o Olá amigo mecânico meu nome é Luís Castro trabalho no departamento técnico da cobreq E hoje nós vamos fazer manutenção no sistema de freio deste Renault kwid nós vamos fazer a substituição da pastilha fazer uma análise completa do sistema de freio observando alguns detalhes no sistema de freio desse veículo nós vamos começar essa análise a partir de uma revisão de luzes isso é necessário principalmente no veículo que você tá recebendo na oficina pela primeira vez Então esse veículo não tem um histórico de manutenção na oficina e o ideal é que se faça uma revisão de
luz Principalmente as luzes dos sistemas de eletrônica embarcada ABS e air bag nesse caso principalmente para que a gente tem a certeza que tá tudo funcionando regularmente e nós vamos começar a fazer essa análise a partir das luzes do painel vermelho mecânico nós vamos trabalhar E no caso desse veículo com um check list esse a crise aqui eu tenho os principais componentes do freio o E à medida que nós fomos analisando os componentes nós vamos a criticando se tá em ordem ou se há necessidade de substituição eu tinha falado com vocês a respeito dessa revisão
de luzes aqui então quê que nós vamos fazer sem ligar o veículo a necessidade ligar o veículo eu aciono para que todas as luzes do sistema entra em operação e eu vou aguardar entre 5 e 10 segundos para que se apague em as a indicação de ABS e airbag na maioria dos casos varia entre 10 e 15 segundos depois que você ligou o sistema vai fazer a leitura dos sensores Estando tudo OK com o sistema ela vai apagar caso não apague nós podemos ter uma avaria tanto no ABS quanto no airbag aquilo que ficar aquela
lâmpada que fica acesa vai indicar avaria com falta da lâmpada estar acionada tá acesa não indica que eu tenho um problema no freio eu tenho um problema ou sensores ou no sistema de ABS que é um sistema acessório do sistema de freio então Independente de estar em pleno funcionamento ou não o veículo vai vai executar frenagem Toda vez que você achar o sistema de freio vai acionar de maneira independente feita a revisão das luzes tanto tudo bem eu coloco o meu pé em cima do pedal do freio o e aciono o motor e acionando o
motor vou gerar vácuo na câmara e do servo freio e faço a conferência já de altura do pedal de freio e esse curso de pedal nos dá uma noção mais ou menos do consumo de sapatas né sapatão quanto mais consumiu tiver mais longe ela vai estar no tambor estando mais longe eu preciso de mais curso de pedal para que ela chegue até o tambor né Então essa é uma primeira análise nós estamos fazendo aqui uma uma uma análise para ver a real necessidade de de troca substituição das sapatas isso vai se confirmar quando nossos montarmos
lá na parte traseira para medir tambor dar uma olhada no consumo geral no no estado geral das peças na parte dos tambores na parte traseira né então voltando aqui por saiba feio eu aciono deixo acionado e desliga o carro o meu pé tem que ficar parado sem que eu faço um esforço excessivo no pedal caso eu tenha um vazamento na câmera do servo freio eu comece a perder essa condição de vácuo automaticamente o pedal começa a levantar e o perco vacular por um vazamento na válvula de retenção em algum. Automaticamente meu meu pai começa a
levantar caso a câmara do Cervo freio esteja intacta perfeita lacrada VW vedando toda a passagem de ar o meu pai vai ficar paradinho Oi e para confirmar isso o que que eu faço eu tiro o pé e aciono mais uma as duas vezes eu tenho que ter ainda aquele conforto de frenagem aquele pedal macio e isso indica que eu tenho uma quantidade é ideal de vácuo no sistema no caso desse veículo tá perfeito eu fiz três acionamentos e os três acionamentos eu tive aí uma maciez boa na frenagem a partir de agora já começa a
ficar mais firme e isso indica que todo o Vasco foi consumido pelos acionamentos aqui então eu no caso eu tenho que fazer um pouco mais de de força né a função a dor servo freio é multiplicar essa força que eu faço o meu pedal né eu faço uma força aqui eu tenho uma diferença de pressão gerada pelo vácuo e essa diferença de pressão é que me dá esse conforto então eu faço um esforço mínimo aqui que é multiplicado em força para fazer a frenagem do veículo depois de feita a revisão de luzes e aquele aquele
teste no servo freio é mas vamos então agora a na parte de fora já começar a análise aqui a partir do reservatório de fluido de freio vamos falar um pouquinho das características dos fluidos em geral fluido de freio recomendado para esse veículo é o dot 4 a cobrar que utiliza e esse veio esse fluido aqui nesse veículo condição de temperatura ponto de ebulição de excluída 230° tá então o fluido que ele deve suportar até 230 graus sem alteração e o que ocorre a partir do momento que abrimos a embalagem para fazer uma substituição por exemplo
de fluido de um carro que utilize o dot 4 a partir desse momento as características químicas do fluido dão a ele uma condição de microscopia o fluido ele se torna higroscópico ele absorve umidade do ar durante o tempo de utilização durante o tempo de vida útil e o que que acontece acontece que essa quantidade de umidade dentro do fluido ele abaixa esse ponto de ebulição então ele sai de uma condição de 230° e começa na medida que o tempo vai passando se inscrevendo umidade ela vai reduzindo a ponta de chegar aí a 110 120 graus
né o que no sistema de freio é muito muito fácil de ocorrer né uma frenagem é hoje nós estamos aí numa temperatura mais ou menos 25 30 graus estão a temperatura ambiente já é 30 graus quando eu faço uma frenagem E se o veículo tiver muito tempo sem trocar fluido ele tiver absorvido muita umidade atingir esse 120 130 graus é muito fácil uma frenagem 10 15 segundos aí que você acione o Freio eu já tenho essa temperatura e qual é o problema o problema é que se eu tiver uma pastilha no final de vida útil
