existe de o quê? Anânia cinta que em sânscrito quer dizer lealdade infinita. Para você sentir o quê? O Santo Antão Dantuszi, que é o contentamento permanente. Amigo, se você passa o dia em contentamento permanente, a gente chama isso aqui de [ __ ] Você não é útil pra sua família, não é útil pro mundo. E é isso que esses seres queriam pra humanidade, >> porque eles são dementes também. >> Sim. >> E >> todos, >>
todos quem quem surgiu antes tem esse problema. Nós humanos surgimos por últimos com a demência corrigida, com liberdade de consciência, mas com tudo isso guardado no nosso DNA. E de vez em quando essas áreas que eram para estar desativadas são acionadas e nós humanos nos sentimos novamente desse jeito. Então os os homens e mulheres são Heróis e heroínos de uma tragédia, não nem grega, de uma tragédia sem tamanho, descrita muito tempo nas mitologias, que as religiões para poder ter um Deus a quem cultuar e em nome deste manipular as consciências, as religiões cancelaram a história
dessa tragédia. Aí, por isso que Agostinho Diponé no século 4, quando o cristianismo já havia se tornado catolicismo, alguém chegava para ele dizia: "Agostinho, me diga uma coisa, Deus é perfeito?" É, Mas a vida, olha, as espécies, é, uma comendo uma outra vida também é perfeita. Não, Agostinho, a vida não é perfeita. Olha, as espécies todas são violentas. Não, não, mas a vida é perfeita. E assim, quem disser a partir de agora que a vida não é perfeita, vai pro inferno. Deus é perfeito, a vida é perfeita e o ser humano é a doença da
vida. A teologia católica nos empurrou isso. A gente batiza as crianças para se livrar Dessa doença que nós somos os causadores da doença pelo fato de Eva ter tido filhos e Eva ter desobedecido a Jav. Ou seja, is transtorno cognitivo, transtorno psíquico. Nós nós somos humanidade transtornada, acreditando em muitas mentiras ou acreditando em muitas histórias estranhas e nos acostumamos a transformar o absurdo em coisa normal, o inaceitável em coisa aceitável. Isso tudo que você tá falando já é difícil para muita gente entender, muito. >> E você falou, tem coisa que eu não posso falar que
seria difícil de compreender. Então, a situação é mais ainda difícil do que isso. >> Muito mais. >> Isso. Eh, o ser humano, ele precisa ter uma esperança, né? A gente não tem esperança, essa esperança que muitas pessoas têm de de ter um santo, de ter Um uma linha que ora quer o nosso bem, que quer a nossa evolução. Isso não existe. >> Existe, mas não nos termos em que nós acreditamos. Se eu e você daqui a pouco esses dois corpos morrerem, nós seremos dois espíritos encarnados. Qualquer pessoa que a gente ama aqui na terra, quando
a gente recebe um pedido delas, uma, a gente vai tentar ajudar, ainda que a prece dela seja para Deus, Para santo, tal. Ou seja, os espíritos desencarnados que foram humanos, que sabem como é difícil ser um ser humano. Aqui existe todo uma Sim, a toda uma conspiração para tentar ser útil, tentar ajudar. Nenhuma prece de nenhum ser humano é perdida. Ainda que esse ser humano esteja rezando para um santo inexistente, para a turma dar um jeito de Por quê? Porque não há distância entre os seres que se amam, como também não há distância entre os
Seres que se odeiam. É tudo muito, nós somos todos elos de uma só, né? Mas aqui tem um problema. Qual é o problema? De novo, olhando sobre essa perspectiva, nós temos dois tipos de seres humanos na terra. os que vivem conforme suas limitações e os tô só retornando ao que eu já falei antim e os que vivem conforme as suas aspirações e se agigando. Qual é a turma que vive conforme as suas Limitações? É a turma do transtorno cognitivo. O que é um transtorno cognitivo? É quando você aconteceu um fato ou a vida existe, você
olha pra vida ou você vai definir uma coisa, você cria uma narrativa daquilo ali, assume a narrativa como sendo verdade, ainda que não seja, mas para você é porque é agradável para você pensar aquilo. É o famoso me engana que eu Gosto, >> conforta, dá o calorzinho no coração. >> E nós humanos precisamos disso. Então, crer em Deus é um transtorno cognitivo na medida em que você dá por sabido algo que você ainda não sabe. >> Na forma como nós entendemos, >> ninguém consegue provar a ninguém que Deus existe. Agora, é uma questão de fé.
Ou então alguns dizem: "Não, mas aí a natureza, a natureza tem um criador". Mas o conceito de demiurgo, criador é uma coisa conceito de Deus incognocível, transcendente, blá blá blá, amoroso é outra. Ninguém consegue provar a ninguém. Na hora que você toma como verdadeiro algo que você não sabe se é verdade, o nome disso é transtorno cognitivo. É um meân que eu gosto. Não, mas qual o problema de eu crer em Deus mesmo sendo transtorno cognitivo? Nenhum. Mas são os desdobramentos. Deus cuida de mim. Deus me adora. Deus Me leva no colo. Por mais merda
que eu faça, Deus no final, >> Deus vai prover. Deus vai resumir. >> Isso aqui nos tem transformado em quê? Em seres irresponsáveis inconsequentes e que não despertam seus potenciais devido à esperança. Eu vou para suas palavras. A expectativa que nós humanos criamos de que alguém vai. Só que ninguém até hoje nunca ajudou o ser humano. >> É quase que uma terceirização da responsabilidade. >> Eu tô tirando a responsabilidade de mim e colocando no mundo o que não existe. Quer dizer, >> quem são essas pessoas? É a turma que vive de acordo com suas limitações.
