e aí o olá nada eu quero passar perto limpeza para proteger vai passar carnaval ao contrário do que às vezes o senso como imagina não é uma festa da alienação o carnaval não é exatamente uma festa em que você se esquece e se você está para que você pode ter um contrário carnaval sempre fui na escola do rio de janeiro o momento que algum dia é uma série de tensões sociais que marcam a cidade o carnaval é a menos alienada das nossas festas e e eles tradicionalmente uma festa da máscara hoje a gente repara que
houve uma certa mudança entre o carnaval do não me achem no carnaval do que eu preciso urgentemente ser achado as redes sociais elas acabam redefinindo o próprio comportamento do folião então hoje você tem o cara que pensa fantasia não com o objetivo de se esconder atrás dela essa tradição belíssima do carnaval do velamento do carnaval dos mascarados ela é uma tradição que tá morrendo porque hoje a gente está vivendo o carnaval do eu preciso ser encontrado tudo bem há quem goste mas eu acho que é um certo encanto no velamento do carnaval né é e
o meu primeiro contato com uma série de coisas fascinantes da história do brasil foi o samba-enredo que deu eu descobri a história da guerra de canudos um samba lá em cima da hora depois que eu fui ver euclides da cunha eu descobri a história de tereza de benguela o quilombo do quariterê com samba da unidos do viradouro eu descobri invenção de orfeu de jorge de lima por causa um samba da vila isabel está o samba de enredo para mim sempre foi uma abertura de caminho para o conhecimento e tinha episódios em que no samba de
enredo samba-enredo para mim sempre foi um disparador do conhecimento o carnaval hoje é um carnaval que precisa lidar com uma ideia que me parece urgente o que que o mercado quer do carnaval mensurar o carnaval exclusivamente pelo capital que circula em torno dele o mercado tentar domesticar o carnaval é um elemento domesticador o carnaval tem desafio de lidar com uma estrutura moral que fundamentalmente hoje tem um recorte neopentecostal que tenta ver e as diversas manifestações das culturas afro cariocas e afro-brasileiros uma forma mais geral a dimensão do maurílio o carnaval é uma tremenda de uma
experiência de luta entre o corpo ea morte e o outro desafio do carnaval e lidar com a questão da ordem pública porque muitas vezes a um discurso da ordem pública que é cerceador do carnaval não acho que vale a ver que tudo vale no carnaval eu acho que evidentemente a gente vive na urbe e portanto a ordem pública tem que estar presente alguma dimensão mas ela não pode ser um elemento de castração da potência e suzy aqui o carnaval tem então nesse sentido como é que o carnaval vai lidar com isso o mercado o pecado
a ordem são os três desafios como jogar com o mercado como jogar com a ordem como jogar com o pecado é a tarefa do carnaval né e aí e aí