do Meio para o final eu tenho uma espessura muito fina de material e essa temperatura gerada na face do disco pode sim atingir o fluido e se essa temperatura atinge o fluido o que que vai acontecer o fluido vai ser ver fervendo fluindo a água a umidade que está dissolvida no sistema né nos dutos do sistema ela vai ferver e ela vai passar do estado líquido que ela está para o estado gasoso gerando bolhas dentro do sistema isso vai dar uma condição de pedal borrachudo você pisa no pedal e ele tem uma elasticidade muito enorme
e uma deficiência de frenagem por conta dessa geração de bolhas dentro do fluido que que nós vamos fazer aqui nesse carro nós vamos tirar uma mostra do fluido aqui do reservatório nós vamos colocar nesse recipiente a e fazer então o teste de ponto de ebulição com esse equipamento o que não vai nos dar exatamente a condição de temperatura que suporta esse fluir nós recomendamos a substituição total do fluido e porque a substituição total é nós temos acompanhado de vez em quando o que é um hábito de completar fluir fluido é um líquido que não evapora
Você completou tá no nível A única variação de nível que eu vou ter quando a partir de desgasta desgastou a pastilha automaticamente vai haver a compensação desse consumo com fluido então no reservatório de vai baixar do nível à medida que você tira a parceira colocou as pastilhas novas ele vai voltar no nível A única coisa que você vai se preocupar então com a qualidade em desse fluido se ele está úmido ou não E essa condição a gente consegue aferir com esse equipamento uma outra eu acho que aqui acontece com os fluidos de freio à medida
que vai passando o tempo e por conta dessa dessas mudanças químicas ocorre a mudança do Estado alcalino para o estado ácido e o que que é isso em função dele absorver essa unidade em função da variação de temperatura e do uso ele vai mudando essa característica então no momento Nós abrimos uma embalagem ele tá sem o idade O que é totalmente alcalino ele não oferece nenhuma interferência e nenhum componente do sistema à medida que o tempo vai passando como ele é um produto feito da formação química de vários líquidos que tem que ter como característica
uma suportar uma variação muito grande de temperatura para vocês terem uma ideia 1.4 por exemplo ele sai de menos 40 graus a 230 graus então eu tenho 270° aí de variação de temperatura - 40 sim se você tiver no local por exemplo que eu tenho uma condição temperatura muito baixa o fluido não pode congelar dentro do sistema né Por ter um problema de expansão no no sistema e também pô por deficiência na nossa ferramenta então ele tem que suportar uma temperatura extremamente baixa e uma uma temperatura extremamente alta e aqui Socorro aí então construído com
essa avaliação química e exatamente isso que também traz essa característica dele mudado o estado o ácido do Estado alcalino para o estado do ácido e essa condição associada a quantidade de umidade que ele pode conter É que provoca a corrosão nos componentes do sistema principalmente componentes metálicos pistões válvulas né E nós temos que nos preocupar bastante então com essa com essa condição Principalmente nos carros equipados com ABS né vamos lembrar que dentro do sistema ABS dentro da bomba de recalque por exemplo eu tenho uma quantidade de fluido lá que tem que estar praticamente sem umidade
e o mais alcalino possível para que não corroa as válvulas do sistema em alguns veículos hoje a maioria dos veículos trabalham com acionamento do sistema de embreagem também concluído eu tenho lam um cilindro é isso trabalham com atuador hidráulico e esse atuador hidráulico se abastece do fluido de freio e da onde vem excluída do mesmo lugar que tá abastecendo o sistema de freio Então essa condição de acidez e umidade também atua no sistema de embreagem então por isso que nós recomendamos regularmente a inspeção da qualidade desse fluido né se está úmido ou não está esse
está alcalino Não exatamente para você não ter a corrosão do sistema e o comprometimento também do sistema de embreagem do veículo Então vamos fazer aí a coleta desse fluido e fazer a medição para gente ver o ponto de ebulição que está apresentando esse fluido no veículo e eu abri aqui o reservatório só de abrir você observar o fundo do reservatório à medida que que vai passando o tempo e vai assistir acentuando essa condição de umidade o e acidez vai se depositando no fundo do reservatório uma fuligem né que é proveniente do desgaste dos componentes dos
dutos né então eu tenho lá nas pinças no caso desse veículo aqui cilindro de roda Eu tenho algumas gaxetas de vedação que fazem que promovem a estanqueidade e o movimento hidráulico e essas guarnições se desgastam nessa condição de umidade e acidez esse desgaste ele vem aqui também para o fundo do reservatório Então a primeira coisa que a gente olha o aspecto geral da coloração e do fluido nesse caso aqui como é um veículo com apesar de ter 50 pouco mais 54 mil km rodados e ele tá com uma manutenção em dia não é o fluido
ele tá no Amarelo âmbar cristalino e eu não tenho uma deposição de resíduo dentro do reservatório é como eu disse para a gente fazer essa essa aferição da temperatura de ebulição do fluido nosso vamos utilizar uma seringa né o procedimento correto é que você utilize uma seringa essa mesma seringa ela é utilizada quando você for fazer por exemplo a substituição e do líquido de freio do freio de freio do veículo né então você utilizar essa seringa para acolher Praticamente todo o fluido do reservatório E aí então você diz encaixa né facilmente esse reservatório do cilindro
mestre e aí então você faz a limpeza né lava ele com água e sabão aliás é é um ponto bastante importante a gente tocar não existe nada no sistema de freio que você não limpe com água e sabão né não há a menor necessidade e a gente não recomenda a utilização de nenhum outro tipo de solvente thinner gasolina e Álcool água e sabão é o suficiente para que você lembre qualquer parte no sistema é tanto reservatório como as pinças de freio cubos sapatas espelhos tudo isso é possível você e lá vai deixar bem limpinho só