A humanidade inteira é o rebanho, mano. Se eu sozinho fico falando besteira e pensando em besteira, o nome disso é delírio. Mas quando muitos deliram, o nome agora é religião. Se você olhar a coisa desse jeito, quem nos escuta que deve est odiando ao velho que tá falando isso aqui. Se essa pessoa for cativa da religião, a respeito, só que quando ela escuta isso, ela fica com ordem de quem fala. Não é fácil, mas isso é uma constatação. [risadas] Então assim, em tese não há nenhum problema você acreditar em Deus. Mas na hora que você
mata em nome de Deus, na hora que você fica com raiva de alguém, porque o meu Deus é melhor do que o seu, aí os desdobramentos disso aqui apequen o ser humano a tal ponto que ele não desperta seus potenciais. Ou seja, ele jamais será um ser humano que viverá, terá um planejamento de vida de acordo com suas aspirações. Ou seja, ele vai ser sempre alguém da mesmice. Então, a humanidade aqui não evolui. Qual o problema com o Advento da computação? A Neurociência percebeu um fato tremendamente horrível. Qual? sempre uma nova geração e surge superior
a dos seus pais e avós, dos seus ancestrais sempre. Só que a geração X e a Y >> mudou, >> mudou as duas em termos de capacidade cognitiva. Claro que tem sessão, mas X e Y foi para baixo. Eh, Demog é um neurocientista francês, ele tem um livro chamado Fábrica de Cretinos Digitais, onde ele mostra que o fato de você não consegue demorar 5 segundos numa tela [risadas] e muito menos ler uma frase, ah, at a isso aqui tá produzindo é brain rut, apodurecimento do neocórtex. Então, se você passa o dia inteiro fazendo que você
não, mas Deus no final vai resolver. Ou então você passa o dia inteiro rezando, cantando para Crishna. Isso aqui Na espiritualidade se sabe, faliu a humanidade. Aí eu fico espanto. >> Você tá falando de espiritualidade, você não tá falando nem de religião. >> Espiritualidade. >> E espiritualidade mesmo. >> Na espiritualidade sabe-se que todos os eus humanos que saem daqui na hora da morte, com a sensação de religiosidade deles limitando, né? Porque assim, o espírito que que me esse meu corpo já morreu algumas vezes. Eu enquanto Rogério sei que a gente tá aqui conversando, meu meu
corpo morreu, eu continuo me sentindo, Rogério, ininterruptamente. sensação de existência de que eu, Rogério, existo. Esse corpo morrendo, eu continuo, eu ou qualquer outro ser humano. Se quando você se sentir, entre aspas morto, ainda Que você se sinta vivo, mas vem o corpo morto, se nesse ponto aqui você for pro desequilíbrio, Deus me acorda, Jesus, Maria, José, blá blá blá blá blá blá, você vai ser um alguém que vai tá dando trabalho a vários espíritos para tentar lhe ajudar. Mas se você já é alguém equilibrado em vida, gestor de si mesmo, quando você se vê
nessa situação que o filme da consciência passa e você diz: "Putz, aí você pensa: "O que é que eu posso Fazer? Como eu posso ser útil nessa nova situação?" É diferente a continuidade de um ser que vive a sua vida terrena. dentro de um processo de gestão pessoal, de aspiração daquele ser que vive sob a ditadura das suas limitações, cheias de medo de Deus, medo disso, medo daquilo, vai pro inferno, vai pro purgatório. Esse é o drama da falência humana. Eu fiquei curioso para entender um elemento. Você falou que espiritualidade, você falou da espiritualidade, mas
eu quero entender se o problema é a espiritualidade ou a forma como utilizamos a espiritualidade. Porque se tivermos Buda que conseguiu encontrar o caminho para sair do caos e chegar ao paraíso à ordem, isso não foi positivo. A, não foi a Espiritualidade que trouxe isso para ele. Qual que é a diferença da espiritualidade que você tá comentando aqui pra espiritualidade dele? Onde que a gente tá errando? O que que tá sendo nocivo pra pra humanidade? >> Veja só, espiritualidade é, entre aspas, a espiritualidade é o conjunto de consciências particularizadas que existem como espíritos. São seres
eternos, fora da matrix. Esses seres eventualmente produzem eus transitórios dentro da matrix. Somos nós, os humanos. Mas esses seres, apesar de eternos, eles não se transformam. Eles só se transformam a partir do que eles conquistam, das transformações que os eus o transitórios deles produzem. Então o formidáve aqui não é o espírito de Sidarta Gautama, é o eu humano de Sidarta Gautama que fez com que o Espírito dele >> Entendi. >> Entendeu? Então, é a forma como se utiliza, >> é a forma, >> é o método, é o o posicionamento, a mentalidade, >> é o que
o eu humano faz do seu espírito. É o contrário do que a o espiritismo acha que é o espírito que faz o ser humano. É, mas só quando a coisa é cármica, quando o ser humano vai Nascer dentro das limitações e vai ter que sofrer, porque a agenda do espírito impõe aquilo e acabou-se. O tema não é simples, mas assim, a existência é sempre essa complicação aí, mas a vida, Marcelo, é o que cada um de nós faz dela. >> Uhum. >> O espírito, ele cria uma programação que tem lá seus limites, suas imposições cármicas.
Agora, o nosso livre arbítrio é igual de um prisioneiro. Dentro dos Quatro muros da prisão, a gente faz o que a gente quer, mas tá ali presos. os que nascem e vivem sob a limitação. Agora, os que expandem a sua consciência derrubam esses muros desse planejamento, porque o eu humano se torna um suami, uma expressão sânscrita que diz: "Evoluiu tanto que é igual ao eu do espírito ou superior ao eu espiritual". Tanto é que esse eu espiritual assume um eu terreno como sendo dele. Ele se investe daquela forma terrena e passa a Ser aquela pessoa
que para ele é o melhor. essas essas pessoas que assim como que eu que eu entendo que estão cada vez mais raras, que assim como Buda se tornaram suames, a própria ordem dos suames, os yogues, eh que acabou encontrando a a iluminação. Essas pessoas na maior parte das vezes, abdicaram das suas vidas, né? Na maior parte das vezes Foram para monastérios, saíram um pouco da loucura da vida, mas ao mesmo tempo me recordo de pessoas que falavam assim: "Não, a iluminação ela tem que vir no meio do caos, continua tendo sua família, seus filhos, sua
vida". Eh, mas me parece que isso enfraqueceu, né? Isso tá cada vez mais sumido no mundo. A própria Índia, que falava-se ser o berço espiritual do mundo, já não tem mais tanta presença Desses seres. Isso é um caminho onde a gente deveria se espelhar, deveria se inspirar? >> Veja bem, se o mundo fosse todo hindu, seria um grande barato. Por quê? Porque no oriente, na cultura hinduísta, se um homem chega, reúne a família e diz: "Eu vou ser um retirante, eu vou passar 5 anos meditando". A família vê aquilo ali como uma coisa auspiciosa, Como