somente utilizando água e isso é bom então você vai retirar com ele com essa seringa uma seringa comum e o líquido do reservatório esgotar E aí então promover a limpeza monte o novamente né E aí então vai fazer o processo de de sangria né Nós vamos abordar isso um pouco mais para frente então vou utilizar que essa essa seringa para fazer para acolher o fluido E aí [Música] e esse equipamento trabalha ligado na bateria do próprio veículo é um equipamento que trabalha uma carga de 12 volts Mas vamos ligar o que a bateria e as
informações que eles vão me dar aqui primeiro é o número de série do equipamento e em seguida ele me dar já atenção na bateria que nesse caso aqui tá em 13.1 volts feita essa medida e eu vou mergulhar essa parte do equipamento dentro do fluido até cobrir e esse furo aqui ó Então esse é difícil aqui é onde vai entrar o fluido e ele vai para uma ver então essa análise da temperatura e mergulhei eu aperto e esse botão de start aqui ele vai preenchendo uma barra de status aqui indicando que ele já está fazendo
a análise né então eu seguro pressionado até que ele termine preencher essa barra de status aqui indicando que já tá finalizando aqui ó no caso e fez aqui é análise um pouco de trabalhar sempre com luva e um um paninho para que não ping e o líquido de freio na tua roupa nem no carro em nenhum lugar porque ele é corrosivo né ele ele é um líquido que acaba fazendo um estrago e no nosso caso aqui 184 graus marcou esse fluido o equipamento aqui me dá também os mínimos né Então ele me dá que ele
vai variando de tela em tela indicou 184 graus para que ela mostra que nós tiramos e me dá um parâmetro 1.3 140 graus de mínima 1.4 155 graus de mínima e dot 5.1 180 graus de mínima né então esse fluido 185/60 84° de ponto de ebulição ele tá dentro do padrão segundo equipamento que diz que o mínimo é 155 então ele já tem uma variação eu já tenho uma quantidade eu já tenho uma quantidade de umidade Olá neste fluir 230 ele abaixou para 184 graus só nós vamos promover aí a substituição também Deixa fluir Mais
um detalhe bastante importante a respeito do fluido de freio nós temos aí a classificação dot 3.4.5. 1 e Dote 5.0 como falar um pouquinho dessas diferenças no caso do Dote três quatro e 5.1 são fluídos a base de poliglicol que eles trabalham mais ou menos com o mesmo tipo de funcionamento E por que que por exemplo eu não tiro o dot 4 que tá aplicado nesse nesse carro e já coloco 1.5. Um que Teoricamente me Me fornece uma temperatura um ponto de ebulição muito maior e nesse caso poderia fazer isso mas o que que acontece
eu estaria levando o custo de manutenção que o Dots in 5.1 ele é indicado para veículos um pouco maiores aí picapes Vans utilitários né que são veículo que eu tenho uma uma temperatura de frenagem maiores tem conjunto de freio maiores né exatamente por conta dessa variação de temperatura então nesses veículos são maiores são veículos de carga né é utilizado 5.1 né nem no caso desse veículo Não há necessidade então substitua o quatro que tá com a temperatura baixa por 1.4 só para que ele volte até aí o ponto de ebulição perto dos 230/235 graus o
dote 5.0 diferença básica o dote 5.0 Um fluido à base de silicone ao invés de lhe ser a base é polido e qual a base dele é silicone então é o que a gente chama de fluido hidrorrepelente né ele demora muito mais tempo para absorver umidade né é mais mantém as mesmas características por exemplo de acidez e alcalinidade que nós temos comentado agora pouco eu tenho essa mesma essa mesma necessidade de substituição eu posso substituir por exemplo 1.4 que é o caso desse veículo por um 5.0 não absolutamente não porque como são construções químicas diferentes
à medida que eu fizer essa substituição mesmo que eu faço uma limpeza uma uma uma lavagem por exemplo no sistema de freio desse carro para colocar o 5.0 eu ainda vou ter em algum. Uma pequena parte do fluido 4.4 E aí o que que acontece e quando eu colocar o fluido 5.0 que tem uma construção química diferente ele vai reagir ele vai reagir E aí ele pode nem comer fazer totalmente e deixar ele com uma viscosidade perto do ponto de água né quantidade muito reduzida ou então o contrário ele formar uma massa como se fosse
um gel e Isso dificulta e trava as válvulas do veículo então de maneira nenhuma eu posso substituir um fluido de base poliglicol colocar um fluido hidro repelente à base de silicone né e o contrário também tirar um veículo por exemplo que é 5.0 né ah não encontrei o fluido Então vou colocar o 5.1 lembre-se sempre que tem essa diferença de construção química concluído 5.1 é a base de poliol e o 5.0 de silicone a medida que eu faço aí a intercambialidade entre os dois eles vão brigar no no sistema E aí pode ter várias reações
as principais é o e ter uma viscosidade muito baixa ou uma viscosidade muito alta a ponto de virar um gel dentro do sistema Essa é a diferença básica entre eles [Música] E aí [Música] e como tirar então a roda dianteira para gente começar a fazer análise dos componentes aqui da parte dianteira do sistema de freio e é precisamos ter um certo Cuidado para fazer a retirada da roda do kwid porque na versão do kwid equipada com disco sólido eu não tenho uma borda de apoio que eu vou assim que eu tirar a roda vou mostrar
para vocês aqui então quando você tira os parafusos eu não tenho nenhum guia e também não tem uma borda de apoio no cubo e pode ser que eu tenha o deslocamento muito violento da roda E aí pode causar um acidente então sempre quando for tirar a roda esse aqui eu tô fazendo sozinho é um veículo 2019 modelo 2020 ele já é equipado com um disco ventilado que tem essa borda que eu vou mostrar para vocês o disco sólido não tem então quando você retirar o parafuso a possibilidade da roda se deslocar violentamente em função do
Peso dela não vou tirar e para vocês observarem esse detalhe E aí E como eu tinha indicado para vocês esse é um veículo 2019 modelo 2020 ele já é equipado com disco de freio ventilado e o disco de freio ventilado tem essa borda de apoio aqui onde é o cubo da roda apoio então é possível você tirar os parafusos né e ainda você tem ainda uma condição de apoio da roda ela não se desloca violentamente fosse fazer então a desmontagem da pinça para fazermos a manutenção nessa parte do sistema nosso objetivo aqui a observar o
desgaste lubrificação e as condições gerais dessa parte do sistema pensa e cavalete é especificamente esse veículo equipado com uma mola de retorno na parte interna assim que a gente desmontar vai ser possível observar essa mola na parte interna a função dessa mola é o alívio do torque residual bacia vai até o disco momento da frenagem quando o cliente o Freio preciso que essa Partilha se afaste o disco e abra uma folga entre o disco EA pastilha para temperatura abaixar né aí a gente fazer então essa troca de temperatura por convenção para fazermos essa desmontagem nós
vamos fazer o seguinte procedimento como eu em veículo equipado com ABS nós abrir o Salvador mas vamos estrangular o flexível Qual é a necessidade de você fazer o estrangulamento aqui do flexível eu tenho por ser a parte mais baixa do sistema uma frequência de resíduo do líquido de freio nessa região se eu não faço o estrangulamento do flexível ao retornar o engulo Eu Vou empurrar de volta e o fluido para dentro do reservatório antes de chegar no reservatório ele vai passar pela bomba de recalque então há uma grande probabilidade Dessa sujeira que está nessa região
atingir a bomba de recalque e a isso já então a parte interna e aí é um carro que não apresentou problemas em ABS né com esse retorno do Óleo contaminado eu posso então ter a sujeira dentro da bomba de recalque e aí teve uma avaria no sistema de ABS nós vamos então fazer esse procedimento com um um alicate de pressão O correto é fazer com um estrangulador né mas a grande maioria das oficinas trabalha-se muito com o alicate de pressão e como é que eu faço isso de maneira não danificar o flexível e eu coloco
o alicate de pressão observando a medida externa do flexível e faço uma bem a volta no parafuso vamos lembrar que o diâmetro interno do duto do flexível é cerca de oito a dez vezes menor que o diâmetro externo então é um é um adulto bem bem fininho então qualquer pressão que eu faça leve aqui é o suficiente para estrangula e evitar a passagem do líquido de freio contaminado para parte superior aí do sistema então a gente coloca aqui e já com a pressão mínima né e pressiona de maneira a estrangular nós podemos observar que a
pressão foi tão pequena que mal se formou aí eu vou flexível eu abrir os aqui essa coifa que tem por finalidade é evitar que entre sujeira aqui nesse sangrador né então todo o carro tem é equipado com essa com essa coifa aqui nesse caso ela ela é junto com o sangrador né então muito difícil você perder alguns casos eu tenho essa coifa separado então eu chego a tirar lá se separa né para escolher o líquido de freio nós vamos colocar e esse reservatório que é específico para o processo de sangria né então nós colocamos isso
aqui encaixamos essa é essa chave para abrir o sangrador aqui no sangrador encaixamos a a ponta e no sangrador E aí então eu abro o sangrador abre o de maneira ficar folgado aqui eu já posso então com a própria mão né Fazer o movimento aqui de retorno da pinça já pode ver que já começou a descer aqui fluído e nessa região eu fiz esse movimento o suficiente para liberar a pastilha eu já posso fechar né estrangulado eu tenho certeza que o fluido ele o excedente de fluidos saiu aqui para o reservatório e não foi para
a bomba de recalque ah Eu amo desmontar aqui vamos proceder aqui e a retirada do cavalete da pinça eu sou tamos aqui curioso os prisioneiros que prendem a pinça no cavalete o que destacamos aqui então a a pinça de freio e para que essa pinça não fique em pendurada dessa forma e isso Vai forçar O flexível vamos lembrar que flexível ele é feito é construído para transmitir aí a pressão segurar a pressão de freio do líquido de freio para transmitir a força do pedal para o embolo então quando eu deixo a pinça dessa posição por
menor que seja o conjunto mais leve que seja eu tô condicionando o flexível uma força de estiramento o que vai prejudicar a estrutura é desse material ele vai esticar e vai prejudicar as fibras uma teriam então eu posso ter aí um rompimento das fibras consequentemente ele vai inchar na medida que você foi impressão apertou o freio ele incha né porque porque eu mexi na estrutura do duto do flexível então correto a gente ter há um bom tempo para um algum acessório que a gente consiga aprender a pinça uma região do veículo que o flexível fique
numa posição de descanso né sem esforço nenhum um outro detalhe em algum ou já vi profissionais trabalhando dessa forma ele ele não trabalha com esse acessório e ele ele ele pluga essa parte da pinça nessa parte do cavalete o que que acontece ela vai ficar momentaneamente colocado aqui a partir do ano que você começa a trabalhar nessa região do veículo que você às vezes precisa movimentar o telescópio para observar um outro detalhe no cavalete esse movimento vai deslocar o cavalete e ele vai acabar caindo na sua mão então provocando um acidente São duas funções né
primeiro a segurança sempre sempre a segurança nessa visando a segurança manter o cavalete fixo de uma região do veículo que ele não vai te prejudicar o que vai manter a fa mão segura aqui para fazer a execução do serviço e o segundo detalhe importante manter o flexível numa posição de descanso sem esforço né E aí a pizza já deslocada apoiada no telescópio nós vamos fazer então a desmontagem aqui das pastilhas vamos encaixar essas molas né o que eu disse para vocês aí a pouquíssimo tempo que assim que a gente tirasse a pinça desacopla a sua
pinça aqui no cavalete poderíamos ter acesso as molas né então é o próximo item a ser desmontado né Um Um item muito muito fácil não não não não requer Nenhuma ferramenta específica né você tira ela diz a Copa dos sujos que estão nas plaquetas ou guardar que nós vamos utilizar essas bolinhas aqui e tiramos a mola vamos agora tirar pastilha do cavalete inclina pastilha nessa posição de modo afogá-la no clipe de estar com a pastilha já observando o desgaste principalmente o paralelismo né se a parte inferior tem o mesmo desgaste a parte superior nesse caso