sendo algo formidável. Alguém da família vai se tornar um suami, um guru, seja o que for. A mesa só uma mulher, a família respeita aqui no Brasil, se o marido chega, olha, eu vou passar, você tá contra mulher, você tá com outra família, nós ocidentais, a nossa educação é zero para isso aí. >> Verdade. >> A nossa educação é ridícula. Nós somos medíocres no sentido espiritual, Falando espiritualização. Nós ocidentais somos medíocres no sentido espiritual. Por quê? Porque a nossa oração, ela é de repetição, ela é ritualística, ela não é introspectiva. Você não ficar em silêncio,
se retirar para mergulhar no oceano interior. E o Gananda se perguntava: "O que é que está por trás da escuridão dos meus olhos fechados?" É realidade interior, é o eu interior. As religiões ocidentais não sabem nada De eu interior, de vida interior, confundem vida interior com oração. Então, veja só qual é a diferença de Sigarta Galutama pros mais maravilhosos yogues do mundo? Se você observar um livro formidável que todo ser humano deveria ler, tipo autobiografia de um yog de de Param Yoganada, onde ele mostra uma sucessão discipular de figuras formidáveis que nascem um atrás do
outro, se substituindo nas funções de guru, Discípulo, guru, discípulo, para manter acesa a tocha da sabedoria da cria yoga, do cria yoga, ramo do yoga. Mas desculpe eu falar isso, tá? Todos eles são devocionais. Cidade da Gautama, ele gerou a doutrina budista sem falar em Deus. [risadas] Sidarta Gautama nunca rezou. Sidarta Galtama nunca perdeu o tempo Dele tentando convencer as pessoas sobre Deus. Darta Gautama, ele criou uma doutrina de vida ateia. O sangue é criado por Capila, que foi um contemporâneo de de cidade da Gautama, também era ateu. Então, ateu no sentido de não se
preocupar com Deus. Então, Senata Gautama iluminou-se sem rezar, sem ser devocional, sem jamais Ter sido religioso. Aí a pergunta, vamos imaginar Cidade da Gautama e comparar o que a gente não devia, mas só pra gente pedagogicamente ter um sentido aqui do que a gente tá falando em termos de compreensão crítica. O mais profundo yogi, ah, estou unido a Deus. Só que o Deus desse Yog não é o Deus transcendental Brah ele estabelece alguma forma do Brah com forma, tipo Umara, um aí são milhões de figuras que eles têm e eles se acham unidos a Deus.
E Sidarta Gautama não se acha unido a nada. Sidarta diz que você cria, atinge ou você se unifica a algo chamado nirvana, que na verdade não é um lugar, é um estado superior de consciência. Esses aqui tem que sair, ficar meditando. Cidata passou a viver de novo nas vilas urbanas, >> nesse estado. >> Nesse estado eu criei o mentalma para eu trabalho. Eu para fazer mentalma eu tinha que largar o emprego, não posso. Então eu trabalhando como funcionário do banco, eu o mentalma que eu criei é minha. Yoga ocidental. Eu fazia e faço até hoje,
ao longo do meu dia. >> Até hoje. >> Até hoje, principalmente agora. >> Até pegar aqui o esse daqui é o módulo Cinco. >> Então assim, eu sou alguém que segue os passos de Sidarta nesse sentido de Deus. Para mim é o conceito mais gracioso e sagrado que eu tenho. Só que eu não passo meu tempo nenhum rezando para Deus. Há uns 30 anos atrás, eu digo: "Olha, eu não sei dizer direito quem você é, mas seja lá você quem for, eu não vou mais encher o saco. Eu nunca mais vou lhe pedir nada. E
quer saber?" Não quero nada, seu. A não ser que você Queira me dar, a, eu vou ficar muito feliz, porque [risadas] assim, eu não peço nem para manter minha vida. Ou seja, digo, eu quero ser honesto, se você precisar de mim, torçu expulsão, me use Mas assim, eu eu não vou mais encher seu saco, tá Deus? Olha, se eu tiver no avião, o avião cair, morrer todo mundo e ficar só eu, eu não vou lhe agradecer, porque eu acho um absurdo eu lhe agradecer, porque você me salvou e os outros eu não me sinto bem.
Ou seja, eu Sou alguém que ao longo da vida caminhei sozinho contra toda a humanidade. A humanidade toda caminha numa direção e eu noutro. Claro que isso aqui tá errado, sou eu, mas eu não consigo fazer diferente e nem acho que não critico ninguém, nem tento convencer. Minha mãe católica, ela dizia: "Meu filho, esses seus livros digo: "Mãe, não lê essas merdas não." [risadas] >> Você falava isso para ela. >> Seja a católica mais bela que você não, mas mãe é mãe, né? Eu sei [risadas] que você é um homem maravilhoso. Então, se você tá
escrevendo isso, mãe, esqueço. Porque cada ser humano tem tem o seu coração. Cada um de nós tem um marco vibratório distinto. Então, não é questão de convencer. E se gautama, e isso eu também copio dele, ele nunca falou sem que no final ele dissesse: "Monges, verifiquem por Vocês mesmos se o que eu estou dizendo tem sentido. >> Você desenvolveu o mentalma? Queria que você explicasse o que que é. Eu tô com módulo cinco aqui. São oito, né? >> São oito. >> São oito módulos. Você tem cinco escritos e oito em em aulas gravadas, né? >>
Como que nasce isso? Para que que você desenvolveu esse? >> Rapaz, o nós não conhecemos, mas Capila foi alguém que viveu nessa mesma época Sidarta Galama, enquanto Sidarta estava lá embaixo da árvore Bo tentando descobrir os mistérios. da mente e do coração. Capila também fazia isso, mas Capila produziu a doutrina sânia. Se você pegar o livro dos espíritos, você vai encontrar 1019 perguntas, As respostas dos espíritos e um outro comentário de Allan Kardec, que foi quem codificou. O San é basicamente a mesma coisa, só que trabalha com aforismos, mas desenvolvendo os temas, né? E assim
o Sank e outros mestres da antiguidade perceberam que algo que mais tarde Espinosa viria perceber no século X7, o grande Baru Espinoza, né? O que é que esses caras perceberam? Assim, eh, Capila, Aristóteles, Espinoza, Schopenhauer, essa turma, eh, o próprio Kardec, Kardec não queria que o Espiritismo tivesse transformado em religião, é porque os primeiros espíritos eram católicos e protestantes e terminavam rezando lá nas reuniões espíritas, mas pouco importa. Esses seres, esses seres humanos, eles percebem o quê? que os humanos não evoluem. Alguns humanos evoluem, mas a massa Humana não evolui. Por quê? Porque a massa
humana obedece a uma só regra, a do ser alfa dando ordens e ele seguem. O humano com liberdade e consciência tem que criar sua própria ciência da sua personalidade para que você em criando o seu manual de princípios e propósitos e disciplinas que seja um plano de vida, você seja o gestor de você mesmo ao longo de sua vida, fazendo aquilo que Sidarta convidou. do E ser humano, ouse ter uma doutrina de vida sua. >> Aí você sai dos limites, das suas limitações, >> saia dos extremos, caminhe pelo meio, não seja cativo de trisna, que