aqui praticamente o mesmo desgaste então eu tenho a pinça trabalhando tanto uma parte superior quanto inferior da mesma forma de regular nessa pastilha tá tudo tranquilo a parte interna também mesmo desgaste mesmo paralelismo sem maiores problemas e agora então vamos tirar um cavalete para gente fazer a limpeza EA lubrificação desse cavalete para fazer a trabalhar livre tiramos as pastilhas Vamos então agora soltar o cavalete para gente providenciar que a manutenção limpeza e lubrificação do cavalete o cavalete retirado Nós Vamos providenciar então a limpeza dos clipes e do cavalete em geral bom pessoal cavalete desmontado nós
vamos fazer então a limpeza e do cavalete principalmente das partes de clipe onde tem uma aderência maior do desgaste da pastilha e também do disco de freio né é uma região tá bem propensa a ter uma aderência grande dessa Dessa sujeira nós vamos usar esse produto da testa e o Fórmula XT e ele é um líquido o hidrocarboneto né base de de alguns solventes mas são solventes que não prejudicam a parte de freio e específico para limpar e essa região tanto a parte dianteira pinça cavalete como a parte traseira a parte de sapatas e lonas
né então o que que nós vamos fazer aqui sempre usando máscara né Dê preferência aqui nós vamos fazer apenas uma demonstração mas para usar esse produto sempre mantendo a segurança em primeiro lugar luvas máscara e no lugar ou mais ventilado possível né Para que você não inale E esse material [Música] é um produto que num primeiro momento tá bem líquido mas ele evapora com muita facilidade além de facilitar muito a parte de ir limpeza dessas dessas regiões aqui do sistema de freio a um pouquinho aqui ó E aí [Música] em um segundo momento nós fazemos
aqui na limpeza também dessa parte do cavalete e a parte onde fica apoiada tá manga de eixo né A e terminado o trabalho e G1 o cavalete vai ficar com essa característica de limpeza pronto para gente fazer a lubrificação dessas partes móveis que vamos fazer a instalação das Coifas dos Pinos 1 e a necessidade de fazermos a instalação da coifa antes de instalar o pino alojada no no local correto cavalete Limpo vamos agora fazer a montagem então dos penas vão fazer a lubrificação EA montagem dos pênis pressa lubrificação nós vamos usar esse material aqui é
uma cera para lubrificação especial para freio suporta e tem um ponto de gota acima de 900 graus então 900 graus para que ela fique líquida né e é um produto desenvolvido especificamente para trabalhar nessa região que eu tenho algumas borrachas nitrílicas tá e não deve ser utilizado nessa lubrificação graxa comum porque a graxa comum ela tem a presença de hidrocarboneto ela é o e ela é produzida a partir de derivados de petróleo derivados petróleo tem hidrocarboneto e o hidrocarboneto ele reage com a borracha nitrílica ele resseca a borracha a ponto dela perder essa elasticidade né
e pede a função além de da proteção né que ela trabalha como o guarda-pó evitando que a surgir há entre na sede do cavalete e a e evita e mantenha-se esse ponto lubrificado se utilizar aqui uma graxa a base de derivado de petróleo eu vou comprometer além das Coifas comprometer essa borracha aqui que trabalha nessa região aqui interna então para esse tipo de lubrificação em freio a gente recomenda trabalhar com cera Tech 1 [Música] e não precisa muita quantidade uma é uma fina camada é uma fina camada é o suficiente e [Música] mediatamente após e
a sobre fica assim eu já posso alujá o pênis inferior na parte inferior até que a parte superior da coifa encaixa no pino da mesma forma vamos fazer e com pino superior uma fina camada é o suficiente não precisar uma grande quantidade e pronto pinos instalados todos vão fazer então a instalação do cavalete na manga de eixo mas antes de fazer a instalação nós vamos instalar o relógio comparador no telescópio e conferir a medida de batimento do disco né batimento axial e esse batimento pode acontecer por um pena do disco ou também por uma folga
excessiva no rolamento É nesse Veículo Aqui nós não vamos fazer a substituição nem do disco nem das pastilhas vai nós estamos fazendo aqui em material de demonstração sobre os detalhes de manutenção no freio dianteiro do kwid né E nós vamos indicar para oficina fazer então essa essa substituição de discos e pastilhas Mas vamos fazer a conferência desse batimento do disco fizemos a montagem do relógio comparador no telescópio do veículo relógio Zerado procuram montar a ponta do apalpador do relógio e o mais próximo possível da borda do disco para que a gente tenha então uma precisão
na medida dessa variação axial que ela que que vai proporcionar aí é a sensação de trepidação no veículo feita a montagem eu vou vir aqui para gente fazer tirar essa medida no caso da linha leve montagem do conjunto e até 10 centésimos é tolerável acima de 10 em 10 centésimos começa a ter uma variação axial a ponto de ter lá o início de uma trepidação no veículo acima de 10 centésimos eu tiro o disco e faça uma medição no cubo dá para ver se não é o rolamento do cubo que está apresentando esse defeito axial
ou se é uma variação no Dimensional do disco né então que uma Medida no disco passou de 10 centésimos desmonto disco e meça o cubo o que der no cubo você multiplique por dois então um exemplo fizemos uma medida aqui e apresentou mais de 10 15 centésimos hora que eu tirar O irmão tá isso no cubo senão Cuba eu encontrar uma medida de oito centésimos por exemplo o disco tá bom e o cubo tá ruim bom e porque essa medida se der 8 no cubo quando eu montar um disco novo por exemplo Zezinho ele vai
apontar os 15 mais de 15 centésimos aqui então no do cubo para o disco sempre Dobra a medida de oscilação Então vamos relógio Zerado vamos fazer a medida desse conjunto aqui E aí e esse conjunto da com uma variação de pouco mais de três centésimos dividíssemos isso por dois vai dar me disse mas o cubo por exemplo tirássemos esse disco e fizemos fizesse fizesse nos a medida no cubo nos encontraríamos na faixa de dois um e meio dois sem teste porque a metade da medida que tá dando aqui praticamente para um disco usado tá excelente
essa medida né isso indica que o rolamento eu não tenho uma variação tão grande e mesmo sendo um disco bem usado Ele tá perfeito sem sem variação a ponto de dar a trepidação bom pessoal fizemos então a medida e com o relógio comparador da oscilação axial do disco Encontramos uma medida de três 100ª amido uma medida relativamente baixa né não interfere esses três centésimos não novo vão interferir no comportamento do disco e agora nós vamos falar um pouquinho de medida de espessura né fala primeiro da ferramenta para fazer esse tipo de medição Aqui nós temos
um paquímetro convencional onde nós temos aqui na parte que faz a medida externa e os apalpadores são retos né então ele é ideal para fazer uma medida de uma superfície paralela reta né no caso do disco a rede tambores eu tenho uma oscilação de consumo eu tenho alguns canais algum suco tanto em tambores conta na pista do disco o ideal é que eu tenha um equipamento que consiga medir o maior desgaste nessa região na pista de atriz tanto do tambor quanto do disco para isso nós temos dois tipos diferentes depakene nós temos um para quem
muito específico para tambores am Então essa região é inferior aqui a gente vai fazer a missão as motos que eu tenho uma parte paralela reto é onde vai apoiar na borda do Sabor e uma parte com uma ponta seca né bem incisiva né que é que vai fazer a medida exatamente desse desse consumo na desse canal que gerou isso na parte externa na parte interna nós vamos ser também né e as pontas de é de medição são agudas né então eu consigo por exemplo localizar o ponto de maior desgaste e medir a partir dali o
quanto que foi desgastados fio tão boa tem ou não condição de ser retificada todo disco e todo o tambor ele vem com uma medida gravada que é uma medida mínima né que é o chamado th mínimo A partir dessa medida a segurança fica comprometida no caso por exemplo de tambor eu posso ter uma elevação muito alta temperatura e o tambor acaba trincando acaba quebrando por conta de fica frágil né aparelho e ela fica muito fina e ele fica frágil no caso do disco nós vamos utilizar esse tipo de paquímetro Esse é um pouquinho também com
ponta seca a onde eu tenho aqui a condição de medir exatamente a maior parte hum é a maior parte de consumo né a região do disco onde eu tenho a maior profundidade de consumo também com o objetivo de determinar o ponto de maior consumo para verificar a segurança desse equipamento né então nós vamos fazer a medida aqui desse desse disco e eu vou ver aqui a ferramenta e geralmente nós temos o consumo mais acentuado na região próxima ao cubo E no caso desse disco aqui 16.3 e tenho também um consumo mais acentuado na parte superior
perto da borda né de 15.9 15 pontos 99 Ah tá indicando aqui esse é um disco que Originalmente ele vem com uma medida 17mm né e um th mínimo a medida mínima de segurança 15mm como se diz que está com 16 mm eu posso então providenciar Retífica e do disco para colocação de um par de pastilhas novas aqui assim sempre sempre a necessidade de fazer a montagem de pastilhas novas em superfícies retas perfeitamente identificados perfeitamente lisas porque isso se eu pegar uma pastilha de freio e montar uma superfície como está essa aqui totalmente desgastada eu
vou dificultar o processo de assentamento da pastilha Note que se eu montar a pastilha não disco retificado o novo esse assentamento total da superfície da pastilha com a superfície de atrito disco vai ocorrer entre 300 e 500 km no máximo nessa condição eu multiplico aí por 3 é essa a quilometragem por quê Porque a pastilha ela vai ter que se assentando Nossa neste desenho do disco além do processo de assentamento ser mais demorado e a com toda certeza a probabilidade de eu ter trepidação e ruído numa condição dessa então procedimento correto Retífica caso eu tenha
medida mínima como é o caso desse aqui um disco que Originalmente vem com 17mm estou com 16 anos de consumo medido a mínima 15mm então é possível fazer a Retífica ou então a substituição do disco por um disco novo mas sempre fazer a montagem de pastilhas e discos retificados ou novos sempre a superfície perfeitamente lisa bom fizemos então a medida nós fizemos a medida do disco e vamos agora fazer a medida da pastilha falar um pouco da pastilha né partilha que tava nesse veículo essa partilha aqui Oi tá bem desgastado né já tá e no
ponto de troca né ideal é se trocar nesse nessa com essa espessura né já tá o utilizou praticamente noventa porcento da vida útil da pastilha pastilha convencional e do kwid equipado com disco ventilado esse é o nosso item ne21 19 ele tem esse esse formato né rigorosamente igual o formato original produto reproduz exatamente as medidas do produto original tanto na parte metálica partir plaqueta com a parte de massa de atrito Esse é um produto que eu tenho é uma espessura total de 15mm vamos fazer a medida e aí então a gente vai vai entender o
porquê daquele ponto que a gente sinalizou da superfície paralela né Ele é para para para fazer a medida para você colher medida de superfície paralela como é o caso aqui ó bom né é uma pastilha com 15mm total de espessura massa mais plaqueta nós função da massa e plaqueta nós vamos ter um material chamado anderleia por quê que os fabricantes de partirem recomendam fazer a substituição Ou no máximo no máximo 2 MM antes de que a a massa chega na plaqueta nessa medida nós temos ali um material chamado underlayer que é uma camada de material