é o nome da ignorância que ferra tudo, que é o tipo do desejo ignorante que faz você se sentir dono de marido, de esposa, de filho, de filha, de dinheiro, de conceito, de verdades. Seidarta dizer, ei, não se apegue a Nada, ame tudo isso, curta, mas não crie o apego, porque isso é causa do sofrimento. Ou seja, o que é o mentalma? É a ciência da minha personalidade enquanto ser humano, tentando existir com liberdade de consciência no mundo dominado pela devoção, pela obediência cega e pelo fanatismo. Isso é o mental. Isso pode ser o seu
Val? >> É a minha Val. >> É a sua Val. >> É a minha Val. Eu é uma mera imitação de Sidarta Gautama. É uma mera imitação de Capila, é uma mera imitação de Gina Marvira. É uma mera imitação da esposa de Sidarta Gautama, que foi a figura mais evoluída que ninguém fala. São figuras que foram criando seus métodos de como ir adiante. Por quê? De novo, os seres humanos não podem obedecer as mesmas regras. Cada um de nós é um mundo à parte. Óbvio que nós precisamos obedecer as mesmas leis de organização Social, de
coexistência, mas em termos de mergulho íntimo, cada um de nós é distinto. Qual o problema das religiões ocidentais? que ela trabalha o culto exterior. Isso que eu tô falando aqui é tudo íntimo. Ao longo de minha vida, quando eu me vi obrigado a transformar o mentalme em curso, né? E quando o Rodrigo junto com Guilherme, Passini, minhas filhas foram organizando. Era isso tudo era esculhambado. Eles Aqui organizaram dezenas de livros, porradas de palestras, então foram organizando, né? Aí alguém chega e diz: "Rogério, eu tô lhe seguindo". Eu digo: "Rapaz, faça isso não. [risadas] Me arranja
uma coisa melhor, eu estrago o trabalho dele que ele >> ele é antimarketing." [risadas] >> Aí eu digo, rapaz, nem eu sei para onde eu tô indo. Mas eu digo, nem eu sei para onde eu tô indo. Brincando. Eu sei para onde eu estou indo. >> É o seu. >> Porque só que é meu. >> E assim, quem caminha por homem, todo mundo caminha. chega onde todo mundo chega. É um rebanho. Mas quem caminha pelo seu próprio caminho, pela sua própria estrada, desbravando ali, chega onde só ele chega. Pode ser que seja na na beira
de pés que [risadas] ele se ferre, mas ele tá tentando. É o empirismo da vida. Eu não abro mão disso. Só que eu não posso impor isso a Ninguém e nem muito menos ensinar. Eu posso mostrar o que eu faço se servir para alguém. Então assim, esses oito módulos que eu fiz, cada um de 8 horas, tá? Que cada módulo desse tá sendo transformado em livro, né? É. E basicamente isso. Digo, ó, é o que eu fiz. Mas assim, eu eu nunca me imaginei falando mentalma para ninguém, porque é uma coisa íntima. É a minha
ciência pessoal. Só que esses caras e essas mulheres Todas aqui que trabalharam por isso, sempre defenderam que o ser humano, cada ser humano, criasse a ciência da sua personalidade. >> Legal. E isso daqui hoje quando você analisa o conteúdo, isso daqui é seu. Isso não foi recebido. >> Não, isso aí é meu. Mas só que eu, olha, eu estudei todos os mestres copias, >> copiei muita coisa de Ramana Marich, Sidarta Gautama, Jesus, Capila, são meus Mestres. Eu eu não faço questão de ser original, não preciso ser original. >> Não sei nem se é é possível,
né? N é possível. Não tem essas, eu não tenho ego misturado a isso, tá? Aí eu crio, eu adapto tudo isso ao meu temperamento, porque eu sou alguém [risadas] eh ao meu temperamento, do meu jeito, tá entendendo? com erros e acertos, com tanto que eu deixo grato, eu deixo claro quando eu tô dando curso do mental, mas Quando eu tô analisando a lei da mente do Buda, o que você pensa você cria, o que você sente você atrai, o que você aspira a ser se torna inevitavelmente realidade. Por quê? Se o que você pensa você
cria, porque a sua pulsação informa o oceano de elétrons do qual você é só uma parte, uma onda. O que você é, aquilo que você sente traz de volta para você o que esse oceano leva a ouve. Se o que você sente foi uma aspiração de vir a ser a mutação no seu genoma para Providenciar aquela mutação para você passar a ser aquilo que você aspira a ser, inevitavelmente se faz. Então, na hora em que eu fico brincando com isso, eh, mostrando lá no mental como isso pode ser feito, né? Eu digo, qual é o
nosso problema? Primeiro, como a gente vive de acordo com as nossas limitações, a gente desaprendeu a sonhar. E se você não sonha, você não tem aspirações. >> Uhum. Se você não sonha, você não ensina os RNAs mensageiros das suas células a produzir a criptografia da mensagem do sonho para que o seu DNA fique sendo informado que você quer chegar naquele ponto e você chega desde que você vivencia aquilo. >> E o seu sonho, né? Não sonho que todo mundo sonha, né? É meu, [risadas] >> porque eu parece todo mundo sonha as Mesmas coisas, né? >>
É meu. Só que nós desaprendemos a sonhar. Por quê? Porque nós somos pecadores, filhos do demônio. Tudo que se passa na cabeça da gente é pecado, tudo. Então assim, o mentalma eu fui criando uma série de disciplinas que eu fui aplicando a ninguém. >> Que são o quê? Quais são esses elementos que você aborda nesses oito módulos? Olha, os três principais temas iniciais do mentalma se referem a três questões Bem simples. Enquanto a gente tá aqui conversando, quem tá nos assistindo em casa tá respirando desse jeito. Mais calma. >> Isso aqui é horrível. >> É
só você podia respirar assim, ó. Não sabemos respirar >> não. Isso aqui é o módulo sobrevivência que a gente respira. é inconsciente. Isso aqui é o módulo PhD, a de quem tá construindo Nas suas células não só sobrevivência, mas regenerando, renificando, remodelando, ou seja, provocando mutações no seu genoma. Mas por que é que a gente todo todo mundo respira assim? Se você pendurar uma sala como essa, uma coisa bem grande, 50 relógios de pêndulo, cada um pendulando num ritmo e deixar lá, 72 horas depois que você volta, todos estarão pendulando. A física quântica prova isso,
mas como aparece aqui alguém Que vai Não, é um campo, espécie de um campo mófico. Relógio tem um campo mófico, em tese não, mas eu não sei que nome é, então é um campo comportamental. que une todos aqueles relógios a esse campo e esse campo vai harmonizando a movimentação, ou seja, a massa crítica impõe o comportamento. A humanidade toda respira desse jeito, mas lá atrás a humanidade toda respirava assim. E só começava a respirar. Quando alguém diz: "Ei, lá vem um leão, vamos correr. Porque você respirando, seu coração tá produzindo mais >> ativa >> sangue
na musculatura para você correr e escapar da fera. Só que hoje em dia o corpo da gente acorda e >> não tem nenhuma fera atrás da gente, mas já tá no ritmo de sobrevivência. >> O mentalma disse: "Ei, carap! enquanto você não transformar, porque Assim, a respiração é o único movimento do corpo que pode acontecer involuntariamente. Você não presta atenção, seu corpo respira. Mas se você puser foco, prestar atenção à respiração e transformá-la num ritmo respiratório seu e não igual a todo mundo, e fizer isso várias vezes ao longo do dia e à noite checar.