de atrito o que promove ancoragem da massa de atrito na plaqueta né então ela fixa esse material de atrito na plaqueta que é de aço e eu tenho alguns compostos nessa nesse material nesse under Leia que fazem a isolação térmica e do produto Imagine que nessa condição aqui ó o nosso frenagem sucessivas que são feitas a probabilidade dessa da temperatura gerada aqui na superfície de atrito chegar aqui nas costas para pastilha muito grande então os fabricantes de pastilhas que trabalham no padrão montadora sistema está trabalham com ISO 16949 eles utilizam esse tipo de material para
fazer a isolação né a cobrar que trabalha com esse material já na reposição trabalha para no produto colocado na montadora e essa mesma construção é utilizada no produto de reposição tá um produto que tá aí hoje nas lojas de autopeças no mercado tem essa construção eu tenho nessa nessa camada em trigo abraço e até plaqueta ou tem a utilização desse anderlei que é um item também de segurança e esse produto e ele 459 é utilizado no kwid com disco sólido né então vem que houve uma alteração no projeto disco ventilado essa parte não fazer bem
maior e o disco sólido trabalho com essa partilha bem menor aqui ó a mesma concepção de construção massa de atrito Vanderlei seguindo rigorosamente os padrões de qualidade de montadora a partir disso pessoal então não vão fazer agora a montagem do cavalete cavalete nós fizemos a limpeza do verificação e vamos fazer a demonstração da aplicação da partilha nova E por que que nós vamos montar a pastilha nova e para mostrar para vocês o jeito correto de fazer o retorno do Embu né é geralmente em alguns casos eu tenho observado que o retorno do lembro tem sido
feito com chave de fenda isso prejudica muito o desempenho do embrulho né Você pode danificar as gaxetas na parte interna do Remo e tem uma ferramenta específica para você fazer esse retorno ele volta de maneira paralela sem oferecer risco qualquer para qualquer componente interno da pinça então em função disso nós vamos fazer a montagem dessa dessa pastilha para demonstrar a forma correta e o carro vai ser no carro vai ser montado as pastilhas que estão desgastados porque esse carro vai seguir para uma oficina para fazer então a troca disco troca de pastilhas o procedimento normal
né bom então vamos montar o cavalete E aí [Música] E aí E aí E aí E aí o cavalete montado vamos fazer lubrificação das costas a pastilha e fazer a montagem dessa pastilha no cavalete e consequentemente na sequência nós vamos fazer o retorno do embolo para colocação de pastilhas novas nós temos uma ferramenta para mostrar para vocês como é que faz a correta o correto o retorno desse emo então aqui não tem muito muito segredo um pouquinho de ser até aqui nessa região da pastilha e como é que eu sei que é nessa região Eu
Tô analisando onde tá pegando aqui na achei anterior né não preciso passar na pastilha toda somente aonde é o contato da pinça com a plaqueta é essa que vai na parte interna então eu coloco aqui nessa região que aonde o símbolo vai ter o contato aqui vamos fazer a aplicação dessa pastilha [Música] Ponta das parceiras vamos aplicar a mola que é a mola que faz o retorno que elimina o torque em residual né sempre lembrando o que o torque residual frente freou a pinça vai fazer esse movimento apertar as pastilhas contra o disco para fazer
um processo de frenagem E no momento que aliviar a pressão tirar o pé do freio eu preciso que esse conjunto se afaste abra uma folga mínima entre pastilha disco para fazer e a refrigeração desse conjunto é a função dessa mola é exatamente essa E aí E aí E aí é montada ferramenta na pinça Essa é a ferramenta que a gente utiliza para fazer o retorno da pinça né não reservatório onde vai colher o fluido que vai sair sangrador aberto montei a ferramenta E aí eu vou fazer o giro dessa rosca ela vai abrindo e vai
levando o embolo paralelo durante toda a abertura aqui sem evitando que ele é jambre né evitando que ele se desvia aqui e acabe machucando alguma gaxeta interna né Então essa é uma ferramenta específica para esse tipo de procedimento é E aí E aí [Música] e no final eu vou ter e o deslocamento Oi total tá doendo o suficiente para gente poder então encaixar novamente a pinça nessa região terminei de fazer o retorno fecha o sangrador é resolvida Então vamos fazer então aqui a a montagem da pinça então que fizemos aqui a montagem da peça nova
para vocês verem funcionamento da ferramenta e os detalhes de montagem da mola de alívio de torque residual e agora a gente vai fazer a desmontagem novamente para colocação das pastilhas usadas porque esse carro vai ser direcionado então pra oficina para fazer todo o reparo troca né vai executar esses mesmos serviço né numa oficina E aí [Música] E aí é bom pessoal fizemos então a instalação da parte usada e vamos então fazer o processo de sangria né mas vamos utilizar dessa ferramenta o correto do processo de sangria fazer uma bomba automática uma bomba elétrica que você
liga na bateria do carro e ela vem com algumas conexões que você coloca no reservatório tem um cabo elétrico bastante grande né Você tem uma uma garrafa para fazer para você recolher o fluido velho e como é que consiste aí o processo você aperta o botão a própria bomba vai injetar fluido novo no reservatório e consagrador aberto totalmente aberta você vai observar o e quando o fluido novo empurrar o fluido velho para dentro da garrafinha tá sangrado essa parte do circuito e qual é a ordem dianteiro esquerdo dianteiro direito traseiro esquerdo e traseiro direito e
por que que tem que ser feito dessa forma né como se fosse um z vaso de fazer a simulação de uma letra Z porque o sistema trabalha em x aí o que quer dizer isso quer dizer que a parte do cilindro mestre que atende a roda dianteira esquerda atende a traseira direita e a parte do cilindro mestre que atende a roda dianteira direita a tende a trazer à esquerda é Ele trabalha em x porque se eu tiver um vazamento numa parte do circuito por exemplo dianteiro esquerdo e eu vou ter o outro lado oposto perfeitamente