Fiz várias vezes. Em algum ponto, se você fizer isso diariamente, o seu corpo sozinho vai Assumindo como sendo o jeito de respirar. o ritmo profundo que você com sua vontade criou e informou a seu corpo através das várias vivências que é aquilo que você quer. O corpo sozinho vai respirar assim. E qual é a diferença entre alguém que respira assim o tempo todo? E a humanidade não sabe total. Quem respira assim ao longo do dia produz sente sensações De sobrevivência. >> Uhum. >> Mas quem respira assim sente a sensação que ele souber produzir. Aqui entra
a iluminação de Cidade da Gautana. >> É uma das chaves, né? uma das chaves. Então assim, o mental tem várias chavezinhas dessas >> e dizendo: "Ei, pessoal, isso é grátis. >> É aqui não >> é grátis. Aprenda a respirar. Aprenda a não agir no primeiro impulso de consciência, porque isso não é você. Nem tudo que se passa na mente do ser humano é os é produzido pela vontade do ser humano. É, eu chamo a primeira corrente dos impulsos, os dejetos. Aí, então assim, ter o seu próprio ritmo respiratório consciente, não agir no primeiro impulso mental
e aprender a usar o discurso interior como sendo você, conversando com você Mesmo, para informar as suas células, o que você aspira, o que você quer vir a ser. É esses três passos. >> Intenção, né? Qual a sua intenção? resolução. Esses três passos modificam qualquer ser humano no sentido de fazer com que ele saia de um comportamento imposto pelas limitações da vida para um comportamento em que ele dirá A pujança, a a iluminação, o padrão de onde ele quer. E mas e Deus não tá aqui, tá aqui dentro já. Não precisa não. Mas eu posso
rezar Deus. Reze faça o que você quiser. [risadas] É do É do seu jeito. No mental eu digo, ó, eu não agradeço porque eu não aplaudo Deus. Eu não, eu vivo em permanente desconformidade com a vida que eu levo, porque eu vejo todo mundo sofrendo ao meu redor. Eu não sofro, Eu sou alguém autorrealizado. Eu não preciso de eu me incomodo o sofrimento das pessoas de quem eu amo. Então assim, eu não aplaudo. Então eu vivo em permanente desconformidade com tudo isso. em permanente processo de resiliência espiritual. Minha pulsação existe que ela seja digna. Para
que eu tenha pulsação digna, eu tenho que me sentir digno, íntegro. E Você não erra não o tempo todo, mas não me sujo. Então o mentalma é um monte de técnicas desse tipo que eu fui inventando para mim mesmo. E eu sou talvez um dos poucos seres humanos que se olhar para trás, tô com 66, esse corpo 66. O que é que eu fiz na minha vida? Pelo menos eu sei que há mais de 30 anos, toda santa noite eu tô me perguntando, estou limpo? Estou preparado para deixar essa vida. E se a vida continuar
também estou preparado. >> Isso é parte do mental. >> Mental são técnicas. >> Isso você eh vocês me deram um material. Ah, a gente fez essa última turma. É uma turma que acontece online, é presencial. Como é que funciona isso? Veja só, eu nunca consegui fazer mentalma um com a mesma turma, depois o Dois, depois o tr nunca cons porque é muito conteúdo, né? >> É, então eu resolvi parar, passar em livro, vídeo de cada um se tire, faça o que quiser. >> Legal. Legal. O, você chegou a ter curiosidade, porque seu acervo de produção
de conteúdo, tanto do mentalma quanto de tudo que você já produziu, é extenso. Você tem algum melhor estudante que consumiu tudo? Tem alguém que você conhece que mergulhou nisso daqui? Vocês Têm conhecimento disso, >> rapaz? Tem algumas pessoas que foram a fundo nisso e >> tem várias pessoas que chegam para mim diz: "Rogério mental, mas assim eu não gosto de falar, é como se eu tivesse fazendo propaganda e não é por aí", entendeu? Assim, eu não, mas assim, tem tem. Mas eh veja bem, eu não gosto de vender resultados porque eu >> é percebe se
você anda à margem do que o Os extremos aí na internet se apresentam, né? >> É porque porque não é uma ciência exata. Isso depende >> sim >> do mundo mental, do mundo emocional. Você primeiro tem que se aprender. Para você conquistar certas certos níveis de consciência profunda, seu coração tem que tá limpo, sua mente tem que estar pacificada. Você não pode agir no primeiro impulso, Você não pode ser cativo de nenhum ismo. Tem que ter consciência livre para poder visitar. Tem que ter coração limpo para poder acolher, inclusive caind suja. Nossa, então assim, isso
ninguém pode medir nos outros, você pode medir em você mesmo. Então mesmo alguém chegando para mim dizendo: "Rogério, mental me" digo: "Maravilha, a pessoa me conta, eu escuto, mas Hermegisto dizia: "Olha, Quando você tiver certas experiências na vida exterior que todo mundo viu, isso aí todo mundo conta, tá todo mundo vendo, mas experiências na vida interior é complicado se você for contar, por porque só quem vivencia é você. Certo ou errado, navegando ou não na maionese, seja lá que for, é só você. Então, quando Sidarta Galutana se iluminou, você sabe o que que ele fez?
Ficou calado. Aí, Brama, isso é uma lenda tibetana sobre lenda, não é um é Um conto tibetano. Aí, Brama foi para cima de Sidarta. Segundo essa perspectiva, Seidarta teria olhado para Brama e disse: "O que que você tá sentindo? Eu sou Brama, sou seu pai, sou seu criador, sou Deus. Se [risadas] não, o que é que você tá sentindo?" Porque o ser humano, ele já era chateado com Eva porque perdeu o controle lá atrás. E agora um ser humano tinha chegado em lugares que ele, Brama, Nem imaginava. Aí Sidarta disse: "Eu não vou contar porque
não dá para contar não. Aí Brama ficou enchendo o saco de Sidarta. Aí só foi embora quando Sidarta prometeu a ele que contaria alguma coisa. O dramapa, que é tudo o que o Sidata deixou, ele orientou os monges a como, entre aspas, praticar as quatro nove verdades, o caminho óctupo, mas ele nunca contou o Que ele vivenciou. Por quê? É difícil. Se tiver aqui um abacaxi, aí você vai comer um pedaço de abacaxi, de uma cé. Me explica aí o gosto do abacaxi. [risadas] Você vai passar 2 horas falando. Se a gente nós vamos perguntar
aqui é o chat GPT4 já. Explica aqui o gosto do abacaxi. 10 páginas de fórmula química. Mas cadê o gosto do abacaxi? Basta a gente colocar na boca, Instantaneamente se sente, porque nós temos qualias para sentir. Aí é sem mais geográfico, ou seja, é uma percepção instantânea. Mas se eu for explicar, quem me escuta jamais saberá o gosto do abacaxi, a não ser que consiga teralhas e como abacaxi. Então, se eu for contar algo que eu vivenciei intimamente aqui dentro do da vida interior, >> não vai entender. >> É isso que você tá tá gotando.
Não dá Para contar. Ilumine-se você mesmo. Esse é o problema. O é uma coisa tão chata que seis séculos depois o budismo ramaiana surgiu. Por quê? Porque dois budistas conversando um com o outro. Rapaz, seart é formidável. É Budo é formidável. É, mas você não acha um pouco egoísta você ficar vários tempos da sua vida se iluminando? Você acha egoísta? Não, não. Sidarta fez isso não. Mas Sidarta é Sidarta. Você não acha egoísta essa coisa de investir sua vida toda para você iluminar a você mesmo? Será que o certo não seria a gente criar um
movimento aqui no budismo para ajudar as pessoas? Aí eu diz: "Não, mas se data já a ajuda dele é deixar disponível esse método?" Não, mas isso aí é egoísta. O budismo ramaiana surgiu porque algumas pessoas chegaram à conclusão que era melhor todo mundo ficar pobre para pedir esmola para distribuir a esmola pros Mais pobres e não investir mais seu tempo em iluminação. Por quê? Porque isso aqui é difícil. Por mais simples que seja você parar, fechar os olhos, respirar, essa jornada interior é requer arte. É mais fácil ajudar os outros do que >> aí você
se aí você disfarça, cria [risadas] 1 coisas exteriores e então assim, um dia desse eu vi uma autoridade budista, né, respondendo a uma pergunta De uma entrevistadora. Ela disse essa autoridade, como é que você vê o budismo? Em tese, budismo é introspecção, mas é também religião? Aí essa pessoa disse as duas coisas. O budismo nunca foi uma religião. >> Tem que ver o que que é, pois é. O que que foi a prática? >> Só que a turma hoje reza, tem deuses budistas, mas se Darta Gautama, então assim, é uma doutrina de vida, o mental,
manei é essa Doutrina de vida chata, no sentido de que deuses, espíritos, eu lido com tudo isso, sei que é real, mas o mentalma é uma homenagem ao meu mestre Gautama. a a essa figura que e a outros tantos os cirtancaras, essas figuras que descobriram a Val. >> Maravilhoso. Muito do que você fala explica claramente o que estamos vivendo no mundo hoje, né? guerra, caos, doença. A gente parece que avança tecnologicamente, mas o desafio do ser humano parece se tornar cada vez maior. Parece que a gente tá se distanciando do que a gente deveria estar
buscando. >> Infelizmente o rebanho humano e se o bom era ir pro leste, foi pro sul. >> Parece o mundo, bando de zumbi mesmo, né? Mas é, nós estamos todos anestesiados, Adormecidos. É zumbi. E assim, Marcelo, qual é o a coisa esquisita? É porque assim, cada um de nós é insignificante. Cada um, um ser humano é insignificante. John Lennon costumava, ele gostava de dizer: "Não, a gente tem que pensar globalmente e agir localmente." Sim, tudo bem, a gente pensa globalmente, mas a gente só pode agir no âmbitozinho da nossa vida, né? Hoje tem internet, rede,
então assim, a gente tá aqui conversando, muita gente tá, então eu tenho eu tenho muito receio de ser alguém um influencer. Eu [risadas] morro de medo disso. dizer: "Olha, eu não sou youtuber, eu não sou influencer, eu sou alguém que foi obrigado a escrever e queria ficar escondido, o plano deu errado, tive que fazer palestra, mas eu Jamais [risadas] imaginei que me é sozinho você sair do Nordeste brasileiro, humilhado por uma série de circunstâncias de solidão, de tá falando algo sozinho contra tudo que todo mundo acreditar, levando Honorrada de todo jeito, credibilidade profissional zero. Sem
ajuda. Eu nunca fui financiado por ninguém, nada. E já ainda você vai ficar de joelhos porqueófiles Conseguiu que Fausto se subjulgasse. [risadas] Eu nunca me e me deix me rapaz é uma coisa. E várias vezes eu me preparei para deixar essa vida e não, putz, nem morreu. Posso. [risadas] O corpo morria, a turma ressuscitava. Ou seja, porque eu vivo em desconformidade com a vida. Eu não aplaudo, mas faço da minha vida a coisa mais bela que eu posso fazer na minha intimidade. Mas assim, cansa. É, imagino. >> Cansa, porque de novo é você sozinho Contra
>> a resistência é muito grande, a pancadaria é muito grande. Então assim, várias vezes eu já parei com isso. Quer saber? Eu eu não tenho intenção de convencer ninguém de nada. Eu não tenho, eu não tenho ambição. >> Você é muito humilde ao falar que eu nem sei se isso é verdade, né? Você sempre você muito, você não, se você não se apropriou disso e poderia ter vivido uma História maravilhosa de riqueza que todo mundo busca. Tem um amigo meu que me diz isso, que eu sou o mais imbecil dos inteligentes conheço, [risadas] >> porque
eu poderia ter me tornado um super escritor de de ficção, de blá blá, o que eu quisesse. E e inventei de, entre aspas, contar entre a a minha verdade. É, você não você não precisava ter um pseudônimo, você não precisava dizer que isso, né, eh, E matematicamente pra nossa sociedade, você poderia ter feito completamente diferente do que você fez e seria que sucesso, né? >> Aí do jeito que eu fiz, eu me ferrei, me ferro e vou me ferrar. É um preço que eu pago por não saber vender minha alma. Eu só sei fazer esta
porcaria que eu estou fazendo do jeito que eu estou fazendo, porque eu me sinto íntegro, >> que é isso aqui? >> Isso aqui eu me sinto inteiro. >> Faz parte da sua doutrina. >> Rodrigo tá aqui. Guilherme Passini. Eu nunca gastei um minuto do meu tempo tentando convencer nenhum dos três, nem meu filho. Nunca eu tento convencer ninguém de nada. Ao contrário de rapaz, não lê isso não. [risadas] Não, >> cuidado com isso aí. >> Não, sério. Tá. Então assim, eu já parei muito. Eu nunca ninguém me deu colo no Sentido de de como é
que você vem com uma missão dessa e nada na espiritual lhe ajuda. Eu digo, pois é, veja como >> mas não criou uma boa onda. Hoje eu eu vejo muitas pessoas sendo transformadas pelo seu trabalho. É o que dizem. Mas assim, eu prefiro sair dessa vida sem olhar para isso, porque o resultado não me pertence. Eu não tenho nada a ver com se tudo que eu tô fazendo for errado, também não tenho nada a ver, porque eu fui honesto, Eu digo, eu não sei se está certo. >> Isso é um medo de abalar sua doutrina?