em funcionamento e toda vez que eu acionar o Freio eu voltei então a Duas Rodas duas rodas do veículo na contraposição de posição trabalhando normalmente isso vai evitar que o o veículo desv a no momento da frenagem né então eu vou ter uma frenagem equilibrada é uma medida de segurança mas aqui nesse caso Vamos fazer uma simulação de que nós não temos as equipamento uma sangria convencional tá então para uma sangria convencional Não há necessidade de eu ter alguém lá no lugar do motorista fazendo aquele processo de bombar bombar bombar E aí então você abrir
o sangrador para depois repetir o processo toda vez que nós fazemos isso Esse é o embolo do cilindro mestre ele vai no lugar que ele nunca foi nem quando nós dirigimos um carro normalmente que nós precisamos acionar o sistema de freio numa condição normal eu aciono de maneira a trabalhar com metade do curso do cilindro-mestre quando eu faço um processo de sangria desse bombar bombar bombar segurar para alguém abrir aqui o sangrador no momento que abre o sangrador a uma queda de pressão violenta e o embrulho ele bate no fundo do cilindro mestre isso prejudica
as gaxetas as gaxetas do cilindro e prejudica também o cilindro que no caso de se ver se cuide aqui por exemplo já tem 50 mais de 54 mil km rodado Então imagina quanto que esse cilindro já trabalhou por enquanto ele tá perfeito nós fizemos uns testes aí de avaliação a dor da pressão hidráulica tá perfeito eu não tenho nenhum vazamento e nesse momento fazendo uma sangria dessa forma bombando segura aí abre né para eu ter essa queda violenta depressão onde eu lembro vai bater no fundo do cilindro mestre eu posso então é estragar não é
criado alguns danos nessas nessas gaxetas Então como é que nós vamos fazer essa sangria né Fernando tá lá no lugar do motorista e o Fernando ele vai bombar e o pedal do freio como se tivesse dirigindo o carro normalmente meio o pedal com o cuidado de toda vez que ele acionar ele vai soltar o pedal E por que que ele vai soltar o pedal eu preciso que o engulo retorne totalmente a posição de descanso porque eu tenho uma Furação né que faz alimentação do fluido para o circuito então acionou ele vai empurrar o fluido tirou
o pé e volta essa Furação fica paralela então a alimentação da parte do reservatório para o circuito por isso que ele precisa tirar o pé a cada chamamento mas é meio o pedalzinho sempre sem a necessidade de ficar fazendo um esforço mais acentuado E à medida que ele faz esse processo lá eu abro o sangrador aqui a mesma coisa para me dizer que ele vai acionando o pedal do freio o líquido de freio velho velho passando por aqui né o link do novo vem passando por aqui empurra o fluido velho para dentro da garrafinha há
a necessidade de eu fazer essa volta porque para que eu tenha a certeza que a medida que ele vai empurrando o fluido velho para dentro da garrafinha eu não tenho ar no circuito então empurrou aqui o fluido novo empurrou fui do velho para dentro da garrafinha eu Fecha sangrador essa parte do circuito Tá zangada né então é basicamente o mesmo processo que é feito com a bomba elétrica só que de uma maneira manual vamo demora demora um pouco mais de tempo mas o efeito é o mesmo né você vai ter a sangria de todo e
vai ter a substituição total do fluido de freio do sistema sem a possibilidade de eu ter ar no sistema então vou abrir aqui Fernando se você quiser já tá bombando aí e pronto tá vendo no circuito aqui eu tenho nosso circuito inteiro apenas excluída não tenho uma bolha de ar bom então isso indica que o fluido novo já empurrou nessa nesse nessa parte do circuito o fluido velho para dentro desse reservatório então o que que eu faço eu fecho o sangrador e essa parte do circuito perfeitamente Sagrada o completo e o reservatório até o nível
E aí então passo para roda dianteira direita Faça o mesmo processo da mesma forma o Fernando vai acionar o pedal meio o pedal eu vou abrir o sangrador a hora que eu fui do novo empurrar o fluido velho para dentro da Rafinha a hora que ele empurra para dentro da garrafinha aquele pedaço do circuito também vai estar sangrado e assim sucessivamente então roda dianteira esquerda roda dianteira direito roda traseira esquerda roda traseira direita hum em Z já terminou esse processo carro no chão Oi e aí então é que você vai proceder a regulagem do freio
de mão e por que deve ser feito dessa forma com o carro suspenso ou vamos ver que nós tivéssemos feito uma manutenção na parte traseira troca de sapato troca de tambor à medida que eu faço a regulagem com carro no elevador as rodas estão suspensas e o eixo rígido desce e Estica o cabo se eu fizer uma regulagem com o carro elevador eu tô desconsiderando esse curso em que as rodas estão fora do solo à medida que eu desço o carro as rodas voltam a posição normal e a esse curso de cabo desaparece e fazendo
a regulagem em cima quando eu colocar o carro no chão eu perdi essa regulagem eu vou ter que refazer não terminei a sangria aí então eu coloco o carro e depois disso é que eu faço a regulagem do freio de mão o pessoal então finalizamos aí essa demonstração da manutenção na parte dianteira do Renault e mostramos as diferenças das duas versões ou cuide com disco sólido e com disco ventilado principalmente o detalhe da mola de alívio de torque residual que é extremamente importante hoje nós temos aí uma uma quantidade muito grande de veículos já utilizando
desse acessório porque ele aumenta a durabilidade da pastilha não é aumenta essa condição de refrigeração e você tem um freio muito mais eficiente na temperar trabalhando sempre na temperatura ideal fizemos também a demonstração da limpeza caliper e cavalete e também fizemos uma simulação aí né é a sangria total do veículo no sistema manual a maioria das oficinas já trabalha com o sistema de bomba elétrica né aquele tanquezinho e você faz a sangria com ferramenta elétrica mas vai fazer uma simulação e da falta dessa ferramenta né e a maneira correta de você fazer a sangria sem
prejudicar a nossa intenção e levar o maior número de informações e detalhes para vocês né Para que aumente cada vez mais a qualidade da mão de obra do serviço que sejam executar na oficina Muito obrigado pela atenção de vocês e até um próximo vídeo um [Música] E aí