>> Não, eu não tenho medo de nada, >> não. [risadas] >> Eh, é só >> porque poderia poderia ser uma cegueira, uma a vaidade é uma das importantes cegueiras da humanidade, né? A única coisa que eu tenho um circuito fechado com minha integridade é a maneira de eu me sentir sentir íntegro, >> de eu encostar minha cabeça toda noite. Várias noites eu fui dormir esperando que eu amanhã não chegasse, porque eu não tinha menor noção de como é que diabos iria sobreviver no dia seguinte em relação a todas as coisas. Mas eu nunca perdi meu
sono porque minha consciência estava em paz. Por quê? Porque eu sei que eu sou decente, é um ato de verdade. Eh, eu não sei se eu tô eu posso contar um fato aqui sobre a Verdade, >> essa coisa de ato de verdade. Eu tô fazendo questão de fala disso porque basicamente só quem tá falando sou eu, então pode ser útil para alguém. O imperador Asoca foi imperador budista do século II antes de Cristo. Ele tava uma certo dia, ele chegou em Varanzias, que é uma bela cidade da Índia situada nas margens do Ganges, né? Eu
e Rodrigo tivemos lá fevereiro do ano Passado e a Soca chegou lá com seus ministros aí, toda a cidade foi para lá. Aí a soca falando, ah, porque há tempos atrás, milênios atrás, os seres poderosos chegavam pra água do rio Ganges e faziam com que a corrente do rio se invertesse e surgiam só que falando dos tempos antigos, né, que existiam seres super poderosos e ogogues profundos, devotos rígidos. Ah, aí uma pessoa lá disse: "EADOR, com Licença, tem uma mulher aqui em Varanasa que faz isso. Faz isso o quê? Ela inverte aqui a corrente do
Rio. Ela inverte o fluxo da correnteza do Rio. Não, você tá brincando? Não tá não. Muita gente aqui conhece. É fulana. Não é não, pessoal. É, é. Aí para dis: "Não, não acredito. Traga essa mulher aqui." Aí ela vem a mulher. A mulher chegou, a imperador disse: "É Verdade que você faz a água do rio Ganges inverter o seu custo?" Ela disse: "É assim, senhor, faço. Como é que você faz?" Disse: "Não, eu vou ali, pega a água, boto na mão, começa a conversar com a água e que eu faço?" >> [risadas] >> Começou pai,
o tempo começou a mudar, começou a surgir redemoinhos no rio, a água come o Imperador começou a se assustar. É isso que o conteindu fala. Disse: "Não pode parar. Pare, pare, pare, minha senhora. Quem é a senhora?" Disse: "Sou fulana assim, mas a senhora faz o quê?" Ele disse: "Eu sou professora de sexo". [risadas] Nessa época o trantrismo não via na professora de sexo o que hoje nós vemos. Não existia pr prostitud. Eu era professora de sexo. É outra cultura. Disse: "Ah, você é professora de sexo". E e e por que que isso? Eu disse:
"Não, mas é assim, olhe, eu cobro o mesmo preço de imperadores e de trabalhadores, de homens e de mulheres. Eu dou as minhas aulas, trato todos com o mesmo carinho. Eu sou uma pessoa honesta no que eu faço. Esse é meu ato de verdade. Aí quando eu me uno à água e a água percebe que Eu sou verdadeiro, o que eu peço a água, ela me obedece. Ato de verdade, sim, porque se eu tiver mentindo, a água não me obedece. Ato de verdade. É isso o meu problema, entendeu? >> Uhum. Eu posso saber que eu,
Rogério, eu erro para [ __ ] o tempo todo, mas mesmo errando em muita coisa, nisso aqui, eu sei que eu sou íntegro. Basta que um ser humano saiba uma Qualidade sua, porque nem isso nós hoje mais sabemos, porque as religiões nos ferraram, nos nos transformando em pecadores, com dramas, com traumas, com pecados, com com segredos, com Então assim, quando um ser humano, de novo vive a sua vida dentro de um planejamento no campo das suas aspirações, é diferente. do ser humano que vive a vida preso às limitações. Ato de verdade é o que faz
com que o ser Humano acione nele o seu eu quântico vibrando sobre a sob a forma de onda ou de energia. Quando você respira, todo o seu eu se transforma aqui quando você volta a respirar no módulo sobrevivência e se transforma em partículas. Ou seja, é só o cérebro, é só a para você acionar em você, além do seu cérebro, seu eu quântico pujante na gestão de si mesmo, é necessário o Ritmo respiratório, a sensação de ato de verdade pessoal de você estar sendo íntegro com você mesmo e com a vida. você é o juiz,
advogado de acusação, advogado de defesa. Ou seja, é uma velha técnica dos titancaras de mesmo você sozinho, existindo no meio de um universo que você não entende, mas que ponto de apoio eu posso ter? Ah, crença em Deus. A turma diz: "É, ok, quem quiser, mas não É essa que é a sua sensação de integridade, pessoal. Não há preço nem força maior do que essa na lógica da qual eu parto. E eu aqui sou um mero ser humano. O espírito que me anima é que aprendeu isso lá atrás com esses outros mestres e blá blá
blá e blá blá blá. Então assim, o mental não é isso. >> Quando você fala eh dos seus mestres, foi a sua busca ativa, certo? A sua busca ativa. >> Isso aí a única coisa que eu fiz de eu mesmo, por mim mesmo, decidi fazer isso. >> E o que você não escolheu? Quanto você foi influenciado na sua vida pelo que você não escolheu e recebeu? >> Cara, eu não saberia lhe dizer isso porque eu >> Mas tem influência? >> Tem. >> Te te transformou? >> Sim. transformar, não sei, mas muito me motivou a me
manter Eh ativo em certas buscas, em certas insistências, em saber desistir também de de porque assim, Lautsé, formulador do tauísmo, ele diz que a sabedoria passa por você necessariamente todo dia aprender algo novo, mas também todo dia jogar algo fora do que desaprender, >> é, desenraizar os velhos hábitos que, infelizmente, a gente tem. Por quê? Porque a gente nasce numa família que vai lhe induzir a seguir a natural, né? >> A educação familiar. Você citou sua própria mãe. >> Mas aí vem todo um um peso de uma herança cultural de gerações que quer que todo
mundo faça aquilo que gerações. [risadas] Ou seja, aí entra >> as limitações. Isso aqui aprisiona o ser humano. Quando você diz, "Eu sou capitalista, eu sou comunista, eu sou lulista, eu sou bolsonarista, eu sou e qualquer ismo desse, seja em que nível For, você tá construindo uma jaula dentro do seu cérebro e colocando o seu eu lá dentro, porque você vai prestar contas a esse eu sou." Quanto mais um ser humano é definido, pior é o fardo de equívocos, de crenças e de sujeira que ele leva. >> São apegos, né? >> Apegos. Você não consegia.
>> Sua consciência é cativa daquela parcialidade. Ah, você vai fechar os olhos paraa corrupção de um de um e só ver a corrupção do outro. Ou seja, nesse ponto aqui, o seu olhar não é de um ser racional, é de um ser comprado por alguma ideia, é de um ser cativo de algum sistema que seja muita gente decente e maravilhosa, leva sua vida assim pensando estar agindo corretamente e ainda se diz: "Não, eu sou do lado do bem, o mal é outro, né?" Eu sempre me Lembro no tempo em que eu estudava geologia, ia pro
interior e uma vez eu tava numa feira e alguém me contou lá porque tinha alguém colocando lá animais para brigar. Aí o cara disse: "É, chegou aqui aqui alguém ontem e tinha briga de cães." Aí chegou um cara, desceu do carro, olhou assim, aí tinham dois cachorros que iam brigar, um branco e um preto. Aí disse: "Qual é o bom? Qual é o bom? Qual é o bom?" Bom, é preto, uma apostadeira No preto. Apostou aí o branco foi venceu o preto. Aí o cara disse: "Você não disse que que o preto era bom?" Disse:
"É, o perverso é o branco." [risadas] >> Muito bom. >> Pois é. Então assim, nós nós humanos a gente [risadas] fica com os conceitos da gente, não, fulano é do bem e eu voto em fulano porque ele é o bem. Não existe dis mais é uma desgraceira total. São poderosos chefões em todos os níveis, em Todos os país da terra. Acabou-se, desculpa falar assim, você pode eventualmente fazer a opção de voltar uma no outro, mas você endeusar e demonizar é ser [risadas] cativo de conceitos dos quais você não se livra. Então você não enxerga mais
nada. >> Eu sinto que é quase que a gente vive uma prisão, estamos construindo várias outras, né? Várias outras. Essas daí estão muito bem construídas, né? Eu criei o mental para eu me sentir livre, Para eu me sentir íntegro, para eu poder me dar o luxo de errar, mas errar por mim mesmo. Eu sou e pago o preço. Pago o preço. Então assim, eu fiz a minha vida, fiz não, ainda tô tentando fazer um barato que não acaba nunca, uma tentativa de expressar arte e dignidade no caos. E o espírito que me anima já fez
isso com outros e dele no passado. Então assim, uma certa sequência já fica até Mais fácil e talvez em mim não seja nem fácil nem nada que eu não tenha outra opção de conduta, porque isso faz parte do que em tese o o ser que me anima é >> isso. É o seu dharma ou o seu karma? >> Eu não gosto de nenhuma das duas palavras. [risadas] Essa é minha arte. Essa é sua arte. Essa é sua arte. >> Porque darma é um dever sagrado e o único dever sagrado que eu tenho é com a
Minha consciência. Se eu puder usar dharma nesse sentido, isso seria meu dharma. Só que muita gente usa o conceito de dharma como sendo dever sagrado com Deus. Aí eu não tenho compromisso com >> aí te aí te >> aí eu tô fora. Entendo, respeito, aplaudo, mas eu tenho uma ligação com o Deus sagrado que habita meu coração. Mas a forma como eu lido com isso é muito pura. Não tem essas coisas de Obediência, de temor, de ficar rezando. É uma outra clicidade. >> Muito bom. a gente pensa muito parecido, por isso que eu gosto seu
discurso. Eu me alinho muito a tudo isso e realmente é muito complexo, são muitas, muitos elementos. Adorei. Muito obrigado por você ter vindo até aqui. Me sinto muito honrado da gente sentar e conversar. Agradecido. Se quiser deixar alguma última mensagem, fique à vontade. >> Só agradecer. A honra então é nossa, Porque eu também me sinto muito honrado estar aqui diante de você e da sua audiência e assim pedir desculpas a quem nos assiste, se algo que eu disse feriu a suscetibilidade, porque sempre acontece. Então eu peço desculpas pela contundência, mas assim me eh não preciso
acreditar, mas a intenção é melhor possível e a única intenção é de semear a reflexão. Só isso. >> Acho que a minha turma tá um pouco mais Treinada. Eu eu já falo assim, ó. Doeu, investiga. Se doeu, se te incomodou, é porque tem coisa para trabalhar, >> é porque tem verdade. Se você, né? Pois muito obrigado pelo >> Obrigado. Foi, foi maravilhoso. Muito obrigado. Você que ficou aí até o final, gostou desse episódio, então não deixe de se inscrever no nosso canal, verifica se você já avaliou a gente aí no Spotify. Isso ajuda demais a
gente a progredir, a ter com que esses episódios Avancem cada vez mais. Beijo para você e até a próxima semana.